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2 Universidade Estadual do Oeste do Paraná - REITOR Alcibiades Luiz Orlando VICE-REITORA Onildes Maria Taschetto PRÓ-REITOR DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO Mário César Lopes VEL Diretor Geral do Campus de Cascavel Alfredo Petrauski Diretora do CECA - Centro de Educação, Comunicação e Artes Aparecida Feola Sella Coordenadora do Curso de Pedagogia Andréa Cristina Martelli Revista de Educação EDUCERE ET EDUCARE - Revista de Educação - é uma publicação semestral do Colegiado do Curso de Pedagogia / campus de Cascavel, da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste). EDITOR CIENTÍFICO Gilmar Henrique da Conceição COMISSÃO EXECUTIVA Prof. Dr. Gilmar Henrique da Conceição Profª. MS. Maria Inalva Galter Prof. MS. Marco Antonio B. Carvalho APOIO EDITORIAL Neiva Lúcia Schvan Machado CONSELHO EDITORIAL Prof. Dr. Gilmar Henrique da Conceição (presidente) Profa. MS. Maria Inalva Galter (vice-presidente) Profa. D rando. Aparecida Favoreto Profa. MS. Elenita Conegero Pastor Manchope Prof. Dr. Alexandre Felipe Fiúza Prof. Dr. Paulino José Orso Prof. MS. Marco Antonio Batista Carvalho Prof. Dr. Antonio Bosco de Lima Profa. Drª. Francis Mary Guimarães Nogueira Profa. Drª. Geórgia Sobreira dos Santos Cêa Profa. Drª. Maria Lídia Szymanski Profa. MS. Andréa Martelli Prof. D rando. João Carlos da Silva Prof. Dr. Roberto Antonio Deitos Prof. D rando. Deonir Luis Kurek Profa. Drª. Maria Ester Rodrigues CONSELHO CONSULTIVO CONSULTORES AD HOC Prof. Dr. João Arriscado Nunes UNIV. DE COIMBRA Prof. Dr. Domingos Fernandes UNIV. DE LISBOA Profª. Drª. Maria Elizabete S. P. Xavier UNICAMP Prof. Dr. Dermeval Saviani UNICAMP Prof. Dr. José Maria Paiva UNIMEP Prof. Dr. Paolo Nosella UFSCar Profª. Drª. Carmem Célia Silvia Vidigal USP Prof. Dr. José Claudinei Lombardi UNICAMP Prof. Dr. Gilberto Luis Alves UFMS Prof. Dr. Ligia Regina Klein UFPR Profª. Drª.Terezinha de Oliveira UEM Profª. Drª. Guaraciaba Aparecida Túlio UEM Prof. Dr. Bruno Pucci UNIMEP Profª. Drª. Raquel Lazzari Leite UNESP Profª. Melania Moroz PUC-SP Profª. Drª. Yoshie Ussami Ferrari UNESP/Pres. Prudente Profª. Drª. Olinda Evangelista UFSC Profª. Drª. Siomara Borba Leite UERJ Prof. Dr. Gaudêncio Frigotto UFF Prof. Dr. João Virgílio Tagliavini UFSCar PARECERISTAS DESTE NÚMERO Prof. Dr. Acir Dias da Silva Prof. Dr. João Jorge Correa Prof. M.S. José Kuiava Profª D randa. Lílian Faria Porto Borges Profª. Drª. Edaguimar Orquizas Viriato Prof. D rando. Ivan Marcelo Gomes Profª. Drª. Sandra R. F. de Oliveira Prof. D rando. Vilmar Malacarne Profª. Drª. Ireni M. Zago Figueiredo Profª. Drª. Isaura M. Souza Zanardini Prof. D rando. André Paulo Castanha Profª. Drª. Carmen Célia B. C. Bastos Profª. D randa. Elisabeth Rossetto Profª. D randa. Flávia Anastácio de Paula Profª. D randa. Ivete J. de Oliveira Brotto Profª. D randa. Jane Peruzo Iacono Profª. MS. Janete Ritter Profª. MS. Neiva Galina Mazzuco Profª. Drª. Suze Gomes Scalcon Profª. Drª.Tânia Maria Rechia Prof. Dr. Valdomiro Polidório

3 - UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ COLEGIADO DO CURSO DE PEDAGOGIA DO VEL APOIO: SESU SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR

