PRINCÍPIOS BÁSICOS E ORIENTADORES

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PRINCÍPIOS BÁSICOS E ORIENTADORES"

Transcrição

1 ÍNDICE PREFÁCIO par. pág. Razão de ser Os objectivos A origem Agradecimentos: aos redactores 9 14 Agradecimentos: aos patrocinadores Aos destinatários ONDE COMEÇA O MANUAL Direitos humanos dos reclusos 1 15 Direitos universais 2 15 Limitações ao exercício de direitos Privação de liberdade 5 16 Privação de liberdade e vida normal O princípio da abertura 9 16 O dever de cuidado Estabelecimentos prisionais e outros locais de reclusão Grupos especiais de reclusos Os termos "prisão" e "recluso" ACERCA DESTE MANUAL Capítulo I PRINCÍPIOS BÁSICOS E ORIENTADORES Nota introdutória Intenções e princípios fundamentais Espírito e alcance das Regras Mínimas Proibição de discriminação Tratamento diferenciado não é considerado discriminatório Liberdade religiosa e proibição de coacção religiosa Registo destinado a prevenir as detenções arbitrárias Início e assistência no processo de ressocialização Segurança, necessidade básica para reclusos e pessoal Redução dos danos e preparação construtiva para a vida em liberdade

2 Vida na prisão orientada para a comunidade; o princípio da normalidade Princípios orientadores relativos aos reclusos não condenados Proibição da tortura e de outras penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes Detidos em celas da polícia Presunção de inocência Regimes destinados aos preventivos Reclusos do foro civil Reclusos detidos ou presos sem acusação Capítulo II PROCESSO EQUITATIVO E QUEIXAS Nota introdutória Manutenção da ordem nos estabelecimentos prisionais Como as regras disciplinares afectam o pessoal O processo disciplinar compreende os procedimentos de queixa 8 38 Princípios internacionais relativos ao processo equitativo e às queixas Queixas e recursos Natureza da obrigação de dispor de mecanismos de queixa Formação dos reclusos e do pessoal quanto aos mecanismos de queixa Acesso fácil aos procedimentos de queixa Queixas por parte de familiares e partes interessadas Queixas contra outros profissionais Mecanismos internos e externos para o tratamento de queixas Processo equitativo relativo a preventivos e outros reclusos Preventivos Reclusos estrangeiros Outros grupos vulneráveis ou em desvantagem Disciplina Princípios de Direitos do Homem aplicáveis Outros instrumentos relevantes Implicações institucionais 35 46

3 Regras e regulamentos penitenciários escritos Revisão periódica das regras e regulamentos penitenciários Informação e publicidade relativa às regras Por que vias é mantida a disciplina? Representação legal Quem exerce o poder disciplinar nos estabelecimentos prisionais? Punição Princípios de Direitos do Homem aplicáveis Tortura e tratamentos ou penas cruéis, desumanos ou degradantes Quando são os tratamentos ou as penas considerados como tortura ou tratamentos ou penas cruéis, desumanos ou degradantes? Proporcionalidade da pena Formas de punição nos estabelecimentos prisionais Isolamento Isolamento prolongado Isolamento de duração indeterminada Isolamento repetido Isolamento combinado com outra sanção O médico não deve ser envolvido na punição As regras relativas ao isolamento devem ser claramente enunciadas Algemas, ferros e instrumentos de coacção Punições corporais Perda de oportunidade de uma libertação antecipada Privação de sentidos Redução da alimentação Punição combinada ou dupla por uma única infracção Recurso da sanção disciplinar Princípios de Direitos do Homem aplicáveis Outros instrumentos jurídicos A natureza do mecanismo de recurso Recurso judicial Capítulo III CONDIÇÕES FÍSICAS NECESSIDADES BÁSICAS Nota introdutória

4 Criar boas condições de reclusão: a criatividade, para além do investimento financeiro Alojamento Celas e camaratas Espaço Iluminação e ventilação Higiene Instalações sanitárias e limpeza Higiene e cuidados pessoais Vestuário e roupa de cama Alimentação Satisfação de necessidades básicas através do apoio do exterior Capítulo IV SAÚDE FÍSICA E MENTAL DOS RECLUSOS Nota introdutória Cuidados de saúde para com presos e detidos: uma questão prioritária Cuidados de saúde e funções inerentes aos cuidados de saúde 6 78 Direito à saúde Qualidade dos serviços médicos Saúde dos reclusos - uma responsabilidade de todos os membros do pessoal Funções do médico - o paciente é a prioridade Juramento de Atenas Necessária prestação de serviços Pessoal de saúde Equipamento O médico como um médico particular do recluso Exames médicos imediatos e cuidadosos O pessoal de saúde deve ser informado sobre incidentes Livre acesso aos cuidados médicos O médico da prisão deve explicar a sua posição ao recluso O médico, conselheiro do director do estabelecimento prisional

5 O médico apresenta relatório e mantém a confidencialidade O médico e a execução de penas Experiências e pesquisa médicas Doenças contagiosas, a infecção pelo HIV entre outras Suicídio Recusa de alimentação Doença grave e morte O médico, um profissional de saúde e higiene O dever do médico de inspeccionar e informar sobre a saúde na prisão Comida e higiene Supervisão externa Posição dos enfermeiros Supervisão dos enfermeiros Estatuto dos enfermeiros Competências profissionais dos enfermeiros O papel dos auxiliares de saúde O profissional de saúde sujeito a conflitos de interesses Direito de queixa dos reclusos quanto aos cuidados de saúde Procedimentos de recurso do pessoal de saúde Cuidados de saúde específicos para alguns grupos de reclusos Regras de saúde para mulheres reclusas (e seus bebés) Tratamento de toxicodependentes Cuidados para com reclusos desequilibrados e doentes mentais Reclusos condenados à pena de morte Resolução relativa à participação médica na pena de morte Capítulo V CONTACTOS DOS RECLUSOS COM O MUNDO EXTERIOR Nota introdutória Direitos que os reclusos mantêm Finalidade de reintegração Instituições mais ou menos abertas 4 108

