Políticas salariais em tempos de crise 2010/11

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1 Políticas salariais em tempos de crise 2010/11 Organização Internacional do Trabalho

2 PARTE I: Salários na Crise Econômica e Financeira

3 Crescimento global dos salários mensais reduzido pela metade em 2008 e 2009 Média ponderada baseada em dados sobre salários médios em 115 países e territórios, englobando aproximadamente 94% dos trabalhadores assalariados no mundo.

4 Crescimento salarial por país Salários médios em uma seleção de países do G África do Sul 1.0% 0.0% 3.5% Alemanha -0.6% -0.4% -0.4% Austrália 5.0% -0.9% 2.0% Brasil 3.2% 3.4% 3.2% Canadá 2.1% 0.5% 1.3% China 13.1% 11.7% 12.8% Coréia (Rep.) -1.8% -1.5% -3.3% Estados Unidos 1.0% -1.0% 2.2% França 1.5% 2.7% -0.8% Inglaterra 0.6% 0.8% -0.5% Itália 0.1% -0.7% 2.4% Japão -0.1% -1.9% -1.9% México 1.3% -2.6% -5.0% Russa 17.3% 11.5% -3.5% Fonte: OIT, database sobre salários mundiais.

5 Crescimento salarial por região (i)

6 Crescimento salarial por região(ii)

7 Alguns comentários O crescimento salarial mundial tem sofrido uma queda significativa durante a crise. Os dados provavelmente são sobre-estimados durante a crise devido aos efeitos de composição, no qual os trabalhadores de baixa renda saem do mercado de trabalho com maior freqüência. Os bons resultados no Brasil estão relacionados ao fato de que os efeitos da crise econômica internacional foram muito breves e também ao aumento significativo do salário mínimo no país durante este período.

8 PARTE II: Tendências salariais anteriores como um das causas estruturais da crise global

9 Moderação do crescimento salarial nos países avançados durante a última década ( ) Tabela : Crescimento salarial cumulativo por região desde 1999 (1999 = 100) Advanced countries Central and Eastern Europe Eastern Europe and Central Asia Asia * LatinAmerica and the Caribbean Africa * 112.8* 113.4** 116.1** Middle East * 102.4* Global * Estimação.. ** Estimativa provisória. Estimativa não disponível.. Nota: Para metodologia, vide Apêndice Técnico I. Fonte: OIT, database sobre salários. mondais.

10 Desvinculação entre salários e produtividade em alguns países grandes

11 Aumento no número de trabalhadores de baixa renda

12 Trabalhadores de baixa renda no Brasil No Brasil, 21,5% dos trabalhadores assalariados nas seis regiões metropolitanas cobertas pela PME são considerados de baixa renda, com alta representação de mulheres, negros, jovens e trabalhadores com baixo nível de escolaridade. Existe pouca mobilidade, no Brasil, entre os trabalhadores de baixa renda e os demais assalariados. No período analisado de 2002 a 2009, 44,2% mantiveram sua situação de trabalhador de baixa renda, 18,3% passaram para o desemprego ou saíram do mercado de trabalho e 37,5% passaram a obter salários mais favoráveis. Não obstante, o aumento do salário mínimo durante o período analisado ajudou a diminuir a porcentagem de trabalhadores em situação de baixa renda.

13 Alguns comentários Muitos trabalhadores de baixa renda vivem em situação de pobreza. Na China, 45% dos trabalhadores migrantes de baixa renda são pobres. O aumento da desigualdade e a moderação salarial da última década tiveram um impacto negativo no consumo dos domicílios e na demanda agregada. Esta queda foi compensada em alguns países pela baixa taxa de juros, pelo aumento excessivo do crédito, e por uma dependência nas exportações.

14 PARTE III: Respostas e opções de políticas

15 Respostas de políticas Na Cúpula do G20 em Seul (novembro de 2010) insistiu-se na noção do crescimento compartilhado - - uma maneira de assegurar que os benefícios do crescimento sejam difundidos nos países e que a brecha entre paises ricos e pobres seja diminuída. Para lograr este desafio, é imprescindível que os salários aumentam com a produtividade. E que políticas para aumentar os rendimentos e as possibilidades de transição de trabalhadores pobres sejam adotadas.

16 Promover a negociação coletiva Durante momentos de crise, a negociação coletiva permite trabalhadores e empregadores a negociar políticas de retenção de postos com diminuição de horas trabalhadas e salários (Alemanha). Uma ausência de dialogo causa uma ênfase em demissões (Europa Central, Estados Unidos). Durante a recuperação, a negociação coletiva permite que os salários sejam vinculados com a produtividade (especialmente se a cobertura > 30%). Incluir os trabalhadores de baixa renda segue sendo um desafio para os sindicatos.

17 Os salários mínimos podem jogar um papel complementar Aproximadamente a metade dos países aumentaram seus salários mínimos em 2009, como parte de sua política salarial de médio prazo ou para prevenir deterioração na poder de compra dos trabalhadores de baixa renda durante a crise. Isto representa uma mudança em comparação com crises anteriores. Table 5 Minimum wages during the crisis Number of countries with unchanged minimum wages in 2009 Total number of countries in the sample Advanced countries 3 17 Central and Eastern Europe 3 15 Eastern Europe and Central Asia 3 8 Asia Latin America and Caribbean 4 22 Africa Middle East 2 3 Total Source: ILO Global Wage Database.

18 Assegurar uma renda mínima A pobreza dos trabalhadores de baixa renda pode ser reduzida por políticas que incentivam o trabalho formal, como por exemplo, o imposto de renda positivo. Exemplos incluem o earned income tax credit dos Estados Unidos ou o Prime pour l emploi na França. Estas políticas fornecem incentivos financeiros para permanecer no mercado de trabalho. Outras opções incluem políticas de transferência de renda, como Bolsa Família no Brasil ou o Child support grant na África do Sul. Elas incentivam a permanência escolar, dentre outras condicionalidades.

19 Olhando para o futuro: Existe um risco de que os países industrializados retornem a uma política de moderação salarial uma vez que o lucro recupere-se, o que causará baixo consumo, estagnação econômica prolongada, e possivelmente deflação. Nos países em desenvolvimento, existe um risco de que a inflação aumentará, afetando negativamente o crescimento real dos salários.

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