4 2005, ED CAPA Rachel Cotrim Projeto Gráfico e Diagramação Rachel Cotrim Ficha Catalográfica Marilene de Fátima Donadel - CRB 9/924 Dados Internacionais de Catalogação-na-Publicação (CIP) (Biblioteca da ) R454 Educere Et Educare - Revista de Educação / Universidade Estadual do Oeste do Paraná. Campus de Cascavel.Colegiado do Curso de Pedagogia. v. 1. (2006) -. Cascavel : ED, v. ; cm. Semestral ISSN: Educação Periódicos I. Universidade Estadual do Oeste do Paraná. Campus de Cascavel. Colegiado do Curso de Pedagogia II. T. CDD 20.ed Solicitam-se permutas com revistas similares Deseamos establecer el cambio con revistas similares On demande l échange avec les revues similaires We request exchange of similar periodicals Wir würden gern einen austausch mit zeitschriften ähnlicher fach-ausrichtung durchführen ENDEREÇO PARA PERMUTAS - BIBLIOTECA CENTRAL - SETOR DE PERIÓDICOS Rua Universitária, 2069 CEP Cascavel - Paraná Fone: (45) e

5 Apresentação Revista de Ed ucação Vol. 1 nº 1 jan./jun p. 5-6 A Revista de Educação Educere et Educare, que ora iniciamos, é resultado da busca de amadurecimento teórico dos professores do Colegiado do curso de Pedagogia da Unioeste/ Campus de Cascavel, bem como resultado dos trabalhos dos nossos Grupos de Pesquisa. Há de se ressaltar que a maioria dos nossos docentes titulou-se nas mais respeitadas universidades, mas isto também implica em reconhecer que este amadurecimento é um processo dinâmico, pois não há como educar sem pesquisar sistematicamente. Doutra forma nossa leitura de mundo petrifica-se, sendo prejudicial para a pesquisa, na medida em que não há mais dúvidas e sim dogmas. Por que escolhemos para esta revista o nome Educere et Educare? Porque este título nos remete ao debate fundamental no interior da Pedagogia. Como nos ensinam importantes estudos educacionais, a partir destas duas palavras o conceito de educação apresenta em suas origens uma contradição, ainda que ambas se refiram à educação. Assim, este conceito encerra, sob uma mesma raiz, sentidos contraditórios. Educere enfatiza os aspectos voltados para o desenvolvimento das potencialidades de cada pessoa ( extrair, desabrochar ). Por sua vez, Educare se refere à transmissão social da cultura ( alimentar, transformar ). A própria instituição escolar é dicotômica, visto que se constitui como aparelho reprodutor das desigualdades sociais e como instrumento de combate a essas mesmas desigualdades. A concepção dialética de educação, que norteia hegemonicamente este periódico, tenciona contribuir para o enfrentamento teórico e metodológico desta contradição num processo de negação da negação. Não é possível realizar estudos sobre o que é educação sem refletir sobre o próprio ser humano, visto que educação é um processo histórico, social, cultural, político e, por sua vez, contraditório. Desse modo, questões de caráter pedagógico requerem interrogações filosóficas e políticas por buscarem a razão de ser do fenômeno educativo e de sua práxis educativa. A educação não tem um fim em si mesma, nem mesmo caminha com suas próprias leis, mas se constitui em instrumento de justificação ou de crítica da ordem social vigente. Ela necessita de conceitos que fundamentem e orientem os seus caminhos, por isso não há como apresentar uma proposta pedagógica sem pressupostos explícitos e implícitos que orientem a seleção dos temas e a interpretação dos fatos. Conseqüentemente, referir-se à educação é referir-se à contradição. A categoria da contradição é o elemento-chave no estudo da sociedade. Porquanto, a racionalidade do real se encontra no movimento contraditório dos fenômenos.

6 Vol. 1 nº 1 jan./jun p. 5-6 Como as contradições podem não aparecer, dada à capacidade da realidade ser dissimulada, é preciso um permanente exercício crítico de desvelamento. Entendemos que toda pesquisa, de certa forma, é uma busca de desvelamento da realidade. Portanto, queremos com esta revista abrir espaço para estudos que retirem o véu que encobre a realidade sócio-educativa. Desde Descartes herdamos a dúvida e a recusa de acreditar pura e simplesmente. É fundamental o desejo de questionar tudo e a vontade de não se submeter diante de qualquer autoridade ou afirmação. Portanto, a dúvida como atitude teórica permite a ruptura do estabelecido. A Revista Educere et Educare tem o propósito de ser um espaço para artigos de pesquisadores em educação e áreas afins, no intuito de se constituir em instrumento teórico radical, no sentido de buscar a raiz do fenômeno educativo. De maneira que, como convite e como desafio, esperamos receber artigos que pelo seu rigor teórico e metodológico busquem socializar a cultura, provocar novas interpretações e estimular nossas atuações. Nos próximos números, estaremos aprimorando a formatação desta revista, pois nosso objetivo é transformá-la numa revista qualificada. Portanto, os próximos números receberão as adequações necessárias, procurando, aos poucos, atingir os níveis exigidos pelo Qualis e pelo Scielo (Scientific Eletronic Libray Online). O primeiro volume desta revista foi viabilizado financeiramente graças ao apoio da SESU (Secretaria de Educação Superior), e que se traduziu no PROJETO MEC, no qual o nosso Colegiado de Pedagogia discutiu com professores da rede pública estadual do oeste do Paraná, com a rede municipal de ensino de Cascavel e de Santa Helena, bem como com os docentes e estudantes dos cursos de licenciatura da Unioeste por meio de debates, comunicações e palestras. Dentre os objetivos desses encontros podemos destacar: a) articulação dos grupos de pesquisa a partir das questões da história e da historiografia da educação; b) preocupação com a formação de professores. Inicialmente dividimos esta revista em três áreas de conhecimento: Fundamentos da Educação, Fundamentos Metodológicos e Políticas Educacionais. Estaremos, também, publicando, regularmente, Núcleos Temáticos. Neste número, portanto, temos a publicação de artigos com diferentes temas oriundos dos encontros acima referidos, tais como: Império, política, idade-média, modernidade, contemporaneidade, currículo, alfabetização segurança pública, pessoa com deficiência, desejo, linguagem, mídia, reformas educacionais, neoliberalismo, governo Lula, governo Requião e gestão ambiental, entre outros. O ponto comum que articula temas tão díspares é a questão educacional. Desejamos que todos aqueles que lerem esta revista façam uma leitura que seja, ao mesmo tempo, prazerosa e inquietante. Reiteramos o convite para que submetam seus trabalhos para publicação em nossos próximos números. Gilmar Henrique da Conceição Editor Científico