6 Contactos com a família e amigos Ligações familiares como base da reintegração Contactos com os amigos Informação sobre transferências Colocação perto de casa Cartas e chamadas telefónicas Visitas Visitas íntimas Saídas precárias Contactos dos reclusos estrangeiros Contactos profissionais e institucionais Contactos com o advogado Contactos com representantes religiosos Contactos com autoridades públicas e outras entidades Contactos com representantes diplomáticos e consulares Outros direitos dos reclusos Contactos com os meios de comunicação social Bens dos reclusos Direito de voto dos reclusos Notificação de morte e doença grave Capítulo VI PROGRAMAS PARA RECLUSOS Nota introdutória Do tratamento à assistência aos reclusos Segurança dinâmica Princípios orientadores centrados na pessoa (não na prisão) Prisões orientadas para a comunidade Até que ponto é normal a vida no estabelecimento prisional? O bem-estar dos reclusos problemáticos Grupos diversos, programas diversos, segurança diversa Unidades: a escala humana O direito à perspectiva social Diferenciação e individualização O recluso como pessoa responsável Programas terapêuticos Liberdade de crença e de culto A religião como um direito, não um dever

7 Acompanhamento religioso Avaliação das necessidades, planeamento da execução da pena Formação do pessoal no que respeita à avaliação O planeamento como processo contínuo, com início na admissão A classificação como sistema flexível Deslocação de reclusos Diferenciação e protecção Género Estatuto legal Idade Protecção de reclusos face a outros reclusos Formação de grupos organizados A separação dos reclusos vulneráveis como opção a não tomar Bebés nos estabelecimentos prisionais Assistência profissional do pessoal Actividades no estabelecimento prisional: associativas, construtivas, sem exploração Trabalho no estabelecimento prisional O dia normal de trabalho O trabalho, um processo formativo Condições de trabalho Trabalho dirigido pela Administração ou por entidades privadas Segurança no trabalho Escassez de trabalho, compensação e remuneração Trabalho prestado por reclusos não condenados Educação e recreio Assistência voluntária, mútua e do exterior Necessidades especiais Bibliotecas - pessoal e valor educativo Lazer e desporto Relações sociais e assistência continuada Serviços de execução de medidas e penas na comunidade e de reinserção social Capítulo VII PESSOAL

8 Nota introdutória Visando um bom ambiente prisional Formação e qualidades pessoais exigidas Organização A nível local: supervisão e direcção Condições do trabalho profissional Recrutamento e formação básica Matérias a tratar na formação Competências profissionais Opinião e atitude do pessoal para com os reclusos e a prisão Condições de serviço e estatuto Condições de trabalho Salários Afastamento do secretismo Mudança de tarefas Questões de distribuição em função do sexo Relacionamentos sexuais Pessoal especializado Independência profissional do pessoal especializado Uso da força. Situações críticas Prevenção da violência e uso da força As armas não são resposta A função do director O director, uma figura de referência Um director para servir os interesses dos reclusos e da comunidade Capítulo VIII INSPECÇÃO Nota introdutória O objectivo das inspecções Inspecções: regulares, frequentes, qualificadas Inspecções ocasionais Inspecções: pesquisa e método Relatórios das inspecções 9 173

9 Inspecções por especialistas Objectividade e independência O papel e o envolvimento das organizações não governamentais, outros organismos não oficiais e pessoas singulares Atenção particular às pessoas vulneráveis Inspecções internacionais Prevenção de situações danosas Obtenção de resultados Livre acesso aos relatórios das inspecções Capítulo IX NORMAS DAS NAÇÕES UNIDAS RELATIVAS AO TRATAMENTO PENITENCIÁRIO NO RESPECTIVO CONTEXTO Nota introdutória Âmbito e aplicabilidade das Regras Mínimas Estatuto das Regras Mínimas Interpretação das Regras Mínimas O caso específico dos menores

Convenção Sobre os D ireitos. da Criança

Convenção Sobre os D ireitos. da Criança Convenção Sobre os D ireitos da Criança Convenção Sobre os Direitos Resumo não oficial da Criança Junho de 2000 Prefácio A presente publicação é um resumo não oficial da Convenção das Nações Unidas Sobre

Leia mais

Saúde Escolar. Secretaria Regional da Educação e Formação

Saúde Escolar. Secretaria Regional da Educação e Formação Saúde Escolar Secretaria Regional da Educação e Formação «Um programa de saúde escolar efectivo é o investimento de custo-benefício mais eficaz que um País pode fazer para melhorar, simultaneamente, a

Leia mais

PROFª CLEIDIVAINE DA S. REZENDE Disc. Sociologia / 1ª Série

PROFª CLEIDIVAINE DA S. REZENDE Disc. Sociologia / 1ª Série PROFª CLEIDIVAINE DA S. REZENDE Disc. Sociologia / 1ª Série 1 - DEFINIÇÃO Direitos e deveres civis, sociais e políticos usufruir dos direitos e o cumprimento das obrigações constituem-se no exercício da

Leia mais

DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA

DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA Proclamada pela Resolução da Assembleia Geral 1386 (XIV), de 20 de Novembro de 1959 PREÂMBULO CONSIDERANDO que os povos das Nações Unidas reafirmaram, na Carta, a sua

Leia mais

Regras Mínimas para o Tratamento dos Reclusos

Regras Mínimas para o Tratamento dos Reclusos Regras Mínimas para o Tratamento dos Reclusos Adotadas pelo Primeiro Congresso das Nações Unidas sobre a Prevenção do Crime e o Tratamento dos Delinqüentes, realizado em Genebra em 1955, e aprovadas pelo

Leia mais

Situação das mulheres na prisão e impacto da detenção dos pais

Situação das mulheres na prisão e impacto da detenção dos pais 20.3.2009 PT C 66 E/49 I. Considerando que a falta de vontade política para transformar o Código numa posição comum está em contradição com o papel de liderança desempenhado pela União Europeia e pelos

Leia mais

Direcção-Geral da Solidariedade e Segurança Social

Direcção-Geral da Solidariedade e Segurança Social Direcção-Geral da Solidariedade e Segurança Social Janeiro/2004 INTRODUÇÃO A experiência da acção social no âmbito da intervenção e acompanhamento das famílias em situação de grande vulnerabilidade social,

Leia mais

Assistência Médica e Saúde

Assistência Médica e Saúde Assistência Médica e Saúde O Governo da RAEM define e prossegue as linhas de acção governativa de Tratamento seguro e adequado com prioridade para a prevenção em correspondência à directriz de elevar a

Leia mais

Declaração Universal dos Direitos Humanos

Declaração Universal dos Direitos Humanos Declaração Universal dos Direitos Humanos Preâmbulo Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e dos seus direitos iguais e inalienáveis constitui o fundamento

Leia mais

Eu tenho direitos, tu tens direitos, ele/ela tem direitos...

