SERVIÇOS BÁSICOS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E SANEAMENTO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SERVIÇOS BÁSICOS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E SANEAMENTO"

Transcrição

1 SERVIÇOS BÁSICOS DE ABASTECIMENTO ASSUNTOS-CHAVE DE ÁGUA E SANEAMENTO Princípios Institucionais e de Gestão RESPOSTAS POSSIVEIS As alterações dos objectivos políticos e dos factores económicos ocorridos desde a fase de identificação, bem como lições recentemente aprendidas em projectos anteriores, devem ser tomadas em linha de conta. Por esse motivo, verificar: As políticas, a legislação ou os esquemas institucionais que afectam o contexto do projecto alteraram-se desde a fase de identificação? As lições aprendidas com os outros projectos relativos aos SBAS foram levadas em conta? As necessidades de abastecimento de água e de saneamento básico que não foram satisfeitas alteraram-se desde a identificação? Reavaliar a relevância do projecto à luz das alterações verificadas na situação e efectuar as modificações adequadas. Incorporar quaisquer alterações da legislação no projecto. Garantir que as lições aprendidas com os projectos relevantes são consideradas. Garantir que quer os aspectos relativos ao abastecimento de água quer os que dizem respeito ao saneamento básico recebem a atenção devida. O projecto deverá facilitar o planeamento eficaz inter-sectorial e inter-agências. Por esse motivo, verificar: Qual é o esquema organizativo proposto? Estabeleceram-se funções e mandatos claros para todas as partes? Quais são as condições especiais, decisões políticas ou modificações institucionais necessárias para o sucesso do projecto? Foram iniciados outros programas que possam influenciar o projecto? Garantir que as funções, responsabilidades e tarefas de todas partes envolvidas estão completamente definidas. Definir os condicionalismos e os requisitos para operar as alterações institucionais e definir um prazo para a sua implementação. Garantir a homogeneidade entre este projecto e outros projectos relativos aos SBAS, planeados ou em execução. Uma participação efectiva das partes envolvidas requer que os seus pontos de vista e necessidades auxiliem a elaboração do projecto. Por esse motivo, verificar: As agências governamentais responsáveis pela implementação do projecto são vistas de modo positivo pelas partes envolvidas? As partes envolvidas compreendem na íntegra os seus direitos e obrigações? A estrutura do projecto inclui procedimentos específicos para assegurar a participação do investidor no planeamento e elaboração do projecto? Garantir que é implementada uma abordagem participativa do planeamento dos SBAS e que são disponibilizados os recursos adequados. Garantir que as partes envolvidas recebem regularmente informação acerca dos seus direitos e obrigações. Informá-los de quaisquer alterações ocorridas desde a fase de identificação. Proporcionar formação em termos de gestão, de modo a facilitar a troca de informação e a devolução de poderes. 147

2 A sustentabilidade dos SBAS requer que se devolva aos utilizadores uma quota parte significativa da gestão e da O&M, no âmbito de uma estrutura organizativa adequada. Por esse motivo, verificar: Que tipos de entidades locais, governamentais e ONGs operam na área do projecto? Que papéis podem desempenhar na O&M? As estruturas organizativas e o estatuto legal das ONGs e das organizações comunitárias encontram-se bem definidos? A política nacional e a legislação facilitam o seu envolvimento? As obrigações relativas dos prestadores de serviços, bem como as das organizações comunitárias/grupos de utilizadores, encontram-se bem definidas? As organizações comunitárias/grupos de utilizadores possuem a capacidade e recursos adequados para planificar, financiar e implementar a manutenção do sistema? Qual o grau de participação das mulheres nas organizações locais? Identificar as estruturas locais (oficiais, do sector privado e ONGs, incluindo as organizações comunitárias) com a capacidade e a motivação para prestar assistência no desenvolvimento de um sistema de gestão do serviço. Desenvolver uma estratégia de devolução da gestão e da O&M do serviço aos grupos de utilizadores, com a assistência das organizações locais e das ONGs; garantir a participação das mulheres. Garantir que existe a legislação adequada, de forma a permitir a gestão e o financiamento de serviços por parte das entidades não governamentais; permitir a criação desta legislação, se necessário. Garantir que os recursos financeiros e humanos se encontram disponíveis para suportar os serviços de O&M e providenciar a formação técnica e de gestão, especialmente às entidades locais e aos grupos de utilizadores. Os meios de formação e de criação de capacidade, identificados no estudo de pré-viabilidade, devem ser incluídos na instrução do projecto. Por esse motivo, verificar: As agências responsáveis pela implementação são capazes de gerir o projecto em termos de recursos humanos, especialização e estruturas institucionais? O projecto inclui a formação do pessoal da agência e dos responsáveis administrativos, nos diversos níveis de gestão do sistema, incluindo os utilizadores? Os planos de formação incluem a sensibilização do factor género e incorporam a formação das mulheres? Reduzir o âmbito ou a escala do projecto de forma a coincidir com a disponibilidade dos recursos humanos. Incluir condições que assegurem que o pessoal qualificado ocupe posições específicas. Incluir a formação adequada do pessoal, acções de formação para as ONGs, organizações comunitárias e grupos de utilizadores, incluindo a formação de mulheres gestoras e do pessoal de manutenção. Incluir a disponibilização de assistência técnica especializada para formação do pessoal das agências e dos funcionários locais, nos níveis adequados. 148

3 Sistemas de informação de gestão nos quais os utilizadores e os prestadores de serviços confiem são essenciais para a eficiência operacional. Por esse motivo, verificar: Quais são os recursos humanos ou financeiros que estarão disponíveis para a recolha e análise de dados depois de cessar o apoio das entidades doadoras? Que sistemas foram definidos para o controlo dos impactos sociais, económicos e ambientais? É clara a forma como a qualidade do serviço prestado aos utilizadores será controlada e relatada? Rever os sistemas de informação propostos durante a fase de identificação. Definir os indicadores da situação social, económica e ambiental a utilizar para controlo e avaliação do projecto. Especificar quais são os indicadores para avaliação do impacto e definir os requisitos relativos aos dados necessários para a sua medição; ter em conta os requisitos relativos aos recursos humanos e financeiros para controlo a longo prazo. Recomendar conjuntos padronizados de indicadores centrais já claramente compreendidos; viabilizar a colecta de dados correlacionados com o género, quando possível. Princípios Sociais O desenvolvimento de projectos dos SBAS pode perturbar os direitos tradicionais dos utilizadores sobre os recursos hídricos e a terra. Por esse motivo, verificar: Os direitos tradicionais de exploração dos recursos hídricos e da terra poderão afectar a viabilidade do projecto? O projecto encorajará a instalação da população e de explorações animais em redor das áreas abastecidas pelos recursos hídricos? Os responsáveis tradicionais pelo abastecimento de água, ou outros trabalhadores, perderão as suas fontes de sustento? Garantir que os direitos tradicionais são considerados e, caso afectem a sua viabilidade, reformular o projecto. Quantificar as prováveis pressões ambientais das instalações criadas em redor das áreas abastecidas e considerar e eficácia da legislação existente no controlo dessas instalações. Iniciar um processo de consulta com a população afectada de modo adverso e investigar se devem ser pagas compensações. Garantir a separação do abastecimento de água aos agregados populacionais e aos animais. 149