7 Sumário Revista de Ed ucação Vol. 1 nº 1 jan./jun p FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO UMA NOVA INSTITUIÇÃO EDUCACIONAL PARA O NOSSO TEMPO Gilberto Luiz Alves APOGEU E CRISE DE UMA ÉPOCA: AS UNIVERSIDADES MEDIEVAIS Terezinha Oliveira COMENIUS: O PRECURSOR DA PEDAGOGIA MODERNA Arcielli Royer, Tânia Pereira da Silva Sens, Gilmar Henrique da Conceição CONSIDERAÇÕES SOBRE A EDUCAÇÃO ESCOLAR NO PERIODO IMPERIAL BRASILEIRO Julia Malanchen, Paulino José Orso OS PROFESSORES DO BRASIL IMPERIAL André Paulo Castanha A FIGURA FEMININA NO CONTEXTO DA INQUISIÇÃO Mariza Scheffer Freire, Vilma Pereira Sobrinho, Gilmar Henrique da Conceição A FILOSOFIA EDUCACIONAL NA PEDAGOGIA JESUÍTICA: AVANÇO OU RETROCESSO? Silvia Letícia Spanhol, Gilmar Henrique da Conceição O PAPEL DA RELIGIÃO NA FORMAÇÃO DA IDENTIDADE DOS PROFESSORES DO CAMPO NO MUNICÍPIO DE FRANCISCO BELTRÃO PR Franciele S. Santos, Franciele T. Viana EDUCAÇÃO DO CAMPO E EDUCAÇÃO URBANA: APROXIMAÇÕES E RUPTURAS Franciele Soares dos Santos

8 Vol. 1 nº 1 jan./jun p UMA REFLEXÃO HISTÓRICA SOBRE A QUESTÃO DO TRABALHO NA VISÃO DE ENGUITA Emanoela Regina Tomas, Lenir Bavaresco, Zenira Maria Malacarne Signori, Gilmar Henrique da Conceição ESCOLA DO TRABALHO UMA PEDAGOGIA SOCIAL: UMA LEITURA DE M. M. PISTRAK Eliseu Santana, André Paulo Castanha REFLEXÕES SOBRE A IDÉIA DO EMPREENDEDORISMO NA EDUCAÇÃO Antonio Santos da Luz, Georgia Sobreira dos Santos Cêa AS PRECARIEDADES E IMPUNIDADES DO SISTEMA BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚBLICA Adriéle Cristina de Souza, Gilmar Henrique da Conceição EDUCAÇÃO INCLUSIVA E O LEITO DE PROCUSTO: O DESAFIO DO SÉCULO XXI Ana Paula Santi, Estela Cristina Coelho, Jane Peruzo Iacono A EDUCAÇÃO INCLUSIVA COMO FORMA DE TRANSFORMAÇÃO DA SOCIEDADE Marley Kniphoff ASPECTOS HISTÓRICOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Elisabeth Rossetto, Anacleide Sobral Adami, Juçara Kremer, Nilton Pagani, Marizete T. Nascimento Silva UMA REFLEXÃO SOBRE INCLUSÃO A PARTIR DO ARTIGO 208 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL Claudia Simone Bernartt, Gilmar Henrique da Conceição ENTRE ALFABETIZAR E EDUCAR: POR QUE RELER ESTA QUESTÃO? Aparecida Favoreto, Maria Inalva Galter A EDUCAÇÃO EM TEMPO INTEGRAL NO CONTEXTO DO MUNICÍPIO VEL Cezar Ricardo de Freitas, Maria Inalva Galter JUVENTUDE E EDUCAÇÃO: UMA POSSÍVEL ABORDAGEM BAKHTINIANA Rosemeiri Custódio da Silva, Maria José Rizzi Henriques

