QUE FUTURO DESEJAMOS PARA DOIS PORTOS?

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "QUE FUTURO DESEJAMOS PARA DOIS PORTOS?"

Transcrição

1 Agenda 21 de Torres Vedras FREGUESIA DE DOIS PORTOS QUE FUTURO DESEJAMOS PARA DOIS PORTOS? Quais os Principais Problemas e Como os Resolver? Elaborado para a Câmara Municipal de Torres Vedras Por Centro de Estudos sobre Cidades e Vilas Sustentáveis Departamento de Ciências e Engenharia do Ambiente Faculdade de Ciências e Tecnologia / Universidade Nova de Lisboa Outubro 2008

2 FICHA TÉCNICA CÂMARA MUNICIPAL DE TORRES VEDRAS Tel tvedras.pt E mail: tvedras.pt Vice Presidente Carlos Bernardes Eng.ª Carla Ribeiro Arq. Carlos Figueiredo Dr. Ezequiel Duarte Dr. Nuno Patrício Dr.ª Sandra Colaço DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS E ENGENHARIA DO AMBIENTE Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT) Universidade Nova de Lisboa (UNL) Tel E mail: Prof. Doutor João Farinha Eng.ª Carmen Quaresma Dr.ª Maria José Sousa [2]

3 PREFÁCIO... 4 A FREGUESIA VISTA PELO SEU PRESIDENTE AGENDA 21 DE TORRES VEDRAS A Agenda 21 Local: Conceitos e Objectivos Gerais Metologia e Objectivos da A21 de Torres Vedras CARACTERIZAÇÃO DA FREGUESIA DE DOIS PORTOS SESSÃO DE PARTICIPAÇÃO Objectivos Sessão Plenária Inicial Apresentação, Debate e Hierarquização dos Desafios ao Desenvolvimento da Freguesia de Dois Portos Sessão em Grupos de Trabalho: Aspectos Metodológicos TEMA 1: Escola e Jardim de Infância Adequados ao Aumento da Procura TEMA 2: Linhas de Água sem Esgotos e Aproveitadas para Espaços de Lazer TEMA 3: Resíduos Sólidos, Ecopontos e Higiene Pública ÍNDICE 3.8 Imagens dos Grupos de Trabalho Temáticos Sessão Plenária de Apresentação dos Resultados Constituição de Grupos de Acompanhamento PONTO DA SITUAÇÃO DAS DILIGÊNCIAS PARA RESOLUÇÃO DOS PROBLEMAS PRIORITÁRIOS SUGESTÕES PARA DESENVOLVIMENTO FUTURO ANEXOS Anexo I: Lista de Participantes na Sessão Anexo II: Programa da Sessão [3]

4 PREFÁCIO Sob o lema Que Futuro Desejamos para a Freguesia de Dois Portos, a Câmara Municipal entendeu que a participação das comunidades locais era fundamental para alcançar os objectivos que nos propomos. Objectivos esses, que passam pelas boas práticas Internacionais promovidas pelas Nações Unidas na Conferência do Rio de Janeiro, bem como os Compromissos de Aalborg que recentemente aderimos. Carlos Bernardes Vice Presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras Queremos assim estar na primeira linha dessas boas práticas, construindo uma freguesia e um concelho cada vez mais sustentáveis. Graças a este acto de cidadania, foi possível encontrar um conjunto de valiosos contributos para termos uma melhor Qualidade de Vida. Agradecemos a todos quantos colaboram na elaboração deste documento estratégico para o Futuro da Freguesia de Dois Portos. O Vice Presidente da Câmara Carlos Bernardes [4]

5 A FREGUESIA VISTA PELO SEU PRESIDENTE João Mota Tomás Presidente da Junta de Freguesia de Dois Portos Projectos Prioritários para a Freguesia [5]

6 1. AGENDA 21 DE TORRES VEDRAS [6]

7 1.1 A Agenda 21 Local: Conceitos e Objectivos Gerais A Agenda 21 Local (A21L) é um instrumento para a promoção do desenvolvimento sustentável. A autarquia trabalha em parceria com todos os actores locais para elaborar um Plano de Acção e, sobretudo, concretizar esse plano através de um conjunto de projectos realizáveis mas ambiciosos. É portanto um instrumento que visa a acção e que tem como grande objectivo a construção de comunidades sustentáveis, ou seja, comunidades socialmente justas e inclusivas, com uma economia local forte e vibrante, utilizando os recursos naturais de forma muito cuidada e prudente e com níveis elevados de participação da sociedade civil indispensável à boa governação. O conceito de Agenda 21 surgiu na Conferência sobre Ambiente e Desenvolvimento que teve lugar no Rio de Janeiro em Desta Cimeira, surgiu a Declaração do Rio onde o Capítulo 28 é exclusivamente dedicado à Agenda 21. As autarquias locais são aqui encorajadas e desafiadas a promoveram a sua própria Agenda para a sustentabilidade. O documento referente à Agenda 21 foi assinado por quase todos os países do mundo, incluindo Portugal. Desde então a A21L tem se imposto por mérito próprio e, actualmente, mais de autarquias da Europa já desenvolveram a sua própria Agenda para a sustentabilidade. A grande mais valia da A21L é a forma como trabalha e envolve todos os actores locais (cidadãos, empresários, técnicos, etc.) tanto na identificação dos principais desafios ao desenvolvimento assim como na construção de visões de futuro partilhas e de soluções para lá chegar. A implementação procura a responsabilidade partilhada e a formação de redes de parcerias. A sua filosofia é que os desafios são demasiado grandes para serem enfrentados só pela autarquia local, sendo necessário o envolvimento activo de todos os actores dessa comunidade. De um modo geral, o ciclo de planeamento da A21L é constituído por 4 fases principais (ver Figura 1): A 1.ª fase, a fase de Elaboração da A21L, que inclui a definição da estratégia e o plano de acção com as respectivas fichas de projectos prioritários. A 2.ª fase, a fase de Implementação, em que se tomam decisões e se implementam as acções no terreno. A fase de Avaliação, em que se medem e monitorizam os resultados alcançados e se comparam os resultados com as metas e objectivos pré estabelecidos. A fase de Aprendizagem, em que se aumentam os conhecimentos e se melhoram as capacidades dos diversos actores envolvidos. Esta fase atravessa todas as outras. [7]

8 4.Aumentar Capacidade e Conhecimentos com A21L Capacidades Institucionais e Sociais para o desenvolvimento sustentável Elaborar a A21L Criar a Estrutura de Gestão Diagnóstico e Vectores Estratégicos Proposta de Plano de Acção 3. Avaliar a A21L Monitorar e medir resultados Comparar resultados e metas Divulgar resultados da avaliação Implementar a A21L Adoptar incrementalismo pragmático Concretizar acções e projectos Comunicar os bons resultados Figura 1 Esquema das 4 fases do processo de planeamento da A21L. A Câmara Municipal de Torres Vedras, consciente da importância da A21L para a construção de comunidades sustentáveis, decidiu implementar a sua Agenda 21. Responde assim ao desafio lançado pelas Nações Unidas na Conferência do Rio de Janeiro. Na senda das boas práticas internacionais, aderiu também os Compromissos de Aalborg. A Câmara Municipal de Torres Vedras deliberou aderir formalmente a este conjunto de Compromissos para o desenvolvimento sustentável, que são dinamizados internacionalmente pela Campanha Europeia de Cidades e Vilas Sustentáveis. Trata se de um movimento de âmbito Europeu dirigido explicitamente às autarquias locais que desejam aplicar boas práticas para o desenvolvimento sustentável e colocar se na vanguarda dos processos de planeamento e gestão para a sustentabilidade. Os Compromissos de Aalborg visam ajudar as autarquias, e os seus parceiros, a trabalhar no sentido de conseguirem cidades, vilas e comunidades locais inclusivas, prósperas, criativas e sustentáveis que proporcionam uma boa qualidade de vida a todos os cidadãos. Encorajam também o envolvimento dos cidadãos e restantes actores locais em todos os aspectos relativos à vida e destinos colectivos da comunidade. A Agenda 21 Local de Torres Vedras tem em conta esta metodologia de trabalho. [8]

