Política do grupo para HIV/AIDS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Política do grupo para HIV/AIDS"

Transcrição

1 Poítica do grupo para HIV/AIDS A Ango American pc reconhece a tragédia humana causada pea epidemia de HIV/AIDS, particuarmente na África sub-saariana. Estamos preocupados com a gravidade e as impicações da epidemia para nossos empregados, suas famíias e as comunidades dentro das quais operamos nossos negócios. O objetivo da empresa é reduzir o medo do HIV/ AIDS e contribuir no sentido de minimizar as conseqüências desta epidemia no âmbito socia, econômico e de desenvovimento. A Ango American está respondendo às necessidades humanas da epidemia com apoio e de uma maneira positiva e não discriminatória, de modo que as pessoas que vivem com HIV/AIDS possam ser francas quanto à sua condição de portadoras de HIV sem medo de estigma ou rejeição. Esta poítica da Ango American reativa ao HIV/AIDS baseia-se nos princípios dos direitos humanos, que acreditamos serem fundamentais para uma resposta efetiva ao HIV/AIDS. Cynthia Carro, CEO, Ango American pc INÍCIO 1 ELIMINAÇÃO DE ESTIGMA E DISCRIMINAÇÃO 2 CONFIDENCIALIDADE 2 NÃO-DISCRIMINAÇÃO 2 IGUALDADE DOS SEXOS 3 DIÁLOGO SOCIAL 3 EMPREGO 3 ACONSELHAMENTO E TESTES DE HIV 3 PREVENÇÃO 4 CUIDADOS, APOIO E TRATAMENTO 5 INVESTIMENTO SOCIAL DA COMUNIDADE 5 A Ango American acredita que a não-discriminação, bem como a troca de idéias, a incusão e o estímuo para a participação tota de todos os envovidos são princípios decisivos que sustentam as respostas ao HIV/AIDS. A magnitude do desafio de saúde apresentado peo HIV/AIDS é ta que, individuamente, as empresas não conseguem tratar sozinhas. Uma resposta abrangente e efetiva ao HIV/ AIDS exige uma parceria entre todos os envovidos. Ango American e suas operações estão, portanto, buscando trabahar com governos nacionais e estaduais e autoridades ocais, doadores internacionais tais como o Goba Fund to Fight AIDS, Tubercuosis and Maaria, (Fundo Mundia de uta contra a AIDS, Tubercuose e Maaria) ONGs e comunidades adequadas para adquirir a capacidade para uma resposta efetiva à epidemia. A Ango American ampia seus esforços para tornar púbicas suas respostas à epidemia de HIV/AIDS em países muito afetados e demonstrar que a epidemia é controáve. Esperamos que isto tenha um efeito positivo sobre o sentimento em reação ao investimento em tais países, especiamente no su da África. Ta investimento ajudará a atacar as causas-raiz da epidemia, que se encontram na pobreza, na saúde insatisfatória, ignorância sobre práticas sexuais seguras, ruptura socia, educação precária, desiguadade de sexos e no desemprego. Acreditamos que a resposta da Ango American à epidemia de AIDS seja uma contribuição significativa para o desenvovimento sustentáve e que ajudará a garantir a ucratividade contínua de nossos negócios. A poítica do Grupo reativa ao HIV/AIDS apóia as respostas mais importantes para a epidemia, a saber: eiminação do estigma e da discriminação com base na condição rea ou percebida de portador de HIV; prevenção de novas infecções; cuidados, apoio e tratamento para empregados e seus dependentes que estejam infectados e/ou afetados peo HIV/AIDS; investimentos sociais nas comunidade e administração e mitigação do impacto do HIV/AIDS. Reconhecendo o reacionamento íntimo entre a infecção de HIV e a tubercuose, a piora rápida da epidemia goba de tubercuose e o surgimento da tubercuose resistente a drogas em muitas partes do mundo, a Ango American busca integrar sua resposta ao HIV/AIDS com programas de controe da tubercuose onde for possíve. MONITORAÇÃO E AVALIAÇÃO 6 REVISÃO DA DIRETRIZ 6 1 Poítica do grupo Ango American pc para HIV/AIDS

2 DEFINIÇÃO DE DEPENDENTE Um dependente, para as finaidades de determinar a eegibiidade para acesso aos serviços de prevenção, cuidados, apoio e tratamento de HIV e AIDS, é definido como quaquer um dos seguintes: 1) O cônjuge de um empregado. 2) O parceiro de um empregado, sendo uma pessoa com quem o empregado tem um reacionamento comprometido e sério, semehante a um casamento, com base em critérios objetivos de dependência mútua e residência compartihada, independentemente do gênero de quaquer uma das duas partes. 3) Fiho natura, enteado ou adotado egamente e dependente de um empregado, que tenha menos de 21 anos de idade no dia 1o. de janeiro do ano em que o serviço deve ser prestado. 4) Um(a) viúvo(a) ou órfã(o) de um empregado que seja beneficiário da pensão da empresa ou fundo de previdência. Eiminação de estigma e de discriminação Confidenciaidade Um empregado que seja, ou se torne infectado peo HIV tem o direito à confidenciaidade e privacidade, como é o caso de quaquer empregado que tenha experimentado ou esteja experimentando quaquer outro incidente médico ou psicossocia. Os empregados infectados peo HIV não são obrigados a informar à gerência ou quaquer outra pessoa na organização sobre sua soroogia positiva ao HIV. Não existe quaquer justificativa para pedir aos candidatos ao emprego para revear informações pessoais reativas ao HIV. Tampouco os empregados são obrigados a revear aos coegas tais informações pessoais. São tomadas todas as precauções razoáveis para garantir que as informações reativas à condição individua em reação ao HIV fornecidas vountariamente a quaquer pessoa da organização ou averiguadas por meio de consuta médica, de teste de HIV ou reveação de condição conhecida de HIV - positivo sejam mantidas rigidamente confidenciais. Tais informações não são reveadas a nenhuma outra pessoa dentro ou fora da organização sem o consentimento expresso por escrito da pessoa. Manda Mnisi, tecnóogo responsáve peo aboratório de HIV/AIDS igado ao Centro de Saúde da Comunidade Bhubezi em Mpumaanga, África do Su As estatísticas resumidas da organização concernentes a índices de infecção por HIV do grupo e/ou outros resutados e comportamentos de risco reativos ao HIV/AIDS, compiadas a partir de testes individuais de HIV e/ou conhecimento, pesquisas de atitudes e práticas, podem ser compartihadas com o empregado de forma a respeitar a confidenciaidade das respostas e resutados individuais. Estas estatísticas são obtidas científica e eticamente e apenas fornecidas para pessoas externas envovidas uma vez que tenham sido feitas tentativas adequadas de compartihá-has com empregados e seus representantes. Não-discriminação A Ango American não toera quaquer forma de discriminação injusta contra aquees infectados com HIV e toma todas as medidas razoáveis para respeitar sua dignidade e seus direitos humanos. Todos os empregados, supervisores, gerentes e pessoa médico que saibam (ou pensam saber) de uma condição de portador de HIV de um indivíduo, são conscientizados dos requisitos e responsabiidades de reveação destas informações a terceiros e as consequências que poderiam surgir caso esta responsabiidade fosse ignorada. A Ango American reconhece que é preciso coragem para revear uma condição de HIV positivo e que ta reveação provoca o estigma associado à epidemia. O Grupo encoraja os empregados a serem abertos quanto à sua condição reativa ao HIV ou à AIDS caso assim desejem, e toma todas as medidas razoáveis para garantir que tais empregados não sofram discriminação injustamente nem sejam estigmatizados, e que tenham acesso a aconsehamento e apoio adequados. 2 Poítica do grupo Ango American pc para HIV/AIDS

