MANUAL DE ORIENTAÇÕES TÉCNICAS RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS

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1 PRO-M-ORI - REV: 34 - Fl.: 1/25

2 SUMÁRIO 1. OBJETIVO DADOS CADASTRAIS Dados cadastrais Proamb - ATERRO Dados cadastrais Proamb - BLENDAGEM ORIENTAÇÕES GERAIS RESÍDUOS ATERRO NÃO podem ir para ATERRO Classificação dos Resíduos Incompatibilidade de Resíduos Casos peculiares para envio de Resíduos RESÍDUOS BLENDAGEM NÃO podem ir para BLENDAGEM PODE ser enviado para BLENDAGEM ACONDICIONAMENTO E SEPARAÇÃO AGENDAMENTO E COLETA TRANSPORTE Licença de Operação Manifesto de Transporte Ficha de Emergência Envelope de Emergência Nota Fiscal Simbologia para Transporte de Resíduos Equipamentos de Emergência que Acompanham o Veículo MOTORISTAS Equipamentos de Proteção Individual Necessários para Acesso as Unidades. 20 PRO-M-ORI - REV: 34 - Fl.: 2/25

3 10. TABELA DE - FEPAM MAPA DO ATERRO MAPA DA BLENDAGEM PRO-M-ORI - REV: 34 - Fl.: 3/25

4 QUEM SOMOS: Focada em ações para construir um mundo melhor para as pessoas e pessoas melhores para o mundo, a Fundação Proamb dissemina conhecimentos, busca tecnologias nos principais centros produtores e as aproxima do seu público, oferecendo soluções ambientais seguras e adequadas às necessidades do mercado. Essa estrutura de trabalho vem sendo construída nas mais de duas décadas de atuação, com o objetivo de acompanhar e suprir as demandas do segmento. A entidade opera através de unidades de negócio. Central de resíduos sólidos industriais, Coprocessamento, Engenharia, Capacitação e Feira ambiental. A central de resíduos sólidos industriais, localizada em Pinto Bandeira, opera há mais de 14 anos e recebe resíduos classe I e classe IIA. Certificada na Norma Internacional ISO 14001, tornou-se modelo no Brasil devido ao seu processo operacional e controle ambiental. Com células triplamente impermeabilizadas e cobertas, oferece acima de tudo segurança aos seus clientes. Um projeto inovador e pioneiro no Rio Grande do Sul, a unidade de coprocessamento da Fundação Proamb instalada no município de Nova Santa Rita, produz o blend, a partir de resíduos sólidos industriais. O produto serve como combustível nos fornos de fabricação de cimento. O coprocessamento é uma técnica que disponibiliza uma alternativa nobre ao mercado com o aproveitamento energético dos resíduos e a não geração de passivos ambientais. A Engenharia da Fundação Proamb tem auxiliado as empresas a melhorarem seus processos produtivos, minimizando seus impactos e garantindo uma gestão ambiental mais eficaz. Já a Fundação Proamb Educação tem como objetivo a capacitação para a sustentabilidade através da realização de seminários, workshops, oficinas e cursos. A unidade leva aos participantes conteúdos técnicos e práticos aplicáveis ao dia a dia. A Fundação Proamb é a organizadora da Fiema Brasil, feira que reúne o que há de mais atual em termos de equipamentos, produtos e serviços. Simultaneamente, o evento apresenta uma intensa programação voltada a disseminar o conhecimento. A Fundação adota uma postura alinhada aos aspectos legais e técnicos, prezando sempre pela excelência e a inovação em todos os seus processos. Através de parcerias com instituições e empresas internacionais mantém a atualização técnica constante. É uma empreendedora social convicta de seu papel de fomentadora e motora de desenvolvimento sustentável e ambiental. PRO-M-ORI - REV: 34 - Fl.: 4/25

5 1. OBJETIVO Este manual tem por objetivo orientar e auxiliar, sobre a correta classificação, segregação e acondicionamento dos resíduos sólidos industriais, permitindo assim, que todos os procedimentos sejam adotados, e assegurando que os resíduos sejam enviados ao Aterro e Blendagem de forma segura evitando danos ambientais. 2. DADOS CADASTRAIS 2.1 Dados cadastrais Proamb - ATERRO Razão Social: Fundação Proamb CNPJ: / Inscrição Estadual: Isento Endereço: Linha Brasil S/N Município: Pinto Bandeira- RS CEP: Licença de Operação: 08326/ DL Fone: (54) Dados cadastrais Proamb - BLENDAGEM Razão Social: Fundação Proamb CNPJ: / Inscrição Estadual: Isento Endereço: Getúlio Vargas, nº 7700, Bairro: Morretes CEP: Nova Santa Rita - RS Licença de Operação: 3306/2013- DL Fone/Fax: (51) Dados cadastrais Proamb Área de Transbordo Razão Social: Fundação Proamb CNPJ: / Inscrição Estadual: Isento Endereço: Getúlio Vargas, nº 7700, PRO-M-ORI - REV: 34 - Fl.: 5/25

