MÍDIA E MEIO AMBIENTE: LIMITES E POSSIBILIDADES

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MÍDIA E MEIO AMBIENTE: LIMITES E POSSIBILIDADES"

Transcrição

1 MÍDIA E MEIO AMBIENTE: LIMITES E POSSIBILIDADES CIDOVAL MORAIS DE SOUSA FRANCISCO ASSIS MARTINS FERNANDES Departamento de Comunicação Social Universidade de Taubaté RESUMO A proposta deste trabalho é oferecer uma contribuição à discussão sobre as relações mídia-meio ambiente. Parte-se de uma breve revisão da literatura mais recente a respeito do assunto, acrescentando exemplos atuais do tratamento dispensado pelas grandes redes de comunicação aos temas ambientais. O texto se alinha a uma perspectiva crítica, que entende os meios de comunicação como integrantes de uma complexa cadeia industrial, cuja principal função, na sociedade capitalista, é produzir lucro e, conseqüentemente, reproduzir o sistema que a sustenta. A reflexão se desenvolve em três itens que se completam: no primeiro é apresentado um panorama dos estudos sobre a presença, na mídia, das questões ambientais; no segundo, discute-se a função pedagógica da mídia, seus limites e possibilidades; e no terceiro, como contraponto aos dois primeiros, é apresentado um modelo, ainda em construção, de jornalismo cidadão, que tem na democracia, na participação, no compromisso ético com a vida no planeta suas bases de sustentação. PALAVRAS-CHAVE: mídia; educação ambiental; cidadania INTRODUÇÃO Na sociedade atual, quando as Ciências Humanas estão voltadas para os valores do meio ambiente, o fenômeno da globalização padroniza os interesses dos habitantes do Planeta, torna-se necessário que se busque analisar criticamente os fatos comunicacionais na sua interface com a economia, com a ecologia, uma vez que a mídia perpassa tudo, desde o contexto sócio-histórico em que ocorrem os fatos, até os processos de produção, transmissão e recepção das formas simbólicas que têm o poder de manipular os seres humanos. A partir dessas premissas é que elaboramos esta análise. Não é um trabalho conclusivo; é uma provocação. Mais do que esgotar o assunto, a intenção foi contribuir para a consolidação de uma educação ambiental crítica e cidadã, capaz de transformar a sociedade em que vivemos. A pretexto do que se fala O interesse da mídia pelas questões ambientais é tão recente quanto a organização do movimento ambientalista, particularmente no Brasil. A existência de veículos especializados, impressos ou eletrônicos, dedicados hoje ao tema, não significa, ainda, a consolidação de uma tradição. A Conferência Rio-92 é, para muitos pesquisadores, um marco divisor de águas e revelador da natureza paradoxal da cobertura midiática. Se por um lado tivemos uma superexposição multimídia dos assuntos tratados na Conferência da ONU, no Rio, por outro, poucos dias depois do evento, como atesta Ramos (1996, p. 146), a temática foi praticamente esquecida como se os problemas ambientais tivessem desaparecido de uma hora para outra. O autor conclui, a contragosto, que com esse movimento da imprensa, ela acaba reforçando a tese que tomou conta dos grupos mais conservadores da sociedade brasileira, segundo a qual a ecologia não passa de um modismo. As conferências da Biosfera (Paris, 1968) e Meio Ambiente (Estocolmo, 1972) são marcos importantes da agenda ambiental na mídia e exerceram, sem dúvida, influência sobre alguns poucos profissionais. No Brasil, é o caso de Randau Marques, que chegou a ser preso pela Operação Bandeirantes, no auge do Regime Militar, por denunciar a contaminação de gráficos e sapateiros por chumbo, na cidade de Franca, berço dos curtumes paulistas. Ele, também, cobriu para o grupo Estado, de dezembro de 73 a março de 74, no Rio Grande do Sul, uma das grandes polêmicas ambientais: o fechamento da fábrica de celulose Borregaard, que estava poluindo o Rio Guaíba. Num texto sobre os fatos desse período, Villar (2001) escreve que a imagem mais forte da época não é a da chaminé lançando fumaça no ar, mas a foto, publicada em vários jornais, do estudante universitário Carlos Ayerel, em cima de uma acácia, tentando impedir o

2 corte da árvore pela prefeitura, para a construção de um viaduto. Mídia e meio ambiente parecem se encontrar num momento crítico da história: o da crise dos modelos de desenvolvimento, calcados na exploração sem limites dos recursos naturais e no conseqüente esgotamento destes últimos. É nesse contexto que se consolida o processo de industrialização e a ocupação desordenada do espaço urbano, impulsionada pela expropriação camponesa, como garras afiadas do capital na materialização do círculo vicioso do lucro (Marx, 1998). As conseqüências sociais são imediatas, mas as ambientais demoram a aparecer. Só entram na pauta das lutas político-sociais no final dos anos de É quando a mídia, timidamente, primeiro na Europa, depois na América, se sente provocada pelo tema. A partir daí, o desenvolvimento dos meios de comunicação, segundo Maimon (1996), contribuiu, sobremaneira, para acelerar a consciência ambiental. Enfatizando tragédias como as de Seveso, Bhopal, Chernobyl, Basel, Césio 137 (Brasil), vazamentos de petróleo no mar, degradação da fauna e da flora, imagens e textos percorreram o mundo globalizando um sentimento comum de revolta e preocupação com o futuro do planeta. Se por um lado o interesse da mídia cresce à medida que a sociedade também se organiza e cobra ações mais equilibradas em relação ao meio ambiente, por outro temos o problema da qualidade do material que se mostra na TV ou se publica nos jornais ou na Internet. Os chamados sistemas de comunicação social, principalmente os de natureza privada e estabelecidos como redes nacionais, trazem, para a ordem do dia, uma manobra positivista, na expressão contiana do termo: o real mostrado por sua utilidade, precisão e segurança na afirmação dos modelos vigentes. Em outras palavras, ao revelar a extensão de tragédias ambientais, desmatamentos, poluição do ar e da água, não vão além da indignação e do apelo sensacional: a mudança de atitude reclamada não passa pela supressão da ordem nem pela transformação do modelo de progresso. Não importa o contexto, a fragmentação dos discursos, a espetacularização do trágico, como bem descreve Miura (2000), em sua monografia Os caminhos do Jornalismo Ambiental. Temos, então, uma cobertura viciada numa ética que não é a do cuidado (Boff, 1999), nem a da responsabilidade (Cavalcanti, 2001). Uma leitura, mesmo que apressada do material veiculado pela mídia impressa e pela televisão sobre a atual crise energética sugere, por exemplo, que 1) o discurso da crise foi comprado pelos meios de comunicação sem questionamentos. De uma forma geral, a proposta de racionamento foi encampada e reforçada com exemplos de desperdícios e, no contraponto, com a massificação de personagens aderentes; 2) não houve menção, direta ou indireta, nos grandes jornais e nas grandes redes de TV, às razões estruturais da crise, ou pelo menos a como ficou o sistema de distribuição de energia no País depois dos processos tão questionados de privatização; 3) passouse, por fim, a imagem da crise como conseqüência, apenas, de fatores climáticos, como a falta de chuva nas cabeceiras dos grandes rios. No bojo da crise energética, a Rede Globo de Televisão, através de seu principal telejornal O Jornal Nacional veiculou, no período de 27 a 31 de agosto (2001), uma série de cinco matérias entitulada: água o bem mais precioso do mundo. A nota de abertura da série, lida pelo apresentador Willian Bonner, dizia o seguinte: A organização das Nações Unidas já previu: no século que está começando, a água será o bem mais precioso do mundo. Nesta semana, o Jornal Nacional vai mostrar por quê, numa série de reportagens especiais. Na primeira delas, o repórter Vinícius Dônola registra o desperdício sem limites que seca torneiras nos lares de milhões de brasileiros. 1 A matéria, personalizada com vinheta produzida com a sobreposição de imagens de uso da água em diferentes situações, da abundância à carência, oferecia uma carga de números impressionante para traduzir uma realidade paradoxal: água existe, mas por que falta? A resposta se fazia acompanhar de imagens fortes: a culpa é do desperdício. Em meio a dramas e ameaças de racionamentos em grandes e pequenas cidades, o repórter parece convicto de sua descoberta e se ancora no recorte da fala de um professor da Cope: a quantidade de água perdida no Brasil daria para abastecer os países da França, Bélgica, Suíça e parte da Itália. A matéria termina com uma frase melancólica, lida em off pelo repórter: um bem cada vez mais raro que se perde pelo caminho. As matérias seguintes discutiram o papel dos esgotos na contaminação das águas, mostraram empresas que estão revendo sua posição de poluidora, como a CSN, apresentaram experiências de privatização dos serviços de água e esgoto com certa simpatia e destacaram como a Europa, especialmente a Inglaterra está cuidando desse bem precioso. A análise da série, embora nos faltem elementos de bastidores do processo de produção, importantes para a compreensão dos discursos elaborados, segue a mesma tradição crítica do início deste texto. Em primeiro lugar, mais uma vez fica evidente a superficialidade da 1 Transcrição de parte do texto da primeira matéria da série sobre água veiculada pelo Jornal Nacional, disponível, também, na Internet: As próximas transcrições serão apresentadas em itálico, no corpo do texto.