3 Iguadade de gêneros A Ango American reconhece que as muheres têm mais probabiidade de serem infectadas e são afetadas com maior frequência e de modo adverso pea epidemia de HIV/AIDS do que os homens, por motivos bioógicos, sócio-cuturais e econômicos. A Ango American uta para iguaar as reações entre gêneros, reconhecendo que o empoderamento das muheres é vita para prevenir com sucesso a disseminação da infecção por HIV e possibiitar que eas enfrentem o HIV/AIDS. Diáogo socia A impementação bem sucedida de uma poítica e de um programa de HIV/AIDS exige cooperação e confiança entre empregadores, empregados e seus representantes e o Governo com o envovimento ativo de empregados infectados e afetados peo HIV/AIDS. A Ango American se empenha em formar aianças e criar parcerias para o desenvovimento de uma visão comum e uma estratégia compartihada com todas as partes interessadas. Emprego Exige-se que os candidatos a emprego, para quaquer cargo ou posição, submetam-se a um exame médico admissiona padrão. Isto não incui um teste de HIV, nem métodos de triagem indiretas, tais como perguntas em forma verba ou escrita sobre testes anteriores de HIV e/ou perguntas reativas à avaiação do comportamento de risco de HIV. O único critério reativo à saúde para empregar uma pessoa é sua aptidão física para executar o trabaho oferecido. Se a pessoa faa vountariamente sobre sua condição de portadora de HIV/AIDS, isto não poderá justificar a recusa em concuir, continuar ou renovar um contrato empregatício. Os empregados com HIV/AIDS são regidos peas mesmas obrigações contratuais de todos os outros empregados. Os empregados que se tornarem HIV - positivo continuarão a ser empregados a menos ou até que se tornem medicamente inaptos para trabahar. A incapacitação médica causada pea AIDS é tratada da mesma maneira que todas as outras condições de doenças nos termos da diretriz e procedimento de incapacitação da Ango American. A condição de portador de HIV de um empregado não é considerada motivo para quaquer outro empregado recusar-se a trabahar com ee/ea. Trabahar com uma pessoa HIV - positivo não cooca um empregado em risco de se tornar infectado no curso do contato norma de trabaho. A poítica da Ango American incui todas as aposentadorias por enfermidade, independentemente da causa, e não existem condições especiais para as pessoas com HIV/AIDS que as cooquem em desvantagem em reação a outras. Os empregados infectados por HIV e aquees que sofrem de AIDS têm direito à mesma icença por doença, incapacidade, pensão, benefícios médicos e por morte como todos os outros empregados. Aconsehamento e testes de HIV Godfrey Gomwe, chefe do Group Business Deveopment Africa, fazendo o teste de HIV A Ango American incentiva todos os empregados, especiamente aquees que vivem em países com ato índice de infecção por HIV, que passem por aconsehamento e testes vountários de HIV. Acreditamos que o aconsehamento e testes de HIV sejam uma intervenção crítica que ajuda a igar os cuidados e o apoio para aquees com infecção por HIV com nossos programas mais ampos de prevenção que visam mudar a tendência da epidemia de HIV/AIDS. Nenhum empregado é forçado ou coagido a fazer os testes de HIV. A Ango American acredita que a testagem de HIV reaizada por um fornecedor de 3 Poítica do grupo Ango American pc para HIV/AIDS

4 serviços de saúde seja um meio importante de aavancar os testes em países com um ata incidência de HIV. O acesso aos serviços adequados de apoio e aconsehamento sem custo para os empregados e adaptados segundo as diferentes necessidades e circunstâncias de homens e muheres, está disponíve aos empregados infectados e afetados peo HIV e seus dependentes. Onde estes serviços não forem oferecidos no oca, nossas empresas procurarão marcar o aconsehamento e testes de HIV/AIDS em centros/agências de aconsehamento e testagem a HIV aprovados, incusive grupos de auto-ajuda e serviços dentro da comunidade oca. É fornecido o aconsehamento antes e depois dos testes de HIV. A Ango American estende os serviços de aconsehamento e testes de HIV a contratados de ongo prazo na mesma base que os fornecidos para os empregados. O teste de HIV requer consentimento informado, o que impica em que a pessoa saiba e compreenda o que é o teste, por que é necessário, os benefícios, riscos, aternativas e quaquer impicação econômica ou socia do resutado. O aconsehamento fornece informações, educação e apoio psicoógico e emociona para manter a mehor condição de saúde e bem-estar e a capacidade de serem efetivos empregados e membros da sociedade o máximo de tempo possíve. Os serviços de aconsehamento informam aos empregados sobre seus direitos e benefícios em reação a programas governamentais de seguridade socia e benefícios médicos e outros, bem como quaisquer programas de práticas de vida que possam ajudar os empregados a enfrentar o HIV/AIDS. Os serviços de aconsehamento também são igados a programas de cuidados diretos e ao apoio para empregados e seus dependentes com HIV/AIDS. Os empregados são encorajados a motivar os parceiros sexuais e seus dependentes a vaerem-se dos serviços de aconsehamento e testes oferecidos pea organização, bem como daquees da comunidade. Prevenção As informações e os programas de educação sobre o HIV/AIDS devem ser disponibiizados para todos os empregados e precisam ser adequadamente mantidos, coordenados e dirigidos. Os programas deverão ser conduzidos de uma maneira que eve considerando os níveis de educação e afabetização e a necessidade de ser situado em um contexto cutura apropriado. As estratégias educacionais baseiam-se nas conversas entre empregadores e empregados e seus representantes e os métodos usados devem ser tão interativos e participativos quanto possíve. Nós nos esforçamos para garantir que nossas informações e programas educacionais sejam sensíveis, exatos e atuais. Os programas terão como objetivo: comunicar conhecimento básico sobre a doença e sua prevenção; criar a aceitação da comunidade de pessoas que vivem com o HIV/AIDS para evitar sentimentos de rejeição e isoamento; fornecer aos empregados informações sobre aconsehamento e testes vountários dentro da organização, sobre disponibiidade de programas de promoção da saúde e de medicamentos, sobre produtividade no trabaho e o que acontece quando os empregados estão incapacitados para o trabaho e seus direitos em caso de incapacidade médica para o trabaho; informar os empregados sobre medidas de proteção para quaquer pessoa potenciamente exposta ao HIV no curso de suas atividades. A empregada HIV positivo da Ango American Brasi Sivia Ameida entrega ao presidente brasieiro Lua um apeo das ONGs envovidas com a AIDS que pedem mais atenção para as campanhas de prevenção Estes programas de prevenção estão disponíveis para os empregados de todos os cargos. As empresas da Ango American são estimuadas a estender os programas de prevenção às famíias dos empregados e às comunidades igadas às suas operações, em parceria com Governos, Sindicatos, ONGs e agências de fomento. 4 Poítica do grupo Ango American pc para HIV/AIDS

