POLÍTICA-QUADRO DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL DA SADC

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1 POLÍTICA-QUADRO DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL DA SADC

2 LISTA DE ABREVIATURAS E ACRÓNIMOS AIDA UA COMESA CMC IFD EAC IDE PIF ZCL PIB IUMP IDF MVA ODA RIDMP RISDP SADC PME SQAM TBT Desenvolvimento Industrial Acelerado em África União Africana Mercado Comum da África Oriental e Austral Comité de Ministros do Comércio Instituição de Finanças para o Desenvolvimento Comunidade da África Oriental Investimento Directo Estrangeiro Protocolo de Finanças e Investimento (PIF) Zona de Comércio Livre Produto Interno Bruto Programa de Desenvolvimento e Modernização Industrial Fórum de Desenvolvimento Industrial Cadeia de Valores da Indústria Transformadora Ajuda Pública ao Desenvolvimento Plano Director Regional de Desenvolvimento de Infra-estruturas Plano Indicativo Estratégico de Desenvolvimento Regional Comunidade de Desenvolvimento da África Austral Pequenas e Médias Empresas Normalização, Garantia da Qualidade, Acreditação e Metrologia Barreiras Técnicas ao Comércio 1

3 Índice LISTA DE ABREVIATURAS E ACRÓNIMOS INTRODUÇÃO ANTECEDENTES E ANÁLISE DA SITUAÇÃO VISÃO, MISSÃO, PRINCÍPIOS E OBJECTIVOS DA POLÍTICA-QUADRO Visão Missão Princípios Objectivos PRINCIPAIS ÁREAS DE INTERVENÇÃO a) Formulação de Estratégias Específicas ao Sector b) Promoção do desenvolvimento industrial através da inovação, da transferência de tecnologias e da investigação e desenvolvimento c) Aprimoramento das normas, regulamentos técnicos e infra-estruturas de qualidade d) Desenvolvimento e actualização das competências para a industrialização e) Criação de um mecanismo de financiamento industrial f) Melhoria da disponibilização de infra-estruturas para o desenvolvimento industrial 20 g) Reforço do apoio às pequenas e médias empresas h) Promoção do investimento directo estrangeiro e local e as exportações i) Formulação de estratégias regionais tendentes a explorar as oportunidades de cooperação com outras regiões do mundo NECESSIDADES EM TERMOS DE CAPACIDADE INSTITUCIONAL E DE RECURSOS PARA IMPLEMENTAÇÃO a) Estruturas Institucionais de Implementação b) Capacidade institucional para a implementação c) Monitorização e Avaliação Anexo 1: QUESTÕES TRANSVERSAIS Estabilidade macroeconómica

4 Política de Concorrência Contratação pública de empreitadas das obras públicas, prestação de serviços e aquisição de bens Política sobre Trocas Comerciais Ambiente e Alterações Climáticas Perspectiva de Género Luta contra o VIH/SIDA Anexo 2: MATRIZ PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA POLÍTICA-QUADRO DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL DA SADC

5 1 INTRODUÇÃO 1.1 O desenvolvimento industrial foi colocado no centro da agenda de integração para o desenvolvimento da SADC. Os Estados Membros da SADC reconhecem que o desenvolvimento industrial constitui o centro para a diversificação das suas economias, o desenvolvimento da capacidade produtiva e a criação do emprego com vista a reduzir a pobreza e lançar as suas economias numa trajectória de crescimento mais sustentável. 1.2 Todos os países em desenvolvimento que foram capazes de efectuar a transição de um estado de rendimento baixo para uma estado de médio-alto e alto rendimento, fundamentalmente na Ásia, dependeram da indústria transformadora como principal fonte e motor de crescimento. Um desafio fundamental para a SADC, enquanto região, prende-se com a ultrapassagem de uma trajectória de crescimento económico assente no consumo e na exportação de produtos de base para uma trajectória de desenvolvimento sustentável baseado na industrialização. Associado à este fenómeno está a necessidade de se construir infra-estruturas económicas, aumentar a base tecnológica, as economias de escala e de âmbito e a competitividade das indústrias, aproveitando, entre outros elementos, o programa de infra-estruturas regionais. 1.3 A este respeito, a Política-Quadro de Desenvolvimento Industrial da SADC assume extrema importância. Define as áreas de cooperação a nível regional com vista a construir uma base industrial diversificada, inovadora e internacionalmente competitiva, que contribui para o crescimento sustentável e a criação de emprego em benefício mútuo da sua população. O quadro proporciona um ponto de referência e orientará a coordenação das políticas, actividades e processos complementares complexos que formarão parte do quadro de desenvolvimento industrial regional. O documento visa também divulgar as aspirações de industrialização da região e proporcionar uma direcção para o sector privado, tanto dentro como fora da região. O instrumento descreve uma visão e missão regionais para a economia industrial na SADC, bem como as principais intervenções para a implementação a curto, médio e longo prazo com vista a concretizar esta visão. 1.4 Este quadro reconhece que a formulação e implementação da política industrial é essencialmente uma prerrogativa nacional. Reconhece ainda que a política industrial, por exemplo, a acção governamental, através de instrumentos e intervenções de políticas adequadas em apoio ao crescimento da indústria transformadora dinâmica, permanece o instrumento legítimo para o desenvolvimento. Portanto, a Política-Quadro de Desenvolvimento Industrial da SADC encoraja os Estados Membros a continuarem a formular e a implementar 4

