CONGRESSO DO DESPORTO POLÍTICAS DE FINACIAMENTO DO SISTEMA DESPORTIVO

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1 1 CONGRESSO DO DESPORTO POLÍTICAS DE FINACIAMENTO DO SISTEMA DESPORTIVO Senhores: Ilustres Membros da Mesa Senhores Dirigentes Desportivos Caros Treinadores e Técnicos do Desporto Caros Atletas Minhas Senhoras e meus Senhores. 1 INTRODUÇÃO Antes de transmitir o meu contributo para o tema em discussão, que traduzirá, necessariamente, uma análise na perspectiva do desporto amador e enquanto Presidente da Direcção de uma colectividade centenária, o Clube Fluvial Vilacondense, que se dedica à prática dos desportos náuticos, com incidência no remo, canoagem, vela e natação, quero, dizer muito claramente, o quanto considero louvável o Congresso do Desporto, a iniciativa em boa hora lançada pela Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto e que vai ao encontro da materialização de promessas contidas no Programa com que o actual Governo se apresentou aos Portugueses, visando o objectivo de Mais e Melhor Desporto. Essa promessa constitui a materialização de um direito fundamental, constitucionalmente consagrado, que é o direito do cidadão à cultura física e ao desporto, cabendo ao Estado a

2 2 obrigação de promover, estimular, orientar e apoiar a actividade desportiva. Com a iniciativa da realização do Congresso do Desporto, envolvendo todos os agentes desportivos do país, num diálogo e discussão sobre os problemas do Desporto, nas suas várias vertentes, está a ser dado, de modo sério, um primeiro e grande passo para que, dessa reflexão conjunta, possam nascer conclusões que sejam potenciadoras de mudanças e objectivos que se desejam, para colocar o desporto de Portugal ao nível do que se faz nos nossos parceiros da Europa. O Programa do Governo contém em si as metas e o modo como será possível alcançá-las, salientando a necessidade de ser acolhida na definição dos valores centrais da política desportiva em Portugal, a noção de serviço público do desporto, incrementando o fomento da actividade desportiva infanto-juvenil e reforçando a sustentabilidade organizativa e financeira do movimento associativo. Na verdade é na escola que deve começar a formação e o desenvolvimento da prática desportiva, sendo fundamental reavaliar o papel da disciplina da Educação Física e Desporto Escolar, tarefa que será continuada pelas Associações Desportivas, cujo papel preponderante neste processo é salientado e reconhecido pelo Programa do Governo. Destaca, também o propósito de criar um Programa Nacional de Desporto para Todos resultante de parcerias de organismos públicos e privados, de incentivar o voluntariado no desporto e dignificar o dirigente desportivo.

3 3 Mas para a concretização de todos os objectivos e propósitos enunciados no Programa do Governo que, sem dúvida, colocariam Portugal em termos desportivos ao nível do que nessa área se faz na Europa é preciso dinheiro, muito dinheiro, cuja carência constitui a grande dificuldade com que se debatem todos os intervenientes desportivos, de modo acentuado e determinante, as associações que promovem a prática desportiva. Esta é a questão hoje aqui em análise e para reflectir sobre a melhor forma de encararmos essa velha realidade aqui estamos e vamos procurar deixar o nosso modesto contributo. 2- O CLUBE FLUVIAL VILACONDENSE Realidade e dificuldades Velhinho nos seus cem anos de existência e dedicação à prática desportiva (completados em 5/12/2005) o C.F.V. é uma colectividade moderna e pujante nas modalidades de desporto de competição a que presentemente se dedica Remo a mais antiga modalidade do clube; Vela, Canoagem e Natação as mais recentes. Movimentando nas suas fileiras cerca de duzentos atletas, divide a sua actividade, apostando, essencialmente em quatro modalidades de competição. O Remo teve, na época passada trinta e cinco atletas a competir, sendo de destacar a forma muito positiva como esta modalidade tem vindo a evoluir, sendo que na época passada logrou alcançar 20 lugares no pódio e três títulos nacionais. A Vela, com 15 atletas federados, encontra-se numa fase de expansão, tendo na época finda, participado em 9 provas oficiais, não só em Portugal, como também no Estrangeiro, nomeadamente