3 discussão proposta: se os números convencem da existência do problema, o discurso é ingênuo em relação as causas: falta água porque há desperdício. Nessa perspectiva, a solução óbvia seria racionar. Não que o desperdício não seja um agravante, mas também não é a causa pura. Temos, ao longo da história da expansão capitalista, uma série de fatores que, com certeza, contribuíram muito mais para o agravamento desse quadro do que o desperdício. Outra observação que nos parece importante sobre o material veiculado é quanto à questão dos esgotos e da poluição das águas. O texto do repórter Vinícius Dônola, na segunda reportagem da série, afirma que 8% dos brasileiros não têm água encanada e que 47% não têm esgoto. Explica, ainda, que a meta do governo é levar esgoto para o País inteiro num prazo de 10 anos. Mas que para isso terá que gastar algo em torno de 44 bilhões de reais. O argumento da dúvida quanto à efetivação da meta não sai da boca do repórter, mas de um especialista, o diretor da companhia Águas do Amazonas: o setor público jamais terá condições de enfrentar esses 44 bilhões de reais e o setor privado também sozinho não enfrentará. O texto segue sem comentário algum sobre a fala. Quando apresenta mananciais contaminados em São Paulo (represa de Guarapiranga) e no Rio de Janeiro (Rio Guandu) a matéria cita esgotos domésticos e industriais, mas o exemplo que aparece é o de uma favela na zona Oeste do Rio: os moradores perfuram a tubulação com canos plásticos para roubar água tratada, o que acaba contaminando o produto antes de chegar ao consumidor. Não aparece, na matéria, nenhuma empresa poluidora. Da forma como o material é apresentado, a população é culpada por despejar esgoto bruto nas águas, por falta de saneamento. A responsabilidade do governo é dirimida na fala de outro especialista, o diretor da Companhia de Água e Esgoto do Rio: se a sociedade não fizer sua parte, as próximas gerações, ou até esta geração, terão problema na sua quantidade de água posta à sua disponibilidade. Mas o repórter, como que para compensar os furos de sua radiografia sobre o problema, encerra a matéria de quase 5 minutos, com uma quase advertência: investir na coleta do esgoto, no tratamento da água, também é uma questão de economia. Para cada real aplicado em saneamento, o País poupa de 4 a 5 reais em saúde. Dinheiro que hoje é gasto nos hospitais e que poderia ser investido no bemestar da nossa população. As matérias da série também apresentam características alarmistas, como técnica de reforço para chamar atenção do telespectador para a gravidade do problema. Assim, a água desperdiçada no Brasil daria para abastecer França, Bélgica e Suíça; em 30 anos, a previsão é que falte água para 5 bilhões e meio de habitantes da terra; especialistas acreditam que a gota d água para a terceira guerra pode ser exatamente a falta de água; e os africanos estão assustados com a previsão de que em 25 anos, metade da população não terá água para viver. A série do Jornal Nacional ainda nos oferece outras possibilidades de análise e muitos questionamentos. No entanto, como exemplo da relação mídia-meio ambiente neste estudo nos pareceu oportuno e significativo. Baixando um pouco a guarda, é possível dizer, também, que as matérias apresentaram elementos positivos: chamaram atenção para o desperdício; para o papel que cada cidadão pode desempenhar no sentido de cuidar mais do meio ambiente, particularmente da água; para as experiências que estão sendo feitas no mundo de tratamento e cuidado com a água; e, por fim, para os riscos que todos estamos correndo de ficar sem esse bem precioso, segundo a ONU. A série foi exibida em meio a matérias sobre violência (seqüestros), corrupção, esportes e indicadores econômicos e sociais. Proporcionalmente, nos dois primeiros dias, ela ocupou o maior espaço no telejornal. Só perdeu em importância para a libertação da filha do empresário Sílvio Santos, que ficou oito dias em poder dos seqüestradores, num cativeiro em São Paulo. A leitura possível até aqui dessa relação é que, embora os temas ambientais interessem como notícia, a abordagem não avança da mera constatação e a crítica não atravessa fronteiras estruturais, onde interesses políticos e econômicos se organizam. Comunicação x Educação Ambiental Num documento prévio sobre a implementação da Convenção do Clima, Born (2000) escreve que para haver maior pressão social e política em torno do tema será necessário garantir, ao público, através da mídia, acesso à informação para a compreensão dos aspectos técnicos, institucionais e sociais. Reconhece, porém, que a chamada grande imprensa não tem desempenhado uma função continuada na questão da mudança do clima, mas acredita que assim como ocorre com outros setores da sociedade civil, a mídia também pode ser capacitada para tratar das questões ambientais numa perspectiva de sustentabilidade. Embora admita que os meios de comunicação de massa não tenham procurado, ao longo dos anos, traduzir a associação do homem com o meio em que vive, Ziggiatti (2000) destaca que a comunicação é essencial para a conscientização pública de segmentos da sociedade sobre como agir para a promoção do desenvolvimento sustentável. Enfatiza, também, que todos têm direito à informação e que a imprensa é a forma de democratizar a informação científica e tecnológica embutida nas questões ambientais. Para a autora, a mídia deve expressar a pluralidade de opiniões

4 em matérias controversas e proporcionar um retrato não fragmentado da realidade. Os autores apresentados acima, embora seus textos não possam ser incluídos na categoria de científicos, oferecem elementos importantes para a reflexão que pretendemos desenvolver neste item sobre a importância dos sistemas de informação para a educação ambiental. Por um lado, há o reconhecimento do papel mobilizador dos meios e da necessidade de qualificar a informação para que ela funcione como instrumento de pressão; por outro, a afirmação de um direito inalienável do homem, que é o de ter/receber informações de natureza plural e não fragmentada. É nesse contexto que se impõe como missão da mídia a promoção ou massificação do conceito de desenvolvimento sustentável nos termos definidos no Relatório Brundtland, Nosso Futuro Comum (1987): busca simultânea de eficiência econômica, justiça social e harmonia ecológica. Em outras palavras, a exploração dos recursos naturais, os investimentos econômicos e o desenvolvimento tecnológico não devem comprometer a construção de um futuro justo, seguro e próspero, embasado na responsabilidade comum com o estado do Planeta. Esse ponto de vista resgata uma discussão antiga sobre o papel da comunicação de massa: informar, educar, entreter, persuadir, promover a integração individual e coletiva, na realização do bemestar social (BELTRÃO; QUIRINO, 1986). Pensar os meios de comunicação com uma função pedagógica, particularmente com relação ao meio ambiente, tem algumas implicações. Uma delas é estrutural. As grandes redes estão organizadas como indústrias e como tal buscam sobrevivência mercadológica dentro do sistema capitalista. Ainda que falem de meio ambiente e sustentabilidade, não perdem de vista o modelo que as sustenta: não se trata de transformar esse modelo, mas de fazer ajustes. É nessa direção que a chamada ética ambiental ganha corpo: sugere mudanças de comportamento individual e empresarial, ajusta a legislação, consolida os processos de certificação e, como não poderia deixar de ser, converte-se em oportunidade negócio (Maimon, 1996). Esta nova consciência, ao mesmo tempo que se constitui, para a mídia, numa ferramenta importante de massificação de conceitos como responsabilidade social, na qual se inclui, a questão ambiental, limita, por outro lado, a percepção crítica da realidade. Basta ver a série sobre a água produzida pela Rede Globo e já comentada aqui, no item anterior. Na democratização das responsabilidades, os mais fracos (favelados, moradores de baixa renda e comunidades ribeirinhas) são apontados como responsáveis pelo desperdício, pela contaminação da água e pela sujeira dos rios. As indústrias, que, na prática, são as grandes vilãs desse processo, não aparecem nominadas e se escondem sob o coletivo: indústrias. Uma outra implicação é a absorção e massificação de conceitos quase sempre de forma superficial. Foi assim com desenvolvimento sustentável, que viveu sua fase áurea na Rio-92, mas que nunca passou de uma frase de efeito, nas páginas informativas dos jornais e nos telejornais das grandes redes. O estudo de Ramos (1996), já mencionado neste trabalho, revela que as matérias publicadas no período da Conferência privilegiaram, apenas, o enfoque político-econômico da problemática ambiental, reduzindo a dimensão multidisciplinar da questão por ignorar os seus elementos sociais e científicos, longe de uma visão sistêmica do problema. Passou ao largo a idéia de entender desenvolvimento sustentável como uma crítica e uma proposta de superação do modelo que privilegiou a degradação da natureza e a exclusão social. O mesmo acontece, agora, com a noção de cidadania ecológica ou ecocidadania, que amplia a tradicional concepção de Marshall (1967), em que a garantia de direitos por um Estado forte é a garantia de uma vida digna. A ecocidadania, como explica Loureiro (2000), implica a clara noção de direitos, deveres e responsabilidades cívicos na busca de uma sociedade sustentável, o que envolve, segundo ele, o plano ideocultural e o político-econômico. Muito mais do que a simples idéia de cidadão, ecologicamente correto, vendida pela mídia. Há, ainda, implicações de natureza mais grave no campo da educação básica. Pesquisa recente realizada por Bortolozzi (1999) revela que boa parte das informações que os professores de escolas públicas recebem sobre meio ambiente vem da mídia, especialmente da televisão. Não que a mídia não possa ser fonte, mas a questão é como esse material é trabalhado em sala de aula. A tendência mais comum é ser repassado como verdade absoluta. Diga-se de passagem que a educação ambiental, pela nova LDB (1996), foi incluída nos chamados temas transversais e incorporada aos currículos de escolas públicas e privadas do ensino fundamental ao ensino médio. Para a ONU, num documento preparatório à Conferência sobre Meio Ambiente, citado por Dias (1993, p. 27),...a educação ambiental deve permitir a compreensão da natureza complexa do meio ambiente interpretar a interdependência entre os diversos elementos que conformam o ambiente, com vistas a utilizar racionalmente os recursos do meio na satisfação material e espiritual da sociedade no presente e no futuro. E acrescenta: Para fazê-lo, a educação ambiental deve capacitar ao pleno exercício da cidadania, através da formação de uma base conceitual abrangente, técnica e culturalmente capaz de permitir a superação dos obstáculos à utilização sustentada do meio. O direito à informação e o