5 Cuidados, apoio e tratamento Há uma cara evidência de que os cuidados, o apoio e o tratamento precoces mehoram a quaidade e a duração de vida das pessoas com HIV/AIDS. A empresa fornece assistência médica para os empregados HIV - positivo e seus dependentes, incusive com ajustes periódicos dos mesmos. As empresas do Grupo vão empenhar-se para: manter os empregados HIV - positivo e suas famíias saudáveis e produtivas o maior tempo possíve, por meio da participação precoce nos Programas de Gerenciamento de HIV/AIDS; prevenir infecções oportunistas que respondem pea maior parte da incapacitação e mortaidade reacionada à AIDS, particuarmente a tubercuose; eiminar a transmissão de mãe para fiho do HIV com a terapia antirretrovira (ART) adequada; oferecer a terapia antirretrovira (ART) adequada e efetiva de modo acessíve e sustentáve para todos os empregados e seus dependentes; providenciar o apoio de tratamento aternativo para os empregados que recebem ART e que saem da empresa por aguma razão, bem como para seus dependentes; providenciar acesso a cuidados, apoio e tratamento adequados para quaquer contratado de ongo prazo diagnosticado com infecção por HIV por meio dos programas de testes da empresa; fornecer profiaxia antirretrovira pós-exposição para quaquer empregado ou dependente assim que possíve depois de quaquer incidente rea ou potencia de exposição ao HIV; assegurar que os programas de cuidados e apoio a portadores de HIV sejam extensivos à comunidade por meio de provedores de serviços de saúde púbicos e privados e de ONGs; fornecer aconsehamento de administração para programas de HIV/AIDS da comunidade e faciitar seu acesso para provimento de fundos de doadores; faciitar o estabeecimento de grupos de auto-ajuda dentro da empresa ou o encaminhamento de empregados e seus dependentes afetados peo HIV/AIDS para grupos e organizações de apoio na comunidade oca. Leonard Stephens, gerente de compras, Ango China AIDS Media Partnership, que é parciam Investimento socia na comunidade A visão socia da Ango American é fazer uma contribuição duradoura para as comunidades em que operamos e ser um parceiro de escoha para governos e comunidades ocais. Considerando que o HIV/AIDS ameaça as comunidades onde atuamos, a Ango American busca compartihar o conhecimento obtido com programas de HIV/AIDS no trabaho e outros que utrapassam a comunidade e disseminar a apicação de boa prática de um modo que ajude a fortaecer os sistemas de saúde comunitários. 5 Poítica do grupo Ango American pc para HIV/AIDS John Standish-White, Chefe da Underground O prêmio do Presidente do Sindicato Naciona de a exceência do programa de HIV/AIDS da Ang

6 As empresas da Ango American executam avaiações socioeconômicas abrangentes em comunidades associadas com suas operações, incusive avaiações da saúde da comunidade, e desenvovem panos de envovimento socia em consuta com todas as partes interessadas. Os programas comunitários são projetados para capacitar serviços abrangentes para HIV e AIDS, em parceria com doadores, Governo oca e naciona, Sociedade Civi, Sindicatos e outras empresas e prestadores de serviços de saúde púbicos e privados. São agumas áreas de foco: acesso a testes e tratamento de HIV; atividades de prevenção de HIV, com ênfase particuar sobre a educação sexua de adoescentes; mehoria dos direitos sexua e reprodutivo e de saúde para muheres e meninas; e desenvovimento socioeconômico de muheres que vivem em comunidades carentes. Monitoramento e avaiação As empresas da Ango American vão monitorar e avaiar a evoução da epidemia de AIDS, considerando tendências nacionais e internacionais e vão desenvover estratégias adequadas para responder ao impacto do HIV/AIDS em suas operações e comunidades associadas. o American China, discursa no ançamento da mente patrocinada pea Ango American A avaiação de impacto depende das informações precisas sobre a prevaência e incidência de infecção por HIV no oca de trabaho e nas comunidades reacionadas. Cuidado especia é tomado para assegurar que nenhum indivíduo ou um grupo de indivíduos sofra preconceito de quaquer tipo peos evantamentos de prevaência ou incidência de HIV e que a poítica da Ango American que se apica à eiminação do estigma e da discriminação seja observada e mantida o tempo todo. As informações resutantes do gerenciamento do HIV serão usadas para comunicar a natureza e extensão da epidemia de HIV/AIDS aos empregados e outras partes envovidas e panejar as respostas adequadas de mitigação em termos de prevenção, cuidados, apoio e tratamento. Revisão da poítica Esta poítica será revisada reguarmente para considerar a progressão da epidemia, do desenvovimentos em serviços médicos, da experiência na prevenção de novas infecções e gestão do HIV/AIDS no oca de trabaho, de seu impacto sobre os panos de benefícios do empregado; e aterações na egisação apicáve. Útima revisão: 1º de dezembro de 2008 Ops, Ango Coa da África do Su, recebe um e Mineiros, Zenzee Zokwane, reconhecendo go Coa em Goedehoop Coiery 6 Poítica do grupo Ango American pc para HIV/AIDS Produzida por: Ango American pc

Informações sobre os Cursos. Gestão do Comércio e Negócios. Gestão Estratégica de Pessoas. com Ênfase em BI (Business Intelligence)

Informações sobre os Cursos. Gestão do Comércio e Negócios. Gestão Estratégica de Pessoas. com Ênfase em BI (Business Intelligence) Rua Eucides da Cunha, 377 Centro de Osasco 0800 771 77 44 www.fipen.edu.br Centra de Informações Gestão Estratégica de Pessoas Gestão da Produção e Logística Gestão do Comércio e Negócios Gestão de Serviços

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS Comissão Própria de Avaliação

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS Comissão Própria de Avaliação Comissão Própria de Avaiação Apresentação dos Resutados da Avaiação Gera da UCPe peos Aunos A tabuação abaixo foi feita a partir dos questionários sócio-econômicos do ENADE, dos anos de 01. Estado Civi?

Leia mais

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO. PORTARIA Nº 1.927, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2014 (DOU de 11/12/2014 Seção I Pág. 82)

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO. PORTARIA Nº 1.927, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2014 (DOU de 11/12/2014 Seção I Pág. 82) MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO PORTARIA Nº 1.927, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2014 (DOU de 11/12/2014 Seção I Pág. 82) Estabelece orientações sobre o combate à discriminação relacionada ao HIV e a Aids nos

Leia mais

Aids e Ética Médica. Dr. Eugênio França do Rêgo

Aids e Ética Médica. Dr. Eugênio França do Rêgo Dr. Eugênio França do Rêgo Aids e discriminação: 1. Deve o médico ter presente a natureza de sua profissão e, principalmente, sua finalidade. (CEM: 1 o ; 2 o e 6 o ) 2. Deve o médico buscar a mais ampla

Leia mais

Certificado uma vez, aceito em toda parte Por que usar um organismo de certificação acreditado

Certificado uma vez, aceito em toda parte Por que usar um organismo de certificação acreditado Certificado uma vez, aceito em toda parte Por que usar um organismo de certificação acreditado A certificação de terceira-parte de sistemas de gestão é, com frequência, um requisito especificado para atuação

Leia mais

Texto da Recomendação sobre HIV/Aids e o Mundo do Trabalho

Texto da Recomendação sobre HIV/Aids e o Mundo do Trabalho Texto da Recomendação sobre HIV/Aids e o Mundo do Trabalho A Conferência Geral da Organização Internacional do Trabalho, Convocada em Genebra pelo Conselho de Administração da Organização Internacional

Leia mais

MANUAL DE IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DE GESTÃO DE SEGURANÇA VIÁRIA REQUISITOS DA NORMA ISO 39001

MANUAL DE IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DE GESTÃO DE SEGURANÇA VIÁRIA REQUISITOS DA NORMA ISO 39001 MANUAL DE IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DE GESTÃO DE SEGURANÇA VIÁRIA REQUISITOS DA NORMA ISO 39001 branca A P R E S E N TA Ç Ã O Construindo um novo futuro Para tornar-se íder goba em souções de transporte

Leia mais

Diretrizes Consolidadas sobre Prevenção, Diagnóstico, Tratamento e Cuidados em HIV para as Populações-Chave

