CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

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1 Relatório DCT.C R0 JANEIRO/2007 CAIXA ECONÔMICA FEDERAL AVALIAÇÕES DE SISTEMAS CONSTRUTIVOS E ESTABELECIMENTO DE REQUISITOS PARA EDIFICAÇÕES TÉRREAS COM PAREDES DE CONCRETO ARMADO DEPARTAMENTO DE APOIO E CONTROLE TÉCNICO LABORATÓRIO DE SOLOS RODOVIA BR 153, km 510 CAIXA POSTAL GOIÂNIA-GO FONE: PABX (62) FAC-SÍMILE: (62)

2 F I C H A T É C N I C A TÍTULO: Relatório DCT.C R0 - Caixa Econômica Federal - Avaliações de Sistemas Construtivos e Estabelecimento de Requisitos para Edificações Térreas com Paredes de Concreto Armado. PALAVRAS-CHAVES: Concreto moldado in loco. Concreto tilt-up. Conforto Acústico. Conforto Térmico. Desempenho Estrutural. Durabilidade. Estanqueidade. Resistência ao Fogo. Habitação Social. Edificações térreas. Requisitos. RESUMO: Este relatório descreve as conclusões das avaliações de desempenho dos sistemas construtivos que utilizam paredes de concreto armado, seja moldado in loco ou tiltup, e estabelece os requisitos técnicos que estes sistemas devem seguir.

3 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 2. AMOSTRAS 3. ENSAIOS REALIZADOS E METODOLOGIA DE EXECUÇÃO 4. DESCRIÇÃO DOS SISTEMAS EM CONCRETO MOLDADO IN LOCO E TILT-UP 5. EXIGÊNCIAS DE DESEMPENHO DO SISTEMA E RESULTADOS OBTIDOS 6. CARACTERIZAÇÃO FINAL DO SISTEMA CONSTRUTIVO 7. GARANTIAS E RESPONSABILIDADES 8. VALIDADE 9. BIBLIOGRAFIA CONSULTADA 1. INTRODUÇÃO Este relatório descreve as conclusões das avaliações de desempenho dos sistemas construtivos que utilizam paredes em concreto armado, seja moldado in loco ou tilt-up, e estabelece os requisitos técnicos que estes sistemas devem seguir. Este trabalho foi elaborado pelo Departamento de Apoio e Controle Técnico (DCT.C) de FURNAS Centrais Elétricas S.A., por solicitação da Caixa Econômica Federal (Gerência de Padrões e Planejamento - Av. Rio Branco nº 174/176-28º andar - Centro - Rio de Janeiro - RJ) e da Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Concretagem - ABESC (Av. Brigadeiro Faria Lima, º Andar - cjs. 71/72 - Jardim Paulistano - São Paulo - SP), e refere-se ao programa do Laboratório de Tecnologia do Ambiente Construído - LASC. Este laboratório é integrante da Divisão denominada Laboratório de Solos. Para definição das características técnicas a serem atendidas, foram construídos dois protótipos habitacionais na área do referido Departamento, em Aparecida de Goiânia GO. Cada unidade possui cerca de 18 m² de área construída, contendo sala e quarto (Figuras 1-1 e 1-2). As duas unidades foram construídas em concreto armado, diferenciando-se pelo sistema construtivo empregado: tilt-up ou moldado in loco. As fôrmas de alumínio, utilizadas no sistema moldado in loco, foram fornecidas pela empresa FORSA FORMALETAS S.A. Além destas unidades, foram construídos diversos componentes (paredes, lajes e placas) em concreto armado, para realização dos ensaios necessários à avaliação de desempenho dos sistemas construtivos. DCT.C R0 1/38

4 Figura 1-1 Planta Baixa do Protótipo Moldado In Loco Figura 1-2 Planta Baixa do Protótipo Tilt-Up As informações contidas neste relatório têm validade restrita aos protótipos e amostras ensaiados, bem como e às condições em que os ensaios foram realizados. O Departamento de Apoio e Controle Técnico de FURNAS Centrais Elétricas S.A. não se responsabiliza por reproduções integrais não autorizadas deste documento. Sua reprodução parcial é proibida. DCT.C R0 2/38

5 2. AMOSTRAS As amostras, integrantes do programa do LASC de n o 15.33, foram recebidas e registradas no Laboratório de Tecnologia do Ambiente Construído de FURNAS Centrais Elétricas S.A., conforme identificação constante da Tabela 2-1. Tabela 2-1 Identificação das Amostras Identificação Material* Tipo Registro Placa em concreto armado, medindo 1,00 x 1,00 x 0,08 m Concreto Armado Concreto Armado (tilt-up) Concreto Armado (moldado) Concreto Armado (tilt-up) Concreto Armado (moldado) Concreto Armado (tilt-up) Concreto Armado (tilt-up) Concreto Armado (moldado) Placa em concreto armado, medindo 1,00 x 1,00 x 0,10 m Placa em concreto armado, medindo 1,00 x 1,00 x 0,12 m Data de Recebimento 05/08/2005 Placa em concreto armado, medindo 1,00 x 1,00 x 0,15 m Parede em concreto armado com dimensões totais de 4,04 x 2,95 x 0,10 m, formada por duas placas pré-moldadas de 2,02 x 2,95 x 0,10_m, montadas no pórtico de ensaio pelo sistema tilt-up, unidas /12/2005 verticalmente na região central com argamassa de cimento e areia, e vedadas com adesivo selante à base de poliuretano. Parede em concreto armado moldado in loco em fôrmas de alumínio (sistema Forsa ) formando dois pavimentos, com dimensões de 5,00 x 2,60 x 0,10 m no primeiro pavimento e de 5,00 x 2,60 x /10/2005 0,08_m no segundo pavimento, com laje intermediária e laje de cobertura medindo 5,00 x 1,00 x 0,10 m. Parede em concreto armado formando dois pavimentos, constituída por placas com dimensões de 5,00 x 2,60 x 0,10 m no primeiro pavimento e de 5,00 x 2,60 x 0,08 m no segundo pavimento, com /12/2005 laje intermediária e laje de cobertura medindo 5,00 x 1,00 x 0,10 m, pré-moldadas e montadas no pórtico de ensaio pelo sistema tilt-up. Edificação térrea executada em concreto armado moldado in loco em fôrmas de alumínio (sistema Forsa ), com dimensões externas de 5,80 x 3,10 m, dividida internamente em dois cômodos de mesma área, com pé-direito de 2,60 m e laje em toda a área. Paredes /03/2006 externas e laje com espessura de 0,10 m e parede interna com 0,08_m, todas revestidas com pintura de cal e aditivo fixador. Fundação do tipo sapata corrida com seção de 0,30 x 0,10 m. Edificação térrea executada em concreto armado pré-moldado, com dimensões externas de 5,80 x 3,10 m, dividida internamente em dois cômodos de mesma área, com pé-direito de 2,60 m, sem laje, com forro em toda a área. Paredes externas com espessura de 0,10 m e parede interna com 0,08 m, todas revestidas com pintura de cal e /03/2006 aditivo fixador, formadas por placas com dimensões de 5,60 x 2,60 x 0,10 m (2), 3,10 x 2,60 x 0,10 m (2) e 2,90 x 2,60 x 0,08 m montadas pelo sistema tilt-up sobre fundação em radier com espessura de 0,10 m na parte externa e de 0,15 m na parte interna. Parede em concreto armado com dimensões totais de 1,00 x 1,20 x 0,10 m, formada por duas placas pré-moldadas de 0,50 x 1,20 x 0,10_m, montadas no pórtico de ensaio pelo sistema tilt-up, unidas /12/2005 verticalmente na região central com adesivo selante à base de poliuretano. Parede em concreto armado moldado in loco com dimensões de 2,39 x 2,39 x 0,11 m. * Todos os concretos foram especificados pelo cliente com fck = 20 MPa /12/2005 DCT.C R0 3/38