5 acesso às tecnologias capazes de viabilizar o desenvolvimento sustentável constituem, assim, um dos pilares desse processo de formação de uma nova consciência em nível planetário, sem perder a ótica local, regional e nacional. O desafio da educação, nesse particular, é o de criar as bases para a compreensão holística da realidade. Retomando, mais uma vez, a discussão sobre a série produzida pela Rede Globo a respeito da água e considerando a pesquisa de Bortolozzi (2000), o cenário informacional não parece dos melhores, principalmente se levarmos em conta o conceito de educação ambiental expresso acima. Se a televisão é a fonte principal de informação dos professores, o conteúdo sobre água, para ficar no exemplo, será discutido sem criticidade e na perspectiva do veículo, ou melhor, dos interesses do veículo. A crítica feita até aqui não tem o objetivo de condenar os meios, mas, sim, de sugerir uma leitura mais atenta de jornais, revistas e programas de televisão antes de levá-los à sala de aula. Moran (1993, p. 37) explica que a comunicação é uma das dimensões da cidadania e que uma leitura crítica não pode pretender, simplesmente, afastar-nos dos meios, mas procurar que a nossa participação seja a mais atenta, democrática e crítica possível em cada momento. Para ele, a finalidade principal da educação para uma leitura crítica dos meios é......ajudar a desenvolver em cada um a percepção mais ativa, atenta, de acompanhamento consciente do que significa viver em comunhão com o mundo e conseguir formas de comunicação mais fortes, autênticas, expressivas, significativas, ricas que superem o reducionismo empobrecedor das formas convencionais de relacionamento (1993, p. 40). Segundo Moran, a atitude de ignorar os meios por parte dos educadores é profundamente simplista: eles estão aí com suas possibilidades e contradições. Não basta criticá-los ou desconhecê-los. O desenvolvimento de métodos que permitam uma leitura crítica dos meios de comunicação de massa deve ser estimulado, porque representa um elemento importante na busca de uma nova prática educacional. Educar para os meios, afirma, é reconhecer sua importância e sua não transparência pela complexidade de códigos, de representações e de interesses envolvidos, disfarçados na idéia de naturalidade e objetividade com que se relacionam com o público. Nesse sentido,... o desenvolvimento da consciência crítica é uma forma de capacitação, capacitação para analisar, compreender os meios e a comunicação como um todo dentro da cultura da sociedade. Educação é capacitar, também, para a produção de novas relações comunicacionais e de novos produtos e meios ou formas de produzir esses meios e esses produtos. Educar para a comunicação pressupõe trabalhar todas essas dimensões de forma integrada e não estanque (1993, p ). Começamos esse item discutindo as implicações da chamada função pedagógica dos meios de comunicação. Apontamos implicações de natureza estrutural, conceitual e outras específicas da educação, que exigem, do professor, capacitação para ler criticamente os meios condição necessária para a formação de ecocidadãos. Outras, ainda, poderiam ser discutidas e/ou apontadas, como a desvinculação dos conteúdos do contexto histórico, político e social; da divulgação seletiva de temas ambientais, dificultando o acesso, da população, a informações importantes para o exercício da cidadania; do denuncismo pelo denuncismo, sem acompanhamento, fiscalização e/ou cobrança; e da sazonalidade das coberturas matérias vinculadas a eventos. Cada uma dessas questões merece, sem dúvida, um tratamento mais apurado. Entretanto, para os objetivos deste trabalho consideramos suficiente as reflexões feitas até aqui. A intenção não é esgotar o assunto, mas fazer uma pequena provocação e deixar a porta aberta para novas possibilidades de estudo e pesquisa. Para além dos modelos: uma quase proposta A proposta, aqui, é discutir alguns aspectos da relação mídia-ciência ambiental numa Televisão de natureza pública a TV Setorial, afiliada da Rede Brasil (TVE do Rio), com sede em Pindamonhangaba, no Vale do Paraíba (SP). O ponto de partida é a concepção de notícia que norteia o projeto denominado de jornalismo cidadão, que tem, entre suas preocupações, a divulgação da produção científica e tecnológica regional, num formato que ofereça possibilidades de redução da tensão tão comum nas relações entre jornalistas e pesquisadores. Diga-se de passagem que jornalismo cidadão é um conceito ainda em processo de construção. Há poucas pesquisas e publicações no Brasil sobre o assunto. A prática, contudo, tem revelado boas experiências nas tv s de natureza comunitária, em alguns canais pagos como a GNT, a Rede Sesc Senac, programas terceirizados da Rede Vida e, mais recentemente, as inovações levadas a cabo pela Rede Cultura, com destaque para os telejornais exibidos só no Estado de São Paulo: Matéria Pública e Diário Paulista. O que caracteriza, em linhas gerais, o jornalismo cidadão é seu compromisso com a defesa dos direitos do cidadão e com a conseqüente melhoria da qualidade de vida daí decorrente.

6 O foco, no caso da TV Setorial, é o aspecto pedagógico: a informação, por si só, não forma cidadãos, mas se discutida, numa perspectiva ampliada e crítica, contribui para a construção da cidadania 2. O conceito de cidadania, nesse contexto, não se restringe, também, à visão clássica dos direitos civis, políticos e sociais, mas avança no sentido de que, antes de mais nada, cidadania é o direito a ter direitos. 3. Essa visão conceitual muda a concepção tradicional de construção da notícia: a relação com as fontes parte (pelo menos em tese) de um compromisso, e as negociações que se desenvolvem são mais dialógicas, o que nem sempre acontece nos modelos convencionais. A experiência em andamento convida a comunidade a participar do planejamento semanal da emissora e discute com ela os possíveis encaminhamentos do que pode vir a ser notícia. No caso das questões ambientais, da ciência e da tecnologia, o modelo tem se revelado desafiador e produtivo. De um lado, porque o diálogo, independente do lugar em que aconteça, na televisão ou no laboratório da universidade ou instituto de pesquisa, tem como meta a busca de uma linguagem que, reconstruindo o discurso científico, não comprometa a qualidade deste nem se torne uma peça pouco atraente para o veículo; de outro, porque ao se despir de seus mistérios e porque ao se despir de seus mistérios e segredos técnicos, de seu pretenso saber comunicacional, e ao expor, de forma clara, seus limites e possibilidades, a televisão acaba quebrando o gelo, deixando o pesquisador mais à vontade e menos inseguro com relação ao que deve ou não comunicar. A TV tem se permitido, entre outras coisas, deixar que o cientista reporte o conhecimento que produziu, com ênfase para os aspectos mais práticos e com potencial de intervenção na realidade local. É o caso da parceria estabelecida com pesquisadores do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade de Taubaté. Em reuniões e palestras eles foram apresentados ao veículo: discutiram linguagem, formatos, estética, conteúdos e decidiram participar de uma experiência de divulgação científica para público leigo. Toda semana gravam um quadro de até 3 minutos apresentando pesquisas e projetos desenvolvidos no Departamento, tendo como público-alvo produtores rurais, criadores, empresários que investem no campo, tomadores de decisão. É cedo para avaliar audiência e retorno, mas pode-se afirmar: a) o modelo tem se mostrado mais eficiente do que as relações convencionais jornalista-fonte; b) a tensão mídia-ciência, discutida já por vários autores, 4 tem sido ressignificada: deixa de ser barreira para o diálogo e passa a ser encarada como possibilidade de encontro e aprendizado; c) a clareza do projeto reduz tensões subjetivas como a da vaidade, comuns nas duas comunidades jornalistas e cientistas, uma vez que os papéis são pré-definidos e negociados; d) o projeto coloca na ordem do dia a amplitude do conceito de cidadania e considera a divulgação científica para público leigo uma tarefa do jornalismo cidadão. Há, ainda, dois outros projetos em andamento um envolvendo a formação de profissionais (alunos do curso de jornalismo) para a produção de matérias sobre ciência e meio ambiente para a televisão; e o outro, a produção de documentários de natureza histórica sobre expedições científicas, museus, corrida espacial e produção de energia limpa. Todos, de alguma forma, se desenvolvem dentro dos modelos de produção negociada. A TV Setorial é administrada por uma fundação sem fins lucrativos. Presta contas ao Ministério Público e, por força de lei, não pode exibir comerciais apelativos. Não recebe subvenções dos governos Federal, Estadual e Municipal e é mantida, por enquanto, por patrocínios e apoios culturais. O quadro de funcionários é enxuto: são pouco mais de 20 entre jornalistas e técnicos e é a única TV, no Vale do Paraíba, que tem autonomia na grade de programação. No final do ano passado, a concessão que era provisória, foi renovada e a TV ganhou status de geradora o que lhe permite controle absoluto sobre seus horários. Essas informações são importantes, no nosso ponto de vista, para contextualizar o ambiente em que as decisões de divulgar ciência e tecnologia são tomadas. No que tange à informação ambiental, a mídia tem dado destaque para os grandes acidentes que afetam o ecossistema. O caso da Petrobrás é um dos que mais aparecem nas telas da televisão e nas páginas de jornais e revistas. Porém, as queimadas, a venda ilegal de madeira, como foi o caso da venda de mogno, envolvendo até mesmo os índios do Pará, como sublinha o jornalista Lúcio Flávio Pinto (2001), não são tão divulgadas. O próprio Greenpeace e autoridades brasileiras às quais foram feitas as denúncias constataram numa operação realizada no ano passado, quando foram flagrados 20 mil metros cúbicos de mogno estocados em pátios dentro da reserva dos índios caiapós ou em jangadas que desciam o rio Xingu. As multas apliucadas às serrarias alcançaram seis milhões de reais. 2 Documento base que norteia a Linha Editorial da TV Setorial. 3 Idem. 4 Weingart, Collins, Krainz, Hernando, Urioste, Santos, Medeiros, entre outros.

