POSTHUMAN TANTRA: PROJETO MULTIMÍDIA SCI-FI AMBIENT

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1 POSTHUMAN TANTRA: PROJETO MULTIMÍDIA SCI-FI AMBIENT Dr. Edgar Franco Faculdade de Artes Visuais & Mestrado em Cultura Visual / UFG Resumo O Posthuman Tantra é um projeto multimídia baseado na Aurora Pós-humana - universo ficcional inspirado pelas possibilidades futuras dos avanços da tecnociência e a possível emergência transumana, além de aspectos tecnognósticos desse futuro hipertecnológico. Ele foi criado em 2004 pela necessidade de gerar ambiências sonoras para os meus trabalhos artísticos em múltiplas mídias e acabou tornando-se um novo canal de expressão artística que funde música experimental de base digital, criação de imagens híbridas, vídeos, HQtrônicas e web arte. Esse artigo destaca os conceitos básicos geradores dos processos criativos envolvidos na produção das obras do Posthuman Tantra, sobretudo o primeiro CD Neocortex Plug-in lançado pela gravadora suíça Legatus Records. Palavras-chave: Arte e tecnologia, Pós-humano, Ficção Científica, Música Eletrônica, HQtrônica. Abstract Posthuman Tantra is a multimedia project based on the "Posthuman Dawn" - a fictional universe inspired by the future possibilities technoscience's advances bring about and the possible transhuman rise and technognostic aspects of this hypertechnological future. It was created in 2004 by the necessity of generating sound environments for my artistic work in multiple medias, and turned out to be a new channel of artistic expression which mends experimental music of digital basis to the creation of hybrid images, videos, HQtrônicas (Electronic Comics) and web art. This article underlines the basic concepts that generate the creative processes involved in the production of Posthuman Tantra's work, specially its first CD "Neocortex Plug-in", released by the Swiss label Legatus Records. Key words: Art & Technology, Posthuman, Science Fiction, Electronic Music, e-comics. O Posthuman Tantra no contexto da Aurora Pós-humana. O Posthuman Tantra pretende ser um casamento constante entre as criações artísticas em múltiplas mídias de Edgar Franco & o universo da música eletrônica. Desde sua criação o projeto já participou de dezenas de compilações em três continentes e lançou álbuns em parceria com a banda francesa Melek-tha, além dos CDs Pissing Nanorobots (Independente, 2004) e Neocortex Plug-in, lançado pelo selo suíço Legatus Records em 2007, sendo que o Posthuman Tantra foi um dos primeiros projetos de música eletrônica ambient do Brasil a assinar com um selo europeu. A one-man-band tem recebido resenhas positivas em importantes veículos como na revista Judas Kiss da Inglaterra, no site bielorusso The Machinist (no qual Pissing Nanorobots recebeu nota 9) e na revista brasileira Rock Hard Valhalla (a qual 357

2 incluiu entrevista e resenha de Neocortex Plug-in também com nota 9). Atualmente o Posthuman Tantra está finalizando o seu novo álbum que, além das músicas, envolve um trabalho conceitual plástico nas ilustrações do CD, um vídeo clipe exclusive e faixa multimídia composta por uma nova narrativa híbrida hipermídia (HQtrônica). O trabalho será lançado pela Legatus Records (Suíça) em O estilo musical praticado pelo projeto pode ser classificado como Sci-Fi Ambient, ou seja, música ambiental de ficção científica. Toda a música é gerada digitalmente a partir de múltiplos softwares e plug-ins musicais, além de teclados controladores. O Posthuman Tantra surgiu de minha necessidade intrínseca de pensar todos os aspectos relativos à Aurora Pós-humana, um universo ficcional multimídia inspirado pela emergência transumana e criado para ambientar minhas criações artísticas em múltiplas mídias, das histórias em quadrinhos à instalação interativa. A partir de uma experiência anterior com música e do encontro com as sonoridades eletrônico-digitais decidi criar um projeto musicalmultimídia que gerasse as ambiências sonoras para minha ficção e que corroborasse a visão prospectiva sobre esse futuro pós-humano em sua concepção lírica. O projeto iniciou como algo menor no contexto de minha produção artística multimídia, mas aos poucos foi crescendo e atualmente é um trabalho para o qual dedico muito de meu tempo. É importante esclarecer que desde o início o projeto nasceu com uma proposta multimidiática, não é simplesmente a música experimental eletrônico-digital que o engendra, a parte visual composta por minhas ilustrações, cards que acompanham os CDs e toda uma performance multimídia construída a partir de meus desenhos e narrativas intermídia comporá as apresentações ao vivo do projeto que estão em fase de preparação. A faixa multimídia presente no primeiro CD Neocortex Plug-in é um exemplo importante dessa minha proposta ela não é simplesmente um vídeo clipe, é em si um trabalho de arte conceitual interativo, uma HQtrônica. 358

