Ministério da Educação PLANO DE CURSO TÉCNICO EM MEIO AMBIENTE

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1 Ministério da Educação PLANO DE CURSO TÉCNICO EM MEIO AMBIENTE EUNÁPOLIS BAHIA FEVEREIRO / 2011

2 Nome da Unidade: INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA / Esfera: FEDERAL CNPJ: / Endereço: BR 101, s/n Rosa Neto. CEP: Cidade: Eunápolis Estado: Bahia Telefone: 0XX Fax:0XX Site: Data: Fevereiro de 2011 Área do Plano: Meio Ambiente PLANO DE CURSO PARA: Habilitação: TÉCNICO EM MEIO AMBIENTE Carga Horária sem estágio: 1080 horas Estágio: 180 horas 2

3 ESTRUTURA ADMINISTRATIVA DIRETORA GERAL DO Profª. Aurina Oliveira Santana DIRETOR DO CAMPUS EUNÁPOLIS Prof. Ricardo Torres DIRETORIA DE ENSINO - DE Profª. Fabíolo Moraes Amaral CORDENAÇÃO TÉCNICO-PEDAGÓGICA Profª. Margareth Alves Ferreira DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO - DEPAD Maria Neli Cardoso 3

4 ELABORAÇÃO DO PLANO COORDENÇÃO DO CURSO TÉCNICO EM MEIO AMBIENTE Coord. Prof. Daniel Von Rondon Martins Profª. Alaíde Alves da Silva Oliveira Profª. Andréia Rita Pereira de Sousa Profª Aurelina Conceição Sacramento Profª, Cláudia Mendes Cordeiro Prof. Edmilson Pedreira dos Reis Profª Eliana Alcântara Lisboa Prof. Francisco Nataniel B. de Albuquerque Profª. Helenice Silva de Jesus Torres Profª. Margareth Alves Ferreira Profª. Marilda Borin da Cunha Prof. Rodrigo Gallotti Lima 4

5 SUMÁRIO Pág. Cap. 1 Justificativa e objetivos do Curso... 6 Cap. 2 Objetivo Cap. 3 Requisitos de acesso ao Curso Cap. 4 Perfil profissional Cap. 5 Organização curricular ) Fluxograma ) Estrutura curricular ) Componentes curriculares ) Estágio Curricular Obrigatório Cap. 6 Organização Didática ) Critérios de avaliação da aprendizagem Cap. 7 Instalações e equipamentos ) Laboratórios Existentes ) Outros Ambientes Existentes ) Laboratório a serem Implantados ) Acervo Bibliográfico Cap. 8 Corpo docente Cap. 9 Certificados e diplomas Anexos I Bibliografia citada no Projeto II_ RESOLUÇÃO Nº 262, DE 28 JUL III_ Organização Didática 5

6 Capítulo 1: Justificativa e Objetivos do Curso A necessidade da preservação da qualidade ambiental é a emergência de um processo de mudança de paradigma, no qual toda sociedade deve estar empenhada. Nos últimos anos acentuou-se a problemática decorrente do uso insustentável dos recursos naturais não renováveis, o que tem acelerado a degradação do meio ambiente, e por conseqüência, minorado a qualidade de vida nas zonas urbana e rural. O aumento populacional, aliado à crescente demanda por bens e serviços pela humanidade, tem pressionado sobremaneira os recursos naturais do planeta. Diversas providências têm sido tomadas para tornar métodos de exploração e produção mais racionais, econômicos e menos poluentes; procura-se a auto-sustentabilidade dos modelos extrativistas e agropecuários e impõe-se a racionalidade nos setores industriais, comerciais e de prestação de serviços. Deve-se ressaltar que, no tocante ao Brasil, possuímos uma das melhores legislações ambientais do mundo, faltando, porém, fiscalização extensiva, condições adequadas de trabalho e remuneração justa dos servidores, punição e ressarcimento efetivos por parte dos transgressores da lei (Morostega, 1999). O distúrbio ambiental decorrente das ações antrópicas é preocupação tanto nas cidades como em áreas rurais. A produção de quantidades crescentes de lixo domiciliar, industrial e hospitalar; o aumento no volume de efluentes domésticos e industriais, lançados sem tratamento adequado nos cursos de água; a poluição atmosférica decorrente da emissão de gases por parte das industrias e automóveis, são exemplos de problemas observados no dia a dia de nossos centros urbanos. No tocante ao sistema agroflorestal, as conseqüências diretas do uso irracional dos recursos naturais são a redução da produtividade, assoreamento e poluição dos cursos d'água e do ecossistema e perdas na biodiversidade, o que em última análise vão gerar pobreza, fome e desemprego. A perda da sustentabilidade traz entre outros efeitos os êxodos rurais, gerando sérios problemas sociais no meio urbano. Portanto, o uso sustentado do meio ambiente passou a ser uma questão de sobrevivência das populações.toda esta problemática localizada e regional de gestão incorreta dos recursos ambientais, levam a condições impactantes mais grandiosas, que vão além das fronteiras dos municípios, estados ou mesmo países, tomando dimensões mundiais. O efeito estufa, as mudanças no ciclo hidrológico, as chuvas ácidas, entre outros fatores, são problemas mundiais, mas com origem em regiões específicas. Para se ter uma 6

7 idéia da magnitude destes problemas, consultores ambientais ligados a FAO (ONU), especulam que a temperatura média do globo terrestre deve subir em torno de 30 C até meados do próximo século, tornando a vida animal e vegetal insustentável em certas regiões do globo. Segundo este mesmo corpo técnico, a crise de água doce sobre a terra será a maior responsável por guerras no século vinte e um, até o ano 2025, segundo cálculos da OMS (Organização Mundial da Saúde), vai haver falta de água em 48 países no mundo, atingindo 1,4 bilhão de pessoas ( A TARDE, 29/08/1999). Diante de todos estes problemas, a Organização das Nações Unidas (ONU), vem tentando inserir na pauta de discussão, e como tema central, uma nova filosofia de "desenvolvimento", ou seja, desenvolver sustentavelmente, garantindo as necessidades das atuais gerações sem comprometer as das gerações futuras. Uma série infinita de conceitos de gestão ambiental tem sido desenvolvida. A idéia central, no entanto, está associada ao uso equilibrado dos recursos dos ecossistemas. A definição de indicadores da qualidade ambiental é uma importante estratégia para a avaliação da sustentabilidade do sistema como um todo. Entretanto, estes indicadores devem ser compreendidos em um contexto multidisciplinar, pois além dos aspectos físicos, químicos e biológicos, também estão inseridos aspectos sociais e econômicos. A medida prática de implementação deste conceito deve considerar a série de normas propostas pela ISO , que consiste numa versão ambiental da ISO Esta série de normas trata da gestão da qualidade através de normas destinadas a influir em todos os aspectos das atividades das empresas que envolvem questões relativas à conservação do meio ambiente. As empresas envolvidas com o meio ambiente ou que exploram os recursos naturais, necessitam adaptar-se às novas normas, aplicando princípios de gestão ambiental condizentes com o desenvolvimento sustentável. A tendência atual é que as empresas assegurem níveis de qualidade ambiental na exploração dos recursos naturais e na extração de matérias primas utilizadas nos produtos oferecidos aos consumidores, bem como no tratamento dos dejetos provenientes de suas atividades. A busca por esta qualidade representa forte agente de pressão sobre fornecedores, produtores e dirigentes. Deixando um pouco de lado as macro-discussões, e centrando a preocupação em Eunápolis e sua região de influência (Extremo Sul da Bahia), área esta que agrega cerca de de pessoas, verifica-se que ao longo dos anos o saneamento ambiental nunca teve o tratamento adequado, e nunca foi encarado com a dimensão necessária. Abastecimento 7

8 de água de má qualidade e insuficiente; coleta e depósito de resíduos sólidos ao tempo, promovendo a contaminação dos solos e das águas; inexistência de tratamento ou tratamento inadequado de dejetos domésticos e industriais (esgoto), que são lançados nos cursos d'água; inexistências de drenagem pluvial são alguns dos muitos problemas que afligem as cidades da região do Extremo Sul Baiano. No tocante as áreas rurais, o assoreamento dos cursos de água em decorrência da erosão; a contaminação das águas por agroquímicos em geral e dejetos animais; as salinizações de vastas áreas irrigadas, convergindo para a esterilização das mesmas, são exemplos de problemas de ordem ambiental que acontecem. Diante deste quadro preocupante, é que o - Campus Eunápolis, preocupada com todos estes problemas ambientais e com o futuro dos cidadãos que aqui habitam, propõe a implantação do Curso de Técnico em Meio Ambiente, objetivando suprir a falta de profissionais especializados, que venham a atuar na mitigação de impactos ambientais, decorrentes da ação antrópica no âmbito das áreas rurais e urbanas, aviltando o compromisso de pensar globalmente e agir localmente, em busca do até então utópico desenvolvimento sustentável. O município de Eunápolis está localizado na micro-região do Extremo Sul da Bahia. Dentro desta região, a cidade é um dos principais pólos. Sua área de influência econômica abrange aproximadamente 21 municípios, espaço este com população em torno de mil habitantes, a tabela 1 apresenta municípios que se destacam e suas respectivas populações.um dado adicional, de relevante importância para o desenvolvimento sócioeconômico e cultural da Região, é o número de matrículas no ensino médio, a gerencia da DIREC 08considera que o número de matrículas e o número de concluintes do ensino médio são bem próximo um do outro. 8

9 Tabela 1: Municípios de destaque da região extremo sul e suas respectivas populações. Quadro 01 População e Área dos Municípios do Extremo Sul da Bahia Municípios Habitantes Área Densidade Demografica Alcobaça ,9 13,83 Belmonte ,8 9,93 Caravelas ,1 8,49 Eunápolis ,3 70,26 Guaratinga ,6 10,42 Ibirapoã ,6 9,00 Itabela ,6 30,02 Itagimirim ,3 9,42 Itamarajú ,7 26,98 Itanhém ,8 14,72 Itapebi ,2 11,41 Jucuruçu ,2 8,58 Lajedão ,8 5,54 Medeiros Neto ,0 16,99 Mucuri ,7 15,77 Nova Viçosa ,4 24,11 Porto Seguro ,6 39,61 Prado ,1 15,87 Santa Cruz Cabrália ,9 95,21 Teixeira de Freitas ,4 92,87 Vereda ,6 8,96 Total ,6 Fonte: IBGE

10 No caso, como estão organizados por jurisdição das DIREC S, relaciona os alunos matriculados nos 21 municípios do extremo Sul da Bahia. Cabe ressaltar que 91% das matrículas ocorrem em instituições de ensino estaduais, as instituições municipais e particulares vêm logo em seguida, a esfera federal apresenta pouca expressão neste quadro. (tabela 2) Tabela 2: Matrícula inicial no ensino médio por Cidades que compõem o Extremo Sul da Bahia. Município Federal Estadual Municipal Particular Total Alcobaça Belmonte Caravelas Eunápolis Guaratinga Ibirapoã Itabela Itagimirim Itamaraju Itanhém Itapebí Jucuruçu Lagedão Medeiros Neto Mucuí Nova Viçosa Porto Seguro Prado Sta. Cruz de Cabrália Teixeira de Freitas Vereda Os dados sobre a situação do sistema educacional são da maior importância para inferir-se sobre as reais condições apresentadas pela Região para que esta seja inserida no 10

11 processo de modernidade requerido. Na região Extremo Sul da Bahia, a disponibilidade de vagas no Ensino Superior é irrisória quando comparada com as estatísticas que apresentam o número de concluintes do Ensino Médio. É do domínio do senso comum o fato de que uma boa oferta de profissionais de nível médio a pós-graduados, institutos e centros de pesquisas e universidades, apresenta-se como uns dos mais importantes fatores motivadores à instalação de novas industrias. Na medida em que a Região Extremo Sul se consolidar como um pólo educacional, o resultado será um forte poder de atração de novos investimentos, o que melhorará significativamente o próprio padrão de vida da sua população. Contudo o desenvolvimento sócio-econômico ainda se articula fortemente com as condições de saúde da população. A melhoria na qualidade de vida esta intimamente relacionada à preservação da integridade ambiental, a qual, só será conseguida a partir da formação de profissionais realmente comprometidos com a difusão da Educação Ambiental, dentro do contexto do Desenvolvimento Sustentável. Nesta micro-região, a problemática relacionada aos impactos sobre o meio ambiente em decorrência da ação do homem vem se acentuando. A produção de quantidades crescentes de lixo doméstico, industrial e hospitalar, sem uma destinação adequada; o aumento do volume de efluentes domésticos e industriais lançados sem tratamento adequado nos cursos d água; a falta de sistemas eficientes de drenagem de águas pluviais, a inexistência de projetos de saneamento e manejo ambiental, são exemplos de problemas observados no dia a dia destes centros urbanos. No tocante as áreas rurais, o assoreamento dos cursos de água em decorrência da erosão; a contaminação das águas por agroquímicos em geral e dejetos animais; a salinização de extensas áreas irrigada, levando a esterilização das mesmas, é exemplos de problemas de ordem ambiental que estão acontecendo. Por todas essas razões pode-se antever um agravamento dos impactos ambientais na região. Para reverter esse quadro seria necessário o desenvolvimento de um sistema integrado de gestão ambiental, com influência suficiente para mudar as tendências atuais. Por certo, o desenvolvimento de tal sistema passa pela adequada formação de recursos humanos. O Curso Técnico em Meio Ambiente insere-se nesta perspectiva de formação de profissionais comprometidos que possam atender a demanda de serviços por parte de Empresas e Instituições públicas e privadas, que necessitam de tais profissionais para se adequarem às exigências da nova legislação ambiental. A falta de profissionais nessa região, bem como a inexistência de outras instituições formadoras de técnicos em meio ambiente em nível regional ou até mesmo estadual, motivaram a criação do curso TÉCNICO EM MEIO AMBIENTE por parte do - Campus Eunápolis. 11

12 Capítulo 2 Objetivos Formar profissionais que venham a atuar na mitigação dos impactos causados ao meio ambiente, pela ação de indivíduos, comunidades, empresas e quaisquer outros atores que de uma forma ou de outra, utilizem forma irracional e insustentável os recursos naturais renováveis e não renováveis no âmbito das zonas rural e urbana e; sobretudo, formar cidadãos críticos que sejam o alicerce para a busca do desenvolvimento sustentado. Capítulo 3: Requisitos de Acesso ao Curso O curso será oferecido na modalidade subseqüente, onde o ingresso obedecerá aos critérios abaixo: _ Ter concluído o ensino médio. _Ter sido classificado no processo seletivo. Os conteúdos das disciplinas, para fins de seleção, estão fundamentados nas bases científicas e instrumentais para o Ensino Médio. O processo seletivo ocorrerá anualmente, desde que sejam atendidas as condições técnico-pedagógicas para o pleno funcionamento do curso. 3.1 Número de Vagas O processo seletivo ocorrerá anualmente, sendo ofertadas 40 vagas, no turno noturno, desde que sejam atendidas as condições técnico-pedagógicas para o pleno funcionamento do curso. 12

13 Capítulo 4 Perfil Profissional O profissional, ao concluir o curso, deverá possuir um conjunto de competências que compreende ações de preservação dos recursos naturais, com controle e avaliação dos fatores que causam impactos ao meio ambiente em atividades Urbano-industriais, Energético-mineradoras, Agrossilvopastoris e turísticas minimizando os efeitos causados à natureza (solo, água e ar). Compreende, igualmente, atividades de prevenção da poluição por meio da educação ambiental, do uso de tecnologias ecologicamente sustentáveis e da gestão e manejo ambiental. Tal conjunto está descrito a seguir: Identificar, caracterizar e correlacionar os sistemas e ecossistemas, os elementos que os compõe e suas respectivas funções; Identificar e caracterizar as grandezas envolvidas nos processos naturais de conservação, utilizando os métodos e sistemas de unidade e de medida e ordens de grandeza; Identificar os parâmetros de qualidade ambiental dos recursos naturais (solo, água e ar); Classificar os recursos naturais (água e solo) segundo seus usos, correlacionando as características físicas, químicas e biológicas; Identificar as fontes e o processo de degradação natural de origem química, geológica e biológica e as grandezas envolvidas nesses processos, utilizando métodos de medição e análise; Identificar características básicas de atividades de exploração de recursos naturais renováveis e não renováveis que intervêm no meio ambiente; Identificar e caracterizar situações de risco e aplicar métodos de eliminação ou de minimização de impactos ambientais; Identificar e correlacionar o conjunto dos aspectos sociais, econômicos, culturais e éticos envolvidos nas questões ambientais; Avaliar as causas e efeitos dos impactos ambientais globais na saúde, no ambiente e na economia; Identificar os processos de intervenção antrópica sobre o meio ambiente e as características das atividades produtivas geradoras de resíduos sólidos, efluentes líquidos e emissões atmosféricas; 13

14 Avaliar os efeitos ambientais causados por resíduos sólidos, poluentes atmosféricos e efluentes líquidos, identificando as conseqüências sobre a saúde humana e sobre a economia; Aplicar as legislações ambientais locais, nacionais e internacionais; Identificar os procedimentos de avaliação, estudo e relatório de impacto ambiental (AIA/EIA/RIMA); Auxiliar na implementação de sistemas de gestão ambiental em organizações, segundo as normas técnicas em vigor (NBR/ISO 14001); Interpretar resultados analíticos referentes aos padrões de qualidade do solo, ar, água e da poluição visual e sonora, propondo medidas mitigadoras; Aplicar princípios e utilizar tecnologias de prevenção e correção da poluição Organizar e atuar em campanhas de mudanças, adaptações culturais e transformações de atitudes e condutas relativas ao meio ambiente. O Técnico em Meio Ambiente registra-se profissionalmente no CREA. Por se tratar de uma profissão nova, ainda não foram definidas em lei as suas atribuições. O CREA-BA orienta que sejam utilizadas para o Técnico em Meio Ambiente as mesmas diretrizes gerais validas para os técnicos de segundo grau nas áreas de Engenharia, Arquitetura e Agronomia. 14