4 O desenvolvimento de SBAS pode exigir alterações significativas nos costumes e hábitos sociais e culturais, especialmente no que diz respeito ao saneamento básico. Por esse motivo, verificar: Foram estudados os costumes e atitudes sociais relativos ao armazenamento e conservação de água, bem como os métodos de escoamento de esgotos? A introdução de métodos alternativos, como fossas para esgotos, implicará alterações significativas nos hábitos sociais? O mais fácil acesso à água afectará os hábitos de captação, armazenamento e utilização da água? Rever os resultados dos estudos sociais levados a cabo durante a fase de identificação ou durante outros projectos relativos aos SBAS. Considerar um estudo sobre CAP, para documentar as normas, atitudes e comportamentos culturais, no que diz respeito aos recursos hídricos e ao saneamento básico (ver Parte III). Garantir que os resultados dos estudos sociais, particularmente no que diz respeito ao saneamento básico, são completamente incorporados no projecto. Garantir que os aspectos relacionados com a qualidade da água e a saúde são incluídos nos estudos sociais. A melhoria dos sistemas de SBAS pode também levar ao aumento das desigualdades entre os diferentes grupos sociais. Por esse motivo, verificar: Os impactos sociais, económicos e ambientais esperados sobre todas as partes envolvidas estão devidamente quantificados? As comunidades com menores recursos financeiros ou os grupos minoritários usufruirão de iguais benefícios por parte do projecto, em comparação com os grupos mais favorecidos? Como é que a população tradicionalmente dependente dos recursos hídricos ou do tratamento de esgotos será afectada? Qual é a probabilidade de se verificar um aumento do número de pequenas empresas, que levará a um aumento do consumo dos recursos hídricos? Discutir estratégias alternativas com as partes envolvidas e garantir que o projecto é formulado com o objectivo de servir os mais desfavorecidos em primeiro lugar. Identificar os grupos minoritários influenciados pelo projecto e confirmar que têm acesso aos serviços e participam na sua gestão. Garantir que os tradicionais abastecedores de água e saneamento básico são incluídos como partes envolvidas; examinar o provável impacto do projecto sobre o seu estilo de vida. Incluir uma estimativa do aumento de utilização dos recursos hídricos pelas pequenas empresas, para o cálculo da provável procura dos serviços. 150

5 Uma abordagem baseada na comunidade tem maior probabilidade de promover o sentido de propriedade e a sustentabilidade dos serviços por parte dos utilizadores. Por esse motivo, verificar: O projecto assenta nas estruturas comunitárias existentes e inclui os grupos menos favorecidos? As organizações e estruturas comunitárias existentes, pertinentes aos SBAS, representam todos os grupos de interesse ou há algum excluído, nomeadamente as mulheres e os grupos minoritários? O projecto proporciona oportunidades de criação local de postos de trabalho nas áreas da construção, fabrico (por exemplo, de equipamento de saneamento básico) e da operação e gestão dos serviços, incluindo as mulheres? Existirão benefícios suficientes a longo prazo para suportar novas actividades e responsabilidades? Identificar as estruturas comunitárias existentes e garantir que as novas estruturas as complementam. Utilizar técnicas de incentivo à participação, no sentido de captar conhecimentos locais, valores culturais e conhecimento técnico local. Verificar se os representantes designados pelas comunidades representam todos os grupos, incluindo as mulheres. Proporcionar meios de participação dos fornecedores, contraentes e fabricantes locais, no âmbito do projecto. Incluir flexibilidade suficiente na estrutura do projecto para permitir modificações durante a sua implementação. Garantir que as intervenções não diminuem o papel potencial do sector privado. Dado o papel fulcral desempenhado pela água no quotidiano das mulheres, são necessárias medidas que assegurem a participação efectiva destas no planeamento e formulação do projecto. Por esse motivo, verificar: O projecto demonstra que o papel da mulher na captação dos recursos hídricos e na utilização doméstica destes foi suficientemente respeitado durante a instrução? Os serviços serão planeados e geridos de forma a que os benefícios sejam equitativos entre as mulheres e os homens? As atitudes e práticas culturais foram consideradas, incluindo as que estão relacionadas com os papéis das mulheres e dos homens face à água e aos esgotos e à sua privacidade? Garantir a participação na instrução do projecto por parte do pessoal com formação sobre a análise dos aspectos relacionados com o género (ver Parte III) e a manutenção de um registo da sensibilização em função do género. Nos casos em que a sensibilização em função do género constitui um novo conceito, envidar esforços no sentido de aumentar a sensibilização; considerar a definição de requisitos para uma presença proporcional das mulheres nos comités das partes envolvidas e de gestão. Garantir que exercícios de participação lidam com aspectos específicos das mulheres e crianças, incluindo as atitudes culturais orientadas para as mulheres como fornecedores de recursos hídricos grátis. 151

6 Princípios Económicos e Financeiros O valor económico dos recursos hídricos deve reflectir-se nos sistemas de SBAS. Por esse motivo, verificar: Quais são os incentivos económicos para as partes envolvidas? Qual a viabilidade económica da intervenção proposta? Foi dado peso suficiente aos custos inerentes aos recursos hídricos, especialmente no que diz respeito aos aspectos relativos ao género? Que indicadores económicos serão aplicados para controlar o impacto do projecto sobre os utilizadores e a economia em geral? Levar a cabo uma análise económica no estudo de pré-viabilidade (ver Parte III), mesmo que os benefícios económicos possam não ser um critério de suporte do projecto. Confirmar o cálculo dos benefícios efectuado na fase de identificação e recomendar alterações ao projecto, caso se justifique. Garantir que os actuais valores dos recursos hídricos são incorporados no processo de instrução. Especificar indicadores para avaliação do impacto económico e definir os requisitos respeitantes aos dados, de forma a que estes indicadores possam ser medidos, tendo em conta os requisitos financeiros e de recursos necessários ao controlo a longo prazo. A cobrança pelos serviços é necessária para gerar fundos para investimentos futuros e promover o conceito da água ser um bem valioso. Por esse motivo, verificar: O conceito de água como um recurso económico, em vez de ser considerada como um bem grátis, foi considerado? Existe um mercado tradicional para os recursos hídricos, incluindo a compra a agentes comerciais, e caso exista quais são os encargos? Foram colocados em prática incentivos à política de preços, de modo a encorajar os utilizadores a gerir o abastecimento de água de modo mais eficiente? Quais os mecanismos colocados em prática para assegurar a estabilidade financeira após a conclusão do projecto? Existe um sistema adequado de recolha e conservação dos fundos comunitários? Explicar o conceito de água como recurso económico e demonstrar que os encargos propostos são necessários para garantir sustentabilidade. Se foram levados a cabo estudos sobre a vontade de pagar durante a fase de identificação, incorporar os resultados no processo de definição dos encargos. Avaliar se o tipo e a dimensão dos equipamentos/infra-estruturas é adequado e garantir que o projecto é realista nas suas pretensões, no que diz respeito à recuperação do investimento. Considerar os sistemas contabilísticos existentes para a gestão financeira e verificar a aceitação e fiabilidade daqueles a quem foi confiada a gestão financeira. 152

