RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO MESTRADO DE ENGENHARIA DO AMBIENTE. Ano letivo

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1 RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO MESTRADO DE ENGENHARIA DO AMBIENTE Ano letivo Comissão Técnico-Científica e Pedagógica do Curso de Mestrado em Engenharia do Ambiente CBEJA,

2 ÍNDICE 1. Introdução Identificação/Caracterização do Ciclo de Estudos Objetivos Definidos para o Ciclo de Estudos 3 2. Memória Histórica do Ciclo de Estudos 3 3. Estágios/ Oficinas/Ensino Clinico/Projetos 7 4. Organização Interna e Mecanismos da Qualidade 8 5. Recursos Materias Pessoal Docente Estudantes Resultados Académicos Grau de Satisfação dos Alunos e Docentes Relativamente às Unidades 21 Curriculares 10. Ambiente de Ensino/Aprendizagem Empregabilidade Resultados das Atividades Científicas Tecnológicas e Artísticas. Produção 26 Tecnológica 13. Internacionalização Protocolos de Colaboração e Parcerias no Âmbiente do Ciclo de Estudos Análise SWAT do Ciclo de Estudos Propostas de Melhoria 69

3 1.INTRODUÇÃO O presente Relatório de Auto- Avaliação do Ciclo de Estudos do Mestrado de Engenharia do Ambiente 2012/2013 do IPBEJA, foi elaborado utilizando os dados fornecidos pelo Gabinete de Qualidade, Avaliação e Procedimentos (GQAP) em cumprimento do exigido no Artigo 68º dos Estatutos do IPBeja, publicados no Diário da República, 2ª série, de 2 de Setembro de Este Relatório foi discutido e aprovado, por unanimidade, em reunião plenária da Comissão Técnico-científica e Pedagógica do Curso de Mestrado em Engenharia do Ambiente Analisa os seguintes pontos: 1. Identificação /Caracterização do Ciclo de Estudos; 2. Memória Histórica do Ciclo de Estudos; 4. Estágios/ Oficinas/Ensino Clinico/Projetos 6. Organização Interna e Mecanismos de Garantia da Qualidade 7. Recursos Materiais 8. Pessoal Docente 9. Estudantes 10. Resultados Académicos 11. Grau de Satisfação dos Alunos e Docentes relativamente às Unidades Curriculares 12. Ambiente de Ensino/Aprendizagem 13. Empregabilidade 14. Resultados das actividades científica, tecnológica e artística 15. Internacionalização 16. Protocolos de Cooperação e Parcerias no âmbito do Ciclo de Estudos 17. Análise SWAT do ciclo de estudos 18. Proposta de acções de melhoria 1

4 1.1. Identificação /Caracterização do Ciclo de Estudos - Designação do Ciclo de Estudos: Mestrado em Engenharia do Ambiente (MEA) - Código: 851 Tecnologia de Protecção do Ambiente - Grau: Mestre - Unidade Orgânica: Escola Superior Agrária - Regime de funcionamento: Pós-Laboral - Área científica predominante do ciclo de estudos: não se aplica - Número de créditos ECTS necessário à obtenção do grau: Duração do ciclo de estudos (artº 3 DL-74/2006): 4 semestres - Condições de acesso e ingresso: São anualmente publicadas em Edital e são as constantes do art.º 17.º do Decreto-Lei n.º 74/2006, alterado pelos Decretos-Lei n.º 107/2008, de 25 de Junho e n.º 230/2009, de 14 de Setembro, nomeadamente titulares de: - Grau de licenciado ou equivalente legal; - Grau académico superior estrangeiro conferido na sequência de um 1º ciclo de estudos organizado de acordo com os princípios do Processo de Bolonha por um Estado aderente a este Processo; - Grau académico superior estrangeiro que seja reconhecido como satisfazendo os objetivos do grau de licenciado pelo órgão científico estatutariamente competente do estabelecimento de ensino superior onde pretendem ser admitidos; - Detentores de um currículo escolar, científico ou profissional que seja reconhecido como atestando capacidade para a realização deste ciclo de estudos pelo órgão científico estatutariamente competente do estabelecimento de ensino superior onde pretendem ser admitidos. Será dada preferência aos Titulares de Licenciatura nas áreas de Ciências do Ambiente, Ciências Naturais e afins, Ciências dos Alimentos, Ciências Agrárias. Os candidatos serão seriados com base em avaliação curricular e eventual entrevista. 2