Eu tenho direitos, tu tens direitos, ele/ela tem direitos... Eu tenho direitos, tu tens direitos, ele/ela tem direitos... Uma introdução aos direitos da criança Todas as pessoas têm direitos. Se fores um rapaz ou uma rapariga com menos de 18 anos, tens também certos

Leia mais

Declaração Universal dos Direitos do Homem

Declaração Universal dos Direitos do Homem Declaração Universal dos Direitos do Homem Preâmbulo Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e dos seus direitos iguais e inalienáveis constitui o fundamento

Leia mais

Declaração de Brighton sobre Mulheres e Desporto

Declaração de Brighton sobre Mulheres e Desporto Declaração de Brighton sobre Mulheres e Desporto A I Conferência Mundial sobre Mulheres e Desporto realizou-se em Brighton, no Reino Unido, entre os dias 5 e 8 de Maio de 1994, reunindo à mesma mesa políticos

Leia mais

www. Lifeworld.com.br

www. Lifeworld.com.br 1 Artigos da Constituição Mundial A Constituição Mundial é composta de 61º Artigos, sendo do 1º ao 30º Artigo dos Direitos Humanos de 1948, e do 31º ao 61º Artigos estabelecidos em 2015. Dos 30 Artigos

Leia mais

Carta dos Direitos do Cliente

Carta dos Direitos do Cliente A pessoa com deficiência ou incapacidade, deve ser educada e viver na comunidade, mas com programas e apoios especiais. Cercisiago Carta dos Direitos do Cliente Março de 2010 Carta dos Direitos do Cliente

Leia mais

Princípios Básicos Relativos à Função dos Advogados

Princípios Básicos Relativos à Função dos Advogados Princípios Básicos Relativos à Função dos Advogados O Oitavo Congresso das Nações Unidas para a Prevenção do Crime e o Tratamento dos Delinquentes, Lembrando o Plano de Acção de Milão 139, adoptado pelo

Leia mais

CONSELHO INTERACÇÃO. Declaração Universal dos Deveres do Homem. Setembro de 1997. Criado em 1983. InterAction Council

CONSELHO INTERACÇÃO. Declaração Universal dos Deveres do Homem. Setembro de 1997. Criado em 1983. InterAction Council CONSELHO INTERACÇÃO Criado em 1983 Declaração Universal dos Deveres do Homem Setembro de 1997 InterAction Council Declaração Universal dos Deveres do Homem Preâmbulo Considerando que o reconhecimento da

Leia mais

PROPOSTAS PARA A REDUÇÃO DA VIOLÊNCIA

PROPOSTAS PARA A REDUÇÃO DA VIOLÊNCIA PROPOSTAS PARA A REDUÇÃO DA VIOLÊNCIA 1. Criar o Fórum Metropolitano de Segurança Pública Reunir periodicamente os prefeitos dos 39 municípios da Região Metropolitana de São Paulo para discutir, propor,

Leia mais

Diretrizes Consolidadas sobre Prevenção, Diagnóstico, Tratamento e Cuidados em HIV para as Populações-Chave

Diretrizes Consolidadas sobre Prevenção, Diagnóstico, Tratamento e Cuidados em HIV para as Populações-Chave Diretrizes Consolidadas sobre Prevenção, Diagnóstico, Tratamento e Cuidados em HIV para as Populações-Chave Gabriela Calazans FCMSCSP, FMUSP II Seminário Nacional sobre Vacinas e novas Tecnologias de Prevenção

Leia mais

Código Deontológico. (Inserido no Estatuto da OE republicado como anexo pela Lei n.º 111/2009 de 16 de Setembro)

Código Deontológico. (Inserido no Estatuto da OE republicado como anexo pela Lei n.º 111/2009 de 16 de Setembro) Código Deontológico (Inserido no Estatuto da OE republicado como anexo pela Lei n.º 111/2009 de 16 de Setembro) SECÇÃO II Do código deontológico do enfermeiro Artigo 78.º Princípios gerais 1 - As intervenções

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA 1 DIRECÇÃO NACIONAL DE ASSESSORIA MINISTÉRIO DA JUSTIÇA JURÍDICA E LEGISLAÇÃO Lei nº /2012, de de Lei da execução das penas e medidas privativas da liberdade A lei da execução das penas e medidas privativas

Leia mais

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE MINISTÉRIO DA JUSTIÇA

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE MINISTÉRIO DA JUSTIÇA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DECRETO-LEI Nº.12/2008 30 de Abril ESTATUTO ORGÂNICO DO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA O Decreto-Lei nº 7/2007, de 5 de Setembro, relativo à estrutura

Leia mais

Sistemas de Protecção Social: a experiência de Timor-Leste. Por Cármen da Cruz, Directora Nacional da Assistência Social

Sistemas de Protecção Social: a experiência de Timor-Leste. Por Cármen da Cruz, Directora Nacional da Assistência Social Sistemas de Protecção Social: a experiência de Timor-Leste Por Cármen da Cruz, Directora Nacional da Assistência Social Os três organismos sucessivos responsáveis pela protecção social em Timor-Leste 1.