6 Bairro: Morretes CEP: Nova Santa Rita - RS Licença de Operação: 00105/ DL Fone/Fax: (51) Dados cadastrais Proamb- ESCRITÓRIO Razão Social: Fundação Proamb CNPJ: / Inscrição Estadual: Isento Endereço: Rua São Paulo, n 1068 Bairro: Borgo CEP: Bento Gonçalves RS Fone/Fax: (54) ORIENTAÇÕES GERAIS Os resíduos sólidos devem ser segregados e acondicionados corretamente, evitando: mistura daqueles incompatíveis, contaminação dos que não se enquadram na classificação de perigosos e buscando garantir a reutilização, reciclagem e a segurança no manuseio na fonte/gerador. Os geradores de resíduos permanecem responsáveis pelos mesmos, DESDE A GERAÇÃO ATÉ A DISPOSIÇÃO FINAL (Decreto Estadual Nº /98), sem prejuízo da responsabilidade civil solidária, penal e administrativa de outros sujeitos envolvidos, em especial os transportadores e depositários finais. A Proamb exige o envio de MTR, documento obrigatório para o transporte de resíduos, independente da classificados. Através do site restrito ao cliente, ficam disponibilizadas as seguintes informações: Relatório de envio de resíduos; Manual de Orientações técnicas; Ficha de Emergência; Envelope para transporte; PRO-M-ORI - REV: 34 - Fl.: 6/25

7 Certificado de destinação. 4. RESÍDUOS ATERRO 4.1 NÃO podem ir para ATERRO Resíduos com características de inflamabilidade conforme estabelece a Portaria FEPAM n 016/2010; Resíduos líquidos; Resíduos com umidade superior a 70%; Radioativos; Embalagens de óleo lubrificante e de agrotóxicos; Resíduos de agrotóxico; Resíduos explosivos; Resíduos domésticos; Resíduos hospitalares devem receber pré-tratamento de desinfecção. Resíduos contaminados com PCB s e/ou Ascarel e assemelhados com gás no seu interior. OBS: Os resíduos que apresentarem umidade excessiva ou presença de líquido livre devem receber uma quantidade suficiente de material absorvente, até se tornar pastoso. 4.2 Classificação dos Resíduos Para facilitar a classificação e definição das classes dos resíduos conforme NBR Classificação Definição da NBR 10004/04 Exemplos CLASSE I CLASSE IIA Aqueles que apresentam periculosidade em função das suas propriedades físicas e químicas ou infectocontagiosas podem apresentar riscos à saúde pública ou ao meio ambiente e apresentar características como: corrosividade, reatividade, toxicidade, patogenicidade. Aqueles que não se enquadram na classificação de resíduo Classe I - Perigosos ou de Classe IIB- Inertes. Os resíduos Classe IIA- Não inertes podem ter propriedades, tais como: biodegradabilidade, combustibilidade ou solubilidade em água. Borra e restos de tinta (à base de água), panos e EPI S livres de contaminantes inflamáveis, pilhas, baterias, lodo de ETE, lodo de lavagem, lodo de galvanoplastia, solo contaminado (exceto com inflamáveis), lâmpadas fluorescentes quebradas, aparas de couro, areia de fundição fenólica, etc. Borracha, lodo de fosfatização, material têxtil, varredura não contaminada, pó de vidro, lã de vidro, cinza de caldeira, areia de fundição não-fenólica, escória de fundição, lodo com fibra de papel, etc. PRO-M-ORI - REV: 34 - Fl.: 7/25

8 Caso o gerador não comprove que seu resíduo industrial seja Classe IIA, a Proamb automaticamente o classificará como Classe I. Resíduos caracterizados como Classe II, devem possuir LAUDO DE CLASSIFICAÇÃO, o mesmo deve ser confeccionado por um laboratório ou por um responsável técnico habilitado. 4.3 Incompatibilidade de Resíduos Conforme orientações da NBR : Lamas ácidas e alcalinas, não podem ter contato, pois provocam reações violentas e geração de calor. Recomenda-se a neutralização antes do envio. Misturas de vários pós metálicos, como Alumínio, Cálcio, Lítio, Magnésio, Potássio, Sódio, Zinco, outros metais reativos geram fogo ou explosão, acarretando em hidrogênio gasoso inflamável. Jato de granalha em contato com umidade ou água, provoca reaçãos e geração de calor. Conforme Decreto Federal Nº 4.097, consideram-se incompatíveis produtos que, postos em contato entre si, apresentem alterações das características físicas ou químicas originais de qualquer deles, gerando risco de provocar explosão, desprendimento de chama ou calor, formação de compostos, misturas, vapores ou gases perigosos. 4.4 Casos peculiares para envio de Resíduos Latas de tinta devem estar vazias; Não é permitido o envio de resíduos com temperatura superior a 35 C; Resíduos patológicos, bisturis e agulhas devem ser enviados para empresas responsáveis por coletar resíduos do serviço de saúde. Pilhas e baterias devem ser acondicionadas em bombonas de PEAD com tampa. 5. RESÍDUOS BLENDAGEM 5.1 NÃO podem ir para BLENDAGEM Resíduos domésticos brutos; Resíduos de Estabelecimentos de Serviços de Saúde; Resíduos Radioativos; Resíduo contaminado por Agrotóxicos; PRO-M-ORI - REV: 34 - Fl.: 8/25