6 políticas e estratégias nacionais destinadas a estimular e a aumentar as suas capacidades produtivas, pois estas políticas são importantes como base de informação e apoio ao quadro regional. Por isso, o quadro procura complementar e consolidar as oportunidades mutuamente vantajosas da SADC e superar os desafios comuns relativos à industrialização, através da formulação de estratégias ou actividades coordenadas a nível regional A Política-Quadro de Desenvolvimento Industrial da SADC reconhece ainda que não existe um modelo e uma abordagem uniformizada para um processo de industrialização da região. Adoptou-se o termo quadro para abarcar um conjunto de componentes e intervenções de políticas que influenciam directa e indirectamente a estrutura e o desempenho da estrutura industrial dentro dos distintos contextos nacionais e regionais. Contudo, um mercado regional integrado torna-se fundamental para a geração de economias de escala necessárias para desencadear o potencial industrial da região e aumentar a competitividade das firmas nacionais. Isto resultaria em economias de escala a providenciarem infraestruturas de apoio e a prestarem os serviços necessários para o desenvolvimento do sector transformador regional, bem como a criação da competitividade industrial. Dentro deste contexto, a promoção de cadeias de valor e de ligações entre as redes de produção transfronteiras tem o potencial para estimular os ganhos da eficiência capazes de ser gerados através de mercados regionais integrados assentes em vantagens comparativas e competitivas. 1.6 O ponto de partida para a Política-Quadro Industrial da SADC é o Programa de Desenvolvimento e Modernização Industrial (IUMP), adoptado pelo Comité de Ministros do Comércio (CMC) da SADC em Junho de O objectivo do IUMP consiste em aumentar a produtividade da capacidade industrial existente e promover o desenvolvimento de cadeias de valor regionais nos sectores seleccionados em toda a região. Foram identificados nove sectores prioritários inseridos no IUMP e o foco do programa recairia em desenvolver as capacidades existentes da indústria transformadora, modernizar as instalações produtivas, reforçar as infra-estruturas de apoio institucional e fortalecer as capacidades de investigação e inovação da região. 1.7 Portanto, a Política-Quadro Industrial da SADC facilita o aumento da cooperação de modo a tirar-se partido das ligações ou sinergias retrógradas e progressistas, construindo gradualmente uma base industrial diversificada, inovadora e internacionalmente competitiva em toda a região. Descreve as seguintes intervenções específicas transversais e sectoriais amplas visando a implementação a nível regional: (i) (ii) desenvolver e explorar oportunidades mutuamente benéficas para a SADC; melhorar as normas, os regulamentos técnicos e infra-estruturas de qualidade; 5

7 (iii) promover a cooperação nos domínios da inovação, da transferência de tecnologias e das actividades de investigação e desenvolvimento; (iv) conceber mecanismos tendentes a melhorar o acesso ao financiamento para os sectores transformadores e conexos; (v) melhorar o apoio às pequenas e médias empresas (PME); (vi) integrar as infra-estruturas e serviços na estratégia de industrialização regional; (vii) atrair o Investimento Directo Estrangeiro (IDE), regional e local e promover as exportações; (viii) formular estratégias destinadas a explorar as oportunidades emergentes da cooperação estratégica da região com os parceiros internacionais; (ix) promover o alinhamento desta política com as políticas complementares existentes. 2. ANTECEDENTES E ANÁLISE DA SITUAÇÃO 2.1 Histórico e Contexto da Política O Tratado da SADC e o Plano Estratégico Indicativo de Desenvolvimento Regional (RISDP) prevêm uma abordagem de integração para o desenvolvimento na SADC, um instrumento que procura superar as barreiras ao crescimento e desenvolvimento da região, em termos de produção, infra-estruturas e eficiência. De um modo específico, a industrialização assumiu prioridade como um instrumento fundamental para o crescimento sustentável, o desenvolvimento e a erradicação da pobreza O Protocolo sobre Trocas Comerciais da SADC, que entrou em vigor em 2000, apela particularmente para que uma estratégia de industrialização acompanhe a implementação da Zona de Comércio Livre (ZCL) da SADC O RISDP reafirmou ainda o compromisso dos Estados Membros da SADC com várias áreas de intervenção prioritárias, nomeadamente o desenvolvimento de políticas deliberadas para a industrialização com o foco na promoção de ligações industriais e do aproveitamento eficiente dos recursos da região mediante o aumento do valor acrescentado. O Plano convida ainda os Estados Membros da SADC a perseguir políticas e estratégias industriais nacionais de maneira a fomentar a coerência regional e a reduzir as desigualdades regionais. 6

8 2.1.4 A análise específica para o sector, incluindo a análise das cadeias de valor, foi realizada com vista a servir de informação para a formulação de estratégias específicas para o sector. Isto conduziu à adopção em 2009 de um programa destinado a desenvolver e a modernizar as indústrias existentes, bem como a reforçar as infra-estruturas de apoio institucional visando melhorar a produtividade e a competitividade, ou seja, o IUMP. Na sua 23ª reunião, realizada em Novembro de 2011, em Luanda, Angola, o CMC priorizou a conclusão da Política- Quadro de Desenvolvimento Industrial da SADC e a implementação do IUMP. Assim, há muito os formuladores de políticas da SADC reconheceram a necessidade de se desenvolver o Quadro de Política de Desenvolvimento Industrial da SADC A Política-Quadro de Desenvolvimento Industrial reconhece as políticas, protocolos e demais quadros regionais que estão previstos no Tratado da SADC e no RISDP, conforme ilustra a Figura 1. 7

