Exmo. Ministro da Agricultura, Exma. Diretora da DRAPC, Exmo. Senhor Presidente da ESAC, Exmo. Responsáveis da CNA, Exmo. Convidados e Exmos Colegas

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1 Exmo. Ministro da Agricultura, Exma. Diretora da DRAPC, Exmo. Senhor Presidente da ESAC, Exmo. Responsáveis da CNA, Exmo. Convidados e Exmos Colegas É uma honra e uma satisfação, participar no Trigésimo Oitavo Aniversário da Confederação Nacional da Agricultura em representação Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Coimbra e agradeço o convite da CNA à ESAC para participar neste aniversário. O ano de 2014 foi declarado formalmente pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura na sua 66ª Assembleia Geral como o Ano Internacional da Agricultura Familiar, propondo a sensibilização dos governos e das sociedades para importância e a contribuição da agricultura familiar, na segurança alimentar, na preservação os alimentos tradicionais, na proteção da agrobiodiversidade e para o uso sustentável dos recursos naturais. O ano de 2014 visou promover, fortalecer e desenvolver a agricultura familiar como um sistema socialmente importante que representa uma oportunidade para as economias locais, para o desenvolvimento pessoal através da criação do auto-emprego permitindo assim o desenvolvimento da sociedade e dos valores da família, tais como solidariedade e compromisso. A agricultura familiar para além das competências referidas é economicamente viável e permite identificar e incrementar competências empresariais específicas e a realização individual num ambiente sustentável e politicamente relevante em todos os países e regiões do mundo. O Ministério da Agricultura em conjunto com organizações da sociedade civil organizou um conjunto de eventos a nível nacional com o objetivo de pensar a Agricultura Familiar. Existem várias abordagens do que é a Agricultura Familiar (AF) e a definição depende muito das características particulares de cada país. A FAO refere que a agricultura familiar inclui todas as atividades agrícolas de base familiares e está ligada a diversas áreas do desenvolvimento rural. A agricultura familiar consiste em um meio de organização das produções agrícola, florestal, pesqueira, pastoril e aquícola que são geridas e operadas por uma família e predominantemente dependente de mão-de-obra familiar, tanto de mulheres quanto de homens. O conceito 1

2 de agricultura familiar é muitas vezes sinónimo de pequena dimensão mas na Europa existem explorações familiares de grande dimensão. A dificuldade na definição da Agricultura Familiar e a dificuldade em como mensurá-la foi um das questões levantadas no Ano da Agricultura Familiar em 2014 e que continua sem resposta. Essa definição poderia ajudar a definir políticas públicas com vista à sua promoção. Em Portugal e de acordo com o inquérito as explorações agrícolas de 2013 a agricultura familiar é constituída por: Uma população agrícola familiar que em 2009 era de 793 mil indivíduos e passou para 675 mil indivíduos em 2013 (-15%), formada pelo produtor agrícola e pelos membros do seu agregado familiar, trabalhando ou não na exploração. Representava em 2009, cerca de 7,4% e em 2013 esse valor decresceu para 6,5% da população residente em Portugal. Cerca de 95% dos responsáveis jurídicos e económicos das explorações agrícolas são produtores singulares sendo maioritariamente autónomos, o que significa que utilizam principalmente mão-de-obra familiar e exploram 64% da superfície agrícola útil. Apenas 6,2% dos produtores agrícolas vivem exclusivamente da atividade da exploração agrícola. Em contrapartida, em 81% dos agregados domésticos do produtor o rendimento provém maioritariamente de origens exteriores à exploração, designadamente de pensões e reformas (65,3%). A região Centro representou em 2013, cerca de 33%, da população agrícola e 21% da população residente cuja redução de 5% foi inferior a média nacional. Apesar do seu peso e importância no desenvolvimento económico e social do país, a agricultura familiar enfrenta importantes ameaças, nomeadamente no que se refere ao envelhecimento da população, ao abandono da população agrícola familiar e cuja idade média amentou de 4 anos entre os censos de 1999 e A taxa de substituição entre os agricultores com menos de 35 e os maiores de 65 anos em Portugal é de 5%, sendo uma das mais baixas da UE cujo valor médio é de 19%. Apesar da predominância da estrutura agrícola familiar na estrutura agrícola da UE, esta enfrenta um conjunto de desafios: Viabilidade económica a longo prazo, viabilidade que está relacionada com os custos dos fatores de produção e os preços dos produtos agrícolas, eficiência e produtividade, possibilidade de emprego fora da exploração e o 2

