2015 ÍNDICE DE PROGRESSO SOCIAL

Save this PDF as:
Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "2015 ÍNDICE DE PROGRESSO SOCIAL"

Transcrição

1 2015 ÍNDICE DE PROGRESSO SOCIAL

2 O QUE É O ÍNDICE DE PROGRESSO SOCIAL? Substituir pela versão em português 2

3 POR QUE USAR O ÍNDICE DE PROGRESSO SOCIAL? Substituir pela versão em português 3

4 DEFINIÇÃO DE PROGRESSO SOCIAL A define o progresso social como: A capacidade de uma sociedade atender às necessidades humanas básicas de seus cidadãos, estabelecer os componentes básicos que permitam aos cidadãos e às comunidades melhorar e manter a qualidade de vida e criar as condições para que todos atinjam seu pleno potencial. 4

5 MODELO DO ÍNDICE DE PROGRESSO SOCIAL Índice de Progresso Social Necessidades Humanas Básicas Nutrição e cuidados médicos básicos Água e saneamento Moradia Segurança pessoal Fundamentos de Bem- estar Acesso ao conhecimento básico Acesso à informação e comunicação Saúde e bem- estar Sustentabilidade dos ecossistemas Oportunidades Direitos individuais Liberdades individuais e de escolha Tolerância e inclusão Acesso à educação superior 5

6 INDICADORES DO ÍNDICE DE PROGRESSO SOCIAL Índice de Progresso Social Necessidades Humanas Básicas Nutrição e cuidados médicos básicos Desnutrição Intensidade do déficit alimentar Taxa de mortalidade materna Taxa de mortalidade infan:l Mortes por doenças infecciosas Água e saneamento Acesso a água potável Acesso rural a fontes de água de qualidade Acesso a saneamento básico Moradia Acesso a energia elétrica Qualidade do serviço de eletricidade Mortes por contaminação do ar em ambiente interno Disponibilidade de moradias a preços acessíveis Segurança pessoal Taxa de homicídio Taxa de crimes violentos Percepção de criminalidade Terror polí:co Mortes nas estradas Fundamentos de Bem- estar Acesso ao conhecimento básico Taxa de alfabe:zação adulta Taxa de matrícula em educação primária Taxa de matrícula em educação secundária em nível inicial Taxa de matrícula em educação secundária em nível de bacharelado Igualdade de gênero na educação secundária Acesso à informação e comunicação Usuários de telefones celulares Usuários de internet Índice de liberdade de Imprensa Saúde e bem- estar Expecta:va de vida ao nascer Mortes por doenças não- infecciosas Taxa de obesidade Mortes por contaminação do ar em ambientes externos Taxa de suicídio Sustentabilidade dos ecossistemas Emissões de CO 2 per capita Extração de água em % dos recursos hídricos disponíveis Biodiversidade e habitat Oportunidades Direitos individuais Direitos polí:cos Liberdade de expressão Liberdade de reunião/associação Liberdade de movimento Direito à propriedade privada Liberdade individual e de escolha Liberdade de decidir sobre sua vida Liberdade de culto Matrimônio adolescente Sa:sfação quanto às opções de métodos an:concepcionais Corrupção Tolerância e inclusão Tolerância a imigrantes Tolerância a homossexuais Discriminação e violência com as minorias Tolerância religiosa Apoio comunitário Acesso à educação superior Anos de educação superior Taxa de matrícula feminina no ensino superior Desigualdade na realização educacional Universidades de classe mundial 6

7 METODOLOGIA Como ele é construído? O Índice de Progresso Social vale-se de um legado importante de esforços anteriores para ir além do PIB na mensuração do desempenho nacional. Ele mede o progresso social diretamente, independentemente do desenvolvimento econômico. Baseia-se em um modelo holístico e rigoroso para definir o progresso social, a partir de indicadores de resultados sociais e ambientais. Como escolhemos os indicadores? Para cada um dos componentes do Índice, conduzimos extensivas buscas de fontes e indicadores adequados. De uma longa lista de indicadores possíveis, testamos sua validade interna (o indicador captura o que se propõe a medir?) e a disponibilidade geográfica (o indicador está disponível e relativamente atualizado em todos ou, ao menos, em boa parte dos países avaliados?). O modelo e a metodologia resultam de um processo de dois anos, que recorreu a diversos estudiosos e especialistas em políticas públicas. Ele sintetiza uma ampla pesquisa em diversas áreas para identificar e mensurar as múltiplas dimensões do desempenho social e ambiental das sociedades.

8 O QUE O ÍNDICE DE PROGRESSO SOCIAL NOS DIZ SOBRE OS PAÍSES? 8

9 MAPA DE PROGRESSO SOCIAL 2015 Classificação: IPS > 85 muito alto IPS > 75 alto IPS > 65 médio/alto IPS > 55 médio/baixo IPS > 40 baixo IPS =< 40 muito baixo Legenda Muito alto Alto Tier Very High High Medium High Medium Low Low Very Low Unrated Médio/alto Médio/baixo Baixo Muito baixo Sem classificação 9

10 OS DEZ PAÍSES COM MELHOR COLOCAÇÃO NO ÍNDICE Colocação País PIB per capita* Pontuação 1 Noruega US$ 62, Suécia US$ 43, Suíça US$ 54, Islândia US$ 41, Nova Zelândia US$ 32, Canadá US$ 41, Finlândia US$ 38, Dinamarca US$ 41, Holanda US$ 44, Austrália US$ 42, *PIB per capita PPP

11 OS DEZ PAÍSES COM PIOR COLOCAÇÃO NO ÍNDICE Colocação País PIB per capita* Pontuação 124 Madagascar US$ 1, Nigéria US$ 5, Etiópia US$ 1, Níger US$ Iêmen US$ 3, Angola US$ 7, Guiné US$ 1, Afeganistão US$ 1, Chade US$ 2, República Centro-Africana US$ *PIB per capita PPP

12 A COLOCAÇÃO DOS MAIORES PAÍSES EMERGENTES (BRICS) Colocação País Pontuação 42 Brasil África do Sul Rússia China Índia

13 RESULTADOS ÍNDICE DE PROGRESSO SOCIAL 2015 Classificação: IPS > 85 muito alto IPS > 75 alto IPS > 65 médio/alto IPS > 55 médio/baixo IPS > 40 baixo IPS =< 40 muito baixo Posição Pontos País Posição Pontos País Posição Pontos País Posição Pontos País Noruega Portugal Lituânia Albânia Suécia Eslovênia Maurício Macedônia Suíça Espanha Croácia México Islândia França Argentina Peru Nova Zelândia República Tcheca Emirados Árabes Unidos Paraguai Canadá Estônia Israel Tailândia Finlândia Uruguai Panamá Turquia Dinamarca Eslováquia Brasil Bósnia e Herzegovina Holanda Chile Bulgária Geórgia Austrália Polônia Jamaica Armênia Reino Unido Irlanda Costa Rica Sérvia Ucrânia República da Coreia Malásia África do Sul Áustria Chipre Kuwait Filipinas Alemanha Itália Montenegro Botsuana Japão Hungria Colômbia Bielorrússia Estados Unidos Letônia Romênia Tunísia Bélgica Grécia Equador El Salvador 13