9 Resíduos Explosivos; Embalagens de óleo lubrificante e de agrotóxicos; Substâncias Organocloradas (com Cloro); Resíduos contendo embalagens ou peças metálicas; Lâmpadas florescentes; Com presença de liquido livre. 5.2 PODE ser enviado para BLENDAGEM Borras Oleosas; Borras de processos petroquímicos; Borras de fundo de tanques de combustíveis e de produtos inflamáveis; Elementos filtrantes de filtros de combustíveis e lubrificantes; Solventes e borras de solventes; Borras de tintas à base de solventes; Ceras contendo solventes; Panos, estopas, serragem, EPI s, elementos filtrantes e absorventes contaminados com óleos lubrificantes, solventes ou combustíveis (álcool, gasolina, óleo diesel, etc); Demais resíduos que tenham poder calorífico acima de kcal/kg. 6. ACONDICIONAMENTO E SEPARAÇÃO Os resíduos sólidos industriais devem ser acondicionados em recipientes apropriados e revestidos, que garantam sua estanqueidade. O acondicionamento de resíduos perigosos, como forma temporária de tratamento e/ou disposição final, pode ser realizado em contêineres, tambores, tanques e/ou a granel, de forma a suportar os riscos de carregamento, transporte, descarregamento e transbordo. Os resíduos de classe II não devem ser armazenados juntamente com resíduos classe I. O recipiente onde o resíduo estará acondicionado deverá possuir rótulo de segurança, rótulo de risco, nome apropriado para embarque e o nº da ONU. A figura abaixo apresenta o modelo de Rótulo de Risco. PRO-M-ORI - REV: 34 - Fl.: 9/25

10 7. AGENDAMENTO E COLETA Os interessados em enviar seus resíduos para a Proamb devem entrar em contato pelo fone (54) ou (54) , ou também pelos s e Agendamento de carga Data da carga Nome da empresa CNPJ Resíduos destinados Código da FEPAM descrito no MTR Quantidade(ton/m³) Transportadora ( ) TRANSBORDO ( ) ATERRO ( ) BLENDAGEM Encerrada a coleta o responsável da empresa deverá entregar ao motorista: MTR; Ficha de Emergência e Envelope para Transporte (Classe I); Nota Fiscal. O descarregamento no Aterro Proamb deve ser realizado de segunda a sexta das 8hs ás 17hs. O descarregamento na Blendagem da Proamb deve ser realizado de segunda a quinta das 7h30 às 11h30 e 13h às 16h30, na sexta das 7h30 às 11h30 e 13h às 15h30. Caso seja necessário efetuar descarregamento após este horário, a empresa deve ligar para o Escritório da Proamb (54) e pedir autorização aos responsáveis. PRO-M-ORI - REV: 34 - Fl.: 10/25

11 8. TRANSPORTE Para transportar resíduos até o Aterro e Blendagem da Proamb será necessário que as transportadoras e clientes conheçam e adotem as normas e procedimentos, dentre eles: Efetuar o transporte de forma segura, prevenindo sempre os incidentes ambientais, por exemplo: caçamba furada, líquido vazando, resíduo ou óleo vazando. Os resíduos devem ser acondicionados em caçambas, tambores, sacos, fardos, a granel e separados por tipo de resíduos (Classe I, Classe IIA). A Proamb autorizará o início das atividades somente após certificar-se de que a transportadora e/ou motorista fornece toda a documentação necessária. 8.1 Licença de Operação A transportadora deve possuir Licença de Operação do órgão ambiental para a atividade de fontes móveis de poluição, podendo transportar produtos classe 9 (Resolução Nº 420 da Agência Nacional de Transporte Terrestre ANTT) e Resíduos Classe I (NBR e NBR ). 8.2 Manifesto de Transporte Manifesto de Transporte de Resíduos (MTR), deve ser emitido para todos os tipos de resíduos (Portaria Nº 034/2009), independente de classe de risco. Deve ser emitido pelo gerador de resíduos, para controle do transporte dos mesmos. O gerador que produzir quantidades inferiores a 12m 3 ano, poderá utilizar números de MTR s a serem fornecidos pela unidade onde será encaminhado o resíduo gerado. MODELO I DE MTR Carga Fechada: quantidade de resíduo a ser transportado que preenche o volume disponível do veículo. Este deve ser preenchido em três vias, devidamente assinado pelas partes envolvidas. a) ao destino final (primeira via); b) ao transportador (segunda via); c) ao gerador (terceira via). PRO-M-ORI - REV: 34 - Fl.: 11/25