9 Os 10 Compromissos de Aalborg e os 5 Sub Temas incluídos em cada Compromisso: 1. Governância 1.1 Continuar a Desenvolver uma Perspectiva Comum e de Longo Prazo para o Desenvolvimento Sustentável 1.2 Fomentar a Capacidade de Participação e de Acção para o Desenvolvimento Sustentável na Sociedade Civil e na Administração Pública 1.3 Apelar a todos os Sectores da Sociedade Civil para a Participação efectiva nos Processos de Decisão 1.4 Tornar as Nossas Decisões Claras, Rigorosas e Transparentes 1.5 Cooperar Efectivamente e em Parcerias com Municípios Vizinhos, outras Cidades e Vilas e outros Níveis de Administração 4. Consumo responsável e opções de estilos de vida 4.1 Evitar e Reduzir os Resíduos e Aumentar a Reutilização e a Reciclagem 4.2. Gerir e Tratar os Resíduos de Acordo com as Melhores Práticas 4.3. Evitar os Desperdícios de Energia e Melhorar a Eficiência Energética 4.4. Adoptar uma Política Sustentável de Aquisição de Bens e Serviços 4.5. Promover Activamente a Produção e o Consumo Sustentáveis, em particular de Produtos com Rótulos Ambientais, Biológicos, Éticos e de Comércio Justo 2. Gestão local para a sustentabilidade 2.1. Reforçar os Processos de Agenda 21 Local, ou outros, com vista ao Desenvolvimento Sustentável e Integrá los, de forma Plena, no Funcionamento da Administração Local 2.2. Realizar uma Gestão Integrada para a Sustentabilidade, baseada no Princípio da Precaução e tendo em conta a futura Estratégica Temática da União Europeia sobre Ambiente Urbano Estabelecer Metas e Prazos concretos face aos Compromissos de Aalborg bem como um Programa de Monitorização destes Compromissos 2.4. Assegurar a Importância das Questões de Sustentabilidade nos Processos de Decisão a nível Urbano, bem como uma Atribuição de Recursos baseada em Critérios de Sustentabilidade sólidos e abrangentes 2.5. Cooperar com a Campanha Europeia sobre Cidades e Vilas Sustentáveis e as suas Redes de Cidades para Monitorizar e Avaliar o nosso Progresso tendo em vista alcançar as Metas de Sustentabilidade estabelecidas 3. Bens comuns naturais 3.1. Reduzir o Consumo de Energia Primária e Aumentar a Parte de Energias Renováveis nesse Consumo 3.2. Melhorar a Qualidade da Água, Poupar Água e Usar Água mais Eficientemente 3.3. Promover e Aumentar a Biodiversidade e Alargar e Cuidar de Áreas Naturais Especiais e de Espaços Verdes 3.4. Melhorar a Qualidade do Solo, Preservar Terrenos Ecologicamente Produtivos e Promover a Agricultura e a Florestação Sustentáveis 3.5. Melhorar a Qualidade do Ar 5. Planeamento e Desenho Urbano 5.1. Reutilizar e Regenerar Áreas Abandonadas e Socialmente Degradadas 5.2. Evitar a Expansão Urbana, dando prioridade ao Desenvolvimento Urbano no Interior dos Aglomerados, através da Recuperação dos Espaços Urbanos Degradados e assegurando Densidades Urbanas Apropriadas 5.3. Assegurar a Compatibilidade de Usos ao nível dos Edifícios e Áreas Urbanas, com Equilíbrio entre Empregos, Habitação e Equipamentos, dando prioridade aos Usos Residenciais nos Centros das Cidades 5.4. Assegurar uma adequada Conservação, Renovação e Utilização/ Reutilização do nosso Património Cultural Urbano 5.5. Adoptar Critérios de Desenho Urbano e de Construção Sustentáveis e Promover a Arquitectura e as Tecnologias de Construção de Alta Qualidade 6. Melhor mobilidade, menos tráfego 6.1. Reduzir a Necessidade de Utilização do Transporte Individual Motorizado e Promover Modos de Transporte Alternativos, Viáveis e Acessíveis a Todos 6.2. Aumentar a Parte de Viagens Realizadas em Transportes Públicos, a Pé ou de Bicicleta 6.3. Encorajar a Transição para Veículos Menos Poluentes 6.4. Desenvolver um Plano de Mobilidade Urbana Integrado e Sustentável 6.5. Reduzir o Impacto dos Transportes sobre o Ambiente e a Saúde Pública [9]

10 Os 10 Compromissos de Aalborg e os 5 Sub Temas incluídos em cada Compromisso: 7. Acção local para a saúde 7.1. Disseminar Informação no sentido de se Aumentar o Nível Geral dos Conhecimentos da População sobre os Factores Essenciais de uma Vida Saudável, a maioria dos quais se situa fora do Sector restrito da Saúde 7.2. Promover o Planeamento Urbano para o Desenvolvimento Saudável das nossas Cidades garantindo assim os Meios Indispensáveis para construir e manter Parcerias Estratégicas para a Promoção da Saúde 7.3. Aumentar a Equidade no Acesso à Saúde com Especial Atenção aos Pobres, o que requer a Elaboração regular de Relatórios sobre o Progresso conseguido na Redução das Disparidades 7.4. Promover Estudos de Avaliação de Impacte na Saúde, como meio de permitir a todos os Sectores de Actividade focar o seu Trabalho na melhoria da Saúde e da Qualidade de Vida 7.5. Motivar os Urbanistas para Integrarem Condicionantes de Saúde nas Estratégias de Planeamento e Desenho Urbano 8. Economia local dinâmica e sustentável 8.1. Introduzir Medidas para Estimular o Emprego Local e a Formação de Empresas 8.2. Cooperar com o Tecido Empresarial Local para Promover e Implementar Boas Práticas Empresariais 8.3. Desenvolver e Implementar Princípios de Sustentabilidade para a Localização de Empresas 8.4. Encorajar o Mercado de Produtos Locais e Regionais de Alta Qualidade 8.5. Promover um Turismo Local e Sustentável 9. Equidade e justiça social 9.1. Desenvolver e Implementar Programas para Prevenir e Reduzir a Pobreza 9.2. Assegurar o Acesso Equitativo aos Serviços Públicos, à Educação, a Oportunidades de Emprego, à Formação Profissional, à Informação e a Actividades Culturais 9.3. Promover a Inclusão Social e a Igualdade entre os Géneros 9.4. Aumentar a Segurança da Comunidade 9.5. Garantir Habitação e Condições de Vida de Boa Qualidade e Socialmente Adequadas 10. Do local para o global Elaborar e seguir uma abordagem Estratégica e Integrada para Minimizar as Alterações Climáticas e trabalhar para conseguir níveis sustentáveis de Emissões de Gases geradores do Efeito de Estufa Integrar a Política de Protecção Climática nas nossas Políticas de Energia, de Transportes, de Consumo, de Resíduos, de Agricultura e de Florestas Disseminar informação sobre as causas e os Impactes Prováveis das Alterações Climáticas, e integrar Medidas de Prevenção na nossa Política referente às Alterações Climáticas Reduzir o nosso Impacto no Ambiente Global e Promover o Princípio da Justiça Ambiental Reforçar a Cooperação Internacional de Vilas e Cidades e Desenvolver Respostas Locais para Problemas Globais em parceria com outros Governos Locais, Comunidades e outros Actores Relevantes [10]