9 2.1.1 A implementação desta Política-Quadro de Desenvolvimento Industrial requererá o alinhamento de todas estas políticas a fim de complementar os esforços regionais tendentes a acelerar o ritmo do desenvolvimento industrial. Além disso, a operacionalização do Fundo de Desenvolvimento Regional da SADC, conforme prevê o Tratado da SADC, servirá de mecanismo financeiro capaz de mobilizar recursos em apoio ao desenvolvimento regional e ao aprofundamento da integração, incluindo o desenvolvimento industrial. Os detalhes relativos às principais questões regionais estão mais desenvolvidos no Anexo Os Estados Membros da SADC, enquanto parte da União Africana (UA), adoptaram o Plano de Acção para o Desenvolvimento Industrial Acelerado de África (AIDA) em Janeiro de A estratégia de implementação do AIDA está concentrada na criação de quadros de política industrial coerentes a nível nacional, regional e continental, que estejam focalizados nos dotes locais e sejam sensíveis a estes. Os Estados Membros da SADC, juntamente com os membros do Mercado Comum da África Oriental e Austral (COMESA) e a Comunidade Económica da África Oriental (EAC), adoptaram também o desenvolvimento industrial como um dos pilares sustentadores da cooperação regional ao abrigo do Mecanismo Tripartido. A Política-Quadro de Desenvolvimento Industrial da SADC redobra as sinergias com todos estes processos. 2.2 Análise da situação Sector Transformador A estrutura de produção dos países da SADC é característica de uma região em desenvolvimento, na qual grandes parcelas do Produto Interno Bruto (PIB) provêm dos sectores de produção primária, fundamentalmente dos sectores agrícola e mineiro. A contribuição destes sectores para o PIB é relativamente elevada, chegando a atingir em média perto de 50 por cento do PIB. O sector pesqueiro conquistou também um lugar importante em vários países. Contudo, o valor acrescentado nestes sectores primários permanece baixo, permanece, em média, em 14 por cento do PIB em 2009 (Banco Mundial, 2011). À excepção da África do Sul e das Maurícias, que possuem sectores transformadores bastante vastos, o sector industrial da SADC permanece relativamente não diversificado. Tabela 1: do Sector Transformador para o Produto Interno Bruto (PIB),% Angola Botswana RDC N/A N/A Lesoto

10 Madagáscar N/A N/A Malawi N/A N/A Maurícias Moçambique Namíbia Seychelles N/A N/A África do Sul Suazilândia Tanzânia Zâmbia Zimbabwe SADC* 14,20 14,67 14,67 14,73 15,07 14,40 14,87 14,73 14,33 14,07 14,60 13,90 Fonte: Banco Mundial (2012) * Relativamente ao período de 2010 e 2011, a média não contempla a RDC, Madagáscar, Malawi e Seychelles dada a indisponibilidade de dados Conforme ilustra a Tabela 1, em todos os Estados Membros da SADC a contribuição do sector transformador para o PIB é inferior a 20 porcento, sendo mesmo inferior a 5 porcento nalguns casos. A intensidade da industrialização é relativamente baixa, estando a produção industrial fortemente concentrada em produtos de baixa tecnologia, tais como alimentares, bebidas, têxteis, vestuário e calçados. Na maioria dos países, a contribuição do sector transformador para o PIB manteve-se relativamente inalterada ao longo da última década, não obstante algumas ligeiras tendências ascendentes e descendentes em todos os países A Tabela 2 que se segue ilustra o Valor Acrescentado da Indústria Transformadora (MVA) per capita 1 nos países da SADC. No período compreendido entre 1990 e 2010, quatro países da SADC registaram uma redução no MVA per capita e apenas dois registaram uma taxa de crescimento acima de 5 porcento. O desempenho nacional por país demonstrou também níveis variados de desenvolvimento em termos de MVA, entre os países da SADC. Tabela 2: Desempenho da Indústria Transformadora nos Países da SADC (USD) 1 O sector de transformação refere-se às indústrias inseridas nas divisões da Classificação Industrial de Normas Internacionais (ISIC). O valor acrescentado corresponde ao produto líquido de um sector depois de adicionados todos os produtos e subtraídos os factores de produção intermédios. 9

11 País MVA per capita (1990) MVA per capita (2010) 10 MVA per capita (taxa de crescimento anual composta, ) Angola ,8 Botswana ,6 RDC ,7 Lesoto ,3 Madagáscar ,8 Malawi ,0 Maurícias ,2 Moçambique ,2 Namíbia ,9 Seychelles ,8 África do Sul ,3 Suazilândia ,9 Tanzânia ,2 Zâmbia ,1 Zimbabwe ,5 Fonte: Base de dados da UNCTAD / UNIDO A ausência da diversificação do sector industrial da região é talvez mais evidente na sua composição de exportação para o resto do mundo, em geral, e também, na incapacidade da região aumentar as exportações intra-sadc. Os dez principais produtos de exportação para o resto do mundo são dominados por produtos baseados em recursos e de valor não acrescentado. Embora se reconheça a necessidade de se fortalecer a permanência nos mercados mundiais, é improvável que as exportações de produtos de base sustentem o crescimento económico A análise em epígrafe evidencia os principais desafios com que o sector transformador se confronta nos Estados Membros da SADC e a necessidade crítica da sua transformação estrutural. Estes desafios variam desde os mercados internos limitados, a insuficiência de capacidade produtiva e de diversificação, as ligações industriais transfronteiriças limitadas, a dependência excessiva da produção primária com limitado valor acrescentado e beneficiação, aos baixos níveis de investimento nas actividades da indústria transformadora e, por conseguinte, aos baixos níveis de comércio intra-sadc e externo de produtos diversificados. Além disso, a competitividade industrial continua a ser comprometida pela escassez de competências aos níveis empresarial e de formulação de políticas, pelo acesso desajustado ao capital, por tecnologias e métodos de produção ultrapassados, por normas menos exigentes e infraestruturas de qualidade e conformidade deficientes e por infra-estruturas logísticas desajustadas. Embora estes desafios sejam fundamentais e abordados na presente Política-Quadro, os sectores dos transportes, de logística e de serviços