3 O nome Posthuman Tantra apresenta esse paradoxo poético curioso: qual seria a dinâmica energético-sexual tântrica para essas novas criaturas híbridas pós-humanas? Também funde tecnologia & transcendência, numa espécie de tecnomística, como destaca Erik Davis: A tecnologia tem ajudado a desmistificar o mundo, forçando as redes simbólicas ancestrais a abrirem caminho para os confusos e seculares planos de desenvolvimento econômico e progresso material. Mas os velhos fantasmas e questionamentos metafísicos não desapareceram, muitas vezes eles estão mascarados no underground infiltrando-se na cultura, psicologia e motivações mitológicas que formam o mundo moderno. Os impulsos místicos, algumas vezes estão incorporados nas muitas tecnologias que supostamente ajudariam a livrar-se deles. Esses são os impulsos tecnomísticos, muitas vezes sublimados, ou mascarados nos detritos pop da ficção científica e dos videogames (DAVIS, 1998:5). A Aurora Pós-humana é um universo ficcional futurista inspirado por artistas, cientistas e filósofos que refletem sobre o impacto das novas tecnologias: bioengenharia, nanotecnologia, robótica, telemática e realidade virtual sobre a espécie humana. A base bibliográfica para o desenvolvimento da Aurora Póshumana envolve o estudo das obras e artigos de artistas como Stelarc, Roy Ascott, Natasha Vita-more, Eduardo Kac, Mark Pauline, Orlan, H.R.Giger, Diana Domingues; de filósofos, cientistas e sociológos como Max More, Ray Kurzweil, Laymert Garcia, Hans Moravec, Vernon Vinge, James Lovelock, Teilhard de Chardin, Maturana e Varella, Stanislav Grof, entre outros. Para sua criação também me inspirei no reflexo desses questionamentos na cultura de massa, com o surgimento de filmes (Matrix, 13º Andar, Gattaca, A.I. Inteligência Artificial) e de seitas como as dos Extropianos, Prometeístas, Transtopianos e Raelianos. Esses últimos, por exemplo, crêem na clonagem como possibilidade de acesso à vida eterna, nos alimentos transgênicos como responsáveis futuros pelo fim da fome no planeta, e na nanotecnologia e robótica como panacéia que eliminará o trabalho humano, liderados pelo pseudo-guru Raël, um hedonista que constrói todo seu discurso a partir das previsões mais otimistas da ciência. As discussões levantadas por filósofos e cientistas sociais tomam muitas vezes como base os vislumbres da ficção científica e muitos movimentos que têm aflorado no seio da cibercultura chamam de estágio transhumano o momento que estamos atravessando com destino à pós-humanidade. Uma das características principais desses movimentos é o seu caráter dogmático, demonstrando que ao contrário do que possa parecer, a cibercultura é um 359