5 1.2. Objetivos definidos para o ciclo de estudos O MEA pretende adequar o seu perfil de formação às necessidades do mercado com assumida importância científica, através dos seguintes objetivos: Proporcionar formação avançada de índole profissionalizante na Área CNAEF 851; Conferir preparação de nível superior a técnicos capazes de implementar estratégias e técnicas de gestão ambiental, incluindo-se a capacidade de criar auto-emprego na Área das Tecnologias do Ambiente; Formar técnicos superiores com capacidade de coordenação de projetos, com vista a evitar a degradação dos ecossistemas aquáticos; Gerir estações de tratamentos de águas, efluentes líquidos, gasosos e resíduos sólidos; conceber e projetar processos industriais no sentido de minimizar a poluição na fonte; coordenar equipas de análise e avaliação de impacte ambiental e de auditoria ambiental; Coordenar e integrar programas de investigação e desenvolvimento ; inventariar, caracterizar e diagnosticar problemas técnicos complexos; Desenvolver autonomamente investigação aplicada. As competências para o MEA foram definidas do seguinte modo: - A partir das competências genéricas de um ciclo de estudos conducente ao grau de mestre que se encontram no nº1 do Anexo III das Normas de Organização dos Processos Referentes a Novos Ciclos de Estudos (NOP-NCE) e no artigo 15º do DL 74/ objetivos e conteúdos do curso, e do interesse e âmbito de aplicação regional, nacional ou internacional. 2. Memória Histórica do Ciclo de Estudos A Proposta de 2º ciclo em Tecnologias do Ambiente, na Escola Superior Agrária de Beja do Instituto Politécnico de Beja (ESAB) sucede à formação do 1º ciclo em Engenharia do Ambiente. O funcionamento do Mestrado em Tecnologias do Ambiente foi autorizado por Despacho do Ministro da Ciência Tecnologia e Ensino Superior de 23 de Outubro de O Plano de Estudos foi publicado no Diário da República, 2.ª série N.º 44 4 de Março de 2009, através do Despacho despacho nº 6880/2009. O mestrado entrou em Funcionamento, pela primeira vez, em Janeiro de 2010, ou seja no ano letivo 2009/2010, como resumidamente mostra a Tabela 1. 3

6 Tabela 1. Criação do Mestrado em Tecnologias do Ambiente Designação do Ciclo de Estudos Mestrado em Tecnologias do Ambiente Aprovação do Ciclo de Estudos Período de Cód. Grau Portaria Nº (Despacho) Data Funcionamento CNAEF (anos letivos) 851 Mestre 6880/2009 (DR nº 44) 26 de Fevereiro 2009/2010 Considerando que estava em funcionamento uma licenciatura em Engenharia do Ambiente e que o disposto nos artigos 75.º a 80.º do decreto-lei n.º 74/2006, de 24 de Março, alterado pelo Decreto-Lei n.º 107/2008, de 25 de Junho, prevê, nos seus artigos 75.º e 76.º, que a aprovação das alterações dos planos de estudos e outros elementos caracterizadores de um ciclo de estudos que não modifiquem os seus objectivos, foi submetido a Conselho Científico o pedido da alteração da designação de Mestrado em Tecnologias do Ambiente para Mestrado em Engenharia do Ambiente. Esta alteração foi aprovada pelo órgão legal e estatutariamente competente - Conselho Técnico Científico do IPBeja em 2 de Março de O Plano de Estudos foi publicado em Diário da República, 2.ª série N.º de Maio de 2011 através do Despacho Despacho n.º 7522/2011. Assim, o Mestrado em Engenharia do Ambiente entrou em funcionamento no ano letivo 2012/2012, como resumidamente mostra a Tabela 2. Tabela 2. Criação do mestrado em Engenharia do ambiente. Designação do Ciclo de Estudos Aprovação do Ciclo de Estudos Aprovação do Plano de Estudos Início de Funcionamento Mestrado em Conselho Técnico Científico Diário da República, 2.ª série N.º Ano - lectivo Engenharia do Ambiente do IPBeja, em 2 de Março de 2011 de Maio de 2011 Despacho n.º 7522/ / Estrutura curricular Na Tabela 3 encontram-se as Áreas Científicas do ciclo de estudos, e créditos necessário para a obtenção do grau de Mestre em Engenharia do Ambiente. 4