15 Capítulo 5: Organização Curricular Atendendo a proposta apresentada nos referenciais curriculares para a área de Meio Ambiente, correlacionando-a com as exigências regionais, e buscando desenvolver as habilidades e competências necessárias a composição do perfil profissional, é que o presente curso terá a seguinte configuração: 5.1) Fluxograma MÓDULO I 300h MÓDULO II 270h MÓDULO III 300h MÓDULO IV 210h ESTÁGIO SUPERVISIONADO 180 h TÉCNICO EM MEIO AMBIENTE h 15

16 5.2) Estrutura Curricular Para desenvolver essas habilidades e competências, faz-se necessário um conjunto de bases tecnológicas, as quais serão desenvolvidas nas disciplinas conforme relação abaixo: MÓDULO I BÁSICO CARGA HORÁRIA: 300h COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS Ø Caracterizar os sistemas e ecossistemas, os elementos que os compõem e suas respectivas funções; Ø Correlacionar elementos e fatores interdependentes na estabilidade dos ecossistemas, avaliando os graus de diversidade dos seus componentes e os fatores limitantes; Ø Identificar e caracterizar as grandezas envolvidas nos processos naturais de conservação; Ø Distinguir e comparar os principais ecossistemas brasileiros; Ø Correlacionar a qualidade da água com a vida aquática; Ø Identificar e correlacionar sistemas de unidades e ordens de grandeza; Ø Caracterizar os recursos naturais e as grandezas envolvidas nos processos naturais de degradação; Ø Conhecer os processos de degradação natural da atmosfera e dos recursos hídricos identificando os processos de degradação natural de origem química, geológica e biológica; Ø Avaliar as modificações na qualidade dos recursos hídricos degradados; Ø Avaliar processos naturais de degradação tais como: decomposição, fermentação,reciclagem e formação de húmus. HABILIDADES Ø Saber correlacionar entre si os elementos componentes dos sistemas e ecossistemas; Ø Identificar mediante prática de campo e/ou de laboratório os fluxos de energia e o ciclos de materiais nos sistemas e ecossistemas; Ø Identificar mediante prática de campo e/ou de laboratório os processos físicos e químicos envolvidos nos processos biológicos em atuação nos sistemas e ecossistemas; Ø Identificar mediante prática de campo e/ou de laboratório os fatores críticos responsáveis pela fragilidade de sistemas e ecossistemas; Ø Utilizar matrizes, tabelas e parâmetros para correlacionar número de espécies e número de indivíduos; Ø Utilizar propriedades físicas e químicas envolvidas nos processos naturais de conservação; Ø Utilizar os sistemas de unidades de medida e ordens de grandeza envolvidas nas medidas usuais para a caracterização dos recursos naturais; Ø Conhecer fauna e flora das áreas de conservação e preservação ambiental, e das áreas de risco; Ø Realizar práticas de conservação da água; Ø Executar análises físico-químicas e microbiológicas em água; Ø Realizar práticas de medidas da qualidade do ar; Ø Converter os sistemas internacionais de medidas; Ø Interpretar gráficos em diferentes sistemas; Ø Elaborar instrumentos para coleta de dados; Ø Utilizar programas gráficos de computadores para elaborar tarefas. DISCIPLINA C. HORÁRIA PROFESSOR QUÍMICA AMBIENTAL 45 h Christian Ricardo Silva Passos ECOLOGIA GERAL 30 h Alaíde Silva Oliveira GEOMORFOLOGIA GERAL 30 h Francisco Nataniel FÍSICA 30 h Elcimar Rocha MATEMÁTICA ELEMENTAR 30 h Marcos dos Santos Ferreira REDAÇÃO TÉCNICA 60 h Nadja Nubia ELEM. DE TOPOGRAFIA E DESENHO 45 h Edmilson Pedreira dos Reis SOCIOLOGIA E MEIO AMBIENTE 30 h Rogério Ferreira Silva 16

17 MÓDULO II CONCEPÇÕES AMBIENTAIS CARGA HORÁRIA: 270h COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS Ø Classificar os recursos hídricos segundo os seus usos, correlacionando as características físicas e químicas com a sua produtividade; Ø Identificar os parâmetros de qualidade ambiental dos recursos hídricos (superficiais e subterrâneos); Ø Conhecer as bacias hidrográficas do Brasil, identificando e avaliando os elementos que compõem o meio e responsáveis pelo ciclo hidrológico; Ø Relacionar as características do solo com os diversos fatores de formação, seus tipos e usos, correlacionando suas características físicas, químicas e bacteriológicas com a sua produtividade; Ø Identificar os parâmetros de qualidade ambiental dos solos; Ø Correlacionar o uso e ocupação do solo com a conservação dos recursos hídricos superficiais e subterrâneos; Ø Identificar e caracterizar os fatores que intervêm na dinâmica da atmosfera; Ø Identificar os parâmetros de qualidade ambiental do ar; Ø Avaliar o avanço dos processos naturais de degradação, tais como erosão, assoreamento, etc. HABILIDADES Ø Interpretar e avaliar dados qualitativos e quantitativos, relacionados à qualidade ambiental dos recursos hídricos e sua classificação segundo as normas brasileiras; Ø Medir e aplicar as técnicas de controle, relativas aos parâmetros de qualidade dos recursos hídricos; Ø Fazer leituras de produtos do sensoriamento remoto das bacias hidrográficas; Ø Identificar e caracterizar as bacias; Ø Identificar as classes de uso do solo; Ø Aplicar as diferentes metodologias de amostragem do solo; Ø Interpretar e avaliar parâmetros qualitativos e quantitativos da qualidade ambiental dos solos; Ø Calcular e comparar os valores das propriedades físico-químicas relacionadas com o solo e recursos hídricos; Ø Identificar os processos naturais da atmosfera e as características da dinâmica do ar; Ø Interpretar fotografias aéreas e imagens de satélite meteorológico; Ø Interpretar e avaliar dados qualitativos e quantitativos relativos a qualidade do ar; Ø Plotar e interpretar gráficos; Ø Organizar e atuar em campanhas de mudanças, adaptações culturais e transformações de atitudes e conduta. DISCIPLINA CARGA PROFESSOR HORÁRIA INTRODUÇÃO A QUÍMICA ANALÍTICA 45 h Haroldo José dos Santos CLIMATOLOGIA 30 h Cláudia Mendes Cordeiro HIDROLOGIA E DRENAGEM 30 h Daniel Von Rondon BIOQUÍMICA 30 h Fabiana Zanelato PEDOLOGIA 30 h José Carlson EPIDEMIOLOGIA GERAL 30 h Juliana Almeida Pereira e Santos INFORMÁTICA APLICADA 30 h Mayara Barbosa ESTATÍSTICA BÁSICA 30 h Marcos Ferreira NOÇÕES DE ADMINISTRAÇÃO 15 h Daniela Contelli 17

18 MÓDULO III PROFISSIONALIZANTE I CARGA HORÁRIA: 300h COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS Ø Conhecer e avaliar as características básicas de atividades de exploração de recursos naturais renováveis e não-renováveis que intervêm no meio ambiente; Ø Conhecer os processos de intervenção antrópica no meio ambiente e os riscos a eles associados; Ø Compreender os grandes impactos ambientais globais e suas conseqüências econômicas; Ø Conhecer métodos para redução de impactos ambientais e de desperdício dos recursos naturais; Ø Conhecer procedimentos para a exploração racional dos recursos; Ø Conhecer e avaliar as conseqüências das intervenções em sistemas hídricos e no solo; Ø Avaliar riscos ambientais de origem antrópica; Ø Correlacionar efeitos dos poluentes sobre a saúde; Ø Conhecer e correlacionar os processos de intervenção antrópica sobre os meio ambientes resultantes da atividade produtiva, e seus impactos ambientais; Ø Conhecer e avaliar os impactos dos resíduos sólidos sobre o meio; Ø Conhecer e avaliar os efeitos dos poluentes atmosféricos nos meios urbano e rural; Ø Correlacionar os efeitos dos efluentes líquidos nos corpos receptores; Ø Avaliar os efeitos da poluição sobre a saúde humana. HABILIDADES Ø Identificar recursos naturais renováveis e não-renováveis, e princípios do desenvolvimento sustentável e identificar fatores de desequilíbrios (fragilidades) de ecossistemas; Ø Analisar a história da dinâmica da terra, incluindo as causas e conseqüências da intervenção antrópica nos seus múltiplos usos; Ø Leitura de mapas que permitam a formulação de diagnósticos, avaliação de alternativas de ação e manejo ambiental; Ø Levantar, organizar, sistematizar e compilar dados relativos a processos de intervenção antrópica; Ø Identificar e avaliar os impactos globais resultantes da exploração do meio ambiente sobre a sustentabilidade do ecossistema; Ø Aplicar métodos de economia de recursos; Ø Avaliar conseqüências das intervenções em sistemas no solo; Ø Identificar as características básicas de atividades produtivas que impactam o meio ambiente; Ø Geração de resíduos sólidos/líquidos e emissões atmosféricas; Ø Construir fluxogramas de processos e sistemas industriais relevantes para a região, identificando os pontos de geração de poluentes; Ø Classificar os resíduos sólidos segundo as normas da ABNT; Ø Realizar testes laboratoriais tais como lixiviação; Ø Extrair dados de mapas e tabelas de dispersão de poluentes atmosféricos; Ø Realizar análises laboratoriais em efluentes líquidos; Ø Identificar os efeitos da poluição sobre a saúde; Ø Tomar medidas preventivas e mitigadoras sobre os efeitos da poluição nos seres vivos; Ø Avaliar técnicas e econômicas das práticas de minimização da poluição e diferentes tecnologias; Ø inter-relacionar os aspectos econômicos associados aos riscos e impactos ambientais adversos. DISCIPLINA CARGA PROFESSOR HORÁRIA TRATAMENTO DE ÁGUA E EFLUENTES 60 h Daniel Von Rondon GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS 60 h Rodrigo Gallotti Lima GESTÃO DA POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA 30 h Rodrigo Gallotti lima AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS 60 h Francisco Nataniel HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO 30 h Fábio Oliveira Silva GEOPROCESSAMENTO 30 h Cláudia Mendes Cordeiro MICROBIOLOGIA 30 h Fabiana Zanelato 18

19 MÓDULO IV PROFISSIONALIZANTE II CARGA HORÁRIA: 210h COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS Ø Conhecer e interpretar a Legislação Ambiental Brasileira e internacional de maior interesse (normas, atos, convenções). Ø Conhecer e avaliar modelos de gestão ambientais utilizados na exploração de recursos naturais e nos processos produtivos. Ø Avaliar, interpretar e analisar os efeitos resultantes das alterações causadas por um projeto sobre a saúde e bem-estar do ser humano, prevenindo ou minimizando a deterioração da qualidade ambiental da área pesquisada. Ø Conhecer os mecanismos de AIA, EIA, e RIMA e sua legislação prevista para o PCA, RCA e PRAD. Ø Conhecer Sistema de Gestão Ambiental segundo a norma NBR/ISO Ø Conhecer as técnicas, princípios, requisitos legais, procedimentos gerenciais envolvendo os recursos naturais (água, ar e solo). Ø Conhecer, ler e interpretar a legislação dos recursos hídricos. Ø Conhecer os parâmetros e padrões de emissão de indicadores de poluição e analisá-los. Ø Analisar e avaliar o desenvolvimento ambiental de uma organização em relação aos efluentes líquidos. Ø Conhecer o comportamento dos diversos tipos de poluentes e interpretação de resultados analíticos referentes aos padrões de qualidade do solo. Ø Conhecer analisar o desenvolvimento ambiental de uma organização em relação às emissões atmosféricas e os impactos ambientais causados pelo ruído. Ø Conhecer os mecanismos de percepção e avaliação da significância dos impactos ambientais, domínio de técnicas e procedimentos gerenciais aplicáveis. Ø Avaliar tecnicamente e economicamente tecnologias e práticas gerenciais para a minimização dos impactos ambientais adversos. Ø Conhecer o Plano Diretor local de resíduos sólidos. Ø Conhecer sistemas gestores de áreas degradadas pelas intervenções antrópicas e analisar suas causas. Ø Conhecer os princípios básicos das tecnologias de prevenção e de correção. Ø Conhecer técnicas de uso do solo, do ar e da água. Ø Conhecer as metodologias e tecnologias de redução de efluentes líquidos na fonte, de tratamento de efluentes e dos lodos resultantes, e destinação final. Ø Conhecer as metodologias e tecnologias de prevenção da poluição dos solos, métodos de tratamento de recuperação de solos degradados, dos resíduos e sua destinação final. Ø Conhecer as tecnologias aplicadas nos impactos ambientais globais, nas emissões atmosféricas e sua redução na fonte. Ø Conhecer as atividades laboratoriais dos sistemas de tratamento de águas e dos poluentes do ar. HABILIDADES Ø Acessar e consultar bancos de dados sobre legislação ambiental. Ø Interpretar pesquisas técnicas e socioeconômicas e de impactos ambientais de acordo com as normas técnicas vigentes. Ø Ler e discutir dados do comércio internacional. Ø Acompanhar a evolução das publicações do PNMA, comparando-as com as publicações internacionais. 38 Ø Utilizar sistemas informatizados de normas de gestão de: Bacias hidrográficas;uso do solo; Uso múltiplo da água; Agroflorestas. Ø Exploração mineral. Ø Conhecer os elementos do AIA/EIA/RIMA. Ø Elaborar os termos de referência de um projeto. Ø Fiscalizar as atividades de uso e ocupação do solo que possam comprometer o ambiente, qualidade das águas, das reservas florestais e parques naturais. Ø Participar na implantação de ª.A. e da norma NBR/ISO Ø Aplicar os questionários sobre diagnósticos ambientais. Ø Usar os diagnósticos de cada componente do processo de gestão. Ø Participar no processo de auditorias internas. Ø Gerenciar a condução, direção e controle do uso de recursos naturais mediante instrumentos que incluem medidas econômicas, regulamentos e normatização, investimentos públicos e financiados. 19

20 Ø Participar na interpretação dos sistemas cartográficos de bacias hidrográficas. Ø Discutir os princípios de mapeamento e zoneamento do meio. Ø Identificar os parâmetros e padrões de qualidade dos indicadores de poluição por emissão gasosa. Ø Utilizar as emissões atmosféricas como indicador do desempenho ambiental. Ø Usar equipamentos de controle e monitoramento das emissões atmosféricas. Ø Realizar avaliações técnicas utilizando os efluentes líquidos como indicador do desempenho ambiental de uma organização. Ø Propor medidas preventivas e mitigadoras relativas aos impactos ambientais das atividades antrópica no uso do solo. Ø Identificar padrões de qualidade ambiental de solos e seu enquadramento na legislação vigente. Ø Realizar avaliações técnicas e econômicas das práticas de minimização das emissões atmosféricas e ruídos, como indicador do desempenho ambiental da organização. Ø Interpretar parâmetros qualitativos e quantitativos relativos aos aspectos ambientais. Ø Gerar e interpretar procedimentos de avaliação da significância dos impactos ambientais. Ø Interpretar qualitativamente e quantitativamente riscos ambientais. 39 Ø Monitorar a produção de efluentes e dejetos e seus efeitos nocivos (Resíduos sólidos, efluentes líquidos e emissões atmosféricas); Ø Utilizar tecnologias de prevenção e de correção. Ø Organizar e atuar em campanhas de mudanças, adaptações culturais e transformações de atitudes e conduta. Ø Propor medidas mitigadoras relativas aos impactos ambientais resultantes dos efluentes líquidos. Ø Acompanhar projetos de pesquisas visando à melhoria da eficiência nos processos de tratamento de efluentes. Ø Realizar avaliações técnicas e econômicas das práticas de minimização dos efluentes líquidos e das diferentes tecnologias de tratamento. Ø Amostrar efluentes. Ø Realizar análises físico-químicas e microbiológicas de efluentes. Ø Propor e realizar projetos de pesquisa, visando à melhoria da eficiência das metodologias e tecnologias de prevenção da degradação dos solos, tratamento e recuperação de solos degradados, dos resíduos e sua destinação final. Ø Propor e realizar medidas preventivas mitigadoras, relativas aos impactos ambientais das emissões gasosas. Ø Realizar medições de poluição atmosférica e veicular. Ø Operar sistemas de tratamento de efluentes e de emissões atmosféricas. Ø Identificar e avaliar a emissão de poluentes. Ø gasosos e particulados, industriais e veiculares. DISCIPLINA CARGA PROFESSOR HORÁRIA LEGISLAÇÃO AMBIENTAL 30 h Cláudia Mendes Cordeiro SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL 60 h Fábio Oliveira Silva TECNOLOGIAS LIMPAS 30 h Rodrigo Gallotti Lima RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS E 30 h José Carlson MONITORAMENTO AMBIENTAL GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS 30 h Daniel Von Rondon SISTEMAS ENERGÉTICOS 30 h Rodrigo Gallotti Lima 20

21 5.3) COMPONENTES CURRICULARES INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA Campus Eunápolis Curso Técnico em Meio Ambiente NOME DA DISCIPLINA: QUÍMICA AMBIENTAL PROFESSOR: Christian Ricardo Passos Competências Avaliar as características físico-químicas dos poluentes metais pesados, pesticidas e outros. Relacionar as características dos poluentes com os diversos fatores de formação, seus tipos, correlacionando suas características físicas, químicas. Identificar os parâmetros de qualidade ambiental solo, água e ar. Avaliação da toxicologia. Avaliar o avanço dos processos antrópicos de poluição tais como: lixo doméstico; lixo industrial. Poluição por polímeros e suas conseqüências. Habilidades Conhecer parâmetros de poluição ambiental. Conhecimento matemático de fórmulas. Noções de toxicologia. Conhecimento de Reações químicas nos principais ciclos biogeoquímicos. Conhecer a origem de poluentes. Composição dos resíduos Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) C. Horária: 45horas Módulo I C. horária por competência 1. 10h 2. 07h 3. 09h 4. 06h 5. 06h 6. 07h Química Básica: Conceitos básicos; tabela periódica; ligações químicas; funções inorgânicas; química orgânica. Poluição atmosférica; poluição aquática; poluição do solo. Dinâmica dos poluentes: lixiviação, percolação, biomagnificação, bioacumulação Estudo da toxicidade de compostos específicos: metais pesados, COVs, gases, compostos nitrogenados, fosforados, organoclorados, dioxinas, furanos, benzeno, tolueno, etc. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos a. Aula expositivo-dialogada; b. Análise e discussão de textos teóricos; c. Trabalhos individuais e em grupos realizados em sala de aula e em pesquisas extra classe; d. Aulas práticas em laboratório; e. Seminário. Recursos Didáticos: Quadro de branco; Retroprojetor; Data Show; Videocassete; Textos para atividade de leitura trabalhada. 21

