Imunologia Clínica e Esofagite Eosinofílica

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1 Imunologia Clínica e Esofagite Eosinofílica Qual o mecanismo fisiopatológico da doença? A esofagite eosinofílica ( EE) está relacionada ao aumento da sensibilidade alérgica? Qual a conexão entre alergia alimentar e EE? Porque o esôfago é o local do sistema GI que é comprometido? Qual a relação entre alergia respiratória e EE? Tratamento : visão do alergista e imunologista.

2 Primeiro Consenso na literatura

3 Fisiopatologia

4 Immunol Allergy Clin N Am 29 (2009) doi: /j.iac

5 Subpopulações de linfócitos TCD4+ Th1 IFNγ TNF IL2 Resposta imune celular Th0 Th2 IL5 IL13 IL4 Inflamação Alérgica

6 Hipersensibilidade Tipo I Alérgeno CAA RCT MHC II Th 2 IL4 IL5 IL6 IL10 IL13 B IgE Ag-específica Mediadores

7 Ligação da IgE aos receptores de alta afinidade estimula a liberação de mediadores inflamatórios IgE Alérgenos FcεRI Liberação imediata Conteúdo dos grânulos: Histamina, TNF-α, Proteases, Heparina Espirros Congestão nasal, prurido, coriza, lacrimejamento Em minutos Mediadores lipídicos: Prostaglandinas Leucotrienos Sibilância Broncoconstrição Em horas Produção de citocinas: Especificamente IL-4, IL-13 Produção de muco Recrutamento de eosinófilos

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14 Diagnóstico clínico-laboratorial Tratamento de RGE ausência de resposta Endoscopia e Biópsia Eosinofilia tecidual mucosa do esôfago História familiar de atopia Doença IgE mediada prick test Doença não IgE mediada patch test Alergia alimentar Aeroalérgenos

15 Manifestações clínicas Crianças dor abdominal, dor torácica, sintomatologia RGE, Vômito e náusea Adolescentes e adultos disfagia, impacção alimentar, sintomatologia RGE História de rinite, asma e alergia alimentar

16 Aeroalérgenos Alergia alimentar

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18 Aeroalérgenos Ácaro da poeira doméstica ü principal aeroalérgeno intradomiciliar ü 80% sensibilizados ü 2 µg/g pó - sensibilizar ü 10 ug/g pó - sintomas

19 Prick test ( aeroalérgenos e alimentos resposta IgE mediada) Prick to prick ( alimentos resposta IgE mediada) Atopy patch test ( alimentos resposta tardia)

20 Técnica Controle Negativo 3 mm

21 Indicações Confirmar história clínica compatível com hipersensibilidade por IgE Necessidade de excluir reação IgE mediada Indicado em qualquer idade MJA Douglass et al, Vol. 185 Number 4 Ann Intern Med Gendo et al, 140:

22 Prick test - Interpretação Reações positivas: Pápula > 3 mm e eritema > 10mm Comparação da pápula com controle positivo Maior diâmetro + menor diâmetro dividido por 2 Castro FFM

23 Pesquisa de IgE específica in vitro Perspectiva histórica Novos alérgenos foram adicionados A partir dos ensaios iniciais uma grande variedade de testes foi se estabelecendo Variações do mesmo ensaio imunológico usando diferentes protocolos: Radioimunoensaio (RIA) Ensaios imunoenzimáticos(eia/elisa) Imunofluorescência (IF) Quimioluminescência Final dos 1980 s mais de uma dúzia de testes comerciais disponíveis

24 Diagnóstico In vitro - Técnica: O alérgeno a ser estudado, acoplado por ligação covalente ao ImmunoCAP, reage com as IgE específicas contidas na amostra de soro do paciente. As IgE livres são eliminadas por uma lavagem. Anticorpos anti-ige marcados com uma enzima são adicionados, de modo a formar um complexo. O complexo ligado é incubado com uma solução reveladora e a fluorescência é então medida em KUa/l. Allergy Fontaine et al, 62: Expert Rev Mol Diagn Johansson, 4(3): J Allergy Clin Immunol Williams et al, 105:

25 ImmunoCAP 1000 Expert Rev Mol Diagn Johansson, 4(3):

26 Teste Cutâneo Testes in vitro Mais sensível Mais rápido Técnica simples Menor custo Vários alérgenos ao mesmo tempo X Mais específico Menor risco Doenças de pele não interferem Anti-histamínicos ou outra drogas não interferem Correlação entre os dois varia entre 85 a 95%

27 Atopy Pacth test Suspeita de alergia alimentar sem achado de IgE específica Doença alérgica grave sem fator desencadeante conhecido

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29 Leite de vaca Gema de ovo Trigo Alimento in natura ou diluído ( solução aquosa)

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34 Alteração da dieta ( ovo, leite, carne, trigo, soja, amendoim,milho) Prick test, prick to prick, atopy patch test seleção de alimentos Corticoterapia sistêmica e tópica

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37 Corticoterapia sistêmica 2mg/Kg/dia até 60 mg ; prednisolona Corticoterapia tópica ( deglutição ) proibição de ingestão de alimentos e líquidos até 20 a 30 min após aplicação Fluticasona e budesonida 4 puffs 2 x dia Recorrência com a descontinuação do tratamento

38 Montelukaste antagonista de leucotrienos Ac humanizado anti IL5 e anti IL13 Possibilidade terapêuticas

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40 Muito obrigado

- Descrito na década de 70, mas com aumento constante na incidência desde os anos 90

- Descrito na década de 70, mas com aumento constante na incidência desde os anos 90 INTRODUÇÃO - Descrito na década de 70, mas com aumento constante na incidência desde os anos 90 - Caracterizada pela infiltração de eosinófilos na mucosa esofágica - Pode ser isolada ou como manifestação

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