7 É necessário adoptar uma abordagem equilibrada entre o aumento do fornecimento e a gestão do consumo. Por esse motivo, verificar: Quais as opções disponíveis no campo do abastecimento para melhorar a cobertura à população que actualmente não é servida pelo abastecimento de água? É legal e exequível para os utilizadores comercializar água entre eles e vendê-la a outros sectores? Os vendedores de água e colectores de esgotos tradicionais foram consultados de modo adequado? Dar prioridade às intervenções que melhorem o abastecimento à população ainda não servida e investigar opções para aumentar o abastecimento. Avaliar os benefícios mais vastos do melhoramento da cobertura em termos dos prováveis benefícios na área da saúde. Nas áreas com uma boa cobertura investigar as opções ou a gestão do consumo, no sentido de melhorar a eficiência. Os projectos devem demonstrar viabilidade financeira. Por esse motivo, verificar: A longo prazo, o projecto é viável em termos financeiros? Como é que os custos previstos para o projecto se comparam com os de outros projectos? Foi efectuada uma análise adequada dos riscos e das premissas envolvidos no projecto? Incluir no estudo de viabilidade uma análise financeira (ver Parte III) para determinar a sustentabilidade a longo prazo. Nos casos em que se verifiquem grandes variações de custos entre os projectos, verificar as previsões e investigar abordagens alternativas. Identificar os riscos técnicos e financeiros associados ao projecto e apontar as medidas de mitigação adequadas, no estudo de viabilidade. 153

8 Princípios Ambientais Os projectos relacionados com os SBAS originam com frequência modificações na utilização da terra e dos recursos hídricos. Por esse motivo, verificar: Quais são os impactos esperados sobre a qualidade e a quantidade da água a jusante? O aumento da captação dos recursos hídricos subterrâneos levará à exaustão das reservas aquíferas e à exacerbação das variações sazonais em matéria de abastecimento de água? Quais os impactos esperados sobre a saúde e instalações humanas? Os possíveis riscos para a saúde pública provocados pelo aumento das áreas de água estagnada foram avaliados? O perigo de degradação dos solos e os riscos de saúde pública provocados pelos métodos de tratamento e escoamento de esgotos foram avaliados? Efectuar um Estudo de Impacto Ambiental, caso se justifique, de acordo com o Manual da CE para o Ambiente (ver Parte III). Instaurar sistemas de controlo de qualidade e quantidade a jusante. Incluir uma previsão dos níveis futuros de extracção e confirmar a sustentabilidade do fornecimento a longo prazo. Confirmar que os riscos prováveis para a saúde humana foram avaliados de forma adequada. Confirmar a sustentabilidade a longo prazo dos resultados do aumento da fixação da população e de explorações pecuárias em redor das áreas de abastecimento. Uma recolha cuidadosa e uma análise informada dos dados basais constituem a principal forma de minimizar os prejuízos ambientais. Por esse motivo, verificar: A fase de identificação proporcionou avaliações ambientais e métodos de controlo adequado e imparciais? Foram especificados os indicadores de impacto ambiental apropriados? Foram especificados indicadores de saúde apropriados? Especificar indicadores para o controlo do impacto ambiental verificado durante implementação e a operação subsequente. Verificar se existem indicadores de saúde acessíveis e se a recolha e a análise dos mesmos é praticável. Incluir acções de formação para o pessoal responsável pela avaliação e controlo ambiental. Considerar o fortalecimento do financiamento pelas partes envolvidas para a recolha de dados, utilizando métodos participativos. 154

9 Os novos esquemas de saneamento básico podem causar problemas de tratamento de esgotos. Por esse motivo, verificar: Foram incluídas no projecto medidas de tratamento e recolha de esgotos adequadas? A disponibilidade de terrenos para as operações de tratamento e recolha de esgotos foi considerada? Existem riscos significativos de poluição a jusante, provenientes do tratamento de efluentes? Qual o fim que será dado aos desperdícios? Garantir que o tratamento dos esgotos é planeado de modo adequado, em termos da utilização, instalações, custos e gestão, e que são incluídas medidas de protecção das áreas com recursos hídricos circundantes. Confirmar que os riscos prováveis para a saúde humana e animal foram avaliados de forma cuidada. Confirmar se os conceitos de tratamento e recolha de esgotos e efluentes são compreendidos e considerados. Princípios Relativos à Informação, Educação e Comunicação O desenvolvimento de uma ampla base de dados constitui uma condição prévia para o desenvolvimento de programas de SBAS. Este facto requer uma recolha eficaz dos dados e métodos de controlo. Por esse motivo, verificar: Quais a falhas existentes na informação necessária para um planeamento e subsequente controlo eficazes? Existe algum risco devido à ambiguidade dos dados? Em que medida é que os lapsos na informação constituem um obstáculo para uma tomada de decisões fundamentada? Especificar de forma detalhada as necessidades de informação e os métodos de recolha de dados, dando especial atenção à qualidade e à quantidade dos recursos hídricos. Confirmar que os indicadores de controlo são apropriados e que existem os recursos para a recolha dos dados necessários. Rever os dados existentes e garantir que as implicações dos riscos existentes são contempladas na análise. A educação e o aumento da sensibilização, orientados para o pessoal responsável pelos SBAS e para os utilizadores, são necessários para garantir a compreensão dos princípios e as abordagens participativas. Por esse motivo, verificar: O conceito de participação e investimento financeiro foi definido de forma satisfatória? Conceitos essenciais, como os de água potável / água cinzenta / água poluída e de contaminação bacteriana, foram compreendidos? As ligações com as agências responsáveis pela saúde e a educação foram estabelecidas de modo eficiente? As organizações comunitárias / grupos de utilizadores compreendem os aspectos técnicos da elaboração de programas dos SBAS? Permitir a colocação em prática de cursos e acções de formação, no sentido de aumentar o grau de sensibilização acerca da gestão, da participação e do envolvimento das partes envolvidas. Garantir uma representação equilibrada nas acções de formação dos diferentes grupos e sexos. Considerar ligações com as autoridades responsáveis pela saúde e pela educação, no sentido de transmitir informação essencial na área dos recursos hídricos e da saúde pública. Incluir acções de formação com o intuito de garantir uma utilização e manutenção das tecnologias adequadas. 155

10 Princípios tecnológicos Um conjunto de especificações e um projecto adequado do equipamento utilizado nos SBAS dependem de uma informação completa e fiável. Por esse motivo, verificar: Qual o grau de confiança que se pode atribuir à quantificação do abastecimento e do consumo? As estimativas do número de litros/dia/pessoa são razoáveis e compatíveis com os recursos existentes? O consumo de água previsto é compatível com as necessidades actuais e previstas para os outros sectores? As concessões feitas relativamente às deficiências do sistema e da gestão são realistas? Examinar os métodos utilizados na determinação do volume de abastecimento e de consumo e, se necessário, recomendar uma recolha adicional de dados. Confirmar se o consumo de água previsto pode ser compatibilizado, sem quaisquer conflitos e sem custos inaceitáveis, com os outros sectores. Comparar os níveis de eficiência do projecto com os que foram observados noutros esquemas semelhantes. O design do equipamento e a definição de normas de operação deverão minimizar os impactos negativos sobre o ambiente. Por esse motivo, verificar: As tecnologias propostas minimizarão os impactos do projecto sobre o abastecimento de água, a degradação dos terrenos e a saúde humana e animal? O projecto, construção e faseamento das estruturas de abastecimento de água e de saneamento são adequados para prevenção da degradação a longo prazo das áreas circundantes das instalações? Garantir a execução de um Estudo de Impacto Ambiental (ver Parte III) e a incorporação dos resultados deste. Garantir que o estudo de viabilidade considera os riscos de degradação das áreas circundantes dos locais de exploração dos recursos hídricos e que define medidas apropriadas de melhoramento. Aplicar os princípios de saneamento ambiental (ver Parte III) no projecto. 156