9 Vol. 1 nº 1 jan./jun p FILOSOFIA POLÍTICA E DESEJO Gilmar Henrique da Conceição VYGOTSKI E O PAPEL DA LINGUAGEM ENQUANTO UM FENÔMENO HISTÓRICO-SOCIAL Elisabeth Rossetto A PRODUÇÃO ACADÊMICA E CIENTÍFICA DA : TESES E DISSERTAÇÕES Marinês Limberger, Paulino José Orso FUNDAMENTOS METODOLÓGICOS A IMPORTÂNCIA DE UMA NOVA VISÃO SOBRE A EDUCAÇÃO NA CONTEMPORANEIDADE Simone Rodrigues, Beatriz Helena Dal Molin A PRÁTICA PEDAGÓGICA NO CURSO DE PEDAGOGIA DA : DANDO VOZ AOS ALUNOS JÁ FORMADOS Maria Lídia Sica Szymanski PRAGMATISMO E CURRÍCULO: A CONCEPÇÃO NEOLIBERAL DE EDUCAÇÃO CURRICULAR Ivanildo Claro da Silva, Antonio Bosco de Lima A AVALIAÇÃO NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO Cátia Claudia Lang, Cristiane Dalposso de Araújo, Eliane Luiza Schumacher, Ivete Janice de Oliveira Brotto O PROCESSO DE APRENDIZAGEM DA ESCRITA E O PROBLEMA DA HIERARQUIZAÇÃO DAS LETRAS Alaércio Vianei Pinatti, Claudiane Guttler, Estela Schneider, Ivete Janice de Oliveira Brotto UM ESTUDO SOBRE A TEORIA DO DESENVOLVIMENTO ORTOGRÁFICO DE P. SEYMOUR Patrícia Debarba Fenille, Flávia Anastácia de Paula

10 Vol. 1 nº 1 jan./jun p REFLEXÕES SOBRE O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: UMA AVALIAÇÃO SINTÁTICO-SEMÂNTICA E ARGUMENTATIVA DO TEXTO Claudia Aparecida Simões Miranda, Graziele Boff, Nádia Karina Ruhmke Ramos, Talismara Pereira, Sanimar Busse UMA PALAVRA SOBRE A PRESCRIÇÃO EM LÍNGUA PORTUGUESA Silvana de Araújo Vailões, Aparecida Feola Sella AS CONJUNÇÕES COORDENATIVAS NOS LIVROS DIDÁTICOS DE LÍNGUA PORTUGUESA Dayane Gaio Hoffmann, Aparecida Feola Sella REFLEXÕES SOBRE O ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA EM TERRAS BRASILEIRAS Any Lamb Fenner, Clarice Cristina Corbari O USO DE ANÚNCIOS DE PROPAGANDA NA CONSOLIDAÇÃO DO CURRÍCULO DA LÍNGUA INGLESA Valdomiro Polidório ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE O PROCESSO AVALIATIVO EM LÍNGUA ESTRANGEIRA Ana Paula Domingos, Clarice Cristina Corbari UMA REFLEXÃO SOBRE O DESENHO: A EXPRESSÃO DO REAL NA PRODUÇÃO DOS EDUCANDOS DO EURECA II Edson de Souza, Patrícia Prim dos Reis Santos, Flavia A. de Paula ESCOLA E MÍDIA: QUE CAMINHO É ESTE? Simone Rodrigues, Beatriz Helena Dal Molin POLÍTICAS EDUCACIONAIS ESTADO MILITAR E AS REFORMAS EDUCACIONAIS Cleci Terezinha Battistus, Cristiane Limberger, André Paulo Castanha EDUCAÇÃO: DO LIBERALISMO AO NEOLIBERALISMO Claudio A. Peres, André Paulo Castanha

