LUVAS DE CORRER DE PVC 12 DEFOFO

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1 LUVAS DE CORRER DE PVC 12 DEFOFO ETM 002 VERSÃO 0 Jundiaí 2013

2 Aplicação: GAE e GME ETM-002 Sumário 1 Objetivo Referências normativas Definições Requisitos gerais Condições de utilização e materiais Dimensões Junta elástica Ensaios durante a fabricação Estabilidade dimensional Resistência ao impacto Compressão diametral Resistência à pressão hidrostática interna de curta duração Resistência ao cloreto de metileno (grau de gelificação) Ensaios de desempenho Desempenho da junta elástica Estanqueidade da junta elástica Resistência da luva à pressão hidrostática Ensaios específicos da inspeção de recebimento Resistência à pressão hidrostática interna de luva com entalhe longitudinal Resistência do anel C Ensaios de qualificação das luvas de correr de PVC 12 DEFOFO Resistência à pressão hidrostática interna de tubo com entalhe longitudinal...14

3 Aplicação: GAE e GME ETM-002 Sumário Ensaio de estanqueidade da junta elástica com deflexão angular e aplicação de vácuo parcial interno Estanqueidade da junta elástica com deflexão angular e aplicação de pressão hidrostática interna Avaliação dos lotes estocados Inspeção Verificação dos requisitos da qualidade por inspeção de recebimento Amostragem Marcação e pedido de compra Histórico de alterações Aprovação...21

4 1 Objetivo Aplicação: GAE e GME 3 de 21 Definir as características mínimas exigíveis para a produção e fornecimento de conexões de PVC 12 DEFOFO com anel de vedação à DAE S/A. 2 Referências normativas ABNT NBR 7665:2007 Sistemas para adução e distribuição de água Tubos de PVC 12 DEFOFO com junta elástica Requisitos 3 Definições Para esta norma, são utilizadas as seguintes definições: 3.1 acessórios produtos que complementam o sistema, como, por exemplo, o anel trava 3.2 anel trava anel de PVC cujo objetivo e evitar o deslocamento do anel de vedação (o ring) pela pressão hidrostática da rede de água 3.3 diâmetro externo médio (dem) relação entre o perímetro externo do tubo ou conexão e o número π (Pi), aproximada para o décimo de milímetro mais próximo 3.4 diâmetro nominal (DN) unidade utilizada como referência comercial que corresponde aproximadamente ao diâmetro interno real do tubo ou conexão 3.5 espessura de parede (e)

5 Aplicação: GAE e GME 4 de 21 valor da espessura da parede medida em qualquer ponto da circunferência da peça e arredondada para o décimo milímetro mais próximo 3.6 junta elástica junta constituída pela união da ponta de um tubo com a bolsa de outro tubo e anel de vedação alojado em sulco apropriado, situado na bolsa, montados de forma deslizante. 3.7 ruptura dúctil tipo de falha do material onde ocorre uma deformação plástica antes da ruptura. A região onde ocorreu a ruptura apresenta um branqueamento total da superfície rompida, visível a olho nu (normal ou com correção) 4 Requisitos gerais 4.1 Condições de utilização e materiais As luvas de correr devem atender aos requisitos estabelecidos nos itens 4.1 (condição de utilização) e a (materiais) da ABNT NBR Dimensões As luvas de correr de PVC 12 DEFOFO devem ter as dimensões de acordo com a Tabela 1.