Diretrizes Consolidadas sobre Prevenção, Diagnóstico, Tratamento e Cuidados em HIV para as Populações-Chave Diretrizes Consolidadas sobre Prevenção, Diagnóstico, Tratamento e Cuidados em HIV para as Populações-Chave Gabriela Calazans FCMSCSP, FMUSP II Seminário Nacional sobre Vacinas e novas Tecnologias de Prevenção

Leia mais

Resolução adotada pela Assembleia Geral em 19 de dezembro de 2011. 66/121. Políticas e programas voltados à juventude

Resolução adotada pela Assembleia Geral em 19 de dezembro de 2011. 66/121. Políticas e programas voltados à juventude Organização das Nações Unidas A/RES/66/121 Assembleia Geral Distribuição: geral 2 de fevereiro de 2012 65 a sessão Item 27 (b) da pauta Resolução adotada pela Assembleia Geral em 19 de dezembro de 2011

Leia mais

Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995)

Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995) Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995) 1. Nós, os Governos, participante da Quarta Conferência Mundial sobre as

Leia mais

Princípios de Emponderamento da Mulheres. Princípios de Empoderamento das Mulheres. Igualdade significa Negócios. Igualdade significa negócios

Princípios de Emponderamento da Mulheres. Princípios de Empoderamento das Mulheres. Igualdade significa Negócios. Igualdade significa negócios Princípios de Emponderamento da Mulheres Princípios de Empoderamento das Mulheres Igualdade significa negócios Igualdade significa Negócios Igualdade significa Negócios da Mulheres Princípios de Emponderamento

Leia mais

RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 02/2013

RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 02/2013 RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 2/213 A Presidente do Conseho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, no uso de suas atribuições, consoante o deiberado na 99ª Reunião Ordinária, reaizada no dia 1 de dezembro

Leia mais

A proteção dos refugiados e a migração mista: O Plano de Ação de 10 Pontos

A proteção dos refugiados e a migração mista: O Plano de Ação de 10 Pontos Introdução A proteção dos refugiados e a migração mista: O Plano de Ação de 10 Pontos Conteúdo 1. Cooperação entre parceiros chaves 2. Coleta de informações e análise 3. Sistemas de entrada sensíveis à

Leia mais

DECLARAÇÃO DE POLÍTICA DE DIREITOS HUMANOS DA UNILEVER

DECLARAÇÃO DE POLÍTICA DE DIREITOS HUMANOS DA UNILEVER DECLARAÇÃO DE POLÍTICA DE DIREITOS HUMANOS DA UNILEVER Acreditamos que as empresas só podem florescer em sociedades nas quais os direitos humanos sejam protegidos e respeitados. Reconhecemos que as empresas

Leia mais

REDUÇÃO DE DANOS EM SERVIÇOS DE SAÚDE

REDUÇÃO DE DANOS EM SERVIÇOS DE SAÚDE REDUÇÃO DE DANOS EM SERVIÇOS DE SAÚDE Prevalência do HIV nas Populações mais Vulneráveis População em geral 0,65% Profissionais do sexo 6,6% Presidiários - 20% Usuários de drogas injetáveis 36,5% REDUÇÃO

Leia mais

METODOLOGIA PROGRAMA CEAPA/MG Central de Apoio e Acompanhamento às Penas e Medidas Alternativas de Minas Gerais. Introdução

METODOLOGIA PROGRAMA CEAPA/MG Central de Apoio e Acompanhamento às Penas e Medidas Alternativas de Minas Gerais. Introdução GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS SECRETARIA DE ESTADO DE DEFESA SOCIAL SUPERINTENDÊNCIA DE PREVENÇÃO À CRIMINALIDADE DIRETORIA DE REINTEGRAÇÃO SOCIAL METODOLOGIA PROGRAMA CEAPA/MG Centra de Apoio e Acompanhamento

Leia mais

Leiaute ou arranjo físico

Leiaute ou arranjo físico Leiaute ou arranjo físico A UU L AL A Quaquer posto de trabaho, incusive o nosso, está igado aos demais postos de trabaho, num oca quaquer de uma empresa. Esse oca pode ser uma área grande ou pequena.

Leia mais

Princípios da Engenharia de Software Aula 01

Princípios da Engenharia de Software Aula 01 Princípios da Engenharia de Software Aua 01 Prof.: José Honorato Ferreira Nunes honorato.nunes@bonfim.ifbaiano.edu.br Materia cedido por: Frankin M. Correia frankin.correia@bonfim.ifbaiano.edu.br Objetivo

Leia mais

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO Introdução Escopo A Carta de Bangkok identifica ações, compromissos e promessas necessários para abordar os determinantes da saúde em

Leia mais

34 Ritmos e movimentos da população mundial

34 Ritmos e movimentos da população mundial A U A UL LA Ritmos e movimentos da popuação mundia Nessa aua, vamos estudar o crescimento da popuação mundia reacionando-o com as mudanças ocorridas na sociedade. Vamos conhecer o modeo expicativo da desaceeração

Leia mais

Código de Ética Nas Relações com as Partes Interessadas Com os Clientes e a Concorrência

Código de Ética Nas Relações com as Partes Interessadas Com os Clientes e a Concorrência Código de Ética Conduzimos nossos negócios dentro de uma estrutura de padrões profissionais, legislações, regulamentações e políticas internas. Entretanto, temos consciência que essas normas não necessariamente

Leia mais

CORRELAÇÃO COM OUTRAS INICIATIVAS

CORRELAÇÃO COM OUTRAS INICIATIVAS CORRELAÇÃO COM OUTRAS INICIATIVAS do conteúdo dos Indicadores Ethos com outras iniciativas Com a evolução do movimento de responsabilidade social e sustentabilidade, muitas foram as iniciativas desenvolvidas

Leia mais

Princípios de Empoderamento das Mulheres

Princípios de Empoderamento das Mulheres Princípios de Empoderamento das Mulheres Igualdade Significa Negócios Princípios de Empoderamento das Mulheres 1. Estabelecer liderança corporativa sensível à igualdade de Gênero, no mais alto nível. 2.

Leia mais

Adolescentes e jovens preparados para tomar suas próprias decisões reprodutivas

Adolescentes e jovens preparados para tomar suas próprias decisões reprodutivas Adolescentes e jovens preparados para tomar suas próprias decisões reprodutivas Andrea da Silveira Rossi Brasília, 15 a 18 out 2013 Relato de adolescentes e jovens vivendo com HIV Todo adolescente pensa

Leia mais

PACTO PELA VIDA ANIMAL REDE DE DEFESA ANIMAL

PACTO PELA VIDA ANIMAL REDE DE DEFESA ANIMAL Pernambuco, 2012 PACTO PELA VIDA ANIMAL REDE DE DEFESA ANIMAL DOCUMENTO DE TRABALHO Sobre um Plano de Ação relativo à Proteção e ao Bem-Estar dos Animais 2012-2015 Base estratégica das ações propostas

Leia mais

ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO

ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO I. OBJETIVO Estabelecer diretrizes para atuação privativa do Enfermeiro em Aconselhamento Genético, no âmbito da equipe

Leia mais

POLÍTICA DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MOÇAMBIQUE SOBRE HIV/SIDA

POLÍTICA DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MOÇAMBIQUE SOBRE HIV/SIDA POLÍTICA DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MOÇAMBIQUE SOBRE HIV/SIDA PREÂMBULO A Universidade Católica de Moçambique, reconhecendo que o País enfrenta actualmente uma devastadora pandemia do HIV/SIDA; cumprindo

Leia mais

DECLARAÇÃO DE MADRI. A não-discriminação e a ação afirmativa resultam em inclusão social

DECLARAÇÃO DE MADRI. A não-discriminação e a ação afirmativa resultam em inclusão social DECLARAÇÃO DE MADRI A não-discriminação e a ação afirmativa resultam em inclusão social Aprovada em Madri, Espanha, em 23 de março de 2002, no Congresso Europeu de Pessoas com Deficiência, comemorando

Leia mais

1. Preâmbulo. 2. Os parceiros. A Coordenação Nacional de DST e Aids

1. Preâmbulo. 2. Os parceiros. A Coordenação Nacional de DST e Aids Carta de Entendimento entre a Coordenação Nacional de DST e Aids do Ministério da Saúde do Brasil e a Iniciativa Internacional da Vacina da AIDS (IAVI) 1. Preâmbulo A Coordenação Nacional de Aids (CNA)

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR Cada um de nós, na vida profissional, divide com a Essilor a sua responsabilidade e a sua reputação. Portanto, devemos conhecer e respeitar os princípios que se aplicam a todos.