22 Avaliação Avaliações individuais escritas; Trabalho acadêmico (técnico) individual; Relatório técnico de aulas práticas e/ou visitas; Apresentação de seminários em equipe; Avaliações individuais: pontualidade, participação e iniciativa. Bibliografia Básica BENN, F.R. & AULIFFE, C. A. Química e poluição. São Paulo: Ed. Universidade de SãoPaulo, CULP, R. L. & CULP, G. L. Advanced Wastewater Treatment. London: Van Nostrand, LOOS, M. A. Pesticide Termind Residues, IUPAC, , BACH, W. Atmospheri pollution, Mc. Graw - Hill,

23 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA Campus Eunápolis Curso Técnico em Meio Ambiente NOME DA DISCIPLINA: ECOLOGIA GERAL C. Horária: 30horas PROFESSOR: Alaíde Alves da Silva Oliveira Módulo I Competências C. horária por competência Caracterizar os sistemas e ecossistemas, os elementos que os - 10 h compõem e suas respectivas funções. Correlacionar elementos e fatores interdependentes na estabilidade dos - 05 h ecossistemas, avaliando os graus de diversidade dos seus componentes e os fatores limitantes; - Distinguir e comparar os principais ecossistemas brasileiros; - Trabalhar a ética sócio-ambiental, a criatividade e a capacidade de reflexão e de tomada de decisões em assuntos cotidianos. - Despertar a visão holística na análise de processos sócio-econômicoambientais - 05 h - 10 h Habilidades - Analisar processos de regulação ecológica. - Caracterizar o fluxo de matéria e energia em um ecossistema. - Reconhecer a importância da contínua circulação dos elementos químicos e de substâncias através dos componentes vivos. - Reconhecer a importância da biodiversidade para o equilíbrio da natureza. - Descrever meios e modos de evitar ou combater os diversos tipos de poluição. - Relacionar os fatos às soluções de problemas, identificar questões, elaborar hipóteses e planejar experimentos para testá-los, organizar e interpretar dados e, a partir deles, generalizações e inferências. Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) O que é ecologia Conceitos básicos em Ecologia Energia e matéria nos ecossistemas Ciclos biogeoquímicos Dinâmica das populações naturais. Relações ecológicas entre seres vivos. Sucessão ecológica Biomas brasileiros Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aula expositivo-dialogada. Análise e discussão de textos teóricos Trabalhos individuais e em grupos. Seminários. Avaliações escritas Avaliação 23

24 Avaliações individuais: freqüência, participação,autonomia. Avaliações em grupo: apresentação de trabalhos. Bibliografia Básica DAJOZ, R. Ecologia Geral. Petrópolis: Vozes, ODUM, E. P. Ecologia. México: Interamericana, RICKLEFS, E. R. A Economia da Natureza. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara koogan S.A, TOMMASI, L. R. A degradação do meio ambiente. São Paulo: Nobel, INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA Campus Eunápolis Curso Técnico em Meio Ambiente NOME DA DISCIPLINA: MATEMÁTICA ELEMENTAR C. Horária: 30horas PROFESSOR: Marcos Ferreira Competência Módulo I 1. Conhecer e compreender conceitos básicos da matemática -18h elementar; 2. Identificar situações do cotidiano as quais estão relacionadas com -4h conceitos matemáticos; 3. Resolver problemas reais com o auxílio de noções básicas da -8h matemática. Habilidades 1. Identificar e resolver variados tipos de problemas; 2. Aplicar a matemática em áreas afins como a estatística, física e computação. 3. Desenvolver o raciocínio lógico do aluno C. horária por competência Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) Razão e proporção, porcentagem; Regra de três simples e composta; Operações com frações e números decimais. Equações dos 1º e 2º graus. Unidades de medida: massa, comprimento, área, volume e conversões de unidades; Medida angular: sexagesimal e decimal, conversões da sexagesimal para decimal e vice versa; Plano cartesiano; Cálculo de áreas de figuras planas; Cálculo de volumes (prisma, tronco de pirâmide, cilindro, cubo, esfera); Trigonometria no plano, teorema de Pitágoras, relações métricas do triângulo retângulo e no triângulo qualquer, lei dos senos e cossenos, semelhança de triângulos. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos 1. Aula expositiva-dialogada. 2. Uso de métodos lúdicos de aprendizagem Avaliação 1. Avaliações individuais: escritas; 2. Avaliações coletivas: resolução de listas de exercícios. Bibliografia Básica IEZZI, Gelson, et al. Matemática: Ciência e Aplicações. São Paulo: Atual, Volumes 1, 2 e 3, DANTE, Luiz Roberto. Matemática. São Paulo: Ática, Volume Único,

25 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA Campus Eunápolis Curso Técnico em Meio Ambiente NOME DA DISCIPLINA: GEOMORFOLOGIA GERAL C. Horária: 30 horas PROFESSOR: Francisco Albuquerque/ Cláudia Módulo I EMENTA Influência da estrutura geológica e climática na formação do relevo; Processos geomorfológicos e técnicas de monitoramento de campo; Escalas de abordagem e taxonomia do relevo; Unidades do relevo brasileiro e regional. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Geomorfologia: objeto de estudo, história e aplicações; Fatores endógenos e exógenos de evolução do relevo; Escalas de abordagem e taxonomia das formas do relevo; Unidades do relevo brasileiro e regional; Compartimentação geomorfológica do Extremo Sul Baiano; Morfometria como recurso técnico para análise geomorfológica; Dinâmica fluvial, costeira e de ambientes áridos e semi-áridos; Técnicas de monitoramento de campo dos processos erosivos. METODOLOGIA E RECURSOS DIDÁTICOS As aulas serão ministradas através de exposições dialogadas com utilização de recursos áudiovisuais, elaboração de relatórios, trabalhos práticos e estudos de campo. AVALIAÇÃO Pesquisa de campo sobre áreas/aplicações da Geomorfologia na escala local; Exercício sobre morfometria de bacia de drenagem; Monitoramento e análise dos dados de experimentos de campo; Relatório de trabalho de campo; Prova escrita. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS CASSETI, V. Geomorfologia. Disponível em: CUNHA, S. B.; GUERRA, A. J. T. (org.) Geomorfologia: exercícios, técnicas e aplicações. Rio de Janeiro: Ed. Edgard Blücher, GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B.(org.) Geomorfologia: uma atualização de base e conceitos. Rio de Janeiro: Ed. Edgard Blücher, GUERRA, A. J. T. Novo dicionário geológico-geomorfológico. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. TEIXEIRA, W. et al. Decifrando a Terra. 2. ed. Cia. Editora Nacional VENTURI, L. A. B. Recurso natural: a construção de um conceito. GEOUSP - Espaço e Tempo, São Paulo, Nº 20, pp ,

26 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA Campus Eunápolis Curso Técnico em Meio Ambiente NOME DA DISCIPLINA: FÍSICA C. Horária: 30horas PROFESSOR: Elcimar Rocha Competência 1. Identificar e correlacionar sistemas de unidades e ordens de grandezas 2. Identificar e caracterizas os fatores físicos que intervém na dinâmica da atmosfera e dos recursos hídricos; 3. Compreender e utilizar as leis físicas; 4. Caracterizar as leis e as grandezas envolvidas nos processos naturais de degradação; Módulo I -05h -10h -10h -05h C. horária por competência Habilidades 1. Utilizar os sistemas de unidades de medida e ordens de grandeza envolvidas nas medidas usuais; 2. Identificar os processos naturais que intervém na dinâmica do ar e da água; 3. Utilizar modelos físicos para avaliar e prever a ocorrência de fenômenos naturais 4. Compreender a evolução dos meios tecnológicos e sua relação dinâmica com o ambiente Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) 1.Grandezas, unidades e ordem de grandezas; 2.Hidrostática: Densidade; Princípio de Arquimedes; Pressão: Teorema de Stevin; Pressão atmosférica; Princípio de Pascal; Vasos comunicantes. 3.Calorimetria: Processos de medição de temperatura; Variação da temperatura e Mudança de Estado. 4. Aplicação tecnológica do calor: Trabalho, Potência, Energia e Conservação da energia; Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Procedimentos metodológicos: Aula expositiva dialogada; Estudos dirigidos; Aulas demonstrativas em sala e em laboratório; Avaliação 5. Avaliações individuais: participação 6. Avaliações individuais escritas; 7. Avaliações em equipe: relatórios e apresentações Bibliografia Básica PENTEADO,P.C.M. & TORRES, C.M.A. Física Ciência e tecnologia. Volumes 1 e 2. São Paulo: Moderna, 2005 GONÇALVES FILHO, A. & TOSCANO,C. Física. Volume único: ensino médio. São Paulo: Scipione,

27 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA Campus Eunápolis Curso Técnico em Meio Ambiente NOME DA DISCIPLINA: ELEMENTOS DE TOPOGRAFIA E DESENHO C. Horária: 45horas PROFESSOR: Edmilson Pedreira Módulo I Competência C. horária por - Conhecer o instrumental de desenho. - Conhecer as normas para o desenho técnico projetivo. - Conhecer escalas de redução. - Conhecer as regras de dimensionamento em desenho técnico. - Conhecer as técnicas utilizadas para elaborar esboço. -Conhecer as técnicas básicas de elaboração de projetos em diversas áreas. - Conhecer normas, padrões técnicos e simbologias. 03h 03h 04h 08h 07h 10h 10h competência Habilidades - Identificar as formas de representação convencional. - Interpretar layout e elementos geométricos no plano cartesiano (geometria orientada). - Identificar os componentes de um projeto de arquitetura (planta baixa, cortes, perspectiva, etc.). - Interpretar normas, padrões técnicos e simbologias. Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) - Ponto, Reta e Plano; Formas Geométricas; - Ângulos e Polígonos. Círculo e Circunferência; - Identificação de elementos, objetos e Imagens: formas, texturas, posições e cor; - Sólidos Geométricos e suas planificações; - Sistemas de Coordenadas; - Introdução e Classificação dos desenhos: Importância do Desenho Técnico; - Normas Técnicas: Formato do papel. Caligrafia técnica. Legenda. Linhas. Escalas - usuais. Sistemas Métricos - Projeções Ortográficas: Leitura de vistas. Planta, elevação e vistas laterais; - Perspectivas: Cavaleira, Isométrica; -Cortes/ Secção: Desenvolvimento; - Desenho Arquitetônico: normas, esboço, projeto; - Desenho de Eletricidade: convenções, planta baixa, corte, esquema; - Desenho Mecânico: elementos de ligação, tubulações, conjuntos; - Desenho Auxiliado Por Computador: AutoCAD, outros softwares CAD; Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aula de conteúdo teórico ministrada de forma expositiva, com a apresentação de transparências em retroprojetor, modelos tridimensionais, auxílio de quadro de giz e folhas de exercícios. Aula práticas executadas em pranchetas e em Laboratório de Informática. 27

28 Avaliação Exercícios; Provas Individuais; Trabalhos Individuais; Trabalhos em equipe. Bibliografia Básica PESSÔA, Maria da Conceição e Outros Desenho Geométrico, Salvador, Quarteto Editora, ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas Coletânea de Normas Técnicas. FRENCH, Thomas Desenho Técnico, Porto Alegre, Editora Globo, Telecurso 2000, Leitura e Interpretação de Desenho Técnico Mecânico. Editora Globo, MACHADO, Ardevan. Perspectiva. Ed. McGraw-Hill, São Paulo, GOMES, Anilson; ALVES, Affonso. AutoCAD 2000: Curso Básico 2D, Salvador, EGBA,

29 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA Unidade de Ensino de Eunápolis Curso Técnico em Meio Ambiente NOME DA DISCIPLINA: SOCIOLOGIA E MEIO AMBIENTE PROFESSOR: Rogério Ferreira Silva Competências - Produzir novos discursos acerca da relação homem e natureza nas sociedades contemporâneas. C. Horária: 30 horas Módulo I C. horária por competência 10h. - Compreender e valorizar as iniciativas tomadas visando um novo modelo de sociedade baseado na sustentabilidade, na igualdade e nos direitos das gerações atuais e futuras. 10h. - Compreender os diferentes modelos de desenvolvimento existentes ao 10h. longo da história e desenvolver o senso crítico em torno do nosso modelo civilizatório. Habilidades Identificar, analisar e comparar os diferentes discursos sobre a realidade. Construir instrumentos para uma melhor compreensão da sociedade contemporânea. Identificar e analisar os diversos modelos de desenvolvimento existentes ao longo da história. Compreender os fatores que influenciam na atual crise ambiental, contribuindo para o desenvolvimento de modelos alternativos de desenvolvimento visando a garantia de uma sociedade sustentável, igualitária e que garanta os direitos das gerações atuais e futuras. Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) De que se ocupa a Sociologia? Relação homem, natureza e cultura. Modelos de desenvolvimento econômico e social pré-capitalistas. Características gerais do modelo de desenvolvimento capitalista. Capitalismo e relação com a natureza. Elementos para a compreensão da crise ambiental contemporânea Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Serão ministradas diferentes metodologias: aulas expositivas, leitura dirigida, debates, apresentação de seminários, utilização de filmes, dentre outros. A ênfase recairá sobre o desenvolvimento do espírito crítico do aluno, afim de municiá-lo com o instrumental necessário para a leitura do desenvolvimento histórico da sociedade onde está inserido. Avaliação O processo de avaliação será amplo, contínuo, gradual, cumulativo e cooperativo, envolvendo todos os aspectos qualitativos e quantitativos da formação do aluno, conforme exige a LDB de A verificação do rendimento escolar será feita de forma diversificada, contendo entre outros: atividades individuais e em grupo, como seminários; elaboração e execução de projetos; 29

30 provas escritas e/ou orais, individual ou em equipe. Bibliografia Básica CUNHA, S.B. e GUERRA, A. J. T. (orgs.). A Questão Ambiental Diferentes Abordagens. Rio de Janeiro, Bertrand Brasil, DIEGUES, Antônio Carlos S. Desenvolvimento sustentável ou sociedades sustentáveis? Da crítica dos modelos aos novos paradigmas. In: São Paulo em perspectiva, nº 6, 22-29, Janeiro/junho de PORTO-GONÇALVES, C.W. O desafio Ambiental. Rio de Janeiro, Record, PORTO-GONÇALVES, C.W. Os (des)caminhos do meio ambiente. São Paulo: Contexto SOAREZ DE OLIVEIRA, A.M. Relação homem/natureza no modo de produção capitalista Scripta Nova, Revista Electrónica de Geografía y Ciencias Sociales, Universidad de Barcelona, Vol. VI, nº 119 (18), [ISSN: ] VEYRET, Y. (org.) Os Riscos: O homem como agressor e vítima do meio ambiente. São Paulo: Contexto

31 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA Campus Eunápolis Curso Técnico em Meio Ambiente NOME DA DISCIPLINA: REDAÇÃO TÉCNICA C. Horária: 60horas PROFESSOR: Nadja Núbia Módulo I Competência C. horária por 1. Confrontar opiniões e pontos de vista sobre as diferentes linguagens e suas manifestações específicas. 2. Compreender e usar a Língua Portuguesa como língua materna, geradora de significação e integradora da organização de mundo e da própria identidade. 3. Aplicar as tecnologias da comunicação e da informação na escola, no trabalho e em outros contextos relevantes para a sua vida. 4. Considerar a linguagem e suas manifestações como fontes de legitimação de acordos e condutas sociais, e sua representação simbólica como forma de expressão de sentidos, emoções e experiências do ser humano na vida social. 5. Respeitar e preservar as manifestações da linguagem, utilizadas por diferentes grupos sociais, em suas esferas de socialização. 6. Saber produzir textos relacionados à sua prática profissional.. competência h h h h h h Habilidades 1. Avaliar a adequação ou a inadequação de determinados registros em diferentes situações de uso da língua; 2. Perceber a variação intrínseca ao processo lingüístico no que diz respeito à região, classe social, idade, sexo, profissão. 3. Identificar o objetivo de um texto; 4. Identificar a idéia central de um texto; 5. Reconhecer as características próprias do relatório; 6. Elaborar relatórios utilizando os termos e a forma técnica; 7. Produzir textos escritos conforme o padrão culto da língua; 8. Desenvolver com clareza a comunicação oral e escrita. Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) 1. Considerações sobre a noção de texto 2. Texto literário e não-literário 2.1 Níveis de leitura de um texto 2.2 Estrutura profunda de um texto 2.3 Fatores de textualidade 3. Língua padrão X variações lingüísticas 4. Noções de metodologias científica 4. O período na construção do parágrafo 5. O parágrafo e sua estrutura 31

32 6. Produção de textos: Resenha, Resumo, Síntese, Fichamento, Ofícios, Relatório de conclusão de curso (características, tipologia, estrutura) 7. O texto dissertativo de caráter científico 8. Qualidades e defeitos do texto Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Sondagem; discussão participada; leitura e análise de diferentes textos literários e nãoliterários, exposição participada; dinâmicas de grupo; atividades individuais e em grupo; exercícios orais e escritos. Avaliação A avaliação será um processo contínuo. O aluno será avaliado levando-se em consideração sua participação em sala de aula, nos trabalhos individuais e em grupos, assiduidade, interesse; como também será avaliado de forma sistemática através de testes e uma prova final. A sistemática de avaliação será previamente discutida com os alunos. Bibliografia Básica ANDRADE, M. M., Henriques, A., Língua Portuguesa: noções básicas para cursos superiores. 5ª Ed., São Paulo, Atlas, BLIKSTEIN, Izidoro. Técnicas básicas de comunicação escrita. 20ª Ed., São Paulo: Ática, CUNHA, Celso, CINTRA, Luis Lindley, Nova gramática do português contemporâneo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, FARACO, Carlos Alberto & TEZZA, Cristóvão. Prática de texto língua portuguesa para nossos estudantes. 4ª Ed., Petrópolis, RJ: Vozes, FIORIN, José Luiz & SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, GARCIA, O. M., Comunicação em Prosa Moderna. 14ª Ed., Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, GUIMARÃES, Elisa. A articulação do texto. São Paulo: Ática, KOCH, Indegore G. Vilaça, A Coerência Textual, São Paulo, Cortez, MEDEIROS, João Bosco. Correspondência: técnicas de comunicação criativa. 11 ed. São Paulo: Atlas, TRAVAGLIA, Carlos Luiz & KOCH, Ingedore G. Villaça. Texto e Coerência. 2ª Ed., São Paulo: Cortez,