6 3. ENSAIOS REALIZADOS E METODOLOGIA DE EXECUÇÃO Os ensaios foram realizados segundo procedimentos do Laboratório de Tecnologia do Ambiente Construído do Departamento de Apoio e Controle Técnico de FURNAS Centrais Elétricas S.A., os quais são integrantes do Sistema de Gestão da Qualidade Ensaios Não-Credenciados pelo INMETRO - RBLE Nome do Ensaio Metodologia Procedimento FURNAS Impacto de corpo mole em paredes, pilares, lajes e pisos em edificações NBR / Impacto de corpo duro em paredes, pisos e coberturas Método IPT * --- Cargas de ocupação Peças suspensas NBR / Cargas de ocupação Sustentação de redes de dormir Método IPT * --- Interação entre paredes e portas Impacto de corpo mole em porta NBR 8051/ Interação entre paredes e portas Operações de fechamento brusco da porta NBR 8054/ Verificação da estanqueidade à água de paredes externas Método IPT * --- Avaliação de desempenho acústico em protótipos Parte externa ISO 104-5/ Avaliação de desempenho acústico em protótipos Parte interna ISO 104-4/ Ensaio de resistência ao fogo em escala reduzida Forno Horizontal ASTM E 119/ Componentes construtivos estruturais - Determinação da resistência ao fogo NBR 5628/ Verificação do comportamento de paredes expostas à ação do calor e choque térmico Determinação das propriedades térmicas de materiais de vedação - Método da Caixa Quente Abrigada Método IPT * --- ISO 8990/ * Metodologia baseada na publicação Critérios Mínimos de Desempenho para Habitações Térreas de Interesse Social do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT). 4. DESCRIÇÃO DOS SISTEMAS EM CONCRETO MOLDADO IN LOCO E TILT-UP Os dois sistemas são compostos por concreto armado em duas direções, sendo que a diferença básica entre eles é o modo de construção ou montagem das unidades Caracterização do sistema moldado in loco O sistema moldado in loco avaliado utiliza fôrmas modulares de alumínio devidamente estruturadas, unidas por pinos tensionados (Foto 4.1-1). DCT.C R0 4/38

7 Foto Fôrma de alumínio montada A concretagem das paredes e laje de uma unidade é realizada em uma única etapa por pavimento, sobre a fundação previamente executada (Foto 4.1-2). Foi utilizada na armação tela de aço CA-60 soldada, com espaçamento de 10 x 10 cm e bitola de 4,2 mm. As paredes externas da unidade edificada para avaliação são de 10 cm de espessura, e a interna, 8 cm. A laje de cobertura tem espessura de 10 cm. Foto Concretagem in loco do protótipo Todos os embutidos, ou seja, instalações elétricas, hidráulicas, sanitárias, telefônicas etc, são previamente posicionados na fôrma. Também podem ser instaladas as esquadrias junto às fôrmas, de modo que após a concretagem e desforma a unidade já se encontre completa, com portas e janelas. Na unidade construída para avaliação não foram embutidas as instalações nem as esquadrias, sendo que estas foram assentadas depois da desforma. A cobertura utilizada foi a telha de fibrocimento ondulada de 4 mm, sobre caibros de madeira. O caimento foi proporcionado por uma elevação sobre as paredes externas da unidade, construída em tijolos maciços, compondo um sistema de telhado em meia-água. A unidade assim construída pode ser visualizada na Foto DCT.C R0 5/38

8 4.2. Caracterização do sistema tilt-up Foto Protótipo moldado in loco Neste sistema as paredes são concretadas na horizontal e, após atingirem resistência suficiente para içamento e transporte, a unidade é montada sobre a fundação previamente executada, do tipo radier no protótipo avaliado. Para concretagem das paredes utilizadas nesta avaliação foi construído um piso em concreto desempenado, sendo moldadas as paredes externas com 10 cm de espessura, e a interna com 8 cm, todas armadas com telas de aço CA-60 de malha 10 x 10 cm, com bitola de 4,2 mm. Assim como no sistema moldado in loco, tubulações e caixas destinados às instalações podem ficar embutidos no concreto. Foi embutida a instalação elétrica e hidráulica em uma parede, além de duas janelas e a porta de entrada da unidade, como visto nas Fotos e Foto Fôrma de parede do protótipo Tilt-Up Foto Concretagem de parede Tilt-Up Para facilitar as operações de transporte e montagem, as peças dispõem de tirantes de cabo de aço. Tais serviços são executados com o uso de caminhão com braço mecânico. As peças colocadas na vertical são travadas com o auxílio de escoramentos de madeira. Estando as peças posicionadas, são então fixadas umas nas outras por meio de cantoneiras metálicas e chumbadores de porca e parafuso. O processo de montagem pode ser visto nas Fotos 4.2-3, e DCT.C R0 6/38

9 Foto Transporte de parede do protótipo Tilt-Up Foto Posicionamento e escoramento das paredes Foto Travamento das paredes Assim como no protótipo moldado in loco, sobre as paredes em concreto foi edificado um levantamento em alvenaria de tijolo maciço, proporcionando o caimento necessário ao telhado de meia-água. A unidade recebeu forro de teto constituído de placas de isopor revestido. Na cobertura foi utilizada telha de fibrocimento ondulada de 4 mm sobre caibros de madeira. DCT.C R0 7/38

