REPÚBLICA DE ANGOLA GOVERNO PROVINCIAL DO NAMIBE. Plano de Desenvolvimento Económico e Social da Província do Namibe para o Período

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1 REPÚBLICA DE ANGOLA GOVERNO PROVINCIAL DO NAMIBE Plano de Desenvolvimento Económico e Social da Província do Namibe para o Período Namibe, Fevereiro de 203

2 Índice. NOTA INTRODUTÓRIA CARACTERIZAÇÃO DA PROVÍNCIA ANÁLISE SECTORIAL DOMÍNIO ECONÓMICO Agricultura, Silvicultura e Pecuária Pescas Indústria, Geologia e Minas Comércio, Hotelaria e Turismo Ambiente DOMÍNIO DAS INFRA-ESTRUTURAS Energia, Águas e Saneamento Construção da Rede Rodoviária Urbanismo Habitação e Obras Públicas Telecomunicações e Tecnologias de Informação Transportes Apoio ao Desenvolvimento Rural DOMÍNIO SOCIAL Família e Promoção da Mulher Educação Ensino Superior Saúde Assistência e Reinserção Social Cultura Juventude e Desportos Antigos Combatentes e Veteranos da Pátrea Comunicação Social DOMÍNIO INSTITUCIONAL Administração Pública, Trabalho e Segurança Social Justiça Ordenamento e Gestão do Território Defesa e Segurança... 73

3 4. Análise SWOT da Província Matriz de Pertinência Estratégia de Desenvolvimento Provincial e Inserção na Estratégia Nacional Tendências de Crescimento Perspectivas de crescimento Modelos de Desenvolvimento Projecto de desenvolvimento: Angola O posicionamento do Namibe no contexto de desenvolvimento nacional e regional Objectivos de Desenvolvimento da Província no Horizonte Objectivos estruturantes e de integração Objectivos de qualificação e sustentabilidade Estratégias a Adoptar Eixo estratégico ambiente de atractividade Eixo estratégico ordenamento e coesão territorial Eixo estratégico: diversificação económica Eixo estratégico valorização dos recursos humanos Eixo estratégico qualidade de vida Eixo estratégico quadro institucional Meios disponíveis e disponibilizáveis para atingir os objectivos Análise ao PIP Resumo dos Investimentos ANEXOS

4 . NOTA INTRODUTÓRIA Em cumprimento do Despacho n.º 685/GPN/202, homologado por Sua Excelência Senhor Governador Provincial Eng.º Agrónomo Isaac Francisco Maria dos Anjos, serve o presente para apresentar o Plano de Desenvolvimento Económico e Social da Província do Namibe para o período O documento foi elaborado acordo com a metodologia definida no Roteiro de Elaboração do Programa Provincial de Médio Prazo e com base no Plano Nacional de Desenvolvimento , ambos do Ministério do Planeamento e do Desenvolvimento Territorial da República de Angola e encontra-se estruturado da seguinte forma: a) Caracterização macro da Província do Namibe b) Análise Sectorial extensiva Tendo em conta o modo como o trabalho foi desenvolvido, através da criação de Comissões de Trabalho, julga-se que uma análise por sectores é a melhor forma eleita para apresentar o Plano de Desenvolvimento de Médio Prazo. Esta análise compõe-se de: Diagnóstico, em que são apresentados os Indicadores de Crescimento, do Investimento, do Emprego (período ) e as principais dificuldades sentidas por cada sector; Projecções dos indicadores para o quinquénio (suporte de monitorização do plano); Definição de Objectivos, Metas a Atingir e Medidas de Política Fundamentais, que resume em suma, a estratégia de crescimento do sector para o quinquénio (instrumento de avaliação da implementação do plano); Investimentos, em que se indicam os projectos a desenvolver, devidamente valorados e com a sua distribuição no quinquénio, que reflectem os programas de acção de cada sector. c) Estratégia de Desenvolvimento Provincial Explica qual o nível de desenvolvimento que a Província pretende alcançar no final do plano e qual o seu caminho. d) Análise ao PIP 303/207 3