6 Aplicação: GAE e GME 5 de 21 Figura 1 Tabela 1 Dimensões para fabricação das luvas de PVC 12 DEFOFO Diâmetro nominal do tubo (mm) A (mm) B (mm) 15,50 18,50 21,00 26,00 28,50 C (mm) 147,6 207,6 266,8 330,2 389,4 D1 (mm) 126,4 177,6 227,6 282,2 332,2 d1 (mm) 137,0 192,6 247,2 306,2 360,8 Espessura (mm) 5,3 7,5 9,8 12,0 14,3 Peso (g)

7 4.3 Junta elástica ETM-002 Aplicação: GAE e GME 6 de Os anéis de borracha devem ser fornecidos pelo fabricante das luvas de correr, devendo estar inclusos no fornecimento destas. A junta elástica deve ser montada de acordo com as recomendações do fabricante das luvas e devem ter desempenho conforme estabelecido no item Os anéis devem ser de borracha EPDM e estar de acordo com os requisitos do anexo A da ABNT NBR A junta elástica das luvas de correr deve ser do tipo seção circular (o ring) e deve ser fixa com anel trava. O anel trava deve ser de PVC 12 e impedir o deslocamento do anel de borracha no momento em que a pressão hidrostática é aplicada sem comprometer o acoplamento do tubo na luva. Figura 2 Exemplo de anel de vedação e de anel trava

8 Aplicação: GAE e GME 7 de O anel de vedação de seção circular (o ring) deve ter as dimensões especificadas na tabela 2. Figura 3 Detalhe do anel de vedação o'ring Tabela 2 Dimensões para fabricação do anel de seção circular (o ring) (mm) DN d D e

9 Aplicação: GAE e GME 8 de Ensaios durante a fabricação Estabilidade dimensional Os corpos-de-prova das luvas, quando submetidos a uma temperatura de (150 ± 2) C, em banho termoestabilizado ou estufa, devem apresentar variação longitudinal menor ou igual a 5%. Este ensaio deve ser realizado de acordo com a ABNT NBR Resistência ao impacto Os corpos-de-prova devem ser submetidos aos ensaios de impacto estabelecidos na tabela 3. A temperatura para realização do ensaio deve ser de (0 ± 1) C, devem apresentar TIR inferior ou igual a 10%. Tabela 3 Características do impacto Diâmetro nominal DN Massa do percussor ± 0,005 kg Altura de queda m Quantidade de impactos 100 2, , ,000 2, , , Após o término do ensaio, caso o resultado se enquadre na região I da tabela B.3, A amostra tem TIR inferior ou igual a 10%, sendo portanto aprovada. Caso o resultado do ensaio se enquadre na região II da tabela B.3, a amostra deve ser aprovada com restrição. Em uma verificação seguinte, para que a próxima

10 Aplicação: GAE e GME 9 de 21 amostra avaliada seja aprovada, o número de falhas deve obrigatoriamente estar na faixa de valores da região I. Caso o resultado do ensaio se encaixe na região III da tabela B.3, a amostra deve ser reprovada pois a mesma possui valor TIR maior que 10%. O ensaio deve ser realizado de acordo com o anexo B da ABNT NBR Tabela B.3 Expressão de resultado do ensaio para TIR = 10% em função do número de impactos e de falhas N de impactos N de falhas (Região I) (Região II) (Região III) a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a 16 17

11 ETM-002 Aplicação: GAE e GME 10 de 21 NOTA Os valores descritos nas regiões I e II desta tabela, foram calculados da seguinte maneira: Região I = np 0,5 u [np (1 p)] 0,5 Região III = np + 0,5 + u [np (1 p)] 0,5 Onde: u = 1,282 (coeficiente unilateral da distribuição t-student para 90% de confiança com infinitos graus de liberdade) p = 0,10 (TIR) n = nº de impactos Compressão diametral Os corpos-de-prova de luvas, quando condicionados na temperatura de C devem resistir a uma deformação diametral de 30% sem apresentar trincas, rasgos ou quebra. 2 O ensaio deve ser realizado de acordo com a ABNT NBR Resistência à pressão hidrostática interna de curta duração Os corpos-de-prova das luvas devem resistir à pressão hidrostática interna decorrente da tensão circunferencial aplicada na temperatura de indicado na tabela 4, empregando-se a equação: C, conforme 2. σ. e P = d em e onde: P é a pressão de ensaio, em megapascals;

