NOTA TÉCNICA. Nota Sobre Evolução da Produtividade no Brasil. Fernando de Holanda Barbosa Filho

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1 NOTA TÉCNICA Noa Sobre Evolução da Produividade no Brasil Fernando de Holanda Barbosa Filho Fevereiro de

2 Essa noa calcula a evolução da produividade no Brasil enre 2002 e Para ano uiliza duas meodologias disinas. A primeira calcula a produividade do rabalho enquano a segunda calcula a produividade oal dos faores (PTF). Em paricular esa noa esima a produividade da economia brasileira em 2013 supondo uma axa de crescimeno de 2,3% no ano 1. Com essa axa de crescimeno a produividade do rabalho e a produividade oal dos faores mosram recuperação no ano de 2013 na comparação com No enano, esse fore resulado não decorre de fore crescimeno do PIB, mas sim da redução do oal de horas rabalhadas no ano de 2013 (-0,1%). 1 - Produividade do Trabalho A produividade do rabalho (PT) pode ser calculada de seguine forma: Y PT (1) L O cálculo da produividade do rabalho depende do PIB (Y) e do monane de rabalho (L). O monane de rabalho uilizado pode ser o oal de pessoal ocupado ou o oal de horas rabalhadas. Em período de esabilidade da jornada de rabalho, a variação das duas séries é idênica. No enano, em períodos em que a jornada média de rabalho varia, a produividade do rabalho é medida de forma mais precisa com base nas horas oais rabalhadas. Desa forma, esa noa uiliza os dados de horas rabalhadas no calculo da produividade. 2 - Produividade Toal dos Faores O cálculo da produividade oal dos faores requer a uilização de uma função de produção. Nesa noa adoa-se a função de produção da especificação Cobb- Douglas: Y A (2) 1 ( u K ) ( L ) em que é o produo agregado, A é a produividade oal dos faores (PTF), Y u K é o oal de serviços produivos do capial uilizado na produção; u é o índice de uilização da capacidade insalada (NUCI), disponível na economia, e K é o esoque de capial físico L é o faor rabalho que pode ser represenado pelo número oal de horas rabalhadas ou pelo oal de pessoal ocupado; é a elasicidade do produo em relação ao capial, a qual é igual à paricipação do capial na renda em equilíbrio compeiivo. 1 Boleim Macro IBRE. Ese número pode ser revisado para baixo devido ao mau desempenho da indúsria divulgado em 4/2/

3 A PTF é obida a parir da equação (3): 1 Y Y Y A 1 ( ) ( ) (3) u K L u K L A produividade oal dos faores pode ser enendida como uma média enre Y Y a produividade do rabalho e a produividade do capial L uk, em que o peso da produividade do capial é dado pela paricipação do capial na renda e o peso da produividade do rabalho pela paricipação do rabalho na renda Dados As bases de dados dese rabalho são diversas com a maior pare das séries sendo obidas do Insiuo Brasileiro de Geografia e Esaísica (IBGE). As séries relacionadas ao pessoal ocupado e ao número de horas rabalhadas são originadas de duas pesquisas conduzidas pelo Insiuo Brasileiro de Geografia e Esaísica (IBGE): a Pesquisa Mensal de Empregos (PME) no período e da Pesquisa Nacional por Amosra de Domicílios (PNAD), para o período enre 2002 e Resulados As Tabelas 1 e 2 reporam os resulados da evolução da produividade no Brasil nos úlimos anos. A Tabela 1 repora os dados de produividade do rabalho e a Tabela 2 repora os resulados da Produividade Toal dos Faores, ambas uilizando a série de horas rabalhadas. Os resulados da Tabela 1 mosram que a produividade do rabalho eve crescimeno elevado no período enre 2003 e A crise afeou a produividade do rabalho de forma fore com redução da mesma em 2009 e poserior recuperação em No enano, a parir de 2011 a produividade do rabalho perde rimo por dois anos seguidos, crescendo somene 0,5% em O ano de 2013 mosra recuperação da produividade do rabalho. Tabela 1: Produividade do Trabalho PT Variação (em %) , ,7-1, ,5 3, ,2 0, ,0 2, ,2 3, ,5 3, ,4-1, ,4 5, ,4 2, ,1 0, ,0 2,4 2 Os dados da PNAD não esão disponíveis em Com isso, no cálculo da evolução da mão-deobra em 2013 uiliza-se os dados de emprego da PME conforme Barbosa Filho e Pessôa (2012). 3