12 MODELO I DE MANIFESTO PARA TRANSPORTE DE RESÍDUOS 1ªCOR/2ªCOR/3ªCOR Via AUTORIZAÇÃO para emissão de talonário de mtr nº XXX/2009-DL Talonário de nº XX a XX, série xx 1. Gerador Dados da empresa geradora de resíduos Manifesto para Transporte de Resíduos N.º Modelo I Conforme Portaria FEPAM nº 034/2009. NOME/Razão SOCIAL (1): CPF/ CNPJ: Endereço: CEP: Município: Nome do Responsável: Fone: 2. Descrição dos Resíduos Classificação dos resíduos conforme tabela de Resíduos da FEPAM Fonte/Origem Caracterização do Resíduo Estado Físico Classe ABNT Código FEPAM Fabrica Resíduo X Sólido I Zzz X Residuo Y Sólido IIA Xxx Y Quantidade Total Unidade Massa/Vo l. 3. Transportador - Dados da Transportadora RAZÃO SOCIAL: CNPJ: Endereço: CEP: Município: Nome do Condutor Fone: *N.º L.O. FEPAM: (2) CPF do Condutor: Marca Veículo: Placas: * somente para transporte de resíduos classe I perigosos enquadrados na Resolução 420-ANTT ou na NBR da ABNT. 4. Unidade de Destinação Dados da Proamb RAZÃO SOCIAL: (3) CNPJ: Endereço: CEP: Município: Estado: RS N.º L.O. : / -DL (4). Motivo não recebimento (se for o caso): Nº Autorização FEPAM (5): / - DL. Nome do Responsável: Gustavo Luiz Fiorese Fone: (54) Código ONU 5. Informações adicionais sobre os resíduos e o seu manuseio em caso de acidentes. Em caso de acidente, isolar a área, estancar o vazamento do recipiente e absorver o material derramado com terra ou areia.¹ As instruções ao motorista, em caso de emergência, encontram-se descritas exclusivamente no envelope para transporte. O motorista deve comunicar a emergência ao destinatário. ¹Caso não seja possível escrever todos os dados esse parágrafo pode ser suprimido. Informações adicionais sobre os resíduos e o seu manuseio em caso de acidentes. Neste campo deve-se informar o Tipo de Acondicionamento do Resíduo conforme tabela da Fepam que se encontra abaixo. Dados cadastrais do gerador - Deve ser preenchido os dados do gerador. No campo responsável deve ser o responsável pelo acompanhamento do carregamento. Descrição dos Resíduos - Informando corretamente os códigos e a descrição dos resíduos conforme tabela da Fepam Dados do transportador - Cabe ressaltar que deve ser conferido o licenciamento ambiental da transportadora em todos os carregamentos. Dados da Unidade de Destinação - Deve ser preenchido com os dados da Proamb das duas Unidades. 8. Responsável pela liberação/transporte/recebimento da carga: a) Gerador: Assinatura: Nome: nome da empresa b) Transportador: Nome: nome da transportadora c) Unidade Receptora: Nome: Proamb Assinatura: Assinatura: Carimbo da Unidade de Destinação Com CNPJ CÓDIGO TIPO DE ACONCIONAMENTO E01 Tambor de 200 Litros E02 A granel E03 Caçamba (container) E04 Tanque E05 Tambores de outros tamanhos e bombonas E06 Fardos E07 Sacos plásticos E08 Cestos E09 Silos E10 Sacos algodão E11 Caixas Data Expedição: Data: Data Recebimento: Preencher com nome, assinatura e data. a) Gerador (Razão social da empresa); b) Transportador quando do carregamento (Razão social da Transportadora); c) Preencher com nome, assinatura da PROAMB quando do descarregamento. PRO-M-ORI - REV: 34 - Fl.: 12/25

13 MODELO II DE MTR Carga Fracionada: são recolhidos resíduos em diversos geradores, destinados à mesma unidade. O modelo II deve ser preenchido em duas vias, devidamente identificadas e assinadas pelas partes envolvidas. 1ªBARNCA/2ªAZUL AUTORIZAÇÃO para emissão de talonário de MTR nº416/2009-dl Talonário de nº xxx a xxx, série AB MODELO II DE MANIFESTO PARA TRANSPORTE DE RESÍDUOS Manifesto para Transporte de Resíduos N.º Modelo II Conforme Portaria FEPAM nº 034/2009. Impressão frente 1. Relação de Geradores conforme listagem no verso, com a descrição dos Resíduos.(1) Identificação dos Geradores Dados da empresa geradora de resíduos uma empresa por campo 1-NOME/Razão Social: cpf/ CNPJ: Endereço: CEP: Município: Nome do Responsável: Fone: 2-NOME/Razão Social: cpf/ CNPJ: Endereço: CEP: Município: Nome do Responsável: Fone: 3-NOME/Razão Social: cpf/ CNPJ: Endereço: CEP: Município Nome do Responsável: Fone: 4-NOME/Razão Social: cpf/ CNPJ: Endereço: CEP: Município: Nome do Responsável: Fone: 5-NOME/Razão Social: cpf/ CNPJ: Endereço: CEP: Município: Nome do Responsável: Fone: 6-NOME/Razão Social: cpf/ CNPJ: Endereço: CEP: Município: Nome do Responsável: Fone: 7-NOME/Razão Social: cpf/ CNPJ: Endereço: CEP: Município: Nome do Responsável: Fone: 8-NOME/Razão Social: cpf/ CNPJ: Endereço: CEP: Município: Nome do Responsável: Fone: 9-NOME/Razão Social: cpf/ CNPJ: Endereço: CEP: Município: Nome do Responsável: Fone: 10-NOME/Razão Social: cpf/ CNPJ: Endereço: CEP: Município: Nome do Responsável: Fone: 2. Transportador Dados da transportadora utilizada RAZÃO SOCIAL: CNPJ: Endereço: CEP: Município: Nome do Condutor Fone: *N.º L.O. FEPAM: (2) CPF do Condutor: Marca Veículo: Placas: * somente para transporte de resíduos classe I perigosos enquadrados na Resolução 420-ANTT ou na NBR da ABNT. Carimbo da Unidade de Destinação Com CNPJ Dados cadastrais de cada gerador - Deve ser preenchido os dados do gerador. No campo responsável deve ser o responsável pelo acompanhamento do carregamento. Dados do transportador; - Cabe ressaltar que deve ser conferido o licenciamento ambiental transportadora todos carregamentos. da em os PRO-M-ORI - REV: 34 - Fl.: 13/25