Leia mais

OFICINA DE ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE GAYS, HSH E TRAVESTIS METAS ATIVIDADES RESPONSÁVEIS

OFICINA DE ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE GAYS, HSH E TRAVESTIS METAS ATIVIDADES RESPONSÁVEIS OFICINA DE ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE GAYS, HSH E TRAVESTIS METAS ATIVIDADES RESPONSÁVEIS 1 Estimular 80% da população de gays, HSH e travestis do

Leia mais

Plano de Benefícios I NORDESTE em liquidação extrajudicial. (Cadastro Nacional de Plano de Benefícios - CNPB: 20.020.026-65)

Plano de Benefícios I NORDESTE em liquidação extrajudicial. (Cadastro Nacional de Plano de Benefícios - CNPB: 20.020.026-65) Rio de Janeiro, 25 de fevereiro de 2010. Pano de Benefícios I NORDESTE em iquidação extrajudicia. (Cadastro Naciona de Pano de Benefícios - CNPB: 20.020.026-65) - CNPJ: 27.901.719/0001-50 NOTAS EXPLICATIVAS

Leia mais

Perguntas e Respostas: Protocolo HVTN 910

Perguntas e Respostas: Protocolo HVTN 910 Perguntas e Respostas: Protocolo HVTN 910 Versão 1- Atualizado em 18/Nov/2011 1. O que é o Protocolo HVTN 910? O Protocolo HVTN 910 é um estudo clínico que avaliará por quanto tempo vacinas experimentais

Leia mais

Política de Sustentabilidade

Política de Sustentabilidade Política de Sustentabilidade Sul Mineira 1 Índice Política de Sustentabilidade Unimed Sul Mineira Mas o que é Responsabilidade Social? Premissas Básicas Objetivos da Unimed Sul Mineira Para a Saúde Ambiental

Leia mais

ANAIDS Articulação Nacional de Luta Contra a AIDS

ANAIDS Articulação Nacional de Luta Contra a AIDS Carta ANAIDS 1º de Dezembro - Dia Mundial de Luta contra a AIDS Cada um tem sua cara e a aids também tem... A ANAIDS Articulação Nacional de Luta Contra Aids - colegiado que reúne os Fóruns de ONG Aids

Leia mais

Cursos Profissionalizantes

Cursos Profissionalizantes Cursos Profissionaizantes O Teecurso Profissionaizante foi feito para você que está à procura de profissionaização; para você que está desempregado e precisa aprender uma profissão; para você que já estuda

Leia mais

I n f o r m e E p i d e m i o l ó g i c o D S T - A I D S 1

I n f o r m e E p i d e m i o l ó g i c o D S T - A I D S 1 1 2 GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE DO RIO DE JANEIRO SECRETÁRIO DE ESTADO DE SAÚDE José Leôncio de Andrade Feitosa SUPERINTENDENTE DE SAÚDE Angela Cristina Aranda SUPERINTENDENTE

Leia mais

Código de Ética para Psicólogos de acordo com a FEAP

Código de Ética para Psicólogos de acordo com a FEAP Código de Ética para Psicólogos de acordo com a FEAP Federação Europeia de Associações de Psicólogos Código Geral de Ética Aceite pela Assembleia Geral, Atenas, 1 Julho 1995. 1. Preâmbulo. Os Psicólogos

Leia mais

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS PERNAMBUCO

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS PERNAMBUCO PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS PERNAMBUCO OBJETIVO GERAL DO PLANO ESTADUAL Enfrentar a epidemia do HIV/aids e das DST entre gays, outros HSH

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Elaboração Luiz Guilherme D CQSMS 10 00 Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes Avaliação da Necessidade de Treinamento

Leia mais

POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE

POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE 1) OBJETIVOS - Apresentar de forma transparente as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente

Leia mais

O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA

O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA Zardo L*¹ Silva CL*² Zarpellon LD*³ Cabral LPA* 4 Resumo O Vírus da Imunodeficiência humana (HIV) é um retrovírus que ataca o sistema imunológico.através

Leia mais

Plano de Acção para o combate ao Estigma e HIV/SIDA* em África

Plano de Acção para o combate ao Estigma e HIV/SIDA* em África Plano de Acção para o combate ao Estigma e HIV/SIDA* em África Consulta Regional sobre o Estigma e HIV/SIDA em África 4-6 de Junho de 2001, Dar-es-Salaam Teve lugar em Dar-es-Salaam, Tanzânia, de 4-6 de

Leia mais

Carta dos Direitos e Deveres dos Doentes

Carta dos Direitos e Deveres dos Doentes Carta dos Direitos e Deveres dos Doentes INTRODUÇÃO O direito à protecção da saúde está consagrado na Constituição da República Portuguesa, e assenta num conjunto de valores fundamentais como a dignidade

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE SEGURANÇA DO TRABALHO E SAÚDE OCUPACIONAL DA ELETROBRAS ELETRONORTE

POLÍTICA DE GESTÃO DE SEGURANÇA DO TRABALHO E SAÚDE OCUPACIONAL DA ELETROBRAS ELETRONORTE POLÍTICA DE GESTÃO DE SEGURANÇA DO TRABALHO E SAÚDE OCUPACIONAL DA ELETROBRAS ELETRONORTE 1 OBJETIVO... 1 2 CONCEITOS... 3 3 DIRETRIZES... 3 4 RESPOSABILIDADES... 5 5 DISPOSIÇÕES GERAIS... 5 2 1 OBJETIVO

Leia mais

Membros da AESC devem usar seus melhores esforços para proteger as informações confidenciais de seus clientes. Especificamente, um membro deverá:

Membros da AESC devem usar seus melhores esforços para proteger as informações confidenciais de seus clientes. Especificamente, um membro deverá: INTRODUÇÃO A Association of Executive Search Consultants (AESC), como uma associação global de Retained Executive Search e Consultoria em Liderança, esforça-se em elevar o profissionalismo dos seus parceiros.