5 Apresenta-se uma síntese dos investimentos propostos e demonstra-se a sua afectação a cada sector, distribuição temporal e distribuição territorial na Província. e) Anexos Indicam-se os impactos esperados da execução de cada projecto. O plano contempla um total de 788 projectos e um valor global previsto de investimento no quinquénio de AKZ ,69. Desse valor, AKZ ,69 são de Responsabilidade Local e AKZ ,00 de Responsabilidade Central. DESÍGNIO DA PROVÍNCIA: DESENVOLVAMOS AS INFRA- ESTRUTURAS FUNDAMENTAIS PARA RELANÇAMENTO DA ECONOMIA DA PROVÍNCIA. 4

6 2. CARACTERIZAÇÃO DA PROVÍNCIA A Província do Namibe localiza-se na Zona Sul da República de Angola, fazendo fronteira com as Províncias de Benguela, da Huíla e do Kunene e com a Namíbia. Tem uma área total de Km 2 e uma faixa litoral com uma extensão de cerca de 420 km. Administrativamente a Província possui: 5 Municípios Namibe Camucuio Bibala Virei Tômbwa 4 Comunas Forte de Santa Rita Bentiaba Lucira Camucuio Mamué Chingo Caitou Lola Bibala Capamgombe Virei Cainde Tômbwa (Iona) Baía dos Tigres A administração do território é assegurada pelos órgãos de Administração Local do Estado ao nível provincial, municipal e comunal. A Província detém como principais agentes de desenvolvimentoo local o sector privado, o Fundo de Apoio Social (FAS), o sector empresarial do 5

7 Estado, as Organizações Não Governamentais (ONG), as Associações, as Cooperativas, as Autoridades Tradicionais e os órgãos locais do Estado. O clima da Província é caracterizado como árido ao longo de uma larga faixa ocidental e semiárido na parte restante, exceptuando uma estreita faixa no NE da província com clima subhúmido seco. A temperatura do ar é influenciada pela corrente de Benguela e pelo relevo. Observa-se que na zona costeira a temperatura aumenta de sul para norte. Para o interior a temperatura média do ar aumenta, atingindo os 23,7 C (Bibala). Na zona montanhosa, a influência do relevo faz-se sentir, verificando uma diminuição significativa da temperatura. A humidade relativa diminui do litoral para o interior, sendo da ordem dos 75 a 80 % junto à costa e de 55 a 60 % no planalto. Na zona costeira os valores mais altos ocorrem de Junho a Agosto, sendo da ordem dos 85 %. No interior os valores mais elevados, cerca de 70 %, verificamse no mês de Março. Os valores mínimos da humidade relativa do ar ocorrem em Novembro Dezembro no litoral (72 a 77 %) e entre Maio e Agosto no interior (30 a 40 %). No que concerne aos ventos, caracterizam-se na Província por serem bastante regulares quer em direcção quer em intensidade, ao longo de todo o ano. A insolação anual aumenta do litoral, com um valor médio anual da ordem das horas (Estação Moçâmedes), para o interior onde o valor médio da insolação anual chega a ser superior a horas (Estação Lubango) A precipitação no Litoral é extremamente reduzida, verificando-se diversos anos onde a precipitação anual é mesmo nula (Namibe, Tômbwa, e Baía dos Tigres). A precipitação aumenta para o interior (o valor médio da precipitação em Caraculo é de 70 mm) à medida que o efeito da corrente fria se vai atenuando. Nas escarpas e no planalto superior a precipitação anual é da ordem dos mm. Relativamente aos escoamentos superficiais, as potencialidades dos rios Curoca, Bero e Bentiaba são muito semelhantes, com valores médios anuais à volta 40 milhões de m3. As do rio Giraúl, cerca de 20 milhões de m3, são bastante inferiores. Os rios Camajamba e Inamangando apresentam apenas um escoamento potencial de 0 milhões de m3. O escoamento superficial nas restantes bacias hidrográficas é praticamente nulo. A fauna terrestre apresenta características únicas ao nível das suas componentes específicas no panorama nacional, fruto das particularidades biogeográficas da região. Pese embora a riqueza potencial de espécies da fauna terrestre do Namibe, nomeadamente de Mega mamíferos, a delapidação que esta sofreu ao longo das últimas décadas levou a que muitas das espécies emblemáticas da Província se encontram hoje seriamente ameaçadas ou mesmo extintas (rinoceronte-preto, mabeco, hipopótamo, leão, chita, ). 6