14 3. Unidade de Destinação - Impressão verso RAZÃO SOCIAL: (3) CNPJ: Endereço: CEP: Município: Estado: RS N.º L.O. : / -DL (4). Motivo não recebimento (se for o caso): Nº Autorização FEPAM (5): / - DL. Dados da Unidade de Destinação - Deve ser preenchido com os dados da Proamb das duas Unidades. Nome do Responsável: Gustavo Luiz Fiorese Fone: (54) Informações adicionais sobre os resíduos e o seu manuseio em caso de acidentes. Em caso de acidente, isolar a área, estancar o vazamento do recipiente e absorver o material derramado com terra ou areia.¹ As instruções ao motorista, em caso de emergência, encontram-se descritas exclusivamente no envelope para transporte. O motorista deve comunicar a emergência ao destinatário. ¹Caso não seja possível escrever todos os dados esse parágrafo pode ser suprimido. Informar a forma de acondicionamento do resíduo classificar conforme tabela Tipo de acondicionamento 5. Responsável pela transporte/recebimento da carga: a) Transportador: Nome: nome da Transportadora b) Unidade de Destinação: Nome: Proamb Assinatura: Assinatura: Descrição dos Resíduos Descrever os resíduos/tipo/classificação e quantidades transportadas Nº Gerador listado no verso Caracterização do Resíduo Estado Físico Classe ABNT Código FEPAM * Identificação da empresa conforme numeração anterior Quantidade Total Data: Data Recebimento: Unidade Massa/V ol. Código ONU Xxx Solido I C000 X m³ 3077 Yyy IIA B000 Y m³ Classificação conforme tabela Tipo de Resíduo da fepam * * Responsável pelo transporte/recebiment o da carga Descrição dos Resíduos - Preenchimento com informações da caracterização, classificação e identificação dos resíduos que devem ser transportados. Deve ser informado corretamente os códigos e a descrição dos resíduos conforme tabela da Fepam Tipos de Resíduos Sólidos Industrias. 8.3 Ficha de Emergência Documento que contém os principais riscos do produto e as providências a serem tomadas em caso de acidente (NBR 7.503). Somente deve ser utilizado quando transportado resíduos CLASSE I. A Ficha de Emergência deve ser impressa em papel branco. Toda impressão deve ser na cor preta, com exceção da tarja, que deve ser na cor vermelha (NBR 7203). O modelo da Ficha de Emergência: PRO-M-ORI - REV: 34 - Fl.: 14/25

15 8.4 Envelope de Emergência É o documento que contém as instruções, recomendações em caso de acidente e indica os números de telefones para caso de emergência, e é estabelecido conforme a norma NBR Modelo de Envelope: Expedidor: Endereço: Bairro: TELEFONES DE EMERGÊNCIA: - Fundação Proamb: (54) FEPAM: (51) Corpo de Bombeiros: Defesa Civil: Polícia Rodoviária Federal: 191 Telefone: CEP- CIDADE -RS PRO-M-ORI - REV: 34 - Fl.: 15/25

16 OUTRAS PROVIDÊNCIAS: - Usar Equipamento de Proteção Individual (EPI): calça comprida, camisa/camiseta de manga curta/cumprida, calçado fechado, capacete, luva e óculos de segurança; - Isolar a área, afastando os curiosos; - Sinalizar o local do acidente; - Eliminar ou manter afastadas todas as fontes de ignição; - Entregar a(s) ficha(s) de emergência aos socorros, assim que chegarem; - Avisar imediatamente ao transportador, ao expedidor do produto, ao corpo de bombeiros e à polícia; - Avisar imediatamente ao(s) órgão(s) ou entidade(s) de trânsito. 8.5 Nota Fiscal Ao enviar resíduos, a empresa geradora deverá emitir e encaminhar juntamente com a carga uma nota fiscal de Simples Remessa. A Lei 420/04 estabelece que documento fiscal para transporte de produtos perigosos é qualquer documento (declaração de carga, nota fiscal, conhecimento de transporte, manifesto de carga) que contenham as informações exigidas: nome apropriado para embarque, a classe do produto, o número da ONU, a quantidade total do produto e declaração que o produto está adequadamente acondicionado. PRO-M-ORI - REV: 34 - Fl.: 16/25