Leia mais

do Idoso Portaria 104/2011

do Idoso Portaria 104/2011 DEVER DE NOTIFICAR- do Idoso Portaria 104/2011 Lei 6.259/75l Lei 10.778/03, ECA, Estatuto n Médicos n Enfermeiros n Odontólogos n Biólogos n Biomédicos n Farmacêuticos n Responsáveis por organizações e

Leia mais

DIREITOS DOS UTENTES DOS SERVIÇOS DE SAÚDE

DIREITOS DOS UTENTES DOS SERVIÇOS DE SAÚDE Ficha Informativa 2 Fevereiro 2015 Ordem dos Advogados Largo São Domingos 14-1º, 1169-060 Lisboa Tel.: 218823550 Fax: 218862403 odc@cg.oa.pt www.oa.pt/odc DIREITOS DOS UTENTES DOS SERVIÇOS DE SAÚDE Direito

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA REALIZAÇÃO DE UMA FORMAÇÃO SOBRE DIREITOS HUMANOS E GÉNERO NO KUITO, PROVINCIA DO BIÉ, ANGOLA

TERMOS DE REFERÊNCIA REALIZAÇÃO DE UMA FORMAÇÃO SOBRE DIREITOS HUMANOS E GÉNERO NO KUITO, PROVINCIA DO BIÉ, ANGOLA TERMOS DE REFERÊNCIA REALIZAÇÃO DE UMA FORMAÇÃO SOBRE DIREITOS HUMANOS E GÉNERO NO KUITO, PROVINCIA DO BIÉ, ANGOLA Convénio 10-CO1-005: Fortalecimento dos serviços públicos de saúde nas zonas de intervenção

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO

CÓDIGO DE ÉTICA DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO CÓDIGO DE ÉTICA DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Preâmbulo O presente Código contém as normas éticas que devem ser seguidas pelos Técnicos de Segurança e Higiene do Trabalho e os Técnicos

Leia mais

GUIA PRÁTICO APOIOS SOCIAIS CRIANÇAS E JOVENS EM SITUAÇÃO DE PERIGO

GUIA PRÁTICO APOIOS SOCIAIS CRIANÇAS E JOVENS EM SITUAÇÃO DE PERIGO Manual de GUIA PRÁTICO APOIOS SOCIAIS CRIANÇAS E JOVENS EM SITUAÇÃO DE PERIGO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/12 FICHA TÉCNICA

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA RESOLUÇÃO Nº 02, DE 29 DE OUTUBRO 2015. Apresenta recomendações que visam à interrupção da transmissão do HIV, das hepatites virais, da tuberculose e outras enfermidades entre as pessoas privadas de liberdade.

Leia mais

CONSELHO SUPERIOR DA DEFENSORIA PÚBLICA RESOLUÇÃO CSDPE Nº 016/2013

CONSELHO SUPERIOR DA DEFENSORIA PÚBLICA RESOLUÇÃO CSDPE Nº 016/2013 CONSELHO SUPERIOR DA DEFENSORIA PÚBLICA RESOLUÇÃO CSDPE Nº 016/2013 Dispõe sobre as atribuições da Coordenação de Atendimento ao Preso Provisório da Defensoria Pública da Capital e dá outras providências.

Leia mais

Constituição da República Disposições relevantes em matéria de Comunicação Social

Constituição da República Disposições relevantes em matéria de Comunicação Social Constituição da República Disposições relevantes em matéria de Comunicação Social Artigo 25 o (Direito à integridade pessoal) 1. A integridade moral e física das pessoas é inviolável. 2. Ninguém pode ser

Leia mais

Ética A GUARDIAN disponibiliza o presente Código de Conduta a todos os colaboradores, Clientes, Fornecedores e Parceiros.

Ética A GUARDIAN disponibiliza o presente Código de Conduta a todos os colaboradores, Clientes, Fornecedores e Parceiros. Âmbito de aplicação O presente Código de Conduta aplica-se a toda a estrutura GUARDIAN Sociedade de Mediação de Seguros, Lda., seguidamente designada por GUARDIAN, sem prejuízo das disposições legais ou

Leia mais

GUIA PRÁTICO RESPOSTAS SOCIAIS POPULAÇÃO ADULTA PESSOAS IDOSAS

GUIA PRÁTICO RESPOSTAS SOCIAIS POPULAÇÃO ADULTA PESSOAS IDOSAS GUIA PRÁTICO RESPOSTAS SOCIAIS POPULAÇÃO ADULTA PESSOAS IDOSAS INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/10 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Respostas Sociais População

Leia mais

FICHA DE PRÉ-INSCRIÇÃO MOD.092/1

FICHA DE PRÉ-INSCRIÇÃO MOD.092/1 DATA DE PRÉ-INSCRIÇÃO:. / /20 DATA PREVISTA DE ENTRADA:. / /20 DATA EFECTIVA DE ENTRADA:. / /20 1. IDENTIFICAÇÃO PESSOAL Nome Morada Código-postal N.º Telefone Idade BI/CC N.º Beneficiário SS Email Data

Leia mais

Regras Mínimas das Nações Unidas para a Administração da Justiça da Infância e da Juventude. Regras de Beijing. *

Regras Mínimas das Nações Unidas para a Administração da Justiça da Infância e da Juventude. Regras de Beijing. * Regras Mínimas das Nações Unidas para a Administração da Justiça da Infância e da Juventude. Regras de Beijing. * PRIMEIRA PARTE. PRINCÍPIOS GERAIS 1. Orientações fundamentais 1.1. Os Estados Membros procurarão,

Leia mais

Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho SHST

Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho SHST Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho SHST O QUE DIZ A LEI OBSERVAÇÕES Todos os trabalhadores têm direito à prestação de trabalho em condições de segurança, higiene e saúde, competindo ao empregador assegurar

Leia mais

JANE PAIVA ELIONALDO FERNANDES JULIÃO

JANE PAIVA ELIONALDO FERNANDES JULIÃO EDUCAÇÃO EM PRISÕES Refere-se à oferta de educação como direito de jovens e adultos em privação de liberdade, no marco dos direitos humanos, em modalidade de atendimento que considera necessidades específicas

Leia mais

Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948

Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948 PARTE A Módulo I Acordos/Convenções Internacionais 1. Declaração Universal dos Direitos Humanos Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de

Leia mais

A violência doméstica é um problema universal que atinge milhares de pessoas, em grande número de vezes de forma silenciosa e dissimuladamente.