4 4 no Campeonato Ibérico, en classe Vaurien, em Vigo, constituindo seu palmarés da época, 12 lugares no pódio e um título de vice campeão nacional. A Canoagem, com 30 atletas federados, é uma das modalidades de referência do clube, tendo tido vários dos seus atletas presentes em Campeonatos do Mundo, contando como o seu momento mais alto, a presença do José Garcia em três Olimpíadas. Na época finda alcançou 17 lugares no pódio e dois títulos de campeão nacional, com destaque para a presença de atletas em várias competições internacionais, como a Taça do Mundo, Troféu Internacional Príncipe das Astúrias, Campeonato da Europa de sub-23 e Campeonato do Mundo de Maratonas, sempre com honrosas presenças. Finalmente, a Natação, com 120 atletas a competir em provas oficiais, e graças a um trabalho de fundo realizado apenas com a prata da casa, conseguiu o clube ser já uma referência, incontornável, da natação portuguesa, alcançando inúmeros títulos regionais e nacionais, e dois feitos que constituem marcos históricos para o clube. O C.F.V. sagrou-se Campeão Nacional de Clubes de 1ª divisão /sénior masculino e teve o seu atleta Adriano Niz presente nas Olimpíadas de Atenas. Apenas como referência do actual estatuto da natação que se pratica no clube, lembramos que na época transacta se alcançaram 26 títulos de Campeões Regionais, 18 de Campeão Nacional, 9 recordes nacionais, 5 atletas com estatuto de alta competição e 8 atletas chamados à selecção nacional. Perdoem-me a imodéstia de trazer aqui estes dados, mas o objectivo é salientar o que de bom se vai fazendo nas nossas associações, em prol do desporto, e o papel crucial do movimento associativo nessa área. A informação não ficaria completa se não

5 5 referisse que os gastos normais de uma época no C.F V. se situam em ,00. Objectivamente não é muito, em face dos resultados alcançados. Será o equivalente ao custo de um mês de salários num clube de futebol como o Rio Ave. Porém, para a nossa actual estrutura, é de uma constante aflição, solver atempadamente os nossos compromissos. 3-O PAPEL DOS CLUBES NO DESENVOLVIMENTO DA PRÁTICA DESPORTIVA A exemplo do C.F.V. existem por este país fora centenas de colectividades que se dedicam à captação, formação e desenvolvimento da actividade desportiva amadora, constituindo a base do desporto em Portugal, substituindo muitas vezes, ou completando, o papel da escola (e nessa medida do Estado) e da família, não apenas na cultura e formação física, mas também cívica e social. Como bem refere o Programa do Governo, a Lei de Bases do Desporto ignorou a realidade, marginalizou o movimento associativo e esqueceu a crescente importância das autarquias locais no desenvolvimento desportivo nacional. É para mim motivo de grande satisfação dar testemunho, enquanto dirigente desportivo, do grande apoio que a colectividade a que presido tem merecido, ao longo dos anos, da autarquia local, e que constitui a chave do grande sucesso e pujança do desporto do concelho de Vila do Conde, nas várias modalidades, desde o

6 6 futebol à natação, passando pela ginástica, voleibol, ciclismo, remo, canoagem, andebol, basquetebol e atletismo. A realidade do desporto em Portugal assenta na coexistência, parceria e colaboração entre o Estado e o movimento associativo, tendo por base as escolas e os clubes como refere o Programa do Governo. Os jovens são hoje em dia cada vez mais solicitados para actividades não desportivas o que tem provocado a diminuição do número de praticantes federados, equilíbrio felizmente compensado pelo aumento dos não federados. O decréscimo do número de praticantes, a comercialização e a profissionalização imperam, cada vez mais, no desporto actual. O associativismo desportivo que se regia apenas pelos valores e comportamentos socialmente respeitáveis e exemplares, enquanto tais assimilados pela comunidade, numa faceta educativa e ética do desporto, embora presente em muitos desportos actuais, deu lugar cada vez mais a valores da superação e do rendimento, que orientam a prática do desporto actual, tornando-o cada vez mais exigente a nível económico, pela necessidade crescente de contratação de técnicos e equipas multidisciplinares, bem como a criação e manutenção de infra-estruturas e equipamentos cada vez mais complexos e dispendiosos. O desporto federado transformou-se num problema para a gestão financeira dos clubes desportivos devido à elevada despesa

7 7 que gera, com técnicos, transportes, alojamento, taxas de inscrição, seguros, exames médicos etc, facto que tem originado que alguns clubes orientem a sua actividade para escalões seniores ou se especializem numa só modalidade desportiva, permitindo diminuir custos e investir em melhores equipas, atraindo desse modo mais público, patrocinadores e gerando assim mais receitas isto com prejuízo da expansão e massificação desportiva. Os espectadores querem espectáculo desportivo, que por sua vez requer infraestruturas que atraia e fidelize esses espectadores, o que rareia cada vez mais no nosso país, pelo que a conclusão a tirar é que estamos perante um modelo economicamente insustentável. Perante esta incapacidade de gerar fundos próprios, cada vez mais os clubes estão dependentes dos subsídios autárquicos. Em clubes como o que dirijo, em que o espectáculo desportivo não gera receitas, os fundos próprios resumem-se às quotizações dos associados, (necessariamente muito baixas porque o clube pouco ou nada lhe dá em troca) as quotizações dos próprios atletas (que pagam para praticar o desporto de que gostam) a alguns apoios de patrocinadores e sobretudo ao apoio financeiro autárquico. Estas dificuldades de sustentabilidade financeira afastam a possibilidade de aparecimento de mais jovens no dirigismo desportivo, e na constante dificuldade de encontrar quem se proponha assumir a responsabilidade de continuar à frente das