3 acesso aos recursos. As mudanças demográficas, a renovação geracional é essencial para a sustentabilidade da exploração familiar. A capacidade negocial tanto ao nível dos fatores de produção como ao nível dos preços dos produtos agrícolas é igualmente necessário desenvolver. Os agricultores em termos gerais são aceitadores do preço de mercado e as pequenas explorações familiares são particularmente sensíveis às relações de poder que se exerce no interior do sistema de comercialização, devido à falta de capacidade de negociação resultante muitas vezes da falta de dimensão das explorações e da reduzida organização do setor. Houve um forte aposta de investimento na parte agrícola, que ainda está em fase de realização e destes modos os investidores nomeadamente os jovens agricultores ainda não foram confrontados com a parte da comercialização e este novos produtores não se conseguirem organizar em termos de comercialização o investimento realizado poderá não ter o sucesso desejado sendo necessário enquadrar os jovens agricultores no processo de comercialização. A volatilidade dos preços de mercados dos produtos agrícolas é uma questão importante e é por sí mesmo uma ameaça ao desenvolvimento das explorações familiares e ao desenvolvimento de uma agricultura sustentável. Esse trabalho de estabilização dos preços é complexa mas as organizações dos produtores poderão ajudar a reduzir essa volatilidade. Não saber a quanto se vai vender e aonde vender não é fácil para as explorações e para se poder decidir o que fazer no dia da amanhã. Muitas vezes e apesar da região Centro se chamar Centro existe a perceção de que se está afastado não só dos centros de decisão mas principalmente de centros logísticos de distribuição e de consumo. Independentemente do circuito de comercialização escolhido pelo produtor ou organizações/associações de produtores é fundamental a aproximação destes ao local de escoamento. O atual programa colocou uma majoração nos apoios às organizações de produtores, uma majoração dos apoios aos jovens agricultores e ainda uma majoração para os jovens que estejam organizados numa organização dos produtores. Mas a questão está em saber se estas organizações estão capazes de entrecruzar com os agricultores da Agricultura Familiar e com os jovens agricultores e assim facilitar a introdução nos canais de comercialização? Será criação de novos canais de comercialização alternativa às organizações? Ou será que as duas formas são alternativas e devem ser simultaneamente apoiadas para permitir a liberdade de escolha 3

4 por parte do produtor e do consumidor de acordo com as suas produções, tipologias e objetivos de vida. Para que as explorações possam ter uma maior dimensão e para que se possam modernizar é necessário o acesso à terra e o acesso ao crédito. Estas questões são importantes não só para as explorações já existentes mas para permitir a entrada de novos agricultores. As questões do acesso ao crédito e à bolsa de terras são um dos pontos fulcrais que temos de resolver neste programa da PAC. O acesso à informação e às novas tecnologias não se limitam às questões financeiras mas é necessário investir na formação agrícola e na formação ao longo da vida. Os agricultores, nomeadamente o agricultor familiar que é a base da nossa estrutura agrícola é cada vez mais formado e informado e compete às instituições públicas garantirem a continua promoção da agricultura familiar. Algumas explorações familiares são demasiado pequenas para sobreviverem unicamente com os rendimentos da exploração. O emprego fora da exploração é muitas vezes o que permite manter a exploração. A atual crise em termos de emprego e o encerramento de muitas atividades que estavam localizadas em zonas rurais colocam em causa esta possibilidade. A contração do emprego fora da exploração é uma ameaça importante à sustentabilidade da agricultura familiar. As alterações da estrutura das explorações sucedem também ao nível do género. A participação das mulheres altera na EU, mas cerca de 40% da mão-de-obra agrícola é feminina, mas menos de 1/3 das explorações agrícolas são dirigidas por mulheres, metade das mão-de-obra feminina utlizada na exploração advém das esposas dos proprietários das explorações. Em Portugal 48% da mão-de-obra agrícola é feminina mas as mulheres representam apenas de 32% dos produtores agrícolas. Na região centro a mão-de-obra feminina representa também 48% da mão-de-obra agrícola familiar e 28% dos produtores agrícolas singulares. Este fato é importante porque as mulheres são o grupo mais sensível em situação de crise de emprego. Os desafios que a agricultura familiar enfrenta na Europa são complexos. A promoção da agricultura familiar tem de estar no centro da PAC. Algumas medidas foram tomadas mas é difícil prever os seus resultados, até porque algumas contradições existem. Não podemos esperar que a PAC resolva os problemas. 4

5 É assim necessário definir o conceito de forma objetiva do que é a agricultura familiar para que este conceito permita definir politicas que possam ajudar a desenvolver este área da agricultura que a base da estrutura produtiva agrícola europeia. A necessidade de desenvolvimento de sistemas organizativos de forma a permitir a comercialização dos produtos agrícolas para que as explorações de AF seja uma agricultura sustentável não só do ponto vista ambiental mas também do ponto vista económico. A investigação, o investimento e o apoio aos jovens são fundamentais, não só com dinheiro mas essencialmente com apoio na formação e na relação com os diferentes tipos de mercado. O APOIO DAS REGIÕES É CRUCIAL. O debate é essencial nos possa conduzir ao delineamento de políticas públicas adequadas ao futuro da agricultura familiar e a um desenvolvimento sustentável. Obrigado pela vossa atenção (Prof. Adj. da Escola Superior Agraria de Coimbra/IPC) 5

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