33 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA Campus Eunápolis Curso Técnico em Meio Ambiente NOME DA DISCIPLINA: INTRODUÇÃO A QUÍMICA ANALÍTICA C. Horária:45 horas PROFESSOR: Haroldo José dos Santos Módulo II Competência C. horária por competência Identificar os parâmetros de qualidade ambiental dos solos, da água 09 e do ar; Identificar e correlacionar sistemas de unidades e ordens de 12 grandezas usados na análise química; Avaliar as modificações na qualidade dos recursos hídricos 12 degradados; Conhecer os métodos de análise química qualitativa e quantitativa Habilidades Interpretar e avaliar dados qualitativos e quantitativos, relacionados à qualidade ambiental dos recursos hídricos e sua classificação segundo as normas brasileiras; Calcular e comparar os valores das propriedades físico-químicas relacionadas com o solo e recursos hídricos; Construir tabelas e gráficos com dados obtidos em laboratório ou em campo de pesquisa; Preparar e padronizar soluções de uso comum no laboratório. Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) Introdução ao estudo da química analítica. Histórico. Química analítica qualitativa e quantitativa. Sensibilidade e seletividade em química analítica.fontes de erros. Fundamentos teóricos da química analítica. Equilíbrio envolvendo ácidos e bases. Hidrólise de sais. Solução tampão. Solubilidade e produtos de solubilidade. Concentração de íons necessária para precipitação. Técnicas e equipamentos utilizados em química analítica. Segurança em laboratório. Aparelhagem de laboratório. Pureza de reagentes e preparação de amostras para análise. Mistura e aquecimento de reagentes. Descontaminação de material. Métodos volumétricos de análise. Aspectos gerais dos métodos volumétricos. Volumetria de neutralização. Volumetria de precipitação. Volumetria de complexação. Volumetria de oxiredução. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas com quadro; Uso de slides (Power Point) com data show; Uso de filmes DVD com TV ou projetor; Aulas práticas com laboratório; Visita técnica em ambiente extra escolar. Avaliação Listas de exercícios; Testes e provas; Relatórios. Bibliografia Básica VOGEL, A. I., Química Analítica Qualitativa, 5a ed., editora Kapelusz, Buenos Aires, SKOOG, D. A.; WEST, D. M.; HOLLER, F. J., Fundamentals of Analytical Chemistry, 7a ed., Saunders College Publishing, Philadelphia, BACCAN, N.; ALEIXO, E. S.; STEIN, E.; GODINHO, O. S., Introdução à Semimicro análise Qualitativa, 5a ed., editora UNICAMP, São Paulo,

34 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA Campus Eunápolis Curso Técnico em Meio Ambiente NOME DA DISCIPLINA: CLIMATOLOGIA C. Horária: 30 horas PROFESSOR: Cláudia Mendes Cordeiro Módulo II Competências C. horária por I. Investigação e compreeção de fenômenos, fatos e processos climpaticos característicos do ambiente. competência 07 II. Capacitar a formação do aluno no estudo das bases conceituais, metodológicas e práticas em climatologia; 03 III. Desenvolver no aluno a perspectiva da análise climática do ponto de vista da dinâmica e circulação atmosférica; 07 IV. Levar o aluno à compreensão da relação clima (natureza) e atividades humanas (sociedade); 05 V. Instrumentalizar o aluno para com as ferramentas e as metodologias usadas para análise do clima e dos fenêmenos climpaticos a nível regional/local em sua interação com o meio 03 ambiente. Habilidades Identificar os processos, fenômenos e tipos climáticos em sua interação com o ambiente; Apreender os métodos utilizados para análise climática; Utilizar os instrumentos necessários á caracterização climática 05 Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) Clima e tempo: definição de conceitos básicos A climatologia como ciência e as escalas de estudo do clima Caracterização geral e composição da atmosfera Elementos climáticos: precipitação, pressão, temperatura e umidade Tipos de precipitação: orográfica, convectiva e frontal Fatores geográficos: latitude, relevo, vegetação e continentalidade/maritimidade Circulação geral da atmosfera e as massas de ar Instrumental meteorológico Classificações climáticas Classificações de Köppen e Strahler Climatologia Aplicada no âmbito agrícola, urbano-industrial e planejamento urbano Ação antrópica e mudanças climáticas Efeito Estufa, El Nino, La Nina e Desertificação Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos As aulas serão ministradas através de exposições dialogadas, elaboração de textos, trabalhos práticos, estudo de campo e provas dissertativas. 34

35 Avaliação Instrumentos de diferentes modalidades (exposições dialogadas, elaboração de textos, trabalhos práticos e provas dissertativas ) em caráter coletivo ou individual. Trabalhos Práticos (construção de climogramas, análise rítmica em climatologia) Bibliografia Básica AYOADE,J.O. Introdução à climatologia para os trópicos.4.ed.rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1996, 332p. OMETTO,J.C. Bioclimatologia vegetal. São Paulo: Ed. Agronômica Ceres, WALTER,H. Vegetação e zonas climáticas: tratado de ecologia global. São Paulo: EPU, INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA Campus Eunápolis Curso Técnico em Meio Ambiente NOME DA DISCIPLINA: HIDROLOGIA E DRENAGEM C. Horária: 30horas PROFESSOR: Daniel Von Rondon Módulo II Competências C. horária por Ø Conhecer os conceitos relativos aos processos hidrológicos (precipitação, escoamento superficial, evapotranspiração e infiltração) Ø Correlacionar o uso e ocupação do solo com a conservação dos recursos hídricos superficiais e subterrâneos. Ø Conhecer e correlacionar os diferentes segmentos do ciclo hidrológico; Ø Entender a dinâmica dos aqüíferos subterrâneos Ø Compreender e avaliar os impactos ambientais urbanos relativos aos processos hidrológicos (enchentes, inundações, drenagem urbana) competência - 10 Habilidades Ø Identificar e caracterizar as bacias hidrográficas; Ø Aplicar as diferentes técnicas utilizadas para caracterizar e quantificar grandezas hidrológicas; Ø Identificar e caracterizar os impactos causados pela antropização na dinâmica das bacias hidrográficas; Ø Conhecer e relacionar os elementos que compõem o sistema de drenagem e correlacionar a eficiência destes sistemas com a qualidade ambiental; Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) Estudo qualitativo do ciclo hidrológico. Conceito, importância e aplicações da hidrologia.distribuição da água no globo terrestre. Interação com a conservação e o manejo dos recursos naturais. Estudo da precipitação, infiltração, do escoamento superficial, estimativa das vazões de enchentes. Aplicações da hidrologia para a solução de problemas ambientais. Infiltração e evapotranspiração. Escoamento superficial. Conceito, componente e importância. Grandezas características: vazão máxima, média e mínima, deflúvio, tempo de concentração. Águas subterrâneas. Conceito. Lençol e poço freático. Lençol e poço artesiano. Elementos de drenagem urbana. Macrorenagem. Microdrenagem. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Procedimentos Metodológicos:

36 - Aula expositiva-dialogada - Trabalhos individuais e em grupo realizados em sala de aula e em pesquisas extraclasse; - Criação de modelos reduzidos; - Aulas no laboratório; - Viagens técnicas Recursos Didáticos: - Quadro, recursos audiovisuais, textos para debate em sala de aula. Avaliação *Processual Avaliações Teóricas Freqüência Participação (Debates) Bibliografia Básica SOUZA PINTO, N. L. et al.hidrologia Básica. São Paulo: Ed. Edgard Blucher Ltda TUCCI, C. E. M. Hidrologia: Ciência e Aplicação. São Paulo: EDUSP/ABRH, VIELA, S.M. e MATTOS, A. Hidrologia aplicada. São Paulo: Mc Graw-Hill do Brasil, FERNADES, C. Microdrenagem / Um estudo inicial. UFCG. Campina Grande/PB p. CETESB, São Paulo. Drenagem Urbana/ manual de projeto, - 3. Ed. São Paulo /CETESB/ 3. ED. / ASCETESB INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA Campus Eunápolis Curso Técnico em Meio Ambiente NOME DA DISCIPLINA: BIOQUÍMICA PROFESSOR: Fabiana Zanelato Competências Ø Caracterizar os recursos naturais e as grandezas envolvidas nos processos naturais de degradação. Ø Avaliar processos naturais de degradação tais como: decomposição, fermentação, reciclagem e formação de húmus. Ø Utilizar propriedades físicas e químicas envolvidas nos processos naturais de conservação. Ø Conhecer os processos de degradação natural da atmosfera e dos recursos hídricos identificando os processos de degradação natural de origem química, geológica e biológica. Ø Avaliar as modificações na qualidade dos recursos hídricos degradados. Ø Identificar fatores de desequilíbrios (fragilidades) de ecossistemas. Ø Conhecer os princípios básicos das tecnologias de prevenção e de correção. C. Horária: 30 horas Módulo II C. horária por competência Habilidades Ø Identificar mediante prática de campo e/ou de laboratório os fluxos de energia e os ciclos de matérias nos sistemas e ecossistemas. Ø Identificar mediante prática de campo e/ou de laboratório os processos físicos e químicos

37 envolvidos nos processos biológicos em atuação nos sistemas ecossistemas. Ø Identificar mediante prática de campo e/ou de laboratório os fatores críticos responsáveis pela fragilidade de sistemas e ecossistemas. Ø Interpretar gráficos em diferentes sistemas. Ø Correlacionar efeitos dos poluentes sobre a saúde. Ø Avaliar os efeitos da poluição sobre a saúde humana. Ø Identificar os efeitos da poluição sobre a saúde. Ø Tomar medidas preventivas e mitigadoras sobre os efeitos da poluição nos seres vivos. Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) 1. Compostos biologicamente importantes: carboidratos, lipídios, proteínas e ácidos nucléicos (Estrutura, importância e função). 2. Processos bioquímicos na produção de energia. Energia química e transferência de energia. Produção de ATP (Fosforilação em nível de substrato, Fosforilação oxidativa e Fotofosforilação). Vias de degradação de nutrientes (Glicólise, Regeneração do NAD, Fermentação e Respiração, Sistema de Transporte de Elétrons). 3. Processos bioquímicos na utilização de energia Biossíntese de compostos nitrogenados (aminoácidos e proteínas, nucleotídeos e ácidos nucléicos). Biossíntese de carboidratos. Biossíntese de lipídios. Utilização de energia para outros processos. 4. Princípios de genética. Cromossomos de células procarióticas e eucarióticas. Replicação do DNA. Transcrição e tradução. Variabilidade nos microrganismos. Plasmídios. Regulação da expressão gênica. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Procedimentos Metodológicos: a. Aula expositiva-dialogada. b. Análise e discussão de textos teóricos. c. Trabalhos individuais e em grupo realizados em sala de aula e em pesquisas extra-classe. d. Aulas práticas em laboratório. e. Seminários Recursos Didáticos: Quadro de giz; Giz; Retroprojetor; Projetor Data Show; DVD Player; CDs; DVDs; Computador; Videocassete; Fitas VHS; Textos para atividade de leitura trabalhada. Avaliação Avaliações individuais contínuas: freqüência, participação, análises, discussões e verificações práticas. Avaliações individuais escritas: exercícios de verificação, relatórios e produção textual. Avaliações em equipe: trabalhos. 37

38 Acompanhamento do desempenho do aluno através do Memorial. Bibliografia Básica LEHNINGER, A. L.; NELSON, COX, M. M. Princípios de Bioquímica. 2ª ed. Ed. Sarvier STRAER, L. Bioquímica. 4a ed. Ed. Guanabara Koogan MURRIA, R. K.; GRANNER, D. K.; MAYES, P. A. e RODWELL,V. W.Harper: Bioquímica. 8ª ed. Ed. Atheneu CHAMPBELª, M. K. Bioquímica. 3a ed. Editora Artes Médicas VIEIRA, E. C.; GAZZINELLI, G. E MARES-GUIA, M. Bioquímica Celular e Biologia Molecular. 2a ed. Ed. Atheneu UCKO, D. A. Química para as ciências da saúde: Uma Introdução à Química Geral, Orgânica e Biológica. São Paulo: Manole, CHAMPE, P. C.; HARVEY, R. A. Bioquímica Ilustrada. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA Campus Eunápolis Curso Técnico em Meio Ambiente NOME DA DISCIPLINA: PEDOLOGIA PROFESSOR: Competências 1. Relacionar as características do solo com os diversos fatores de formação, seus tipos e usos, correlacionando suas características físicas, químicas e biológicas com a sua produtividade. 2. Identificar os parâmetros de qualidade ambiental dos solos. 3. Correlacionar o uso e ocupação do solo com a conservação dos recursos hídricos. 4. Avaliar o avanço dos processos naturais e antrópicos de degradação, tais como erosão, assoreamento, desertificação, poluição, etc. 5. Conhecer o sistema brasileiro de classificação dos solos C. Horária: 30 horas Módulo II C. horária por competência 1. 6h 2. 6h 3. 6h 4. 6h 5. 6h Habilidades Conhecer metodologias de amostragem do solo. Interpretar parâmetros da qualidade ambiental dos solos. Conhecer as propriedades morfológicas relacionadas com o solo. Conhecer o sistema brasileiro de classificação dos solos Identificar as classes de uso do solo. Conhecer as metodologias e tecnologias de prevenção da poluição dos solos. Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) Serão abordados assuntos referentes à relação entre fatores orgânicos de formação do solo. Características Morfológicas dos Solos. Horizontes dos Solos, perfil do Solo. Classificação dos Solos. Erosão dos solos e os fatores determinantes, mecanismos de erosão, tolerância de perdas de solo, práticas conservacionistas e sistema de manejo do solo; poluição do solo. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Procedimentos Metodológicos: 38

39 a. Aula expositiva-dialogada; b. Análise e discussão de textos teóricos; c. Trabalhos individuais e em grupo realizados em sala de aula e em pesquisas extra classe; d. Aulas práticas em laboratório; e. Seminário. Recursos Didáticos: Quadro branco; Retroprojetor; Data Show; Videocassete; Fitas VHS; Textos para atividade de leitura trabalhada. Avaliação Avaliações individuais escritas; Trabalho acadêmico (técnico) individual; Relatório técnico de aulas práticas e/ou visitas; Apresentação de seminários em equipe; Avaliações individuais: pontualidade, participação e iniciativa. Bibliografia Básica KIEHL, E.J. Manual de Edafologia. São Paulo, Editora Agronômica CERES, p. LEINZ, V. & AMARAL, S.E. geologia Geral. São Paulo: Cia. Editora Nacional, GUERRA, A J.T. & CUNHA, S.B. Geomorfologia: uma atualização de bases e conceitos. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, GUERRA, A.J.T. & CUNHA, S.B. Geomorfologia e meio ambiente. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, p. GUERRA, A.J.T. Dicionário geológico geomorfológico. 7.ed. Rio de Janeiro: IBGE CHRISTOFOLETTI, A. Geomorfologia. São Paulo: Edgar Blucher, 2.ed., PRIMAVESI, A. Manejo ecológico do solo: a agricultura em regiões tropicais. 6.ed. São Paulo: Nobel, EMBRAPA. Centro Nacional de Pesquisa de Solos (Rio de janeiro, RJ). Sistema Brasileiro de Classificação de Solos. Brasília: Embrapa Solos, INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA Campus Eunápolis Curso Técnico em Meio Ambiente NOME DA DISCIPLINA: NOÇÕES DE ADMINISTRAÇÃO PROFESSOR: Daniela Pereira Contelli Competências - Diagnosticar as funções básicas da Administração e suas características principais; - Conhecer Métodos e Técnicas de Qualidade em um Sistema de Gestão de uma micro e pequena empresa da Área Profissional; - Abstrair a terminologia do sistema de Normas de Qualidade ISO Revisão 2.000; - Abstrair a terminologia do sistema de Normas de Certificação Ambiental ISO ; - Compreender a Estrutura Organizacional de uma empresa, C. Horária: 15 horas Módulo II C. horária por competência

40 correlacionando com as estratégias empresariais; Habilidades Saber distinguir as funções básicas da Administração, sua relação e sua utilização; Interpretar e construir gráficos e tabelas; Interpretar os princípios da gestão pela qualidade total; Conhecer as ferramentas da qualidade e sua aplicação; Interpretar os princípios da gestão ambiental em empresas; Determinar as características qualitativas e quantitativas do produto e/ ou serviço em função das demandas do mercado real e potencial. Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) Definir Estrutura Organizacional. Estabelecer procedimentos e regras para o funcionamento da estrutura organizacional. Identificar as novas tendências da administração Identificar as características dos conceitos e planos de qualidade estabelecidos. Identificar as bases para a implantação de um sistema de qualidade em serviços. Atuar nas diversas áreas do processo empresarial: planejamento, organização e controle. Aplicar o programa 5S. Identificar e aplicar os principais conceitos das normas de qualidade ISO. Identificar o setor dentro da estrutura econômica. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Exposição participada; Análise e discussão de textos teóricos; Pesquisa individual e em grupos; Aulas de vídeo; Palestras. Avaliação Observação direta da participação e do interesse do aluno; Discussões dos resultados das práticas; Observação da capacidade do aluno trabalhar em grupo; Análise e discussões sobre os filmes; Correção e discussões das avaliações quantitativas; Bibliografia Básica Chiavenato, Idalberto Introdução a Teoria Geral da Administração Ed. Campus. A Pequena Empresa e o Novo Código Civil - SEBRAE Joseph & Susan Berk Administração da Qualidade Total Ed. IBRASA. Chiavenato, Idalberto Teoria, Processo e Prática Ed. Makron Books Juran, J.M. e Gryna, Frank M. Controle da Qualidade, Vols: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9. Ed. Makron Books. Silva, João Martins da O Ambiente da Qualidade na Prática 5S Editora Líttera Maciel Ltda 40