14 RESULTADOS ÍNDICE DE PROGRESSO SOCIAL 2015 Classificação: IPS > 85 muito alto IPS > 75 alto IPS > 65 médio/alto IPS > 55 médio/baixo IPS > 40 baixo IPS =< 40 muito baixo Posição Pontos País Posição Pontos País Posição Pontos País Posição Pontos País Arábia Saudita Indonésia Lesoto Moçambique Moldávia Guiana Quênia Mauritânia Rússia Sri Lanka Zâmbia Paquistão Venezuela Egito Ruanda Libéria Bolívia Uzbequistão Suazilândia Madagascar Jordânia Marrocos Benin Nigéria Namíbia China República do Congo Etiópia Azerbaijão Quirguistão Uganda Níger República Dominicana Gana Malauí Iêmen Nicarágua Irã Burkina Faso Angola Guatemala Tajiquistão Iraque Guiné Líbano Senegal Camarões Afeganistão Mongólia Nepal Djibuti Chade Honduras Camboja Tanzânia República Centro-africana Cazaquistão Bangladesh Togo Cuba Índia Mali Argélia Laos Myanmar 14

15 ANÁLISE DE DESEMPENHO RELATIVO: BRASIL 15

16 Índice de Progresso Social 2015 Posição do País: 42ª em 133 países; Pontos: Posição do PIB per capita: 54ª BRASIL Pontuação Colocação Pontuação Colocação Pontuação Colocação NECESSIDADES HUMANAS BÁSICAS FUNDAMENTOS DE BEM- ESTAR OPORTUNIDADES Nutrição e cuidados médicos básicos Acesso ao conhecimento básico Direitos individuais Água e saneamento Acesso à informação e comunicação Liberdade individual e de escolha Moradia Saúde e bem- estar Tolerância e inclusão Segurança pessoal Sustentabilidade dos ecossistemas Acesso à educação superior Strengths and weaknesses are relative to 15 countries of similar GDP: Relative Strength n/a no data available Neutral Relative Weakness

17 BRASIL Brasil O perfil apresentado pelo Brasil demonstra desafios-chave para o progresso social nos próximos anos. Na dimensão de necessidades humanas básicas, o País deve trabalhar especialmente em segurança pessoal, e também em ar, água e saneamento, nutrição e cuidados médicos básicos e moradia. Em fundamentos de bem-estar, o Brasil precisa endereçar questões em acesso a cuidados médicos de qualidade e preservar o bom desempenho em sustentabilidade dos ecossistemas. Na dimensão de oportunidades, o País deve melhorar os índices relacionados ao respeito às mulheres e acesso à educação superior. Strengths and weaknesses are relative to 15 countries of similar GDP: Relative Strength n/a no data available Neutral Relative Weakness

Membros da IFC. Corporação Financeira Internacional. Data de afiliação

Membros da IFC. Corporação Financeira Internacional. Data de afiliação Membros da IFC Corporação Financeira Internacional Membro Data de afiliação Afeganistão 23 de setembro de 1957 África do Sul 3 de abril de 1957 Albânia 15 de outubro de 1991 Alemanha 20 de julho de 1956

Leia mais

Membros da MIGA. Agência Multilateral de Garantia de Investimentos. Data de afiliação

Membros da MIGA. Agência Multilateral de Garantia de Investimentos. Data de afiliação Membros da MIGA Agência Multilateral de Garantia de Investimentos Membro Data de afiliação África do Sul 10 de março de 1994 Albânia 15 de outubro de 1991 Alemanha 12 de abril de 1988 Angola 19 de setembro

Leia mais

VISTOS CONSULARES. Afeganistão Sim Sim. África do Sul Não Não. Albânia Sim Sim. Alemanha Não Não. Andorra Não Sim. Angola Sim Sim

VISTOS CONSULARES. Afeganistão Sim Sim. África do Sul Não Não. Albânia Sim Sim. Alemanha Não Não. Andorra Não Sim. Angola Sim Sim VISTOS CONSULARES - Você vai para o exterior? Uma das primeiras providências a ser tomada é procurar saber se o país de seu destino exige visto no passaporte junto à embaixada ou ao consulado para permitir

Leia mais

Relatório Mundial de Saúde 2006

Relatório Mundial de Saúde 2006 170 Relatório Mundial de Saúde 2006 Anexo Tabela 1 Indicadores básicos para todos os Estados-Membros Números computados pela OMS para assegurar comparabilidade a ; não são necessariamente estatísticas

Leia mais

NOMES DE PAÌSES EM PORTUGUÊS. Lista da ONU

NOMES DE PAÌSES EM PORTUGUÊS. Lista da ONU NOMES DE PAÌSES EM PORTUGUÊS Lista da ONU Países-membros das Nações Unidas Segue-se a lista dos 192 países-membros das Nações Unidas, de acordo com a ordem alfabética de seus nomes em português, com as

Leia mais

Prevalência global de excesso de peso e obesidade de adultos por Região

Prevalência global de excesso de peso e obesidade de adultos por Região Prevência glob de excesso de peso e obesidade de adultos por Região Nacion/Region Região europeia Albânia 2008-9 Nacion 10302 15-49 44.8 8.5 29.6 9.7 DHS Arménia 2005 Nacion 6016 15-49 26.9 15.5 DHS Áustria

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA CONFEA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA CONFEA ANEXO DA DECISÃO PL-1877/2015 Diárias Nacionais do Confea Tabela de Equivalência com o Anexo I, Decreto 5992/06 Classificação do Cargo / Emprego/ Função Norma Legal aplicável (Decreto 5992/2006) 1) Presidente

Leia mais

População estrangeira residente em Portugal, por nacionalidade e sexo, segundo o grupo etário

População estrangeira residente em Portugal, por nacionalidade e sexo, segundo o grupo etário POPULAÇÃO ESTRANGEIRA RESIDENTE E PORTUGAL 263322 12641 13174 16773 18713 27278 33693 32825 28375 21820 15712 10714 8835 7614 15155 143319 6644 7129 8951 9991 13983 18061 18393 16279 12722 8994 5933 4835