8 A população da Província é estimada em habitantes encontrando-se distribuída pelos respectivos municípios da seguinte forma: Distribuição da População em 2006 MUNICÍPIO SUPERFÍCIE (Km²) HABITANTES CRIANÇAS <5 ANOS MULHERES EM IDADE FÉRTIL DENS. POP. (hab./ Km²) CONC. POP. (%) Namibe ,0 Tômbwa ,69 Bibala ,65 Virei ,80 Camucuio ,76 PROVÍNCIA O grupo étnico mais característico da Província corresponde aos Hereros (Ovakuvale ou Cuvales, Ovahimba ou Himbas, Ovakwanyoka ou Cuanhocas, e Ovanguendelengo ou Guendelengos) embora se verifique a existência de Nyanyeka-Humbe, Ambos, Nganguelas, Ovakwissi e Ovakwepe.O período pacífico que se verificava na Província durante o desenrolar dos conflitos armados no restante país conduziu a que esta se tornasse o destino de muitos angolanos vindos do centro do país e das Províncias vizinhas, nomeadamente o grupo Ovibundo. Presentemente este corresponde ao grupo étnico maioritário. 7

9 3. ANÁLISE SECTORIAL 3. DOMÍNIO ECONÓMICO 3.. Agricultura, Silvicultura e Pecuária Domínioo Agrícola Ocorrem na Província dois sistemas agrícolas distintos: Regadio aluvionar (mais intensivo em trabalho e capital) Solos muito férteis e o clima altamentee favorável para horticultura e fruticultura fornecendo produções de nível elevado. Só na orla litoral essas áreas totalizam (exceptuando o Curoca) cerca de hectares cujo aproveitamento se considera interessante. Pode ser praticada nos vales do Inamangando, Bentiaba, Bero, Giraúl e Curoca. Regime extensivo de sequeiro (mais intensivo no uso do factor terra) A limitação relacionada com a reduzida queda pluviométricas torna-se inviável na faixa de clima árido. Mais no interior, de características semiáridas, com uma Estacão de chuvas mais ou menos definida, se bem que seja ainda de atender à irregularidade e escassez das precipitações, a exploração de sequeiro torna-se praticável na base de culturas resistentes à seca, destacando-se certas anuais, como a massambala (Sorghum) e massango (Pennisetum) e algumas perenes, como o sisal. Este tipo de Agricultura é feita nos Municípios de Bibala e Camucuio. Domínioo Pecuário A região do Namibe é das zonas do país com maiores potencialidades para a produção Pecuária já que possui as melhores condições naturais na zona semiárida dos 700 a 200 m de altitude, zona de pastos de apreciável valor nutritivo que conservam boas condições de palatibilidade durante todo ano. Face as características favoráveis da província que determina a existência de um efectivo considerável de bovinos (superior a 500 mil cabeças) e caprinos e (superior a cabeças) em posse do sector tradicional e que tem encontrado comoo principais obstáculos ao seu 8

10 desenvolvimento, a escassez e dispersão de pontos de abeberamento de água, a degradação progressiva das pastagens naturais devido as sobrecargas por unidade de superfície e a ineficácia do sistema de mercado que induziu um grande desequilíbrio na composição das manadas. Actualmente, a quase totalidade da bovinicultura na região encontra-se na posse dos povos Mucubais, pelo que o pastoreio transumante constitui uma linha dorsal da valorização que deverá ser cuidadosamente analisada. A pecuária é assim, com a pesca, uma das grandes fontes de rendimento da região, e a ela deverá prestar a maior atenção. A EVOLUÇÃO RECENTE E DIFICULDADES DIAGNÓSTICO Indicadores de Crescimento do Sector Famílias envolvidas no processo produtivo Produção agrícola (toneladas) Número de associações agrícolas Número de cooperativas agrícolas Extensão de solo cultivado (ha) -Preparação de terras , , ,3 Área cultivada , Nº de concessões Agrícolas Efectivo bovino Efectivo suíno Efectivo caprino Efectivo ovino Efectivo de aves Número de animais abatidos Vacinação bovina (un) Vacinação anti-rábica (un) Produção de árvores Plantação de árvores Enxadas europeias (Un) Enxadas tradicionais (Un) Machados (Un) Limas (Un) Catanas (Un) Ancinhos (un) Picaretas (Un) Pás (un) Charruas (Un)