41 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA Campus Eunápolis Curso Técnico em Meio Ambiente NOME DA DISCIPLINA: INFORMÁTICA APLICADA PROFESSOR: Mayara Barbosa Competências - Conhecer os princípios básicos de funcionamento dos computadores - Compreender como se opera corretamente os computadores bem como o gerenciamento de seus diversos recursos - Identificar os diversos tipos de softwares existentes - Conhecer através de um treinamento prático os softwares que poderão ser utilizados como ferramentas durante o transcorrer do curso bem como na vida profissional C. Horária: 30 horas Módulo II C. horária por competência Habilidades Conhecer os conceitos básicos do processamento de dados: Hardware, software, sistemas operacionais, aplicativos e acessórios. Operar corretamente os softwares que serão utilizados como ferramentas no transcorrer do curso: Editor de textos (edição de textos, tabelas, inserção de gráficos), Planilha Eletrônica (elaboração de planilhas, diagramação, elaboração de gráficos a partir da planilha), Editor de Slide (elaboração de slides para apresentação de aulas e seminários). Aplicar os conhecimentos de informática na solução dos problemas ambientais; Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) - História do desenvolvimento dos computadores - Hardware parte física dos computadores (equipamentos) - Software parte lógica dos computadores (programas) - Introdução a programação de computadores - Sistema operacional Windows - Microsoft Word(editor de textos) - Microsoft Excel(planilha eletrônica, ferramentas estatísticas); - Microsoft Power Point (elaboração de slides) - Utilizaçãode Ferramentas de Georreferenciamento (Google maps, Google Earth); - Conhecer sistemas disponíveis para a Gestão Ambiental; - TI Verde: soluções ecologicamente corretas na área de tecnologia. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Fundamentos de processamentos de dados. Introdução. Conceitos básicos. Hardware. Software. Sistemas Operacionais. Conceitos básicos. Tutorial. Aplicativos e acessórios Editor de Textos. Conceitos básicos. Edição de textos. Elaboração de tabelas. Inserção de gráficos. Planilha Eletrônica.Conceitos básicos. Elaboração de planilhas. Diagramação. Elaboração de gráficos a partir da planilha. Avaliação - Teórica e Prática Trabalhos em grupo Participação e freqüência Bibliografia Básica MEIRELLES, Fernando de Souza. Informática: novas aplicações com microcomputadores. Pearson Education do Brasil, VELOSO, Fernando de Castro. Informática: conceitos básicos. Rio de Janeiro: Campus, NORTON, Peter. Introdução à Informática. São Paulo: Makron Books, NETO, J. A. C.; MORAIS, G. A. de A. Processamento de dados. São Paulo: Érica. 272 p

42 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA Campus Eunápolis Curso Técnico em Meio Ambiente NOME DA DISCIPLINA: ESTATÍSTICA BÁSICA C. Horária: 30 horas PROFESSOR: Marcos Ferreira Módulo II Competência C. horária por - Conhecer e aplicar os conceitos gerais da Estatística Descritiva ao gerenciamento ambiental; - Utilizar as ferramentas computacionais na Estatística Descritiva ambiental; - Conhecer e elaborar pequenos trabalhos de pesquisa em Ciências Ambientais; competência Habilidades - Saber aplicar os conhecimentos acerca de: censo e amostragem; população e amostra; variáveis quantitativas e qualitativas; - Utilizar as técnicas de somatório e aproximação de números; - Determinar, interpretar e correlacionar as diferentes medidas de posição e dispersão, utilizadas na gestão ambiental; - Utilizar planilhas eletrônicas na análise de dados; - Conhecer e aplicar as técnicas de amostragem e coleta de dados; - Planejar e executar pequenos trabalhos de levantamento de dados: coleta, organização, tabulação, resumo e apresentação. Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) Introdução, Aplicação da estatística em Ciências Ambientais; Conceitos gerais utilizados em estatística; Estatística descritiva e inferencial; Coleta, organização e tabulação de dados; Resumo de dados métodos gráficos e tabulares; Resumo de dados medidas de posição e dispersão; análise e discussão de dados; teoria geral da amostragem. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos - Aula expositiva-dialogada - Trabalhos individuais e em grupo realizados em sala de aula e em pesquisas extra- classe - Estudo de caso - Aulas no laboratório de informática Recursos Didáticos: Quadro, recursos audiovisuais, textos para debate em sala de aula. Avaliação Processual (De acordo com a Portaria DG Nº 297 de 31 de maio de 2002). Avaliações Teóricas Trabalhos Práticos Freqüência Bibliografia Básica CRESPO, A. A. Estatística Fácil. São Paulo: Editora Saraiva p. LAPPONI, J. C. Estatística Usando o Excel. Ed. Lapponi. 1 ed p. SILVA, E. M. de.; et al. Estatística. São Paulo: Editora Atlas, 3 a Ed., Volume 1, p. TOLEDO, G. L.; OVALLE, I. I. Estatística Básica. Atlas, SP,

43 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA Campus Eunápolis Curso Técnico em Meio Ambiente NOME DA DISCIPLINA: EPIDEMIOLOGIA E SAÚDE PÚBLICA PROFESSOR: Juliana Almeida Pereira e Santos Competências Avaliar riscos ambientais de origem antrópica. Correlacionar efeitos dos poluentes sobre a saúde. Conhecer e correlacionar os processos de intervenção antrópica sobre o meio ambiente resultantes da atividade produtiva, e seus impactos ambientais. Conhecer e avaliar os impactos dos resíduos sólidos sobre o meio. Conhecer e avaliar os efeitos dos poluentes atmosféricos nos meios urbano e rural. Avaliar os efeitos da poluição sobre a saúde humana. C. Horária: 30 horas Módulo III C. horária por competência 5 h 5 h 5 h 5 h Habilidades - Identificar os efeitos da poluição sobre a saúde. - Tomar medidas preventivas e mitigadoras sobre os efeitos da poluição nos seres vivos. - Interrelacionar os aspectos econômicos associados aos riscos e impactos ambientais adversos. - Conhecer e saber diagnosticar as doenças advindas da poluição ambiental (ar, água e solo) Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) Os problemas da saúde pública do Brasil e da Bahia; as principais epidemias e as possíveis soluções para uma comunidade. Fatores condicionantes do nível de saúde. Doenças epidemiológicas. Estrutura epidemiológica: Ambientes físicos, biológicos e sociais. Agentes etiológicos. Doenças infecciosas. Hospedeiros. Destino dos dejetos. Principais doenças relacionadas com dejetos. Doenças relacionadas à água. Inquéritos sanitários. Vigilância sanitária. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Atividades teóricas, em sala de aula, por meio de aulas expositivas Visitas técnicas. O material didático necessário será composto de transparências, slides, vídeos, data show. 5 h 5 h TRABALHOS. SEMINARIOS. PROVA ESCRITA. Avaliação Bibliografia Básica BR SIL. Endemias rurais - Métodos de trabalho adotados pelo DNERU. Rio de Janeiro, Ministério da saúde: DNERU NEVES, D. P. Parasitologia humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan PESSOA, S. B.; MARTINS, A. V. Parasitologia médica. Rio de Janeiro: Guanabara koogan

44 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA Unidade de Ensino de Eunápolis Curso Técnico em Meio Ambiente NOME DA DISCIPLINA: GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS PROFESSOR: Rodrigo Gallottti Lima Competências Compreender a evolução da geração e o conceito dos resíduos sólidos no Brasil e no mundo, assim como suas características e riscos associados. Relacionar geração de resíduos sólidos com problemas de poluição e saúde pública; Conhecer os métodos para redução dos impactos ambientais e desperdício dos recursos naturais; Analisar a composição gravimétrica de resíduos sólidos urbanos (RSU). Compreender as etapas da gestão do RSU. Disseminar metodologias específicas para tratamento e disposição final de RSU C. Horária: 30 horas Módulo III C. horária por competência Habilidades Identificar assim como classificar os diversos tipos de resíduos de acordo com as normas legais vigentes; Identificar recursos naturais renováveis e não-renováveis utilizando princípios do desenvolvimento sustentável; Propor soluções sustentáveis aos casos relacionados com diversos tipos de resíduos gerados; Atuar em campanhas de sensibilização, mudanças, adaptações culturais e transformações de atitudes e conduta. Utilizar tecnologias preventivas, (reduzir, repensar e reusar - 3R s) Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) Conceitos de meio ambiente, resíduos, dados local, estadual e global da geração de resíduos. Análise do impacto sócio-ambiental gerada pelos resíduos. Origem e Produção de Lixo no Meio Urbano. Classificação do Lixo. Composição gravimétrica e físico química do resíduo. Digestão Aeróbia e Anaeróbia do Lixo. Composição do Lixo. Lixo e Poluição. Poluição do Solo. Poluição das Águas. Poluição do Ar. Resíduos Sólidos e Qualidade de Vida Urbana. Impacto Ambiental Decorrente dos Resíduos Sólidos, Líquidos e Gasosos. RESOLUÇÃO CONAMA, leis Estaduais e Municipais de resíduos sólidos.coleta e Reciclagem de resíduos. Acondcionamento, armazenamento e transporte de resíduos. Técnicas de reaproveitamento de resíduos sólidos. Compostagem. Disposição final de resíduos sólidos: Técnicas, tratamento de resíduos, legislação aplicável. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas com quadro; Uso de slides (Power Point) com data show; Uso de filmes DVD com TV ou data showr; Aulas práticas de campo; Maquetes com materiais reciclados; 44

45 Dinâmica de grupo, envolvendo debates sobre questões relacionadas com o conteúdo. Avaliação Testes e provas; Seminários; Relatórios Bibliografia Básica ORTH, M.H.A., ROCHA, A.A. & RUOCCO, Jr. Lixo e demais resíduos sólidos, CETESB/ABES/ABLP. LUÍZ MARIO QUEIROZ LIMA-TRATAMENTO DE LIXO. EDITORA HEMUS, IPT-CEMPRE. LIXO MUNICPAL: MANUAL DE GERENCIAMENTO INTEGRADO. São Paulo, PHILIPPI, Arlindo Junior. SANEAMENTO, SAÚDE E AMBIENTE: FUNDAMENTOS PARA UM DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL. Manole, p. INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA Campus Eunápolis Curso Técnico em Meio Ambiente NOME DA DISCIPLINA: AVALIAÇÃO E ANÁLISE DE IMPACTOS C. Horária: 60 horas AMBIENTAIS PROFESSOR: Francisco Nataniel Módulo III Competências C. horária por Ø Conhecer os mecanismos de AIA, EIA, e RIMA e sua legislação prevista para o PCA, RCA e PRAD; Ø Conhecer e avaliar as características básicas de atividades de exploração de recursos naturais renováveis e não-renováveis que intervêm no meio ambiente; Ø Conhecer os processos de intervenção antrópica no meio ambiente e os riscos a eles associados; Ø Compreender os grandes impactos ambientais globais e suas conseqüências do ponto de vista econômico; 33 Ø Conhecer e analisar métodos para redução de impactos ambientais e de desperdício dos recursos naturais; Ø Avaliar riscos ambientais de origem antrópica. Ø Conhecer e correlacionar os processos de intervenção antrópica sobre o meio ambiente resultantes da atividade produtiva, e seus impactos ambientais. competência - 8H - 8H - 8H - 8H - 10H - 8H - 10H Habilidades Analisar a história da dinâmica da terra, incluindo as causas e conseqüências da intervenção antrópica nos seus múltiplos usos; Ø Interpretar pesquisas técnicas e socioeconômicas e de impactos ambientais de acordo com as normas técnicas vigentes; Ø Conhecer os elementos do AIA/EIA/RIMA; Ø Elaborar os termos de referência de um projeto; Ø Leitura de mapas que permitam a formulação de diagnósticos, avaliação de alternativas de ação e manejo ambiental; Ø Interpretar parâmetros qualitativos e quantitativos relativos aos aspectos ambientais. 45

46 Ø Gerar e interpretar procedimentos de avaliação da significância dos impactos ambientais. Ø Levantar, organizar, sistematizar e compilar dados relativos a processos de intervenção Antrópica; Ø Interpretar qualitativamente e quantitativamente riscos ambientais Ø Identificar e avaliar os impactos globais resultantes da exploração do meio ambiente sobre a sustentabilidade do ecossistema; Ø Interrelacionar os aspectos econômicos associados aos riscos e impactos ambientais adversos; Ø Analisar e avaliar os principais impactos ambientais decorrentes da atividade humana; Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) Definição de impacto ambiental. Segmentos do estudo de impacto ambiental (EIA/RIMA) Perfil da equipe colaboradora. Legislação Ambiental - histórico e aplicações. Área de influência do empreendimento Diagnóstico ambiental Caracterização dos meios físicos, bióticos e antrópicos. Indicadores de impacto ambiental. Prognóstico ambiental, metodologias de avaliação de impacto ambiental. Classificação dos impactos ambientais. Classificação dos impactos ambientais. Medidas mitigadoras de impacto ambiental. Educação ambiental. Relatórios de controle ambiental RCA. Plano e controle ambiental - PCA. Plano de recuperação de áreas degradadas - PRAD. Estudo de casos. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Procedimentos Metodológicos: - Aula expositiva-dialogada - Análise e discussão de textos teóricos - Trabalhos individuais e em grupo realizados em sala de aula e em pesquisas extraclasse - Estudo de caso - Seminários Recursos Didáticos: - Quadro, recursos audiovisuais, textos para debate em sala de aula. Avaliações Teóricas Trabalhos Práticos Freqüência Relatório Avaliação Bibliografia Básica PLANTEBERG, C. M.; AB`SABER, A. N. (Orgs). Previsão de impactos: O estudo de impacto ambiental no leste, oeste e sul. São Paulo: EDUSP p. CUNA, S. B. da; GUERRA, A. J. T. Avaliação e perícia ambiental. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil p. 46

47 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA Campus Eunápolis Curso Técnico em Meio Ambiente NOME DA DISCIPLINA: TRATAMENTO DE ÁGUA E DE EFLUENTES C. Horária: 60 horas PROFESSOR: Daniel Von Rondon Martins Módulo III Ementa Sistemas de tratamento de água e de efluentes: etapas, processos envolvidos, e fenômenos físicos, químicos e biológicos associados. Objetivos - Conhecer o processo convencional de tratamento de água e suas etapas desde a captação até o fornecimento de água tratada; - Avaliar a eficiência de cada etapa e bem como a necessidade do emprego outras técnicas de tratamento; - Conhecer o processo convencional de tratamento de esgotos/efluentes, e as diversas técnicas de tratamento biológico; - Analisar a viabilidade técnica e econômica de cada tipo de tratamento bem como a necessidade do emprego de tratamentos avançados de efluentes; - Conhecer os equipamentos e as técnicas utilizadas para tratamento de efluentes gasosos; ; Conteúdo Programático Tratamento de água: Escolha do manancial, técnicas de tratamento de água. Etapas do tratamento convencional de água: Mistura rápida, Coagulação, Floculação, Filtração, Desinfecção, Outras técnicas de tratamento de água. Tratamento de esgotos: Tratamento preliminar, Tratamento primário, Tratamento secundário, Tratamento terciário. Tratamento de efluentes líquidos industriais Tratamento biológico de efluentes líquidos: Lodos ativados, Lagoas de estabilização, Reatores Anaeróbios, Filtros biológicos. Inovações tecnológicas na área de tratamento de água e esgotos. I. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aula expositivo-dialogada. Aulas em laboratório Análise e discussão de textos teóricos Trabalhos individuais e em grupos. Seminários. Avaliação Avaliações escritas Avaliações práticas Avaliações individuais: freqüência, participação,autonomia. Avaliações em grupo: apresentação de trabalhos. Bibliografia Básica Tratamento de água. Carlos A. Ritcher & José M. de Azevedo Neto Esgoto sanitário: coleta, transporte, tratamento e reuso agrícola. Ariovaldo Nuvolari Fundamentos de qualidade e tratamento de água. Marcelo Libâneo

48 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA Campus Eunápolis Curso Técnico em Meio Ambiente NOME DA DISCIPLINA: GEOPROCESSAMENTO C. Horária: 30 horas PROFESSOR: Módulo III Competências C. horária por competência Permitir o conhecimento das geotecnologias para o planejamento 10 ambiental; 10 Possibilitar o aprendizado de ferramentas de SIG para análise 10 espacial; Aprender a utilizar as ferramentas de análise espacial para gestão ambiental em SIG. Habilidades Utilizar as ferramentas disponíveis através de softwares e mapas temáticos Integrar o conhecimento de SIG com as análises ambientais Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) - Geoprocessamento: conceitos e aplicações; SIG: conceito. Estrutura geral de um SIG. Tipos de dados utilizados em geoprocessamento: mapas cadastrais, mapas temáticos, redes, imagens, modelo numérico de terreno. Estrutura de dados: matricial e vetorial. Topologia; Sensoriamento remoto conceitos e aplicações; Georeferenciamento; Aquisição e manipulação de dados; Consulta e análise espacial; Atividades práticas: entrada de dados, digitalização, consulta e análises espaciais com o uso de SIG; Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos - Aula expositiva-dialogada. - Aulas práticas em laboratório. - Seminários. - Visitas técnicas a estações de tratamento e distribuição de água na região. Avaliação Avaliações individuais escritas: relatórios e exercícios de verificação. Avaliações individuais: participação em atividades desenvolvidas em sala de aula e em atividades prática. Avaliações em equipe: relatórios e seminários. Bibliografia Básica CÂMARA, G.; DAVIS, C.; MONTEIRO, A. M.V. Introdução à Ciência da 48