Leia mais

Voltagens e Configurações de Tomadas

Voltagens e Configurações de Tomadas Afeganistão C, D, F 240 V África Central C, E 220 V África do Sul C, M, 230 V Albânia C, F, L 230 V Alemanha C, F 230 V American Samoa A, B, F, I 120 V Andorra C, F 230 V Angola C 220 V Anguilla A, B 110

Leia mais

Quadro Geral de Regime de Vistos para a Entrada de Estrangeiros no Brasil (Atualizado em 05/09/2009) Legenda

Quadro Geral de Regime de Vistos para a Entrada de Estrangeiros no Brasil (Atualizado em 05/09/2009) Legenda Ministério das Relações Exteriores Subsecretaria-Geral das Comunidades Brasileiras no Exterior Departamento de Imigração e Assuntos Jurídicos Divisão de Imigração Quadro Geral de Regime de Vistos para

Leia mais

LISTA DE PAÍSES - POLIONU 2018 AGNU

LISTA DE PAÍSES - POLIONU 2018 AGNU LISTA DE PAÍSES - POLIONU 2018 AGNU África do Sul 1 Alemanha 1 Angola 1 Arábia Saudita 1 Argélia 1 Argentina 1 Bangladesh 1 Brasil 1 Camboja 1 Canadá 1 Cazaquistão 1 China 1 Congo 1 Coreia do Norte 1 Coreia

Leia mais

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES DEZEMBRO 2018 SUMÁRIO PÁG. 1 ANÁLISE 3 2 CAPÍTULO 41 COMPLETO 4 3 DESTINOS.. 5 4 COURO BOVINO POR TIPO 6 5 DISTRIBUIÇÃO POR ESTADO 7 QUALQUER PARTE DESTA OBRA PODERÁ SER REPRODUZIDA, DESDE QUE CITADO COMO

Leia mais

Esquemas. & diagramas caderno 17

Esquemas. & diagramas caderno 17 Esquemas & diagramas caderno 17 Tipos de fichas e tomadas Diversos tipos de formatos de fichas e tomadas que existem no mundo Actualmente, existem no mundo 14 tipos diferentes de fichas e tomadas de corrente.

Leia mais

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 2015 SUMÁRIO PÁG. 1 - ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 3 2 - EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4 3 - DESTINO

Leia mais

DIRETORIA DE ESTUDOS SOCIOECONÔMICOS, INFORMAÇÕES E DESENVOLVIMENTO URBANO E RURAL DEPARTAMENTO DE SISTEMA DE INFORMAÇÕES

DIRETORIA DE ESTUDOS SOCIOECONÔMICOS, INFORMAÇÕES E DESENVOLVIMENTO URBANO E RURAL DEPARTAMENTO DE SISTEMA DE INFORMAÇÕES PRINCIPAIS PAÍSES DE DESTINO DA EXPORTAÇÃO DO MUNICÍPIO DE PIRACICABA - 2005 2005 Estados Unidos 421.693.481 25,29 México 124.421.946 7,46 Argentina 73.091.226 4,38 Federação da Rússia 59.379.834 3,56

Leia mais

ÍNDICE DE PERCEPÇÃO DA CORRUPÇÃO

ÍNDICE DE PERCEPÇÃO DA CORRUPÇÃO ÍNDICE DE PERCEPÇÃO DA CORRUPÇÃO 2017 A Transparência Internacional é um movimento global com uma visão: um mundo em que governos, empresas, sociedade civil e a vida cotidiana das pessoas sejam livres

Leia mais

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 2016 SUMÁRIO Pág. 1 - ANÁLISE 3 2 - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4 3 - DESTINOS 5 4 - COURO BOVINO POR TIPO 6 5 - DISTRIBUIÇÃO POR ESTADO 7 1 ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS

Leia mais

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES JULHO / 2016 SUMÁRIO Pág. 1 - ANÁLISE 3 2 - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4 3 - DESTINOS 5 4 - COURO BOVINO POR TIPO 6 5 - DISTRIBUIÇÃO POR ESTADO 7 1 ANÁLISE DAS JULHO 2016 As Exportações de Couros e Peles apresentadas

Leia mais

MANUAL DE CONCESSÃO DE AUXÍLIO FINANCEIRO A ESTUDANTES DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU

MANUAL DE CONCESSÃO DE AUXÍLIO FINANCEIRO A ESTUDANTES DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MANUAL DE CONCESSÃO DE AUXÍLIO FINANCEIRO A ESTUDANTES DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU Em atendimento às Portarias CAPES n 156 de 28 de novembro de 2014 e n 132 de 18 de agosto de 2016, que

Leia mais

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES NOVEMBRO 2017 SUMÁRIO PÁG. 1 ANÁLISE 3 2 CAPÍTULO 41 COMPLETO 4 3 DESTINOS.. 5 4 COURO BOVINO POR TIPO 6 5 DISTRIBUIÇÃO POR ESTADO 7 1 - ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES

Leia mais

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 2017 SUMÁRIO PÁG. 1 ANÁLISE 3 2 CAPÍTULO 41 COMPLETO 4 3 DESTINOS.. 5 4 COURO BOVINO POR TIPO 6 5 DISTRIBUIÇÃO POR ESTADO 7 1 ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE ECONOMIA. O CONSELHO FEDERAL DE ECONOMIA, no uso das

CONSELHO FEDERAL DE ECONOMIA. O CONSELHO FEDERAL DE ECONOMIA, no uso das Resolução nº 1.818, de 19 de setembro de 2009. Altera o valor das diárias definidos pela Resolução nº 1.745, de 26 de janeiro de 2005, e dispõe sobre demais assuntos. O CONSELHO FEDERAL DE ECONOMIA, no

Leia mais

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES OUTUBRO / 2015 SUMÁRIO PÁG. 1 - ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 3 2 - EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4

Leia mais

RESOLUÇÃO N. 01/2011, de 17 de novembro de A Diretoria da Fundação Professor Valle Ferreira, no uso de suas atribuições, resolve: CAPÍTULO I

RESOLUÇÃO N. 01/2011, de 17 de novembro de A Diretoria da Fundação Professor Valle Ferreira, no uso de suas atribuições, resolve: CAPÍTULO I RESOLUÇÃO N. 01/2011, de 17 de novembro de 2011. Dispõe sobre a concessão, pela Fundação Professor Valle Ferreira, de apoio financeiro para a realização de eventos de ensino, pesquisa e extensão na Faculdade

Leia mais

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES JUNHO / 215 SUMÁRIO PÁG. 1 - ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 3 2 - EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4 3 -