12 são destacados nos números que se seguem, dada a sua peculiaridade e a sua contribuição transversal para a industrialização. Infra-estruturas As infra-estruturas eficientes, integradas e rentáveis permanecem um pré-requisito para o desenvolvimento industrial regional A transformação estrutural do sector industrial da SADC sempre esteve minada por infra-estruturas desajustadas e serviços de alto custo. A região não consegue fazer face às actuais exigências infra-estruturais, incluindo as relacionadas com a expansão da capacidade industrial, nomeadamente os serviços energéticos, de transporte e logísticos e as tecnologias de informação e comunicação. Um estudo diagnóstico destinado a determinar as actuais lacunas em matéria de infraestruturas prevalecentes na região, realizada em 2011/12, revelou graves omissões na área de disponibilização de infra-estruturas, incluindo, entre outras, as seguintes: insuficiência verificada no fornecimento de energia para responder à produção redobrada e alargar o acesso; serviços de transporte e logísticos altamente dispendiosos e imprevisíveis, especialmente nos estados interiores; falta de acesso às tecnologias de informação e comunicação de baixo custo; serviços meteorológicos para o planeamento e gestão eficazes e eficientes dos serviços de água, da produção energética, dos serviços de transporte e dos demais sectores sensíveis ao clima desajustados A Cimeira da SADC de 2012 adoptou o Plano Director de Desenvolvimento de Infra-estruturas Regionais da SADC (RIDMP). O RIDMP servirá de principal quadro estratégico que orientará a implementação de redes de infra-estruturas transfronteiriças eficientes, impecáveis e rentáveis de uma maneira integrada e coordenada e, entre outros aspectos, servir de instrumento catalisador do desenvolvimento industrial na região O RIDMP deve ser complementado a fim de se aumentar a capacidade da indústria transformadora da região, mediante a fixação de prioridades para a aquisição, a nível regional, de bens e serviços, durante a sua implementação. Sector de Serviços Todos os sectores de serviços possuem fortes ligações com a industrialização. Entretanto, os sectores de transporte, telecomunicações e energia, baseados em rede, mantêm uma relação simbiótica com as indústrias transformadoras. Estes 11

13 sectores representam um contributo intermédio imprescindível para a indústria transformadora e afectam a sua competitividade. Na verdade, os serviços oferecem a principal fonte de competitividade ou de crescimento da produtividade para os vários sectores da economia. Além dos serviços financeiros e do turismo, os sectores do turismo, de transporte, de comunicações e de energia foram também priorizados como sendo imprescindíveis para a agenda do comércio de serviços da SADC. A nível internacional, torna-se evidente que, à medida que os serviços se tornam cada vez mais integrados em muitas esferas da economia, o contributo da indústria de serviços cresce em relação ao rendimento total e ao emprego num país. Este facto foi demonstrado na fase pós-industrialização dos países desenvolvidos, onde os serviços de serviços absorvem a maior proporção de postos de trabalho. O recente crescimento que se assiste em países como a Índia também respeita este padrão, onde o crescimento económico está a ser movido consideravelmente pelos serviços e pelas exportações de serviços. A experiência demonstrada pelas actuais crises económicas mundiais ilustra que os países com um sector transformador forte são mais resilientes em relação aos países detentores de um sector transformador fraco, cujo crescimento derivou essencialmente dos sectores de serviços. Portanto, isto evidencia a importância de se possuir um sector transformador sólido, suportado por um sector de serviços eficiente O objectivo da SADC de promover cadeias de valor regionais e redes de produção só poderá materializar-se no contexto do desenvolvimento do sector de serviços eficientes, o que sugere a necessidade de se integrar os serviços de infraestruturas na estratégia de desenvolvimento industrial da região. 3. VISÃO, MISSÃO, PRINCÍPIOS E OBJECTIVOS DA POLÍTICA-QUADRO 3.1 Visão Uma economia regional integrada, detentora de uma base industrial diversificada, inovadora e internacionalmente competitiva, que contribui para o crescimento sustentável e a criação de postos de trabalho. 3.2 Missão Proporcionar um quadro destinado a aumentar a cooperação e a exploração de sinergias entre os Estados Membros da SADC com vista a construir uma indústria diversificada, inovadora e internacionalmente competitiva, capaz de contribuir para o crescimento sustentável e para a criação de postos de trabalho. 12

14 3.3 Princípios A Política-Quadro de Desenvolvimento Industrial da SADC baseia-se nos seguintes princípios orientadores: (i) (ii) Carácter regional, que exige que as intervenções e medidas de política tenham um foco regional e permitam um espaço em termos de política e a flexibilidade para políticas e estratégias industriais nacionais. Adicionalidade, que requer que a cooperação industrial regional deva acrescentar valor às políticas e estratégias industriais nacionais. (iii) A Diversidade dos Estados Membros proporciona uma oportunidade para o reforço da integração industrial regional, do crescimento e da indústria transformadora de base alargada a nível regional. (iv) Receptividade, que requer que as intervenções e medidas regionais devam ser alinhadas aos objectivos mais gerais da SADC de redução da pobreza, criação de postos de trabalho e de meios de sustento sustentáveis. (v) Realismo e Implementabilidade, que exige que as intervenções e medidas de intervenção regionais se baseiem num plano de acção realista com alvos comensuráveis à favor de intervenções a curto prazo e sujeita à monitorização baseada nos resultados. (vi) Inclusividade, que requer o contacto com uma base ampla de intervenientes, incluindo a participação do sector privado. (vii) Complementariedade, que permite que os países transformem a vantagem comparativa em vantagem competitiva para a região. 3.4 Objectivos O objectivo do Quadro de Política de Desenvolvimento Industrial da SADC consiste em promover o desenvolvimento de uma base industrial integrada dentro da SADC, através da exploração de sinergias regionais na área de produção de valor acrescentado e de reforço da competitividade das exportações De modo particular, o quadro de política procura promover a colaboração no domínio de desenvolvimento de cadeias valores regionais, com intervenções direccionadas, entre outros, para os sectores de prioridade identificados, a fim de proceder ao seguinte: (i) incrementar o comércio intra-regional e a expansão dos mercados; 13