7 A devastação não pára. E o Estado não tem condições para inibir a depredação da natureza amazônica. Eron Brum (2001, p. 22) identifica três tipos de cobertura jornalística sobre questões ambientais: as matérias baseadas em denúncias; as que representam propostas de solução para problemas ambientais e a divulgação amena de assuntos como nichos ecológicos, parques e reservas florestais. O processo educacional global a que fomos e estamos todos sendo submetidos parece ter mantido uma cega ignorância no que tange aos valores do meio ambiente. Estamos habituados na inverídica e fantasiosa suposição da existência de um mundo estável, comportado, esquematizado, em que conhecimentos, problemas, valores, idéias, instituições, normas, desvios, tudo isso e muito mais, ocupem lugares certinhos, gavetas previamente preparadas e sabidas, intercomunicantes e logicamente dispostas. A criatura humana deve saber interpretar todo esse conjunto, compreendê-lo, aceitá-lo ou não, transformá-lo se quiser e puder. Como observa Rosa (1982, p. 16), o processo de educação global não atinge a todos. É necessário se criar uma consciência crítica, uma visão de mundo capaz de proporcionar mudanças na vida humana, na luta a favor da defesa do meio ambiente. CONCLUSÃO A título de conclusão, as observações e a vivência profissional nesse ambiente, mediando e tomando decisões, apontam para dois tipos de desafios: um de natureza teórica e outro de natureza prática. Do ponto de vista teórico, embora as experiências aqui expostas estejam em andamento, há pouco menos de um ano, já produziram um farto material que precisa ser discutido, analisado e pensado em seus limites e possibilidades. O conceito de jornalismo cidadão, embora amplo e aparentemente flexível, ainda é problemático em suas relações com a divulgação científica para público leigo. Talvez tenhamos, aí, um grande projeto de pesquisa. Do ponto de vista da práxis jornalística, a notícia como uma construção negociada num processo dialógico de micro-escolhas é algo novo, exige novas posturas, mais conhecimento, mais flexibilidade, mais compromisso. Divulgar ciência, nessa perspectiva, pode ser um rico exercício de cidadania. É importante acrescentar que o modelo aqui passado em revista ainda não foi de todo absorvido pela emissora e que os conflitos editoriais entre Departamento de Jornalismo e Direção não desapareceram com ele. A vantagem é que a democratização do planejamento também abriu, internamente, mais possibilidades de diálogo. Do ponto de vista, especificamente, da questão ambiental, acabamos de colocar no ar, não sem muita discussão, uma coluna semanal chamada Zé do Paraíba um personagem caipira que tem como missão manter o telespectador atento aos problemas ambientais da região, entre eles, o Rio Paraíba. Há muito ainda por ser feito e por aprender. Não nos pareceu justo apontar falhas em modelos consagrados dos quais já participamos como profissional e os referendamos em muitas ocasiões e não oferecer um contraponto. É preciso dizer, contudo, que mesmo nas grandes redes de jornais e emissoras de televisão, apesar das críticas aqui feitas, coisas boas estão sendo realizadas. Há profissionais sérios e comprometidos, também, com a causa ambiental. A guerra mercadológica, a formação, as pressões políticas e econômicas são, sem dúvida, fatores limitantes e impeditivos de uma ação comunicacional mais eficaz. Entendemos, como Loureiro (2000), que a degradação ambiental é resultante de um complexo interativo de fatores políticos, econômicos, tecnológicos e culturais e que a dinâmica capitalista é a base estrutural dessa degradação. Nesse sentido, a ação ambientalista será mais eficiente se incorporar a prática da democracia e o exercício da cidadania plena e ecológica. A qualidade da vida, segundo o autor, depende de condições materiais e objetivas, da igualdade social e da distribuição de renda, que devem ser construídas a partir da reflexão sobre qual é o padrão de vida adequado para se alcançar a emancipação e a liberdade humana, em um planeta habitável e fora do risco de destruição. Os sistemas de informação, a nosso ver, têm um papel importante nesse processo. Observamos também que para uma análise crítica do papel da mídia na construção do conhecimento e sua interface com a educação ambiental faz-se necessário examinar a diversidade de matérias veiculadas, procurando-se evidenciar a forma como esses conteúdos foram absorvidas pelo público-alvo. A mídia deveria levar leitores e telespectadores a ter condições de, além de interpretar, incorporar valores da consciência ambiental ao seu cotidiano ou mesmo subsidiá-los com as próprias decisões. ABSTRACT The aim of this work is to offer a contribution to disccus about the environmental media relations. From a brief most recent literature review about the subject, and adding current examples of the treatment given by the great nets of communication to the environment themes. The text presents a critical perspective, that understands the means of communications as participants of a complex industrial chair, whose the main function, in the capitalist society, is to produce profit and, in consequence, to produce the system that supports it. The reflection is developed into three itens which complete themselves: a) an outline of the studies about

8 environmental questions in the media; b) it is discussed the pedagogic functions of the media, their limits and possibilities; c) as a counterpoint to the other itens, it is presented a citizen journalism model, under construction, who aims to take his sustentation bases on democracy, participation, ethical commitment with the life in the planet. KEY-WORDS: media; ambient education; citizenship REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: BELTRÃO, L.; QUIRINO, N. de O. Subsídios para uma Teoria da Comunicação de Massa. São Paulo: Summus Editorial, BOFF, L. Saber Cuidar. Ética do humano compaixão pela terra. Petrópolis: Vozes, BORTOLOZZI, A. Comunicação, ensino e temática ambiental. Comunicação & Educação, n. 14, jan./abr., p , CAVALCANTI, R. N. Reflexões sobre ética e responsabilidade. Disponível em: <http:/www.akatu.com.br/empresasa...ferencia_ rcavalcanti.asp?submenu=1> Acesso em: set PINTO, L. F. O Comércio de Mogno. São Paulo, Folha de S. Paulo, São Paulo, 22 jul Caderno Ciência, p. 17. RAMOS, L. F. A. Meio Ambiente e Meios de Comunicação. São Paulo: Annablume, ROSA, F. de M. Poder, Direito e Sociedade. Rio de Janeiro: Zahar, VILLAR, R. Jornalismo Ambiental Evolução e Perspectivas. Disponível em: <http://www.agirazul. com.br/jorental.htm> Acesso em: set ZIGGIATTI, M. M. Jornalismo Ambiental. Disponível em: <http://www.eca.usp/emalta/densust/jamb.htm> Acesso em: set Cidoval Morais de Sousa é Professor Colaborador Assistente no Departamento de Comunicação Social da Universidade de Taubaté Francisco Assis Martins Fernandes é Professor Titular no Departamento de Comunicação Social da Universidade de Taubaté DIAS, G. F. Educação Ambiental Princípios e Práticas. 2. ed. rev. ampl. São Paulo: Gaia, LOUREIRO, C. F. B. Teoria Social e questão ambiental: pressupostos para uma práxis crítica em Educação Ambiental. In: LAYRARGUES, P. P.; CASTRO, R.S. (Orgs.). Sociedade e Meio Ambiente: A Educação Ambiental em Debate. São Paulo: Cortez, MAIMON, D. Passaporte Verde: Gestão Ambiental e Competitividade. Rio de Janeiro: Qualitymark,1996. MARSHALL, T. H. Cidadania, classe social e status. Rio de Janeiro: Zahar, MARX, K. O Capital (Edição Condensada). São Paulo: Edipro, MIURA, J. Os caminhos do Jornalismo Ambiental. Disponível em:<http://www.folhadomeioambiente. com.br/fma- 109/imprensa109.htm> Acesso em: set MORAN, J. M. Leitura dos Meios de Comunicação. São Paulo: Pancast, 1993.