4 campo fértil para o desenvolvimento de novas visões místicas e transcendentes. Como bem ressalta Francisco Rüdiger: De Hans Moravec e Danny Hillis a Ray Kurzweil e Olliver Dyens não tem faltado pregadores cada vez menos disfarçados de cientistas defendendo que, num futuro próximo, a experiência humana registrada pelo córtex cerebral será transferida para os computadores. O cérebro, defendem, deverá se tornar a interface da rede. A síntese dialética entre cultura e natureza se dará com nosso ingresso no estágio da vida artificial: caberá à máquina a condição de morada do ser da qual falava Heidegger (RÜDIGER, 2002: 35). A idéia básica da Aurora Pós-humana foi imaginar um futuro, não muito distante, no qual a maioria das proposições da tecnociência de ponta tornassem-se uma realidade trivial, e a raça humana já tivesse passado por uma ruptura brusca de valores, de forma (física) e conteúdo (ideológico/religioso/social/cultural). Imaginei um futuro em que a transferência da consciência humana para chips de computador seja algo possível e cotidiano. Nele milhares de pessoas abandonarão seus corpos orgânicos por novas interfaces robóticas; imaginei também que neste futuro hipotético a bioengenharia tenha avançado tanto que permita a hibridização genética entre humanos, animais e vegetais, gerando infinitas possibilidades de mixagem antropomórfica, seres que em suas características físicas remetem-nos imediatamente às quimeras mitológicas. Finalmente imaginei que estas duas "espécies" pós-humanas tornaram-se culturas antagônicas e hegemônicas disputando o poder em cidades estado ao redor do globo enquanto uma pequena parcela da população, uma casta oprimida e em vias de extinção, insiste em preservar as características humanas, resistindo às mudanças. Dessas três espécies que convivem nesse planeta terra futuro, duas são o que podemos chamar de pós-humanas, sendo elas os "Extropianos" (seres abiológicos, resultado do upload da consciência para chips de computador) e os "Tecnogenéticos" (seres híbridos de humano e animal, frutos do avanço da biotecnologia e nanoengenharia), tanto Extropianos, quanto Tecnogenéticos contam com o auxílio respectivamente de "Golens de Silício" robôs com inteligência artificial avançada (alguns reivindicam a igualdade perante as outras espécies) e "Golens Orgânicos" robôs biológicos, serventes dos 360

5 Tecnogenéticos. A última espécie presente nesse contexto é a dos "Resistentes", seres humanos no "sentido tradicional", espécie em extinção correspondendo a menos de 5% da população do planeta. Este universo tem sido aos poucos detalhado com dezenas de parâmetros e características, trata-se de um work in progress que toma como base todas as prospecções da tecnociência e das artes de ponta para reestruturar seus parâmetros, a partir dele já foram desenvolvidos uma série de trabalhos artísticos em diversas mídias e suportes e atualmente outras obras estão em andamento. Já foram criados para a hipermídia: o site Neomaso Prometeu (Menção honrosa no 13º Festival Videobrasil), o trabalho em CD-ROM Ariadne e o Labirinto Pós-humano (integrante da mostra SESC SP de artes ), o site de vida artificial O Mito Ômega (em desenvolvimento), a faixa multimídia Game-o-tech 2.0 (incluída no CD Neocortex Plug-in). Nos quadrinhos desenvolvo a trilogia BioCyberDrama (parceria com o quadrinhista Mozart Couto), com o primeiro álbum lançado pela editora Opera Graphica (que recebeu o prêmio Ângelo Agostini de melhor desenho de 2003) e também a revista em quadrinhos Artlectos e Pós-humanos que já teve 3 números publicados. Atualmente estou desenvolvendo, em parceria com os artistas Fábio Oliveira Nunes e Soraya Braz, a ciberinstalação Alice 2.0. Além desses trabalhos, todos os lançamentos do Posthuman Tantra são obras conceituais que tomam como base aspectos diversos da Aurora Pós-humana. Pissing Nanorobots: Ensaio sonoro-digital sobre sexualidades pós-humanas. Pissing Nanorobots (Figura 1) foi o primeiro CD demo do Posthuman Tantra lançado de forma independente em O trabalho foi concebido como uma reflexão conceitual sobre as possíveis sexualidades renovadas e reformatadas no contexto da Aurora Pós-humana, incluindo 14 faixas. Em meu universo conceitual pós-humano a evolução tecnológica e da consciência possibilitou a migração psicossexual dos desejos da atual era Freudiana - estruturada sobre 361