11 As soluções no campo da engenharia devem ter em conta os recursos materiais e técnicos básicos à disposição das agências responsáveis pela operação e dos utilizadores. Por esse motivo, verificar: Quais as novas tecnologias ou tecnologias locais que podem ser incluídas no projecto? É possível o fabrico local do equipamento? Qual é o estado actual das estruturas de abastecimento de água e de saneamento? As tecnologias propostas exigem a aquisição de novas capacidades pelo pessoal das agências e pelos utilizadores? As tecnologias propostas são compatíveis com outras já em utilização no país e são praticáveis a nível local? As mulheres foram consultadas de modo suficientemente exaustivo, no que diz respeito às tecnologias propostas? Com base nos estudos levados a cabo durante a fase de identificação, seleccionar uma solução equilibrada relativamente à tecnologia local e importada. Determinar a capacidade local de fabrico de equipamento. Identificar a origem e o custo de substituição dos componentes e as necessidades de capacidade técnica, instalações e equipamento industrial. Se as infra-estruturas existentes se encontram em fracas condições, identificar as causas e obviá-las. Incluir formação técnica dirigida aos utilizadores ou ao pessoal das agências, relativamente à manutenção do equipamento. Garantir que as tecnologias propostas são sensíveis ao género. 157

ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário. As Normas da família ISO 9000. As Normas da família ISO 9000

ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário. As Normas da família ISO 9000. As Normas da família ISO 9000 ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário Gestão da Qualidade 2005 1 As Normas da família ISO 9000 ISO 9000 descreve os fundamentos de sistemas de gestão da qualidade e especifica

Leia mais

Uma agenda para a mudança: conseguir acesso universal à água, ao saneamento e à higiene (WASH) até 2030.

Uma agenda para a mudança: conseguir acesso universal à água, ao saneamento e à higiene (WASH) até 2030. Uma agenda para a mudança: conseguir acesso universal à água, ao saneamento e à higiene (WASH) até 2030. O acordo sobre uma meta do Objectivo de Desenvolvimento Sustentável relativamente ao acesso universal

Leia mais

ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003. Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008

ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003. Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008 ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003 Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008 1 SISTEMÁTICA DE AUDITORIA - 1 1 - Início da 4 - Execução da 2 - Condução da revisão dos documentos

Leia mais

Indicadores Gerais para a Avaliação Inclusiva

Indicadores Gerais para a Avaliação Inclusiva PROCESSO DE AVALIAÇÃO EM CONTEXTOS INCLUSIVOS PT Preâmbulo Indicadores Gerais para a Avaliação Inclusiva A avaliação inclusiva é uma abordagem à avaliação em ambientes inclusivos em que as políticas e

Leia mais

REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017

REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017 REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017 Adão Augusto, Consultor 12-02-2015 1. Contextualização. Os projectos sociais fazem parte de um sistema complexo de relações que envolvem

Leia mais

REQUISITOS MÍNIMOS DE INFORMAÇÕES E DADOS PARA OS ESTUDOS DE VIABILIDADE TÉCNICA, ECONÓMICA E FINANCEIRA (EVTEF) DOS PROJECTOS

REQUISITOS MÍNIMOS DE INFORMAÇÕES E DADOS PARA OS ESTUDOS DE VIABILIDADE TÉCNICA, ECONÓMICA E FINANCEIRA (EVTEF) DOS PROJECTOS PROCESSOS DE CANDIDATURA A FINANCIAMENTO DO BANCO DE DESENVOLVIMENTO DE ANGOLA REQUISITOS MÍNIMOS DE INFORMAÇÕES E DADOS PARA OS ESTUDOS DE VIABILIDADE TÉCNICA, ECONÓMICA E FINANCEIRA (EVTEF) DOS PROJECTOS

Leia mais

FORMAÇÃO SOBRE: GÉNERO E DESENVOLVIMENTO

FORMAÇÃO SOBRE: GÉNERO E DESENVOLVIMENTO Projecto PIGEM FORMAÇÃO SOBRE: GÉNERO E DESENVOLVIMENTO LUBANGO 28 DE ABRIL DE 2015 ELABORADO POR: MARIANA SOMA /PRELECTORA 1 GÉNERO E DESENVOLVIMENTO CONCEITO É uma abordagem que se concentra nas relações

Leia mais

ARTIGO 29.º - Grupo de Protecção de Dados Pessoais

ARTIGO 29.º - Grupo de Protecção de Dados Pessoais ARTIGO 29.º - Grupo de Protecção de Dados Pessoais 12054/02/PT WP 69 Parecer 1/2003 sobre o armazenamento dos dados de tráfego para efeitos de facturação Adoptado em 29 de Janeiro de 2003 O Grupo de Trabalho

Leia mais

1. INTRODUÇÃO 2. ANÁLISE ESTRATÉGICA

1. INTRODUÇÃO 2. ANÁLISE ESTRATÉGICA CADERNO FICHA 11. RECUPERAÇÃO 11.4. OBJECTIVOS ESTRATÉGICOS O presente documento constitui uma Ficha que é parte integrante de um Caderno temático, de âmbito mais alargado, não podendo, por isso, ser interpretado

Leia mais

NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO

NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO NIP: Nº DO RELATÓRIO: DENOMINAÇÃO DA EMPRESA: EQUIPA AUDITORA (EA): DATA DA VISITA PRÉVIA: DATA DA AUDITORIA: AUDITORIA DE: CONCESSÃO SEGUIMENTO ACOMPANHAMENTO

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de DIRECTIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de DIRECTIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 3.8.2005 COM(2005) 361 final 2005/0147 (COD) Proposta de DIRECTIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO que revoga a Directiva 90/544/CEE do Conselho relativa

Leia mais

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL MANUAL Elaborado por Comitê de Gestão de Aprovado por Paulo Fernando G.Habitzreuter Código: MA..01 Pag.: 2/12 Sumário Pag. 1. Objetivo...

Leia mais

Plano de Contingência para Serviços e Empresas

Plano de Contingência para Serviços e Empresas Plano de Contingência para Este documento contém: Lista de Verificação de Medidas e Procedimentos para O Plano de Contingência consiste num conjunto de medidas e acções que deverão ser aplicadas oportunamente,

Leia mais

DIÁLOGO SOCIAL EUROPEU: PROJECTO DE ORIENTAÇÕES MULTISSECTORIAIS PARA O COMBATE DA VIOLÊNCIA E ASSÉDIO DE TERCEIROS RELACIONADOS COM O TRABALHO

DIÁLOGO SOCIAL EUROPEU: PROJECTO DE ORIENTAÇÕES MULTISSECTORIAIS PARA O COMBATE DA VIOLÊNCIA E ASSÉDIO DE TERCEIROS RELACIONADOS COM O TRABALHO DIÁLOGO SOCIAL EUROPEU: PROJECTO DE ORIENTAÇÕES MULTISSECTORIAIS PARA O COMBATE DA VIOLÊNCIA E ASSÉDIO DE TERCEIROS RELACIONADOS COM O TRABALHO EPSU, UNI Europa, ETUCE, HOSPEEM, CEMR, EFEE, EuroCommerce,

Leia mais

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE Projecto IMCHE/2/CP2 1 ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

Leia mais

PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE PROJECTO DE PROGRAMA DE TRABALHO 1998-1999 (Art. 5.2.b da Decisão Nº 1400/97/CE)

PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE PROJECTO DE PROGRAMA DE TRABALHO 1998-1999 (Art. 5.2.b da Decisão Nº 1400/97/CE) PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE PROJECTO DE PROGRAMA DE TRABALHO 1998-1999 (Art. 5.2.b da Decisão Nº 1400/97/CE) 1. INTRODUÇÃO As actividades da União Europeia no domínio da

Leia mais

Integração de uma abordagem de género na gestão de recursos hídricos e fundiários Documento de Posição de organizações e redes dos PALOPs