4 Variação da PT por período , , ,8 A comparação enre períodos mosra que o período enre 2010 e 1013 apresena o mais fraco crescimeno da produividade do rabalho represenando um perda direa de produo poencial de 1 pono percenual em relação ao período Resulados parecidos são obidos quando se analisa a produividade oal dos faores como pode ser viso na Tabela 2. No enano, os resulados acerca da perda de produividade no período são ainda mais fores. A Tabela 2 mosra que a produividade cresceu no período a uma axa média de 2 p.p. ao ano, sendo um crescimeno de produividade basane fore, apesar da grande oscilação do crescimeno dessa. Assim como ocorre com a produividade do rabalho, o ano de 2009 marca fore redução da PTF que se recupera no ano de 2010, mas mosra efeio de perda do rimo de crescimeno viso que a média no período seria próxima de 1,5 p.p., conra expansões superiores a 2,5 p.p. desde Tabela 2: Produividade Toal dos Faores PTF Variação (em %) , ,5-1, ,3 2, ,0 0, ,6 2, ,7 3, ,5 2, ,8 0, ,9 2, ,4 1, ,4-0, ,3 0,8 Variação da PTF por Período , , ,4 A Tabela 2 mosra de forma níida que a parir de 2009 ocorre uma queda permanene da PTF, mosrando que a crise deixou efeios permanenes sobre a produividade no Brasil, ocasionando em redução do produo poencial domésico 3. Após redução da axa de crescimeno em 2011 para expansão de somene 1,4 p.p., o ano de 2012 mosra fore reração da produividade que cai 0,9 p.p. O ano de 2013 mosra recuperação ainda que ímida da produividade, sendo um sinal posiivo ainda que não mosre recuperação do rimo de expansão anerior à crise. 3 Para mais dealhes ver Barbosa Filho (2013). 4

5 5 - Conclusão Essa noa mosra que no período o Brasil apresenou redução do rimo de expansão da produividade. A produividade do rabalho possui queda menor devido à redução da axa de expansão recene da mão-de-obra que ficou esagnada em 2013, com crescimeno de -0,1p.p. em relação a Os resulados mosram que a PTF apresena enre 2010 e 2013 recuo de quase 1,5 p.p. em relação ao período quando crescia cerca de 2 p.p. ao ano. Com isso, o produo poencial brasileiro apresena uma queda de 1,5 p.p. em relação ao período anerior explicando, de cera forma, o baixo desempenho recene de nossa economia. O dado posiivo é a recuperação da produividade no ano de 2013 após a queda dessa em O crescimeno de 0,8 p.p. em 2013 ainda que não seja suficiene para compensar a queda de 0,9 p.p. de 2012, mosra recuperação da economia brasileira em variável crucial para a expansão do seu produo. Enreano, a recuperação pode ser ainda mais ímida caso a projeção de crescimeno de 2013 seja reduzida. Nesse caso, a redução da axa de crescimeno resulará em imediaa redução da produividade no mesmo monane. Referências Barbosa Filho, F (2013) Pessoal Ocupado e Jornada de Trabalho: uma releiura da evolução da Produividade no Brasil, In: Armando Caselar Pinheiro e Régis Bonelli. (Org.) Ensaios IBRE de Economia Brasileira - I, Ediora FGV, Rio de Janeiro, pp Barbosa Filho, F. e Samuel de Abreu Pessôa (2013) Pessoal Ocupado e Jornada de Trabalho: uma releiura da evolução da Produividade no Brasil, Texo para Discussão do IBRE. 5

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