8 8 colectividades amadoras e a sina de os clubes serem forçados a adaptarem-se ao cenário existente, promovendo actividades de mero lazer, que atraiam mais sócios e mais receita, rentabilizando espaços, promovendo novos serviços, explorando actividades comerciais paralelas (bares e restaurantes) e criando parcerias por forma a obterem recursos que possibilite sustentar parte da actividade federada que é a sua principal referência, dispersando sinergias que deveriam ser direccionadas ao fim principal da colectividade captação, formação, desenvolvimento e prática desportiva, numa perspectiva mais abrangente. Aqui chegados, importa reflectir e tirar conclusões sobre quais os melhores caminhos a seguir para os objectivos alinhados, quais deverão ser as políticas de financiamento do sistema desportivo. CONCLUSÕES 1 Estamos todos de acordo que é na escola que a cultura física e actividade desportiva deverá começar, cabendo ao Estado, nesse particular, desenvolver um grande esforço para que o fomento da actividade desportiva infanto-juvenil seja uma realidade, na concretização do enunciado no Programa do Governo. Para tal é necessário dotar as escolas dos vários ciclos, de meios físicos e técnicos adaptados a esse esforço de formação, de molde a que essas actividades sejam aliciantes para os alunos, diversificando as modalidades, conforme as aptidões e vocações que vão emergindo, e não centralizando, apenas, no futebol,

9 9 andebol voleibol, como bem sucedendo. Nem todas as escolas poderão ter piscinas, e nenhumas terão pistas de remo ou canoagem (e aqui estou a puxar a brasa à minha sardinha ) mas nas localidades onde essas práticas desportivas sejam possíveis pela proximidade de equipamentos, deverão essas modalidades ser incluídas na disciplina do desporto escolar e criarem-se meios e condições para que os jovens possam, facilmente, aceder e utilizar os meios dos clubes, em parcerias com as autarquias, acompanhadas dos respectivos meios financeiros. Nestes escalões, onde despontam as vocações, o papel da escola é fundamental, e será através das parcerias a estabelecer com os clubes, que poderá ser feita a captação, selecção e desenvolvimento posterior das potencialidades desportivas de cada atleta, ao nível e integrado no próprio clube. O esforço financeiro, nesta fase, terá de ser exclusivamente ou quase exclusivamente do Estado, considerando a actividade física e o desporto escolar como um serviço público. 2 O reforço da sustentabilidade organizativa e financeira do movimento associativo, enunciado no Programa do Governo, é crucial para esse projecto, na perspectiva da visão de serviço público do desporto. Não pode continuar a ser ignorada essa realidade com a marginalização do movimento associativo como faz a Lei de Bases do Desporto.

10 10 A parceria e colaboração entre o Estado e o movimento associativo terá de ser uma realidade cada vez mais actuante que terá de passar pelas seguintes linhas de acção: 1- Financiamento das modalidades através das respectivas Federações, não apenas em função do número de praticantes de cada modalidade, mas também por objectivos, com o apoio de programas devidamente estruturados e direccionados a atletas concretos. 2- Financiamento directo dos clubes para a criação de infraestruturas e projectos desportivos que tenham por objectivo planos de desenvolvimento da sua sustentabilidade económica. 3- Apoio financeiro a atletas com o estatuto de alta competição, integrados em programas de preparação específica, com objectivos de participação em provas internacionais. 4- Especial atenção à adequação do regime fiscal à especificidade do Desporto, direccionado aos clubes e aos praticantes desportivos, aliviando-lhes a carga fiscal que possa constituir obstáculo a um maior desenvolvimento ou rendimento desportivo. 5- Reformulação do actual Regime do Mecenato, por forma a que o patrocínio desportivo seja mais atraente para as empresas/mecenas, permitindo-lhes contrapartidas comerciais do seu investimento, na promoção de determinada modalidade. 6- Definição de regras nas transmissões televisivas, por forma a que nas várias modalidades, e não apenas nalgumas, seja efectuada cobertura noticiosa dos eventos, com difusão de

11 11 imagens, permitindo uma maior divulgação dessas modalidades, atraindo e fidelizando praticantes e espectadores e, desse modo, rentabilizando também os investimentos publicitários, aumentando, assm, o financiamento desportivo. 7- Integração do Desporto no âmbito de programas Comunitários de financiamento. Porto,-3/2/06 Lúcio Ferreira

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