11 1. 2 Metodologia e Objectivos da A21 de Torres Vedras A equipa da FCT/UNL e a Câmara Municipal de Torres Vedras estão a trabalhar a dois níveis: A nível de todo o Concelho, com a caracterização do Estado do Desenvolvimento no contexto dos 10 Compromissos de Aalbog, tendo como finalidade a elaboração de um conjunto de Objectivos, Metas e Indicadores para Torres Vedras associados a esses Compromissos e visando a acção; A nível das freguesias, como espaços de vida e de trabalho com as suas particularidades territoriais e ambientais com desafios específicos. Na sequência do trabalho ao nível de cada uma das 20 freguesias e em seu complemento, há depois uma perspectiva de agregação para o nível concelhio. O presente relatório insere se neste nível de Freguesia. O território do concelho de Torres Vedras não apresenta características totalmente homogéneas em toda a sua extensão, apresentando as várias freguesias do concelho particularidades geográficas, sociais, culturais e económicas próprias. Assim, a A21L de Torres Vedras desce, como já referido, a cada uma das 20 freguesias do concelho de modo a constituir se um Plano de Acção mais adequado e mais próximo da realidade local. Em cada uma das freguesias foram realizadas entrevistas aos Presidentes de Junta de Freguesia e foi realizado um levantamento e análise de estudos, planos e outros documentos com relevo e com os quais a A21L se tem de relacionar (por exemplo, Plano Director Municipal, Carta Educativa, Plano de Desenvolvimento Social do Concelho de Torres Vedras, Plano Municipal de Recursos Naturais). O processo de participação dos actores locais teve um momento forte com a realização do Fórum de Participação (ver Capítulo 3). As sessões de participação pública realizadas nas freguesias tiveram como principal objectivo envolver a população na identificação dos principais problemas e na procura de soluções para a melhoria da qualidade de vida na sua freguesia tendo como padrão o Desenvolvimento Sustentável. O presente relatório incidindo sobre a Freguesia de Dois Portos é parte integrante da A21 de Torres Vedras e tem como principais objectivos específicos: Realizar uma caracterização sintética da freguesia de Dois Portos; Transmitir os resultados da Sessão de Participação Pública, realizada no dia 5 de Maio de 2008, nomeadamente as propostas de projectos e/ou acções prioritárias aí geradas e debatidas; Efectuar um ponto de situação em relação às propostas de projectos prioritários, dando conta de diligências ou processos em curso, ou em fase de preparação, que contribuam para resolver os problemas prioritários acima identificados. [11]

12 2. CARACTERIZAÇÃO DA FREGUESIA DE DOIS PORTOS [12]

13 A FREGUESIA DE DOIS PORTOS Superfície (km 2 ) 36,27 Concelho 407,07 População Residente (2001) Concelho Taxa de Crescimento ( ) 10,06% Concelho 7,54% Densidade Populacional (2001) 59hab/km 2 Concelho 177hab/km 2 Taxa de Analfabetismo (2001) 18,0% Concelho 10,8% Taxa de Desemprego (2001) 5,2% Concelho 5,3% Taxa de Actividade (2001) 41,7% Concelho 47,8% Índice de Envelhecimento (2001) 188,5% Concelho 111,1% Gráfico 1 Evolução da População Residente segundo o Grupo Etário. Gráfico 2 Nível de Escolaridade da População Residente em 2001 (%) , ,3 0, anos anos 65 ou mais Nenhum nível de ensino 1.º Ciclo 2.º Ciclo 3.º Ciclo Ensino Secundário Ensino Superior Outro Ensino Gráfico 3 Evolução da População Activa Empregada Residente segundo o Sector de Actividade (%) Gráfico 4 Evolução da Taxa de Actividade e da Taxa de Desemprego (%) Taxa de Actividade Taxa de Desemprego 61,4 37,5 41, ,9 30, ,6 4,9 5,2 Sector Primário Sector Secundário Sector Terciário Fonte: Torres Vedras em Números, 2006 [13]

14 Carta 1 Uso e ocupação do solo da freguesia de Dois Portos. Carta 2 Património natural e construído relevante da freguesia de Dois Portos. [14]

15 PRINCIPAIS PONTOS POSITIVOS Freguesia tipicamente rural, de grande riqueza paisagística e patrimonial; A freguesia de Dois Portos está inserida na área geográfica correspondente à Denominação de Origem Controlada (DOC) de vinhos tintos e brancos de Torres Vedras, contando com uma grande extensão de vinha e a existência da Adega Cooperativa da Dois Portos; Existência de uma estação de caminhos de ferro da Linha do Oeste nesta freguesia. MARCOS TERRITORIAIS MAIS RELEVANTES Capela de Nossa Senhora dos Milagres. Igreja de Caixaria. A Estação de Caminhos de Ferro de Dois Portos. O lugar de Ribeira Maria Afonso. Quinta d Além. Quinta do Hespanhol. Fonte: Câmara Municipal de Torres Vedras. [15]

16 A freguesia de Dois Portos situa se do interior do concelho de Torres Vedras junto à margem direita do rio Sizandro. Tem como limites as freguesias de Carmões, Carvoeira, Runa, Santa Maria do Castelo e S. Miguel, Turcifal e o concelho de Sobral de Monte Agraço. A freguesia de Dois Portos é constituída pelas localidades de Bulegueira, Caixaria, Dois Portos, Feligueira, Feliteira, Folgorosa, Furadouro, Granja, Maceira, Moncova, Mouguelas, Murteira, Outeiro da Zibreira, Patameira, Portela do Bispo, Ribaldeira, Ribeira Maria Afonso e Sirol. Esta freguesia tem uma superfície de 36,27km 2 e representa cerca de 8,9% da área total do concelho. Com uma população residente de habitantes, Dois Portos registou um decréscimo populacional entre 1991 e 2001, situação idêntica à verificada noutras freguesias do interior do concelho. De notar ainda que esta freguesia registou decréscimos populacionais acompanhados por uma diminuição do número de alojamentos. (Fonte: Estudos de Caracterização do Território Municipal, Abril 2006). A densidade populacional da freguesia é de 59hab/km 2, um valor bastante abaixo da densidade populacional do concelho que é de 177hab/km 2 e o valor mais baixo entre todas as freguesias. Quanto à estrutura etária da população residente (Gráfico 1) assistiu se, entre 1991 e 2001, ao aumento do Índice de Envelhecimento, que passou de 150,1% em 1991 para 188,5% em 2001, e à diminuição do Índice de Juventude de 66,6% em 1991 para 53,0% em 2001 (Fonte: Torres Vedras em Números, 2006). Isto significa que há uma forte diminuição do número de jovens e um aumento do número de idosos resultando no envelhecimento muito significativo da estrutura populacional da freguesia. Os níveis de escolaridade da população residente (Gráfico 2) não são muito elevados, dado que 61,1% da população possui apenas o ensino básico, dos quais mais de 30% da população possui apenas o 1.º Ciclo do Ensino Básico. Se aos 61,1% da população com o ensino básico acrescentarmos os 21,5% dos indivíduos sem nenhum nível de ensino, verificamos que a grande maioria (82,6%) da população não ultrapassou a escolaridade básica. A Taxa de Analfabetismo em 2001 era de 18%, um valor muito superior à média do concelho que era de 10,8% (Fonte: Torres Vedras em Números, 2006). No que diz respeito à distribuição da população activa pelos sectores de actividade, verifica se o predomínio do sector terciário com 61,4%, seguido do sector secundário com 30,1% e do sector primário com 10,6%. Como se pode observar no Gráfico 3, entre 1991 e 2001, os sectores secundário e primário registaram um decréscimo, bastante acentuado no sector primário com uma perda de cerca de 18%. Quanto ao sector terciário registou um forte aumento (cerca de 17%). A vitivinivultura e a produção de vinho é uma das principais actividades, localizando se na freguesia a Adega Cooperativa de Dois Portos. No sector secundário a construção é a principal actividade enquanto no sector terciário é o comércio que mais pessoas emprega. [16]