11 Indicadores de Crescimento do Sector Chassis/Charruas Semeadores T.animal (Un) Semeadores Manual (Un) Semeador/Adubadores (un) Adubos Simples e Compostos (Ton) ,4 Fomento de Animais para Tracção (Un) Sementes diversas (Ton) 420, ,34 Motobombas (Un) Moinhos (Un) Motorizadas (Un) Tractores com Respectivas Alfaias (Un) Atomizadores Indicadores de Investimento Investimento público no sector [AKZ] Investimento privado no sector [AKZ] Número de Projectos Previstos Número de Projectos Executados Indicadores de Emprego Número de pessoas empregadas no sector (Público) Número de pessoas empregadas no sector (Privado) DIFICULDADES Agricultura camponesa de subsistência Acesso aos factores de produção Acesso ao uso da terra através da concessão de títulos de exploração Rede rodoviária, ferroviária e eléctrica deficitária Insuficiência na formação e capacitação formação dos técnicos Número insuficiente de infra-estrutura de água orientadas para o aproveitamento dos recursos hídricos Recursos forrageiros e hídricos escassos A falta de um arrolamento efectivo da existência de animais Conservação de vacinas insuficientes Reduzida eficácia das campanhas de vacinação do gado Excessiva concentração de técnicos na sede da província Baixa produtividade e elevados custos unitários de produção Épocas de produção concentradas Pouca expressividade da Indústria Agroalimentar Baixo poder de compra na população Desorganização das cadeias comerciais Condições sociais e remuneração dos técnicos de pecuária diferentes dos quadros de outros Ministérios Roubo do gado Descontinuidade do programa de extensão rural 0

12 B PROJECÇÕES META Indicadores de Crescimento do Sector Famílias envolvidas no processo produtivo 6.396, , , , , ,0 Produção agrícola (toneladas) 5.200, , , , , ,00 Número de novas associações agrícolas 27,2 3,64 45,20 56,50 65,54 226,00 Número de novas cooperativas agrícolas 5,42 6,33 9,04,30 3, 45,20 Extensão de solo cultivado (ha) -Preparação de 8.88,9 2.08, , , , ,6 terras (ha) Área cultivada 7.440, , , , , ,00 Nº de concessões Agrícolas 328,07 377,65 434,72 500,4 576, ,87 Efectivo bovino Efectivo suíno ,00 Efectivo caprino Efectivo ovino ,00 Efectivo de aves Número de animais abatidos.023, , , , , Vacinação bovina (un) , , , , , Vacinação anti-rábica (un) 6.88, , , , , Produção de árvores.68, , , , , Plantação de árvores , , , , , Enxadas europeias (Un) Enxadas tradicionais (Un) Machados (Un) Limas (Un) Catanas (Un) Ancinhos (un) Picaretas (Un) Pás (un) Charruas (Un) Chassis/Charruas Semeadores T.animal (Un) Semeadores Manual (Un) Semeador/Adubadores (un) Adubos Simples e Compostos (Ton) Fomento de Animais para Tracção (Un) Sementes diversas (Ton) Motobombas (Un) Moinhos (Un) Motorizadas (Un)

13 META Indicadores de Crescimento do Sector Tractores com Respectivas Alfaias (Un) Atomizadores Nº de plantas de olival e vinha introduzidas 7.266, , , , , ,56 Nº de furos abertos Nº de novas fruteiras tropicais Nº de animais a adquirir Qde de Tomate produzido (Ton) Qde de produtos a serem transformados (Ton) Qde de vinho a serem produzidos (Litros) Qde de produtos serem Analisados (Ton) Qde de embalagens e caixas a serem produzidas Qde de rações a serem produzidas (Ton) Qde de sementes a serem distribuídas (Ton) Qde de fenos a produzir (Ton) Qde de Azeitonas a serem processadas (Ton) Indicadores de Investimento 67,50 0,25 5,88 227,8 34,72 890, , , , , , ,25.203,00.365, , , , , , , , , , , , , , , , , ,6 382,94 483,7 6,00 77, , , , , , , ,4.096,49.202,29.38,30.445,5.584, Investimento público no sector [AKZ] , , , ,4 Indicadores de Emprego Número de empregos (Directos e Indirectos)