49 Geoinformação. Disponível em: Acesso em: março de ESRI. What is Arc GIS? Disponível em: Acesso em: março/2004. INPE. INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS. SPRING versão 4.1. São Paulo: INPE, Disponível: RODRIGUES, M. Introdução ao Geoprocessamento. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE GEOPROCESSAMENTO, 1990, São Paulo. Anais. São Paulo: Universidade de São Paulo, 1990, 1-26p. XAVIER,J. da.zaidan. R.C. Geoprocessamento e análise ambiental: aplicações. São Paulo, Bertrand Brasil, 2004 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA Campus Eunápolis Curso Técnico em Meio Ambiente NOME DA DISCIPLINA: MICROBIOLOGIA C. Horária: 30horas PROFESSOR: Fabiana Zanelato Módulo III Competência C. horária Conhecer e classificar os principais grupos de microorganismos: -10h bactérias, fungos e vírus. Conhecer técnicas de controle de microorganismos. -05h Definir a importância dos microorganismos para o equilíbrio dos -05h diferentes ecossistemas. Conhecer as principais técnicas de cultivo de microorganismos não -10h patogênicos em laboratório. Habilidades - Identificar por meio das características morfológicas os diferentes tipos de microorganismos. - Dominar as técnicas de cultivo de microorganismos no laboratório. - Ter noções básicas sobre a microbiota do solo, da água e dos alimentos. Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) - Histórico, abrangência e desenvolvimento da microbiologia. - Classificação dos organismos vivos. - Caracterização e classificação dos microorganismos. - Os principais grupos de microorganismos. - Nutrição e cultivo de microorganismos. - Controle de microorganismos. - Noções gerais sobre Microbiologia do Solo, do Ar, das Águas Naturais e Potáveis, dos Esgotos e dos Alimentos. - Microrganismos patogênicos, parasitas; Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos - Aula expositivo-dialogada - Estudo dirigido. - Aulas Práticas em laboratório. - Seminários Avaliação Avaliações individuais escritas: relatórios e exercícios de verificação. Avaliações individuais: participação em atividades desenvolvidas em sala de aula e em atividades prática. 49

50 Avaliações em equipe: relatórios e seminários. Bibliografia Básica LIMA, U. de A. et al. Tecnologia das fermentações - Biotecnologia. São Paulo, EDUSP, vol. I LOPES, S. Bio - Introdução ao estudo dos seres vivos. Ed. Saraiva. São Paulo. vol. 1 e PAULINO, W. R. Biologia. Série Novo Ensino Médio. 7a edição. Ed. Ática. São Paulo. volume único PELCZAR, M.J.; CHAN, E. C. S. ; KRIEG, N. R. Microbiologia Conceitos Aplicações. 2ª edição. Ed. Mkron Books Ltda. São Paulo. Volumes I e II CASE, C.L., FUNKE, B.R., TORTORA, G.J. Microbiologia. 8ª ed. Ed. Artmed CARDOSO, E.G.B.N.; TSAI, S.M.; NEVES, M.C.P. Microbiologia do solo. Sociedade Brasileira de Ciência do solo.campinas (SP)

51 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA Campus Eunápolis Curso Técnico em Meio Ambiente NOME DA DISCIPLINA: GESTÃO DA POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA C. Horária: 30 horas PROFESSOR: Rodrigo Gallotti Lima Módulo III Competências C. horária por - Conhecer as técnicas, princípios, requisitos legais, procedimentos gerenciais envolvendo os recursos ar - Conhecer, ler e interpretar a legislação pertinente. - Conhecer os parâmetros e padrões de emissão de indicadores de poluição e analisá-los. - Analisar e avaliar o desenvolvimento ambiental de uma organização em relação aos efluentes gasosos. - Conhecer os mecanismos de percepção e avaliação da significância dos impactos ambientais, domínio de técnicas e procedimentos gerenciais aplicáveis. - Conhecer os princípios básicos das tecnologias de prevenção e de correção. - Conhecer as metodologias e tecnologias de redução de efluentes gasosos na fonte, de tratamento de efluentes e dos resíduos resultantes, e destinação final. competência 7H Habilidades Monitorar a produção de efluentes gasosos e dejetos e seus efeitos nocivos: Utilizar tecnologias de prevenção e de correção. Propor medidas mitigadoras relativas aos impactos ambientais resultantes dos efluentes gasosos. Acompanhar projetos de pesquisas visando à melhoria da eficiência nos processos de tratamento. Realizar avaliações técnicas e econômicas das práticas de minimização dos efluentes gasosos e das diferentes tecnologias de tratamento. Amostrar e analisar a qualidade do ar. Operar sistemas de tratamento de efluentes gasosos. Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) Camadas da atmosfera. Poluentes primários e secundários. Poluição ambiental; poluição atmosférica; Efeitos e fontes de poluição do ar. Meteorologia. Ar atmosférico e ar poluído. Dispersão de poluentes na atmosfera. Partículas. Ventilação e ventilação geral diluidora. Ventilação local exaustora e purificação do ar. Controle de gases e vapores. Poluição nas pedreiras, mineradoras e em perfuração de túneis. Poluição do ar pelas indústrias siderúrgicas. Reações fotoquímicas na atmosfera, camada de ozônio e efeito estufa. Controle de odor. Leis regulamentadoras. Problemas de saúde relacionados à poluição do ar. Chuvas ácidas. Fontes móveis de poluição: veículos a gás, gasolina, diesel, álcool. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos O curso será desenvolvido em atividades teóricas, em sala de aula, por meio de aulas expositivas e elaboração de projeto. As aulas práticas serão desenvolvidas em sala de aula e no campo, incluindo projeções e visitas. 6H 7H 7H 6H 6H 6H 51

52 O material didático necessário será composto de transparências, slides, vídeos, data show. Avaliação TESTES, TRABALHOS, RELATORIOS DAS AULAS PRATICAS, PROVA ESCRITA. Bibliografia Básica Poluição Do Ar - Samuel Murgel Branco & Eduardo Murgel Coleção Polêmica. Ed. Moderna, 1996 Ventilação Industrial e Controle da Poluição. Archibald Joseph Macintyre Air Polution: Its origin and control. 3ed. Editora Addison-Wesley Longman INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA Campus Eunápolis Curso Técnico em Meio Ambiente NOME DA DISCIPLINA: HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO PROFESSOR:Fábio Oliveira Silva Competências - Identificar as medidas para a melhoria das condições de trabalho e desenvolvimento da cultura prevencionista; - Construir conhecimentos sobre as técnicas de identificação de perigos, análise e avaliação de riscos; - Desenvolver ações que promovam a qualidade de vida do trabalhador durante suas atividades laborais; - Planejar e organizar programas de prevenção de acidentes; - Utilizar adequadamente os EPI s e promover conscientização de sua importância; - Avaliar os riscos profissionais a que estão expostos os trabalhadores no ambiente laboral; - Conhecer os princípios da ergonomia na realização do trabalho; - Conhecer a legislação aplicada à saúde e segurança do trabalho; - Visualizar a importância da CIPA para a fiscalização e planejamento das ações relativas a segurança do trabalho. - Identificar os símbolos de SST. C. Horária: 30 horas Módulo III C. horária por competência - 3 h - 3 h - 3 h - 3 h - 3 h - 3 h - 3 h - 3 h - 3 h Habilidades - Identificar e avaliar conseqüências e perigos dos riscos que caracterizam o trabalho nesta área, com vistas às sua própria saúde e segurança no ambiente profissional; - Identificar riscos potenciais e causas originárias de incêndio e as formas adequadas de combate ao fogo; - Interpretar as legislações e normas de segurança e os elementos básicos de prevenção de acidentes no trabalho de forma a conseguir avaliar as condições a que estão expostos os trabalhadores; - Identificar doenças relacionadas ao ambiente de trabalho, assim como as respectivas ações preventivas; - 3 h 52

53 - Empregar os princípios ergonômicos na realização do trabalho a fim de prevenir doenças profissionais e acidentes de trabalho, utilizando adequadamente os EPI w mantendo os EPC com condições de uso. Reconhecer os símbolos específicos de saúde e segurança no trabalho. Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) - Acidente do trabalho: causas, prevenção e conseqüências; - EPI / EPC; - Riscos ambientais / mapa de riscos; - Princípio de prevenção e combate a incêndio; - Inspeção de segurança; - Legislação previdenciária; - Noções de primeiros socorros; - Noções de ergonomia; - CIPA; - Epidemiologia da morbidade no trabalho - PCMSO - PPRA Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos - Exposição participada; - Práticas de laboratório; - Análise e discussão dos textos teóricos; - Pesquisa individual ou em grupos; - Aulas de vídeo; - Análise e discussão dos filmes; - Elaboração de projetos visando a ação preventiva à manutenção da saúde humana; - Seminários Avaliação - Observação direta da participação e do interesse do aluno; - Discussões dos resultados das atividades práticas e relatórios elaborados pelos alunos; - Observação da capacidade do aluno trabalhar em grupo; - Correção e discussões das avaliações quantitativas; Bibliografia Básica Manuais de Legislação ATLAS. Segurança e Medicina do Trabalho. 62ª edição. Ed. Atlas S/ª São Paulo: 2008 Guimarães, João Carlos Serqueira. Roteiro de Legislação Trabalhista. São Paulo. Ed. LTR Manual de Análise Ergonômica no Trabalho, 2ª edição. Revista e atualizada. Ed. LTR. São Paulo. Michel, Osvaldo. Acidentes de Trabalho e Doenças Ocupacionais. Ed. LTR, São Paulo. Paixão, Florêncio. Segurança e Medicina do trabalho. Ed. Síntese. Rio Grande do Sul. Zocchio, Álvaro. Prática de Prevenção de Acidentes: ABC da Seg. do trabalho. ATLAS/SP; DIB, C.Z. & Mistrorigo G.C. Primeiros Socorros. São Paulo, EPU ZIN, L.A. Socorros Médicos de Emergência, 2ª edição. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, S.D. Segurança do Trabalho e Gestão Ambiental. Ed. ATLAS. São Paulo

54 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA Campus Eunápolis Curso Técnico em Meio Ambiente NOME DA DISCIPLINA: SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL PROFESSOR: Fábio Oliveira Competências - Possibilitar a compreensão das questões ambientais de forma sistêmica e contextualizada; - Oferecer subsídios para o entendimento dos instrumentos e da base legal de proteção de ao meio ambiente como forme de habilitar o estudante para análise ambiental; - Mostrar a importância da gestão ambiental para a minimização e ou prevenção dos problemas ambientais C. Horária: 60 horas Módulo IV C. horária por competência Habilidades Interpretar os princípios da gestão ambiental em empresas; Conhecer as ferramentas da produção limpa e sua aplicação; Compreender modelos de gestão específicos para determinadas situações; Atuar em auditorias ambientais internas e externas; Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) O novo paradigma ambiental e seus reflexos na gestão ambiental; Crise ambiental x desenvolvimento sustentável. As dimensões da sustentabilidade. Gestão ambiental para o desenvolvimento sustentável. Desenvolvimento Sustentável. Sistemas de Gestão Ambiental. Etapas do Sistema de Gestão Ambiental: Política Ambiental da Organização; planejamento; implementação e Operação; monitoramento e ações corretivas; revisão no Gerenciamento; o sistema série ª ; o que é a série ª : Sistemas de Gestão Ambiental _ Especificação e Diretrizes de uso. Certificação; o empreendedorismo. Auditoria Ambiental. Gestão ambiental como estratégia de negocio. Integração dos sistemas de gestão ambiental. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos As aulas serão ministradas através de exposições dialogadas, elaboração de textos, trabalhos práticos, estudo de campo e provas dissertativas. Testes e provas; Seminários; Relatórios Avaliação Bibliografia Básica BURSZTYN, M. ªA. Introdução a Economia do Meio Ambiente. Brasília: IBAMA CAVALCANTI, C.(org.) Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Políticas Públicas. São Paulo: Cortez: Recife: Fundação Joaquim Nabuco, CAMPOS, V. F. Qualidade total Padronização de empresas. QFCO. 2A edição. CEMAN Central de Manutenção Ltda. Implementação do 5 S na prática, seiri, seiton, seiso, seiketsu, shitsuke. GROOT, W. T. A Gestão Ambiental: Instrumentos e Práticas. Brasília: IBAMA MAY, P. M. Economia Ecológica: aplicações no Brasil. Rio de Janeiro, Ed. Campus

55 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA Campus Eunápolis Curso Técnico em Meio Ambiente NOME DA DISCIPLINA: RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS E C. Horária: 30 horas MONITORAMENTO AMBIENTAL PROFESSOR: Módulo IV Ementa Conceitos e aplicações relativos ao monitoramento ambiental. Legislação aplicada ao monitoramento ambiental. Indicadores de qualidade ambiental nos compartimentos ar, água. solo e florestas. Métodos e técnicas de recuperação de áreas degradadas em cada um dos compartimentos ambientais. Plano de recuperação de áreas degradadas (PRAD). Objetivos Possibilitar o entendimento dos métodos e técnicas de monitoramento ambiental visando a sustentabilidade; Instrumentalizar os alunos para o uso dos métodos de monitoramento e recuperação ambiental correlacionando os aspectos teórico-práticos; Fornecer subsídios práticos para a elaboração de diagnósticos ambientais e para a recuperação de áreas degradadas. Conteúdo Programático Unidade I Conceitos e importância do monitoramento ambiental Indicador: conceito e aplicação Indicadores de qualidade da água I. Físicos II. Químicos III. Biológicos Elaboração do IQA Métodos de coleta e amostragem Monitoramento e recuperação de recursos hídricos Unidade II Indicadores de qualidade do solo I. Macronutrientes II. Micronutrientes III. Metais pesados IV. Fertilidade V. Salinidade VI. CTC Métodos de coleta e amostragem Monitoramento e recuperação de solos Unidade III Indicadores de qualidade do ar Resolução CONAMA nº3 / 1990 Métodos de coleta e amostragem Monitoramento e recuperação da qualidade do ar Unidade IV 55

56 Indicadores de qualidade das florestas Bioindicadores: formigas, aranhas, abelhas Métodos de coleta e amostragem Monitoramento e recuperação de áreas verdes PRAD Plano de Recuperação de Áreas Degradadas Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aula expositivo-dialogada. Análise e discussão de textos teóricos Trabalhos individuais e em grupos. Coleta, análise e interpretação de amostras ambientais Visitas técnicas orientadas Seminários. Avaliação Avaliações escritas Avaliações práticas Avaliações individuais: freqüência, participação,autonomia. Avaliações em grupo: apresentação de trabalhos. Bibliografia Básica Introdução ao controle de poluição ambiental - 3 ed. Autor: José Carlos Derisio A conservação das florestas tropicais. Sueli Ângelo Furlan & João Carlos Nucci Gestão Ambiental de Áreas Degradadas. Antonio Jose Teixeira Guerra INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA Campus Eunápolis Curso Técnico em Meio Ambiente NOME DA DISCIPLINA: GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS PROFESSOR: Daniel Von Rondon Competências I. Contextualização sócio-cultural, comparando problemáticas atuais com outros momentos históricos. II. Representação e comunicação, identificando as diferentes relações dos elementos que constituem o quadro natural. III. Analisar e comparar, interdisciplinarmente, as relações entre preservação e degradação da vida no planeta, tendo em vista o conhecimento de sua dinâmica. IV. Analisar a legislação brasileira, identificando a importância dos direitos e deveres pessoais e sociais na organização das sociedades. V. Investigação e compreensão, relacionando fenômenos, fatos e processos característicos do ambiente. Habilidades C. Horária: 30 horas Módulo IV C. horária por competência Compreender e aplicar no cotidiano os conceitos básicos da Hidrologia. Reconhecer os fenômenos naturais a partir da seleção, comparação e interpretação, identificando a

57 singularidade ou generalidade de cada paisagem. Utilizar as ferramentas necessárias para a promoção da gestão dos recursos hídricos. Entender e aplicar os elementos e diretrizes que compõem o sistema nacional de recursos hídricos. Discutir idéias e produzir argumentos convincentes, reconhecendo-se como agente político. Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) 1.0-Histórico sobre a Gestão de Recursos Hídricos (GRH) no Brasil: características e importância 2.0-Noções de Hidrologia: Bacia Hidrográfica. 3.0-Água Commodite do novo milênio. -Bacia Hidrográfica 3.1-Os múltiplos usos da água. Gestão 4.0-Política Nacional de GRH: aspectos institucionais 4.1-Lei (Lei das águas); 4.2-Pontos Norteadores da PNGRH. 4.3-Política do Estado da Bahia para os Recursos Hídricos: legislação de RH no estado da Bahia; Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos As aulas serão ministradas através de exposições dialogadas, elaboração de textos, trabalhos práticos, estudo de campo e provas dissertativas. Avaliação Instrumentos de diferentes modalidades (exposições dialogadas, elaboração de textos, trabalhos práticos e provas dissertativas ) em caráter coletivo ou individual.. Bibliografia Básica 57

58 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA Campus Eunápolis Curso Técnico em Meio Ambiente NOME DA DISCIPLINA: TECNOLOGIAS LIMPAS C. Horária: 30 horas PROFESSOR: Rodrigo Gallotti Lima Competências Utilizar adequadamente tabelas e gráficos na organização, execução e controle do trabalho profissional Utilizar adequadamente métodos e tecnicas de qualidade e produção limpa em um sistema de gestão de uma micro e pequena empresa da área profissional. Módulo IV C. horária por competência Habilidades Interpretar os princípios da gestão ambiental em empresas; Conhecer as ferramentas da produção limpa e sua aplicação; Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) -Produção Limpa; -Rotulagem ambiental; - Conceitos de Ecologia industrial; - Ecodesign; - Marketing verde; - Reformulação de produtos; - Housekeeping; - Simbiose industrial; -Avaliação do ciclo de vida do produto; -Tecnologias limpas; - Educação ambiental. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas As aulas práticas serão desenvolvidas em sala de aula e no campo, incluindo projeções e visitas. O material didático necessário será composto de transparências, slides, vídeos, data show. Avaliação TESTES. TRABALHOS. RELATORIOS DAS AULAS PRATICAS. PROVA ESCRITA. Bibliografia Básica Introdução ao controle de poluição ambiental - 3 ed. Autor: José Carlos Derisio MAY, P. M. Economia Ecológica: aplicações no Brasil. Rio de Janeiro, Ed. Campus DENIS, D. Gestão ambiental na empresa. 2. ed. São Paulo: Atlas: h 15h MANO, E.B.; PACHECO, E.B.A.V.; BONELLI, C.M.C. Meio ambiente, poluição e reciclagem. São Paulo: Editora Blücher, p. 58