7 Tabela 3. Áreas Científicas do ciclo de estudos e créditos do ciclo de estudos. Áreas científicas e créditos que devem ser reunidos para a obtenção do grau Área Científica Sigla ECTS Obrigatórios ECTS Optativos * Gestão e Administração Ciências do Ambiente Ciências Físicas Ciências Informáticas Eletricidade e Energia Tecnologias de Proteção do Ambiente Ambientes naturais e Vida Selvagem Serviços de Saúde Pública Segurança e Higiene no Trabalho *Indicar o número de créditos em unidades curriculares optativas da área científica, necessário para a obtenção do grau Plano de estudos A Tabelas 4 traduz a organização do plano de estudos do curso de Mestrado em Engenharia do Ambiente, bem como o número de horas de trabalho, o tipo de horas de contacto e o número de créditos, associados a cada unidade curricular (UC) que integram o plano de estudos. 5

8 Tabela 4. Plano de Estudos do curso de Mestrado em Engenharia do Ambiente. Plano de Estudos Ano/ Sem. Unidades Curriculares Área Cient. Tipo Horas Totais Horas Trabalho Autónomo Horas Contacto ECTS Obs. 1º/1º Gestão, Avaliação e tratamento do ar 851 S º/1º Proteção e Reabilitação de Solos 851 S º/1º Gestão Integrada de Recursos Hídricos 852 S º/1º Tecnologias de Tratamento de Resíduos Sólidos 853 S º/1º Tecnologias de Tratamento de Águas 851 S º/1º Fundamentos de Tecnologia Ambiental 440 S º/2º Biomonitorização Ambiental 422 S º/2º Valorização energética de resíduos 851 S º/2º Ambiente e Energia 522 S º/2º Qualidade do ar em Espaço Confinado 851 S º/2º Sistemas de Informação Geográfica 481 S º/2º Avaliação e Análise de Impacte Ambiental 851 S º/3º Higiene e Segurança Ambiental 862 S º/3º Análise e Gestão de Projetos 345 S º/3º Seminários 851 S º/3º Estágio I 851 Trim ª/4º Estágio II 851 Trim

9 3. Estágios/Oficinas/Ensino Clínico/Projetos No Estágio I os estudantes realizam um trabalho que servirá de base à elaboração da dissertação de Mestrado (Estágio II) e poderá assumir uma das seguintes formas: a) Uma dissertação de natureza científica ou um trabalho de projecto, originais e especialmente realizados para este fim; ou b) Um estágio de natureza profissional, objecto de relatório final, consoante os objectivos específicos visados Indicação dos locais: Os trabalhos para elaboração Estágio II, podem decorrer em empresas, nos laboratórios da ESAB ou em Centros de investigação ou universidades. As dissertações de Mestrado têm pretendido dar resposta a investigação aplicada nas empresas que são normalmente a entidade empregadora dos alunos do mestrado/técnico da empresa. Esta colaboração implica muitas vezes que os trabalhos decorram na empresa e nos laboratórios da ESAB não havendo propriamente um local de estágio. As dissertações de Natureza científica decorrerem em Universidades ou centros de Investigação, bem como na ESAB inseridos em projectos de Investigação em curso na altura da realização do Estágio Plano de distribuição dos estudantes Na tabela 5 encontram-se resumidos os locais de estágios dos alunos de mestrado. Como se pode ver os estágios distribuem-se quer em Universidades, quer em centros de Investigação ou em Empresas. 7