17 Em relação à Taxa de Desemprego, verifica se um aumento, passando de 4,9% em 1991 para 5,2% em 2001, um valor semelhante à média do concelho que é de 5,3%. Quanto à Taxa de Actividade, a taxa que permite definir o peso da população activa sobre o total da população, aumentou cerca de 4,2% de 1991 para A taxa de actividade é um bom indicador do grau de dinamização económica de um dado lugar. Em relação aos equipamentos escolares na freguesia de Dois Portos existem várias Escolas Básicas do 1º Ciclo nas localidades de Dois Portos, Feliteira e Furadouro, assim como, dois Jardins de infância nos lugares de Dois Portos e Caixaria. Os equipamentos desportivos existentes são vários campos de jogos localizados em diversos lugares da freguesia. Conta ainda com uma Extensão de Saúde do Centro de Saúde de Torres Vedras. Dois Portos é uma freguesia com grande dinâmica associativa. Possui uma Banda Filarmónica e Escola de Música, a Sociedade Filarmónica de Ribaldeira, e o Rancho Folclórico os Rurais do Furadouro. Conta ainda com várias associações como, a Associação de Desporto Recreio Cultura e Melhoramento de Dois Portos, a Associação Desportiva e Recreativa Os Sizandros, a União Recreativa Patameirense, a Associação Cultural Recreativa e Desportiva do Furadouro, a Associação Cultural Recreativa Desportiva e de Melhoramentos de Outeiro da Zibreira, a Associação Recreativa e Desportiva da Caixaria, a Associação Cultural Recreativa e de Melhoramentos de Sirol, a Associação Recreativa Desportiva de Bulegueira, o Centro Popular de Trabalhadores de Ribaldeira, a Associação de Caçadores da Freguesia de Dois Portos e a Associação de Socorros da Freguesia de Dois Portos. Do património arquitectónico da freguesia destacam se a Igreja de S. Pedro, situada no Casal de S. Pedro, e a Ermida de N. S.ª da Purificação, situada na localidade de Sirol, e classificadas como Imóvel de Interesse Público. Outros locais de interesse são o conjunto edificado de Nossa Senhora dos Milagres e as várias capelas existentes nas diversas localidades da freguesia, pontes romanas, azenhas (como a Azenha do Pinhal e a Azenha das Cachoças), a estação de caminhos de ferro, várias quintas (como a Quinta do Hespanhol, a Quinta do Jardim, a Quinta da Ribaldeira e a Quinta de Além), assim como, moinhos (Moinho de Feiteira, Moinho do Monte da Maceira, Moinho dos Aires, Moinho dos Milagres, entre outros). Apresenta ainda algumas fortificações das linhas de Torres como fortes (Forte da Feiteira e o Forte da Archeira), a Bateria da Ribaldeira e o troço de estrada militar na Serra do Monte Deixo. A Carta 1 mostra o uso e a ocupação do solo da freguesia de Dois Portos onde podemos observar a área florestal e a área agrícola, assim como, a localização das vinhas. A freguesia de Dois Portos é uma freguesia rural com uma área agrícola de cerca de 1.874ha, grande parte ocupada por vinha, que representa 51,68% de todo o seu território. [17]

18 Esta freguesia está inserida na área geográfica correspondente à Denominação de Origem Controlada (DOC) de vinhos tintos e brancos de Torres Vedras. A área florestal de Dois Portos ocupa cerca de 253ha que representam 6,98% da área total da freguesia. A espécie dominante é o eucalipto. De notar ainda, a área afecta aos incultos, cerca de 35% do território, sendo Dois Portos a freguesia do concelho de Torres Vedras com maior área ocupada por incultos. (Fonte: Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios, ). Na Carta 2, referente ao património natural e construído, destacam se as áreas naturais de valor paisagístico (Serra do Socorro), as áreas de verde ecológico urbano (áreas destinadas a funções de respiração e equilíbrio do sistema urbano) e as áreas de enquadramento paisagístico. As áreas naturais de valor paisagístico são áreas em que a protecção de determinados valores naturais únicos se sobrepõe a qualquer outro uso do solo enquanto as áreas de enquadramento paisagístico são áreas de elevado interesse paisagístico, nas quais devem ser promovidas as actividades tradicionais e outras utilizações dos recursos, condicionadas à manutenção do equilíbrio físico, natural e da paisagem. Na Carta 2 também podemos observar o percurso pedestre existente e a localização do património classificado e com interesse conservacionista da freguesia de Dois Portos. Destacam se ainda os aerogeradores já licenciados existentes nesta freguesia e localizados na Serra do Socorro (Parque Eólico da Senhora do Socorro). Na Carta 2 podemos também observar a Linha do Oeste (ligação ferroviária entre Lisboa e a Figueira da Foz) que passa por Dois Portos existindo nesta freguesia uma estação de caminhos de ferro. [18]

19 3. SESSÃO DE PARTICIPAÇÃO [19]

20 3.1 Objectivos A Sessão de Participação Pública em Dois Portos teve como principal objectivo envolver a comunidade na identificação dos principais problemas da sua freguesia e na procura de pistas de soluções conjuntas para a melhoria da qualidade de vida na freguesia. De modo a inserir esta sessão de participação no contexto geral, o Quadro I apresenta o calendário de todas as Sessões de Participação realizadas nas 20 freguesias do concelho de Torres Vedras. Quadro I Calendário das Sessões de Participação. Dia/ Mês Dia da semana (hora) Junta de Freguesia 31 / Março 2ª feira (21:00) Turcifal 05 / Abril Sábado (9:30) Ponte do Rol 12 / Abril Sábado (9:30) Maceira 15 / Abril 3ª feira (21:00) A dos Cunhados 21 / Abril 2ª feira (21:00) Freiria 22 / Abril 3ª feira (21:00) Silveira 28 / Abril 2ª feira (21:00) Runa 29 / Abril 3ª feira (21:00) Outeiro da Cabeça 05 / Maio 2ª feira (21:00) Dois Portos 06 / Maio 3ª feira (21:00) Carvoeira 12 / Maio 2ª feira (21:00) Ramalhal 13 / Maio 3ª feira (21:00) Ventosa 19 / Maio 2ª feira (21:00) Campelos 20 / Maio 3ª feira (21:00) Maxial 26 / Maio 2ª feira (21:00) Santa Maria 27 / Maio 3ª feira (21:00) São Pedro da Cadeira 02 / Junho 2ª feira (21:00) São Pedro e Santiago 03 / Junho 3ª feira (21:00) Monte Redondo 09 / Junho 2ª feira (21:00) Carmões 16 / Junho 2ª feira (21:00) Matacães Na 3ª Semana de Setembro Fórum Final [20]