59 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DA BAHIA Unidade de Ensino de Eunápolis Curso Técnico em Meio Ambiente NOME DA DISCIPLINA: Sistemas Energéticos C. Horária: 30horas PROFESSOR: Rodrigo Gallotti Lima Módulo IV Competências C. horária por Conceitos básicos sobre energia, dentro de uma visão sistêmica e multidisciplinar. Abordar o sistema energético e seus aspectos ambientais, econômicos sociológicos e políticos, além do tecnológico. O Setor Energia e de suas interfaces com a Engenharia de Produção e demais áreas do conhecimento. Histórico da Geração de Energia. Alternativas e Recuperação de Calor. Geração Elétrica e Térmica. Impactos ambientais associados à geração e uso de energia. Transmitir os conhecimentos necessários para a compreensão de um sistema energético, sua gestão, e a sua importância na cadeia produtiva. Habilidades Ø Identificar e caracterizar energias disponíveis; Ø Optar por energias menos poluentes e mais renováveis; Ø Entender sobre matriz energética de processos; Ø Interpretar usos racionais e irracionais de energias; Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) 1. Conceitos básicos sobre energia 1.1 Histórico 1.2 Formas de energia 1.3 Balanço energético 1.4 Matriz energética 1.5 Energia e desenvolvimento humano 2. Recursos Energéticos 2.1 Classificação e abrangência 2.2 Reservas naturais 2.3 impactos ambientais 2.4 Problemática do capital natural 3. Produção de energia 3.1 Tecnologias de produção de energia 3.2 Impactos ambientais 3.3 Custos de produção de energia 4. Transporte de energia 4.1 Tipos de energia elétrica 4.2 Tecnologias de transporte de energia competência

60 4.3 Aspectos ambientais e custos 5. Distribuição de energia 5.1 Tipos de distribuição 5.2 Tecnologias de distribuição de energia 5.3 impactos e custos 6. Usos da energia 6.1 Uso móvel 6.2 Uso estacionário 6.3 Tecnologias 6.4 Impactos e custos. 7.Tópicos especiais 7.1 Histórico da Geração de Energia. 7.2 Alternativas e Recuperação de Calor. 7.3 Geração Elétrica e Térmica. 7.4 Impactos ambientais associados à geração e uso de energia. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Procedimentos Metodológicos: - Aula expositiva-dialogada - Trabalhos individuais e em grupo realizados em sala de aula e em pesquisas extra- classe; - Criação de modelos reduzidos; - Aulas no laboratório; - Viagens técnicas Recursos Didáticos: - Quadro, recursos audiovisuais, textos para debate em sala de aula. Avaliação *Processual Avaliações Teóricas Trabalhos Práticos Freqüência Participação (Debates) Bibliografia Básica DERISIO, J.C., Introdução ao controle de poluição ambiental, CETESB, LINEU BELICO DOS REIS, ELIANE A. AMARAL FADIGAS, CLAUDIO ELIAS CARVALHO Energia, Recursos Naturais e a Pratica do Desenvolvimento Sustentável, Editora Manole Ltda, BERMANN, C. Energia no Brasil: para quê? para quem? São Paulo, Editora Livraria da Física,

61 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA Campus Eunápolis Curso Técnico em Meio Ambiente NOME DA DISCIPLINA: LEGISLAÇÃO AMBIENTAL PROFESSOR: Cláudia Mendes Competências Possibilitar a compreensão das questões ambientais de forma sistêmica e contextualizada; Oferecer subsídios para o entendimento dos instrumentos e da base legal de proteção de ao meio ambiente como forme de habilitar o estudante para análise ambiental; Mostrar a importância da gestão ambiental para a minimização e ou prevenção dos problemas ambientais. C. Horária: 30 horas Módulo IV C. horária por competência 5 h 5 h 5 h 5 h Habilidades - Aplicar os conhecimentos relativos a legislação ambiental nas análises técnicas. - Entender e relacionar os aspectos da fiscalização e taxação ambiental. - Promover a gestão ambiental com base nas legislações pertinentes a cada área. Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) - Base conceitual: gestão - ambiente - meio ambiente - gestão ambiental. - Crise ambiental: evolução histórica - de Estocolmo aos dias atuais; - Base legal de proteção ao meio ambiente: A política Nacional de Meio ambiente, Politica Nacional dos Recursos Hídricos, Código Florestal e Lei da Mata Atlântica; Sistema nacional de Unidades de Conservação, Resoluções Conama Política Estadual de Recursos ambientais da Bahia. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Atividades teóricas, em sala de aula, por meio de aulas expositivas Visitas técnicas. O material didático necessário será composto de transparências, slides, vídeos, data show. 5 h 5 h TRABALHOS. SEMINARIOS. PROVA ESCRITA. Avaliação Bibliografia Básica Direito ambiental. Paulo de Bessa Antunes NEVES, D. P. Legislação do meio ambiente. LTr Editora por HB textos Coletânea de legislação ambiental, constituição federal. Organização: Odete Medauar

62 5.4) Estágio Curricular Obrigatório Os critérios gerais do Estágio Curricular Obrigatório seguirão as normas da Organização Didática dos Cursos Profissionalizantes de Nível Técnico (RESOLUÇÃO CNE/CEB nº1de 21/01/2004). O Estágio Curricular Obrigatório tem por objetivo garantir ao aluno experiência prática no mercado de trabalho onde irá atuar. Facilitando assim o seu acesso ao mesmo, além de ser mais uma forma de aquisição e avaliação das habilidades desejadas. O Estágio Curricular Obrigatório deverá ter uma duração mínima de 180 horas e a prorrogação só poderá ocorrer uma única vez por um prazo de 90 horas, ele deverá ser desenvolvido ao final do curso. Os alunos terão o direito de realizar outros estágios, sendo esses não curriculares. Durante o estágio o aluno deverá manter contatos regulares com a instituição através do professor orientador, que deverá ser um dos professores do curso. O estágio deve ser desenvolvido de acordo com o Plano de Estágio elaborado pelos supervisores, supervisor na empresa e pelo professor orientador, visando contemplar as competências e habilidades requeridas no plano de curso. A avaliação do estágio será feita pelo professor orientador, através: de entrevistas marcadas pelo mesmo no plano de estágio, do relatório de estágio e de sua apresentação e do desempenho do estágio, que é avaliado pelo supervisor do estagiário na empresa. O estagiário será acompanhado pelo professor orientador por três entrevistas, sendo realizadas a cada terço do estágio, e pela visita técnica. Podendo ocorrer outras visitas caso sejam necessárias. O relatório final do estágio deverá ser elaborado conforme normativo da instituição e apresentado num prazo máximo de 30 dias após o término do mesmo. 62

63 Capítulo 6: NORMAS DE ORGANIZAÇÃO DIDÁTICA PARA O ENSINO TÉCNICO Respeitando os preceitos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação LDB, a avaliação será contínua e cumulativa (...) com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais. Neste contexto, as avaliações têm um caráter de diagnóstico, excluindo-se a sua importância de terminalidade de uma etapa. Ao longo do módulo de aprendizagem, serão construídas as etapas do processo de forma integrada, entre todas as competências, a fim de que, ao término do módulo, haja um produto que envolva todas as competências. Durante o desenvolvimento das habilidades serão realizadas atividades visando a construção de competências. Essas atividades também servirão de avaliação diagnóstica. Ao aluno, para ser considerado habilitado, será exigida a freqüência mínima de 75% do total de horas letivas para a aprovação, conforme Inciso VI, Art. 24 da L.D.B n.º 9.394/96. Os alunos serão avaliados conforme previsto na Organização Didática dos Cursos da Educação Profissional Técnica de Nível Médio do, segundo o Cap. VII, Art. 48 e 49, a saber: Art. 48. O DESEMPENHO ACADÊMICO DO ALUNO SERÁ EXPRESSO NO MEMORIAL DE DESEMPENHO ACADÊMICO CONSTANTE NO DIÁRIO DE CLASSE. 1 o O Memorial de Desempenho Acadêmico é um instrumento que compreende a compilação de todos os trabalhos realizados pelo aluno, em cada disciplina ou competência, durante a etapa do curso, tomando-se como referência os indicadores de composição de competências, aqui entendidas como um conjunto de habilidades, atitudes e outros atributos humanos necessários ao desempenho e produtividade requeridos pelo mundo do trabalho. 63

64 2 o Os indicadores de composição de competências a serem considerados no Memorial de Desempenho Acadêmico são: assiduidade e pontualidade, domínio cognitivo, cumprimento e qualidade das tarefas, capacidade de produzir em equipe e autonomia, assim definidos: a) ASSIDUIDADE E PONTUALIDADE COMPARECIMENTO EM TODAS AS AULAS E CHEGADA NO HORÁRIO PRÉ- ESTABELECIDO NOS LOCAIS ONDE AS AULAS SERÃO MINISTRADAS; b) DOMÍNIO COGNITIVO CAPACIDADE DE RELACIONAR O NOVO CONHECIMENTO COM O CONHECIMENTO JÁ ADQUIRIDO; c) CUMPRIMENTO E QUALIDADE DAS TAREFAS EXECUÇÃO DE TAREFAS COM REQUISITOS PREVIAMENTE ESTABELECIDOS NO PRAZO DETERMINADO COM PROPRIEDADE, EMPENHO, INICIATIVA, DISPOSIÇÃO E INTERESSE; d) Capacidade de produzir em equipe aporte pessoal com disposição, organização, liderança, cooperação e interação na atividade grupal no desenvolvimento de habilidades, hábitos, conhecimentos e valores. e) Autonomia capacidade de tomar decisões e propor alternativas para solução de problemas, iniciativa e compreensão do seu desenvolvimento. 3 o Para cada indicador de composição de competências, contido no Memorial de Desempenho Acadêmico, será registrado um dos conceitos assim estabelecidos e relacionados com uma escala quantitativa de rendimento: a) Superior (SS) de 90% a 100%; 64

65 b) Médio Superior (MS) de 70% a 89,9%; c) Médio (ME) de 60% a 69,9%; d) Médio Inferior (MI) de 40% a 59,9%; e) Insuficiente (IN) de 10% a 39,9% f) Sem Rendimento (SR) menor do que 10% 4º Ao aluno que não realizar a(s) atividade(s) de verificação da aprendizagem será registrado o código NA Não Avaliado. 5 o O conceito do aluno na disciplina ou competência será determinado pela incidência dos conceitos dos indicadores de composição de competências. Art. 49. Será considerado habilitado na etapa do curso o aluno que obtiver no Conselho de Classe Final o conceito global, no mínimo, Médio (ME) e possuir freqüência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) do total de horas desenvolvidas na etapa do curso. Parágrafo Único No Conselho de Classe Final será confeccionada a Planilha de Resultados Finais com a carga horária total desenvolvida no período letivo, o conceito dos alunos em cada disciplina ou competência, o conceito global dos alunos no período letivo, o percentual de faltas e a respectiva condição de competência obtidos no período letivo, assim definida: a) Habilitado (H); b) Não Habilitado (NH). Várias serão as estratégias adotadas na aprendizagem, entre elas: projetos, seminários, pesquisas de campo com emissão de relatório técnico, visitas técnicas a órgãos públicos e empresas privadas, resumos de textos, avaliações teórico-práticas, etc. O discente será avaliado processualmente ao longo do módulo nas habilidades/competências que requerem atividades teórico práticas. Caso o aluno não 65

66 alcance o desempenho estabelecido, ele será orientado pelos docentes nas habilidades necessárias para a integralização dos conhecimentos da competência, ainda durante o módulo. Ao término de cada módulo se consolidará a avaliação por Memorial que ocorrerá através de reunião do Conselho de Curso, exigindo-se a ação conjunta de todos os professores envolvidos e departamentos competentes da Unidade de Ensino, incidindo sobre a freqüência, o desempenho acadêmico e o conhecimento adquirido na educação profissional, inclusive no trabalho. Nas avaliações serão observadas se as competências trabalhadas foram efetivamente construídas. O aluno que for habilitado em pelo menos 60% das competências do módulo, terá suas deficiências trabalhadas no módulo subseqüente, cabendo a este, o desenvolvimento das mesmas como necessárias para a habilitação no módulo atual. Para tanto, faz-se necessária uma avaliação diagnóstica do processo para identificar os fatores que levam ao não desenvolvimento das devidas competências e intervir. O discente que não conseguir desenvolver pelo menos 60% das competências terá que cursar o devido módulo novamente a fim de ser melhor trabalhado suas deficiências. A certificação de qualificação técnica conforme plano de curso somente poderá ser atribuída ao estudante que obtiver o conceito de habilitado no conjunto dos módulos. Isso implica em ter no mínimo o conceito R em 100% das competências do curso. CAPÍTULO VIII DO APROVEITAMENTO DE ESTUDOS E DE EXPERIÊNCIAS ANTERIORES Seção I Do Aproveitamento de Estudos Art. 51. Entende-se por aproveitamento de estudos o processo de reconhecimento de disciplinas, competências ou etapas cursadas com aprovação em cursos da EPTNM ou no Ensino Médio, no ou em outras Instituições de Ensino, credenciadas pelo Ministério 66

67 da Educação, bem como Instituições Estrangeiras, para a obtenção da habilitação, conforme estabelece o Art. 11 da Resolução CNE/CEB n o 04/99. Art. 52. O aluno solicitará o aproveitamento de estudos no prazo fixado no Calendário Acadêmico. Art. 53. A solicitação para aproveitamento de estudos será encaminhada ao Conselho de Curso para análise e emissão de parecer e deverá seguir os seguintes passos: I- Quando se tratar de disciplina(s) ou competência(s): a) preencher, no protocolo, formulário próprio, especificando a(s) disciplina(s) ou competência(s) pretendida(s); b) anexar os seguintes documentos devidamente autenticados e assinados pela Instituição de origem: 1. histórico escolar; 2. plano do curso da EPTNM, no qual está inserida a qualificação, aprovado pelos órgãos competentes do sistema de ensino conforme estabelecido pelo Art. 13 da Resolução CNE/CEB n o 04/99 ou programa das disciplinas cursadas com aprovação, com registro de carga horária total das aulas teóricas e práticas. II- Quando se tratar de etapa(s) do curso: a) preencher no protocolo formulário próprio, especificando a(s) etapa(s) pretendida(s); b) anexar os seguintes documentos, devidamente autenticados e assinados pela Instituição de origem: 1. Certificado de qualificação profissional técnica de nível médio com o histórico escolar conforme estabelece o Art. 14 da Resolução CNE/CEB n o 04/99, ou documento comprobatório de habilitação na(s) etapa(s) cursada(s); 2. Plano de curso da EPTNM, aprovado pelos órgãos competentes do sistema de ensino 67

68 conforme o que estabelece o Art. 13 da Resolução CNE/CEB n o 04/99, onde está inserida a qualificação ou as etapas cursadas com aprovação. 1 o Quando se tratar de documentos oriundos de instituições estrangeiras, os mesmos deverão ter traduções oficiais, e o curso deverá ter sua equivalência, com os inseridos no Cadastro Nacional de Cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio, aprovada por instituição autorizada pelo Ministério da Educação para tal fim. 2 o Tratando-se de aproveitamento de estudos realizados no próprio o requerente ficará dispensado do cumprimento da exigência referida na alínea b dos incisos I e II deste artigo. Art. 54. O estudo da equivalência da(s) disciplina(s), competência(s) ou etapa(s) será feito pelo Conselho de Curso observando a compatibilidade de carga horária, conteúdo programático ou competências e habilidades, e o tempo decorrido da conclusão da(s) disciplina(s), competência(s) ou etapa(s) e a solicitação pretendida. Art. 55. Após emissão do parecer do Conselho de Curso os processos, serão encaminhados à DDE, na Sede, ou ao DEPEN, nas UNED, para análise e deliberação final. 1º A GRA, na Sede, ou a CORES, nas UNED, encaminhará o resultado da deliberação à Coordenação de Curso. 2 o A Coordenação de Curso deverá informar aos docentes a dispensa do aluno, quando houver, face ao aproveitamento Critérios de Avaliação da Aprendizagem O Curso Técnico em Meio Ambiente concebe a Avaliação como um processo amplo, contínuo, sistemático, gradual, cumulativo e cooperativo, responsável por articular as dimensões essenciais da práxis pedagógica o ensino e a aprendizagem, tendo em vista a otimização das potencialidades efetivamente humanas dos educandos, tanto no âmbito psicossocial e profissional como no científico-tecnólogico. Assim sendo, em virtude dessa concepção filosófico-pedagógica, os critérios de avaliação de aprendizagem do curso supracitado se nortearão de acordo às determinações do Capítulo VII e da Organização Didática do Ensino Profissionalizante de Nível técnico, aprovado pela portaria número 297 de 31 de maio de 2002, em anexo. 68

69 Capítulo 7: Instalações e Equipamentos De acordo com o que foi anteriormente abordada, a filosofia central do presente. Curso é a de trabalhar a questão dos impactos ambientais trazidos pela ação antrópica, tanto em ambientes urbanos como em áreas rurais, para que isso ocorra de forma contextualizada e interdisciplinar faz -se necessário à utilização dos seguintes laboratórios: 7.1) Laboratórios Existentes I Laboratório de Química Geral e Analítica Nesse laboratório serão desenvolvidas as atividades práticas nas áreas de Química Geral e Química Analítica. Descrição dos Equipamentos/Material do Laboratório de Química Geral e Analítica Material Disponível Quantidade Balança semi-analítica 02 Balança de precisão eletrônica 01 Balança eletrônica 02 Centrífuga Excelsa Baby 01 Medidor portátil oxig. MTX Medidor portátil ph MTX Barrilete para água destilada 01 Suporte universal 05 Agarras diversas 15 Cadeira com armação tubular c/ concha em polipropileno 01 Reagentes (diversos) x Vidrarias (erlenmeyer, becker, pipeta, proveta, funil, t.ensaio, etc...) x II Laboratório de Biologia e Ecologia Geral O presente laboratório será utilizado para trabalhar conteúdos das áreas de Ecologia Geral, Saneamento Ambiental, entre outras. Descrição dos Equipamentos/Material do Laboratório de Biologia e Ecologia Geral Material Disponível Quantidade Microscópio Biolar B, MTX Microscópio Esterescopio MST Microscópio StudartM1, MTX Microcópio Binocular, 200M 02 Cadeira com armação tubular c/ concha em polipropileno 01 Vidrarias diversas (lâmina, lamínula, pipeta, Becker, placa de x Pettri,...) Reagentes e corantes diversos x Tripé 05 69