DISCIPLINA: SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIAL AULA 01 => HISTÓRICO DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL.

DISCIPLINA: SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIAL AULA 01 => HISTÓRICO DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL. DISCIPLINA: SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIAL AULA 01 => HISTÓRICO DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL. PROBLEMÁTICA: REVOLUÇÃO INDUSTRIAL E INTENSIFICAÇÃO DAS ATIVIDADES ANTRÓPICAS LINHA DO TEMPO:

Leia mais

APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO POLITICA PPS PR Curso Haj Mussi Tema Sustentabilidade

APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO POLITICA PPS PR Curso Haj Mussi Tema Sustentabilidade APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO POLITICA PPS PR Curso Haj Mussi Tema Sustentabilidade Desenvolvido por: Neuza Maria Rodrigues Antunes neuzaantunes1@gmail.com AUMENTO DA POPULAÇÃO URBANA 85% NO BRASIL (Censo

Leia mais

Sindicato da Indústria de Calçados, Componentes para Calçados de Três Coroas

Sindicato da Indústria de Calçados, Componentes para Calçados de Três Coroas Sindicato da Indústria de Calçados, Componentes para Calçados de Três Coroas Responsável pelo Projeto: Sindicato da Indústria de Calçados, Componentes para Calçados de Três Coroas. 2015 CONCEITOS DE SUSTENTABILIDADE

Leia mais

Apresentação da FAMA

Apresentação da FAMA Pós-Graduação Lato Sensu CURSO DE ESPECIIALIIZAÇÃO 444 horras/aulla 1 Apresentação da FAMA A FAMA nasceu como conseqüência do espírito inovador e criador que há mais de 5 anos aflorou numa família de empreendedores

Leia mais

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE.

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE. TRABALHO DOCENTE: POR UMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL CRÍTICA, TRANSFORMADORA E EMANCIPATÓRIA OLIVEIRA, Marinalva Luiz de Prefeitura da Cidade do Recife GT-22: Educação Ambiental Resumo Este trabalho tem o objetivo

Leia mais

ARTIGO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO

ARTIGO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO ARTIGO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO Resumo: O presente artigo pretende refletir sobre os problemas ambientais em nossa sociedade, em especial, sobre o

Leia mais

PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº, DE 2009

PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº, DE 2009 PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº, DE 2009 Acrescenta o art. 220-A à Constituição Federal, para dispor sobre a exigência do diploma de curso superior de comunicação social, habilitação jornalismo, para

Leia mais

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 É comum hoje entre os educadores o desejo de, através da ação docente, contribuir para a construção

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA.

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. Profa. Elizabeth Rodrigues Felix 1 I- INTRODUÇÃO Com dezoito anos de existência, o

Leia mais

A importância da Educação para competitividade da Indústria

A importância da Educação para competitividade da Indústria A importância da Educação para competitividade da Indústria Educação para o trabalho não tem sido tradicionalmente colocado na pauta da sociedade brasileira, mas hoje é essencial; Ênfase no Direito à Educação

Leia mais

Meio ambiente conforme o Dicionário Aurélio é aquilo que cerca ou envolve os seres vivos ou as coisas.

Meio ambiente conforme o Dicionário Aurélio é aquilo que cerca ou envolve os seres vivos ou as coisas. Justificativa Meio ambiente conforme o Dicionário Aurélio é aquilo que cerca ou envolve os seres vivos ou as coisas. A Escola de Ensino Fundamental Mondrian, fundada em 2011, começou suas atividades em

Leia mais

CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE. Elaine Fernanda Dornelas de Souza

CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE. Elaine Fernanda Dornelas de Souza Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 721 CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE Elaine Fernanda Dornelas de Souza Serviço Nacional de

Leia mais

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL 1. CONCEITOS COMPLEMENTARES DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, presidida por Gro Harlem Brundtland Nosso Futuro Comum (1987)

Leia mais

04 Despertar a ideologia sócio-econômicaambiental na população global, Mobilização política para os desafios ambientais

04 Despertar a ideologia sócio-econômicaambiental na população global, Mobilização política para os desafios ambientais TRATADO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA SOCIEDADES SUSTENTÁVEIS E RESPONSABILIDADE GLOBAL CIRCULO DE ESTUDOS IPOG - INSTITUTO DE PÓSGRADUAÇÃO MBA AUDITORIA, PERÍCIA E GA 2011 Princípios Desafios Sugestões 01

Leia mais

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL REDE GAZETA

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL REDE GAZETA POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL REDE GAZETA Vitória, ES Janeiro 2010. 1ª Revisão Janeiro 2011. 2ª Revisão Janeiro 2012. POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL DA REDE GAZETA IDENTIDADE CORPORATIVA Missão

Leia mais

Educação para a Cidadania linhas orientadoras

Educação para a Cidadania linhas orientadoras Educação para a Cidadania linhas orientadoras A prática da cidadania constitui um processo participado, individual e coletivo, que apela à reflexão e à ação sobre os problemas sentidos por cada um e pela

Leia mais

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva.

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva. COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS Karina Fernandes de Miranda Helenir Celme Fernandes de Miranda RESUMO: Este artigo apresenta as principais diferenças e semelhanças entre gestão de pessoas e recursos

Leia mais

REPRESENTAÇÃO SOCIAL DE MEIO AMBIENTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO SUPERIOR

REPRESENTAÇÃO SOCIAL DE MEIO AMBIENTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO SUPERIOR REPRESENTAÇÃO SOCIAL DE MEIO AMBIENTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO SUPERIOR LUIZ, Cintya Fonseca; AMARAL, Anelize Queiroz & PAGNO, Sônia Fátima Universidade Estadual do Oeste do Paraná/Unioeste. cintya_fonseca@hotmail.com;

Leia mais

PROGRAMAÇÃO DO EVENTO

PROGRAMAÇÃO DO EVENTO PROGRAMAÇÃO DO EVENTO Dia 08/08 // 09h00 12h00 PLENÁRIA Nova economia: includente, verde e responsável Nesta plenária faremos uma ampla abordagem dos temas que serão discutidos ao longo de toda a conferência.

Leia mais

Generated by Foxit PDF Creator Foxit Software http://www.foxitsoftware.com For evaluation only. Política de Comunicação Institucional

Generated by Foxit PDF Creator Foxit Software http://www.foxitsoftware.com For evaluation only. Política de Comunicação Institucional Política de Comunicação Institucional POLÍTICA PÚBLICA P DE COMUNICAÇÃO O homem é um ser social. O intercâmbio de suas experiências e de seus conhecimentos possibilitou que as pessoas se apropriassem dos

Leia mais

SUSTENTABILIDADE EM UMA INDÚSTRIA AUTOMOTIVA

SUSTENTABILIDADE EM UMA INDÚSTRIA AUTOMOTIVA SUSTENTABILIDADE EM UMA INDÚSTRIA AUTOMOTIVA Fabíola Santos Silva 1 Márcio Santos Godinho 1 Sara Floriano 1 Vivian Alves de Lima 1 Akira Yoshinaga 2 Helio Rubens Jacintho Pereira Junior 2 RESUMO Este trabalho

Leia mais

Palavras-chave: Aquecimento global, Mídias, Tecnologias, Ecossistema.