10 Tabela 5. Plano de distribuição dos estudantes no ano lectivo 2012/2013 Candidato Júnia Caturra Rui Fragosos Ângela Sancha Ana Paulino Silvia Sezinando Clarisse Mourinha Eva Gomes Cláudia Colaço Márcia Farto Nelson Tomás Local de estágio IPBEJA - Laboratório de Investigação em Tecnologias do Ambiente IST- Centro de Engenharia Química e Biológica Câmara Municipal de Grândola CEBAL IPBEJA - Laboratório de Investigação em Tecnologias do Ambiente IPBEJA - Laboratório de Investigação em Tecnologias do Ambiente Águas Públicas do Alentejo Câmara Municipal de Grândola IPBEJA - Laboratório de Investigação em Tecnologias do Ambiente VALNOR-Val. e Tratamento de Resíduos Sólidos, SA 3.2.Orientadores da Instituição recetora Apenas quando a instituição receptora possui técnicos com o grau de Doutor, estes assumem a co-orientação na qualidade de orientadores externos. Tabela 6. Orientadores da entidade recetora Nome Instituição ou Estabelecimento Categoria Profissional Habilitação Académica a que pertence Susete Martins Dias IST- Susete Martins Dias Prof. Auxiliar Doutor Maria da Conceição Fernandes CEBAL Investigadora Doutor 3.3.Normas para a selecção dos elementos das instituições responsáveis por acompanhar os estudantes. Não se aplica 4. Organização Interna e Mecanismos de Garantia da Qualidade O MEA é coordenado por um Professor Doutorado na área científica do curso, e uma Comissão Científica. O Coordenador, coadjuvado por 2 professores, o Coordenador Adjunto e um Vogal, que farão a articulação com os responsáveis das unidades curriculares. O mandato do Coordenador tem a duração de 2 anos, renováveis, (Regulamento dos cursos de 2º Ciclo do IPBeja). 8

11 O Coordenador tem como competências específicas, propor o número de vagas, prazos de candidatura e comprovativos a entregar pelos candidatos na candidatura ao curso e efectuar a selecção e seriação dos candidatos; assegurar a coordenação e harmonização dos programas das disciplinas; aprovar os temas, dos orientadores e dos locais de realização dos trabalhos conducentes à elaboração da dissertação de Mestrado e propor composição dos júris ao Órgão Estatutariamente Competente Descrição da estrutura organizacional responsável pelo ciclo de estudo, incluindo a sua aprovação, a revisão e atualização dos conteúdos programáticos (Estatutos IPB). O Conselho Técnico-Científico (CTC) pronuncia-se sobre a criação de ciclos de estudos e aprova os respectivos planos de estudos. A coordenação do funcionamento dos diferentes ciclos de estudos afectos a uma unidade orgânica, é assumida pelo Director e coadjuvado pelo Subdirector, que reúnem periodicamente com o coordenador eleito do curso. O Coordenador do curso é coadjuvado por uma Comissão Técnica-Científica, entre outras competências esta Comissão colabora na preparação das propostas de alteração do plano de estudos do curso a submeter a parecer do Conselho Coordenador da Actividade Académica (CCAA). A distribuição do serviço docente é aprovada pelo CTC mediante proposta dos Directores de Departamento de acordo com critérios definidos pelo CCAA. O ciclo de estudo tem regulamento aprovado em CTC. ttps://www.ipbeja.pt/repositoriodocumentosoficiais/lists/regulamentos/attachments/33/ REGULAMENTO%20ESCOLAR%20INTERNO.pdf 4.1.Mecanismos de garantia da qualidade para o ciclo de estudos. A CTCP do Curso de Mestrado promove reuniões com alunos e docentes do curso para debater questões relacionadas com o processo ensino-aprendizagem, tendo como referência as avaliações das unidades curriculares efectuadas no final de cada semestre e ainda do relatório de avaliação elaborado no final de cada ano lectivo. Neste relatório, procede-se à análise de dados de caracterização dos alunos e docentes, resultados de cada unidade curricular, os quais reflectem, igualmente, a opinião dos alunos, relativamente, entre outras 9