Leia mais

Quadro Geral de Regime de Vistos para a Entrada de Estrangeiros no Brasil (Atualizado em 04/05/2018) Legenda

Quadro Geral de Regime de Vistos para a Entrada de Estrangeiros no Brasil (Atualizado em 04/05/2018) Legenda Ministério das Relações Exteriores Subsecretaria-Geral das Comunidades Brasileiras no Exterior Departamento de Imigração e Assuntos Jurídicos Divisão de Imigração Quadro Geral de Regime de Vistos para

Leia mais

INDICADORES ECONÔMICOS

INDICADORES ECONÔMICOS Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC INDICADORES ECONÔMICOS Regiões Selecionadas: África, América Latina

Leia mais

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES SETEMBRO / 2015 SUMÁRIO PÁG. 1 - ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 3 2 - EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4

Leia mais

Quadro Geral de Regime de Vistos para a Entrada de Estrangeiros no Brasil (Atualizado em 07/12/2016) Legenda

Quadro Geral de Regime de Vistos para a Entrada de Estrangeiros no Brasil (Atualizado em 07/12/2016) Legenda Ministério das Relações Exteriores Subsecretaria-Geral das Comunidades Brasileiras no Exterior Departamento de Imigração e Assuntos Jurídicos Divisão de Imigração Quadro Geral de Regime de Vistos para

Leia mais

POLIONU LISTA DE PAÍSES

POLIONU LISTA DE PAÍSES AGH Bolívia 2 Brasil 2 Chile 2 China 2 Colômbia 2 Cuba 2 Equador 2 Espanha 2 Estados Unidos da América 2 França 2 Honduras 2 Israel 2 Itália 2 México 2 Nigéria 2 Panamá 2 Peru 2 Reino Unido 2 Senegal 2

Leia mais

Quadro Geral de Regime de Vistos para a Entrada de Estrangeiros no Brasil (Atualizado em 29/06/2017) Legenda

Quadro Geral de Regime de Vistos para a Entrada de Estrangeiros no Brasil (Atualizado em 29/06/2017) Legenda Ministério das Relações Exteriores Subsecretaria-Geral das Comunidades Brasileiras no Exterior Departamento de Imigração e Assuntos Jurídicos Divisão de Imigração Quadro Geral de Regime de Vistos para

Leia mais

Quadro Geral de Regime de Vistos para a Entrada de Estrangeiros no Brasil (Atualizado em 25/05/2015) Legenda

Quadro Geral de Regime de Vistos para a Entrada de Estrangeiros no Brasil (Atualizado em 25/05/2015) Legenda Ministério das Relações Exteriores Subsecretaria-Geral das Comunidades Brasileiras no Exterior Departamento de Imigração e Assuntos Jurídicos Divisão de Imigração Quadro Geral de Regime de Vistos para

Leia mais

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES JULHO 2017 SUMÁRIO Pág. 1 - ANÁLISE 3 2 - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4 3 - DESTINOS 5 4 - COURO BOVINO POR TIPO 6 5 - DISTRIBUIÇÃO POR ESTADO 7 1 ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES

Leia mais

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES JULHO 2018 SUMÁRIO PÁG. 1 ANÁLISE 3 2 CAPÍTULO 41 COMPLETO 4 3 DESTINOS.. 5 4 COURO BOVINO POR TIPO 6 5 DISTRIBUIÇÃO POR ESTADO 7 1 ANÁLISE DAS JULHO 2018 As Exportações de Couros e Peles apresentadas

Leia mais

Quadro Geral de Regime de Vistos para a Entrada de Estrangeiros no Brasil (Atualizado em 08/04/2016) Legenda

Quadro Geral de Regime de Vistos para a Entrada de Estrangeiros no Brasil (Atualizado em 08/04/2016) Legenda Ministério das Relações Exteriores Subsecretaria-Geral das Comunidades Brasileiras no Exterior Departamento de Imigração e Assuntos Jurídicos Divisão de Imigração Quadro Geral de Regime de Vistos para

Leia mais

Dados Estatísticos sobre as Comunidades Portuguesas

Dados Estatísticos sobre as Comunidades Portuguesas Dados Estatísticos sobre as Comunidades Portuguesas População portuguesa e de origem portuguesa residente no estrangeiro (estimativa do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Direcção Geral dos Assuntos

Leia mais

Congressista brasileiro é o segundo mais caro entre 110 países

Congressista brasileiro é o segundo mais caro entre 110 países http://www1.folha.uol.com.br/poder/1231296-congressista-brasileiro-e-o-segundo-mais-caro-entre-110-paises.shtml 17/02/2013-03h00 Congressista brasileiro é o segundo mais caro entre 110 países PAULO GAMA

Leia mais

IX-5 Lista de Consulado Geral e Embaixadas em Kansai

IX-5 Lista de Consulado Geral e Embaixadas em Kansai IX-5 Lista de Consulado Geral e s em Kansai 1. Consulado Geral, e consulado em Kansai Consulado Geral Endereço Telefone Australia Ed. Twin 21 MID Tower 16º andar, 06-6941-9271 Consulado Geral da Austrália

Leia mais

NORMAS PARA SOLICITAÇÃO DE AUXÍLIO EM EVENTOS CIENTÍFICOS

NORMAS PARA SOLICITAÇÃO DE AUXÍLIO EM EVENTOS CIENTÍFICOS NORMAS PARA SOLICITAÇÃO DE AUXÍLIO EM EVENTOS CIENTÍFICOS Prezado Professor, Bem-vindo ao Programa de Fomento à Pesquisa da FMP/FASE. Ele foi desenvolvido para estimular os docentes que desenvolvem investigação

Leia mais

Tabela Matrix SIP final

Tabela Matrix SIP final Países Valores em R$ Afeganistão 2,9131 África Do Sul 0,5163 África Do Sul-Móvel 1,6446 Aguila 1,0989 Alasca 0,1254 Albania 0,9588 Albania-Móvel 1,0104 Alemanha 0,1475 Alemanha-Móvel 1,7553 Andorra 0,3688

Leia mais

Tabela Matrix SIP para MSO

Tabela Matrix SIP para MSO Países Valores em R$ Afeganistão 1,9750 África Do Sul 0,3500 África Do Sul-Móvel 1,1150 Aguila 0,7450 Alasca 0,0850 Albania 0,6500 Albania-Móvel 0,6850 Alemanha 0,1000 Alemanha-Móvel 1,1900 Andorra 0,2500

Leia mais

JUROS E RISCO BRASIL

JUROS E RISCO BRASIL JUROS E RISCO BRASIL META DA TAXA SELIC FONTE: BANCO CENTRAL 13.75% 12.75% 11.25% 10.25% 8.75% 9.50% 10.25% 10.75% 11.25% 12.50% 11.00% 10.50% 9.75% 9.00% 8.50% 8.00% 7.25% 8.50% 9.00% 10.00% 10.50% 11.00%

Leia mais

JUROS E RISCO BRASIL

JUROS E RISCO BRASIL JUROS E RISCO BRASIL META DA TAXA SELIC FONTE: BANCO CENTRAL 11,75% 13,00% 13,75% 12,75% 11,25% 10,25% 8,75% 9,50% 10,25% 10,75% 11,25% 12,50% 11,00% 10,50% 9,75% 9,00% 8,50% 8,00% 7,25% 8,00% 8,50% 9,00%

Leia mais

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES MAIO / 215 SUMÁRIO PÁG. 1 - ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 3 2 - EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4 3 -

Leia mais

Orçamentos Abertos Transformam Vidas.