A violência doméstica é um problema universal que atinge milhares de pessoas, em grande número de vezes de forma silenciosa e dissimuladamente. A violência doméstica é um problema universal que atinge milhares de pessoas, em grande número de vezes de forma silenciosa e dissimuladamente. Trata-se de um problema que acontece em ambos os sexos e

Leia mais

CARTA DE BRASÍLIA I ENCONTRO NACIONAL DOS CONSELHOS DA COMUNIDADE Brasília 6 e 7 dezembro de 2012

CARTA DE BRASÍLIA I ENCONTRO NACIONAL DOS CONSELHOS DA COMUNIDADE Brasília 6 e 7 dezembro de 2012 CARTA DE BRASÍLIA I ENCONTRO NACIONAL DOS CONSELHOS DA COMUNIDADE Brasília 6 e 7 dezembro de 2012 Os participantes do I ENCONTRO NACIONAL DOS CONSELHOS DA COMUNIDADE, representantes de Conselhos da Comunidade

Leia mais

Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres. 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento;

Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres. 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento; Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento; Objetivo geral Promover a igualdade no mundo do trabalho e a autonomia

Leia mais

Carta dos Direitos e Deveres dos Doentes

Carta dos Direitos e Deveres dos Doentes Carta dos Direitos e Deveres dos Doentes INTRODUÇÃO O direito à protecção da saúde está consagrado na Constituição da República Portuguesa, e assenta num conjunto de valores fundamentais como a dignidade

Leia mais

APHORT. Porto 17 de Setembro de 2014 1

APHORT. Porto 17 de Setembro de 2014 1 APHORT Porto 17 de Setembro de 2014 1 A APHORT Associação Portuguesa de Hotelaria, de Restauração e Turismo, associação de âmbito nacional representativa de empresas que exploram: Empreendimentos hoteleiros

Leia mais

REGRAS MÍNIMAS DAS NAÇÕES UNIDAS PARA A ADMINISTRAÇÃO DA JUSTIÇA, DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE (REGRAS DE BEIJING)

REGRAS MÍNIMAS DAS NAÇÕES UNIDAS PARA A ADMINISTRAÇÃO DA JUSTIÇA, DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE (REGRAS DE BEIJING) REGRAS MÍNIMAS DAS NAÇÕES UNIDAS PARA A ADMINISTRAÇÃO DA JUSTIÇA, DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE (REGRAS DE BEIJING) PRIMEIRA PARTE - PRINCÍPlOS GERAIS 1. Orientações fundamentais 1.1 Os Estados Membros procurarão,

Leia mais

Contrato de Prestação de Serviços SAD Serviço de Apoio Domiciliário

Contrato de Prestação de Serviços SAD Serviço de Apoio Domiciliário Contrato de Prestação de Serviços SAD Serviço de Apoio Domiciliário Entre: Primeiro Outorgante: Centro de Promoção Social (CPS), Instituição Particular de Solidariedade Social, com sede em Carvalhais São

Leia mais

QUADROS SUPERIORES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, DIRIGENTES E QUADROS SUPERIORES DE EMPRESA

QUADROS SUPERIORES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, DIRIGENTES E QUADROS SUPERIORES DE EMPRESA GRANDE GRUPO 1 QUADROS SUPERIORES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, DIRIGENTES E QUADROS SUPERIORES DE EMPRESA Os quadros superiores da administração pública, dirigentes e quadros superiores de empresa dão pareceres

Leia mais

MINISTÉRIO DO COMÉRCIO

MINISTÉRIO DO COMÉRCIO MINISTÉRIO DO COMÉRCIO REGULAMENTO INTERNO DAS REPRESENTAÇÕES COMERCIAIS DA REPÚBLICA DE ANGOLA NO ESTRANGEIRO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º (Natureza) As representações são órgãos de execução

Leia mais

Serviços de Apoio Domiciliário

Serviços de Apoio Domiciliário Direcção-Geral da Acção Social Núcleo de Documentação Técnica e Divulgação Catarina de Jesus Bonfim Sofia Mercês Veiga Serviços de Apoio Domiciliário (Condições de implantação, localização, instalação

Leia mais

PRINCÍPIOS E BOAS PRÁTICAS PARA A PROTEÇÃO DAS PESSOAS PRIVADAS DE LIBERDADE NAS AMÉRICAS. Disposição geral

PRINCÍPIOS E BOAS PRÁTICAS PARA A PROTEÇÃO DAS PESSOAS PRIVADAS DE LIBERDADE NAS AMÉRICAS. Disposição geral PRINCÍPIOS E BOAS PRÁTICAS PARA A PROTEÇÃO DAS PESSOAS PRIVADAS DE LIBERDADE NAS AMÉRICAS Disposição geral Para os efeitos deste documento, entende se por privação de liberdade : Qualquer forma de detenção,

Leia mais

ESTADO DO ESPÍRITO SANTO LEI Nº 10.006

ESTADO DO ESPÍRITO SANTO LEI Nº 10.006 ESTADO DO ESPÍRITO SANTO LEI Nº 10.006 Institui o Comitê Estadual para a Prevenção e Erradicação da Tortura no Espírito Santo - CEPET/ES e o Mecanismo Estadual de Prevenção e Erradicação da Tortura no

Leia mais

ASSEMBLÉIA NACIONAL CAPÍTULO I

ASSEMBLÉIA NACIONAL CAPÍTULO I ASSEMBLÉIA NACIONAL Lei n.º 3/94 de 21 de Janeiro O Regime Jurídico dos Estrangeiros na República de Angola é parcialmente regulado pela Lei n.º 4/93, de 26 de Maio e pelo Decreto n.º 13/78, de 1º de Fevereiro.

Leia mais

Padrões Mínimos para o Acolhimento Residencial de Crianças * Secção I Definição e missão de Centro de Acolhimento

Padrões Mínimos para o Acolhimento Residencial de Crianças * Secção I Definição e missão de Centro de Acolhimento Republica da Guine Bissau Padrões Mínimos para o Acolhimento Residencial de Crianças * Secção I Definição e missão de Centro de Acolhimento 1. Centro de Acolhimento é todo tipo de estrutura que alberga

Leia mais

RELATÓRIO DE INSPEÇÃO

RELATÓRIO DE INSPEÇÃO RELATÓRIO DE INSPEÇÃO CENTRO DE RECUPERAÇÃO REGIONAL DE PARAGOMINAS Aos quatro dias do mês de julho de 2013, o Conselho Penitenciário, neste ato composto pelas representantes Dra. Maria Clara Barros de

Leia mais

APFN - ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE FAMÍLIAS NUMEROSAS

APFN - ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE FAMÍLIAS NUMEROSAS Excelentíssimo Senhor Provedor de Justiça A Associação Portuguesa das Famílias Numerosas, com sede Rua 3A à Urbanização da Ameixoeira, Área 3, Lote 1, Loja A, Lisboa, vem, nos termos do artigo 23º, n.º