12 questões, a aspectos relacionados com metodologias de ensino, modelos de avaliação e relação pedagógica professor (es)/aluno(s). Este processo é coordenado e supervisionado pelo GQUAQ. Sobre o relatório é emitido parecer por este órgão, assim como pelo CTC, CPC, Conselho Geral. Compete ainda ao GQUAQ elaborar relatórios de apreciação e propor medidas de correcção que considere adequadas, dispondo do Gabinete para Avaliação, Qualidade e Procedimentos para operacionalizar as diversas atividades a desenvolver. 4.2.Procedimentos para a recolha de informação, acompanhamento e avaliação periódica do ciclo de estudos. No final de cada semestre os alunos e docentes preenchem um questionário de opinião relativamente a cada UC, sendo solicitada à Comissão Científica do curso, ao Provedor do Estudante e às Associações de Estudantes a sua intervenção, apelando à participação dos alunos. Esses dados são tratados pelo GQAP, e disponibilizados às CTCP dos Cursos de Mestrado. Esta análise quantitativa é complementada por uma análise qualitativa, com recurso a entrevistas em painel a alunos representantes de cada um dos anos curriculares. Estas entrevistas, são realizadas por docentes do Instituto, que não pertencem nem ao curso, nem à mesma UC e têm como principal objectivo, serem diagnosticados os fatores multicausais que justifiquem os resultados obtidos com tendência mais negativa. Com os dados obtidos, a CTCP do Curso de Mestrado elabora o relatório, apresentando propostas de medidas correctivas a serem adoptadas e remetê-lo-á para o CTC, o CPC, o CAA e o CG para que possam actuar no âmbito das suas competências, dando cumprimento ao estabelecido no Artigo 68.º dos Estatutos do IPB que permite o acompanhamento e avaliação do curso, cumprindo os pontos mencionados nos Estatutos do Instituto. 4.3.Discussão e utilização dos resultados das avaliações do ciclo de estudos na definição de ações de melhoria. Após a realização deste relatório de auto-avaliação do curso, o mesmo é dado a conhecer a alunos e docentes para que sejam conhecidos os pontos fortes, fracos, oportunidades e 10

13 ameaças, sendo promovidas reuniões onde são discutidas as estratégias de superação dos problemas detectados. A coordenação de curso reúne semestralmente com todos os docentes, dando orientações e sugestões de carácter geral e/ou particular baseadas nos resultados da monitorização, para que de forma continuada se promova o sucesso escolar. Sempre que as avaliações mostrem necessidade de reestruturação, mesmo que fora dos períodos de análise definidos pelo Instituto Politécnico, que têm carácter bienal, a Coordenação define uma comissão para o estudo, avaliação e implementação de eventuais reestruturações. 5. Recursos Materiais 5.1. Áreas disponíveis Não existem instalações na ESAB afectas, unicamente, ao curso de Mestrado em Engenharia de Ambiente, mas sim a todos os cursos ministrados nesta instituição. Relativamente às salas de aula, que são 16, as suas áreas estão compreendidas entre 35,4 m 2 e 153,7 m 2. Encontram-se 12 no Edifico Central, duas no Centro Experimental e duas no Centro Hortofrutícola. Para além destas, existem duas salas de aula de informática, com 84 m 2 e 63 m 2, equipadas com postos de trabalho individual. A ESAB tem um anfiteatro com a capacidade de 162 lugares, o qual permite a realização de conferências, seminários, congressos e colóquios nas áreas técnico-científicas ministradas na Instituição. Para além destes espaços físicos, de uso comum a todos os cursos, o curso de Engenharia do Ambiente, dada a sua especificidade, é leccionado em determinados espaços do tipo laboratorial, que a seguir se descrevem (Tabela 7). Para além destes Laboratórios, existem salas de equipamento específico, as quais necessitam de um espaço físico reservado, nomeadamente a sala de espectrofotometria de absorção atómica, a sala da cromatografia iónica, a sala da cromatografia líquida e gasosa e a sala climatizada. Nos Laboratórios descritos encontram-se também salas de preparações e salas de serviços (incluem salas de stock de reagentes, depósito e conservação de amostras, salas de lavagens e de apoio). 11