11 Vol. 1 nº 1 jan./jun p O NEOLIBERALISMO E A CRISE NOS MOVIMENTOS SOCIAIS Tiago Limanski, Roberto Antonio Deitos A FORMAÇÃO DO EDUCADOR NO MOVIMENTO DO CAPITALISMO Anacleide Sobral Adami, Gilmara Aparecida da Silva Gasoto, Juçara Kremer, Nilton Pagani, Neiva Gallina Mazzuco ASPECTOS HISTÓRICOS SOBRE A FUNÇÃO DO PEDAGOGO Andréa Cristina Martelli A FORMAÇÃO CONTINUADA EM QUESTÃO Egeslaine de Nez, Marijane Zanotto AS POLÍTICAS CURRICULARES NO ESTADO DO PARANÁ NAS DÉCADAS DE 80 E 90: A CONCEPÇÃO DA ESCOLA SOBRE AS POLÍTICAS DE CURRÍCULO Ana Paula Santi, Antonio Bosco de Lima POSSIBILIDADES E LIMITES DE UM PLANEJAMENTO EDUCACIONAL FRENTE ÀS POLÍTICAS EDUCACIONAIS Iraci Anzolin, Vera Lúcia Balbinotti, Heladio Balerini À CAMINHO DA COMPREENSÃO MATEMÁTICA Fátima Villas Boas, José Roberto Carvalho, Leila L. Pavan Moritz, Marinês Limberger, Sueli Solange V. Vergütz, Terezinha da Silva Rocha, Neiva Gallina Mazzuco CLASSES ESPECIAIS E ESCOLAS ESPECIAIS PARA ALUNOS COM DEFICIÊNCIA MENTAL, COMO PROGRAMAS SUBSTITUTOS DO ENSINO REGULAR: ATÉ QUANDO? Jane Peruzo Iacono EDUCAÇÃO INCLUSIVA: POSSIBILIDADES E LIMITES Cleci Terezinha Battisttus, Silvia Maria Sorbar, Jane Peruzo Iacono ASPECTOS HISTÓRICOS DO NÃO ATENDIMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: O CASO C Michele Neves da Silva, Flávia Anastácio de Paula UM BALANÇO DO PROGRAMA NACIONAL BOLSA ESCOLA ( ) Egeslaine de Nez

12 Vol. 1 nº 1 jan./jun p PRINCÍPIOS E DIRETRIZES DA (CONTRA)REFORMA DA EDUCAÇÃO SUPERIOR DO GOVERNO LULA: DESVELANDO A IDÉIA DO CONSENSO Georgia Sobreira dos Santos Cêa, Luiz Fernando Reis POLÍTICAS DO GOVERNO REQUIÃO PARA AS UNIVERSIDADES PARANAENSES: UM BALANÇO PRELIMINAR Luiz Fernando Reis A RECONFIGURAÇÃO CURRICULAR DA EDUCAÇÃO SUPERIOR: UM OLHAR PARA OS PROJETOS PEDAGÓGICOS Carmen Célia Barradas Correia Bastos GESTÃO AMBIENTAL E EDUCAÇÃO: PRÁTICA PEDAGÓGICA EM RECICLAGEM Lemoel Pedro Maihach, Tiago Limanski, Suze Scalcon NORMAS EDITORIAIS

13 FUNDAMENT AMENTOS DA EDUCAÇÃO Revista de Educação

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15 Revista de Ed ucação UMA NOVA INSTITUIÇÃO EDUCACIONAL PARA O NOSSO TEMPO Vol. 1 nº 1 jan./jun p Gilberto Luiz Alves 1 Este trabalho objetiva apreender a origem da organização do trabalho didático (OTD) dominante nas escolas de nosso tempo. Nele, o trabalho é uma categoria central para o entendimento das relações sociais e, como decorrência, da escola. A análise interpretativa dota-se do instrumental teórico propiciado pela ciência da história, tal como a entenderam Marx e Engels em A ideologia alemã. Na abordagem do material documental que faz o registro da origem da forma dominante de OTD, em nossos dias, foi priorizada a obra que melhor a expressa: Didática Magna, de Comenius. Esse clássico da educação fecunda-se na organização manufatureira do trabalho. As necessidades sociais que tornaram necessária a sua produção, marcada pela preocupação de ensinar tudo a todos, emergiram no século XVII. Mas a escola moderna manteve intocada essa OTD, desde então, incorporando em escala muito limitada os recursos produzidos pela Revolução Industrial, pelos meios de comunicação de massa, pela automatização e pela informatização, além de ter omitido as demandas sociais contemporâneas. Logo, por ser o registro histórico de uma época superada, a escola dominante, ainda hoje, é anacrônica, daí a procedência do resgate do qualificativo manufatureira, que não somente a situa no tempo, mas concretiza, também, a natureza histórica do trabalho didático e o tipo de professor que a particularizam. Como decorrência, se explicita a tarefa histórica posta para os educadores de nossa época: a construção de uma nova didática, que, na acepção comeniana, implicaria uma proposta de educação para a sociedade; visaria atender necessidades sociais presentes e mobilizaria, para a sua consecução, os recursos mais avançados produzidos pela humanidade em seu tempo. Independente de qualquer força que pretenda se contrapor ao livre desenrolar do processo, está nascendo uma nova instituição educacional. Nova, sob qualquer aspecto a ser considerado, representa a superação da escola ainda dominante em nosso tempo. O movimento que lhe é imanente deve ser saudado como alvissareiro, pois, além de subverter a velha organização do trabalho didático, pela incorporação de novos recursos tecnológicos, pressiona a instituição escolar a assumir, ainda, novas e significativas funções sociais que a sociedade vem lhe impondo. Frisando, essa instituição educacional emergente não agrega, simplesmente, novos