6 traumas e tabus sexuais, além dos desejos reprimidos -, avançar para uma era Junguiana - acesso ao inconsciente das espécies -, e finalmente mergulhar em uma era Grofiana (Stanislav Grof), caracterizada pela penetração no inconsciente universal. Mas nos estágios iniciais de aceleração tecnológica a sexualidade em transformação produzirá novas perversões e múltiplas insanidades como robô-copulações doentias, a criação de andróides escravos sexuais e a degeneração de alguns humanos que vibram só nas baixas freqüências. Mas ao longo das décadas a liberação sexual pós-humana terá resultados positivos, pois liberará a humanidade do estigma Freudiano. Figura 1 Capa do CD Pissing Nanorobots. Fonte: O Autor (2004). No Japão os robôs de companhia estão sendo desenvolvidos e existe uma grande preocupação em duplicar expressões humanas neles, fazê-los quase humanos, ou seja, humanóides. Mas na falocracia norte americana a maioria dos robôs continuam inumanos e burros, monstros metálicos feitos para a guerra. Na Aurora Pós-humana é do extremo oriente que surgem os primeiros escravos sexuais pós-humanos, robôs como no filme A.I. (2001, EUA, Spielberg & Kubrick). Em minha ficção, nos primórdios transumanos ainda existe uma grande resistência à clonagem e criação biotecnológica, portanto as bonecas biotecnológicas sexuais de carne e osso mas com o cérebro 362

7 positrônico, surgem apenas em uma segunda fase. Em minha FC tento projetar-me no futuro, realizar um verdadeiro salto quântico para vestir a pele desses seres que habitam um mundo hipotético, ao mesmo tempo refletir metaforicamente sobre a realidade contemporânea da imbricação homemtecnologia. Eu coloco um pouco de mim e de todos os meus questionamentos, incertezas, vicissitudes e contradições em cada um de meus seres, minhas personagens são múltiplas frações de minha alma, retratos fractais holográficos daquilo que está no meu interior. No contexto da Aurora Pós-humana a sexualidade das criaturas é a mais variada e iconoclasta. Imagine que existem os mais diversos humanimais, como híbridos de mulher e golfinho, homem e cavalo, e todos podem ser hermafroditas, possuindo múltiplos órgãos sexuais masculinos e femininos. Você pode colocar um pênis de asno em sua testa e sua parceira uma vagina de baleia entre os olhos. Na Aurora Pós-humana a genética está tão avançada que consegue produzir essas aberrações e irrigá-las, além de gerar novas conexões neuronais múltiplas, ampliando a região cerebral responsável pelo orgasmo. Os tabus e taras sexuais podem ser quebrados e vividos livremente. No contexto de meu universo essa total liberação sexual propõe que as amarras sexuais nunca foram um problema real, toda a moral era simplesmente um bloqueio ancestral baseado em dogmas arcaicos. E com a liberação e realização completa dos desejos sexuais as criaturas podem finalmente concentrar seu pensamento e desejo em uma verdadeira evolução da consciência na busca da transcendência. O álbum Pissing Nanorobots parte dessa concepção de sexualidades póshumanas como conceito instigador para a geração das músicas, faixas como Cum Nanochips e Cloneborg Chamaleon s Body traduzem em sons industriais ambientais as múltiplas formas de copulação nesse contexto ficcional póshumano. A faixa Penetrate the Virgin Bioport é um tema deliberadamente criado com inspiração no filme existenz (Canadá, 1999) do cineasta canadense David Cronenberg, nele, a bioborta é um orifício aberto na base da coluna vertebral para receber o plugue de um game biológico que é 363