Orçamentos Abertos Transformam Vidas. Orçamentos Abertos Transformam Vidas. PESQUISA DO ORÇAMENTO ABERTO 2010 Data Tables WWW.OPENBUDGETINDEX.ORG 1 ÍNDICE Tabela 1. Disponibilidade Pública dos Oito Documentos Orçamentários Chave - por País

Leia mais

MANUAL DE CONCESSÃO DE AUXÍLIO FINANCEIRO A ESTUDANTES DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO

MANUAL DE CONCESSÃO DE AUXÍLIO FINANCEIRO A ESTUDANTES DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO MANUAL DE CONCESSÃO DE AUXÍLIO FINANCEIRO A ESTUDANTES DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO Em atendimento às Portarias CAPES n 156 de 28 de novembro de 2014 e n 132 de 18 de agosto de 2016, que aprova o regulamento

Leia mais

JUROS E RISCO BRASIL

JUROS E RISCO BRASIL JUROS E RISCO BRASIL META DA TAXA SELIC FONTE: BANCO CENTRAL 11.75% 13.00% 13.75% 12.75% 11.25% 10.25% 8.75% 9.50% 10.25% 10.75% 11.25% 12.50% 11.00% 10.50% 9.75% 9.00% 8.50% 8.00% 7.25% 8.00% 8.50% 9.00%

Leia mais

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES ABRIL / 2016 SUMÁRIO PÁG. 1 - ANÁLISE 3 2 - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4 3 - DESTINOS 5 4 - COURO BOVINO POR TIPO 6 5 - DISTRIBUIÇÃO POR ESTADO 7 1 ANÁLISE DAS ABRIL 2016 As Exportações de Couros e Peles apresentadas

Leia mais

COMPORTAMENTO DO RISCO BRASILEIRO

COMPORTAMENTO DO RISCO BRASILEIRO COMPORTAMENTO DO RISCO BRASILEIRO 22/10/12 22/11/12 22/12/12 22/01/13 22/02/13 22/03/13 22/04/13 22/05/13 22/06/13 22/07/13 22/08/13 22/09/13 22/10/13 22/11/13 22/12/13 22/01/14 22/02/14 22/03/14 22/04/14

Leia mais

COMPORTAMENTO DO RISCO BRASILEIRO

COMPORTAMENTO DO RISCO BRASILEIRO COMPORTAMENTO DO RISCO BRASILEIRO 11/09/12 11/10/12 11/11/12 11/12/12 11/01/13 11/02/13 11/03/13 11/04/13 11/05/13 11/06/13 11/07/13 11/08/13 11/09/13 11/10/13 11/11/13 11/12/13 11/01/14 11/02/14 11/03/14

Leia mais

MANUAL DE CONCESSÃO DE AUXÍLIO FINANCEIRO A ESTUDANTES DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU BENEFICIÁRIOS DO PROAP

MANUAL DE CONCESSÃO DE AUXÍLIO FINANCEIRO A ESTUDANTES DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU BENEFICIÁRIOS DO PROAP MANUAL DE CONCESSÃO DE AUXÍLIO FINANCEIRO A ESTUDANTES DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU BENEFICIÁRIOS DO PROAP Em atendimento às Portarias CAPES n 156 de 28 de novembro de 2014, que aprova

Leia mais

META DA TAXA SELIC 14,5% 14,25% 13,75% 13,75% 13,5% 13,00% 13,25% 12,75% 12,25% 11,75% 12,75% 12,25% 12,75% 12,50% 12,5% 12,00%

META DA TAXA SELIC 14,5% 14,25% 13,75% 13,75% 13,5% 13,00% 13,25% 12,75% 12,25% 11,75% 12,75% 12,25% 12,75% 12,50% 12,5% 12,00% abr-08 ago-08 dez-08 abr-09 ago-09 dez-09 abr-10 ago-10 dez-10 abr-11 ago-11 dez-11 abr-12 ago-12 dez-12 abr-13 ago-13 dez-13 abr-14 ago-14 dez-14 abr-15 ago-15 dez-15 abr-16 ago-16 dez-16 META DA TAXA

Leia mais

País_Acondicionamento_Fev_2012 (valores em quilogramas)

País_Acondicionamento_Fev_2012 (valores em quilogramas) País/Acondicionamento Carrega Descarrega Total Geral Alemanha 28.679.316 13.003.023 41.682.339 Carga geral fraccionada 6.145.879 6.145.879 Granel sólido 12.024.535 3.440.000 15.464.535 Roll on/off (c/propulsor)

Leia mais

META DA TAXA SELIC 14,5% 13,75% 14,25% 13,75% 13,5% 13,25% 12,75% 13,00% 12,75% 12,50% 12,00% 12,25% 11,75% 12,5% 11,25% 11,00% 10,50% 11,25% 11,5%

META DA TAXA SELIC 14,5% 13,75% 14,25% 13,75% 13,5% 13,25% 12,75% 13,00% 12,75% 12,50% 12,00% 12,25% 11,75% 12,5% 11,25% 11,00% 10,50% 11,25% 11,5% abr-08 ago-08 dez-08 abr-09 ago-09 dez-09 abr-10 ago-10 dez-10 abr-11 ago-11 dez-11 abr-12 ago-12 dez-12 abr-13 ago-13 dez-13 abr-14 ago-14 dez-14 abr-15 ago-15 dez-15 META DA TAXA SELIC Cenário básico

Leia mais

META DA TAXA SELIC 14,5% 14,25% 13,75% 13,75% 13,5% 13,00% 13,25% 12,75% 12,25% 11,75% 12,75% 12,25% 12,75% 12,50% 12,5% 12,00%