10 5. EXIGÊNCIAS DE DESEMPENHO DO SISTEMA E RESULTADOS OBTIDOS Além das exigências contidas neste documento, devem ser respeitadas todas as exigências e recomendações das empresas de serviços de concretagem, bem como as normas vigentes referentes ao projeto e execução de estruturas de concreto. Deverão ser atendidos os critérios de desempenho relacionados aos seguintes requisitos: - Desempenho estrutural: Resistência a impacto de corpo mole em paredes; Resistência a impacto de corpo duro em paredes; Cargas de ocupação peças suspensas e sustentação de rede de dormir; Interação entre paredes e portas operações de fechamento brusco; Interação entre paredes e portas impacto de corpo mole no centro geométrico da porta. - Estanqueidade: Verificação da estanqueidade à água de paredes externas e internas em contato com áreas molháveis; Verificação da estanqueidade à água de pisos; Verificação da estanqueidade à água de cobertura. - Segurança ao fogo: Propagação de chamas; Densidade ótica de fumaça; Resistência ao fogo. - Conforto Térmico: Condições de conforto no verão; Condições de conforto no inverno. - Conforto Acústico: Isolamento sonoro de ruído de fachada - vedação externa; Isolamento sonoro de parede interna. - Durabilidade e manutenção; - Custos. Estes requisitos serão aqui apresentados e serão estabelecidas as condições de aceitação de acordo com as normas vigentes. Caso o material ou o método construtivo possua características diferentes das apresentadas nesse relatório, a comprovação de tais exigências deverá ser feita mediante a apresentação de laudos técnicos emitidos por laboratórios capacitados a realizar os ensaios específicos. DCT.C R0 8/38

11 5.1. Desempenho Estrutural Resistência a Impacto de Corpo Mole em Paredes Os impactos de corpo mole são aplicados por meio de um saco cilíndrico de couro preenchido com areia seca, com massa total de 40 kg, abandonado em movimento pendular a diferentes alturas, resultando em energias de impacto entre 120 e 960 J, para o caso de paredes com função estrutural. Esse ensaio segue as diretrizes da norma NBR 11675/90 da ABNT. As paredes internas com função estrutural submetidas a impactos de corpo mole NÃO devem: apresentar nenhum dano em componentes, instalações e acabamentos acoplados ao elemento em análise; sofrer fissuras, escamações, delaminações ou qualquer tipo de dano para impactos com energia igual ou inferior a 180 J; sofrer ruptura ou perda de estabilidade, para energias de impacto inferiores ou iguais a 480_J. São admitidas fissuras, escamações e outros danos para energias de impacto entre 240 J e 480 J. As paredes externas com função estrutural submetidas a impactos de corpo mole NÃO devem: apresentar nenhum dano em componentes, instalações e acabamentos acoplados ao elemento em análise; sofrer fissuras, escamações, delaminações ou qualquer tipo de dano para impactos com energia igual ou inferior a 240 J; sofrer ruptura ou perda de estabilidade, para energias de impacto inferiores ou iguais a 960_J. São admitidas fissuras, escamações e outros danos para energias de impacto entre 360 J e 960 J. Os deslocamentos máximos permitidos são: Dhi h/250, para o primeiro impacto de 180 J (parede interna) ou de 240 J (externa); Dhr h/1250, para o terceiro impacto de 180 J (parede interna) ou de 240 J (externa). Onde: Dhi = deslocamento horizontal instantâneo; Dhr = deslocamento horizontal residual; h = altura do elemento/componente em análise. A avaliação de desempenho foi realizada por observação dos efeitos de impactos nas paredes externas e internas com função estrutural e medida dos deslocamentos horizontais instantâneos e residuais nos dois protótipos (tilt-up e moldado in loco) e nas paredes construídas no laboratório. Após a realização dos ensaios, constatou-se uma única ocorrência de escamação na base da parede interna do protótipo tilt-up, para a energia de impacto de 240J. Não houve danos a componentes acoplados ou ruptura ou perda de estabilidade dos elementos. Os deslocamentos horizontais obtidos nos ensaios são apresentados na Tabela DCT.C R0 9/38

12 Tabela Resultados dos ensaios de impacto de corpo mole em paredes Estrutura Deslocamentos (mm) Limites 1 Dhi = 0,3 Parede pavimento Dhr = 0,0 (moldado in loco) 2 pavimento Dhi = 0,6 Dhr = 0,0 Protótipo (moldado in loco) Externa Interna Dhi = 0,4 Dhr = 0,1 Dhi = 0,9 Dhr = 0,0 1 Dhi = 0,7 Parede pavimento Dhr = 0,2 (tilt-up) 2 pavimento Dhi = 0,5 Dhr = 0,0 Protótipo (tilt-up) Externa Interna Dhi = 0,7 Dhr = 0,0 Dhi = 1,2 Dhr = 0,1 Dhi h/250 = 10,4 mm Dhr h/1250 = 2,1 mm Estes resultados indicam que os sistemas construtivos apresentam desempenho adequado à ação de impactos de corpo mole Resistência a impacto de corpo duro Os impactos de corpo duro em paredes externas são aplicados por meio de esferas maciças de aço, abandonadas em movimento pendular, aplicando-se vinte impactos de cada modalidade (utilização e segurança), sendo dez impactos na face interna e dez na face externa, regularmente distribuídos pela superfície da parede, com energias variando entre 2,5 J e 20 J. O ensaio segue as diretrizes da norma NBR 11675/90 da ABNT. As paredes NÃO devem: sofrer fissuras, escamações, delaminações ou qualquer outro tipo de dano, sob a ação de impactos de utilização; sofrer ruptura ou instabilidade, sob a ação de impactos de segurança; provocar nenhum dano a componentes, instalações e acabamentos acoplados ao elemento em análise. As estruturas foram avaliadas na pior condição, ou seja, com energias de impacto de 3,75 J (impactos de utilização) e 20 J (impactos de segurança), tendo ocorrido apenas a formação de mossas, sem o aparecimento de fissuras, trincas, rupturas ou estilhaçamentos no concreto moldado in loco ou tilt-up Cargas de Ocupação Peças Suspensas e Sustentação de Rede de Dormir A NBR 11678/90 prescreve o método de ensaio e fixa diretrizes gerais para verificação do comportamento de divisórias leves internas sob ação de cargas provenientes de peças suspensas, DCT.C R0 10/38