Palavras-chave: Aquecimento global, Mídias, Tecnologias, Ecossistema. Aquecimento Global e Danos no Manguezal Pernambucano SANDRA MARIA DE LIMA ALVES 1 - sandrali@bol.com.br RESUMO Este artigo procura enriquecer a discussão sobre o fenômeno do aumento da temperatura na terra

Leia mais

APOSTILA DE FILOSOFIA E ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES

APOSTILA DE FILOSOFIA E ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES APOSTILA DE FILOSOFIA E ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES 2º. Bimestre Capítulos: I Ética: noções e conceitos básicos II Processo de Decisão Ética III - Responsabilidade Social Apostila elaborada pela Profa. Ana

Leia mais

PROJETO: PRESERVANDO A ÁGUA DA TERRA Colégio Intentus/Yara Country Clube/Itaipu Binacional

PROJETO: PRESERVANDO A ÁGUA DA TERRA Colégio Intentus/Yara Country Clube/Itaipu Binacional PROJETO: PRESERVANDO A ÁGUA DA TERRA Colégio Intentus/Yara Country Clube/Itaipu Binacional 1. Justificativa A inovação e a transformação começam pelo processo educacional, que vai além do aprendizado formal

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO EMPRESARIAL: UMA ESTRATÉGIA NA INTEGRAÇÃO DAS AÇÕES DE SUSTENTABILIDADE

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO EMPRESARIAL: UMA ESTRATÉGIA NA INTEGRAÇÃO DAS AÇÕES DE SUSTENTABILIDADE Revista Ceciliana Jun 5(1): 1-6, 2013 ISSN 2175-7224 - 2013/2014 - Universidade Santa Cecília Disponível online em http://www.unisanta.br/revistaceciliana EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO EMPRESARIAL: UMA

Leia mais

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA Shirlei de Souza Correa - UNIVALI 1 Resumo: No contexto educacional pode-se considerar a gestão escolar como recente, advinda das necessidades

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Histórico de elaboração Julho 2014 Motivações Boa prática de gestão Orientação para objetivos da Direção Executiva Adaptação à mudança de cenários na sociedade

Leia mais

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável Sustentabilidade Socioambiental Resistência à pobreza Desenvolvimento Saúde/Segurança alimentar Saneamento básico Educação Habitação Lazer Trabalho/

Leia mais

educação ambiental: estamos caminhando... EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ESTAMOS CAMINHANDO...

educação ambiental: estamos caminhando... EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ESTAMOS CAMINHANDO... EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ESTAMOS CAMINHANDO... RAQUEL DA SILVA PEREIRA raquelspereira@uol.com.br universidade municipal de são caetano do sul O livro escrito pelos professores e pesquisadores José Carlos Barbieri

Leia mais

ENSINO DE QUÍMICA: VIVÊNCIA DOCENTE E ESTUDO DA RECICLAGEM COMO TEMA TRANSVERSAL

ENSINO DE QUÍMICA: VIVÊNCIA DOCENTE E ESTUDO DA RECICLAGEM COMO TEMA TRANSVERSAL ENSINO DE QUÍMICA: VIVÊNCIA DOCENTE E ESTUDO DA RECICLAGEM COMO TEMA TRANSVERSAL MENDONÇA, Ana Maria Gonçalves Duarte. Universidade Federal de Campina Grande. E-mail: Ana.duartemendonca@gmail.com RESUMO

Leia mais

GESTÃO AMBIENTAL E CIDADANIA

GESTÃO AMBIENTAL E CIDADANIA GESTÃO AMBIENTAL E CIDADANIA João Sotero do Vale Júnior ¹ a) apresentação do tema/problema: A questão ambiental está cada vez mais presente no cotidiano da população das nossas cidades, principalmente

Leia mais

Julio Nascif Xavier 31-3227-2705 nascif@tecem.com.br

Julio Nascif Xavier 31-3227-2705 nascif@tecem.com.br abraman Congresso de Manutenção - 2001 EFEITOS DA TERCEIRIZAÇÃO SOBRE A MANUTENÇÃO Julio Nascif Xavier 31-3227-2705 nascif@tecem.com.br Terceirização é a transferência para terceiros de atividades que

Leia mais

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Principais Conferências Internacionais sobre o Meio Ambiente

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Principais Conferências Internacionais sobre o Meio Ambiente Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Principais Conferências Internacionais sobre o Meio Ambiente Prof. Claudimar Fontinele Em dois momentos a ONU reuniu nações para debater

Leia mais

UMA CONSTRUÇÃO DE GESTÃO DEMOCRÁTICA/PARTICIPATIVA NO ÂMBITO ESCOLAR

UMA CONSTRUÇÃO DE GESTÃO DEMOCRÁTICA/PARTICIPATIVA NO ÂMBITO ESCOLAR UMA CONSTRUÇÃO DE GESTÃO DEMOCRÁTICA/PARTICIPATIVA NO ÂMBITO ESCOLAR Neiva Maestro 1 A participação, sem dúvida, é o principal meio de se assegurar a gestão da escola que se quer democrática. Deve possibilitar

Leia mais

FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS

FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS 1 FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS MAURICIO SEBASTIÃO DE BARROS 1 RESUMO Este artigo tem como objetivo apresentar as atuais

Leia mais

SUSTENTABILIDADE NO LORDÃO: UMA FERRAMENTA DE ENSINO- APRENDIZAGEM

SUSTENTABILIDADE NO LORDÃO: UMA FERRAMENTA DE ENSINO- APRENDIZAGEM SUSTENTABILIDADE NO LORDÃO: UMA FERRAMENTA DE ENSINO- APRENDIZAGEM Acácio Silveira de Melo (UFCG); Adriano dos Santos Oliveira (UFCG); Filipe da Costa Silva (UFCG), Francinildo Ramos de Macedo (UFCG),

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: UMA NECESSÁRIA RELAÇÃO PARA A CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA. Dayane

Leia mais

A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL

A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL JOSÉ MATEUS DO NASCIMENTO zenmateus@gmail.com POLIANI SANTOS DA SILVA poliany_mme@hotmail.com MARIA AUXILIADORA DOS SANTOS MARINHO Campus IV(CCAE)

Leia mais

PROJETO RECICLAR PARA PRESERVAR

PROJETO RECICLAR PARA PRESERVAR PROJETO RECICLAR PARA PRESERVAR FABIA GRAVINA VIEIRA ROCHA Colégio e Faculdade Modelo do Paraná- Curitiba/PR fabiagravina@hotmail.com RESUMO Sensível à necessidade de reflexão sobre as relações dos seres

Leia mais

P.42 Programa de Educação Ambiental - PEA Capacitação professores Maio 2013 Módulo SUSTENTABILIDADE

P.42 Programa de Educação Ambiental - PEA Capacitação professores Maio 2013 Módulo SUSTENTABILIDADE P.42 Programa de Educação Ambiental - PEA Capacitação professores Maio 2013 Módulo SUSTENTABILIDADE Definições de sustentabilidade sustentar - suster 1. Impedir que caia; suportar; apoiar; resistir a;

Leia mais

o pensar e fazer educação em saúde 12

o pensar e fazer educação em saúde 12 SUMÁRIO l' Carta às educadoras e aos educadores.................5 Que história é essa de saúde na escola................ 6 Uma outra realidade é possível....... 7 Uma escola comprometida com a realidade...

Leia mais

Política de Responsabilidade Socioambiental

Política de Responsabilidade Socioambiental Política de Responsabilidade Socioambiental SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 OBJETIVO... 3 3 DETALHAMENTO... 3 3.1 Definições... 3 3.2 Envolvimento de partes interessadas... 4 3.3 Conformidade com a Legislação

Leia mais

EDUCAÇÃO, MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL: UM ESTUDO DE CASO SOBRE O PROJETO SEMENTE DO AMANHÃ NA CIDADE DE GUARATINGUETÁ-SP

EDUCAÇÃO, MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL: UM ESTUDO DE CASO SOBRE O PROJETO SEMENTE DO AMANHÃ NA CIDADE DE GUARATINGUETÁ-SP EDUCAÇÃO, MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL: UM ESTUDO DE CASO SOBRE O PROJETO SEMENTE DO AMANHÃ NA CIDADE DE GUARATINGUETÁ-SP RESUMO Carneiro Junior, J. L. 1 ; Freitas, R. C. M. 2 ; Rosa, A. C.

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Grupos de trabalho: formação Objetivo: elaborar atividades e

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

01/12/2012 MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL. Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO

01/12/2012 MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL. Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO TAREFAS ESTRUTURA PESSOAS AMBIENTE TECNOLOGIA ÊNFASE NAS TAREFAS Novos mercados e novos conhecimentos ÊNFASE

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local

RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local 1 Por: Evandro Prestes Guerreiro 1 A questão da Responsabilidade Social se tornou o ponto de partida para o estabelecimento

Leia mais

A pluralidade das relações públicas

A pluralidade das relações públicas A pluralidade das relações públicas Carolina Frazon Terra Introdução Sétima colocada no ranking "As profissões do futuro" segundo a Revista Exame de 13 de abril de 2004, as relações públicas se destacam

Leia mais

RESUMO O HOMEM E O RIO: EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA A SUSTENTABILIDADE DO RIO PARAÍBA DO SUL

RESUMO O HOMEM E O RIO: EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA A SUSTENTABILIDADE DO RIO PARAÍBA DO SUL RESUMO O HOMEM E O RIO: EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA A SUSTENTABILIDADE DO RIO PARAÍBA DO SUL UNITAU - Universidade de Taubaté CBH-PS Comitê de Bacias Hidrográficas do Rio Paraíba do Sul Trabalho realizado

Leia mais

Unidade II EDUCAÇÃO AMBIENTAL. Profa. Lucy Almeida

Unidade II EDUCAÇÃO AMBIENTAL. Profa. Lucy Almeida Unidade II EDUCAÇÃO AMBIENTAL Profa. Lucy Almeida Ecocidadania e movimentos sociais Crise ambiental do mundo globalizado: A crise ambiental do mundo globalizado trouxe a necessidade de se desenvolver a

Leia mais

HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE

HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE Experiências educativas no gerenciamento de resíduos gerados no Hospital de Clínicas de Porto Alegre Tainá Flôres da Rosa contato: tfrosa@hcpa.ufrgs.br telefone:(51)81414438