14 Tabela 7. Espaços físicos laboratoriais onde são ministradas aulas do curso de Mestrado em Engenharia do Ambiente. Tipo de Espaço Área (m 2 ) Laboratório de Química (*) 75,0 Laboratório de Bioquímica/Química Orgânica (*) 86,7 Laboratório de Controlo da Qualidade de Águas Residuais (*) 101,0 Laboratório de Controlo da Qualidade de Águas (*) 86,8 Laboratório de Ecotoxicologia e Fitorremediação (*) 21,4 Laboratório de Protecção de Plantas 60,5 Laboratórios de Microbiologia (2) 74,2 e 58,0 Laboratório de Biologia e Botânica 59,3 Laboratório de Topografia 49,2 Laboratório de Ecologia 44,5 Salas de Sistemas de Informação Geográfica (SIG) 16,0 (*) Instalações e áreas afetas, maioritariamente, ao curso de Mestrado em Engenharia do Ambiente Equipamentos O equipamento ao dispor do curso de Mestrado em Engenharia do Ambiente é o existente nas salas e nos laboratórios acima referidos. Todas as salas de aula, incluindo os laboratórios, apresentam retroprojetores. As salas de aula apresentam equipamento audiovisual retroprojetor e projetores multimédia fixos. Outros equipamentos audiovisuais móveis encontram-se à disposição dos docentes como televisores, leitores de vídeos, ecrãs de parede retrácteis, etc. Mais importante que este equipamento geral, é o equipamento específico existente nos laboratórios (Tabela 8). O recurso a este equipamento é facultado aos alunos estagiários para o desenvolvimento de atividades experimentais inerentes ao seu trabalho de estágio, assim como aos docentes em formação e com projetos de investigação. 12

15 Tabela 8. Equipamento específico, existente nos espaços físicos laboratoriais, ao dispor do curso de Mestrado em Engenharia do Ambiente. Laboratório Equipamento específico Química (*) Química Orgânica/Bioquímica (*) Controlo de Qualidade de Águas (*) Ecotoxicologia e Fitorremediação (*) Salas de Equipamento Específico (*) Microbiologia Ecologia Protecção de Plantas Biologia e Botânica Sala de SIG Topografia 2 Espectrofotómetro de UV-Vis; Mantas de Digestão Kjeltec e Selectra; Mantas de CQO Record 6; Oxitop IS 12; câmara de CBO TS 606; Turbidimetro 550; Biosimulador Mark 2; Jar-test JF/6; Destiladores de Azoto B316; Banhos termostatizados; Mufla; 4 Estufas de secagem; 3 Balanças técnicas e 3 Balanças analíticas; 2 Aparelhos Kjeltec; Equipamento para medição de CQO e CBO 5 ; Turbidimetro; Biosimulador; Jarrtest; Fitoclima (2 câmaras de simulação fitoclimática); Luminotox (detector de luminescência); 1 Centrifuga refrigerada, 1 Autoclave, 1 Congelador vertical. Espectrofotómetro de absorção atómica Spectra20 e 220FS, equipado com Câmara de grafite GTA 96; Gerador de Hidretos VGA 77; Cromatógrafo iónico 761-IC; Cromatógrafo gás-líquido 3800; Cromatógrafo líquido de alta pressão Prostar 310; Analisador de carbono orgânico total (COT) TS 606. Câmara de fluxo laminar; Microscópio com ligação a câmara de vídeo e monitor. Fitoclima (câmara de simulação fitoclimática); Microscópio estereoscópico com câmara fotográfica digital e monitor e ligação a PC; Microscópio triocular com câmara de vídeo e monitor; Medidor de Área Foliar; Micrótomo; 3 Câmaras de Fluxo Laminar Vertical; Câmara de Fluxo Laminar Horizontal; Esterilizadores de Esferas de Vidro; Potenciómetro; Armadilha Luminosa. Computador com Software de SIG; Mesa digitalizadora; Plotter; Receptor GPS Garmin V; 112 cartas militar digitalizadas. 6 Teodolítos; 5 Níveis; 3 Pantógrafos; 6 Planímetros. (*) Equipamento específico utilizado, maioritariamente, por docentes e alunos do curso de Mestrado de Engenharia do Ambiente. 6. Pessoal Docente 6.1. Equipa docente do ciclo de estudos Na tabela 9 consta a equipa docente afeta ao MEA. A percentagem dos docentes do ciclo de estudos em tempo integral na Instituição é de 100%, todos os docentes estão em tempo integral com exclusividade como se pode observar. 13