13 tais como lavatórios, tanques, pias, prateleiras etc, servindo também de orientação para os ensaios de sustentação de redes de dormir com relação a incrementos de carga e períodos de observação. Os critérios de desempenho, definidos pelo projeto de norma NBR 02: :2002 Desempenho de edifícios habitacionais de até cinco pavimentos - Parte 4: Fachadas e paredes internas, são apresentados não Tabela Tabela Cargas de serviço, critérios e níveis de desempenho para peças suspensas Cargas de Ocupação Carga de serviço Critério de Desempenho Não ocorrência de falhas Cargas suspensas 80 kgf, sendo 40 kgf em cada ponto Limitação de deslocamentos horizontais Dhi h/500 Dhr h/2.500 Não ocorrência de falhas Sustentação de Limitação de deslocamentos horizontais 110 kgf por suporte de rede rede de dormir Dhi h/500 Dhr h/2.500 Os resultados dos ensaios de cargas de ocupação são apresentados na Tabela 5.1-3, a seguir. Tabela Resultados dos Ensaios de Cargas de Ocupação Estrutura Ensaio Deslocamentos (mm) Observações Limites Dhi = 0,06 Parede (moldado) Protótipo (moldado) Externo Protótipo (moldado) Interno Protótipo (tilt-up) Externo Protótipo (tilt-up) Interno Peças Suspensas Dhr = 0,02 Sustentação de Dhi = 0,00 redes de dormir Dhr = 0,00 Peças Suspensas Dhi = 0,09 Dhr = 0,09 Sustentação de Dhi = 0,16 redes de dormir Dhr = 0,16 Peças Suspensas Dhi = 0,04 Dhr = 0,04 Sustentação de Dhi = 0,08 redes de dormir Dhr = 0,06 Peças Suspensas Dhi = 0,02 Dhr = 0,01 Sustentação de Dhi = 0,03 redes de dormir Dhr = 0,07 Peças Suspensas Dhi = 0,12 Dhr = 0,11 Sustentação de Dhi = 0,13 redes de dormir Dhr = 0,02 Nenhuma ocorrência Nenhuma ocorrência Nenhuma ocorrência Nenhuma ocorrência Nenhuma ocorrência Nenhuma ocorrência Nenhuma ocorrência Nenhuma ocorrência Nenhuma ocorrência Nenhuma ocorrência Dhi h/500 = 5,2 mm Dhr h/2.500 = 1,0 mm Todas as estruturas avaliadas apresentaram desempenho adequado aos ensaios de cargas de ocupação (peças suspensas e sustentação de rede de dormir) com utilização de elementos fixadores comuns (buchas de nylon tipo S8 e parafusos de rosca soberba parcial). DCT.C R0 11/38

14 Interação entre Paredes e Portas Operações de Fechamento Brusco Para realização das operações de fechamento brusco, de acordo com a norma NBR 8054/83, deve ser aplicada uma força de 15 kgf perpendicular ao plano do marco e com sentido que tenda a produzir o movimento de fechamento da porta. A parede deve resistir a dez impactos sem apresentar danos, sendo importante inspecionar a porta para verificar se seus movimentos de abertura e fechamento foram prejudicados ou não. As paredes devem ser inspecionadas após a execução de cada uma das dez operações de fechamento brusco nas portas e não devem apresentar quaisquer danos, tais como rupturas, fissurações, destacamentos no encontro com o marco, cisalhamento nas regiões de solidarização do marco, destacamentos em juntas entre painéis etc. Após a execução das operações de fechamento brusco nas portas externas das estruturas em análise (registros , e ), não foi constatada a ocorrência de nenhum dano Interação entre Paredes e Portas Impacto de Corpo Mole no Centro Geométrico da Porta Não deverá ocorrer deslocamento ou arrancamento do marco da porta quando submetida à ação de impacto de corpo mole com energia de 240J aplicado em seu centro geométrico, sendo o primeiro no sentido de fechamento da porta e o segundo no sentido de abertura. Nesta situação, a parede não deverá apresentar rupturas ou perda de estabilidade, conforme a NBR 8051/83. Danos localizados, tais como fissurações e estilhaçamentos no contorno do marco, podem ser admitidos. As portas externas dos protótipos estudados (registros e ) foram submetidas a esses impactos e, em seguida, as paredes foram inspecionadas, não apresentando quaisquer danos em sua estrutura ou em seus marcos Estanqueidade Devem ser observados os requisitos de estanqueidade propostos pelo IPT no documento intitulado Critérios Mínimos de Desempenho para Habitações Térreas de Interesse Social Texto para Discussão Estanqueidade à Água de Fachadas As paredes das fachadas não devem permitir penetração de água após sete horas de exposição à chuva artificial padronizada. São admitidas manchas de umidade na face oposta à de incidência da água, no total máximo de 10 % da área exposta. As paredes externas ensaiadas (registros e ), protegidas por tinta branca à base de cal, se mostraram estanques, não apresentando quaisquer manchas de umidade na face oposta à de incidência da água. DCT.C R0 12/38

15 Estanqueidade à Água de Paredes em Contato com Áreas Molháveis As paredes internas em contato com áreas molháveis da edificação não devem permitir a infiltração de água. Submetendo-se a parede à presença de água durante 24 horas, a infiltração deve ser inferior a 3 cm³ em uma área de 544 cm² (34 x 16 cm). As paredes das áreas molháveis deverão apresentar revestimento de azulejos até a altura de 1,80_m, a partir do piso, não se constituindo em técnica inovadora Verificação da Estanqueidade à Água de Pisos Os pisos das áreas laváveis da edificação não devem permitir infiltração em sua superfície, para isso devem ser revestidos por materiais impermeabilizantes como, por exemplo, a cerâmica. Não devem ocorrer, após 24 horas de exposição, infiltrações que superem 0,3 dm³ de água por metro quadrado de piso em projeção, em presença de uma lâmina de água com altura de 10 mm (no ponto mais alto do piso). Os pisos em contato com o solo devem ser estanques à água, considerando-se a máxima altura do lençol freático prevista para o local da obra Verificação da Estanqueidade à Água de Cobertura As coberturas devem ser estanques à água de chuva, não permitindo estagnação externa de água que propicie proliferação de insetos e microorganismos ou formação de umidade nos interiores. As lajes de cobertura não devem apresentar gotejamento de água em suas faces inferiores quando sujeitas durante 24 horas consecutivas à lâmina de água com altura de 15 mm. As telhas, quando submetidas à chuva artificial padronizada, não devem permitir gotejamento ou escorrimento de água. São toleradas apenas manchas de umidade nas faces inferiores e formação de gotas aderentes ao material Segurança ao fogo Propagação de Chamas A posição do elemento construtivo no ambiente (ex: piso, forro, etc) e o ambiente onde o produto está inserido (ex: sala, cozinha, etc) tem importante relevância na evolução de um incêndio. Por isso, os materiais de revestimento e acabamento (internos e externos) devem ser ensaiados reproduzindo-se as respectivas condições de utilização, de acordo com a norma NBR 9442/1996 Materiais de construção - Determinação do índice de propagação superficial de chama pelo método do painel radiante. Na ocorrência de incêndio no interior de uma habitação, as chamas emergentes de portas e janelas podem ocasionar a ignição da superfície externa da fachada, dificultando a evacuação. Com a ignição da fachada há uma ampliação da área da superfície radiante, aumentando o risco de propagação do incêndio para habitações adjacentes por radiação. Por essa razão é necessário DCT.C R0 13/38