Leia mais

Declaração de Helsinque Associação Médica Mundial

Declaração de Helsinque Associação Médica Mundial A. Introdução Declaração de Helsinque Associação Médica Mundial Princípios éticos para as pesquisas médicas em seres humanos Adotado pela 18ª Assembléia Médica Mundial Helsinque, Finlândia, junho do 1964

Leia mais

Declaração de Brasília sobre Trabalho Infantil

Declaração de Brasília sobre Trabalho Infantil Declaração de Brasília sobre Trabalho Infantil Nós, representantes de governos, organizações de empregadores e trabalhadores que participaram da III Conferência Global sobre Trabalho Infantil, reunidos

Leia mais

Política de Responsabilidade Corporativa. Março 2013

Política de Responsabilidade Corporativa. Março 2013 Política de Responsabilidade Corporativa Março 2013 Ao serviço do cliente Dedicamos os nossos esforços a conhecer e satisfazer as necessidades dos nossos clientes. Queremos ter a capacidade de dar uma

Leia mais

EXPOSIÇÃO DE RISCO DOS PARTICIPANTES DO PROJETO UEPG-ENFERMAGEM NA BUSCA E PREVENÇÃO DO HIV/AIDS

EXPOSIÇÃO DE RISCO DOS PARTICIPANTES DO PROJETO UEPG-ENFERMAGEM NA BUSCA E PREVENÇÃO DO HIV/AIDS 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA EXPOSIÇÃO DE RISCO DOS PARTICIPANTES DO PROJETO UEPG-ENFERMAGEM

Leia mais

Prevenção. Alianças. Direitos. Assistência. HIV/AIDS + TRABALHO Diretrizes para os empregadores. www.oit.org/aids OIT/AIDS

Prevenção. Alianças. Direitos. Assistência. HIV/AIDS + TRABALHO Diretrizes para os empregadores. www.oit.org/aids OIT/AIDS HIV/AIDS + TRABALHO Diretrizes para os empregadores Prevenção Assistência Direitos Alianças Como utilizar o Repertório de Recomendações Práticas da OIT sobre o HIV/Aids e o Mundo do Trabalho e seu Manual

Leia mais

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE DESCRIÇÕES DOS NÍVEIS APRENDIZ SABER Aprende para adquirir conhecimento básico. É capaz de pôr este conhecimento em prática sob circunstâncias normais, buscando assistência

Leia mais

Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades;

Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades; POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE OBJETIVO Esta Política tem como objetivos: - Apresentar as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente as inovações

Leia mais

Saúde Escolar. Secretaria Regional da Educação e Formação

Saúde Escolar. Secretaria Regional da Educação e Formação Saúde Escolar Secretaria Regional da Educação e Formação «Um programa de saúde escolar efectivo é o investimento de custo-benefício mais eficaz que um País pode fazer para melhorar, simultaneamente, a

Leia mais

Código de Ética e Conduta Profissional da MRC Consultoria e Sistema de Informática Ltda. - ME

Código de Ética e Conduta Profissional da MRC Consultoria e Sistema de Informática Ltda. - ME 1 - Considerações Éticas Fundamentais Como um colaborador da. - ME eu devo: 1.1- Contribuir para a sociedade e bem-estar do ser humano. O maior valor da computação é o seu potencial de melhorar o bem-estar

Leia mais

Solicitação DIRECIONADA de Propostas. Doações da Iniciativa Comunitária HSH América Latina

Solicitação DIRECIONADA de Propostas. Doações da Iniciativa Comunitária HSH América Latina Solicitação DIRECIONADA de Propostas Doações da Iniciativa Comunitária HSH América Latina To view the RFP in English please click here Para ver la solicitud de propuestas en español, haga clic aquí. Prazo

Leia mais

ESTATÍSTICAS GLOBAIS DE 2014

ESTATÍSTICAS GLOBAIS DE 2014 EMBARGADO PARA TRANSMISSÃO E PUBLICAÇÃO ATÉ ÀS 06:30 (HORÁRIO DE BRASÍLIA), TERÇA-FEIRA, 14 DE JULHO DE 2015 FICHA INFORMATIVA ESTATÍSTICAS GLOBAIS DE 2014 15 de pessoas com acesso a terapia antirretroviral

Leia mais

SEXUALIDADE E PREVENÇÃO ÀS DST E HIV/AIDS NA TERCEIRA IDADE

SEXUALIDADE E PREVENÇÃO ÀS DST E HIV/AIDS NA TERCEIRA IDADE SEXUALIDADE E PREVENÇÃO ÀS DST E HIV/AIDS NA TERCEIRA IDADE MARIA BEATRIZ DREYER PACHECO Membro do MOVIMENTO NACIONAL DAS CIDADÃS POSITHIVAS Membro do MOVIMENTO LATINO-AMERICANO E CARIBENHO DE MULHERES

Leia mais

Política Básica de Medidas para Estrangeiros Residentes de Descendência Japonesa (Tradução Provisória) 31 de agosto de 2010

Política Básica de Medidas para Estrangeiros Residentes de Descendência Japonesa (Tradução Provisória) 31 de agosto de 2010 Política Básica de Medidas para Estrangeiros Residentes de Descendência Japonesa (Tradução Provisória) 31 de agosto de 2010 Conselho para Promoção de Medidas para Estrangeiros Residentes de Descendência

Leia mais

Diretrizes Éticas Internacionais para a Pesquisa Envolvendo Seres Humanos

Diretrizes Éticas Internacionais para a Pesquisa Envolvendo Seres Humanos Diretrizes Éticas Internacionais para a Pesquisa Envolvendo Seres Humanos Council for International Organizations of Medical Siences (CIOMS), em colaboração com a Organização Mundial da Saúde (OMS) Genebra,

Leia mais

Não empregamos nenhuma pessoa com idade menor que a permitida por lei.

Não empregamos nenhuma pessoa com idade menor que a permitida por lei. Código de Conduta SOSINIL Princípios Gerais A SOSINIL publica seu Codigo de Conduta e Ética que servirá de referencial para uma conduta adequada, coerente e uniforme a ser adotada com os envolvidos em

Leia mais

PARECER DOS RECURSOS

PARECER DOS RECURSOS Associação Catarinense das Fundações Educacionais ACAFE Concurso Púbico de Ingresso no Magistério Púbico Estadua EDITAL Nº 21/2012/SED PARECER DOS RECURSOS CARGO: Professor de Educação Física 11) Segundo

Leia mais

DECLARAÇÃO DE HELSINKI DA ASSOCIAÇÃO MÉDICA MUNDIAL. Princípios Éticos para Pesquisa Clínica Envolvendo Seres Humanos

DECLARAÇÃO DE HELSINKI DA ASSOCIAÇÃO MÉDICA MUNDIAL. Princípios Éticos para Pesquisa Clínica Envolvendo Seres Humanos DECLARAÇÃO DE HELSINKI DA ASSOCIAÇÃO MÉDICA MUNDIAL Princípios Éticos para Pesquisa Clínica Envolvendo Seres Humanos Adotado da 18ª Assembléia Médica Mundial Helsinki, Finlândia, Junho 1964 e emendas da

Leia mais

Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso

Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso Considerando que a informação arquivística, produzida, recebida, utilizada e conservada em sistemas informatizados,

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Vigilância em Saúde. Programa Nacional de DST e Aids. Prevenção PositHIVa. junho 2007. Ministério da Saúde

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Vigilância em Saúde. Programa Nacional de DST e Aids. Prevenção PositHIVa. junho 2007. Ministério da Saúde MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Programa Nacional de DST e Aids Prevenção PositHIVa junho 2007 Contexto 25 anos de epidemia; 10 anos de acesso universal à terapia anti-retroviral; Exames e insumos de

Leia mais

Pequim+20. Empoderar Mulheres. Empoderar a Humanidade. Imagine! Tótens Pequim + 20. Tótem 01 Painel 01. Cliente ONU Mulheres A RICCHIERO FILHO