15 (ii) diversificar a base da indústria transformadora da região mediante esforços tendentes a estimular e encorajar o valor acrescentado aos recursos primários locais; (iii) estimular os fluxos de investimento para os sectores produtivos em que a região oferece uma vantagem comparativa e como estratégia para a aquisição de tecnologia moderna em apoio ao valor acrescentado, à inovação e à transferência de tecnologias para a economia regional; (iv) fortalecer os quadros e capacidades institucionais nacionais e regionais visando a concepção e implementação de políticas industriais, com realce para o reforço de processos de procura baseados em evidências entre os sectores público e privado; (v) fortalecer as capacidades e competências para a investigação e desenvolvimento (I&D), tecnológicas e inovadoras a fim de facilitar a transformação estrutural do sector transformador; (vi) facilitar o desenvolvimento das indústrias existentes, de modo particular as PME, rumo a uma maior competitividade, incluindo melhorias nas infraestruturas de qualidade e normalização necessárias para assegurar a competitividade internacional das mercadorias produzidas na região da SADC; (vii) promover a diversificação da exportação de bens e serviços; (viii) facilitar os investimentos públicos e privados em infra-estruturas e serviços a fim de reduzir os recursos necessários para fazer negócios na região; (ix) posicionar a região de modo a explorar as oportunidades resultantes da colaboração com outras partes do mundo. 4. PRINCIPAIS ÁREAS DE INTERVENÇÃO 4.1 Uma abordagem regional coordenada, destinada a superar os desafios com que o sector transformador dos Estados Membros da SADC se confronta, permanece um pilar importante para a integração regional. A colaboração regional dispõe do potencial para solucionar os problemas ligados à insuficiência de mercados internos, à uma estreita base da indústria transformadora, ao valor acrescentado e beneficiação limitados, aos obstáculos à competitividade e à insuficiência de infraestruturas. 4.2 As principais áreas de intervenção para a implementação da política-quadro estão detalhadas a seguir. 14

16 a) Formulação de Estratégias Específicas ao Sector 4.3 O IUMP da SADC proporciona a base para a abordagem específica para o sector à industrialização na região, com o foco no aprimoramento das capacidades existentes no sector transformador, na modernização das instalações produtivas, no reforço das infra-estruturas de apoio institucional e no fortalecimento das capacidades de investigação e inovação da região. O programa identificou nove (9) sectores prioritários, nomeadamente o processamento agro-alimentar, as pescas, a silvicultura (a madeira e os produtos de madeira), os têxteis e vestuário, o couro e produtos de couro, o processamento de produtos mineiros (metálicos e não metálicos) (beneficiação), fármacos e químicos, máquinas e equipamento e serviços. Estes sectores foram seleccionados após consultas exaustivas mantidas e o trabalho analítico que confirmou a vantagem comparativa e competitiva para o desenvolvimento de cadeiras de valor regionais e suas ligações às cadeias de oferta mundiais. 4.4 Tendo em vista a insuficiência de recursos para a implementação do programa na íntegra, o CMC decidiu em Novembro de 2011 que seja elaborado e implementado um programa-piloto do IUMP, focalizado no processamento agroalimentar, na beneficiação do minério e nos sectores farmacêuticos. As acções específicas inseridas nesta área de intervenção principal abrangerão o seguinte: (i) elaborar o perfil dos sectores prioritários da região, a começar pela indústria transformadora agro-alimentar, pela beneficiação do minério e pelas indústrias farmacêuticas, com vista a identificar o potencial de desenvolvimento regional, bem como os obstáculos e constrangimentos para o desenvolvimento da cadeia de valor regional; (ii) identificar as principais intervenções tendentes a promover o desenvolvimento de cadeias de valor regionais específicas, a começar pelos três sectores prioritários, aplicando uma abordagem participativa ampla e baseada em evidências; (iii) (iv) (v) identificar os instrumentos estratégicos capazes de serem utilizados pelos Estados Membros para promover a beneficiação do minério e o desenvolvimento do sector farmacêutico nas cadeias de valor seleccionadas; avaliar o potencial para a subcontratação interna regional através da formulação de um quadro de contratação pública regional; defender a aquisição a nível regional de bens e serviços por parte de agências doadoras internacionais, particularmente na área de ajuda alimentar. 15

17 b) Promoção do desenvolvimento industrial através da inovação, da transferência de tecnologias e da investigação e desenvolvimento 4.5 Os Estados Membros da SADC devem investir cada vez mais nas capacidades de inovação e tecnológicas a fim de permitir-lhes desenvolver e expandir a base da sua indústria transformadora. Os processos de inovação e tecnológicos são exigentes em termos de conhecimentos, competências e recursos e permanecem áreas críticas nas quais os fracassos do mercado são mais visíveis. O Protocolo sobre Ciência, Tecnologia e Inovação da SADC coloca ênfase à cooperação no domínio de desenvolvimento e transferência de ciência, tecnologia e inovação nos Estados Membros. É importante, por isso, que sejam tomadas medidas visando a implementação eficaz do presente Protocolo. 4.6 As actuais despesas públicas atribuídas à I&D permanecem muito reduzidas na maioria dos países da SADC e a região permanece atrasada no plano internacional no que concerne à investigação e desenvolvimento. Esta situação deu origem à incapacidade de se aprofundar as ligações tecnológicas dentro dos principais sectores da região, à perda de oportunidades para comercialização do conhecimento indígena noutras partes do mundo e à fraca participação da região nas cadeias de oferta internacionais. Portanto, a colaboração torna-se a chave para facilitar o desenvolvimento e a comercialização dos produtos dada a exiguidade de financiamento e de instalações. Isto promoverá ainda a exploração de sinergia a nível regional e a partilha das melhores práticas de modo a redobrar as capacidades regionais. 4.7 As acções específicas inseridas nesta área de intervenção principal abrangerão o seguinte: (i) desenvolver Centros de Excelência Regionais, tendo em conta os actuais focos de excelência existentes na região dentro dos nove factores prioritários, com vista a promover a inovação e o desenvolvimento e transferência de tecnologias na região; (ii) conceber mecanismos destinados a facilitar a comercialização de tecnologias, incluindo o fomento da colaboração entre as instituições relevantes da região; (iii) conceber um mecanismo exclusivo junto do Fundo de Desenvolvimento Regional da SADC dedicado a apoiar a inovação e a investigação industriais com aplicabilidade regional. 16