16 restringir a capacidade de sustentar a combustão e de propagar o fogo dos elementos construtivos da fachada e cobertura Densidade Ótica de Fumaça Assim como na propagação de chamas, pode-se afirmar que o Concreto Convencional em si não contribui significativamente com a emissão de fumaça durante um incêndio, mas devem ser analisados os materiais empregados nos revestimentos. As características de desenvolvimento de fumaça dos materiais de revestimento e acabamento, empregados na face interna das fachadas e paredes internas, também devem ser controladas de acordo com suas respectivas localizações. Para isso devem ser realizados ensaios segundo a norma ASTM E-662/2003 Standard Test Method for Specific Optical Density of Smoke Generated by Solid Materials. Não devem existir buracos ou frestas nos elementos verticais e horizontais de vedação que permitam a circulação da fumaça entre dormitórios e o restante da habitação. Portas devem ser instaladas entre todos os cômodos, funcionando como compartimentação nos eventuais casos de incêndio Resistência ao Fogo É necessário ensaiar os elementos construtivos de fachadas, de paredes externas e internas (estruturais e de vedação) para se conhecer seu comportamento diante da exposição ao fogo em um período de tempo durante o qual conserva as suas características funcionais de manter a estabilidade ou impedir a passagem do fogo de um ambiente para o outro (isolação térmica, estanqueidade a gases quentes e chamas, resistência mecânica e estabilidade). Os ensaios devem seguir as diretrizes das normas NBR 5628/2001 Componentes construtivos estruturais - Determinação da resistência ao fogo e NBR 10636/1989 Paredes divisórias sem função estrutural - Determinação da resistência ao fogo. Determina-se por meio destes ensaios o tempo de resistência ao fogo. A NBR 14432/2001 Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações Procedimento, define os tempos requeridos de resistência ao fogo, conforme as características arquitetônicas da edificação, ou seja, número de pavimentos, áreas por pavimentos, tipos de utilização, etc. Para determinação da resistência ao fogo do sistema construtivo em concreto estrutural foi construída uma amostra formada por duas placas de concreto medindo 2,02 x 2,95 x 0,10 m, montadas no pórtico de ensaio pelo sistema tilt-up, unidas verticalmente na região central com argamassa de cimento e areia, e vedadas com adesivo selante à base de poliuretano. O ensaio foi realizado segundo a norma NBR 5628/2001, que determina a exposição do corpo-deprova, sob carregamento típico, a um programa padronizado de elevação de temperatura, verificando-se três requisitos: resistência mecânica e deformações, isolamento térmico e estanqueidade a gases quentes e chamas. DCT.C R0 14/38

17 Considera-se que a amostra apresenta resultado satisfatório, com relação ao isolamento térmico, quando a temperatura média medida na face não exposta ao fogo não superar 140ºC + T 0 ou, em qualquer ponto de medida na mesma face, a temperatura não superar 180ºC + T 0, onde T 0 é a temperatura ambiente no início do ensaio. O corpo-de-prova, de dimensões totais de 4,04 x 2,95 x 0,10 m (registro ), foi submetido à curva padrão de incêndio preconizada pela NBR 5628/2001 para determinação do tempo de resistência ao fogo de componentes construtivos estruturais, sendo classificado como resistente ao fogo por 125 minutos. Durante esse tempo, o corpo-de-prova manteve as qualidades de resistência mecânica e de estanqueidade a chamas, atingindo a temperatura limite de 140 ºC + T 0, na média dos 9 pontos da face não exposta, decorridos 125 minutos do início do ensaio, não apresentando qualquer tipo de ocorrência quando da reaplicação do carregamento, 24 h após o término do aquecimento Conforto Térmico A edificação deve reunir características que atendam às exigências de conforto térmico dos usuários, considerando-se a região de implantação da obra e as respectivas características bioclimáticas. A avaliação de desempenho térmico de uma edificação pode ser feita tanto na fase de projeto, através da verificação do cumprimento de diretrizes construtivas ou simulação computacional, como após a construção, através de medições in loco de variáveis representativas do desempenho. O projeto de norma da ABNT 02: Desempenho de edifícios habitacionais de até cinco pavimentos - Parte 1: Requisitos gerais estabelece critérios para as condições de conforto térmico no verão e no inverno Condições de Conforto no Verão No dia típico de verão, as condições térmicas no interior da edificação devem ser melhores ou iguais às do ambiente externo, à sombra, de acordo com a Tabela Tabela Critérios para avaliação de desempenho térmico no verão Nível de desempenho Limites de temperatura do ar no verão Mínimo - Valor máximo diário da temperatura do ar interior valor máximo diário da temperatura do ar exterior (zonas 1 a 8) Intermediário - Valor máximo diário da temperatura do ar interior 29 C (zonas 1 a 7) - Valor máximo diário da temperatura do ar interior 28 C (zona 8) - Valor máximo diário da temperatura do ar interior 27 C (zonas 1 a 7) Superior - Valor máximo diário da temperatura do ar interior 26 C (zona 8) Zonas bioclimáticas de acordo com a norma NBR / Condições de Conforto no Inverno No dia típico de inverno, o ambiente interno deve atender ao estabelecido na Tabela DCT.C R0 15/38

18 Tabela Critérios para avaliação de desempenho térmico no inverno Nível de Limites de temperatura do ar no inverno desempenho Zonas bioclimáticas 1 a 5 1) Zonas bioclimáticas 6 a 8 Mínimo - Valor mínimo diário da temperatura do ar interior 12 C Nestas zonas, este critério Intermediário - Valor mínimo diário da temperatura do ar interior 15 C não precisa ser verificado. Superior - Valor mínimo diário da temperatura do ar interior 17 C 1) Nas zonas 1 e 2 o critério deve ser verificado considerando-se fonte de calor interna de 1000 W. Zonas bioclimáticas de acordo com a norma NBR / Recomendações De acordo com a norma NBR /2005 Desempenho térmico de edificações - Parte 3: Zoneamento bioclimático brasileiro e diretrizes construtivas para habitações unifamiliares de interesse social, o zoneamento bioclimático brasileiro compreende oito diferentes zonas, conforme apresentado na Figura 5.4-1, a seguir. Figura Zoneamento Bioclimático Brasileiro Para cada zona bioclimática, destaca-se uma cidade: DCT.C R0 16/38