16 UMA Vol. 1 nº 1 jan./jun p instrumentos aos recursos didáticos da superada escola que conhecemos nem se restringe à formação intelectual. Mas, para exercer o trabalho didático, agora sob uma forma contemporânea, e as funções sociais reclamadas pelo novo tempo, necessita apoiar-se em soluções originais, que mudam todas as referências para a formação de cidadãos e de profissionais especializados e exigem a formulação de novas concepções de espaço educacional e de arquitetura educacional. Pela impossibilidade de tratar de forma suficiente, nos limites do presente trabalho, essa matéria complexa relativa ao surgimento de uma nova instituição educacional, prioriza-se, na seqüência, a abordagem do aspecto pertinente à instauração de uma nova forma de organização do trabalho didático. Esse aspecto é sobremaneira relevante do ponto de vista teórico. Estranhamente, pouca atenção tem recebido dos estudiosos da educação, o que tem comprometido a possibilidade de historicizá-lo. Torna-se inadiável, em nosso tempo, radicalizar a sua discussão, primeiro passo para colocá-lo no patamar de importância que merece. O livro A produção da escola pública contemporânea (Alves, 2001: p ) procura dar um passo nessa direção. Por meio de uma análise retrospectiva, constata que a organização do trabalho didático, vigente nas escolas de nosso tempo, foi fundada por Comenius (COMENIUS, 1976) no século XVII, sob a inspiração da organização manufatureira do trabalho. Resumidamente, essa análise merece ser retomada. Para tanto, segue-se um extrato necessariamente extenso. Comenius está na origem da escola moderna. A ele, mais do que a nenhum outro, coube o mérito de concebê-la. Nessa empreitada, foi impregnado pela clareza de que o estabelecimento escolar deveria ser pensado como uma oficina de homens; foi tomado pela convicção de que a escola deveria fundar a sua organização tendo como parâmetro as artes. Note-se que artes, segundo acepção dominante à época em que viveu Comenius, abrangiam também as manufaturas. Por isso, enquanto termo definidor das novas condições criadas pelo surgimento e expansão das manufaturas, arte revelava-se anacrônico. Nas suas origens, esse termo se investira de uma acepção específica que expressava correspondência literal e histórica com o ofício medieval ou artesanato. Essa acepção, portanto, constituíra-se no interior da sociedade feudal e possuía o seu timbre, mas com o surgimento da manufatura, passou a designá-la também. Aplicando-se ao ofício medieval e à manufatura, o termo arte incorporou dois significados, daí as dificuldades enfrentadas pelos estudiosos que, muitas vezes, não fazem a distinção histórica entre eles. Ocorre que a manufatura, depois de ter-se apropriado da base técnica do artesanato, representava a sua superação, pois, através da divisão do trabalho, havia decomposto o todo do ofício medieval em suas operações constitutivas; ao mesmo tempo, especializara não só os artífices em uma ou UMA NOVA A INSTITUIÇÃO EDUCACIONAL CIONAL PARA O NOSSO TEMPO

17 Vol. 1 nº 1 jan./jun p Gilberto Luiz Alves poucas dessas operações, mas, até mesmo, os instrumentos de trabalho, que ganharam formas mais adequadas às operações nas quais eram utilizados. A combinação das atividades executadas por diferentes trabalhadores viabilizou a manufatura, pois resultou na elevação da produtividade do trabalho. Isto é, um mesmo número de trabalhadores atuando de forma coletiva e combinada, segundo regras da divisão do trabalho, produzia mais mercadorias que o mesmo número de artesãos trabalhando isoladamente. A superação do artesanato pela manufatura, portanto, pode ser entendida como o resultado da emergência de uma nova força produtiva, imanente ao caráter social assumido pelo trabalho, que, ao elevar sua produtividade, redundou num salto qualitativo, pois, sobretudo, fundou as bases da produção capitalista. Esse esclarecimento é importante, na medida em que, ao defender a necessidade de a escola erigir-se ao plano das artes, Comenius teve em vista a organização da manufatura e não a do artesanato. (...) (...) o educador morávio pressupunha uma organização para a atividade de ensino, no interior da escola, que visava equipará-la à ordem vigente nas manufaturas, onde a divisão do trabalho permitia que diferentes operações, realizadas por trabalhadores distintos, se desenvolvessem de forma rigorosamente controlada, segundo um plano prévio e intencional que as articulava, para produzir mais resultados com economia de tempo, de fadiga e de recursos. (...) Dando conseqüência aos seus propósitos, o educador morávio se investiu da tarefa de procurar e encontrar um processo por meio do qual a escola, uma máquina tão bem construída, ou ao menos, a construir sobre bons fundamentos, seja posta em movimento. Para tanto, existiam impedimentos, desde a falta de pessoas conhecedoras do método, as quais, abertas escolas por toda a parte, possam dirigi-las de modo que produzam (...) sólido fruto, até os pseudo-sábios, cujo coração se compraz na rotina dos velhos hábitos. (...) (...) as elaborações de Comenius [também] estão penetradas pela consciência dos condicionamentos econômicos que poderiam comprometer a expansão escolar. Essa consciência não se expressa de forma indireta, apenas, quando esse educador afirma a necessidade de a escola oferecer serviços que assegurem economia de tempo e de fadiga. Ao contrário, (...), há outros elementos complementares na Didáctica Magna que, explicitamente, reconhecem ser elevados os custos das escolas, daí a existência de certos mecanismos econômicos de seleção da clientela. (...) Colocada tal discussão no leito econômico, é conferido um outro realce à obra do educador morávio. Isto é, paralelamente às finalidades religiosas e civis que tornavam imperiosa a expansão da escola para todos, a possibilidade de realizá-la repousava em seu barateamento. Necessariamente, portanto, a solução preconizada por Comenius deveria perseguir a queda dos custos da