17 NOTA FISCAL PARA RESÍDUOS CLASSE IIA. (Nome técnico com letra minúscula, conforme códigos da 1. Não incidência de ICMS por se tratar de resíduo industrial sem valor comercial efeitos apenas para depósito/aterro. 2. IPI não tributado. 4. MTR: n XXX (preencher com o número do MTR da carga). 5. Declaramos que o resíduo está adequadamente acondicionado para suportar os riscos normais das etapas necessárias a uma operação de transporte, conforme regulamentação em vigor. Informamos ainda que o acondicionamento do resíduo está adequado para todas as etapas de operação de transporte, que podem ser, conforme o caso, de carregamento, descarregamento, transbordo e transporte conforme legislação em vigor. OBS: A declaração (item 5) dever ser rubricada e datada pelo responsável da empresa. PRO-M-ORI - REV: 34 - Fl.: 17/25

18 NOTA FISCAL PARA RESÍDUOS CLASSE I SUBSTÂNCIA QUE APRESENTA RISCO PARA O MEIO AMBIENTE, SÓLIDA, N.E. (nome técnico com letra minúscula, conforme códigos da FEPAM), 9, UN 3077, III 1. Não incidência de ICMS por se tratar de resíduo industrial sem valor comercial efeitos apenas para depósito/aterro. 2. IPI não tributado. 3. Número de risco: MTR: n XXX (preencher com o número do MTR da carga). 5. Declaramos que o resíduo está adequadamente acondicionado para suportar os riscos normais das etapas necessárias a uma operação de transporte, conforme regulamentação em vigor. Informamos ainda que o acondicionamento do resíduo está adequado para todas as etapas de operação de transporte, que podem ser, conforme o caso, de carregamento, descarregamento, transbordo e transporte conforme legislação em vigor. da empresa. OBS: A declaração (item 5) dever ser rubricada e datada pelo responsável PRO-M-ORI - REV: 34 - Fl.: 18/25

19 8.6 Simbologia para Transporte de Resíduos Estabelecido pela NBR 7500 que exige a simbologia e o seu dimensionamento para produtos perigosos, aplicada as unidades de transporte, a fim de indicar os riscos e os cuidados a serem tomados no transporte terrestre, manuseio, movimentação e armazenamento. Resíduos classe I, encaminhados ao Aterro da Proamb devem utilizar a seguinte simbologia nos caminhões: Painel de Segurança Ex.: substâncias perigosas diversas Número de Risco Número da ONU Classe 9: Substâncias Perigosas Diversas (Sublinhado no canto inferior) Número de risco: 90 (Produtos Perigosos Diversos) Número da ONU: 3077 (SUBSTÂNCIAS QUE APRESENTAM RISCOS PARA O MEIO AMBIENTE, SÓLIDAS N.E). 8.7 Equipamentos de Emergência que Acompanham o Veículo Os equipamentos de emergência tem por objetivo, instruir quem estará envolvido na operação de transporte quanto à correta utilização dos equipamentos em situações de emergência. 2 Calços - dimensões mínimas de comprimento 200 mm, largura 150 mm e altura 150 mm; Jogo de ferramentas - CONTENDO NO MÍNIMO Alicate universal, chave de fenda ou Philips (conforme a necessidade), Chave apropriada para a desconexão do cabo da bateria; Fita (largura mínima de 70 mm) e Dispositivos para sustentação da fita; Dispositivos para sinalização Tipo de veículo Tamanho Quantidade de da fita (m) tripés, cones de PRO-M-ORI - REV: 34 - Fl.: 19/25

20 cavaletes) Caminhão, caminhão-trator com semi-reboque (articulado), caminhão com reboque. Bitrem, bitrenzão, rodotrem ou tritem Demais unidades de transporte, incluindo 50 4 utilitários Placa de advertência Perigo, Afaste-se (340 mm x 470 mm); 4 Cones que atendam a NBR 15071; 1 Lanterna; Extintores de incêndio para a carga; Pá de material anti-faiscante; Lona totalmente impermeável (3m x 4m) 9. MOTORISTAS Deve ter frequentado o curso de Transporte de Produtos Perigosos, conforme Resolução 91/99 do CONTRAN. No carregamento o motorista deve verificar os seguintes itens: Se a carga encontra-se em condições de carregamento e recebimento; Correto preenchimento do MTR de acordo com as condições de carga; Ficha de emergência e envelope para o transporte de resíduos Classe I; Nota fiscal assinada pela empresa, contendo os DADOS ADICIONAIS; Colocar lona sobre a carga em todos os carregamentos de caçamba sem tampa e sobre as caçambas com tampa em dia de chuva. Caso um dos itens apresente algum problema, o motorista deve entrar em contato com o Escritório da Proamb pelo telefone (54) ou (54) Equipamentos de Proteção Individual Necessários para Acesso as Unidades a) Óculos; b) Máscara; c) Camiseta e jaleco; d) Calça; e) Sapato de Segurança. PRO-M-ORI - REV: 34 - Fl.: 20/25