19 Z1 Caxias do Sul, RS; Z2 Ponta Grossa, PR; Z3 Florianópolis, SC; Z4 Brasília, DF; Z5 Santos, SP; Z6 Goiânia, GO; Z7 Picos, PI; Z8 Belém, PA. Para as zonas Z1, Z2, Z3, Z4, Z5 e Z6 é recomendado o uso de cobertura do tipo leve (com menor inércia térmica) e isolada (uso de algum isolante térmico para aumentar a resistência térmica), para a zona Z7, cobertura do tipo pesada (com maior inércia térmica) e para a zona Z8, cobertura do tipo leve e refletora (superfície de baixa absortância, p. ex.: cores claras ou alumínio polido). Para as zonas Z1 e Z2 é recomendado o uso de paredes externas leves (com menor inércia térmica), para as zonas Z3, Z5 e Z8, paredes leves e refletoras (superfícies de baixa absortância) e para as zonas Z4, Z6 e Z7, paredes pesadas (com maior inércia térmica). Quanto ao tamanho das aberturas para ventilação, ou seja, a área efetiva de abertura, recomendase para as zonas Z1, Z2, Z3, Z4, Z5 e Z6, aberturas médias (15% < área de piso < 25%), para a zona Z7, aberturas pequenas (10% < área de piso < 15%) e para a zona Z8, aberturas grandes (área de piso > 40%). Nas estratégias de condicionamento térmico é previsto que para as zonas Z1 e Z2 será necessário o uso de aquecimento artificial durante o período mais frio do ano, bem como para as zonas Z7 e Z8 será necessário o uso de resfriamento artificial para que sejam alcançados os parâmetros de conforto adotados para o restante do país Ensaio na Caixa Quente Abrigada Para avaliação do conforto térmico dos sistemas construtivos em concreto, primeiramente foi moldada uma parede com dimensões de 2,39 x 2,39 x 0,10 m para determinação da condutividade térmica e resistência térmica da amostra (registro ). Este ensaio, realizado no equipamento denominado Caixa Quente Abrigada, consiste em submeter a amostra a um fluxo de calor conhecido e medir a diferença de temperatura entre suas faces. Para medida das temperaturas são utilizados termopares colados diretamente sobre as faces da amostra. A partir do momento em que o ensaio entra em regime permanente, ou seja, quando não ocorre variação maior que 1% no valor da condutividade em três horas consecutivas, de acordo com a norma ISO 8990/94, é possível determinar os parâmetros desejados. A Resistência Térmica é determinada a partir da lei de Fourier: R = T q onde R é a resistência térmica (m 2 K/W), T é a diferença de temperaturas superficiais da amostra, medidas por termopares tipo T, e q é o fluxo de calor. DCT.C R0 17/38

20 Considerando que a amostra é homogênea, é possível determinar também a Condutividade Térmica do material (λ): x λ = R onde λ é a condutividade térmica (W/m K) e x é a espessura da amostra (m). Os resultados do ensaio, realizado na amostra de concreto moldada no laboratório (registro ), sem revestimento, estão apresentados na Tabela Tabela Resultados do Ensaio na Caixa Quente Abrigada Amostra Dimensões Espessura Média Condutividade Térmica Resistência Térmica L x A (m) (mm) (W/mK) (m 2 K/W) ,39 x 2,39 109,6 1,432 0,076 Observações: 1. Temperatura média da amostra: 41 o C 2. Incerteza de Medição: 5 % Transmitância térmica e capacidade térmica Nos protótipos em estudo os valores calculados para a transmitância térmica e capacidade térmica das paredes foram: U = 3,70 W/(m²K) e CT = 175,8 KJ/(m²K) Confrontando os resultados obtidos com os valores prescritos no projeto de norma NBR 02: :2002 Desempenho de edifícios habitacionais de até cinco pavimentos - Parte 4: Fachadas e paredes internas, podemos considerar que: O valor da transmitância térmica de paredes externas, para uma absortância menor que 0,6, atende o que está prescrito (U 3,7 W/m²K) para as Zonas 3, 4, 5, 6, 7 e 8, mas não atende para as Zonas 1 e 2 (U 2,5 W/m²K); A capacidade térmica atende o que está prescrito para paredes externas (CT 130 KJ/m²K para as Zonas 1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7 e CT 45 KJ/m²K para a zona 8). O projeto de norma da ABNT 02: Desempenho de edifícios habitacionais de até cinco pavimentos - Parte 1: Requisitos gerais estabelece três procedimentos alternativos para avaliação da adequação de habitações, o primeiro através de cálculos para verificação do atendimento aos requisitos e critérios estabelecidos, o segundo através de simulação computacional e o terceiro através de medições em edificações ou protótipos. O projeto de norma ainda cita considerando-se que o desempenho térmico do edifício depende do comportamento interativo da fachada, cobertura e piso, uma edificação que não atender aos requisitos desta Norma quando avaliada pelo procedimento 1, pode ser avaliada por um dos outros procedimentos. DCT.C R0 18/38

21 Como a transmitância térmica não atendeu ao requisito para as Zonas 1 e 2 e está no valor limite para as demais Zonas, fizemos também simulações computacionais para verificação do Conforto Térmico nas 8 Zonas Bioclimáticas Resultados das simulações A partir dos valores obtidos no ensaio da Caixa Quente e do projeto de uma residência fornecido pelo cliente (Figura 5.4-2), foi possível realizar simulações de conforto térmico no ambiente para as oito Zonas Bioclimáticas brasileiras, para verificação da adequação do sistema construtivo, utilizando-se o software Arquitrop 3.0. FACHADA FACHADA QUARTO 01 QUARTO BANHEIRO COZINHA ESTAR/JANTAR FACHADA N.V. FACHADA 1 PLANTA - Protótipo Figura Planta e orientação das fachadas para simulações de desempenho térmico Nas primeiras simulações verificou-se a inadequação do sistema apresentado, seja em concreto moldado in loco ou tilt-up, em virtude das altas e baixas temperaturas registradas no interior do protótipo. Foram pesquisadas cinco alternativas, variando-se a laje e/ou incluindo-se algum elemento de sub-cobertura (foil aluminizado ou poliestireno expandido), conforme listado abaixo: DCT.C R0 19/38

22 Telha cerâmica + poliestireno expandido (40 mm) + laje de concreto o Retardamento: 10,54 horas o Amortecimento: 94% o Transmitância térmica: 0,723 W/m² C Telha cerâmica + laje de concreto com vermiculita o Retardamento: 6,00 horas o Amortecimento: 79% o Transmitância térmica: 1,656 W/m² C Telha cerâmica + laje de concreto com argila expandida o Retardamento: 5,12 horas o Amortecimento: 74% o Transmitância térmica: 1,862 W/m² C Telha cerâmica + foil aluminizado + laje de concreto o Retardamento: 4,13 horas o Amortecimento: 66% o Transmitância térmica: 2,700 W/m² C Telha cerâmica + laje de bloco cerâmico vazado o Retardamento: 2,04 horas o Amortecimento: 41% o Transmitância térmica: 1,987 W/m² C A alternativa que apresentou melhor desempenho térmico foi aquela onde se utilizou uma placa de poliestireno expandido (isopor) com espessura de 40 mm sobre toda a laje do protótipo. Os dados e valores encontrados para essa alternativa são apresentados a seguir. a) Dados do protótipo de simulação área de piso = 35,96 m² paredes de concreto com espessura total de 10,0 cm (externas) e 8,0 cm (internas): o retardamento do componente 2,55 horas; o amortecimento do componente 49%; o coeficiente de transmissão térmica do componente U = 3,70 W/m². C. cobertura com telha cerâmica, laje com espessura de 10,0 cm e placa de poliestireno expandido com espessura de 4,0 cm sobre a laje: o retardamento do componente 10,54 horas; o amortecimento do componente 94%; o coeficiente de transmissão térmica do componente fluxo ascendente U = 0,78_W/m². C. o coeficiente de transmissão térmica do componente fluxo descendente U = 0,72_W/m². C. DCT.C R0 20/38