Leia mais

Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Guarulhos Departamento de Relações Comunitárias PROGRAMA DE USO RACIONAL DA ÁGUA MOBILIZAÇÃO COMUNITÁRIA

Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Guarulhos Departamento de Relações Comunitárias PROGRAMA DE USO RACIONAL DA ÁGUA MOBILIZAÇÃO COMUNITÁRIA Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Guarulhos Departamento de Relações Comunitárias PROGRAMA DE USO RACIONAL DA ÁGUA MOBILIZAÇÃO COMUNITÁRIA AUTOR: Tatiana Rodrigues Moura. Chefe de Seção de Expediente

Leia mais

Crescimento global da consciência socioambiental

Crescimento global da consciência socioambiental Programa de Sustentabilidade Bunge 1. Contextualização Crescimento global da consciência socioambiental Sociedade Importância do tema Estruturação e articulação das entidades civis Pressões comerciais

Leia mais

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Multimídia

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Multimídia Área de Comunicação Produção Multimídia Curta Duração Produção Multimídia Carreira em Produção Multimídia O curso superior de Produção Multimídia da FIAM FAAM forma profissionais preparados para o mercado

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E CIDADANIA *

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E CIDADANIA * EDUCAÇÃO AMBIENTAL E CIDADANIA * Ana Rosa Salvalagio 1 Clarice Ana Ruedieger Marise Waslawosky Christmann Neida Maria Chassot INTRODUÇÃO: A educação ambiental se constitui numa forma abrangente de educação,

Leia mais

O que é o projeto político-pedagógico (PPP)

O que é o projeto político-pedagógico (PPP) O que é o projeto político-pedagógico (PPP) 1 Introdução O PPP define a identidade da escola e indica caminhos para ensinar com qualidade. Saiba como elaborar esse documento. sobre ele: Toda escola tem

Leia mais

Trabalho interdisciplinar e atividade extensionista na UEPG: o projeto Portal Comunitário

Trabalho interdisciplinar e atividade extensionista na UEPG: o projeto Portal Comunitário Trabalho interdisciplinar e atividade extensionista na UEPG: o projeto Portal Comunitário SOUZA, Kauana Mendes 1 ; XAVIER, Cintia 2 Universidade Estadual de Ponta Grossa, Paraná, PR RESUMO O projeto Portal

Leia mais

SEGURANÇA ALIMENTAR, SUSTENTABILIDADE, EDUCAÇÃO AMBIENTAL: REFLEXÕES A CERCA DA FORMAÇÃO DO PROFESSOR.

SEGURANÇA ALIMENTAR, SUSTENTABILIDADE, EDUCAÇÃO AMBIENTAL: REFLEXÕES A CERCA DA FORMAÇÃO DO PROFESSOR. SEGURANÇA ALIMENTAR, SUSTENTABILIDADE, EDUCAÇÃO AMBIENTAL: REFLEXÕES A CERCA DA FORMAÇÃO DO PROFESSOR. Jonas da Silva Santos Universidade do Estado da Bahia UNEB DEDC XV jonasnhsilva@hotmail.com jonas.ss@inec.org.br

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA GESTÃO EMPRESARIAL: REFLEXÕES SOBRE O TEMA. Renata Ferraz de Toledo Maria Claudia Mibielli Kohler

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA GESTÃO EMPRESARIAL: REFLEXÕES SOBRE O TEMA. Renata Ferraz de Toledo Maria Claudia Mibielli Kohler EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA GESTÃO EMPRESARIAL: REFLEXÕES SOBRE O TEMA Renata Ferraz de Toledo Maria Claudia Mibielli Kohler REPRESENTAÇÕES DE EDUCAÇÃO E DE MEIO AMBIENTE O QUE ENTENDEMOS POR EDUCAÇÃO? O QUE

Leia mais

Programação especial para celebrar o Dia Mundial da Água a partir desta segunda (16/03)

Programação especial para celebrar o Dia Mundial da Água a partir desta segunda (16/03) Publicado em TV Brasil (http://tvbrasil.ebc.com.br) 13/03/2015-09h13 Programação especial para celebrar o Dia Mundial da Água a partir desta segunda (16/03) No dia 22 de março, celebra-se o Dia Mundial

Leia mais

PRÁTICAS E PERSPECTIVAS DE DEMOCRACIA NA GESTÃO EDUCACIONAL

PRÁTICAS E PERSPECTIVAS DE DEMOCRACIA NA GESTÃO EDUCACIONAL PRÁTICAS E PERSPECTIVAS DE DEMOCRACIA NA GESTÃO EDUCACIONAL Coleção EDUCAÇÃO SUPERIOR Coordenação editorial: Claudenir Módolo Alves Metodologia Científica Desafios e caminhos, Osvaldo Dalberio / Maria

Leia mais

CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS

CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS VI.1. Introdução A avaliação de riscos inclui um amplo espectro de disciplinas e perspectivas que vão desde as preocupações

Leia mais

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Introdução A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional afirma que cabe aos estabelecimentos de ensino definir

Leia mais

A ARTE NA FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL: EM BUSCA DE UMA PRAXE TRANSFORMADORA

A ARTE NA FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL: EM BUSCA DE UMA PRAXE TRANSFORMADORA A ARTE NA FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL: EM BUSCA DE UMA PRAXE TRANSFORMADORA Sumaya Mattar Moraes Mestranda na Área de Linguagem e Educação da FEUSP Esta pesquisa coloca em pauta

Leia mais

PROGRAMAs de. estudantil

PROGRAMAs de. estudantil PROGRAMAs de empreendedorismo e protagonismo estudantil Ciclo de Palestras MAGNUM Vale do Silício App Store Contatos Calendário Fotos Safari Cumprindo sua missão de oferecer uma educação inovadora e de

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia A CONTRIBUIÇÃO DA DIDÁTICA CRÍTICA NA INTERLIGAÇÃO DE SABERES AMBIENTAIS NO PROCESSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

Diretrizes Curriculares ENADE 2012. Curso de: Publicidade e Propaganda

Diretrizes Curriculares ENADE 2012. Curso de: Publicidade e Propaganda Diretrizes Curriculares ENADE 2012 Curso de: Publicidade e Propaganda MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA PORTARIA MEC Nº207 DE 22 DE JUNHO DE

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing PROJETO PEDAGÓGICO Curso de Graduação Tecnológica em Marketing Porto alegre, 2011 1 1. Objetivos do Curso O projeto do curso, através de sua estrutura curricular, está organizado em módulos, com certificações

Leia mais

PROGRAMA FALANDO EM POLÍTICA 1

PROGRAMA FALANDO EM POLÍTICA 1 PROGRAMA FALANDO EM POLÍTICA 1 Juliane Cintra de Oliveira 2 Antônio Francisco Magnoni 2 RESUMO Criado em 2007, o Programa Falando de Política é um projeto de experimentação e extensão cultural em radiojornalismo,

Leia mais

A ÉTICA APLICADA A EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: DE LEONARDO BOFF A EDGAR MORIN

A ÉTICA APLICADA A EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: DE LEONARDO BOFF A EDGAR MORIN 1 A ÉTICA APLICADA A EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: DE LEONARDO BOFF A EDGAR MORIN Heraldo Simões Ferreira 1 José Jackson Coelho Sampaio 2 Laryssa Sampaio Praciano 3 RESUMO Este artigo possui como objetivo trazer

Leia mais

AULA 9. Ação pelo Ambiente

AULA 9. Ação pelo Ambiente AULA 9 Ação pelo Ambiente Roberto e o seu grupo do meio ambiente estão se preparando para a Grande Reunião que irá tratar dos problemas ambientais do planeta. Ele pede ajuda à Sofia para bolar um plano

Leia mais

MULTIMÍDIAS PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1. Resumo

MULTIMÍDIAS PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1. Resumo MULTIMÍDIAS PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1 VIERO, Lia Margot Dornelles 2 1 Trabalho de Pesquisa _UNIFRA 2 Curso de Geografia do Centro Universitário Franciscano (UNIFRA), Santa Maria, RS, Brasil E-mail:

Leia mais

ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE NEGÓCIOS

ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE NEGÓCIOS ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE NEGÓCIOS São Paulo Presença nacional, reconhecimento mundial. Conheça a Fundação Dom Cabral Uma das melhores escolas de negócios do mundo, pelo ranking de educação executiva

Leia mais

Jovens cuidando do Brasil

Jovens cuidando do Brasil ação constitui uma parte da política dos três R reduzir, reutilizar e reciclar, depreende-se a necessidade de um trabalho com lixo que se inicie com uma revisão crítica dos hábitos e padrões de consumo.