18 c) Aprimoramento das normas, regulamentos técnicos e infra-estruturas de qualidade 4.8 As infra-estruturas especializadas em Normas, Garantia da Qualidade, Acreditação e Metrologia (SQAM) são críticas para o aumento das capacidades da indústria transformadora e da competitividade internacional, pelo que são parte integrante da estratégia de industrialização da SADC. Tendo em conta a insuficiência que se regista em termos de capacidades no domínio de infraestruturas de qualidade da maioria dos Estados Membros da SADC, a cooperação regional destinada a fortalecer a capacidade das infra-estruturas técnicas é susceptível de acrescentar um grande valor aos esforços de industrialização da região. 4.9 Desde 2000, a SADC vem implementando um programa de SQAM que culminou com a formulação de um Anexo sobre as Barreiras Técnicas ao Comércio (BTC), adoptado pelo CMC, em Julho de O programa SQAM abarca a normalização, acreditação, avaliação da conformidade, metrologia, regulamentos técnicos e assuntos conexos. Os seus objectivos consistem em eliminar progressivamente as BTC entre os Estados Membros, promover infra-estruturas de qualidade nos Estados Membros da SADC e criar um ambiente propício para a produção de bens e serviços de qualidade na região. O fortalecimento de infraestruturas regionais de SQAM dissuadem também o despejo nos mercados regionais de mercadorias transformadas baratas e de baixa qualidade no mercado regional, que são prejudiciais aos consumidores e comprometem o desenvolvimento das indústrias locais. As estruturas regionais de SQAM encontram-se em pleno estado de funcionamento As infra-estruturas de qualidade nacionais, incluindo os gabinetes de normalização, os institutos de metrologia, as organizações de metrologia legais e os organismos de avaliação e acreditação em conformidade, sairão fortalecidas e apoiadas para desempenharem um papel significativo em termos de assegurar a qualidade das mercadorias produzidas a nível regional, a começar pela indústria transformadora agro-alimentar, pela beneficiação do minério e pelas indústrias farmacêuticas. Será prestada uma atenção especial às PME, por estas enfrentarem desafios inerentes em termos de cumprimento dos requisitos relativos à qualidade e conformidade, de modo particular no caso de normas para produtos mandatados pelo importador. As acções específicas abarcarão o seguinte: (i) (ii) acelerar o progresso sobre o trabalho a ser desencadeado no âmbito da SQAM, com particular realce para os sectores prioritários; avaliar as necessidades de infra-estruturas de SQAM regionais e nacionais nas cadeias de valor seleccionadas, com particular atenção à indústria 17

19 transformadora agro-alimentar, à beneficiação do minério e aos sectores farmacêuticos; (iii) fortalecer as instituições de SQAM para apoiar o desenvolvimento de qualidade nas cadeias de valor prioritárias seleccionadas e aumentar a consciencialização em relação aos serviços acreditados de avaliação da conformidade, particularmente entre as PME. d) Desenvolvimento e actualização das competências para a industrialização 4.11 A formulação e a implementação bem-sucedidas das iniciativas de desenvolvimento industrial requerem uma acção deliberada com vista a criar e reforçar a base de competências em toda a economia ao longo do tempo. Um dos constrangimentos estruturais críticos para a indústria transformadora da região da SADC prende-se com a gritante carência de competências necessárias. A formação profissional disponível na região está aquém da existente na maioria das outras regiões do mundo em desenvolvimento. Assiste-se também à coordenação e articulação desajustadas das acções em toda a região com vista a assegurar as sinergias transfronteiriças necessárias em matéria de desenvolvimento de competências em apoio à industrialização. As intervenções regionais destinadas ao desenvolvimento e à actualização de competências para a industrialização devem abranger uma ampla variedade de programas necessários para o desenvolvimento industrial, nomeadamente as competências de gestão, empresariais e técnicas, incluindo acções de aprendizagem e de estágios. Isto deve abarcar também o desenvolvimento de programas tendentes a reforçar a capacidade existente nos Estados Membros de elevar a sua capacidade de formular e implementar com êxito as actividades de desenvolvimento industrial. As acções específicas abarcarão o seguinte: (i) (ii) (iii) conceber mecanismos de apoio regional tendentes a superar a carência das principais competências necessárias para a industrialização, de modo particular a formação artesanal; estabelecer programas de formação no ramo da indústria transformadora ligeira (incluindo as indústrias alimentares, de couro, metalúrgicas, de vestuário/têxteis) que podem ser oferecidos em toda a região; facilitar o desenvolvimento de acções de formação especializada nos sectores prioritários, com particular ênfase à indústria transformadora mineira e à produção farmacêutica em instituições do ensino superior; 18

20 (iv) facilitar o reforço de capacidades visando a formulação, análise e implementação da política industrial à favor dos formuladores de política a nível dos Estados Membros. e) Criação de um mecanismo de financiamento industrial 4.12 Em todos os países da SADC, o acesso desajustado ao capital para as actividades industriais representa um impedimento ao desenvolvimento industrial, particularmente ao desenvolvimento de pequenas e médias empresas (PME). A maioria das Instituições Financeiras de Desenvolvimento (IFD) não está a canalizar os recursos aos sectores reais da economia. Além disso, a maioria das IFD nos Estados Membros tem um mandato expressamente limitado de operar apenas a nível nacional. Por outro lado, os fluxos de Ajuda Pública ao Desenvolvimento (APD) são amplamente direccionados para os sectores sociais com apoio limitado direccionado para as actividades industriais. Portanto, há necessidade de intervenções regionais na área de financiamento industrial que favoreçam especialmente a promoção das ligações industriais transfronteiriças e correspondam às necessidades do sector de PME A SADC reconhece a importância da operacionalização do Fundo de Desenvolvimento Regional da SADC para, entre outras acções, a disponibilização de recursos para o desenvolvimento industrial. A este respeito, a estrutura de financiamento do fundo prioriza a operacionalização das infra-estruturas e mecanismos de desenvolvimento industrial. A SADC deve explorar também a cooperação Sul-Sul como potencial fonte de financiamento de desenvolvimento e encorajar os doadores tradicionais a direccionar maior APD à promoção do desenvolvimento industrial em países beneficiários e na região. Uma estratégia multifacetada de financiamento industrial é susceptível de lançar as bases para o crescimento industrial sustentado e robusto na região. As acções específicas neste domínio abarcarão o seguinte: (i) (ii) (iii) facilitar a criação de um mecanismo de financiamento dentro do Fundo de Desenvolvimento Regional da SADC em apoio ao desenvolvimento industrial dentro da Região, incluindo o desenvolvimento de critérios que priorizem projectos de carácter regional, de modo particular o desenvolvimento de cadeias de valores regionais; facilitar a revisão de mandatos das IFD pelos Estados Membros a fim de contemplar a ênfase específica ao apoio às actividades e operações de valor acrescentado em toda a região; defender uma utilização mais estratégica dos recursos da Ajuda Pública ao Desenvolvimento (APD) em apoio ao desenvolvimento da capacidade produtiva regional nos países beneficiários e a nível regional. 19