21 3.2 Sessão Plenária Inicial A Sessão realizou se no dia 31 de Março de 2008 na Junta de Freguesia de Turcifal. Contou com a A presença Sessão realizou se de cerca de no 20 dia participantes 5 de Maio de diferentes 2008 na Junta grupos, de Freguesia nomeadamente, de Dois Cidadãos, Portos. Contou Empresários, com a Autarcas presença e de Quadros 20 participantes Técnicos da de Administração diferentes grupos, Local. nomeadamente, Cidadãos, Empresários, Autarcas e Quadros Técnicos da Administração Local. A abertura da sessão esteve a cargo do Sr. Vice Presidente da Câmara Municipal, Carlos Bernardes, que agradeceu A abertura a da presença sessão esteve do Sr. a Presidente cargo do Sr. da Vice Presidente Junta Freguesia da Câmara de Turcifal, Municipal, Filipe Carlos Santos, Bernardes, e a todos que os agradeceu participantes. a presença Em função do do Sr. que Presidente são as preocupações da Junta de Freguesia (sociais e de ambientais) Dois Portos, do João executivo Mota Tomás, camarário, e a todos entendeu se os participantes. elaborar um Em documento função que estratégico são as preocupações que reflicta essas (sociais mesmas e ambientais) preocupações. do executivo Nesse sentido camarário, é importante entendeu se a participação elaborar um dos documento Cidadãos, estratégico das Empresas, que reflicta das Associações essas mesmas para preocupações. a construção desse Nesse conjunto sentido de é importante acções programadas a participação no tempo dos que Cidadãos, visam o desenvolvimento das Empresas, das freguesia. Associações para a construção desse conjunto de acções programadas no tempo que visam o desenvolvimento da No freguesia. final do seu discurso, o Sr. Vice Presidente incentivou os participantes a envolverem se neste projecto tão importante para o desenvolvimento da freguesia, desejando uma Sessão participada e produtiva. No final do seu discurso, o Sr. Vice Presidente incentivou os participantes a envolverem se neste projecto tão importante para o desenvolvimento da freguesia, desejando uma Sessão participada e produtiva. Figura 2 Imagens da sessão plenária de abertura. De seguida o Sr. Presidente da Junta de Freguesia de Turcifal, Filipe Santos, após agradecer a presença O de Prof. todos, Doutor louvou João esta Farinha, iniciativa coordenador e referiu que da é equipa bom discutir da FCT/UNL, os problemas apontou e os tentar aspectos encontrar fundamentais soluções que para os caracterizam mesmos. uma A21L. Trata se de um processo de planeamento estratégico em que as autoridades locais trabalham em parceria com todos os actores para elaborar um Plano de Acção, e De seguida o Prof. Doutor João Farinha, coordenador da equipa da FCT/UNL, apontou os aspectos implementá lo, tendo como objectivo a construção de comunidades sustentáveis (Figura 3). fundamentais que caracterizam uma A21L. Trata se de um processo de planeamento estratégico em que as autoridades locais trabalham em parceria com todos os actores para elaborar um Plano de Acção, e implementá lo, tendo como objectivo a construção de comunidades sustentáveis (Figura 3). [21]

III Encontro Agenda 21 Local (A21L) 20 de novembro 2015

III Encontro Agenda 21 Local (A21L) 20 de novembro 2015 III Encontro Agenda 21 Local (A21L) 20 de novembro 2015 Agenda 21: Faseamento 1 Agenda 21: Princípios orientadores A visão Um território com mais emprego, mais competitivo, mais qualificado, mais equitativo

Leia mais

AGENDA 21 escolar. Pensar Global, agir Local. Centro de Educação Ambiental. Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89" N 9º15'50.

AGENDA 21 escolar. Pensar Global, agir Local. Centro de Educação Ambiental. Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89 N 9º15'50. AGENDA 21 escolar Pensar Global, agir Local Centro de Educação Ambiental Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89" N 9º15'50.84" O 918 773 342 cea@cm-tvedras.pt Enquadramento A Agenda

Leia mais

A Nossa Perspectiva Comum. Os Nossos Desafios. As Nossas Responsabilidades. A Nossa Resposta: Os Compromissos de Aalborg

A Nossa Perspectiva Comum. Os Nossos Desafios. As Nossas Responsabilidades. A Nossa Resposta: Os Compromissos de Aalborg AALBORG+10 Inspirando o Futuro Versão Portuguesa: Prof. Doutor João Farinha e Dr.ª Lurdes Poeira, participantes na Conferência, com colaboração da Eng.ª Graciete Silva. A Nossa Perspectiva Comum Nós, Autoridades

Leia mais

UMA BOA IDEIA PARA A SUSTENTABILIDADE

UMA BOA IDEIA PARA A SUSTENTABILIDADE UMA BOA IDEIA PARA A SUSTENTABILIDADE REGULAMENTO DO CONCURSO DE IDEIAS (Aberto a todos os Cidadãos) 1. O QUE É: O concurso Uma Boa Ideia para a Sustentabilidade é uma iniciativa da Câmara Municipal de

Leia mais

QUE FUTURO DESEJAMOS PARA CARVOEIRA?

QUE FUTURO DESEJAMOS PARA CARVOEIRA? Agenda 21 de Torres Vedras FREGUESIA DE CARVOEIRA QUE FUTURO DESEJAMOS PARA CARVOEIRA? Quais os Principais Problemas e Como os Resolver? Elaborado para a Câmara Municipal de Torres Vedras Por Centro de

Leia mais

QUE FUTURO DESEJAMOS PARA VENTOSA?

QUE FUTURO DESEJAMOS PARA VENTOSA? Agenda 21 de Torres Vedras FREGUESIA DE VENTOSA QUE FUTURO DESEJAMOS PARA VENTOSA? Quais os Principais Problemas e Como os Resolver? Elaborado para a Câmara Municipal de Torres Vedras Por Centro de Estudos

Leia mais

AGENDA 21 LOCAL E AUDITORIA URBANA DE GUIMARÃES

AGENDA 21 LOCAL E AUDITORIA URBANA DE GUIMARÃES AGENDA 21 LOCAL E AUDITORIA URBANA DE GUIMARÃES PRINCIPAIS PROBLEMAS EXISTENTES E GRANDES OPÇÕES DE QUALIDADE DE VIDA PARA O FUTURO 3 de Março de 2004 Elaborado para Câmara Municipal de Guimarães e Por

Leia mais

Agenda 21 Local de Arganil 3ª Sessão do Fórum Participativo

Agenda 21 Local de Arganil 3ª Sessão do Fórum Participativo Agenda 21 Local de Arganil 3ª Sessão do Fórum Participativo 22 de Fevereiro 2010 Índice Índice PARTE I SÍNTESE DO 2º FÓRUM PARTICIPATIVO (10 minutos) PARTE II SÍNTESE DA ESTRATÉGIA DE SUSTENTABILIDADE

Leia mais

Projecto REDE CICLÁVEL DO BARREIRO Síntese Descritiva

Projecto REDE CICLÁVEL DO BARREIRO Síntese Descritiva 1. INTRODUÇÃO Pretende-se com o presente trabalho, desenvolver uma rede de percursos cicláveis para todo o território do Município do Barreiro, de modo a promover a integração da bicicleta no sistema de

Leia mais

Fórum de Boas Práticas

Fórum de Boas Práticas Câmara Municipal de Torres Vedras Sandra Colaço Fórum de Boas Práticas Rede Portuguesa de Cidades Saudáveis 28 de Outubro de 2009 TORRES VEDRAS População -72 259(2001) Área 407 Km2 O concelho no país Na

Leia mais

MINISTÉRIO DO AMBIENTE

MINISTÉRIO DO AMBIENTE REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DO AMBIENTE O Ministério do Ambiente tem o prazer de convidar V. Exa. para o Seminário sobre Novos Hábitos Sustentáveis, inserido na Semana Nacional do Ambiente que terá

Leia mais

Orientação nº 1/2008 ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DA ESTRATÉGIA LOCAL DE DESENVOLVIMENTO (EDL) EIXO 4 REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES

Orientação nº 1/2008 ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DA ESTRATÉGIA LOCAL DE DESENVOLVIMENTO (EDL) EIXO 4 REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES Programa de da ELABORAÇÃO DA ESTRATÉGIA LOCAL DE DESENVOLVIMENTO (ELD) 1 / 16 Programa de da 1. Caracterização Socioeconómica do Território A caracterização do território deve centrar-se em dois aspectos

Leia mais

Enquadramento Turismo Rural

Enquadramento Turismo Rural Enquadramento Turismo Rural Portugal é um País onde os meios rurais apresentam elevada atratividade quer pelas paisagens agrícolas, quer pela biodiversidade quer pelo património histórico construído o

Leia mais

Plano Intermunicipal de Mobilidade e Transportes da Região de Aveiro

Plano Intermunicipal de Mobilidade e Transportes da Região de Aveiro Plano Intermunicipal de Mobilidade e Transportes da Região de Aveiro www.regiaodeaveiro.pt PIMT de Aveiro, Aveiro TIS.PT Transportes Inovação e Sistemas, S.A. 1 16 Breve enquadramento A Comunidade Intermunicipal

Leia mais

Excelência Senhor presidente da COP 19 Excelências distintos chefes de delegações aqui presentes Minhas senhoras e meus senhores (1)

Excelência Senhor presidente da COP 19 Excelências distintos chefes de delegações aqui presentes Minhas senhoras e meus senhores (1) Excelência Senhor presidente da COP 19 Excelências distintos chefes de delegações aqui presentes Minhas senhoras e meus senhores (1) Permitam que em nome do Governo de Angola e de Sua Excelência Presidente

Leia mais

Do Diagnóstico às Propostas de Acção

Do Diagnóstico às Propostas de Acção AGENDA 21 LOCAL DE GUIMARÃES 2º Fórum de Sustentabilidade Do Diagnóstico às Propostas de Acção 29 Junho 2005 AGENDA 21 LOCAL DE GUIMARÃES O que é a AGENDA 21 LOCAL? É um Plano ÚTIL para Aumentar a QUALIDADE

Leia mais

QUE FUTURO DESEJAMOS PARA VILA FRANCA DE XIRA?