Leia mais

Exposição ao Amianto Problemática em Saúde Ocupacional

Exposição ao Amianto Problemática em Saúde Ocupacional Exposição ao Amianto Problemática em Saúde Ocupacional João Crisóstomo Pereira Borges Universidade de Coimbra - Faculdade de Medicina ARS de Centro, IP Especialista em Saúde Pública e em Medicina do Trabalho

Leia mais

IRMANDADE SANTA CASA DA MISERICÓRDIA PÓVOA DE SANTO ADRIÃO

IRMANDADE SANTA CASA DA MISERICÓRDIA PÓVOA DE SANTO ADRIÃO IRMANDADE DA SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DA PÓVOA DE SANTO ADRIÃO Regulamento Interno para o Voluntariado REGULAMENTO INTERNO PARA O VOLUNTARIADO Capítulo I Disposições Gerais Artigo 1º Âmbito de Aplicação

Leia mais

Lei n.º 133/99 de 28 de Agosto

Lei n.º 133/99 de 28 de Agosto Mediação Familiar Lei n.º 133/99 de 28 de Agosto Altera a Organização Tutelar de Menores, nomeadamente através da introdução de novos artigos de que destacamos aquele que se refere à mediação Artigo 147.º

Leia mais

Regulamento da Raízes para o voluntariado

Regulamento da Raízes para o voluntariado Regulamento da Raízes para o voluntariado Capítulo I Disposições Gerais Artigo 1º Âmbito de Aplicação O presente Regulamento visa definir as regras de actuação do voluntariado, nas actividades desenvolvidas

Leia mais

REGRAS MÍNIMAS PARA O TRATAMENTO DE PRESOS NO BRASIL

REGRAS MÍNIMAS PARA O TRATAMENTO DE PRESOS NO BRASIL REGRAS MÍNIMAS PARA O TRATAMENTO DE PRESOS NO BRASIL RESOLUÇÃO Nº 14, DE 11 DE NOVEMBRO DE 1994 Publicada no DOU de 2.12.2994 O Presidente do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP),

Leia mais

DECLARAÇÃO DA PRAIA: MEMORANDO DOS JUÍZES DE LÍNGUA PORTUGUESA SOBRE POLÍTICAS DE DROGAS E DIREITOS HUMANOS

DECLARAÇÃO DA PRAIA: MEMORANDO DOS JUÍZES DE LÍNGUA PORTUGUESA SOBRE POLÍTICAS DE DROGAS E DIREITOS HUMANOS DECLARAÇÃO DA PRAIA: MEMORANDO DOS JUÍZES DE LÍNGUA PORTUGUESA SOBRE POLÍTICAS DE DROGAS E DIREITOS HUMANOS Os juízes representantes dos vários países de língua oficial portuguesa e que integram a União

Leia mais

ACORDO SOBRE PRIVILÉGIOS E IMUNIDADES CELEBRADO ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA PORTUGUESA E A ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL PARA AS MIGRAÇÕES.

ACORDO SOBRE PRIVILÉGIOS E IMUNIDADES CELEBRADO ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA PORTUGUESA E A ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL PARA AS MIGRAÇÕES. Resolução da Assembleia da República n.º 30/98 Acordo sobre Privilégios e Imunidades Celebrado entre o Governo da República Portuguesa e a Organização Internacional para as Migrações, assinado em Lisboa

Leia mais

Declaração dos Direitos da Criança (1959)

Declaração dos Direitos da Criança (1959) Declaração dos Direitos da Criança (1959) Preâmbulo Visto que os povos das Nações Unidas, na Carta, reafirmaram a sua fé nos direitos humanos fundamentais, na dignidade e no valor do ser humano, e resolveram

Leia mais

Políticas Publicas de Ressocialização

Políticas Publicas de Ressocialização Primeiro Encontro Mato Grossense de Conselhos da Comunidade Políticas Publicas de Ressocialização ão Rosangela Peixoto Santa Rita 26 de junho de 2008. O Brasil já tem mais de 423 mil presos em seus cárceres;

Leia mais

PROPOSTA DE REGULAMENTO INTERNO

PROPOSTA DE REGULAMENTO INTERNO PROPOSTA DE REGULAMENTO INTERNO VOLUNTARIOS SOCIAIS DO CONCELHO DE ALBERGARIA-A-VELHA - PROGRAMA ALBERGARIA SOLIDÁRIA NOTA JUSTIFICATIVA No âmbito de uma política social que se vem orientando para potenciar

Leia mais

PROPOSTA DE CARREIRA PARA OS TÉCNICOS SUPERIORES DA ÁREA DA SAÚDE EM REGIME DE CIT. Capítulo I Objecto e Âmbito Artigo 1.º Objecto

PROPOSTA DE CARREIRA PARA OS TÉCNICOS SUPERIORES DA ÁREA DA SAÚDE EM REGIME DE CIT. Capítulo I Objecto e Âmbito Artigo 1.º Objecto PROPOSTA DE CARREIRA PARA OS TÉCNICOS SUPERIORES DA ÁREA DA SAÚDE EM REGIME DE CIT Capítulo I Objecto e Âmbito Artigo 1.º Objecto 1 - O presente Decreto-Lei estabelece o regime jurídico da carreira dos

Leia mais

Associação de Proteção e Assistência aos condenados. Criação e Implantação nos Municípios

Associação de Proteção e Assistência aos condenados. Criação e Implantação nos Municípios Associação de Proteção e Assistência aos condenados Criação e Implantação nos Municípios O Método APAC O que é? A APAC é uma entidade civil de Direito Privado, com personalidade jurídica própria, destinada

Leia mais

CARTA EUROPEIA DO DESPORTO INTRODUÇÃO

CARTA EUROPEIA DO DESPORTO INTRODUÇÃO CARTA EUROPEIA DO DESPORTO INTRODUÇÃO A Carta Europeia do Desporto do Conselho da Europa é uma declaração de intenção aceite pelos Ministros europeus responsáveis pelo Desporto. A Carta Europeia do Desporto

Leia mais

NOVA LEI DA IMIGRAÇÃO

NOVA LEI DA IMIGRAÇÃO 19 de Junho de 2007 NOVA LEI DA IMIGRAÇÃO Cláudia do Carmo Santos Advogada OBJECTIVOS Desburocratização de procedimentos Adequação da lei em vigor à realidade social Atracção de mão-de-obra estrangeira