18 UMA Vol. 1 nº 1 jan./jun p escola pública, condição sine qua non de sua universalização. A partir dessa premissa, a ninguém pode causar estranheza o fato de o remédio para as dificuldades ser buscado, prioritariamente, na transformação do instrumental do trabalho do professor. (...) o manual didático, (...), possibilitou a queda dos custos da instrução pública. Com isso, atendeu a um pré-requisito necessário à universalização do ensino. Tornou-se esse instrumento, então, o ponto central de uma questão que, em última instância, tocava a remuneração conveniente dos mestres e os subsídios necessários à formação dos filhos dos mais pobres. A remuneração conveniente em absoluto foi pensada por Comenius como uma forma de valorização do professor, pois o aumento do salário encareceria os custos do ensino, mas, sim, como fixação de estipêndio compatível ao grau de complexidade das tarefas por ele executadas. O barateamento dos serviços escolares só poderia decorrer, em grande medida, da simplificação e da objetivação do trabalho didático, daí o esforço renovador ter convergido para a instauração da divisão do trabalho no ensino e para a transformação dos instrumentos de trabalho do professor. Dessa forma, a escola ajustava-se à nova época, na qual o conhecimento humano se tornara objetivo e o trabalho se objetivara por força da mediação de instrumentos. Essa época, já anunciada por Bacon, seria a época de emancipação do homem pelo seu progressivo domínio da natureza; seria a época de emancipação do homem pelo seu progressivo domínio da natureza; seria a época de produção das condições materiais que tornariam possível a igualdade dos homens. Essas condições estariam postas nos instrumentos de trabalho. Os gênios superiores tornavam-se desnecessários, pois o conhecimento deixava de ser dependente de suas capacidades pessoais. Com a ajuda de instrumentos, todos os homens poderiam realizar, com o mesmo grau de excelência, tarefas anteriormente só executadas por seres privilegiados. Contando com a régua e o compasso, segundo o clássico exemplo de Bacon, qualquer ser humano com amadurecimento motor normal seria capaz de traçar uma linha reta ou fazer um círculo perfeito. Para Comenius, então, tratava-se de simplificar e objetivar o trabalho didático, de tal forma que qualquer homem mediano pudesse ensinar. Até então, o mestre, na condição de preceptor, era uma figura cujo conhecimento ia muito além da média dos homens. Não raro essa modalidade de educador despontava por sua erudição. Erasmo, expoente do Humanismo e testemunha dessa época anterior, confirma esse entendimento, pois exigia bons costumes e caráter meigo do mestre e, sobretudo, que fosse dotado de conhecimentos invulgares. Esse humanista usava, ainda, uma outra expressão mais significativa, do ponto de vista histórico, para defini-lo: artífice primoroso. Mas esse tipo de exigência havia sido superado pelo tempo e representava, de fato, um impedimento à expansão da educação. A exigência imperativa de universalização do ensino era tolhida pelo caro serviço do preceptor, em correspondência com a complexidade da tarefa que exercia. Portanto, quando a escola se propôs atender a UMA NOVA A INSTITUIÇÃO EDUCACIONAL CIONAL PARA O NOSSO TEMPO