Pequim+20. Empoderar Mulheres. Empoderar a Humanidade. Imagine! Tótens Pequim + 20. Tótem 01 Painel 01. Cliente ONU Mulheres A RICCHIERO FILHO Pequim+20 Empoderar Mulheres. Empoderar a Humanidade. Imagine! Tótem 01 Painel 01 Pequim+20 A exposição Pequim+20 foi inspirada nos 12 temas prioritários da Plataforma de Ação de Pequim, documento resultante

Leia mais

Diretrizes para programas de leitura organizados por bibliotecas - algumas sugestões práticas

Diretrizes para programas de leitura organizados por bibliotecas - algumas sugestões práticas Diretrizes para programas de leitura organizados por bibliotecas - algumas sugestões práticas Introdução A Seção de Leitura da IFLA tem o prazer de apresentar algumas sugestões práticas para as bibliotecas

Leia mais

DECLARAÇÃO DE HELSINQUE DA ASSOCIAÇÃO MÉDICA MUNDIAL (WMA) Princípios Éticos para Pesquisa Médica envolvendo Seres Humanos

DECLARAÇÃO DE HELSINQUE DA ASSOCIAÇÃO MÉDICA MUNDIAL (WMA) Princípios Éticos para Pesquisa Médica envolvendo Seres Humanos DECLARAÇÃO DE HELSINQUE DA ASSOCIAÇÃO MÉDICA MUNDIAL (WMA) Princípios Éticos para Pesquisa Médica envolvendo Seres Humanos Adotada pela 18ª Assembleia Geral da Associação Médica Mundial (Helsinque, Finlândia,

Leia mais

CONSTRUÇÃO E REFORMA MÃOS À OBRA. Cartilha de orientação ao cidadão

CONSTRUÇÃO E REFORMA MÃOS À OBRA. Cartilha de orientação ao cidadão CONSTRUÇÃO E REFORMA MÃOS À OBRA Cartiha de orientação ao cidadão Apresentação A Prefeitura Municipa de Via Veha, por intermédio da Secretaria Municipa de Desenvovimento Urbano, apresenta esta cartiha

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Anais. III Seminário Internacional Sociedade Inclusiva. Ações Inclusivas de Sucesso

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Anais. III Seminário Internacional Sociedade Inclusiva. Ações Inclusivas de Sucesso Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais Anais III Seminário Internacional Sociedade Inclusiva Ações Inclusivas de Sucesso Belo Horizonte 24 a 28 de maio de 2004 Realização: Pró-reitoria de Extensão

Leia mais

Código de Ética da Sociedade Brasileira de Sociologia

Código de Ética da Sociedade Brasileira de Sociologia Código de Ética da Sociedade Brasileira de Sociologia O Código de Ética da Sociedade Brasileira de Sociologia (SBS) baseia-se no Código de Ética da International Sociological Association, da qual a SBS

Leia mais

Política de Proteção Infantil

Política de Proteção Infantil Política de Proteção Infantil Diga SIM à Proteção Infantil! Como uma organização internacional de desenvolvimento comunitário centrado na criança e no adolescente, cujo trabalho se fundamenta na Convenção

Leia mais

Protagonismo Juvenil 120ª Reunião da CNAIDS. Diego Callisto RNAJVHA / Youth Coalition for Post-2015

Protagonismo Juvenil 120ª Reunião da CNAIDS. Diego Callisto RNAJVHA / Youth Coalition for Post-2015 Protagonismo Juvenil 120ª Reunião da CNAIDS Diego Callisto RNAJVHA / Youth Coalition for Post-2015 E como está a juventude HOJE aos olhos da sociedade? - 22% perderam a virgindade antes dos 15 anos - 18%

Leia mais

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL Standard Chartered Bank, Brasil Página 1 de 8 ÍNDICE I. OBJETIVO... 3 II. CICLO DE REVISÃO... 3 III. DISPOSIÇÕES GERAIS... 3 IV. ESTRUTURA DE GOVERNANÇA... 4

Leia mais

MARE. A Reforma do Aparelho do Estado e as Mudanças Constitucionais: Síntese & Respostas a Dúvidas mais Comuns. Cadernos MARE da Reforma do Estado

MARE. A Reforma do Aparelho do Estado e as Mudanças Constitucionais: Síntese & Respostas a Dúvidas mais Comuns. Cadernos MARE da Reforma do Estado Cadernos MARE da Reforma do Estado A Reforma do Apareho do Estado e as Mudanças Constitucionais: Síntese & Respostas a Dúvidas mais Comuns MARE Ministério da Administração Federa e Reforma do Estado MARE

Leia mais

PROPOSTA PARA CASAS DE APOIO PARA ADULTOS QUE VIVEM COM HIV/AIDS - ESTADO DE SANTA CATARINA

PROPOSTA PARA CASAS DE APOIO PARA ADULTOS QUE VIVEM COM HIV/AIDS - ESTADO DE SANTA CATARINA ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA PROPOSTA PARA CASAS DE APOIO PARA ADULTOS QUE VIVEM COM HIV/AIDS - ESTADO DE SANTA CATARINA

Leia mais

Edital XVIII CONCURSO DE PROJETOS ELAS Fundo de Investimento Social

Edital XVIII CONCURSO DE PROJETOS ELAS Fundo de Investimento Social Edital XVIII CONCURSO DE PROJETOS ELAS Fundo de Investimento Social O XVIII Concurso do ELAS Fundo de Investimento Social, em parceria com a MAC AIDS Fund, visa fortalecer, por meio de apoio técnico e

Leia mais

VIVEMOS NOSSOS VALORES

VIVEMOS NOSSOS VALORES BOA CIDADANIA: PRINCÍPIOS EMPRESARIAIS VIVEMOS NOSSOS VALORES INTEGRIDADE CORPORATIVA SEGURANÇA E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL EMPREGO E DIREITOS TRABALHISTAS DESENVOLVIMENTO DA COMUNIDADE E DIREITOS HUMANOS

Leia mais

Cidade de Nagoya. Plano de Promoção de Coexistência Multicultural. da Cidade de Nagoya. Construção de 3 vínculos. Linguagem Vida Comunidade

Cidade de Nagoya. Plano de Promoção de Coexistência Multicultural. da Cidade de Nagoya. Construção de 3 vínculos. Linguagem Vida Comunidade Plano de Promoção de Coexistência Multicultural da Cidade de Nagoya Linguagem Vida Comunidade ~guia voltado para a construção de 3 vínculos~ Construção de 3 vínculos -Vínculo com a linguagem

Leia mais

Padrões de Conduta e Ética em Negócios para Terceiros

Padrões de Conduta e Ética em Negócios para Terceiros Todas as atividades de negócios na Bristol-Myers Squibb (BMS) estruturam-se sobre a base do nosso compromisso com a integridade e o cumprimento de todas as leis, regulamentações, diretrizes e códigos de

Leia mais

MMX - Controladas e Coligadas

MMX - Controladas e Coligadas POLITICA CORPORATIVA PC. 1.16.01 Política de Meio Ambiente Emissão: 02/10/06 1 Objetivo: Estabelecer diretrizes visando proteger os recursos naturais e o meio ambiente em todas das unidades operacionais.