16 Tabela 9. Equipa docente do ciclo de estudos de Mestrado em Engenharia do Ambiente Nome Ana Pardal Ababela Durão Fernanda Pereira Henrique Oliveira Humberto Chaves Adelaide Almeida Fátima Carvalho Teresa Carvalhos Nuno Beja Patrícia Palma Paula Alvarenga Categoria ETI Hab. Relação Jurídica ETI Área de Formação Àrea CNAEF (no Ciclo de Acad. de Emprego Regime Idade Sexo (na Instituição) Estudos) Prof. Adj. Doutor Química 442 CTFP (Por tempo indt.) (período Excl. 37 F 1 0,19 (Biodiesel) experimental 5 anos) Prof. Adj. Doutor C. da Engenharia 851 CTFP Excl. 48 F 1 0,09 do Território e Amb. A termo resolutivo certo Prof. Adj. Mestre Ciências Empresariais 340 CTFP (Por tempo indt.) Excl. 48 F 1 0,09 Prof. Adj. Doutor Engenharia Electrotécnica e 440 CTFP (Por tempo indt.) Excl. 49 M 1 0,09 de Computadores Prof. Adj. Doutor Química/Química Orgânica 442 CTFP (Por tempo indt.) Excl. 49 M 1 0,12 Prof. Adj. Doutor Engenharia do Ambiente 851 CTFP (Por tempo indt.) Excl. 49 F 1 0,14 Prof. Adj. Doutor Ciências Químicas 851 CTFP (Por tempo indt.) Excl. 51 F 1 0,2 Prof. Adj. Doutor Ciências Químicas 851 CTFP Excl. 50 F 1 0,38 Por tempo Indeterminado(período experimental 5 anos) Prof. Adj. Doutor Desenvolvimento Sustentável 581 CTFP Excl. 43 M 1 0,05 e Ordenamento do Território Por tempo Indeterminado(período experimental 5 anos) Prof. Adj. Doutor Ciências Farmacêuticas 421 CTFP Excl. 37 F 1 0,09 Por tempo Indeterminado(período experimental 5 anos) Professor Doutor Engenharia do Ambiente 851 CTFP (Por tempo indt.) Excl. 44 F 1 0,09 Adjunto 14

17 A Percentagem dos docentes (ETI) do ciclo de estudos com doutoramento é de 91% como se pode ver na figura 1. 9% Mestrado Doutoramento 91% Figura 1. Percentagem dos docentes (ETI) do ciclo de estudos com doutoramento e com mestrado. - Percentagem dos docentes (ETI) do ciclo de estudos com doutoramento na área científica do ciclo de estudos, área CNAEF 851 é de 40%, como se observa na figura 2. área CNAEF 851 outras áreas CNAEF 60% 40% Figura 2. Percentagem dos docentes (ETI) do ciclo de estudos com doutoramento na área científica do ciclo de estudos A percentagem dos docentes que mantêm a sua ligação ao ciclo de estudos por um período superior a três anos é de 100%. Além de que se realça que os docentes do ciclo de estudos, que nos próximos dois anos, possam vir a obter o grau de doutor é de 1 docente Mestre. 15

18 7. ESTUDANTES 7.1. Caracterização dos estudantes Caracterização - Género e Idade por ano curricular Como se observa pelos dados constantes da Tabela 10, a maioria dos alunos situa-se na faixa etária de 25 a 29 anos. Tabela 10. Género e Idade por ano curricular 1º Ano 2º Ano Idade Nº Alunos Género Género % Nº Alunos M F M F % Total % Menos de Total Fonte: CME. Data: 08/10/ Caracterização - Distrito de Proveniência A maioria dos alunos do MEA tem proveniência no Distrito de Beja, Tabela 11, seguindo-se os distritos de Évora e Faro. Os Distritos de Lisboa, Setúbal e Portalegre apresentam a mesma percentagem de procura, 4,2%. 16

19 Tabela 11. Género e idade por ano curricular 1º Ano 2º Ano Distrito Nº Alunos % Nº Alunos % Total % Beja Évora Faro Lisboa Portalegre Setúbal Total Procura do ciclo de estudos (nos últimos 3 anos) A procura do mestrado representa 43% relativamente ao número de vagas disponibilizadas em cada ano lectivo, verificando-se que 100% dos candidatos se matriculam no mestrado. Tabela 12. Procura do ciclo de estudos Procura do Ciclo de Estudos Ano Letivo 2011/ /2013 Nº de Vagas Nº de Candidatos Nº de Colocados Total Inscritos (ano curricular) Inscritos 1ª Vez (ano curricular e dissertação) Fonte: Serviços Académicos II. Data: 30/04/2013; CME. Data: 08/10/ Estudantes com Estatuto de Trabalhador Estudante Apenas um estudante do sexo feminino apresenta o Estatuto de Trabalhador Estudante. 17