14 C OBJECTIVOS, METAS E MEDIDAS DE POLÍTICA FUNDAMENTAIS OBJECTIVOS INDICADORES DOS OBJECTIVOS METAS DOS INDICADORES 207 MEDIDAS DE POLÍTICA FUNDAMENTAIS Destino certo dos excedentes de produção, consequentemente o garante da segurança alimentar Análise microscópica dos produtos de origem vegetal e animal importados Assegurar o excedente dos produtos, não permitir que estes se deteriorem com a introdução de pequenas fábricas para efeito (combate a fome e a pobreza) Criar condições de embalagem dos produtos Disponibilizar o suplemento alimentar para aves de capoeira e suínos Destino certo dos excedentes de produção, visando a melhoria da insuficiência alimentar Analisar as propriedades físicas e químicas dos solos da província Qde de Produtos a serem conservados e transformados (Ton) Qde de Tomate a ser processado (Ton) Qde de vinho a ser produzido (Litros) Qde de produtos a serem Analisados (Ton) Nº de microindústrias criadas Qde de embalagens e caixas Plásticas a serem produzidas (Un) Qde de rações a serem produzidas (Ton) Qde de Azeitonas a ser processada (Ton) Nº de Laboratórios a construir Domínio Agrícola: Promoção de uma adequada implementação da linha de crédito agrícola para apoio às associações, cooperativas, pequenos e médios produtores Apoio ao relançamento da actividade económica ligada ao sector agrário através da reabilitação de infra-estruturas de apoio à actividade produtiva Colaboração com outras estruturas governamentais na promoção do comércio no meio rural Fomento do aumento da produção agrícola, da promoção de parcerias público - privada em projectos já identificados e a identificar, com particular realce para aqueles relacionados com a implantação de pólos agro-industriais Concepção de mecanismos de acesso a financiamentos por parte dos produtores através da criação de sinergias com o Banco de Desenvolvimento de Angola (BDA) e outros bancos Fomento do aumento da produção agrícola, através da promoção de parcerias público privada em projectos como os da 3

15 OBJECTIVOS Melhorar o controlo da qualidade de carne para consumo Melhorar as condições de trabalho dos funcionários Aumentar o volume de produção de ovos para a população Melhorar as condições de trabalho e de experimentação agronómica dos funcionários Incentivar a produção leiteira na Província Criar condições de microclimas para a produção e distribuição de plantas ornamentais e fruteiras Garantir o acompanhamento técnico e assistência técnica aos agricultores e camponeses Aumentar a capacidade de produção visando a auto-suficiência alimentar Aumento da disponibilidade de água para irrigação Apoiar às Associações e cooperativas Agrícolas para aumentar a superfície cultivada INDICADORES DOS OBJECTIVOS Nº de matadouros a construir Nº de infraestruturas de apoio institucional a reabilitar Nº de infraestruturas a reabilitar Nº de infraestrutura de apoio a pesquisa a reabilitar Nº de Vacarias e estábulos completos Nº de plantas a produzir Nº de infraestruturas a construir Nº de Associações e camponeses a beneficiar Qde de sementes a serem distribuídas (Ton) Nº de novos furos abertos Nº de hectares preparados METAS DOS INDICADORES MEDIDAS DE POLÍTICA FUNDAMENTAIS implantação de pólos Agro-industriais de fruteiras mediterrânicas (vinha e olival) Promover a agricultura familiar camponesas e a produção de bens alimentares, com base nos princípios de sustentabilidade e verticalização, atribuindo uma importância essencial à extensão rural como modelo de reforço da capacidade produtiva dos camponeses Domínio Florestal: Evitar o sobre pastoreio, nomeadamente em zonas de grande concentração de gado (junto a pontos de agua) e proceder a planos de gestão adequada dos pastos da região Fornecer às populações carvão vegetal ou outro combustível de modo a que se evitem destruição de vegetação lenhosa imprescindível para a manutenção do frágil equilíbrio ecológico nesta região Elaboração e implementação de planos de gestão sustentada das bacias hidrográfica. Domínio da Agro-indústria: A intervenção no domínio da indústria agro-alimentar é essencial para garantir o escoamento nas melhores condições da 4