21 f) Melhoria da disponibilização de infra-estruturas para o desenvolvimento industrial 4.14 A cooperação regional no domínio das infra-estruturas foi reconhecida como uma área principal de intervenção no processo de desenvolvimento da SADC. A construção de infra-estruturas deve ser encarada como uma oportunidade importante para diversificar ainda mais e construir a base de infra-estruturas regionais. Com efeito, a implementação do Plano Director de Desenvolvimento de Infra-estruturas Regionais da SADC deve priorizar o estímulo das actividades de produção e a aquisição a nível regional A implementação eficaz do Plano Director Regional de Desenvolvimento de Infraestruturas superará ainda mais os constrangimentos do lado da oferta na região, incluindo a redução do custo de fazer negócios. Os principais sectores prioritários, designadamente o da beneficiação do minério, da indústria transformadora agroalimentar e de capacidades para o valor acrescentado, serão estimulados por infra-estruturas eficientes, integradas e rentáveis na região. A subcontratação, a nível regional, de factores de produção para o sector de infra-estruturas deve induzir também o desenvolvimento das indústrias Uma acção específica inserida nesta área de intervenção consiste em assegurar que o Plano Director Regional de Desenvolvimento de Infra-estruturas da SADC catalise o desenvolvimento industrial na Região, maximizando o impacto a curto, médio e longo prazo, através da contratação pública a nível regional. g) Reforço do apoio às pequenas e médias empresas 4.17 As pequenas e médias empresas (PME) transformadoras constituem uma componente substancial do sector industrial e são reconhecidas como uma espinha dorsal da maioria das economias da SADC. As PME desempenham um papel cada vez mais preponderante na criação de postos de trabalho e na geração de rendimentos. Elas produzem essencialmente para os mercados nacionais e, em certa medida, para os mercados regionais, numa altura em que continuam a enfrentar constrangimentos significativos em termos de expansão da sua base do lado da oferta, face aos desafios relacionados com o capital e demais apoio relacionado com os negócios, incluindo infra-estruturas de qualidade Uma abordagem regional do apoio e do desenvolvimento de PME constitui um aspecto importante do quadro de política de desenvolvimento industrial da região. Os esforços tendentes a facilitar o acesso das PME ao mercado e à informação relacionada com o comércio e industrial, a participação em iniciativas de investimento conjunto e promoção da exportação, a melhoria do acesso aos serviços de SQAM, as melhorias em matéria de qualidade e cumprimento dos requisitos de conformidade são a chave para permitir que as PME participem no comércio regional e nas cadeias de oferta internacionais. 20

22 4.19 As acções específicas inseridas nesta área de intervenção principal abrangerão o seguinte: (i) (ii) criar um portal para as PME como instrumento destinado a providenciar o acesso à informação sobre o comércio e industrial e a sua utilização como instrumento de marketing; facilitar as iniciativas de investimento conjunto e promoção da exportação para as PME; (iii) concluir a formulação de um componente de PME no programa-piloto do IUMP, visando melhorar a competitividade industrial das PME nos sectores transformador agro-alimentar, de beneficiação do minério e farmacêuticos; (iv) organizar uma série de encontros entre compradores e vendedores com o objectivo de facilitar as ligações da cadeia de oferta entre as PME e as grandes empresas. h) Promoção do investimento directo estrangeiro e local e as exportações 4.20 Inserido no seu esforço de industrialização, a SADC precisará de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) significativo e o investimento regional na indústria transformadora. Um programa dirigido de promoção do investimento regional focalizado nos sectores prioritários específicos, particularmente nas indústrias transformadora agrícola, de beneficiação do minério, farmacêuticas e verdes, tais como a energia renovável e a produção de bio-combustíveis, entre outros, oferece o potencial para reforçar a base produtiva da região A cooperação regional que promova um ambiente de investimento flexível e transparente e reduza os custos de regulação deve ser fortalecida. A operacionalização e implementação eficazes do Protocolo sobre Finanças e Investimento (PFI) da SADC pode constituir um estímulo importante para o reforço das perspectivas do desenvolvimento da indústria transformadora através de fluxos de investimento estrangeiro na região. De igual modo, a implementação eficaz do Protocolo sobre as Trocas Comerciais da SADC poderá viabilizar as perspectivas do comércio entre os Estados Membros e promover o comércio intra- SADC Com vista a aprofundar o desenvolvimento industrial, urge que se reforce as capacidades de modo a diversificar e a alargar as exportações de mercadorias transformadas tanto na região, como fora dela. As negociações relativas ao comércio devem apoiar esta prioridade e estar em harmonia com ela O foco inserido nesta área de intervenção recairá no seguinte: 21