META DA TAXA SELIC 14,5% 14,25% 13,75% 13,75% 13,5% 13,00% 13,25% 12,75% 12,25% 11,75% 12,75% 12,25% 12,75% 12,50% 12,5% 12,00% abr-08 ago-08 dez-08 abr-09 ago-09 dez-09 abr-10 ago-10 dez-10 abr-11 ago-11 dez-11 abr-12 ago-12 dez-12 abr-13 ago-13 dez-13 abr-14 ago-14 dez-14 abr-15 ago-15 dez-15 abr-16 ago-16 dez-16 META DA TAXA

Leia mais

PRODUÇÃO CIENTÍFICA PORTUGUESA, SÉRIES ESTATÍSTICAS

PRODUÇÃO CIENTÍFICA PORTUGUESA, SÉRIES ESTATÍSTICAS PRODUÇÃO CIENTÍFICA PORTUGUESA, 1990-2008 SÉRIES ESTATÍSTICAS FICHA TÉCNICA Título Produção Científica Portuguesa, 1990-2008: Séries Estatísticas Autor Direcção de Serviços de Informação Estatística em

Leia mais

...da Oceania Apátridas 5. Principais Nacionalidades 6. Por Nacionalidade, Sexo, Segundo a Idade 19

...da Oceania Apátridas 5. Principais Nacionalidades 6. Por Nacionalidade, Sexo, Segundo a Idade 19 98 Í n d i c e Nota Introdutória III 1 Residentes 1 1.1.1. Evolução Global de 1981 a 21 2 1.1.2. Crescimento Verificado Por Continente 2 1.1.3. Residentes da União Europeia 3 1.1.4....Restantes Países

Leia mais

Principais Descobertas e Recomendações

Principais Descobertas e Recomendações Principais Descobertas e Recomendações A Pesquisa do Orçamento Aberto 2008, uma avaliação compreensiva da transparência orçamentária em 85 países, revela que o estado da transparência orçamentária ao redor

Leia mais

BRASILEIRAS DE ARTEFATOS DE

BRASILEIRAS DE ARTEFATOS DE DADOS DAS IMPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE ARTEFATOS DE COURO MALAS Mercadoria: 42021100 - MALAS,MALETAS E PASTAS,DE COURO NATURAL/RECONST/ENVERN. 2005 2006 2007 País Kg US$ US$/Kg Part. Kg US$ US$/Kg Part.

Leia mais

TABELA - Destinos das exportações brasileiras de Laranja em NCM 8 dígitos: Sucos de laranjas, congelados, não fermentados

TABELA - Destinos das exportações brasileiras de Laranja em NCM 8 dígitos: Sucos de laranjas, congelados, não fermentados País Via de Volume Valor Preço Médio Transporte Bélgica Marítima 141.569.475 235.767.952 1.665,39 Estados Unidos Marítima 93.624.168 162.298.316 1.733,51 Países Baixos (Holanda) Marítima 78.144.511 139.108.254

Leia mais

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES MARÇO / 215 SUMÁRIO PÁG. 1 - ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 3 2 - EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4 3 -

Leia mais

Embaixadas do Brasil no Mundo - Alemanha

Embaixadas do Brasil no Mundo - Alemanha 1. edestinos.com.br 2. Dicas de viagem Última atualização: 30.09.2016 Passagens aéreas Bagagem Check-in e serviço de bordo Como reservar passagens aéreas Saúde durante a viagem FAQ Passageiras grávidas

Leia mais

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES MARÇO 2017 SUMÁRIO Pág. 1 - ANÁLISE 3 2 - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4 3 - DESTINOS 5 4 - COURO BOVINO POR TIPO 6 5 - DISTRIBUIÇÃO POR ESTADO 7 1 ANÁLISE DAS MARÇO 2016 As Exportações de Couros e Peles apresentadas

Leia mais

DIRETRIZES PARA CONCESSÃO DE APOIO À PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS PARA DISCENTES E DOCENTES DO PPGEF

DIRETRIZES PARA CONCESSÃO DE APOIO À PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS PARA DISCENTES E DOCENTES DO PPGEF DIRETRIZES PARA CONCESSÃO DE APOIO À PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS PARA DISCENTES E DOCENTES DO PPGEF 1. Das normas gerais 1.1. Cada discente regularmente matriculado no PPGEF poderá ter atendida anualmente

Leia mais

Relatório sobre o Desenvolvimento Humano 2002

Relatório sobre o Desenvolvimento Humano 2002 a Página da Educação www.apagina.pt Relatório sobre o Desenvolvimento Humano 2002 O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) acaba de publicar o seu Relatório sobre o Desenvolvimento Humano

Leia mais

META DA TAXA SELIC 14,5% 13,75% 14,25% 13,75% 13,5% 13,25% 12,75% 13,00% 12,75% 12,50% 12,00% 12,25% 11,75% 12,5% 11,25% 11,00% 10,50% 11,25% 11,25%

META DA TAXA SELIC 14,5% 13,75% 14,25% 13,75% 13,5% 13,25% 12,75% 13,00% 12,75% 12,50% 12,00% 12,25% 11,75% 12,5% 11,25% 11,00% 10,50% 11,25% 11,25% mar-08 jul-08 nov-08 mar-09 jul-09 nov-09 mar-10 jul-10 nov-10 mar-11 jul-11 nov-11 mar-12 jul-12 nov-12 mar-13 jul-13 nov-13 mar-14 jul-14 nov-14 mar-15 jul-15 nov-15 META DA TAXA SELIC Cenário básico

Leia mais

1. O presente é um relatório sobre a participação no Acordo Internacional do Café (AIC) de 2007.

1. O presente é um relatório sobre a participação no Acordo Internacional do Café (AIC) de 2007. ICC 119-3 6 março 2017 Original: inglês P Conselho Internacional do Café 119. a sessão 13 17 março 2017 Londres, Reino Unido Acordo Internacional do Café de 2007 Participação aos 3 de março de 2017 Antecedentes

Leia mais

ÍNDICE DE PERCEPÇÃO DA CORRUPÇÃO

ÍNDICE DE PERCEPÇÃO DA CORRUPÇÃO ÍNDICE DE PERCEPÇÃO DA CORRUPÇÃO 2018 A Transparência Internacional é um movimento global com um mesmo propósito: construir um mundo em que governos, empresas e o cotidiano das pessoas estejam livres da

Leia mais

Cadeias globais de valor, áreas econômicas especiais e inserção da Amazônia

Cadeias globais de valor, áreas econômicas especiais e inserção da Amazônia Cadeias globais de valor, áreas econômicas especiais e inserção da Amazônia Cristina Fróes de Borja Reis 3º congresso Internacional do Centro Celso Furtado Amazônia Brasileira e Pan-Amazônia: riqueza,

Leia mais

Consulta Diárias Internacionais * Os Países marcados com asterisco possuem classes de diárias específicas para esse Órgão.