21 10. TABELA DE - FEPAM A tabela abaixo apresenta os tipos de resíduos industriais listados pela Fepam. Tipo de Resíduo A0010 A0020 A0030 A0040 A0041 A0050 A0051 A0060 A0070 A0071 A0080 A0081 A0082 A0083 A0084 A0090 A0091 A0092 A0093 A0100 A0110 A0111 A0121 A0130 A0160 A0170 A0171 A0172 A0180 A0190 A0210 A0230 A0990 A0991 A0992 A0993 A0994 A0995 Tipos de Resíduos Sólidos Industriais Descrição RESIDUO DE RESTAURANTE (RESTOS DE ALIMENTOS) RESIDUO GERADO FORA PROCESSO INDUSTRIAL (EMBALAGENS, ESCRI) RESIDUO DE VARRICAO NAO PERIGOSO SUCATA DE METAIS FERROSOS EMBALAGENS METALICAS (LATAS VAZIAS NAO CONTAMINADAS) SUCATA DE METAIS NAO FERROSOS (LATAO, ETC) RESIDUO METALICO (TAMBORES) RESIDUO DE PAPEL, PAPELAO RESIDUO PLASTICO (BOMBONAS) RESIDUO PLASTICO (FILMES E PEQUENAS EMBALAGENS) RESIDUO DE BORRACHA RESIDUO DE EVA RESIDUO DE PU RESIDUO DE ESPUMAS RESIDUO DE FIBRA DE VIDRO RESIDUO DE MADEIRA (RESTOS DE EMBALAGENS, PALLETS, ETC) RESÍDUO FLORESTAL DE PINUS RESÍDUO FLORESTAL DE EUCALIPTO RESÍDUO FLORESTAL DE ACÁCIA RESIDUO DE MATERIAIS TEXTEIS (TECIDOS, PANOS NAO CONTAMINADO) RESIDUO DE MINERAIS NAO METALICOS CINZAS DE CALDEIRA ESCORIA DE FUNDICAO (EXCETO DE ACO CARBONO) ESCORIA DE ACO CARBONO AREIA DE FUNDICAO (NAO FENOLICA) RESIDUO DE REFRATARIOS E MATERIAIS NAO CERAMICOS RESIDUO DE VIDRO RESIDUO DE MATERIAIS CERAMICOS RESIDUO SOLIDO COMPOSTO DE METAIS NAO TOXICOS RESIDUO SOLIDO DE ETE COM MATERIAL BIOLOGICO NAO TOXICO RESIDUO SOLIDO DE ETE COM SUBSTANCIAS NAO TOXICAS RESIDUO PASTOSO COM CALCAREO OUTROS RESIDUOS NAO PERIGOSOS APARAS SALGADAS APARAS DE PELES CALEADAS APARAS E RETALHOS DE COURO ATANADO CARNACA RESIDUO ORGANICO DE PROCESSO PRO-M-ORI - REV: 34 - Fl.: 21/25

22 A0996 A0997 A0998 A0999 A1000 A1001 A1002 A1003 D0010 D0020 D0030 D0040 D0050 D0090 D0091 D0092 D0096 F0006 F0030 F0031 F0032 F0033 F0034 F0042 F0043 F0044 F0050 F0100 K0051 K0061 K0062 K0063 K0070 K0071 K0072 K0081 K0089 K0106 K0207 K0210 K0211 K0212 K0780 K0781 N000 SAL USADO SERRAGEM, FARELO E PO DE COURO ATANADO LODO DE CALEIRO RESIDUO VEGETAL (ENGACO, BAGACO, MOSTO, CASCA, ETC) PENAS ESTRUME CASCA DE ARROZ RESÍDUO DE CARVÃO VEGETAL RESIDUO INFLAMAVEL (RESINAS, ETC) RESIDUO CORROSIVO RESIDUO REATIVO (EXPLOSIVOS, ETC) RESIDUO DE SERVICO DE SAUDE (MATERIAL INFECTADO, AGULHA, ETC LODO PERIGOSO DE ETE LODO DE ETE COM CROMO APARAS E RETALHOS DE COURO COM CROMO SERRAGEM, FARELO E PO DE COURO COM CROMO RESIDUO PERIGOSO DE VARRICAO LODO DE ETE DE GALVANOPLASTIA OLEO LUBRIFICANTE USADO (CONTAMINADO) MATERIAL CONTAMINADO COM OLEO OLEO DE CORTE E USINAGEM OLEO USADO CONTAMINADO EM ISOLACAO OU REFRIGERACAO RESIDUOS OLEOSOS DE SISTEMA SEPARADOR DE AGUA E OLEO RESIDUO TEXTIL CONTAMINADO (PANOS, ESTOPAS, ETC) BORRA DE RETIFICA SOLVENTES CONTAMINADOS OUTROS RESIDUOS PERIGOSOS DE PROCESSO EQUIPAMENTOS CONTENDO BIFENILAS POLICLORADAS (PCB) BORRA OLEOSA LODO E MATERIAL PARTICULADO DO CONTROLE DE GASES BORRA COM METAIS PESADOS ESCORIA DE ACO INOX POS METALICOS RESIDUO CONTAMINADO COM MERCURIO (LODO) ACUMULADORES DE ENERGIA (BATERIAS, PILHAS E ASSEMELHADOS) LODO DE ETE DE PRODUCAO DE TINTAS RESIDUO DE CATALISADORES LAMPADAS FLUORESCENTES (VAPOR DE MERCURIO OU SODIO) BORRA DO RE-REFINO DE OLEOS USADOS (BORRA ACIDA) RESIDUO ORIUNDO DE LABORATORIOS INDUSTRIAIS (PROD QUIMICOS) RESIDUO DE AGROTOXICOS (VENCIDOS) EMBALAGENS VAZIAS CONTAMINADAS RESIDUO DE TINTAS E PIGMENTOS RESIDUO E LODO DE TINTA (CABINE DE PINTURA) NAO INFORMADO PRO-M-ORI - REV: 34 - Fl.: 22/25