Leia mais

Plano de Acção. Rede Social 2011/2012

Plano de Acção. Rede Social 2011/2012 Plano de Acção - Rede Social Plano de Acção Rede Social Conselho Local da Acção Social de Figueira de Castelo Plano de Acção Rede Social Acções a desenvolver Objectivos Resultados esperados Calendarização

Leia mais

Considerando a inspeção empreendida no dia 19.09.2012 no Centro de Recuperação Feminina;

Considerando a inspeção empreendida no dia 19.09.2012 no Centro de Recuperação Feminina; Considerando que ao Conselho Penitenciário do Estado do Pará compete, de acordo com o Decreto 418/79, inspecionar os estabelecimentos prisionais sediados no Estado do Pará, com objetivo de assegurar condições

Leia mais

Artigo I. Artigo II. Artigo III. A cooperação a que se refere o presente Convénio compreenderá:

Artigo I. Artigo II. Artigo III. A cooperação a que se refere o presente Convénio compreenderá: Decreto n.º 66/97 de 30 de Dezembro Convénio sobre Prevenção do Uso Indevido e Repressão do Tráfico Ilícito de Estupefacientes e de Substâncias Psicotrópicas entre o Governo da República Portuguesa e o

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA. Lei nº /2012, de de. Sobre a execução da prestação de trabalho em favor da comunidade

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA. Lei nº /2012, de de. Sobre a execução da prestação de trabalho em favor da comunidade DIRECÇÃO NACIONAL DE ASSESSORIA JURÍDICA E LEGISLAÇÃO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA Lei nº /2012, de de Sobre a execução da prestação de trabalho em favor da comunidade A presente lei define as regras aplicáveis

Leia mais

ACORDO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DA BULGÁRIA SOBRE CONTRATAÇÃO RECÍPROCA DOS RESPECTIVOS NACIONAIS.

ACORDO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DA BULGÁRIA SOBRE CONTRATAÇÃO RECÍPROCA DOS RESPECTIVOS NACIONAIS. Decreto n.º 23/2003 Aprova o Acordo entre a República Portuguesa e a República da Bulgária sobre Contratação Recíproca dos Respectivos Nacionais, assinado em Sófia em 26 de Setembro de 2002 Considerando

Leia mais

Banco Local de Voluntariado de Gondomar

Banco Local de Voluntariado de Gondomar Regulamento Interno do Banco Local de Voluntariado de Gondomar (Aprovado em reunião de Câmara de 12 de Fevereiro e Assembleia Municipal de 18 de Fevereiro de 2009) Preâmbulo Entende-se por voluntariado

Leia mais

Cidadania Europeia. Debate Ser e Estar na Europa, Pintainho, Janeiro 2009

Cidadania Europeia. Debate Ser e Estar na Europa, Pintainho, Janeiro 2009 Cidadania Europeia Debate Ser e Estar na Europa, Pintainho, Janeiro 2009 O que é a cidadania? Vínculo jurídico entre o indivíduo e o respectivo Estado, traduz-se num conjunto de direitos e deveres O relacionamento

Leia mais

EDITAL N.º 42/2010. ANTÓNIO LOPES BOGALHO, Presidente da Câmara Municipal de Sobral de Monte Agraço:

EDITAL N.º 42/2010. ANTÓNIO LOPES BOGALHO, Presidente da Câmara Municipal de Sobral de Monte Agraço: EDITAL N.º 42/2010 ANTÓNIO LOPES BOGALHO, Presidente da Câmara Municipal de Sobral de Monte Agraço: Faz público, nos termos da alínea v), do n.º 1, do art. 68.º da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, com

Leia mais

DECRETO N.º 418/XII. Cria o Inventário Nacional dos Profissionais de Saúde

DECRETO N.º 418/XII. Cria o Inventário Nacional dos Profissionais de Saúde DECRETO N.º 418/XII Cria o Inventário Nacional dos Profissionais de Saúde A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Artigo 1.º Objeto 1 - A

Leia mais

Introdução. 1 Direcção Geral da Administração Interna, Violência Doméstica 2010 Ocorrências Participadas às

Introdução. 1 Direcção Geral da Administração Interna, Violência Doméstica 2010 Ocorrências Participadas às Câmara Municipal da Departamento de Educação e Desenvolvimento Sociocultural Divisão de Intervenção Social Plano Municipal contra a Violência Rede Integrada de Intervenção para a Violência na Outubro de

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE GUIMARÃES

REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE GUIMARÃES REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE GUIMARÃES (aprovado por deliberação de Câmara de 16 de junho de 2011 em conformidade com as orientações do Conselho Nacional para

Leia mais

Direitos das Vítimas. Convenção do Conselho da Europa relativa à Luta contra o Tráfico de Seres Humanos

Direitos das Vítimas. Convenção do Conselho da Europa relativa à Luta contra o Tráfico de Seres Humanos Direitos das Vítimas Convenção do Conselho da Europa relativa à Luta contra o Tráfico de Seres Humanos O tráfico de seres humanos viola os direitos e destrói as vidas de inúmeras pessoas na Europa e fora

Leia mais

Técnico Auxiliar de Saúde

Técnico Auxiliar de Saúde Técnico Auxiliar de Saúde Trabalho elaborado por: Luís Damas Índice Introdução... 3 Técnico Auxiliar de Saúde... 4 O que faz o Técnico Auxiliar de Saúde?... 4 As atividades principais a desempenhar por

Leia mais

PRINCÍPIOS DO RIO. Princípio 1

PRINCÍPIOS DO RIO. Princípio 1 PRINCÍPIOS DO RIO António Gonçalves Henriques Princípio 1 Os seres humanos são o centro das preocupações para o desenvolvimento sustentável. Eles têm direito a uma vida saudável e produtiva em harmonia

Leia mais

Anexo 1. Programa Municipal de Voluntariado. Introdução

Anexo 1. Programa Municipal de Voluntariado. Introdução Anexo 1 Programa Municipal de Voluntariado Introdução 1. A proposta de desenvolvimento do Programa Municipal de Voluntariado decorre da competência da Divisão de Cidadania e Inovação Social do Departamento

Leia mais

Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança relativo ao Envolvimento de Crianças em Conflitos Armados

Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança relativo ao Envolvimento de Crianças em Conflitos Armados Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança relativo ao Envolvimento de Crianças em Conflitos Armados Os Estados Partes no presente Protocolo, Encorajados pelo apoio esmagador à Convenção

Leia mais

5º Congresso Internacional dos Hospitais Serviço Nacional de Saúde. (Re)Conhecer as Mudanças

5º Congresso Internacional dos Hospitais Serviço Nacional de Saúde. (Re)Conhecer as Mudanças 5º Congresso Internacional dos Hospitais Serviço Nacional de Saúde. (Re)Conhecer as Mudanças Refletir sobre as resposta de saúde e a inclusão da família Relembrar os objetivos das famílias Questionar as

Leia mais

CONFERÊNCIA MUNDIAL SOBRE OS DIREITOS DO HOMEM Viena, 14-25 de Junho de 1993

CONFERÊNCIA MUNDIAL SOBRE OS DIREITOS DO HOMEM Viena, 14-25 de Junho de 1993 CONFERÊNCIA MUNDIAL SOBRE OS DIREITOS DO HOMEM Viena, 14-25 de Junho de 1993 DECLARAÇÃO DE VIENA E PROGRAMA DE ACÇÃO Nota do Secretariado Em anexo encontra-se o texto da Declaração de Viena e do Programa

Leia mais

7. PROTOCOLO RELATIVO AOS PRIVILÉGIOS E IMUNIDADES DA UNIÃO EUROPEIA

7. PROTOCOLO RELATIVO AOS PRIVILÉGIOS E IMUNIDADES DA UNIÃO EUROPEIA 16.12.2004 PT Jornal Oficial da União Europeia C 310/261 7. PROTOCOLO RELATIVO AOS PRIVILÉGIOS E IMUNIDADES DA UNIÃO EUROPEIA AS ALTAS PARTES CONTRATANTES, CONSIDERANDO QUE, ao abrigo do artigo III 434.

Leia mais

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS BR/1998/PI/H/4 REV. DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948 Brasília 1998 Representação

Leia mais

Centro de Dia. Direcção-Geral da Acção Social. Núcleo de Documentação Técnica e Divulgação. Catarina Bonfim Maria Eugénia Saraiva

Centro de Dia. Direcção-Geral da Acção Social. Núcleo de Documentação Técnica e Divulgação. Catarina Bonfim Maria Eugénia Saraiva Direcção-Geral da Acção Social Núcleo de Documentação Técnica e Divulgação Catarina Bonfim Maria Eugénia Saraiva Centro de Dia (Condições de localização, instalação e funcionamento) Lisboa, Dezembro de

Leia mais

PRINCÍPIOS DE PARIS. Princípios relativos ao estatuto das instituições nacionais para a promoção e proteção dos direitos humanos

PRINCÍPIOS DE PARIS. Princípios relativos ao estatuto das instituições nacionais para a promoção e proteção dos direitos humanos PRINCÍPIOS DE PARIS Princípios relativos ao estatuto das instituições nacionais para a promoção e proteção dos direitos humanos Competência e atribuições 1. Uma instituição nacional disporá de competência

Leia mais

Capítulo I Denominação, sede e objecto. Artigo 1º. (Firma e sede) Artigo 2º. (Agências, filiais, delegações e outras formas de representação)

Capítulo I Denominação, sede e objecto. Artigo 1º. (Firma e sede) Artigo 2º. (Agências, filiais, delegações e outras formas de representação) Capítulo I Denominação, sede e objecto Artigo 1º (Firma e sede) 1 - A sociedade adopta a firma de APOR - Agência para a Modernização do Porto, S.A. e tem a sua sede na Rua Justino Teixeira, nº 861, 4300-281

Leia mais

LEGISLAÇÃO CITADA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988

LEGISLAÇÃO CITADA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988 LEGISLAÇÃO CITADA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988 TÍTULO VIII Da Ordem Social CAPÍTULO VII DA FAMÍLIA, DA CRIANÇA, DO ADOLESCENTE E DO IDOSO Art. 227. É dever da família, da sociedade

Leia mais

Lar para Crianças e Jovens

Lar para Crianças e Jovens Direcção-Geral da Acção Social Núcleo de Documentação Técnica e Divulgação Maria Amélia Fernandes Maria Graciete Palma da Silva Lar para Crianças e Jovens (Condições de implantação, localização, instalação

Leia mais

PERGUNTAS RELATIVAS AOS INSTRUMENTOS BE RECONHECIMENTO MÚTUO:

PERGUNTAS RELATIVAS AOS INSTRUMENTOS BE RECONHECIMENTO MÚTUO: Ref. Ares(2012)18603-09/01/2012 PORTUGAL Comissão Europeia - Resposta a Questionário: Reforçar a confiança mútua no espaço judiciário europeu - Livro Verde sobre a aplicação da legislação penal da EU no

Leia mais

Regras das Nações Unidas para a Proteção dos Menores Privados de Liberdade

Regras das Nações Unidas para a Proteção dos Menores Privados de Liberdade Regras das Nações Unidas para a Proteção dos Menores Privados de Liberdade Adotada pela Assembléia Geral das Nações Unidas em 14 de dezembro de 1990. A Assembléia Geral, Tendo em consideração a Declaração

Leia mais

As Propostas da Pastoral Carcerária Nacional em relação ao Eixo 6 Sistema Penitenciário da 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública (I CONSEG).

As Propostas da Pastoral Carcerária Nacional em relação ao Eixo 6 Sistema Penitenciário da 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública (I CONSEG). PASTORAL CARCERÁRIA NACIONAL - CNBB Praça Clovis Bevilácqua, 351, conj.501 Centro - 01018-001 - São Paulo - SP Tel/fax (11) 3313-5735, 3227-8683, 3101-9419 - gzgubic@uol.com.br - www.carceraria.org.br

Leia mais

TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS SECÇÃO ÚNICA Disposições Gerais

TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS SECÇÃO ÚNICA Disposições Gerais REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DO TÍTULO DE ESPECIALISTA NA ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM S. FRANCISCO DAS MISERICÓRDIAS TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS SECÇÃO ÚNICA Disposições Gerais Artigo 1.º (Objecto e âmbito)

Leia mais