Consulta Diárias Internacionais * Os Países marcados com asterisco possuem classes de diárias específicas para esse Órgão. País Consulta Diárias Internacionais * Os Países marcados com asterisco possuem classes de diárias específicas para esse Órgão. Classe I CD-1 Classe II CD-2 Classe III CD-3/4 Classe IV NS Classe V Afeganistão

Leia mais

Apoio Mobilidade Docente com recursos CAPES-PROAP - PRPG EDITAL PRPG 01/2017

Apoio Mobilidade Docente com recursos CAPES-PROAP - PRPG EDITAL PRPG 01/2017 Apoio Mobilidade Docente com recursos CAPES-PROAP - PRPG EDITAL PRPG 01/2017 OBJETIVO Este edital tem por finalidade apoiar 22 (vinte e dois) docentes dos programas de pósgraduação da USP/São Paulo, Pirassununga

Leia mais

AMNISTIA INTERNACIONAL. LISTA DOS PAÍSES ABOLICIONISTAS E RETENCIONISTAS (31 de Dezembro de 2008) Embargado para 24 de Março de 2009

AMNISTIA INTERNACIONAL. LISTA DOS PAÍSES ABOLICIONISTAS E RETENCIONISTAS (31 de Dezembro de 2008) Embargado para 24 de Março de 2009 Embargado para 24 de Março de 2009 Público AMNISTIA INTERNACIONAL LISTA DOS PAÍSES ABOLICIONISTAS E RETENCIONISTAS (31 de Dezembro de 2008) 24 de Março de 2009 ACT 50/002/2009 SECRETARIADO INTERNACIONAL,

Leia mais

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES FEVEREIRO / 215 SUMÁRIO PÁG. 1 - ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 3 2 - EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4

Leia mais

MANUAL DE PESSOAL EMI: VIG:

MANUAL DE PESSOAL EMI: VIG: EMI: 15.05.2001 VIG: 30.05.2001 1 * MÓDULO 29: DIÁRIAS CAPÍTULO 4: DIÁRIAS INTERNACIONAIS REFERÊNCIA: DECRETO Nº 91.800 de 18.10.1985, DECRETO Nº 3.643 de 26.10.2000 e DECRETO Nº 3.790 de 18.04.2001. ANEXO

Leia mais

Anexos. Notas técnicas sobre a informação estatística

Anexos. Notas técnicas sobre a informação estatística Anexos Notas técnicas sobre a informação estatística A maioria dos países adoptou a definição de refugiado contida na Convenção de 1951 Relativa aos Refugiados, mas há diferenças nacionais importantes

Leia mais

Organização Regional da qual faz parte Estados Membros

Organização Regional da qual faz parte Estados Membros Sistema AFRICANO INTERAMERICANO EUROPEU Organização Regional da qual faz parte Estados Membros Organização da Unidade Africana (OUA) (54) África do Sul, Angola, Argélia, Benim, Botswana, Burkina Faso,

Leia mais

ICC setembro 2012 Original: inglês. Conselho Internacional do Café 109. a sessão setembro 2012 Londres, Reino Unido

ICC setembro 2012 Original: inglês. Conselho Internacional do Café 109. a sessão setembro 2012 Londres, Reino Unido ICC 109 7 18 setembro 2012 Original: inglês P Conselho Internacional do Café 109. a sessão 25 28 setembro 2012 Londres, Reino Unido Acordo Internacional do Café de 2007 Participação aos 17 de setembro

Leia mais

Anexo estatístico do desenvolvimento humano

Anexo estatístico do desenvolvimento humano Anexo Estatístico Anexo estatístico do desenvolvimento humano Guia do leitor 129 Legenda dos países e classificações do IDH, 2011 132 Tabelas estatísticas 133 Notas técnicas Cálculo dos índices de desenvolvimento

Leia mais

Tarifário 2016 Em vigor a partir de 5/9/2016

Tarifário 2016 Em vigor a partir de 5/9/2016 Uzo Original Destino Preço por Minuto/SMS/MMS Voz Todas as redes nacionais 0,193 Voz (tarifa reduzida) Todas as redes nacionais 0,145 SMS Todas as redes nacionais 0,098 SMS (tarifa reduzida) Todas as redes

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MJC - POLÍCIA FEDERAL SERVIÇO DE INFORMAÇÃO AO CIDADÃO Brasília

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MJC - POLÍCIA FEDERAL SERVIÇO DE INFORMAÇÃO AO CIDADÃO Brasília SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MJC - POLÍCIA FEDERAL SERVIÇO DE INFORMAÇÃO AO CIDADÃO Brasília Mensagem eletrônica n. º 206/2016-SIC/DIREX/PF Prezada Senhora, 1. Trata-se de requerimento de informação protocolado

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO MIGRATÓRIA VOLUNTÁRIO REQUISITOS E PROCEDIMENTOS DE VISTOS PARA INGRESSAR NO PANAMÁ

CLASSIFICAÇÃO MIGRATÓRIA VOLUNTÁRIO REQUISITOS E PROCEDIMENTOS DE VISTOS PARA INGRESSAR NO PANAMÁ CLASSIFICAÇÃO MIGRATÓRIA VOLUNTÁRIO REQUISITOS E PROCEDIMENTOS DE VISTOS PARA INGRESSAR NO PANAMÁ Neste documento, estão descritos os tipos de vistos exigidos pelas autoridades migratórias da República

Leia mais

DDI VIA EMBRATEL Relação de países e seus respectivos códigos de acesso

DDI VIA EMBRATEL Relação de países e seus respectivos códigos de acesso PAIS CODIGO ACESSO DDI AFEGANISTAO 93 N AFRICA DO SUL 27 S ALASCA 1 S ALBANIA 355 S ALEMANHA 49 S ANDORRA 376 S ANGOLA 244 S ANGUILLA 1 S ANT.HOLANDESAS 599 S ANTIGUA 1 S ARABIA SAUDITA 966 S ARGELIA 213

Leia mais

OBJETIVOS DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL (ODS) UMA ANÁLISE DE INDICADORES PARA OS PAÍSES DA REDE IBERO-AMERICANA DE PROSPECTIVA (RIBER)

OBJETIVOS DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL (ODS) UMA ANÁLISE DE INDICADORES PARA OS PAÍSES DA REDE IBERO-AMERICANA DE PROSPECTIVA (RIBER) 1 OBJETIVOS DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL (ODS) UMA ANÁLISE DE INDICADORES PARA OS PAÍSES DA REDE IBERO-AMERICANA DE PROSPECTIVA (RIBER) 2 Introdução 3 Objetivos : Introdução Buscar a adequação dos 15

Leia mais

Portaria no. 003, de 06/08/2010

Portaria no. 003, de 06/08/2010 Portaria no. 003, de 06/08/2010 Aprova a concessão de Auxílio Financeiro a Pessoas Físicas e dá outras providências. O PRÓ-REITOR DE PLANEJAMENTO E GESTÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA, Professor

Leia mais

Edital n. 03/2017 SRI

Edital n. 03/2017 SRI Edital n. 03/2017 SRI Para concessão de apoio à participação de Docentes da UFRN em atividades docentes no exterior A Secretaria de Relações Internacionais e Interinstitucionais da Universidade Federal

Leia mais

Estado e políticas sociais na América Latina. Aula 8 Política social em situações de fragilidade econômica e estatal. Prof.