23 O313 W0010 W0020 W0030 X001 X002 X003 X004 X0048 X0049 X005 X006 X007 X008 X009 X010 X0100 X011 X012 X013 X014 X015 X016 X017 X018 X019 X020 X021 X022 X023 X024 X025 X026 X027 X028 X029 X030 X031 X032 X033 X034 X035 X036 X037 RESIDUOS DE PENEIRAMENTO E GRADEAMENTO COM CROMO RESIDUO DE PEDRAS SEM TINGIMENTO RESIDUO DE TIJOLOS RESIDUO E PO DE CALCAREO RESIDUO DE ZINCO DA TREFILA RESIDUO DE FILTRO PO DE LONA DE FREIO, LONA DE FREIO QUEBRADA LODO DE TANQUE DE REFRIGERACAO (CONTAMINADO COM OLEO PARTICULAS DE METAIS) RESIDUO DE CONTRAFORTE E PALMILHAS RESIDUO DE GESSO LIXAS CLASSE II SAIS DE TRATAMENTO TERMICO ALIMENTOS VENCIDOS CLORETO DE ALUMINIO GERADO COMO SUBPRODUTO HIDROXIDO DE ALUMINIO GERADO COMO SUBPRODUTO HIDROXIDO DE SODIO GERADO COMO SUBPRODUTO EFLUENTE LIQUIDO INDUSTRIAL RESIDUO DE CAULIN REAGENTES VENCIDOS HIDROXIDO DE CALCIO GERADO COMO SUBPRODUTO EQUIPAMENTOS DE PROTECAO INDIVIDUAL - EPI CARTUCHO DE IMPRESSORA ISOPOR OXIDO DE ZINCO DISCOS DE CORTE TERRA DIATOMACEA RESIDUO DE PAPEL E PAPELAO CONTAMINADOS AREIA DE FUNDICAO CLASSE I SOLO CONTAMINADO COM PRODUTOS QUIMICOS SOLO CONTAMINADO COM HIDROCARBONETOS FULIGEM DE FORNOS - CLASSE I RESIDUO DE PLASTICO CONTAMINADO EQUIPAMENTOS DE PROTECAO INDIVIDUAL (EPI) CONTAMINADOS BORRA DE OLEOS VEGETAIS OLEO USADO NO REFEITORIO LIXAS CLASSE I (COM RESINA FENOLICA NA COMPOSICAO) RESIDUO DA SULFATACAO DE OLEO VEGETAL (SORO) AREIA DAS RAMPAS DE LAVAGEM DE POSTOS DE SERVICO PAPEL HIGIENICO MEDICAMENTOS VENCIDOS RESIDUO DE SERVICO DE SAUDE AUTOCLAVADO RESIDUO DE AMIANTO APARAS DE COURO SINTETICO MONITOR DE VIDEO PRO-M-ORI - REV: 34 - Fl.: 23/25

24 X038 X039 X040 X041 X042 X043 X044 X045 X046 X047 RESIDUOS ELETRONICOS RESIDUO DE LA DE VIDRO RESIDUO DO PATIO DE SUCATA - GERDAU RESIDUO DE SOLO NAO CONTAMINADO LODO DE FOSSA SEPTICA E FILTRO ANAEROBIO BOMBONAS CONTAMINADAS ESCORIA DE FERRO - CLASSE I RESIDUO DE CHUMBO MATERIAL CONTAMINADO COM CHUMBO EFLUENTE COM METAIS 11. MAPA DO ATERRO PRO-M-ORI - REV: 34 - Fl.: 24/25

25 12. MAPA DA BLENDAGEM ELABORAÇÃO Consultores Técnicos APROVAÇÃO Coordenadora técnica da unidade de resíduos Data: 01/11/16 Revisão: 34 Alteração: Atualização das informações do item Quem Somos e 8.2. PRO-M-ORI - REV: 34 - Fl.: 25/25

Unidade de Medida A0010

Unidade de Medida A0010 Código de Identificação de Resíduos Tipo de Resíduo Descrição Unidade de Medida A0010 RESIDUO DE RESTAURANTE (RESTOS mġ DE ALIMENTOS) A0020 RESIDUO GERADO FORA PROCESSO mġ INDUSTRIAL (EMBALAGENS, ESCRI)

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