Leia mais

MARKETING VERDE E-BOOK GRATUITO DESENVOLVIDO PELA SITE SUSTENTÁVEL

MARKETING VERDE E-BOOK GRATUITO DESENVOLVIDO PELA SITE SUSTENTÁVEL MARKETING VERDE E-BOOK GRATUITO DESENVOLVIDO PELA SITE SUSTENTÁVEL Introdução: O marketing verde já não é tendência. Ele se tornou uma realidade e as empresas o enxergam como uma oportunidade para atrair

Leia mais

FIEP FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIA DO ESTADO DA PARAÍBA

FIEP FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIA DO ESTADO DA PARAÍBA FIEP FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIA DO ESTADO DA PARAÍBA INQUETAÇÕES E DESCONFORTO PARA NÓS, SERES HUMANOS! RESPOSTA DA FIEP E DAS INDÚSTRIAS DA PARAÍBA. O QUE ESTAMOS FAZENDO AGORA. ANÁLISE DOS PRINCIPAIS PROBLEMAS

Leia mais

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências. A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER

Leia mais

O gerenciamento da Comunicação Organizacional

O gerenciamento da Comunicação Organizacional O gerenciamento da Comunicação Organizacional Hilbert Reis Comunicação Social Jornalismo UFOP Pesquisador PIP/UFOP Índice 1 Otimização da comunicação integrada 1 2 Estratégias, planejamentos e a gestão

Leia mais

NOVA ATITUDE SOCIAL PARA A SUSTENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO

NOVA ATITUDE SOCIAL PARA A SUSTENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO Maio 2005 NOVA ATITUDE SOCIAL PARA A SUSTENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO Uma empresa cidadã tem direitos e deveres, assim como qualquer indivíduo. Trata-se de uma consciência crítica que nasce a partir do respeito

Leia mais

I B OP E Opinião. O que o brasileiro pensa e faz em relação à conservação e uso da água

I B OP E Opinião. O que o brasileiro pensa e faz em relação à conservação e uso da água PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA Águas no Brasil: A visão dos brasileiros O que o brasileiro pensa e faz em relação à conservação e uso da água Dezembro, 2006 METODOLOGIA OBJETIVO Levantar informações para

Leia mais

TOPE [EA]². Assessoria de imprensa voltada à divulgação da ciência

TOPE [EA]². Assessoria de imprensa voltada à divulgação da ciência Assessoria de imprensa voltada à divulgação da ciência Camila Delmondes Assessoria de Relações Públicas e Imprensa Faculdade de Ciências Médicas Unicamp Divulgação Cientifica e Cultural Laboratório de

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim - ES PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Introdução O Programa Municipal de Educação Ambiental estabelece diretrizes, objetivos, potenciais participantes, linhas

Leia mais

Educação Ambiental Crítica: do socioambientalismo às sociedades sustentáveis

Educação Ambiental Crítica: do socioambientalismo às sociedades sustentáveis Educação Ambiental Crítica: do socioambientalismo às sociedades sustentáveis Ciclo de Cursos de Educação Ambiental Ano 4 Secretaria de Estado do Meio Ambiente Coordenadoria de Planejamento Ambiental Estratégico

Leia mais

A EVOLUÇÃO DA ESCRITA

A EVOLUÇÃO DA ESCRITA A EVOLUÇÃO DA ESCRITA Percebemos a partir da observação das imagens exibidas no vídeo A EVOLUÇÃO DA ESCRITA que o homem sempre buscou muitas formas de transmitir pensamentos. O texto é uma das formas mais

Leia mais

Educação Ambiental Utilizando Ferramentas do Portal do Projeto SISGA

Educação Ambiental Utilizando Ferramentas do Portal do Projeto SISGA Educação Ambiental Utilizando Ferramentas do Portal do Projeto SISGA Prof. Dr. Oscar Dalfovo Universidade Regional e Blumenau, Blumenau, Brasil dalfovo@inf.furb.br Prof. Ricardo A. de Azambuja, MAd FURB,

Leia mais

AULA 5 SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL. Professor: ALAN Coordenador: Prof. LAÉRCIO

AULA 5 SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL. Professor: ALAN Coordenador: Prof. LAÉRCIO 1 Professor: ALAN Coordenador: Prof. LAÉRCIO 1 2 Reconheça o que está ao alcance dos seus olhos, e o que está oculto tornar-se-á claro para você. Jesus de Nazaré 2 3 1. Citar as principais contribuições

Leia mais

DEMOCRÁTICA NO ENSINO PÚBLICO

DEMOCRÁTICA NO ENSINO PÚBLICO O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ROSINALDO PANTOJA DE FREITAS rpfpantoja@hotmail.com DEMOCRÁTICA NO ENSINO PÚBLICO RESUMO: Este artigo aborda o Projeto político pedagógico e também

Leia mais

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Publicitária

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Publicitária Área de Comunicação Tecnologia em Produção Publicitária Curta Duração Tecnologia em Produção Publicitária CARREIRA EM PRODUÇÃO PUBLICITÁRIA Nos últimos anos, a globalização da economia e a estabilização

Leia mais

AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA

AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA Miranda Aparecida de Camargo luckcamargo@hotmail.com Acadêmico do Curso de Ciências Econômicas/UNICENTRO Luana Sokoloski sokoloski@outlook.com

Leia mais

JORNALISMO CULTURAL ONLINE: EXPERIÊNCIAS DE COBERTURA JORNALÍSTICA DO SITE CULTURA PLURAL

JORNALISMO CULTURAL ONLINE: EXPERIÊNCIAS DE COBERTURA JORNALÍSTICA DO SITE CULTURA PLURAL 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( x ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA JORNALISMO

Leia mais

Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1

Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1 PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1 Ulisses F. Araújo 2 A construção de um ambiente ético que ultrapasse

Leia mais

TÍTULO: PRINCÍPIOS E GESTÃO DO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL GUARULHOS: SANEAMENTO AMBIENTAL E QUALIDADE DE VIDA

TÍTULO: PRINCÍPIOS E GESTÃO DO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL GUARULHOS: SANEAMENTO AMBIENTAL E QUALIDADE DE VIDA TÍTULO: PRINCÍPIOS E GESTÃO DO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL GUARULHOS: SANEAMENTO AMBIENTAL E QUALIDADE DE VIDA Autora: Erotides Lacerda Choueri Outros autores: Marcos Tsutomu Tamai, Vânia Maria Nunes

Leia mais

Sobre nós. Educação Ambiental. Fale Conosco

Sobre nós. Educação Ambiental. Fale Conosco Sobre nós Em 1997 com iniciativas dos proprietários da Fazenda Alegre conscientes da importância da preservação e conservação dos remanescentes da vegetação nativa da fazenda, áreas degradadas vêm sendo

Leia mais

Trabalhos na área ambiental influenciam o comportamento dos alunos em Instituições de Ensino Superior?

Trabalhos na área ambiental influenciam o comportamento dos alunos em Instituições de Ensino Superior? Trabalhos na área ambiental influenciam o comportamento dos alunos em Instituições de Ensino Superior? Patrícia P Gomes¹ Camilla M dos Santos 2 Erika M Ferreira 2 Resumo O presente artigo teve como objetivo

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE RESENDE AGÊNCIA DO MEIO AMBIENTE DO MUNICÍPIO DE RESENDE

PREFEITURA MUNICIPAL DE RESENDE AGÊNCIA DO MEIO AMBIENTE DO MUNICÍPIO DE RESENDE PREFEITURA MUNICIPAL DE RESENDE AGÊNCIA DO MEIO AMBIENTE DO MUNICÍPIO DE RESENDE CONVÊNIO PUC - NIMA/ PETROBRAS / PMR PROJETO EDUCAÇÃO AMBIENTAL Formação de Valores Ético-Ambientais para o exercício da

Leia mais

2011/2012. CÂMARA MUNICIPAL ALENQUER-Divisão de Ambiente

2011/2012. CÂMARA MUNICIPAL ALENQUER-Divisão de Ambiente PLANO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL 2011/2012 CÂMARA MUNICIPAL ALENQUER-Divisão de Ambiente 2011/2012 Índice: Introdução Ações de Sensibilização: Ateliers: Datas Comemorativas: Visitas de Estudo: Concursos: Projetos:

Leia mais

Unidade IV PROCESSOS ORGANIZACIONAIS. Prof. Léo Noronha

Unidade IV PROCESSOS ORGANIZACIONAIS. Prof. Léo Noronha Unidade IV PROCESSOS ORGANIZACIONAIS Prof. Léo Noronha As normas podem ser separadas em dois grandes grupos Normas de produtos ou serviços; Normas de sistemas de gestão. Estas definem os processos administrativos

Leia mais

GESTÃO DA SALA DE AULA: NOVOS CONTEXTOS, NOVAS DIFICULDADES, GRANDES DESAFIOS E POSSIBILIDADES. Profa. Aureli Martins Sartori de Toledo Setembro/2012

GESTÃO DA SALA DE AULA: NOVOS CONTEXTOS, NOVAS DIFICULDADES, GRANDES DESAFIOS E POSSIBILIDADES. Profa. Aureli Martins Sartori de Toledo Setembro/2012 GESTÃO DA SALA DE AULA: NOVOS CONTEXTOS, NOVAS DIFICULDADES, GRANDES DESAFIOS E POSSIBILIDADES Profa. Aureli Martins Sartori de Toledo Setembro/2012 A palestra em algumas palavras... Provocações... reflexões...leitura

Leia mais