12 Aplicação: GAE e GME 11 de 21 σ é a tensão circunferencial, em megapascals; d em é o diâmetro externo médio, em milímetros, especificado na tabela 1; e é a espessura mínima de parede, em milímetros, conforme indicada na tabela 1. Tabela 4 Resistência à pressão hidrostática interna de curta duração Temperatura de ensaio C Tensão circunferencial de ensaio MPa Duração do ensaio C 36 1,0 h O ensaio deve ser realizado de acordo com a ABNT NBR 5683, utilizando cap s atirantados Resistência ao cloreto de metileno (grau de gelificação) Os corpos-de-prova das luvas, quando submetidos à temperatura de (15 ± 1) C, em cloreto de metileno durante (30 ± 1) min, devem apresentar-se isentos de ataque em qualquer região da superfície chanfrada. O ensaio deve ser realizado de acordo com o anexo C da ABNT NBR Ensaios de desempenho Desempenho da junta elástica A junta elástica deve apresentar estanqueidade quando submetida às condições especificadas na tabela 5.

13 Temperatura de ensaio C 3 ETM-002 Aplicação: GAE e GME 12 de 21 Tabela 5 Desempenho da junta elástica Pressão hidrostática de ensaio MPa PN 1,00 MPa 1, C PN 1,25 MPa 2,30 2 PN 1,60 MPa 2,90 Duração do ensaio h 100 O ensaio deve ser realizado conforme a ABNT NBR Estanqueidade da junta elástica A junta elástica das luvas de correr devem ser estanques na temperatura de C, quando submetidas às condições indicadas na tabela 6. Situação Pressão hidrostática interna Vácuo parcial interno Tabela 6 Estanqueidade da junta elástica Pressão hidrostática de ensaio Duração do ensaio MPa h PN 1,00 MPa 2,15 PN 1,25 MPa 2,69 1,0 PN 1,60 MPa 3,44 PN 1,00 MPa PN 1,25 MPa -0,08 0,25 PN 1,60 MPa O ensaio deve ser realizado conforme a ABNT NBR Resistência da luva à pressão hidrostática Os corpos-de-prova, quando submetidos às condições da tabela 7, não devem romper.

14 Temperatura de ensaio C ETM-002 Aplicação: GAE e GME 13 de 21 Tabela 7 Resistência da luva de correr à pressão hidrostática 3 Pressão hidrostática de ensaio MPa PN 1,00 MPa 2, C PN 1,25 MPa 3,20 2 PN 1,60 MPa 4,10 Duração do ensaio h 100 O ensaio deve ser realizado de acordo com a ABNT NBR NOTA Caso necessário, é permitido o uso de anéis de borracha com dureza adequada e dispositivos que evitem o deslocamento do anel de borracha de seu alojamento. 4.6 Ensaios específicos da inspeção de recebimento Resistência à pressão hidrostática interna de luva com entalhe longitudinal Os corpos-de-prova das luvas devem resistir à pressão hidrostática interna decorrente da tensão circunferencial aplicada na temperatura de indicado na tabela 8, empregando-se a equação: C, conforme P = 2. σ. d em er e r onde: P é a pressão de ensaio, em megapascals; σ é a tensão circunferencial em megapascals; d em é o diâmetro externo médio, em milímetros, especificado na tabela 3;

15 Aplicação: GAE e GME 14 de 21 e r é a espessura remanescente na parede do corpo-de-prova, na região do entalhe, em milímetros. Tabela 8 Resistência à pressão hidrostática interna de luva com entalhe Temperatura de ensaio C longitudinal Tensão circunferencial de ensaio MPa Duração do ensaio C h O ensaio deve ser realizado conforme o anexo D da ABNT NBR Resistência do anel C Os corpos-de-prova das luvas submetidos ao ensaio de avaliação da resistência do anel C, devem apresentar superfície de fratura que indique ocorrência de ruptura dúctil a uma temperatura de C (ver 3.7). O ensaio deve ser realizado de acordo com anexo E da ABNT NBR Ensaios de qualificação das luvas de correr de PVC 12 DEFOFO Resistência ia à pressão hidrostática interna de tubo com entalhe longitudinal Os corpos-de-prova das luvas devem apresentar evidencia de ruptura dúctil quando submetidos a uma pressão hidrostática interna constante, decorrente da tensão circunferencial aplicada na temperatura de C, conforme indicado na tabela 14, empregando-se a equação abaixo. Os corpos-de-prova só podem apresentar ruptura após 100 h.