19 Vol. 1 nº 1 jan./jun p No âmbito do trabalho didático, arraigado ainda às suas origens, continuam a ser utilizados os mesmos instrumentos criados ou aperfeiçoados pelo autor de Didática Magna, em especial o manual didático, que domina e dá a tônica à atividade de ensino. É forçoso reconhecer que essa organização respondeu a uma necessidade social premente, à época em que viveu o bispo morávio. Emergia o imperativo de difusão da educação para todos, quando limitados eram os recursos para Gilberto Luiz Alves todos, precisou desvencilhar-se do professor sábio. Daí o intróito de Didáctica Magna afirmar, textualmente, a necessidade de investigar e descobrir o método segundo o qual os professores ensinem menos. Não há motivo para considerar essa determinação paradoxal. Ao contrário, constata-se que, tardiamente, a atividade didática experimentava o mesmo fenômeno que já atingira o artesanato e ocasionara a sua superação pela manufatura. A divisão do trabalho permitira que o trabalhador manufatureiro se especializasse em poucas operações do processo de trabalho. Como decorrência, passaram a ser exercitadas somente as suas habilidades associadas a tais operações. As demais, pelo desuso, se perderam. Seu conhecimento teórico do processo de trabalho, de forma correspondente, se restringiu ao âmbito limitado das operações que efetivamente executava. Sob as novas condições criadas pela manufatura, produziu-se um trabalhador parcial, que perdeu, em grande parte, o domínio do processo de trabalho como um todo, tanto do ponto de vista prático quanto do teórico. Portanto, se a divisão do trabalho viabilizou o aumento da produção de mercadorias com economia de fadiga, de tempo e de recursos, o que resultou na queda generalizada de preços dos produtos no mercado, chegou a essa realização, basicamente, pela produção do trabalhador parcial, que determinou o barateamento da força de trabalho. (...) se as transformações ocorridas na produção determinaram a superação do trabalhador artesanal pelo trabalhador manufatureiro, a Didáctica Magna é o registro clássico de uma época que postulava transição análoga no domínio da educação; que reconhecia a necessidade histórica de superação do mestre artesão pelo professor manufatureiro. O primeiro, um sábio que, na condição de preceptor, realizava um trabalho complexo, desde as operações correspondentes à alfabetização até a transmissão das noções científicas e humanísticas mais elaboradas, cedia lugar ao professor manufatureiro, que passava a se ocupar de uma pequena parte desse extenso e complexo processo. Como decorrência da divisão do trabalho didático em níveis de ensino, em séries e áreas do conhecimento, tal como a concebera Comenius, o professor se especializava em algumas operações, constitutivas de unidades identificadas como etapas da escolarização, tornando-se dispensável o domínio prático do processo de formação da criança e do jovem como um todo. Em conseqüência, do ponto de vista teórico o professor poderia conhecer menos, do que se conclui que estava submetendo-se a um processo de especialização idêntico ao que atingira o artesão. (Alves, 2005: p )

20 UMA Vol. 1 nº 1 jan./jun p efetivá-la. Limitado era o acesso ao livro clássico, cuja produção não havia ainda sido revolucionada pela máquina moderna, o que resultava em escassez quantitativa e elevado custo. Limitado era o contingente de pessoas que dispunha de conhecimento suficiente para o exercício do magistério. A infra-estrutura física era incipiente e improvisada. Essas considerações dão os parâmetros adequados para o entendimento da razão de ser do empreendimento comeniano, daí o manual didático, instrumento de trabalho no qual era depositada a responsabilidade maior pela transmissão do conhecimento; instrumento que daria a medida do (escasso) conhecimento esperado do professor, expressaria a meta quanto ao grau de conhecimento a ser assimilado pelo aluno e resumiria um programa de conteúdos informativos, disposto em uma ordem dada por seqüência e relacionamento, a ser executado por meio de procedimentos técnicos fixados previamente. O quadro exposto revela, também, o motivo de o estabelecimento escolar ter rompido, desde então, com a utilização de livros clássicos no seu dia a dia. A organização do trabalho didático, produzida por Comenius, representava uma ruptura com o conhecimento culturalmente significativo e a instauração do império do livro didático no espaço escolar. As pesquisas contemporâneas vêm demonstrando que o livro didático, elaborado por compendiadores, nada mais faz do que veicular um conhecimento não só de segunda mão mas, sobretudo, de caráter vulgar. Se essa prática poderia ser concebível na época de Comenius, em função da necessidade emergente de ensinar tudo a todos, agravada pelo fato de estar na sua fase embrionária a difusão das habilidades de ler e escrever, hoje nada mais a justifica. O homem, com os mais diferentes recursos, desde o livro suficientemente universalizado até os meios de comunicação de massa e a informática, tem acesso imediato ao conhecimento produzido nos centros científicos mais avançados do mundo e consulta bibliotecas e arquivos das mais expressivas instituições culturais do universo. Mas, paradoxalmente, o conhecimento culturalmente significativo, que circula por diversos canais da sociedade, desde os de caráter privado, como a família e as empresas, até os referentes a muitas das instituições públicas, não penetra o espaço da escola, a instituição social que celebra como sua a função de transmitir o conhecimento produzido pelo homem. Em síntese, a persistência da organização do trabalho didático criada por Comenius confere à atividade dos professores, extemporaneamente, as características típicas do trabalho manufatureiro, dominante na época em que viveu o bispo morávio. Entre os preços que os homens pagam por esse anacronismo, hoje, um dos mais sérios é a impossibilidade de ascender, através da educação escolar, ao conhecimento culturalmente significativo. A transmissão do conhecimento, na escola, identificou-se, de fato, com a sua vulgarização. Outra incongruência dessa forma de organização do trabalho didático se manifesta, ainda, na renitência com que professores se mantêm aferrados aos recursos UMA NOVA A INSTITUIÇÃO EDUCACIONAL CIONAL PARA O NOSSO TEMPO

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