8 alimentado a partir do sangue do jogador que flui através dele. No filme a bioporta tem esse duplo sentido, ao mesmo tempo que abre a conexão para esse mundo de ilusões virtuais também é um novo orifício corpóreo com conotações sexuais, algo como um segundo ânus. Existe algo de grotesco e ao mesmo tempo curioso nessa fascinação de Cronenberg por orifícios tecnológicos, uma espécie de tecnofetichismo que também aparece em outro de seus grandes filmes Videodrome (Canadá, 1983). Penetrate the Virgin Bioport é uma elegia musical inspirada por esse fetichismo pós-humano. Também em Pissing Nanorobots existe outra homenagem explícita a Cronenberg, a faixa Allegra Geller s Memorial, composta em memória da programadora de jogos do filme existenz que se chama Allegra - em um de seus jogos você literalmente é Deus, esse é o seu papel no game - uma estranha e brilhante proposta de neo-transcendência, viver como Deus em um universo de realidade virtual, passar toda sua vida lá, numa matrix divinatória. A boa repercussão de Pissing Nanorobots permitiu ao Posthuman Tantra assinar o contrato com a gravadora suíça Legatus Records para o lançamento de Neocortex Plug-in, primeiro álbum oficial do projeto. Neocortex Plug-in: Tecno-transcendência. Neocortex Plug-in (Figura 2), primeiro álbum oficial do Posthuman Tantra, foi lançado na Suíça pela gravadora Legatus Records. O Posthuman Tantra já havia lançado uma demo e participado de coletâneas na Itália, Austrália e Brasil, além de ter produzido em parceria com a lendária banda francesa de death ambient Melek-Tha os álbuns Kelemath Trilogy & Asylum of Slaves, lançados na França. Com a boa recepção desses trabalhos o projeto assinou contrato com a Legatus Records para o lançamento de seu debut, tornando-se uma das primeiras bandas brasileiras do gênero ambient a assinarem contrato com um selo europeu. Neocortex Plug-in é o primeiro full-lenght do Posthuman Tantra e conta com uma produção excelente tendo sido masterizado na Suíça no renomado estúdio BWS, onde foram masterizados álbuns de bandas como Lordren, Rod's'in Molly, Scush, Gargula Valzer, Infinite Dreams, Black Jade, 364

9 Morgat, Delirium, Dark Moon & Chapter Seven. O álbum conta com participações muito especiais de músicos da cena darkwave e industrial como Lord Evil do Melek-Tha, e o músico e renomado escritor cyberpunk japonês Kenji Siratori, além de Mike Vonlanthen da respeitada banda suíça de EBM TransZendenZ, entre outros convidados especiais como o quadrinhista autoral brasileiro Gazy Andraus que colobora brevemente nos vocais de uma faixa. Figura 2 Capa do CD Neocortex Plug-in. Fonte: O Autor (2007). A temática de todas as músicas do CD envolve o embate entre os possíveis caminhos da nossa relação com os avanços tecnológicos e a transcendência. O álbum sofreu forte influência conceitual da obra de artistas visionários que refletem sobre a iminente condição pós-humana, como Orlan, H. R. Giger, Mark Pauline, Natasha Vita-More, Stelarc, Roy Ascott, Diana Domingues, Eduardo Kac, David Cronenberg, e alguns aspectos de movimentos como The Extropy, Transhumanism & Immortalism. Já a visão tecno-transcendentalista é inspirada por pensadores como R.A.W., Terence MacKenna, Buckminster Fuller, Teilhard de Chardin, Aldous Huxley, Madame Blavatsky, John C. Lilly, Tim Leary, Giordano Bruno, John Dee, Gurdjief, A.O.Spare, William Blake, Rupert Sheldrake, Ken Wilber, P.K.Dick, Crowley, Stanislav Grof, entre outros. 365

10 Toda a concepção lírica de Neocortex Plug-in parte do universo ficcional da Aurora Pós-humana, apresentando múltiplas possibilidades para esse futuro hipertecnologizado. Aliadas a esses aspectos ficcionais eu incluo minhas investigações e experiências de transcendência e tecnognose, além de minhas buscas como magista caótico. Cada faixa envolve um conceito principal dentro desse contexto. Abaixo destaco os conceitos que engendraram os aspectos líricos e sonoros de todas as faixas presentes no álbum, inclusive a HQtrônica Game-o-tech 2.0: 1 - The Omega Neocortex: Faixa que abre o CD, com forte clima onírico & transcendente. Música instrumental na qual tentei capturar a essência da proposta do visionário Teilhard de Chardin, ele anteviu o surgimento de uma rede global que conectaria a consciência de todos os homens e seres vivos do planeta, chamou essa rede de Noosfera. Quando ela estiver completa Gaia acordará como um planeta consciente e nós seremos seus trilhões de neurônios, neurônios do grande Neocortex ômega de Gaia. 2 - Visions From The Abyssal Neurogenetic Circuit: Faixa instrumental baseada nas possibilidades de transe através de realidades virtuais computacionais, transes tecnológicos semelhantes aos dos enteógenos. Transes que poderão fazer com que alcancemos as verdades universais através de nosso circuito neurogenético (presente no DNA). Trata da possível descoberta da consciência cósmica com auxílio da tecnologia. É inspirada nas reflexões de Roy Ascott & Robert Anton Wilson. 3 - Glorification of our Nanotechpain: Música densa e obscura com várias participações vocais (entre elas a de Kenji Siratori escritor cyberpunk Japonês & Mike, mentor da banda suíça TransZendenZ). O conceito que a engendrou trata das ameaças possíveis como a criação de nanorobôs que inicialmente serão gerados para erradicação de doenças, mas depois passarão a ser produzidos em larga escala de forma clandestina para inocular novas doenças e fazer uma poderosíssima indústria farmacêutica do futuro lucrar com 366