Integração de uma abordagem de género na gestão de recursos hídricos e fundiários Documento de Posição de organizações e redes dos PALOPs Integração de uma abordagem de género na gestão de recursos hídricos e fundiários Documento de Posição de organizações e redes dos PALOPs Isabel Dinis, ACTUAR Lisboa, 3 de Junho de 2010 ACTUAR - ASSOCIAÇÃO

Leia mais

GIRH como Ferramenta de Adaptação às Mudanças Climáticas. Adaptação em Gestão das Águas

GIRH como Ferramenta de Adaptação às Mudanças Climáticas. Adaptação em Gestão das Águas GIRH como Ferramenta de Adaptação às Mudanças Climáticas Adaptação em Gestão das Águas Meta e objetivos da sessão Meta considerar como a adaptação às mudanças climáticas pode ser incorporada na gestão

Leia mais

CEF/0910/26436 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/26436 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/26436 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade

Leia mais

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO Introdução Escopo A Carta de Bangkok identifica ações, compromissos e promessas necessários para abordar os determinantes da saúde em

Leia mais

CARTA DE OTTAWA. PRIMEIRA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PROMOÇÃO DA SAÚDE Ottawa, novembro de 1986

CARTA DE OTTAWA. PRIMEIRA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PROMOÇÃO DA SAÚDE Ottawa, novembro de 1986 CARTA DE OTTAWA PRIMEIRA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PROMOÇÃO DA SAÚDE Ottawa, novembro de 1986 A Primeira Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde, realizada em Ottawa, Canadá, em novembro

Leia mais

Marketing de Feiras e Eventos: Promoção para Visitantes, Expositores e Patrocinadores

Marketing de Feiras e Eventos: Promoção para Visitantes, Expositores e Patrocinadores Gestão e Organização de Conferências e Reuniões Organização de conferências e reuniões, nos mais variados formatos, tais como reuniões educativas, encontros de negócios, convenções, recepções, eventos

Leia mais

COMO ELABORAR UM PLANO DE NEGÓCIOS DE SUCESSO

COMO ELABORAR UM PLANO DE NEGÓCIOS DE SUCESSO COMO ELABORAR UM PLANO DE NEGÓCIOS DE SUCESSO 1 Sumário: Conceito e Objectivos Estrutura do PN o Apresentação da Empresa o Análise do Produto / Serviço o Análise de Mercado o Estratégia de Marketing o

Leia mais

Carta dos Direitos do Cliente

Carta dos Direitos do Cliente A pessoa com deficiência ou incapacidade, deve ser educada e viver na comunidade, mas com programas e apoios especiais. Cercisiago Carta dos Direitos do Cliente Março de 2010 Carta dos Direitos do Cliente

Leia mais

Requisitos do Sistema de Gestão de Segurança para a Prevenção de Acidentes Graves (SGSPAG)

Requisitos do Sistema de Gestão de Segurança para a Prevenção de Acidentes Graves (SGSPAG) Requisitos do Sistema de Gestão de Segurança para a Prevenção de Acidentes Graves (SGSPAG) Política de Prevenção de Acidentes Graves Revisão Revisão Identificação e avaliação dos riscos de acidentes graves

Leia mais

A PROMOÇÃO DA SAÚDE A CARTA DE OTTAWA

A PROMOÇÃO DA SAÚDE A CARTA DE OTTAWA A PROMOÇÃO DA SAÚDE A CARTA DE OTTAWA A primeira Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde, realizada em Ottawa em 21 de Novembro de 1986, aprovou a presente Carta, que contém as orientações para

Leia mais

Termos de Referência

Termos de Referência MAPEAMENTO DE PARTES INTERESSADAS (PARCEIROS E DOADORES) Termos de Referência 1. Contexto O Fundo Mundial para a Natureza (WWF) tem vindo a trabalhar em Moçambique desde os meados dos anos 90 em áreas-chave

Leia mais

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 310 ÍNDICE

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 310 ÍNDICE Directriz de Revisão/Auditoria 310 CONHECIMENTO DO NEGÓCIO Outubro de 1999 ÍNDICE Parágrafos Introdução 1-7 Obtenção do Conhecimento 8-13 Uso do Conhecimento 14-18 Apêndice Matérias a Considerar no Conhecimento

Leia mais

INSTRUMENTOS FINANCEIROS E ECONÔMICOS PARA GIRH. Aplicação de instrumentos financeiros

INSTRUMENTOS FINANCEIROS E ECONÔMICOS PARA GIRH. Aplicação de instrumentos financeiros INSTRUMENTOS FINANCEIROS E ECONÔMICOS PARA GIRH Aplicação de instrumentos financeiros Metas e objetivos da sessão Examinar em maior detalhe o que foi apresentado no Capítulo 5 em relação às principais

Leia mais

IDN-Incubadora de Idanha-a-Nova

IDN-Incubadora de Idanha-a-Nova IDN-Incubadora de Idanha-a-Nova Guião do estudo económico e financeiro IDN - Incubadora de Idanha - Guião de candidatura Pág. 1 I CARACTERIZAÇÃO DO PROMOTOR 1.1 - Identificação sumária da empresa 1.2 -

Leia mais

Índice. rota 3. Enquadramento e benefícios 6. Comunicação Ética 8. Ética nos Negócios 11. Promoção para o Desenvolvimento Sustentável 13. Percurso 1.

Índice. rota 3. Enquadramento e benefícios 6. Comunicação Ética 8. Ética nos Negócios 11. Promoção para o Desenvolvimento Sustentável 13. Percurso 1. rota 3 CLIENTES Rota 3 Índice Enquadramento e benefícios 6 Percurso 1. Comunicação Ética 8 Percurso 2. Ética nos Negócios 11 Percurso 3. Promoção para o Desenvolvimento Sustentável 13 responsabilidade

Leia mais

O que é a adaptação às mudanças climáticas?

O que é a adaptação às mudanças climáticas? Síntese da CARE Internacional sobre Mudanças Climáticas O que é a adaptação às mudanças climáticas? As mudanças climáticas colocam uma ameaça sem precedentes a pessoas vivendo nos países em desenvolvimento

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 8.10.2007 SEC(2007)907 DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO documento de acompanhamento da Comunicação da Comissão sobre um programa para ajudar as

Leia mais

Logística e Gestão da Distribuição

Logística e Gestão da Distribuição Logística e Gestão da Distribuição Depositos e política de localização (Porto, 1995) Luís Manuel Borges Gouveia 1 1 Depositos e politica de localização necessidade de considerar qual o papel dos depositos

Leia mais

A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes

A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes A satisfação e o desempenho dos recursos humanos em qualquer organização estão directamente relacionados entre

Leia mais

Como melhorar a Sustentabilidade através da implementação de um Sistema Integrado de Gestão Qualidade, Ambiente e Segurança

Como melhorar a Sustentabilidade através da implementação de um Sistema Integrado de Gestão Qualidade, Ambiente e Segurança Como melhorar a Sustentabilidade através da implementação de um Sistema Integrado de Gestão Qualidade, Ambiente e Segurança ENQUADRAMENTO O QUE SE PRETENDE? A IMPLEMENTAÇÃO DE UM SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO

Leia mais

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia e, nomeadamente, o n. o 1 do seu artigo 175. o,

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia e, nomeadamente, o n. o 1 do seu artigo 175. o, 25.6.2003 L 156/17 DIRECTIVA 2003/35/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 26 de Maio de 2003 que estabelece a participação do público na elaboração de certos planos e programas relativos ao ambiente