23 i) identificar oportunidades de investimento, através das quais se possa atrair o investimento directo regional e estrangeiro; ii) elaborar um programa dirigido de promoção de investimento regional concentrado nos sectores prioritários, a começar pelos sectores transformador agrícola, de beneficiação do minério e farmacêuticos, bem como nas prioridades identificadas. i) Formulação de estratégias regionais tendentes a explorar as oportunidades de cooperação com outras regiões do mundo 4.24 A SADC deve tirar partido das novas oportunidades derivadas da cooperação com outras regiões do mundo para, entre outras questões, promover a agenda de industrialização da região A este respeito, uma acção específica consistirá na formulação de uma estratégia regional destinada a facilitar a participação das empresas regionais nas cadeias de valor internacionais através do acesso ao financiamento, à tecnologia e aos mercados em relação à cooperação Sul-Sul e na cooperação com outras regiões do mundo, incluindo uma avaliação dos custos e benefícios associados. 5. NECESSIDADES EM TERMOS DE CAPACIDADE INSTITUCIONAL E DE RECURSOS PARA IMPLEMENTAÇÃO 5.1 A Política-Quadro de Desenvolvimento Industrial da SADC parte da premissa de que a acção do estado, através de instrumentos e intervenções de políticas adequadas em apoio ao crescimento dinâmico da indústria transformadora, permanece um instrumento legítimo para o desenvolvimento da região. 5.2 A implementação com êxito de qualquer instrumento de política requererá a disponibilização adequada da capacidade necessária, incluindo a capacidade institucional dentro das estruturas de implementação. Portanto, os Estados Membros da SADC devem assegurar a disponibilização de capacidades e de recursos necessários, tanto a nível nacional como regional, para a implementação eficaz da Política-Quadro de Desenvolvimento Industrial da SADC. a) Estruturas Institucionais de Implementação 5.3 Prevêem-se as seguintes estruturas institucionais: (i) o Fórum sobre a Industrialização dos Intervenientes da SADC, a decorrer a nível de uma política estratégica, com o envolvimento do Comité de Ministros responsáveis pelas questões de carácter industrial, capitães da 22

24 indústria e técnicos industriais da região, destinado a examinar as opções para fazer avançar o desenvolvimento industrial, superar os constrangimentos à competitividade e identificar possíveis soluções. O Fórum reunir-se-á pelo menos bienalmente; (ii) (iii) (iv) (v) o Comité de Ministros responsáveis pelas questões de carácter industrial da SADC encarregar-se-á de fiscalizar a implementação e providenciar orientação em termos de políticas. O Comité deverá reunir-se pelo menos uma vez por ano; o Comité de Altos Funcionários responsáveis pelas questões de carácter industrial, responsável por prestar apoio técnico em termos de política ao Comité de Ministros responsáveis pela indústria na área de formulação e implementação de políticas, incluindo a intervenção estratégica e planos de acção sobre o desenvolvimento industrial a nível regional; o Fórum de Desenvolvimento Industrial (FDI), responsável perante o Comité de Altos Funcionários para os assuntos industriais, será o órgão tecnicamente responsável pela elaboração de estratégias e planos de acção para o desenvolvimento industrial a nível regional; o Secretariado da SADC deverá coordenar e apoiar o funcionamento eficaz de todos os órgãos supracitados, tendo em vista a implementação bemsucedida das áreas de intervenção estratégica e dos planos de acção acordados. b) Capacidade institucional para a implementação 5.4 Ao reconhecer a relevância e a importância crítica da indústria para o desenvolvimento e crescimento económicos da região da SADC, e em apoio à implementação da Política-Quadro de Desenvolvimento Industrial da SADC, há necessidade de se garantir a satisfação das seguintes necessidades em termos de capacidade institucional: (i) (ii) um programa deliberado destinado ao reforço da capacidade em matéria de formulação e implementação de políticas industriais a nível nacional e regional. Essa intervenção deve estimular também a partilha das melhores práticas no domínio de formulação de políticas industriais, tanto provenientes da região como fora dela; haverá necessidade de se melhorar a capacidade do Secretariado, particularmente a nível regional, com vista a implementar a Política-Quadro de Desenvolvimento Industrial da SADC. Neste particular, há necessidade de se criar uma Direcção independente responsável pelas questões de carácter industrial, cujo programa de trabalho será dedicado à implementação deste quadro e à fiscalização da sua avaliação periódica. O 23

25 trabalho dessa Direcção contemplará a facilitação da concepção e implementação de políticas, estratégias e programas tendentes a aprofundar o desenvolvimento industrial a nível da região. Trabalhando em colaboração com os Estados Membros, a Direcção conceberá e coordenará a implementação de medidas regionais destinadas a melhorar os investimentos, a competitividade, a criação de postos de trabalho e o valor acrescentado na região. A Direcção deverá ainda estabelecer parcerias estratégicas destinadas a explorar oportunidades de cooperação com outras regiões no domínio da implementação da agenda industrial regional. A criação desta Direcção deverá ser ponderada no contexto da revisão do RISDP. c) Monitorização e Avaliação 5.5 A Monitorização e Avaliação é indispensável para garantir que a implementação da Política-Quadro de Desenvolvimento Industrial da SADC permaneça focalizada no sentido de manter os resultados desejados e verificar se os resultados alcançaram algum impacto. A essência da monitorização está na disponibilização da investigação com base em evidências e dos conhecimentos necessários para uma gestão mais eficaz do desempenho, enquanto a avaliação reside na tomada de decisões e na acção. O Secretariado da SADC vai coordenar a monitorização e a avaliação do processo de implementação, devendo garantir que todas as estruturas institucionais criadas no contexto da presente Política-Quadro estejam munidas da informação necessária para acompanhar as principais metas relativas ao desempenho e concretizar os objectivos estratégicos. 5.6 Em Março de 2012, o Conselho aprovou a Política da SADC relativa à Formulação, Planeamento, Monitorização e Avaliação de Estratégias. Esta Política permanecerá o instrumento orientador para a implementação, monitorização e avaliação da Política-Quadro de Desenvolvimento Industrial da SADC. Os principais indicadores a ser avaliados abarcam a diversificação industrial e a criação de postos de trabalho. 5.7 Serão elaborados planos de implementação da Política, cobrindo um período de cinco anos de implementação. Os Planos deverão definir as metas, prazos e recursos necessários para a sua implementação. Será essencial uma avaliação intercalar dos Planos de Implementação a fim de se avaliar o progresso alcançado na implementação, enquanto o Comité de Ministros responsáveis para os assuntos industriais receberá anualmente um relatório descrevendo o progresso alcançado e os desafios enfrentados. A Política-Quadro será revista quinquenalmente a fim de se avaliar se o mesmo corresponde à visão, à missão, aos princípios e aos objectivos nela definidos, bem como a orientação estratégica geral da SADC. 24

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