QUE FUTURO DESEJAMOS PARA VILA FRANCA DE XIRA? QUE FUTURO DESEJAMOS PARA VILA FRANCA DE IRA? Quais os Principais Problemas e Como os Resolver? Elaborado para a Câmara Municipal de Vila Franca de ira Por Centro de Estudos sobre Cidades e Vilas Sustentáveis

Leia mais

Painel Temático 2: A Educação para o Desenvolvimento Sustentável Sala G4 10H45 12H15 Moderadora: Cristina Gomes Ferreira Relatora: Elizabeth Silva

Painel Temático 2: A Educação para o Desenvolvimento Sustentável Sala G4 10H45 12H15 Moderadora: Cristina Gomes Ferreira Relatora: Elizabeth Silva Painel Temático 2: A Educação para o Desenvolvimento Sustentável Sala G4 10H45 12H15 Moderadora: Cristina Gomes Ferreira Relatora: Elizabeth Silva Apresentação dos seguintes projectos: 1) Câmara de Lobos.

Leia mais

A Construção Sustentável e o Futuro

A Construção Sustentável e o Futuro A Construção Sustentável e o Futuro Victor Ferreira ENERGIA 2020, Lisboa 08/02/2010 Visão e Missão O Cluster Habitat? Matérias primas Transformação Materiais e produtos Construção Equipamentos Outros fornecedores

Leia mais

Plano de Acção. Rede Social 2011/2012

Plano de Acção. Rede Social 2011/2012 Plano de Acção - Rede Social Plano de Acção Rede Social Conselho Local da Acção Social de Figueira de Castelo Plano de Acção Rede Social Acções a desenvolver Objectivos Resultados esperados Calendarização

Leia mais

I EMJ 8 de Junho de 2013 Recomendações finais Participantes nos grupos de trabalho que produziram as recomendações:

I EMJ 8 de Junho de 2013 Recomendações finais Participantes nos grupos de trabalho que produziram as recomendações: Nr Área Recomendação Valido Abstenh o-me C/6 E/7 F/7 Voluntariado Aproveitar espaços sem utilização para fazer jardins, espaços para convívio e locais de desporto para a população. Promover a limpeza dos

Leia mais

ASSINATURA DA CARTA DE AALBORG

ASSINATURA DA CARTA DE AALBORG PROPOSTA ASSINATURA DA CARTA DE AALBORG Desde sempre, desde as sociedades primitivas, o Homem usou os recursos naturais para viver. Porém durante muito tempo, a exploração de recursos era diminuta e a

Leia mais

Linhas de Acção. 1. Planeamento Integrado. Acções a desenvolver: a) Plano de Desenvolvimento Social

Linhas de Acção. 1. Planeamento Integrado. Acções a desenvolver: a) Plano de Desenvolvimento Social PLANO DE ACÇÃO 2007 Introdução O CLASA - Conselho Local de Acção Social de Almada, de acordo com a filosofia do Programa da Rede Social, tem vindo a suportar a sua intervenção em dois eixos estruturantes

Leia mais

Introdução. 1 Direcção Geral da Administração Interna, Violência Doméstica 2010 Ocorrências Participadas às

Introdução. 1 Direcção Geral da Administração Interna, Violência Doméstica 2010 Ocorrências Participadas às Câmara Municipal da Departamento de Educação e Desenvolvimento Sociocultural Divisão de Intervenção Social Plano Municipal contra a Violência Rede Integrada de Intervenção para a Violência na Outubro de

Leia mais

Análise SWOT. Área: Território. Rede Social. - Novo Acesso Rodoviário - Qualidade do Ambiente - Recursos Naturais

Análise SWOT. Área: Território. Rede Social. - Novo Acesso Rodoviário - Qualidade do Ambiente - Recursos Naturais Área: Território - Novo Acesso Rodoviário - Qualidade do Ambiente - Recursos Naturais - Dinamização da Exploração dos Recursos Naturais para Actividades Culturais e Turísticas - Localização Geográfica

Leia mais

Projeto Viva a Alameda

Projeto Viva a Alameda Projeto Viva a Alameda Janeiro 2012 I. Enquadramento a. Política de Cidades o instrumento PRU b. Sessões Temáticas II. A PRU de Oliveira do Bairro a. Visão b. Prioridades Estratégicas c. Área de Intervenção

Leia mais

INTERVENÇÕES DE REGENERAÇÃO URBANA EM PORTUGAL

INTERVENÇÕES DE REGENERAÇÃO URBANA EM PORTUGAL INTERVENÇÕES DE REGENERAÇÃO URBANA EM PORTUGAL JESSICA KICK-OFF MEETING FÁTIMA FERREIRA mrferreira@ihru.pt POLÍTICA DE CIDADES NO ÂMBITO DO QREN - PORTUGAL PO Regional Programas integrados de regeneração

Leia mais

A Participação Voluntária No Planeamento, Execução E Controlo Social Do Orçamento. Participativo

A Participação Voluntária No Planeamento, Execução E Controlo Social Do Orçamento. Participativo Cecília Branco Programa Urbal Red 9 Projecto Orçamento Participativo Reunião de Diadema Fevereiro 2007 A Participação Voluntária No Planeamento, Execução E Controlo Social Do Orçamento Participativo Município

Leia mais

CONFERÊNCIA: O futuro dos territórios rurais. - Desenvolvimento Local de Base Comunitária. Painel 1: Coesão e Sustentabilidade Territorial

CONFERÊNCIA: O futuro dos territórios rurais. - Desenvolvimento Local de Base Comunitária. Painel 1: Coesão e Sustentabilidade Territorial Painel 1: Coesão e Sustentabilidade Territorial 5 Augusto Ferreira Departamento Técnico - CONFAGRI MINHA TERRA - Federação Portuguesa de Associações de Desenvolvimento Local 20.Set.2013 Hotel da Estrela

Leia mais

A Carta da Qualidade da Habitação Cooperativa (Carta) é um

A Carta da Qualidade da Habitação Cooperativa (Carta) é um CARTA DA QUALIDADE DA HABITAÇÃO COOPERATIVA Carta da Qualidade da Habitação Cooperativa A Carta da Qualidade da Habitação Cooperativa (Carta) é um instrumento de promoção, afirmação e divulgação, junto

Leia mais

Plano de Comunicação e Educação para a Sustentabilidade

Plano de Comunicação e Educação para a Sustentabilidade Plano de Comunicação e Educação para a Sustentabilidade Versão 2.0 de 4 de Junho de 2007 Promotores: Co-financiamento: Introdução A Agenda 21 do Vale do Minho é um processo de envolvimento dos cidadãos