11 a venda de nanorobôs antídoto. É o continuísmo, a alta tecnologia aliada ao velho mercantilismo e egoísmo humano. 4 - Downloading my Universal Conscience Through Cyber Pulmonary's Pranayama: A técnica milenar do Pranayama utilizada em conexão com os novos dispositivos de imersão em realidades virtuais objetivando o alcance da consciência universal. É mais uma faixa tecnognóstica que propõe estas possibilidades. 5 - Biotech Antenna to Receive Morphic Resonances from the Mu Continent: Esta faixa - que funde atmospheric, noise e industrial em sua sonoridade - trata de implantes biotecnológicos, unindo chips de silício a conexões neuronais. A criação de dispositivos tecnológicos que simulem realidades vegetais e possibilitem uma ligação neuroatómica com os circuitos ancestrais da humanidade, bebendo do conhecimento das primeiras raças cônscias que habitaram o planeta Terra, como a raça do extinto continente de Mu, descritas por Madame Blavatsky. Também envolve o conceito de ressonância mórfica definido pelo biólogo inglês Rupert Sheldrake. 6 - The Biocybershamans' Cosmic Vortex Cult: Essa é sobre xamanismo tecnológico, buscas de minha estrutura de pensamento como magista caótico. Para mim é uma das faixas mais densas e hipnóticas de Neocortex Plug-in, foi composta quase que instantaneamente, numa espécie de transe criativo. 7 - My Eternal Avatar: Uma criatura digital que nos represente em um mundo de realidade virtual poderá viver eternamente, continuar existindo, carregando nossas memórias e desejos mesmo depois que nosso corpo biológico fenecer. É a faixa mais antiga do álbum e também a mais curta, foi a primeira que gravei, trabalhei em meus vocais por algum tempo para chegar à textura que desejava. 8 - Revelations of the Absinthe Simulator's Nanochip: Essa trata também de possibilidades de fuga através de universos virtuais, a degradante busca 367

12 tecnológica de simular sensações primitivas e corruptoras do sistema nervoso central. O escapismo que sempre esteve ligado ao universo da maioria das drogas sendo repetido pelos processos tecnológicos, é uma faixa nigredo, abissal, mostra o lado obscuro da tecnologia, seu continuísmo egóico, o caminho que poderá levar a humanidade à extinção. 9 - Hymn in Praise of the New Hyper Conscience Receptacles - The Flesh Rottens and Disappears, Image and Memory Still Remain: Às vezes sentimos uma estranha distância entre o que fomos no passado e o que somos agora. Olhamos fotos, ouvimos nossa voz gravada e não nos reconhecemos. A cada sete anos nossos átomos são substituídos completamente, nossa matéria não contém mais nada do que éramos, mas a memória permanece e nos dá identidade. Se conseguirmos transplantar essa memória e a mente com sua rede de ressonâncias mórficas universais, poderemos viver eternamente. Talvez seja minha faixa preferida de todo o álbum, abre com uma gravação que recuperei de uma velha fita cassete, eu e meu pai conversando no ano de 1976, eu tinha 5 anos de idade. Fecha com minha mãe entoando uma das canções que adorava cantar quando eu era criança. No meio dela ainda incluí as risadas de minha esposa uma das coisas mais agradáveis do mundo para mim. Não consigo escutar essa faixa sem me emocionar. 10 Insonho: Esta faixa surgiu a partir de um poema quântico-alquímico que havia escrito há algum tempo, ele é dividido em 5 partes. A música tem algo de mantrico e foi construída segundo meus princípios pessoais de magia do caos. É a mais longa do álbum e a única cantada em português. Segue a letra, incluindo suas subdivisões: (Parte 1) O Taciturno Tabulador de Falsas Realidades: Hemisférios amarrados / sinapses guardiãs do ilusório / neurônios cegos / hipotálamo reacionário / montículos de carne no cerne da matéria / tabulando realidades / obstruindo a essência / sempre? (Parte 2) O Inconquistável Reino da Verdade Indefinível: A nossa fantasia de carne / não mais possui olhos / eles foram perfurados pelo apelo mesquinho da existência/ esquecidos pelo brinquedo chamado consciência. (Parte 3) Os Mistérios Insondáveis das Falsas Coincidências: Ao mesmo tempo/ mil borboletas azuis / 368