23 piso em concreto liso; cor da face superior da cobertura: marrom; pé direito: 2,40 m; cor externa das paredes: amarelo claro; caixilhos/envidraçados: o sala e 2 quartos: 3 esquadrias de correr; caixilho metálico, vidro comum sem proteção, espessura do vidro e = 3,0 mm. Área das 3 esquadrias: 2,76 m². o banheiro: esquadria tipo basculante, caixilho metálico, vidro comum sem proteção, espessura do vidro e = 3,0 mm. Área da esquadria: 0,18 m². as 2 portas de acesso à residência são consideradas fechadas para efeito de ventilação; área efetiva de ventilação: 1,47 m². Nas simulações foram adotadas as cidades destacadas na norma NBR /2005 para as 8 zonas bioclimáticas. Para a zona 7 não foi possível adotar a cidade de Picos, pois o programa utilizado dispunha apenas dos dados da cidade de Teresina. A relação de todas as zonas e suas respectivas cidades é a seguinte: o Zona 1 - Caxias do Sul, Rio Grande do Sul o Zona 2 - Ponta Grossa, Paraná o Zona 3 - Florianópolis, Santa Catarina o Zona 4 - Brasília, Distrito Federal o Zona 5 - Santos, São Paulo o Zona 6 - Goiânia, Goiás o Zona 7 - Teresina, Piauí o Zona 8 - Belém, Pará períodos de ventilação e carga térmica adotados para as simulações: o Caxias do Sul (janeiro) ventilação seletiva (das 18:00 às 6:00 horas) sem a carga térmica de equipamentos e iluminação; o Caxias do Sul (junho) sem ventilação e com a carga térmica (1000 W) de equipamentos e iluminação; o Ponta Grossa (janeiro) ventilação seletiva (das 18:00 às 6:00 horas) com a carga térmica (1500 W) de equipamentos e iluminação; o Ponta Grossa (julho) sem ventilação e com a carga térmica (1000 W) de equipamentos e iluminação; o Florianópolis (janeiro) ventilação seletiva (das 18:00 às 6:00 horas) sem a carga térmica de equipamentos e iluminação; o Florianópolis (agosto) sem ventilação e com a carga térmica (1500 W) de equipamentos e iluminação; DCT.C R0 21/38

24 o Brasília (setembro) ventilação seletiva (das 18:00 às 6:00 horas) com a carga térmica (1500 W) de equipamentos e iluminação; o Santos (fevereiro) ventilação seletiva (das 18:00 às 6:00 horas) sem a carga térmica de equipamentos e iluminação; o Santos (junho) sem ventilação e com a carga térmica (1500 W) de equipamentos e iluminação; o Goiânia (outubro) ventilação seletiva (das 18:00 às 6:00 horas) com a carga térmica (1500 W) de equipamentos e iluminação; o Teresina (outubro) ventilação seletiva (das 18:00 às 6:00 horas) com a carga térmica (1500 W) de equipamentos e iluminação; o Belém (novembro) ventilação seletiva (das 18:00 às 6:00 horas) sem a carga térmica de equipamentos e iluminação. número de pessoas/ocupação: 04 pessoas; período de ocupação: o início 18:00 horas; o duração 12 horas. carga térmica dos equipamentos e da iluminação artificial 1500 W: o 1 TV, 1 equipamento de som ou vídeo, 1 geladeira, 1 fogão, 1 chuveiro e 4 lâmpadas de 100 W. período principal de utilização dos equipamentos e da iluminação artificial: o início 18:00 horas; o duração 4 horas. absortância - parede: 0,30 fator de calor solar - parede: FCS = 4,44% absortância - cobertura: 0,75 fator de calor solar - cobertura: FCS = 2,16% b) Considerações finais sobre as simulações Para a zona bioclimática Z1 (Caxias do Sul) o protótipo apresentou, para condições de inverno, temperaturas internas muito baixas, atingindo um desempenho térmico mínimo somente entre 18:00 e 20:00 horas. Para a zona bioclimática Z2 (Ponta Grossa) o protótipo apresentou, durante o inverno, temperaturas internas baixas, atingindo um desempenho térmico mínimo entre 14:00 e 22:00 horas. Na zona Z3 (Florianópolis) o protótipo apresentou, para condições de inverno, temperaturas internas baixas (< 12 C) somente entre 6:00 e 10:00 horas, permanecendo no restante do período DCT.C R0 22/38

25 no nível de desempenho térmico intermediário, segundo a tabela 2 do critério do projeto de norma 02: /2004. Na zona Z5 (Santos) o protótipo apresentou, no inverno, temperaturas internas confortáveis, variando entre o nível de desempenho térmico intermediário (>15 C) e superior (>17 C), segundo a tabela 2 do critério do projeto de norma 02: /2004. Para condições de verão o protótipo atingiu, nas oito zonas bioclimáticas, o nível de desempenho mínimo de acordo com a tabela 1 do critério do projeto de norma 02: /2004, ou seja, o valor máximo diário da temperatura do ar interior não ultrapassou o valor máximo diário da temperatura do ar exterior. As zonas Z1, Z2, Z4 e Z6 apresentaram temperaturas abaixo de 29 C durante a madrugada, ou seja, durante esse período atingiram o nível de desempenho térmico intermediário segundo o projeto de norma. A zona Z8 também atingiu o nível de desempenho intermediário durante a madrugada, quando a temperatura interna do ar esteve abaixo dos 28 C. Para as zonas Z1 a Z6 a norma NBR /2005 orienta para o uso de cobertura do tipo leve isolada, para a Z7 cobertura do tipo pesada e para a Z8 cobertura do tipo leve refletora. No caso do protótipo em estudo, as características da cobertura (transmitância térmica, atraso térmico e fator de calor solar) se aproximam mais do tipo pesada, pois apresenta grande atraso térmico (10,54 horas). Apesar desse tipo de cobertura ser mais indicada para a Z7, no protótipo em questão o conjunto (cobertura/fachada/piso) apresentou bons resultados para todas as zonas bioclimáticas. Em relação às vedações externas, a norma NBR /2005 orienta para as zonas Z1 e Z2 parede leve, para as zonas Z3, Z5 e Z8 parede leve refletora (baixa absortância) e para as zonas Z4, Z6 e Z7 parede pesada (grande inércia térmica). No caso do protótipo em estudo, as paredes externas apresentam características (transmitância térmica, atraso térmico e fator de calor solar) do tipo leve e leve refletora, ou seja, satisfazem a recomendação para as zonas Z1, Z2, Z3, Z5 e Z8. Apesar da parede não ser do tipo pesada, os resultados obtidos para as zonas Z4, Z6 e Z7 foram satisfatórios, provavelmente isso deve ter ocorrido por se tratar de uma edificação térrea onde a cobertura quase sempre acaba exercendo maior influência no conjunto. Quanto ao tamanho das aberturas para ventilação efetiva, aqui representado por A (em % da área de piso), a norma orienta para as zonas Z1 a Z6, aberturas médias (15%<A<25%), para a zona Z7 aberturas pequenas (10%<A<15%) e para zona Z8 aberturas grandes (A>40%). O protótipo em estudo apresenta aberturas para ventilação muito pequenas (A<10%), ou seja, não atende nem a recomendação mínima de 10% para as aberturas consideradas, pela norma, como pequenas. Em função da área do protótipo ser de 35,96 m², as aberturas para ventilação teriam que ter no mínimo uma área de 3,60 m², mas só atingiram 1,47 m². A norma recomenda para as zonas Z1 e Z2 a incidência solar através das aberturas no período mais frio do ano. Porém, para essas duas zonas bioclimáticas, que apresentam climas bastante rigorosos, o condicionamento passivo continua sendo muito importante, mas não conseguirá solucionar totalmente as situações extremas de temperatura. A norma considera que para as zonas DCT.C R0 23/38