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO ANALISTA DE SISTEMA ÊNFASE GOVERNANÇA DE TI ANALISTA DE GESTÃO RESPOSTAS ESPERADAS PRELIMINARES

CONCURSO PÚBLICO ANALISTA DE SISTEMA ÊNFASE GOVERNANÇA DE TI ANALISTA DE GESTÃO RESPOSTAS ESPERADAS PRELIMINARES CELG DISTRIBUIÇÃO S.A EDITAL N. 1/2014 CONCURSO PÚBLICO ANALISTA DE GESTÃO ANALISTA DE SISTEMA ÊNFASE GOVERNANÇA DE TI RESPOSTAS ESPERADAS PRELIMINARES O Centro de Seleção da Universidade Federal de Goiás

Leia mais

Os 10 Princípios Universais do Pacto Global

Os 10 Princípios Universais do Pacto Global Os 10 Princípios Universais do Pacto Global O Pacto Global advoga dez Princípios universais, derivados da Declaração Universal de Direitos Humanos, da Declaração da Organização Internacional do Trabalho

Leia mais

Anexo II - Termo de Referência

Anexo II - Termo de Referência Anexo II - Termo de Referência I IDENTIFICAÇÃO Contratação de pessoa jurídida para realizar estudo sobre O acesso e efeito dos programas de proteção social, em homens e mulheres trabalhadores na economia

Leia mais

PROGRAMA VIDA PREVENÇÃO E TRATAMENTO AO USO E ABUSO DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS

PROGRAMA VIDA PREVENÇÃO E TRATAMENTO AO USO E ABUSO DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS PROGRAMA VIDA PREVENÇÃO E TRATAMENTO AO USO E ABUSO DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS JUSTIFICATIVA O uso de álcool e outras drogas é, atualmente, uma fonte te de preocupação mundial em todos os seguimentos da

Leia mais

CARTA DE OTTAWA. PRIMEIRA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PROMOÇÃO DA SAÚDE Ottawa, novembro de 1986

CARTA DE OTTAWA. PRIMEIRA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PROMOÇÃO DA SAÚDE Ottawa, novembro de 1986 CARTA DE OTTAWA PRIMEIRA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PROMOÇÃO DA SAÚDE Ottawa, novembro de 1986 A Primeira Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde, realizada em Ottawa, Canadá, em novembro

Leia mais

O Marco de Ação de Dakar Educação Para Todos: Atingindo nossos Compromissos Coletivos

O Marco de Ação de Dakar Educação Para Todos: Atingindo nossos Compromissos Coletivos O Marco de Ação de Dakar Educação Para Todos: Atingindo nossos Compromissos Coletivos Texto adotado pela Cúpula Mundial de Educação Dakar, Senegal - 26 a 28 de abril de 2000. 1. Reunidos em Dakar em Abril

Leia mais

Aliança do Setor Privado para a Redução do Risco de Desastres no Brasil. Escritório das Nações Unidas para a Redução do Risco de Desastres

Aliança do Setor Privado para a Redução do Risco de Desastres no Brasil. Escritório das Nações Unidas para a Redução do Risco de Desastres Aliança do Setor Privado para a Redução do Risco de Desastres no Brasil Escritório das Nações Unidas para a Redução do Risco de Desastres Iniciativas Globais Aliança do Setor Privado para a Redução do

Leia mais

ABNT NBR ISO/IEC 27002:2005

ABNT NBR ISO/IEC 27002:2005 ABNT NBR ISO/IEC 27002:2005 Código de prática para a gestão da segurança da informação A partir de 2007, a nova edição da ISO/IEC 17799 será incorporada ao novo esquema de numeração como ISO/IEC 27002.

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DA SOMMA INVESTIMENTOS

CÓDIGO DE ÉTICA DA SOMMA INVESTIMENTOS 1. O CÓDIGO Este Código de Ética (Código) determina as práticas e padrões éticos a serem seguidos por todos os colaboradores da SOMMA INVESTIMENTOS. 2. APLICABILIDADE Esta política é aplicável: 2.1. A

Leia mais

Conduta nos Negócios Política de Transparência nas Relações com Terceiros

Conduta nos Negócios Política de Transparência nas Relações com Terceiros Conduta nos Negócios Política de Transparência nas Relações com Terceiros Conduta nos Negócios Política de Transparência nas Relações com Terceiros* Objetivo Estabelecer as diretrizes básicas de conduta

Leia mais

Vozes das Mulheres da África Austral. Beijing Após 10 Anos

Vozes das Mulheres da África Austral. Beijing Após 10 Anos Vozes das Muheres da África Austra Beijing Após 10 Anos Compiado e produzido por SARDC WIDSAA Centro de documentação e Pesquisa Para a ÁfriCa austra (sardc) Women in deveopment southern africa awareness

Leia mais

ACORDO DE COOPERAÇÃO ENTRE OS ESTADOS MEMBROS DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA SOBRE O COMBATE AO HIV/SIDA

ACORDO DE COOPERAÇÃO ENTRE OS ESTADOS MEMBROS DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA SOBRE O COMBATE AO HIV/SIDA Decreto n.º 36/2003 Acordo de Cooperação entre os Estados Membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa sobre o Combate ao HIV/SIDA, assinado em Brasília em 30 de Julho de 2002 Considerando a declaração

Leia mais

COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO PROJETO DE LEI No 6.014, DE 2009 (Apensado: PL nº 7.561, de 2010)

COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO PROJETO DE LEI No 6.014, DE 2009 (Apensado: PL nº 7.561, de 2010) COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO PROJETO DE LEI No 6.014, DE 2009 (Apensado: PL nº 7.561, de 2010) Altera o art. 93 da Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991, para incluir portadores

Leia mais

BR/2001/PI/H/3. Declaração das ONGs Educação para Todos Consulta Internacional de ONGS (CCNGO), Dakar, 25 de Abril de 2000

BR/2001/PI/H/3. Declaração das ONGs Educação para Todos Consulta Internacional de ONGS (CCNGO), Dakar, 25 de Abril de 2000 BR/2001/PI/H/3 Declaração das ONGs Educação para Todos Consulta Internacional de ONGS (CCNGO), Dakar, 25 de Abril de 2000 2001 Declaração das ONGs Educação para Todos Consulta Internacional de ONGS (CCNGO),

Leia mais

Orientação para requerentes à Série 8 da Solicitação de Propostas ao Fundo Mundial de Luta contra a SIDA, a Tuberculose e o Paludismo

Orientação para requerentes à Série 8 da Solicitação de Propostas ao Fundo Mundial de Luta contra a SIDA, a Tuberculose e o Paludismo Orientação para requerentes à Série 8 da Solicitação de Propostas ao Fundo Mundial de Luta contra a SIDA, a Tuberculose e o Paludismo Minorias sexuais Historial: O conselho do Fundo Mundial de Luta contra

Leia mais

POLÍTICA DE HIV/SIDA NO LOCAL DE TRABALHO

POLÍTICA DE HIV/SIDA NO LOCAL DE TRABALHO POLÍTICA DE HIV/SIDA NO LOCAL DE TRABALHO Documento Final Submetido ao FORCOM Maputo, Agosto de 2011 Lista de Acrónimos FORCOM HIV IEC IST OIT OMS PARP PEN PNCS PVHS RH SIDA TB Forum Nacional das Rádios

Leia mais

Just-in-time. Podemos dizer que estamos usando a técnica. Conceito

Just-in-time. Podemos dizer que estamos usando a técnica. Conceito A UU L AL A Just-in-time Podemos dizer que estamos usando a técnica ou sistema just-in-time ou, abreviadamente, JIT, quando produzimos ago sem desperdício de matéria-prima; quando soicitamos e utiizamos

Leia mais

PPP e Desenvolvimento de Competências Desenvolvimento e implementação de projetos de parcerias de desenvolvimento público-privadas

PPP e Desenvolvimento de Competências Desenvolvimento e implementação de projetos de parcerias de desenvolvimento público-privadas 13 de maio de 2015 PPP e Desenvolvimento de Competências Desenvolvimento e implementação de projetos de parcerias de desenvolvimento público-privadas Virpi Stucki Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento

Leia mais