20 Tabela 13. Estudantes com Estatuto de Trabalhador Estudante Ano Curricular Nº Estudantes Trabalhadores Género M F 1º º Total Fonte: CME. Data: 08/10/ Estudantes com Apoio Social (3 anos) Apenas no ano Letivo 2012/ % dos alunos receberam apoio escolar. Tabela 14. Estudantes com Apoio Social Ano Letivo 2011/ /13 Fonte: SAS Percurso Académico A maioria dos alunos realizaram o 1º ciclos de estudo no IPBeja, 69%. Tabela 15. Estudantes com Estatuto de Trabalhador Estudante 1º Ano Percurso Académico Nº Alunos % Alunos que realizaram o 1º ciclo de estudos no IPBeja Alunos que realizaram o 1º ciclo de estudos em outra instituição de ensino Superior Sem registo da instituição de proveniência Fonte: CME. Data: 15/10/2013 Total

21 8. Resultados Académicos 8.1. Distribuição das classificações finais por Unidade Curricular. A Tabela 16 reflete os resultados obtidos pelos alunos nas diferentes Unidades Curriculares, onde podemos observar que em todas as Unidades Curriculares a grande maioria dos alunos, obtém classificação entre 14 e 16 valores. Na Unidade Curricular de Seminários a classificação obtida pela maioria dos alunos encontra-se na gama de 17 a 19 valores. Tabela 16. Distribuição das classificações finais por Unidade Curricular Ano Código Unidade Curricular Avaliações realizadas Intervalos de classificações Gestão, avaliaçaõ e tratamento do ar Proteção e reabilitação de solos Gestão Integrada de Recursos Hídricos Tecnologia de Tratamento de Resíduos Sólidos Tecnologias de Tratamento de Águas Fundamentos de Tecnologia Ambiental Biomonitorização Ambiental Valorização Enertgética de Resíduos Ambiente e Energia Qualidade do ar em Espaço Confinado Sistemas de Informação Geográfica Avaliação e análise de Impacte Ambiental Higiene e Segurança Ambiental Análise e Gestão de Projetos Seminários Estágio Fonte: CME. Data: 8/10/ Taxas de sucesso por Unidade Curricular. A taxa de sucesso dos alunos inscritos difere da taxa de sucesso dos avaliados, esta é de 100% a todas as disciplinas. A taxa de sucesso dos inscritos apresenta valores superiores 66% a todas as disciplinas à exceção de Estágio, onde as baixíssimas taxas de sucesso dos inscritos se pode dever ao fato de a maioria ser trabalhador e tardar mais na entrega da dissertação. 19

22 Tabela 17. Distribuição das classificações finais por Unidade Curricular Ano 1º Ano 2º Ano Código Disciplin Nome Disciplina Nota Inscritos a < 10 Gestão, Avaliação e Alunos Taxa de Sucesso Nota Total > a Outros Sucesso/ Avaliados 10 Inscritos Sucesso/ Avaliados Tratamento do Ar % % Protecção e Reabilitação de Solos % % Gestão Integrada de Recursos Hidricos % % Tecnologias de Tratamernto de Resíduos Sólidos % % Tecnologias de Tratamento de Águas % % Fundamentos de Tecnologia Ambiental % % Biomonitorização Ambiental % % Valorização Energética de Residuos % % Ambiente e Energia % % Qualidade do Ar em Espaço Confinado % % Sistemas de Informação Geográfica % % Avaliação e Análise de Impacto Ambiental % % Higiene e Segurança Ambiental % % Análise e Gestão de Projectos % % Seminários % % Estágio* % % 8.3. Distribuição do número de créditos ECTS aprovados por estudante. O Mestrado em Engenharia do Ambiente teve início no ano letivo 2011/2012, pelo que a esta data ainda não é possível calcular a taxa de Sucesso. 20

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