Leia mais

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 300 ÍNDICE

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 300 ÍNDICE Directriz de Revisão/Auditoria 300 PLANEAMENTO Junho de 1999 ÍNDICE Parágrafos Introdução 1-4 Planeamento do Trabalho 5-8 Plano Global de Revisão / Auditoria 9-10 Programa de Revisão / Auditoria 11-12

Leia mais

Partilha de informação com as comunidades

Partilha de informação com as comunidades Briefing da CAFOD sobre : Nível 1 (Básico) com as comunidades Este Briefing apresenta um guia básico passo-a-passo para os parceiros da CAFOD sobre a partilha de informação com as comunidades que apoiam

Leia mais

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa Aécio Costa A segurança da informação é obtida a partir da implementação de um conjunto de controles adequados, incluindo políticas, processos, procedimentos, estruturas organizacionais e funções de software

Leia mais

Política de Segurança da Informação

Política de Segurança da Informação ÍNDICE INTRODUÇÃO 3 AUDIÊNCIA 3 IMPORTÂNCIA DA INFORMAÇÃO E DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO 3 POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO 5 RESPONSABILIDADES NA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO 6 MANUTENÇÃO E COMUNICAÇÃO DAS

Leia mais

ACQUALIVEEXPO. Painel A INTERNACIONALIZAÇÃO DO SECTOR PORTUGUÊS DA ÁGUA EVOLUÇÃO DO SECTOR DA ÁGUA NOS BALCÃS: O EXEMPLO DA SÉRVIA

ACQUALIVEEXPO. Painel A INTERNACIONALIZAÇÃO DO SECTOR PORTUGUÊS DA ÁGUA EVOLUÇÃO DO SECTOR DA ÁGUA NOS BALCÃS: O EXEMPLO DA SÉRVIA ACQUALIVEEXPO Painel A INTERNACIONALIZAÇÃO DO SECTOR PORTUGUÊS DA ÁGUA EVOLUÇÃO DO SECTOR DA ÁGUA NOS BALCÃS: O EXEMPLO DA SÉRVIA Lisboa, 22 de Março de 2012 1 1. Introdução A diplomacia económica é um

Leia mais

Agência Europeia para a Segurança da Aviação

Agência Europeia para a Segurança da Aviação Apêndice ao Parecer n.º 05/2007 PreRIA 21.040 Agência Europeia para a Segurança da Aviação AVALIAÇÃO PRELIMINAR DO IMPACTO REGULAMENTAR Documentação sobre ruído das aeronaves 1. Finalidade e efeito pretendido

Leia mais

Bureau Veritas Certification. Responsabilidade Social, a Internacionalização e a Gestão do Risco

Bureau Veritas Certification. Responsabilidade Social, a Internacionalização e a Gestão do Risco Bureau Veritas Certification Responsabilidade Social, a Internacionalização e a Gestão do Risco Responsabilidade Social, a Internacionalização e a Gestão do Risco A introdução da gestão do risco na ISO

Leia mais

. evolução do conceito. Inspecção 3. Controlo da qualidade 4. Controlo da Qualidade Aula 05. Gestão da qualidade:

. evolução do conceito. Inspecção 3. Controlo da qualidade 4. Controlo da Qualidade Aula 05. Gestão da qualidade: Evolução do conceito 2 Controlo da Qualidade Aula 05 Gestão da :. evolução do conceito. gestão pela total (tqm). introdução às normas iso 9000. norma iso 9000:2000 gestão pela total garantia da controlo

Leia mais

6º Congresso Nacional da Administração Pública

6º Congresso Nacional da Administração Pública 6º Congresso Nacional da Administração Pública João Proença 30/10/08 Desenvolvimento e Competitividade: O Papel da Administração Pública A competitividade é um factor-chave para a melhoria das condições

Leia mais

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 3 COMBATE À POBREZA ÁREA DE PROGRAMAS

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 3 COMBATE À POBREZA ÁREA DE PROGRAMAS CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 3 COMBATE À POBREZA ÁREA DE PROGRAMAS Capacitação dos pobres para a obtenção de meios de subsistência sustentáveis Base para

Leia mais

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que:

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que: C 297/6 Resolução do Conselho e dos Representantes Governos dos Estados-Membros, reunidos no Conselho, relativa à realização dos objectivos comuns em matéria de participação e informação dos jovens para

Leia mais

CARTA DAS ONGD EUROPEIAS

CARTA DAS ONGD EUROPEIAS CARTA DAS ONGD EUROPEIAS Princípios Básicos do Desenvolvimento e da Ajuda Humanitária das ONGD da União Europeia O Comité de Liaison das ONG de Desenvolvimento da UE O Comité de Liaison ONGD-UE representa,

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a de Segurança e Higiene no Trabalho Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/7 ÁREA DE ACTIVIDADE OBJECTIVO

Leia mais

Segurança e Higiene no Trabalho

Segurança e Higiene no Trabalho Guia Técnico Segurança e Higiene no Trabalho Volume III Análise de Riscos um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido ou distribuído sem a expressa

Leia mais

Política de Segurança da Informação

Política de Segurança da Informação ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 3 2. AUDIÊNCIA 3 3. VALOR DA INFORMAÇÃO 4 4. IMPORTÂNCIA DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO 5 5. MODELO DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO 6 6. RESPONSABILIDADES NA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO 7 7. MANUTENÇÃO

Leia mais

Segurança e Higiene do Trabalho. Volume XIX Gestão da Prevenção. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção. www.oportaldaconstrucao.

Segurança e Higiene do Trabalho. Volume XIX Gestão da Prevenção. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção. www.oportaldaconstrucao. Guia Técnico Segurança e Higiene do Trabalho Volume XIX Gestão da Prevenção um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido ou distribuído sem a expressa

Leia mais

Aumento do investimento: Considerações sobre a gestão do investimento público

Aumento do investimento: Considerações sobre a gestão do investimento público Aumento do investimento: Considerações sobre a gestão do investimento público COMENTÁRIOS DE ENRIQUE BLANCO ARMAS, BANCO MUNDIAL MAPUTO, 11 DE MARÇO DE 2013 Estrutura dos comentários Por que razão a gestão

Leia mais

POLÍTICA DE AMBIENTE, QUALIDADE E SEGURANÇA

POLÍTICA DE AMBIENTE, QUALIDADE E SEGURANÇA HOMOLOGAÇÃO: José Eduardo Carvalho 14-03- Pág. 2 de 5 A Tagusgás subscreve a Política AQS da Galp Energia. A Política AQS da Tagusgás foi definida tendo em consideração os Objectivos Estratégicos do Grupo

Leia mais

ABNT NBR ISO/IEC 27002:2005

ABNT NBR ISO/IEC 27002:2005 ABNT NBR ISO/IEC 27002:2005 Código de prática para a gestão da segurança da informação A partir de 2007, a nova edição da ISO/IEC 17799 será incorporada ao novo esquema de numeração como ISO/IEC 27002.