13 pousaram sobre a testa de mil garotas virgens / nos mais distantes pontos da terra / e ninguém percebeu. (Parte 4) A Ninfa-desejo da Pseudo-realidade Contra a Interna Pureza Eterna: Sonho que sonha sonhando / sonho que antecede o sonhador / sonho que persiste ao sonhador / sonho que não é / insonho. (Parte 5) Sincrônica Sinfonia: Antes do delírio do Big-Bang / além da ilusão curva do Universo / através dos quarks e das infinitas partículas que os engendram / dentro da geratriz dos fractais / paralelamente às chaves do DNA / sobre a ilusão da consciência / sob o magma obtuso da morte / cantam abraçados em uma cópula eterna o nada e o tudo / procriando jovens realidades tão voláteis quanto doces The Immortalist s New Horizon: Faixa instrumental que fecha a parte musical do álbum (já que a faixa 12 é uma experiência multimídia). Traz uma atmosfera meio espacial, algo setentista com ecos de Vangelis e Klaus Schulze. É simplesmente uma homenagem a todos os iconoclastas grandes pensadores das possibilidades de expansão da consciência e dos arautos da pós-humanidade. No CD cito todos os homenageados pela faixa que são fonte de inspiração para meu trabalho artístico: Dimas Franco (meu pai e eterno guru), R.A.W., Terence MacKenna, Buckminster Fuller, Teilhard de Chardin, Aldous Huxley, Madame Blavatsky, John C. Lilly, Tim Leary, Giordano Bruno, John Dee, Gurdjieff, A.O.Spare, William Blake, Rupert Sheldrake, Ken Wilber, P.K.Dick, Crowley, Stanislav Grof, Orlan, H. R. Giger, Mark Pauline, Max More, Stelarc, Roy Ascott, Eduardo Kac, David Cronenberg, Enki Bilal, Caza, Wilhelm Reich, Gunther Von Hagens, Arcimboldo, André Carneiro, M.C. Escher, Joseph Campbell, Hans Moravec, Ray Kurzweil, Vernon Vinge & Francisco de Assis. 12 Game-o-tech 2.0 (Faixa Multimídia): Trata-se de uma faixa interativa criada a partir de meus desenhos e montada no software Flash, no trabalho contei com o auxílio do web artista Fábio FON e ainda com participações especiais na guitarra e vocais. O título é um trocadilho/neologismo utilizando o termo brinquedoteca e trocando o Q pelo G, criando Game-o-tech (bringuedoteca em português em uma versão do trabalho incluída na revista multimídia objeto Nóisgrande ), no qual as letras G, T, C & A fazem 369