Leia mais

Comunidade Intermunicipal da Beira Interior Sul

Comunidade Intermunicipal da Beira Interior Sul Comunidade Intermunicipal da Beira Interior Sul 1. Identificação do Recurso Endógeno e do Território Alvo PROVERE Beira Baixa: Terras de Excelência : Conjugar a valorização do território, dos produtos

Leia mais

UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu

UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu Rede Social de Aljezur Plano de Acção (2009) Equipa de Elaboração do Plano de Acção de 2009 / Parceiros do Núcleo Executivo do CLAS/Aljezur Ana Pinela Centro Distrital

Leia mais

O Futuro da Política Europeia de Coesão. Inovação, Coesão e Competitividade

O Futuro da Política Europeia de Coesão. Inovação, Coesão e Competitividade O Futuro da Política Europeia de Coesão Inovação, Coesão e Competitividade 20 de Abril de 2009 António Bob Santos Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico Desafios

Leia mais

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO::

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO:: ::ENQUADRAMENTO:: :: ENQUADRAMENTO :: O actual ambiente de negócios caracteriza-se por rápidas mudanças que envolvem a esfera politica, económica, social e cultural das sociedades. A capacidade de se adaptar

Leia mais

ESPOSENDE PACTO DE AUTARCAS

ESPOSENDE PACTO DE AUTARCAS ESPOSENDE PACTO DE AUTARCAS Novembro de 2010 CÂMARA MUNICIPAL DE ESPOSENDE ESPOSENDE AMBIENTE, EEM OBJECTIVOS DE COMBATE ÀS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS Até ao ano de 2020, Aumentar em 20% a eficiência energética

Leia mais

INTERVENÇÃO DO SENHOR SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO NO SEMINÁRIO DA APAVT: QUAL O VALOR DA SUA AGÊNCIA DE VIAGENS?

INTERVENÇÃO DO SENHOR SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO NO SEMINÁRIO DA APAVT: QUAL O VALOR DA SUA AGÊNCIA DE VIAGENS? INTERVENÇÃO DO SENHOR SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO NO SEMINÁRIO DA APAVT: QUAL O VALOR DA SUA AGÊNCIA DE VIAGENS? HOTEL TIVOLI LISBOA, 18 de Maio de 2005 1 Exmos Senhores ( ) Antes de mais nada gostaria

Leia mais

6º Congresso Nacional da Administração Pública

6º Congresso Nacional da Administração Pública 6º Congresso Nacional da Administração Pública João Proença 30/10/08 Desenvolvimento e Competitividade: O Papel da Administração Pública A competitividade é um factor-chave para a melhoria das condições

Leia mais

A MOBILIDADE EM CIDADES MÉDIAS ABORDAGEM NA PERSPECTIVA DA POLÍTICA DE CIDADES POLIS XXI

A MOBILIDADE EM CIDADES MÉDIAS ABORDAGEM NA PERSPECTIVA DA POLÍTICA DE CIDADES POLIS XXI Mobilidade em Cidades Médias e Áreas Rurais Castelo Branco, 23-24 Abril 2009 A MOBILIDADE EM CIDADES MÉDIAS ABORDAGEM NA PERSPECTIVA DA POLÍTICA DE CIDADES POLIS XXI A POLÍTICA DE CIDADES POLIS XXI Compromisso

Leia mais

AGENDA 21 LOCAL E AUDITORIA URBANA DE GUIMARÃES

AGENDA 21 LOCAL E AUDITORIA URBANA DE GUIMARÃES AGENDA 21 LOCAL E AUDITORIA URBANA DE GUIMARÃES PRINCIPAIS PROBLEMAS EXISTENTES E GRANDES OPÇÕES DE QUALIDADE DE VIDA PARA O FUTURO 3 de Março de 2004 Elaborado para e Por CIVITAS Centro de Estudos sobre

Leia mais

AGENDA 21 LOCAL DE ALENQUER RELATÓRIO DO 4º FÓRUM DE PARTICIPAÇÃO VECTOR: AMBIENTE E RECURSOS NATURAIS / POLUIÇÕES 20 DE SETEMBRO DE 2008

AGENDA 21 LOCAL DE ALENQUER RELATÓRIO DO 4º FÓRUM DE PARTICIPAÇÃO VECTOR: AMBIENTE E RECURSOS NATURAIS / POLUIÇÕES 20 DE SETEMBRO DE 2008 AGENDA 21 LOCAL DE ALENQUER RELATÓRIO DO 4º FÓRUM DE PARTICIPAÇÃO VECTOR: AMBIENTE E RECURSOS NATURAIS / POLUIÇÕES 20 DE SETEMBRO DE 2008 Elaborado para a Câmara Municipal de Alenquer Por CIVITAS/DCEA/FCT/UNL

Leia mais

APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO POLITICA PPS PR Curso Haj Mussi Tema Sustentabilidade

APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO POLITICA PPS PR Curso Haj Mussi Tema Sustentabilidade APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO POLITICA PPS PR Curso Haj Mussi Tema Sustentabilidade Desenvolvido por: Neuza Maria Rodrigues Antunes neuzaantunes1@gmail.com AUMENTO DA POPULAÇÃO URBANA 85% NO BRASIL (Censo

Leia mais

DECLARAÇÃO DE HANÔVER

DECLARAÇÃO DE HANÔVER DECLARAÇÃO DE HANÔVER de Presidentes de Câmara de Municípios Europeus na Viragem do Século XXI (versão traduzida do texto original em Inglês, de 11 de Fevereiro de 2000, pelo Centro de Estudos sobre Cidades

Leia mais

PROJECTO TER TOTAL ENERGY ROCKS

PROJECTO TER TOTAL ENERGY ROCKS PROJECTO TER 15 DE DEZEMBRO DE 2009 Projecto desenvolvido por: Professora Ana Mafalda Henriques Alunos Adriano Félix Ana Filipa Gonçalves Ana Rita Castelão André Gomes Lady Burrell Lauro Espanhol Marta

Leia mais

Polis Litoral Operações Integradas de Requalificação e Valorização da Orla Costeira

Polis Litoral Operações Integradas de Requalificação e Valorização da Orla Costeira Polis Litoral Operações Integradas de Requalificação e Valorização da Orla Costeira OBJECTIVOS DO POLIS LITORAL: (RCM n.º 90/2008, de 3 de Junho) a) Proteger e requalificar a zona costeira, tendo em vista

Leia mais

Atelier Inclusão Social

Atelier Inclusão Social Atelier Inclusão Social Porto, 3 de setembro de 2013 ccdr-n.pt/norte2020 Atelier Inclusão Social: Estrutura de apresentação Sumário 1. Enquadramento Europeu: Próximo ciclo da Politica de Coesão 2. Investimentos

Leia mais

ROJECTO PEDAGÓGICO E DE ANIMAÇÃO

ROJECTO PEDAGÓGICO E DE ANIMAÇÃO O Capítulo 36 da Agenda 21 decorrente da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada em 1992, declara que a educação possui um papel fundamental na promoção do desenvolvimento

Leia mais

Plano Intermunicipal de Mobilidade e Transportes (PIMT) da Região de Aveiro. PIMT Região de Aveiro 1 16

Plano Intermunicipal de Mobilidade e Transportes (PIMT) da Região de Aveiro. PIMT Região de Aveiro 1 16 Plano Intermunicipal de Mobilidade e Transportes (PIMT) da Região de Aveiro 1 16 Breve enquadramento A Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (CIRA) decidiu desenvolver o Plano Intermunicipal de

Leia mais

Nuno Vitorino Faro 22 Junho 2012

Nuno Vitorino Faro 22 Junho 2012 Iniciativa JESSICA Financiamento de Projectos Sustentáveis de Reabilitação Urbana Perspectivas para o Período 2014-2020 de Programação dos Fundos Comunitários Nuno Vitorino Faro 22 Junho 2012 JESSICA (Joint