26 Z1 e Z2 será necessário o uso de aquecimento artificial durante o período mais frio do ano, para que se possam atingir os parâmetros de conforto adotados para o restante do país. Através das simulações, utilizando o software Arquitrop 3.0, concluímos que o desempenho térmico do protótipo pode ser considerado satisfatório para todas as zonas bioclimáticas, respeitadas as recomendações do item 5.4.3, acima Conforto Acústico A edificação deve proporcionar isolamento acústico adequado entre o meio externo e o interno, bem como entre unidades distintas. Deve proporcionar também isolamento acústico adequado entre dependências de uma mesma unidade, quando essas se destinarem ao repouso noturno, ao lazer doméstico e ao trabalho intelectual. Para uma edificação isolada são necessárias, no mínimo, duas avaliações: isolamento sonoro de ruído de fachada e isolamento sonoro de paredes internas Isolamento Sonoro de Ruído de Fachada - Vedação Externa A fachada e cobertura devem proporcionar isolamento acústico que satisfaça às necessidades de um ambiente adequado para repouso noturno em dormitório e para o descanso e lazer doméstico dos usuários em sala de estar. Os ensaios para avaliação de isolamento de ruído em fachadas foram realizados conforme diretrizes gerais da norma ISO 104-5/ Acoustics Measurement of sound insulation in buildings and of building elements Part 5: Field measurements of airborne sound insulation of façade elements and façade. Foi utilizada uma caixa de som com alto falante de 12 e potência nominal de 450 W, com ângulo de incidência de 45º. A distância da caixa à fachada, com espessura de 10 cm, foi de 4,0 metros. Um microfone foi colocado a 2,0 metros da fachada, para medir o nível de pressão sonora do som original, L1. Um outro microfone, para medir o ruído transmitido pela fachada, L2, foi colocado em diferentes pontos no interior do protótipo, respeitando distâncias conforme a norma e os procedimentos utilizados. Com esse mesmo microfone foram medidos o ruído de fundo, B2, e o tempo de reverberação, T2, no interior do protótipo. Todos esses dados foram utilizados para o cálculo da diferença de nível padronizada ponderada, D 2m, nt, w, segundo a norma ISO Os resultados obtidos nos ensaios estão apresentados na Tabela 5.5-1, a seguir. Tabela Resultados dos ensaios de isolamento sonoro de ruído de fachada Protótipo D 2m,nT,w (ISO 717-1) Critérios do projeto de norma 02: (moldado in loco) laje com e = 10 cm (tilt-up) sem laje, com forro 39 db 29 db 30 a 34 db (Mínimo) 35 a 39 db (Intermediário) 40 db (Superior) DCT.C R0 24/38

27 Apesar do valor obtido para o protótipo tilt-up estar abaixo do mínimo estipulado no projeto de norma, consideramos o sistema construtivo satisfatório, com relação ao conforto acústico, pois o protótipo não possuía laje, que será exigida na caracterização final do sistema construtivo (item 6 deste relatório) Isolamento Sonoro de Parede Interna Os ensaios para avaliação de desempenho acústico em protótipos, na parte interna, foram realizados conforme diretrizes gerais da norma ISO 104-4/ Acoustics - Measurement of sound insulation in buildings and of building elements - Part 4: Field measurements of airborne sound insulation between rooms. A partição avaliada foi a divisória entre a sala e o quarto, com espessura de 8 cm. A fonte sonora onidirecional foi colocada na sala, juntamente com um dos microfones para realizar a medição do nível de pressão sonora do som original, L1. Um segundo microfone foi colocado no quarto, a fim de medir o nível de pressão sonora do som transmitido pela parede, L2. Com esse mesmo microfone foram medidos o tempo de reverberação, T2, e o ruído de fundo, B2, no quarto. Os pontos de medição e as distâncias entre os pontos e as superfícies refletoras foram obtidos respeitando a norma e procedimentos utilizados. Todos esses dados foram utilizados para o cálculo da diferença de nível padronizada ponderada, D nt, w, segundo a norma ISO 717-1:1996 Acoustics - Rating of sound insulation in buildings and of building element - Part 1: Airborne sound insulation. Os resultados obtidos nos ensaios estão apresentados na Tabela 5.5-2, a seguir. Tabela Resultados dos ensaios de isolamento sonoro de parede interna Protótipo D nt,w (ISO 717-1) Critérios do projeto de norma 02: (moldado in loco) laje com e = 10 cm (tilt-up) sem laje, com forro 27 db 17 db 25 a 29 db (Mínimo) 30 a 34 db (Intermediário) 35 db (Superior) Apesar do valor obtido para o protótipo tilt-up estar abaixo do mínimo estipulado no projeto de norma, consideramos o sistema construtivo satisfatório, com relação ao conforto acústico, pois o protótipo não possuía laje, que será exigida na caracterização final do sistema construtivo (item 6 deste relatório) Durabilidade e Manutenção A avaliação da durabilidade é um requisito de difícil determinação, pois o processo de degradação de determinado material pode demorar anos, sendo necessária a aceleração destes processos para uma estimativa da durabilidade do componente/sistema construtivo. Algumas das patologias mais comuns em edificações térreas são o aparecimento de fissuras de origem térmica e de umidade nas paredes externas. São também bastante comuns as trincas ou fissuras por recalques diferenciais da fundação. Estes processos, quando não muito agressivos ou DCT.C R0 25/38

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