70 III Laboratório de Física Descrição dos Equipamentos/Material do Laboratório de Física Material Disponível Quantidade Cadeira fixa com estrutura de ferro 03 Cadeira giratória com rodízio 01 Mesa de madeira 01 Armário de madeira 01 Trilho de ar colchão de ar linear Henstchel Marca Maxwell 01 Voltímetro digital TR-1676/B 01 Amperímetro ST, CC, CA, 0A 100 MA 01 Transformador c/ barra de base fixa 01 Transformador 110/220 V 1000W 01 Estabilizador de voltagem 1KVA SMS 01 Sistema modular p/ estudo e treinamento de magnetismo, MTX Sist. didático assistido p/ computador p/ estudo servo contr.. MTX Paquímetro quadrimendsional 05 Cronômetro analógico, manual Plano inclinado completo Aragão, Mesa de força simples, Maxwell 06 Dinamômetro didático, graduado 10 Pendulo didático, forma cunha 07 Suporte universal com haste de ferro marca Metalic 24 Trompa D agua, marca Metalic 03 Régua met[alica, de 100cm 09 Transformador 110/220V 1000W 03 IV Laboratório de Solos Descrição dos Equipamentos/Material do Laboratório de Solos Material Disponível Quantidade Aparelho VICAT MTX Cadeira Universitária 20 Esclerometro de Schimidt, MTX Estufa Marca OLIDEFF, EE52B 01 Mesa de Madeira com 04 gavetas 02 Mira Encaixe 04 Nível automático, CST 01 Jogo de Peneira Granulométrica 8x2 01 Teodolito Eletrônico, Benger 01 Capacetes de Proteção 40 70

71 V Sala de Desenho Técnico Descrição dos Equipamentos/Material da Sala de Desenho Técnico Material Disponível Quantidade Pranchetas com régua paralela 40 Quadro para giz 01 Armário 01 Bancos 10 VI Laboratório de Informática Descrição dos Equipamentos/Material do Laboratório de Informática Material Disponível Quantidade Microcomputador 20 Estabilizador de Voltagem 1 KVA SMS 03 Aparelho de ar condicionado Marca Eletrolux BTU 01 Cadeiras 30 Bancadas 10 VII - Laboratório de Cartografia e Geoprocessamento O presente laboratório dará suporte técnico às atividades dos conteúdos de Cartografia (Geografia), Topografia, AutoCAD e Geoprocessamento através de mapas e plantas impressas e digitais, além da infra-estrutura a seguir: Equipamento/Material Disponível Quantidade Microcomputador com o software Spring e AutoCAD 16 Cadeira 16 Data-show 01 Quadro-branco 01 Ar-condicionado 01 Bússola 09 Receptor de GPS 02 71

72 VIII - Laboratório de Qualidade da Água O Laboratório de Qualidade da Água dará suporte às atividades das disciplinas Saneamento Ambiental e Tratamento de Água e Efluentes, mediante a realização de atividades práticas, principalmente, análise de amostras de água e efluentes. Equipamento/Material Disponível Quantidade Banqueta 16 Destilador de água 01 Balança eletrônica analítica 01 Kit comparador colorimétrico para ph e cloro residual 01 Bloco digestor DQO 01 Medidor de dureza microprocessado aparelhado digital 01 Medidor de nitrito 01 Medidor de nitrato 01 Medidor de amônia 01 Medidor portátil de oxigênio dissolvido 01 Chapa aquecedora retangular de alumínio 01 Banho Maria 01 Agitador de frascos Erlenmeyer 01 Capela de exaustão 01 Estufa de secagem 01 Condutivímetro de bancada 01 phmetro 01 IX - Laboratório de Bioquímica e Microbiologia O presente laboratório será utilizado durante as atividades da disciplina de Biologia, basicamente naquelas relacionadas aos conteúdos de Bioquímica e Microbiologia, mediante a utilização dos seguintes materiais, sendo que alguns serão utilizados em conjunto com o Laboratório de Qualidade da Água: Equipamento/Material Disponível Quantidade 72

73 Cadeira 16 Quadro-branco 01 Ar-condicionado 01 Estufa de cultura e bacteriologia microprocessada 01 Chuveiro lava-olhos 01 Capela de fluxo laminar 01 Capela de exaustão 01 Balança analítica 01 Estufa de secagem 02 Micropipetas 02 Espectofotômetro 01 Destilador de água 01 Microscópio binocular de imersão 01 phmetro ) Outros Ambientes Existentes A Escola conta com uma estrutura física adequada para o desenvolvimento das práticas pedagógicas, como:sala de aula, sala de Artes,quadra Esportiva,cantina,02 salas de áudiovisual,auditório, biblioteca. 73

74 7.3) Acervo Bibliográfico BAHIA. SECRETARIA DO PLANEJAMENTO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA. CENTRO DE RECURSOS AMBIENTAIS. A caminho da Agenda 21 - referências para uma gestão ambiental sistêmica: caderno II. Salvador. SEPLANTEC p. DIAS, Genebaldo Freire. Educação ambiental - princípios e práticas. São Paulo. Gaia ed. rev. ampl. 551 p. GEWANDSZNAJDER, Fernando. Ecologia hoje - a conservação da natureza. São Paulo. Ática p. BRANCO, Samuel Murgel. O meio ambiente em debate. São Paulo. Moderna ed. rev. amp.96 p. BRANCO, Samuel Murgel. O meio ambiente em debate. São Paulo. Moderna ed. rev. amp.96 p. MORAES, Antonio Carlos Robert. Meio ambiente e ciências humanas. São Paulo. Hucitec ed. 100 p. REIGOTA, Marcos. Meio ambiente e representação social. São Paulo. Cortez ed. 87p. KLOETZEL, Kurt. O que é meio ambiente. São Paulo. Brasiliense p. DAUBOIS, Jeanne. A ecologia na escola. Lisboa. Estampa p. NEVES, Estela; TOSTES, André. A lei em suas mãos - meio ambiente. Petrópolis. Vozes ed.87 p. DUARTE, Ruth de Gouvêa. Lições da natureza. São Paulo. Atual p. NOVELLI, Luca. Ecologia em quadrinhos. São Paulo. Brasiliense ed. 3 v. NOVELLI, Luca. Ecologia em quadrinhos. São Paulo. Brasiliense ed. 3 v. LÉVAY, Cláudia. Ecologia em quadrinhos. Amazônia. São Paulo. Brasiliense v. BRASIL. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. Nossa mata toda vida. Brasília. Estúdio Graal. [2000]. 64 p. SARIEGO, José Carlos. Educação ambiental - as ameaças ao planeta azul. São Paulo. Scipione p. BARRÈRE, Martine (Coord.). Terra, patrimônio comum -a ciência a serviço do meio ambiente e do desenvolvimento. São Paulo. Nobel p. GUEVARA, Arnoldo José de Hoyos et al. Conhecimento, cidadania e meio ambiente. São Paulo. Petrópolis p. D'AURIA, Pascale Védère. A natureza e seus habitantes. Belo Horizonte. Hemma não consta NASR, Seyyed Hossein. O homem e a natureza. Rio de Janeiro. Ed. Zahar p. MURGEL, Eduardo et al. Ecologia em debate. São Paulo. Moderna p. SARIEGO, José Carlos. Educação ambiental - as ameaças ao planeta azul. São Paulo. Scipione p. VINHA, Sérgio Guimarães da; LOBÃO, Dan Érico V. P..Estação ecológica do Pau-brasil. Porto Seguro BA. [Porto Seguro]. CEPLAC p. PAULINO, Wilson Roberto. Ecologia atual. São Paulo. Ática ed. 176 p. PAULINO, Wilson Roberto. Educação ambiental. São Paulo. Ática ed. 103, viii p. XAVIER, Maria Lea. Educação ambiental / participação escolar e comunitária para a preservação do meio ambiente. Eunápolis - BA na atuação histórica. Cuiabá. Universidade Federal de Mato Grosso [141] p. MATER NATURA. INSTITUTO DE ESTUDOS AMBIENTAIS. Ecolista. cadastro nacional de instituições ambientalistas. Curitiba. WWF ed. rev. amp. 325p. 74

75 FURLAN, Sueli Angelo; NUCCI, João Carlos. A conservação das florestas tropicais. São Paulo. Atual p. SOCIEDADE BRASILEIRA PARA O PROGRESSO DA CIÊNCIA - Meio ambiente águas. Rio de Janeiro. Global p SOCIEDADE BRASILEIRA PARA O PROGRESSO DA CIÊNCIA - Meio ambiente águas. Rio de Janeiro. Global ed. 95 p. ART, Henry W. (Ed.). Dicionário de ecologia e ciências ambientais. São Paulo. Melhoramentos p. 75

76 Capítulo 8: Corpo Docente O corpo docente que trabalha e trabalhará no presente curso é qualificado, pósgraduado e alguns com larga experiência profissional em outras Instituições. Os nomes com suas respectivas formações estão listados a seguir: QUADRO DEMONSTRATIVO DO PESSOAL DOCENTE EFETIVO CEFET UE EUNÁPOLIS-BA NOME Área de Atuação Titulação CH Alaíde Alves de Oliveira Biologia Especialista D.E. Aristides Carlos Souto Rocha Arquitetura Mestre D.E Benival Vilaça Ferreira Júnior Artes Especialista D.E. Celso Eduardo Brito Matemática Graduado D.E. Cláudia Mendes Cordeiro Geografia Mestra D.E. Daniel Von Rondon Martins Saneamento Ambiental Mestre D.E. Daniela Pereira Contelli Administração Especialista D.E. Danilo Almeida Souza Física Mestrando D.E. Edmilson Pedreira dos Reis Construção Civil Especialista D.E. Edna Zanovelli Desenho Especialista D.E. Eduardo Jorge Vidal Dutra Construção Civil Especialista D.E. Eliane Souza de Jesus Língua Portuguesa Especialista 40h Fabiana Zanelato Bertolde Biologia Doutoranda D.E. Francisco Nataniel Batista de Albuquerque Geografia Mestre D.E. Elcimar Rocha Física Graduado D.E. Guillermo Van Erven Caballa Física Mestre D.E. Haroldo José dos Santos Química Mestre D.E. Christian Ricardo Passos Química Mestre D.E. José Alves de Oliveira Neto Matemática Mestre D.E. Juliana Almeida Pereira e Santos Enfermagem Especialista D.E. José Roberto Filosofia Mestre D.E. 76

77 NOME Área de Atuação Titulação CH Marcos dos Santos Ferreira Matemática Mestre D.E. Marco Antônio Paranhos Silva Informática Graduado 40 h Marlécia Ferreira Sanders Informática Especialista D.E. Mayara Barbosa Informática Especialista D.E. Nadja Núbia Ferreira Leite Cardoso Língua Portuguesa Mestranda D.E. Nathália Helena Além História Especialista D.E. Ricardo Torres Ribeiro História Mestre D.E. Rodrigo Gallotti Lima Eng. Ambiental Doutorando D.E. Rogério Silva Sociologia Mestrando D.E. Rosicler Teresinha Sauer Educação Física Mestra D.E. Capítulo 9: Certificados e Diplomas Diante da falta de estrutura logística da instituição, e orientando-se pela demanda do mercado empregador, a única forma de ingresso no curso dar-se-á através do Primeiro Módulo. O aluno que desenvolver todas as habilidades dos módulos, construir as respectivas competências com aproveitamento e freqüência mínima previstos nas Normas Acadêmicas da Instituição e concluir o Estágio Curricular Obrigatório, receberá o diploma de Técnico em Meio Ambiente, área profissional Meio Ambiente. 77

78 Anexos: I - Bibliografia Citada no Projeto MOROSTEGA, G. B. Caminhos e possibilidades da Educação Ambiental. Jornal do MEC, Brasília, p. 7, maio BRASIL. Referenciais Curriculares Nacionais da Educação Profissional de nível Técnico: área de Meio Ambiente. Brasília: MEC/SEMTEC, p. BRASIL, Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais Ensino Médio. Brasília: MEC/SEMTEC, Resolução CNE/CEB no 04/99 institui as diretrizes curriculares nacionais para a educação profissional de nível técnico. 78

79 II - RESOLUÇÃO Nº 262, DE 28 JUL 1979 Dispõe sobre as atribuições dos Técnicos de 2º grau, nas áreas da Engenharia, Arquitetura e Agronomia. RESOLVE: Art. 1º - Para efeito de fiscalização do exercício profissional dos Técnicos de 2º Grau, as atividades constantes do Art. 24 da Resolução nº 218 ficam assim explicitadas: 1) Execução de trabalhos e serviços técnicos projetados e dirigidos por profissionais de nível superior. 2) Operação e/ou utilização de equipamentos, instalações e materiais. 3) Aplicação das normas técnicas concernentes aos respectivos processos de trabalho. 4) Levantamento de dados de natureza técnica. 5) Condução de trabalho técnico. 6) Condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção. 7) Treinamento de equipes de execução de obras e serviços técnicos. 8) Desempenho de cargo e função técnica circunscritos ao âmbito de sua habilitação. 9) Fiscalização da execução de serviços e de atividade de sua competência. 10) Organização de arquivos técnicos. 11) Execução de trabalhos repetitivos de mensuração e controle de qualidade. 12) Execução de serviços de manutenção de instalação e equipamentos. 13) Execução de instalação, montagem e reparo. 14) Prestação de assistência técnica, ao nível de sua habilitação, na compra e venda de equipamentos e materiais. 15) Elaboração de orçamentos relativos às atividades de sua competência. 16) Execução de ensaios de rotina. 17) Execução de desenho técnico. Parágrafo único - Para efeito de interpretação desta resolução, conceituam-se: 1. CONDUZIR - Significa fazer executar por terceiros o que foi determinado por si ou por outros. BA / UNED VITÓRIA DA CONQUISTA 79

80 2. DIRIGIR - Significa determinar, comandar e essencialmente decidir. Quem é levado a escolher entre opções, quem é obrigado a tomar decisões, quem deve escolher o processo construtivo e especificar materiais em uma edificação está a dirigir 3. EXECUTAR - Significa realizar, isto é, materializar o que é decidido por si ou por outros. 4. FISCALIZAR - Significa examinar a correção entre o proposto e o executado. 5. PROJETAR - Significa buscar e formular, através dos princípios técnicos e científicos, a solução de um problema, ou meio de consecução de um objetivo ou meta, adequando aos recursos econômicos disponíveis as alternativas que conduzem à viabilidade da decisão. Art. 2º - Visando à fiscalização de suas atividades, bem como à adequada supervisão, quando prevista nesta Resolução, por profissional de nível Superior, os Técnicos de 2º Grau ficam distribuídos pelas áreas de habilitação. Art. 3º - Constituem atribuições dos Técnicos de 2º Grau, discriminados no Art. 2º, o exercício das atividades de 01 a 17 do artigo 1º desta Resolução, circunscritas ao âmbito restrito de suas respectivas habilitações profissionais. Art. 4º - A nenhum Técnico de 2º Grau poderá ser concedida atribuição que não esteja em estrita concordância com sua formação profissional definida pelo seu currículo escolar e escolaridade. Art. 5º - É assegurada aos Técnicos de 2º Grau a competência para assumir a responsabilidade técnica por pessoa jurídica cujo objetivo social seja restrito às suas atribuições. Art. 6º - As atribuições dos Técnicos de 2º Grau serão, por ocasião do seu registro, anotadas em sua Carteira de Identidade Profissional. Parágrafo único - Para efeito do disposto neste artigo, deverá o CREA, após o exame do currículo escolar do registrado, fazer constar na sua carteira o(s) campo(s) de atuação do profissional. Art. 7º - Na eventualidade de virem a ser definidas novas habilitações profissionais a nível de 2º Grau, de validade nacional, o CONFEA baixará Resoluções visando ao estabelecimento das correspondentes atribuições. Art. 8º - Aos Técnicos de Grau Médio diplomados anteriormente à vigência da Lei nº 5.692/71 e já registrados à data da entrada em vigor desta Resolução serão asseguradas as atribuições consignadas em seu registro. 80

81 Art. 9º - Aos Técnicos de Grau Médio referidos no artigo anterior, já diplomados mas não registrados, serão concedidas as atribuições consignadas nas normas vigentes anteriormente à publicação desta Resolução. Art Aos Técnicos de 2º Grau já diplomados, registrados ou não, serão concedidas as Atribuições previstas nesta Resolução. Art Esta Resolução entra em vigor na data da sua publicação no Diário Oficial da União. Brasília, 28 Julho de Engº Civil e Eletrotécnico INÁCIO DE LIMA FERREIRA (Presidente) Engº. Civil HARRY FREITAS BARCELLOS (1º Secretário) Publicada no D.O.U. de 06 SET Seção I - Parte II - Págs /

82 FEVEREIRO/2011 EUNÁPOLIS - BA Ministério da Educação SETEC / / Av. David Jonas Fadini, s/ Nº, Rosa Neto, Eunápolis BA CEP Telefax: (73) /

83 Ministério da Educação SETEC / / Av. David Jonas Fadini, s/ Nº, Rosa Neto, Eunápolis BA CEP Telefax: (73) / CURSO TÉCNICO EM MEIO AMBIENTE ELABORAÇÃO: Coord. Prof. Daniel Von Rondon Martins Profª. Alaíde Alves da Silva Oliveira Profª. Andréia Rita Pereira de Sousa Profª Aurelina Conceição Sacramento Profª, Cláudia Mendes Cordeiro Prof. Edmilson Pedreira dos Reis Profª Eliana Alcântara Lisboa Prof. Francisco Nataniel B. de Albuquerque Profª. Helenice Silva de Jesus Torres Profª. Margareth Alves Ferreira Profª. Marilda Borin da Cunha Prof. Rodrigo Gallotti Lima FEVEREIRO/2011 EUNÁPOLIS BA 83

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