Estado e políticas sociais na América Latina. Aula 8 Política social em situações de fragilidade econômica e estatal. Prof. Estado e políticas sociais na América Latina Aula 8 Política social em situações de fragilidade econômica e estatal Prof.: Rodrigo Cantu Crise do Estado de Bem-Estar nos países ricos? Manutenção (ou aumento)

Leia mais

EXPORTAÇÃO BRASILEIRA DO CAPÍTULO 71 DA NCM. Por Principais Países de Destino. Janeiro - Dezembro. Bijuterias

EXPORTAÇÃO BRASILEIRA DO CAPÍTULO 71 DA NCM. Por Principais Países de Destino. Janeiro - Dezembro. Bijuterias Bijuterias Principais Países 2010 2011 2012 2013 2014 US$ mil 2014/ 2013 Estados Unidos 5.667 3.828 2.668 3.491 5.006 43 Colômbia 407 800 748 1.112 993-11 França 1.085 931 910 998 969-3 Argentina 2.112

Leia mais

Carta IEDI nº 809 Indústria Mundial: O Brasil na contramão dos emergentes

Carta IEDI nº 809 Indústria Mundial: O Brasil na contramão dos emergentes Carta IEDI nº 809 Indústria Mundial: O Brasil na contramão dos emergentes ANEXO ESTATÍSTICO Crescimento anual do VTI e VTI per capita, 2005-2015, (em %, em U$ constante 2010). VTI total VTI per capita

Leia mais

Consulta sobre o futuro da Europa

Consulta sobre o futuro da Europa Consulta sobre o futuro da Europa Os campos assinalados com um asterisco (*) são de preenchimento obrigatório. Participe nesta consulta e expresse as suas preocupações, esperanças e expectativas em relação

Leia mais

OBJETIVOS DEL DESAROLLO SUSTENTABLE ODS

OBJETIVOS DEL DESAROLLO SUSTENTABLE ODS OBJETIVOS DEL DESAROLLO SUSTENTABLE ODS Tomando como Base los 5 Ejes : Personas, Planeta, Prosperidad, Paz y Parcerias Os 5 P sda Agenda 2030 Fonte: www.pnud.org.br/ods.aspx Objetivos : Buscar a adequação

Leia mais

Publicado no D.O.U nº 7 de 10/01/2014, Seção 1 pag. 134/135 RESOLUÇÃO NORMATIVA CFA Nº 439, DE 6 DE JANEIRO DE 2014

Publicado no D.O.U nº 7 de 10/01/2014, Seção 1 pag. 134/135 RESOLUÇÃO NORMATIVA CFA Nº 439, DE 6 DE JANEIRO DE 2014 Publicado no D.O.U nº 7 de 10/01/2014, Seção 1 pag. 134/135 RESOLUÇÃO NORMATIVA CFA Nº 439, DE 6 DE JANEIRO DE 2014 Dispõe sobre o pagamento de Diárias Nacionais e Internacionais, de Adicional de Deslocamento,

Leia mais

Publicado no D.O.U nº 7 de 10/01/2014, Seção 1 pag. 134/135 RESOLUÇÃO NORMATIVA CFA Nº 439, DE 6 DE JANEIRO DE 2014

Publicado no D.O.U nº 7 de 10/01/2014, Seção 1 pag. 134/135 RESOLUÇÃO NORMATIVA CFA Nº 439, DE 6 DE JANEIRO DE 2014 Publicado no D.O.U nº 7 de 10/01/2014, Seção 1 pag. 134/135 RESOLUÇÃO NORMATIVA CFA Nº 439, DE 6 DE JANEIRO DE 2014 Dispõe sobre o pagamento de Diárias Nacionais e Internacionais, de Adicional de Deslocamento,

Leia mais

Os países indicados a seguir podem participar plenamente em todas as Ações do Programa Erasmus+: Noruega Turquia Sérvia3

Os países indicados a seguir podem participar plenamente em todas as Ações do Programa Erasmus+: Noruega Turquia Sérvia3 Países elegíveis O Programa Erasmus+ está aberto aos seguintes países: Países do Programa Os países indicados a seguir podem participar plenamente em todas as Ações do Programa Erasmus+: Estados-Membros

Leia mais

ESTADOS MEMBROS DAS NAÇÕES UNIDAS

ESTADOS MEMBROS DAS NAÇÕES UNIDAS ESTADOS MEMBROS DAS NAÇÕES UNIDAS Segue-se a lista (de acordo com a ordem alfabética em português) dos 191 Estados Membros das Nações Unidas com as datas em que aderiram à Organização: Membros Data de

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02, DE 2 DE MARÇO DE 2018.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02, DE 2 DE MARÇO DE 2018. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02, DE 2 DE MARÇO DE 2018. Regulamenta procedimentos para a concessão de ajuda de custo - diárias e passagens no âmbito da BIOTEC-AMAZÔNIA, e dá outras providências. O DIRETOR-PRESIDENTE

Leia mais

Ciclo do Projeto MDL Validação

Ciclo do Projeto MDL Validação Brasil e o MDL MDL Baseado na proposta brasileira de 1997 de estabelecimento de um Fundo de Desenvolvimento Limpo, adotada pelo G77 e China e, modificada como mecanismo, adotada em Quioto Brasil foi o

Leia mais

Ação Cultural Externa Relatório Anual 2014 Indicadores. 2. Número de iniciativas apoiadas por áreas geográficas

Ação Cultural Externa Relatório Anual 2014 Indicadores. 2. Número de iniciativas apoiadas por áreas geográficas Ação Cultural Externa Relatório Anual 2014 Indicadores 1. Iniciativas apoiadas pelo Camões, IP a) número (total): 1071 2. Número de iniciativas apoiadas por áreas geográficas Áreas Geográficas Nº Iniciativas

Leia mais