16 Aplicação: GAE e GME 15 de 21 P = 2. σ. d em er e r onde: P é a pressão hidrostática em megapascals; σ é a tensão circunferencial, em megapascals; d em é o diâmetro externo médio, em milímetros, especificado na tabela 1; e R é a espessura remanescente na parede do corpo-de-prova, na região do entalhe, em milímetros. Tabela 9 Resistência à pressão hidrostática interna de luva com entalhe longitudinal Tensão circunferencial de Temperatura de ensaio Duração do ensaio ensaio C h MPa C (até ruptura) O ensaio deve ser realizado de acordo com o anexo D da ABNT NBR Ensaio de estanqueidade da junta elástica com deflexão angular e aplicação de vácuo parcial interno A junta elástica das luvas de correr não deve apresentar perda de vácuo em qualquer ponto durante todo o regime de ensaio. O ensaio deve ser realizado de acordo com o anexo G da ABNT NBR 7665.

17 Aplicação: GAE e GME 16 de Estanqueidade da junta elástica com deflexão angular e aplicação de pressão hidrostática interna A junta elástica das luvas de correr não deve apresentar vazamentos em qualquer ponto durante o tempo em que estiver sendo submetida ao ensaio de pressão hidrostática interna. O ensaio deve ser executado conforme o anexo H da ABNT NBR Avaliação dos lotes estocados Para avaliação de um lote quanto à perda de propriedade causada pelas condições de estocagem, devem ser realizados todos os ensaios de desempenho e de fabricação prescritos nesta norma e na ABNT NBR 7665, com exceção do ensaio de impacto, que deve ser efetuado no momento do controle de produção e na inspeção de recebimento. Caso exista alguma inconformidade em relação aos ensaios realizados, será constatado um problema no processo de produção das luvas de correr e não das condições de estocagem, inviabilizando o uso das luvas. Caso todos os resultados estejam em conformidade, as luvas podem ser aplicadas. 5 Inspeção 5.1 Verificação dos requisitos da qualidade por inspeção de recebimento A inspeção de recebimento deve ser feita em fábrica, entretanto, pode ser realizada em outro local caso haja acordo prévio entre as partes A DAE S/A deve ser avisada com antecedência mínima acordada com o fabricante da data na qual deve ter início a inspeção de recebimento.

18 Aplicação: GAE e GME 17 de Nas inspeções realizadas em fábrica, o fabricante deve colocar à disposição da DAE S/A os equipamentos e pessoal especializado para execução dos ensaios de recebimento O fabricante deve dividir o fornecimento em lotes com seu específico diâmetro nominal (DN) e cujas quantidades estejam, de acordo com as tabelas 10 e 11. As amostras devem ser retiradas de cada lote de forma representativa e a escolha deve ser aleatória A inspeção de recebimento de lotes com tamanho inferior a 26 unidades deve ser objeto de acordo prévio entre a DAE S/A e o fabricante Os ensaios de recebimento devem ser executados conforme estabelece esta norma e limitam-se aos lotes de produto acabado apresentados pelo fabricante As luvas constituintes das amostras devem ser submetidas aos ensaios não destrutivos: visual conforme o item da ABNT NBR 7665 e a seção 7 desta norma, e dimensional conforme o item 4.2 desta norma; e aos ensaios destrutivos: estabilidade dimensional conforme 4.4.1, resistência ao impacto conforme 4.4.2, compressão diametral conforme 4.4.3, resistência à pressão hidrostática interna de curta duração conforme 4.4.4, resistência ao cloreto de metileno (grau de gelificação) conforme 4.4.5, estanqueidade da junta elástica conforme 4.5.2, resistência à pressão hidrostática interna de luva com entalhe longitudinal conforme e resistência do anel C conforme Para cada lote entregue, o relatório deve conter no mínimo o seguinte: a) identificação do produto; b) código de rastreabilidade; c) tamanho do lote inspecionado; d) resultados dos ensaios de recebimento;