14 referência explícita às bases de nucleotídeos do DNA - guanina, timina, citosina e adenina. Já o 2.0 refere-se à essa nova versão de uma brinquedoteca infantil um playground pós-humano. No trabalho as criaturas híbridas humanimais e os andróides são apresentados como produtos, objetos vivos patenteados para servirem como brinquedos para as crianças nesse contexto futuro. As brincadeiras desse novo playground são sádicas e cruéis, envolvendo sofrimento e dor das criaturas vivas meros objetos de diversão para seus interlocutores eles metaforizam os brinquedos tecnológicos contemporâneos, sobretudo o universo dos games de computador tão repleto de violência sanguinolenta coreografada. A destruição sádica dos avatares inimigos nos games é substituída na bringuedoteca pela vivissecação dos novos brinquedos biotecnológicos patenteados pelas multinacionais. As antigas coreografias virtuais tornam-se novas experiências de crueldade divertida para essas crianças de moralidade reestruturada pelos processos tecnológicos. No final o prazer do poder sobre as vidas híbridas coisificadas confunde-se com um orgasmo. O trabalho reflete sobre a aceleração da coisificação da vida através dos processos de criação e patenteamento de seres vivos híbridos, trata também de possíveis reestruturações na ordem moral e ética humana a partir dos ditos avanços tecnológicos. Considerações Finais. O que procuro retratar na maioria das letras e conceitos das músicas do Posthuman Tantra são as incessantes contradições da espécie humana. Muitas vezes apresento um mundo ficcional hiper-tecnologizado do futuro no qual os problemas básicos continuam os mesmos: ódio racial, pretensa superioridade cultural e religiosa, desamor, assassinatos e egoísmoegocentrismo. Estou refletindo até que ponto os avanços da tecnociência não continuarão sendo apenas avanços superficiais que não modificarão a 370

15 consciência da espécie. Por outro lado, em muitas músicas proponho possibilidades de alcançarmos a transcendência através dos processos tecnológicos. Essas possibilidades são sugeridas nas reflexões de pensadores como R.A.W. & Ray Kurzweil. Particularmente acredito que temos a possibilidade de reverter a tendência entrópica da espécie humana através de nossa produção de conhecimento - a aceleração tecnológica, só que para isso será preciso acordarmos o sentimento mais nobre e valoroso que existe: o amor. Amor por nossa espécie, amor pelo planeta, amor pela galáxia, amor pelo Universo. O racionalismo cartesiano afastou o conhecimento do amor, desconectando o homem da natureza, o resultado é uma técnica/tecnologia sem ética. A música do Posthuman Tantra procura demonstrar como a tecnologia presa ao mundo cartesiano irá sempre levar-nos ao eterno uroboros (a cobra que morde o rabo) da autocomiseração e autodestruição, mas ao mesmo tempo propõe de forma poética as possibilidades de escaparmos a essa entropia da espécie (tendência à total aniquilação). Isso dependerá da forma como nos desvencilharmos dos velhos paradigmas mecanicistas racionalistas, aliando uma visão transcendente holística da vida e do Universo aos avanços da tecnologia. Sem essa união a tecnologia continuará inócua e atendendo aos interesses egóicos de indivíduos e corporações. Referências Bibliográficas: ASCOTT, Roy. Quando a Onça se Deita com a Ovelha: a Arte com Mídias Úmidas e a Cultura Pós-biológica, in: Arte e Vida no Século XXI Tecnologia, Ciência e Criatividade (Diana Domingues org.), São Paulo: Editora Unesp, 2003, pp CHARDIN, Pierre Teilhard de. O Fenômeno Humano, São Paulo: Cultrix, DAVIS, Erik. Techgnosis - Myth, Magic and Mysticism in the Age of Information, New York: Harmony Books, FELINTO, Erick. A Religião das Máquinas Ensaios sobre o Imaginário da Cibercultura, Porto Alegre: Sulina, FRANCO, Edgar. HQtrônicas: Do Suporte Papel à Rede Internet, São Paulo: Annablume/Fapesp, 2ª Edição, GROF, Stanislav. A Mente Holotrópica: Novos Conhecimentos Sobre Psicologia e 371

16 Pesquisa da Consciência, Rio de Janeiro: Rocco, KURZWEIL, Ray. A Era das Máquinas Espirituais, São Paulo: Aleph, RÜDIGER, Francisco. Elementos para a Crítica da Cibercultura, São Paulo: Hacker Editores, SANTAELLA, Lucia. Culturas e Artes do Pós-Humano: Da Cultura das Mídias à Cibercultura, São Paulo: Paulus, Edgar Silveira Franco é mestre em multimeios pela Unicamp e doutor em artes pela USP. Autor do livro HQtrônicas, sua pesquisa de doutorado, Perspectivas Pós-Humanas nas Ciberartes, foi premiada no programa Rumos 2003 do Itaú Cultural SP. Além disso, é artista multimídia com trabalhos em múltiplos suportes e professor do Mestrado em Cultura Visual da UFG. 372

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