16 OBJECTIVOS Avaliar o desenvolvimento rural Imunizar os animais das principais doenças Garantir o abastecimento de água mais perto das localidades visando a redução de transumância do gado Potenciar a região com espécies de raças melhorada para cruzamento com espécies locais Melhorar a assistência higio-sanitária ao efectivo animal Expandir os serviços de veterinário em todo território da província Melhorar a dieta alimentar e combate a pobreza Efectuar o levantamento do efectivo animal existente Monitorizar e acompanhar os projectos de bancos de feno em toda extensão da província Valorizar as potencialidades edafo-climáticas da região, com plantas Afro mediterrânicas Aumentar o nível da produção das fruteiras INDICADORES DOS OBJECTIVOS METAS DOS INDICADORES 207 Nº de sistemas 5 Nº de animais a serem vacinados (Bovinos+animais de estimação) Nº de sistema de abeberamento Nº de animais a adquirir Nº de Kits 25 Nº de formações sanitárias Qt de ovos a fornecer Nº de Programas Qde de feno a produzir (Ton) Nº de novas Mudas a adquirir Nº de novas fruteiras tropicais MEDIDAS DE POLÍTICA FUNDAMENTAIS produção agrícola, nomeadamente da azeitona e do tomate Atrair investimento estrangeiro para a construção de unidades de transformação e conserva de produtos do campo Estudar a viabilidade de instalação duma área florestal para produção de matérias prima para a indústria de celulose (região interior norte) Domínio da Pecuária: Implantação de um sistema de comercialização que favoreça a venda do gado e estimule a sua produção Recuperação dos matadouros municipais, de modo a que possa trabalhar em toda a sua capacidade Implantação dos parques de retêm para o gado, devidamente equipados Criação de zonas de apoio às populações que incluiria a recuperação e construção de habitação e a implementação de estruturas sociais de apoio (educação, saúde, etc. ) que seriam implantadas junto a zonas de abeberamento ou concentração temporária Satisfazer a procura real de carne ao nível da província Reduzir os níveis de importação de carne para o pais e a curto prazo, 5

17 OBJECTIVOS Produzir a grande escala a cultura de banana para a melhoria da dieta alimentar Capacitar e refrescar os técnicos face aos desafios que se impõem Dotar os camponeses de conhecimentos básicos sobre técnicas agrícolas e maneio pecuário Desenvolver o meio rural visando o combate a fome e a pobreza Identificar as áreas com maiores potencialidades hidrográficas Melhorar a eficiência no uso e gestão de água para irrigação Identificar as potencialidades das áreas para as culturas forrageiras Melhorar substancial o meio ambiente Travar o avanço do deserto nos municípios do Namibe e Tômbwa INDICADORES DOS OBJECTIVOS Nº de mudas de bananeiras a adquirir Nº de Técnicos agrosilvopecuários a formar Nº de grupos de cooperativas e associações a formar METAS DOS INDICADORES Nº de estudos 8 Nº de estudos 2 Nº de estudos 2 N.º de vales a irrigar Nº de sementeiras estudadas Nº de plantas a produzir e plantar Nº de polígonos florestais a criar MEDIDAS DE POLÍTICA FUNDAMENTAIS abastecer uma proporção da procura nacional Elevar os padrões de vida dos criadores de gado, fornecendo-lhes uma maior gama de bens de consumo, e assim potenciando a produção de carne; Melhorar o comércio entre criadores e os comerciantes Promover o crescimento das indústrias de processamento de produtos de carne, lacticínios, fábrica de rações e indústria de cabedal Melhorar a eficiência na prestação de serviços em toda extensão do território Nº de infraestrutura de apoio institucional 2 Desenvolvimento rural visando o Combate a fome e a pobreza Nº de programas 4 6

18 OBJECTIVOS INDICADORES DOS OBJECTIVOS METAS DOS INDICADORES 207 MEDIDAS DE POLÍTICA FUNDAMENTAIS Assessorar o processo de legalização das concessões de terras Nº de Associações e cooperativas a certificar 896 Aperfeiçoar o sistema jurídico das concessões em toda extensão da província Nº de concessões a legalizar 504 Monitorar e acompanhar os projectos em toda extensão da província Controlar os dados agrosilvopecuários da Província Aumentar a capacidade de produção visando a auto-suficiência alimentar Nº de meios rolantes a adquirir Nº de Bancos a criar 50 Nº de projecto 5 7