19 Aplicação: GAE e GME 18 de 21 e) resultados dos últimos ensaios de caracterização e de desempenho apresentados pelo fabricante; f) declaração de que o lote atende ou não às exigências da ABNT NBR Amostragem 6.1 Deve ser retirada de cada lote formado a amostra, conforme tabela 10 para ensaios não destrutivos e tabela 11 para ensaios destrutivos. 6.2 Os ensaios não destrutivos devem ser realizados conforme o plano de amostragem da tabela 10. Tabela 10 Plano de amostragem para ensaios não destrutivos Tamanho do lote Tamanho da amostra (un) Primeira amostragem Segunda amostragem (un) 1 a 2 a Aceitação Rejeição Aceitação Rejeição (Ac) (Re) (Ac) (Re) 26 a a a a a a a O lote de luvas aprovadas nos ensaios não destrutivos deve ser submetido aos ensaios destrutivos conforme o plano de amostragem especificado na tabela 11.

20 Aplicação: GAE e GME 19 de 21 Tabela 11 Plano de amostragem para ensaios destrutivos Tamanho da Tamanho do lote amostra (un) Primeira amostragem Segunda amostragem (un) 1 a Aceitação Rejeição Aceitação Rejeição 2 a (Ac) (Re) (Ac) (Re) 26 a a a Quando for efetuada inspeção no recebimento dos lotes, a aceitação ou rejeição deve ser conforme especificado nos itens a da ABNT NBR Caso o número de unidades defeituosas (peças com uma ou mais irregularidades) na primeira amostragem for menor ou igual ao primeiro número de aceitação, o lote deve ser considerado aceito. 6.6 Caso o número de unidades defeituosas na primeira amostragem for maior ou igual ao primeiro número de rejeição, o lote deve ser rejeitado. 6.7 Caso o número de unidades defeituosas na primeira amostragem for maior que o primeiro número de aceitação, mas, menor que o primeiro número de rejeição, uma segunda amostragem de tamanho indicado pelo plano de amostragem deve ser retirada. 6.8 As quantidades de unidades defeituosas encontradas na primeira e na segunda amostragem devem ser acumuladas. 6.9 Se a quantia de unidades defeituosas acumuladas for igual ou menor que o segundo número de aceitação, o lote deve ser aceito.

21 Aplicação: GAE e GME 20 de Se a quantia de unidades defeituosas acumuladas for maior ou igual ao segundo número de rejeição, o lote será rejeitado. 7 Marcação e pedido de compra 7.1 As luvas devem trazer marcadas, ao longo de sua extensão, de forma indelével, no mínimo as seguintes informações: a) nome ou marca de identificação do fabricante e da unidade de produção (quando aplicável); b) sigla PVC 12 ; c) pressão nominal: PN...; d) diâmetro nominal: DN...; e) termos: ÁGUA e DEFOFO ; f) data de fabricação e código de rastreabilidade do produto; g) o número da ABNT NBR 7665; h) referência ao tipo de junta: JERI: junta elástica removível (anel removível o ring alojado na bolsa seguro por travas). NOTAS: 1 A marcação referente à pressão nominal deve ser diferenciada visualmente entre as classes de pressão. 7.2 O pedido de compra deve apresentar no mínimo as seguintes informações: diâmetro nominal (DN), pressão nominal (PN) e o número de unidades.

22 Aplicação: GAE e GME 21 de 21 8 Histórico de alterações Versão nº Data Histórico 0 Emissão inicial 9 Aprovação Elaborado por: Olavo Rodrigues de Oliveira Revisado por: Marcelo Felipe Aprovado por: Antônio Carlos Chequim Data: / / Elaborado por: Cristiano José Pinto da Silva Data: / / Data: / / Data: / /

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