Leia mais

Apresentado por: Miquelina Menezes Maputo, 17 de Novembro de 2011

Apresentado por: Miquelina Menezes Maputo, 17 de Novembro de 2011 Energia Para Moçambique Análise do potencial do país no âmbito da geração de energias renováveis e revisão dos projectos de energia solar, eólica, hídrica, biomassa e biodiesel Apresentado por: Miquelina

Leia mais

PROJECTO DE RELATÓRIO

PROJECTO DE RELATÓRIO PARLAMENTO EUROPEU 2004 2009 Comissão da Cultura e da Educação 2007/2253(INI) 7.3.2008 PROJECTO DE RELATÓRIO sobre a concentração e o pluralismo dos meios de comunicação social na União Europeia (2007/2253(INI))

Leia mais

PRINCÍPIOS DO RIO. Princípio 1

PRINCÍPIOS DO RIO. Princípio 1 PRINCÍPIOS DO RIO António Gonçalves Henriques Princípio 1 Os seres humanos são o centro das preocupações para o desenvolvimento sustentável. Eles têm direito a uma vida saudável e produtiva em harmonia

Leia mais

Síntese da Conferência

Síntese da Conferência Síntese da Conferência Sob o lema Saneamento para Todos, Responsabilidade de Todos realizou-se de 14 a 16 de Maio de 2014, a Conferência Nacional de Saneamento, no Centro de Conferências Joaquim Chissano,

Leia mais

ARTIGO TÉCNICO. Os objectivos do Projecto passam por:

ARTIGO TÉCNICO. Os objectivos do Projecto passam por: A metodologia do Projecto SMART MED PARKS ARTIGO TÉCNICO O Projecto SMART MED PARKS teve o seu início em Fevereiro de 2013, com o objetivo de facultar uma ferramenta analítica de confiança para apoiar

Leia mais

Data de adopção. Referência Título / Campo de Aplicação Emissor. Observações

Data de adopção. Referência Título / Campo de Aplicação Emissor. Observações NP ISO 10001:2008 Gestão da qualidade. Satisfação do cliente. Linhas de orientação relativas aos códigos de conduta das organizações CT 80 2008 NP ISO 10002:2007 Gestão da qualidade. Satisfação dos clientes.

Leia mais

Introdução 02. CRER Metodologia Integrada de Apoio ao Empreendedor 04. Passos para criação do CRER Centro de Recursos e Experimentação 05

Introdução 02. CRER Metodologia Integrada de Apoio ao Empreendedor 04. Passos para criação do CRER Centro de Recursos e Experimentação 05 criação de empresas em espaço rural guia metodológico para criação e apropriação 0 Introdução 02 O que é o CRER 03 CRER Centro de Recursos e Experimentação 03 CRER Metodologia Integrada de Apoio ao Empreendedor

Leia mais

OIT DESENVOLVIMENTO DE EMPRESA SOCIAL: UMA LISTA DE FERRAMENTAS E RECURSOS

OIT DESENVOLVIMENTO DE EMPRESA SOCIAL: UMA LISTA DE FERRAMENTAS E RECURSOS OIT DESENVOLVIMENTO DE EMPRESA SOCIAL: UMA LISTA DE FERRAMENTAS E RECURSOS FERRAMENTA A QUEM É DESTINADA? O QUE É O QUE FAZ OBJETIVOS Guia de finanças para as empresas sociais na África do Sul Guia Jurídico

Leia mais

Monitorização e Auditoria

Monitorização e Auditoria Monitorização e Auditoria Duas fases no processo de AIA, enquanto processo de planeamento e gestão ambiental: - A fase preditiva da pré-decisão e; - A fase de gestão da pós-decisão. A avaliação da capacidade

Leia mais

Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão

Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão Como as pessoas tendem a imitar os seus líderes, estes devem-se empenhar e comprometer-se com o QSSA, para servirem

Leia mais

FICHA INFORMATIVA ISPA

FICHA INFORMATIVA ISPA FICHA INFORMATIVA ISPA Nº: 2000/PL/16/P/PE/015 Designação da medida: Tratamento de águas residuais e abastecimento de água em Poznan Autoridades responsáveis pela execução (definidas na Secção II (2) do

Leia mais

Comunicação para alterações sociais

Comunicação para alterações sociais + Orientação Técnica Informação Técnica Essencial para Formulação de Propostas Comunicação para alterações sociais A comunicação é um elemento essencial dos esforços de prevenção, tratamento e cuidados

Leia mais

RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO

RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 25.6.2009 SEC(2009) 815 DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO que acompanha a COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU E AO CONSELHO Demonstração

Leia mais

Controlo da Qualidade Aula 05

Controlo da Qualidade Aula 05 Controlo da Qualidade Aula 05 Gestão da qualidade:. evolução do conceito. gestão pela qualidade total (tqm). introdução às normas iso 9000. norma iso 9001:2000 Evolução do conceito 2 gestão pela qualidade

Leia mais

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE Adoptada pelos Ministros da Saúde e Ministros do Ambiente na Segunda Conferência Interministerial sobre Saúde e

Leia mais

REGULAMENTO DE CONCESSÃO DE INCENTIVOS AO INVESTIMENTO

REGULAMENTO DE CONCESSÃO DE INCENTIVOS AO INVESTIMENTO REGULAMENTO DE CONCESSÃO DE INCENTIVOS AO INVESTIMENTO Considerando que os Municípios dispõem de atribuições no domínio da promoção do desenvolvimento, de acordo com o disposto na alínea n) do n.º 1 do

Leia mais

World Disaster Reduction Campaign 2010-2011 Making Cities Resilient: Amadora is Getting Ready!

World Disaster Reduction Campaign 2010-2011 Making Cities Resilient: Amadora is Getting Ready! Parceiros: Câmara Municipal da Amadora Serviço Municipal de Protecção Civil Tel. +351 21 434 90 15 Tel. +351 21 494 86 38 Telm. +351 96 834 04 68 Fax. +351 21 494 64 51 www.cm-amadora.pt www.facebook.com/amadora.resiliente

Leia mais

Segurança e Higiene do Trabalho

Segurança e Higiene do Trabalho Guia Técnico Segurança e Higiene do Trabalho Volume XXXI Trabalhos com segurança em telhados um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido ou distribuído

Leia mais

DECLARAÇÃO DE SUNDSVALL

DECLARAÇÃO DE SUNDSVALL DECLARAÇÃO DE SUNDSVALL PROMOÇÃO DA SAÚDE E AMBIENTES FAVORÁVEIS À SAÚDE 3ª Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde Sundsvall, Suécia, 9 15 de Junho de 1991 Esta conferência sobre Promoção da

Leia mais

Código de prática para a gestão da segurança da informação

Código de prática para a gestão da segurança da informação Código de prática para a gestão da segurança da informação Edição e Produção: Fabiano Rabaneda Advogado, professor da Universidade Federal do Mato Grosso. Especializando em Direito Eletrônico e Tecnologia

Leia mais

MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009

MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009 DOU de 05/10/09 seção 01 nº 190 pág. 51 MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009 Estabelece orientações relativas à Política de Saneamento Básico e

Leia mais

PREFÁCIO. Paulo Bárcia. Director do Escritório da OIT em Lisboa

PREFÁCIO. Paulo Bárcia. Director do Escritório da OIT em Lisboa Interior da capa PREFÁCIO O edifício normativo da Organização Internacional de Trabalho compreende diferentes instrumentos: Convenções, Recomendações, Resoluções, Conclusões e Directrizes. Destacam-se

Leia mais

O ENVOLVIMENTO DOS TRABALHADORES NA ASSOCIAÇÃO EUROPEIA

O ENVOLVIMENTO DOS TRABALHADORES NA ASSOCIAÇÃO EUROPEIA PARECER SOBRE O ENVOLVIMENTO DOS TRABALHADORES NA ASSOCIAÇÃO EUROPEIA (Proposta de Regulamento sobre o Estatuto da AE e Proposta de Directiva que completa o estatuto da AE no que se refere ao papel dos

Leia mais

ANEXO III REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

ANEXO III REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO ANEXO III REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO Artigo 1.º Âmbito 1 - O presente regulamento de avaliação de desempenho aplica-se a todos os docentes que se encontrem integrados na carreira. 2 - A avaliação