19 C Investimentos GRAU PRIORIDADE CÓDIGO PROJECTO LOCAL MONTANTE (AKZ) TOTAL L C AGR AGRICULTURA, SILVICULTURA E PECUÁRIA , ,00 AGR0 Programas de Agro-indústrias, (Construção e Reabilitações) AGR0. Construção de uma fábrica de Conservação e Transformação de produtos hortofrutícolas Namibe ,00 AGR0.2 Construção de uma unidade de processamento de Tomate Namibe AGR0.3 Projecto de Produção de Vinho (vinhos doces, espumantes e roses) 2 Namibe AGR0.4 Construção e apetrechamento de um Laboratório de Sanidade Vegetal e Animal, Análises e Controle de Qualidade Namibe ,00 AGR0.5 Investimento de Agro-indústria no meio rural 2 Província AGR0.6 Construção de uma Fábrica de Embalagens para o Azeite doce, caixas plásticas 2 Namibe AGR0.7 Construção de uma fábrica de rações 2 Namibe AGR0.8 Construção de Unidade de conserva de Azeitonas Namibe AGR0.9 Construção e apetrechamentos de Laboratório para análises de solos Província AGR0.0 Construção de matadouros e Parques de Retém nos municipais Província AGR0. Reabilitação das Estações zootécnicas da Cacanda, Caraculo e Lungo 2 Província AGR0.2 Reabilitação de infra-estruturas avícolas Namibe AGR0.3 Reabilitação e Modernização da Estação Experimental Agronómica Namibe Construção e apetrecho de 3 Vacarias e Estábulos nos municípios do Namibe, AGR0.4 Bibala e Camucuio 2 Província ,00 AGR0.5 Construção e apetrecho de 3 Estufas (Greenhouses) para a produção de plantas ornamentais e fruteiras 2 Namibe ,00 AGR0.6 Construção e apetrechamentos de Estações de Desenvolvimento Agrário nos municípios da Província 2 Província ,00 AGR02 Programas de Apoio a Campanha Agrícola: AGR02. Apoio ao fomento agrícola para as associações de camponeses, Input's Província

20 GRAU PRIORIDADE CÓDIGO PROJECTO LOCAL MONTANTE (AKZ) TOTAL L C agrícolas (Tractores, Motobombas, Sistemas de rega, sementes, instrumentos de Trabalho, fertilizantes e Camiões de 0-2 Toneladas) AGR02.2 Fomento de cereais, Hortícolas, leguminosas, Raízes e tubérculos Província AGR02.3 Abertura de furos e aquisição de sistema de irrigação por vales 2 Província AGR02.4 Preparação de terras Província AGR02.5 Sistema de Informação do Sector Rural Província AGR03 Programas de Apoio a Pecuária: AGR03. Apoio às campanhas de vacinação do gado 2 Província AGR03.2 Construção de sistema de abeberamento de gado Província AGR03.3 Fomento Pecuário (Bovinos, Suínos e Pequenos ruminantes) Província AGR03.4 Apoio aos criadores com fármacos de uso veterinário Província AGR03.5 Reabilitação Formações Sanitárias (Residências, escritórios, mangas de vacinação, Tanques e Banheiras) Província ,00 AGR03.6 Fomento de Avicultura com fornecimento de bicos Província AGR03.7 Programa de Arrolamento Pecuário Província AGR ,00 Criação de Banco de feno Província AGR04 Programas de fomento da Fruticultura: AGR04. Programa de Fomento Culturas Vinha, Olival Namibe ,00 AGR04.2 Fomento da Fruticultura (Citrinos e outras fruteiras) e apoio com sistemas de rega gota a gota de Província ,00 AGR ,00 Programa de fomento bananal (plantas de Cultura de Tecidos) Província AGR05 Programas de Formação: AGR05. Formação e Capacitação de Técnicos agrosilvopecuários Província ,00 AGR05.2 Capacitação de grupos cooperativos, associações de camponeses 2 Província ,8 AGR06 Estudos: AGR , ,00 Estudos de viabilidade para instalação de unidades produtivas agro-pecuárias 2 Província AGR06.2 Estudo para localização de muretes de recargas ou barragens subterrâneas para 2 Província 9

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