Leia mais

Diretrizes Consolidadas sobre Prevenção, Diagnóstico, Tratamento e Cuidados em HIV para as Populações-Chave

Diretrizes Consolidadas sobre Prevenção, Diagnóstico, Tratamento e Cuidados em HIV para as Populações-Chave Diretrizes Consolidadas sobre Prevenção, Diagnóstico, Tratamento e Cuidados em HIV para as Populações-Chave Gabriela Calazans FCMSCSP, FMUSP II Seminário Nacional sobre Vacinas e novas Tecnologias de Prevenção

Leia mais

Aspectos fundamentais para uma posição da FSESP sobre os desenvolvimentos no sector europeu dos resíduos

Aspectos fundamentais para uma posição da FSESP sobre os desenvolvimentos no sector europeu dos resíduos Aspectos fundamentais para uma posição da FSESP sobre os desenvolvimentos no sector europeu Documento final conforme adoptado pelo Comité Executivo, 25-26/05/1998 Aspectos fundamentais para uma posição

Leia mais

CARTA INTERNACIONAL DO TURISMO CULTURAL

CARTA INTERNACIONAL DO TURISMO CULTURAL Pág. 1 de9 CARTA INTERNACIONAL DO TURISMO CULTURAL Gestão do Turismo nos Sítios com Significado Patrimonial 1999 Adoptada pelo ICOMOS na 12.ª Assembleia Geral no México, em Outubro de 1999 Tradução por

Leia mais

Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES

Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES Introdução 10.1. A terra costuma ser definida como uma entidade física, em termos de sua topografia e sua natureza

Leia mais

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR Princípios aplicáveis ao desenvolvimento dos Sistemas de Gestão de Riscos e de Controlo Interno das Empresas de Seguros As melhores práticas internacionais na regulamentação

Leia mais

Conceitos. SERVIÇOS CENTRAIS Av. da Liberdade 194, 1269-051 Lisboa Tel.: 21 317 92 00 Fax: 21 317 92 16/7. Página 1

Conceitos. SERVIÇOS CENTRAIS Av. da Liberdade 194, 1269-051 Lisboa Tel.: 21 317 92 00 Fax: 21 317 92 16/7. Página 1 Conceitos Página 1 Ficha1. Plano de Actividades O que é o Plano de Actividades? O Plano de Actividades integra o processo de planeamento e constitui uma peça fundamental, a partir da qual, se define para

Leia mais

Avaliação Ambiental Estratégica em Instituições Financeiras Multilaterais

Avaliação Ambiental Estratégica em Instituições Financeiras Multilaterais Avaliação Ambiental Estratégica em Instituições Financeiras Multilaterais Garo Batmanian Banco Mundial Seminário Latino Americano de Avaliação Ambiental Estratégica Brasília, 28 de agosto de 2006 Estratégia

Leia mais

Para informação adicional sobre os diversos países consultar: http://europa.eu.int/information_society/help/links/index_en.htm

Para informação adicional sobre os diversos países consultar: http://europa.eu.int/information_society/help/links/index_en.htm Anexo C: Súmula das principais iniciativas desenvolvidas na Europa na área da Sociedade de Informação e da mobilização do acesso à Internet em banda larga Para informação adicional sobre os diversos países

Leia mais

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 30 FORTALECIMENTO DO PAPEL DO COMÉRCIO E DA INDÚSTRIA INTRODUÇÃO

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 30 FORTALECIMENTO DO PAPEL DO COMÉRCIO E DA INDÚSTRIA INTRODUÇÃO CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 30 FORTALECIMENTO DO PAPEL DO COMÉRCIO E DA INDÚSTRIA INTRODUÇÃO 30.1. O comércio e a indústria, inclusive as empresas transnacionais,

Leia mais

ANEXO 7 FORMAÇÃO PROFISSIONAL

ANEXO 7 FORMAÇÃO PROFISSIONAL ANEXO 7 FORMAÇÃO PROFISSIONAL A profissionalização dos membros da Organização, enquanto factor determinante da sua eficácia na prevenção e no combate aos incêndios florestais, requer a criação de um programa

Leia mais

NND 03.10. Monitoria de Operações de Desminagem em Moçambique. Normas Nacionais de Desminagem Segunda Edição Junho de 2012

NND 03.10. Monitoria de Operações de Desminagem em Moçambique. Normas Nacionais de Desminagem Segunda Edição Junho de 2012 NND 03.10 Normas Nacionais de Desminagem Monitoria de Operações de Desminagem em Moçambique Instituto Nacional de Desminagem (IND) Maputo, Moçambique Telefone: +258 1 418577/8; +258 82 3023650; 258 82

Leia mais

Norma ISO 9000. Norma ISO 9001. Norma ISO 9004 SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE REQUISITOS FUNDAMENTOS E VOCABULÁRIO

Norma ISO 9000. Norma ISO 9001. Norma ISO 9004 SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE REQUISITOS FUNDAMENTOS E VOCABULÁRIO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALDADE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE Norma ISO 9000 Norma ISO 9001 Norma ISO 9004 FUNDAMENTOS E VOCABULÁRIO REQUISITOS LINHAS DE ORIENTAÇÃO PARA MELHORIA DE DESEMPENHO 1. CAMPO

Leia mais

Índice Descrição Valor

Índice Descrição Valor 504448064 Índice Descrição Valor 1 Missão, Objectivos e Princípios Gerais de Actuação 11 Cumprir a missão e os objectivos que lhes tenham sido determinados de forma económica, financeira, social e ambientalmente

Leia mais

GOVERNO. Estatuto Orgânico do Ministério da Administração Estatal

GOVERNO. Estatuto Orgânico do Ministério da Administração Estatal REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR LESTE GOVERNO Decreto N. 2/ 2003 De 23 de Julho Estatuto Orgânico do Ministério da Administração Estatal O Decreto Lei N 7/ 2003 relativo à remodelação da estrutura orgânica

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA

CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA Na defesa dos valores de integridade, da transparência, da auto-regulação e da prestação de contas, entre outros, a Fundação Casa da Música,

Leia mais

Princípios de Emponderamento da Mulheres. Princípios de Empoderamento das Mulheres. Igualdade significa Negócios. Igualdade significa negócios

Princípios de Emponderamento da Mulheres. Princípios de Empoderamento das Mulheres. Igualdade significa Negócios. Igualdade significa negócios Princípios de Emponderamento da Mulheres Princípios de Empoderamento das Mulheres Igualdade significa negócios Igualdade significa Negócios Igualdade significa Negócios da Mulheres Princípios de Emponderamento

Leia mais

A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel.

A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel. A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel. Projecto A Oficina+ ANECRA é uma iniciativa criada em 1996, no âmbito da Padronização de Oficinas ANECRA. Este projecto visa reconhecer a qualidade

Leia mais

Política Global de Conflitos de Interesses

Política Global de Conflitos de Interesses Política Global de Conflitos de Interesses Índice 1. DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS... 3 2. INTRODUÇÃO... 3 3. OBJECTIVO... 3 4. ALCANCE... 4 5. REGRAS E REGULAMENTAÇÕES... 5 6. ORIENTAÇÃO GERAL... 6 7. EXEMPLOS

Leia mais

Saúde Escolar. Secretaria Regional da Educação e Formação

Saúde Escolar. Secretaria Regional da Educação e Formação Saúde Escolar Secretaria Regional da Educação e Formação «Um programa de saúde escolar efectivo é o investimento de custo-benefício mais eficaz que um País pode fazer para melhorar, simultaneamente, a

Leia mais