Leia mais

Vereadora Corália Loureiro. Rede Portuguesa de Cidades Saudáveis

Vereadora Corália Loureiro. Rede Portuguesa de Cidades Saudáveis Poder Local e Cidades d Saudáveis Vereadora Corália Loureiro Rede Portuguesa de Cidades Saudáveis II Simpósio Internacional de Saúde Ambiental e a Construção de Cidades Saudáveis - IGOT - UL 6 Dezembro

Leia mais

OPORTUNIDADES. Cluster energético: oportunidades; horizontes; observatório, BejaGlobal; PASE

OPORTUNIDADES. Cluster energético: oportunidades; horizontes; observatório, BejaGlobal; PASE CLUSTER ENERGÉTICO DE BEJA OPORTUNIDADES SUSTENTABILIDADE ENERGÉTICA E CRESCIMENTO ECONÓMICO A sustentabilidade energética e climática é um desígnio estratégico duplo significado. Por um lado, desenvolvimento

Leia mais

O Plano de Desenvolvimento Social

O Plano de Desenvolvimento Social O Plano de Desenvolvimento Social Introdução O Plano de Desenvolvimento Social (PDS) é um instrumento de definição conjunta e negociada de objectivos prioritários para a promoção do Desenvolvimento Social

Leia mais

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que:

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que: C 297/6 Resolução do Conselho e dos Representantes Governos dos Estados-Membros, reunidos no Conselho, relativa à realização dos objectivos comuns em matéria de participação e informação dos jovens para

Leia mais

INQUÉRITO À POPULAÇÃO DE BRAGANÇA

INQUÉRITO À POPULAÇÃO DE BRAGANÇA FACULDADE DE LETRAS UNIVERSIDADE DE LISBOA Mestrado em Geografia, Esp. em Urbanização e Ordenamento do Território O planeamento urbano e o ordenamento territorial estratégico: O papel das politicas de

Leia mais

plano anual de educação ambiental

plano anual de educação ambiental plano anual de educação ambiental 2009/2010 complexo de educação ambiental da quinta da gruta PROGRAMA FAMÍLIAS Grelha Resumo por Sector Sector Rios/Espaços Verdes Animais Dias comemorativos Férias Datas

Leia mais

1. Promover a melhoria das condições de vida das população das áreas susceptíveis

1. Promover a melhoria das condições de vida das população das áreas susceptíveis CNCCD -PROPOSTA DE PROGRAMA DE ACÇÃO NACIONAL DE COMBATE À DESERTIFICAÇÃO 2011 / 2020 1. Promover a melhoria das condições de vida das população das áreas susceptíveis 1- Promover a melhoria das condições

Leia mais

PROTOCOLO ENTRE O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E O MINISTÉRIO DA SAÚDE

PROTOCOLO ENTRE O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E O MINISTÉRIO DA SAÚDE PROTOCOLO ENTRE O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E O MINISTÉRIO DA SAÚDE A promoção da educação para a saúde em meio escolar é um processo em permanente desenvolvimento para o qual concorrem os sectores da Educação

Leia mais

Plano Municipal de Promoção das Acessibilidades (PMPA)

Plano Municipal de Promoção das Acessibilidades (PMPA) Plano Municipal de Promoção das Acessibilidades (PMPA) Definições O Plano Municipal de Promoção das Acessibilidades irá conter um programa das intenções necessárias para assegurar a acessibilidade física

Leia mais

PRIMEIROS PASSOS DA AAE EM PORTUGAL APLICAÇÃO À ESTRATÉGIA DE INVESTIMENTO DO PARQUE ALQUEVA

PRIMEIROS PASSOS DA AAE EM PORTUGAL APLICAÇÃO À ESTRATÉGIA DE INVESTIMENTO DO PARQUE ALQUEVA PRIMEIROS PASSOS DA AAE EM PORTUGAL APLICAÇÃO À ESTRATÉGIA DE INVESTIMENTO DO PARQUE ALQUEVA Maria do Rosário Partidário, Sofia Antunes, Júlio de Jesus e Marta Garcia LOCALIZAÇÃO Localizado no Concelho

Leia mais

MONTIJO, CIDADE SAUDÁVEL E SUSTENTÁVEL DA CICLOVIA A UMA REDE PEDONAL E CICLÁVEL

MONTIJO, CIDADE SAUDÁVEL E SUSTENTÁVEL DA CICLOVIA A UMA REDE PEDONAL E CICLÁVEL MONTIJO, CIDADE SAUDÁVEL E SUSTENTÁVEL DA CICLOVIA A UMA REDE PEDONAL E CICLÁVEL Identificação do ponto de partida: O Município de Montijo: - Integra a Rede Portuguesa das Cidades Saudáveis, com quatro

Leia mais

Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas

Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas À semelhança do que acontece nas sociedades contemporâneas mais avançadas, a sociedade portuguesa defronta-se hoje com novos e mais intensos

Leia mais

REGULAMENTO PRÉMIO PRESTÍGIO DE SUSTENTABILIDADE

REGULAMENTO PRÉMIO PRESTÍGIO DE SUSTENTABILIDADE REGULAMENTO PRÉMIO PRESTÍGIO DE SUSTENTABILIDADE Os Amigos do Cáster em parceria com a Câmara Municipal de Ovar criam o PRÉMIO PRESTÍGIO DE SUSTENTABILIDADE, inserido no âmbito do Programa Integrado de

Leia mais

Centro Histórico de Santarém: Como integrar a herança cultural nos desafios do futuro?

Centro Histórico de Santarém: Como integrar a herança cultural nos desafios do futuro? Centro Histórico de Santarém: Como integrar a herança cultural nos desafios do futuro? Vive-se um tempo de descrédito, generalizado, relativamente às soluções urbanísticas encontradas para o crescimento

Leia mais

AGENDA 21 LOCAL BATALHA

AGENDA 21 LOCAL BATALHA ** AGENDA 21 LOCAL BATALHA CRIADO POR: *Grupo Coordenador do Projecto Data: Abril a Junho de 2006 AGENDA 21 LOCAL- BATALHA CONCEITOS FUNDAMENTAIS INSTRUMENTO ÚTIL A Agenda 21 Local (A21L) é um instrumento

Leia mais

Discurso de Sua Excelência o Presidente da República

Discurso de Sua Excelência o Presidente da República Continuarei a percorrer o País, de Norte a Sul, a apelar à união de esforços, a levar uma palavra de esperança e a mostrar bons exemplos de resposta à crise. Discurso de Sua Excelência o Presidente da

Leia mais

Portugal 2020. Inovação da Agricultura, Agroindústria. Pedro Cilínio pedro.cilinio@iapmei.pt

Portugal 2020. Inovação da Agricultura, Agroindústria. Pedro Cilínio pedro.cilinio@iapmei.pt Portugal 2020 Inovação da Agricultura, Agroindústria e Floresta Pedro Cilínio pedro.cilinio@iapmei.pt FEDER 2020 - Prioridades Concentração de investimentos do FEDER Eficiência energética e energias renováveis

Leia mais

Resultados dos Fóruns de Participação

Resultados dos Fóruns de Participação Resultados dos Fóruns de Participação Estatística Participantes: N.º Fóruns: 11 N.º total de participantes: 30 Média de participantes: 28 Em relação ao número de participantes, destacam-se as freguesias

Leia mais

FREGUESIA DE ARRUDA DOS VINHOS

FREGUESIA DE ARRUDA DOS VINHOS FREGUESIA DE ARRUDA DOS VINHOS lano de Activida e es Orçamento PPI 2012 À INTRODUCÃO Para cumprimento do disposto na alínea a) do n 2 do artigo 34 da lei n 169/99 de 18 de Setembro, na redacção que lhe

Leia mais

POLÍTICA E ESTRATÉGIA DE HABITAÇÃO PARA MOÇAMBIQUE

POLÍTICA E ESTRATÉGIA DE HABITAÇÃO PARA MOÇAMBIQUE POLÍTICA E ESTRATÉGIA DE HABITAÇÃO PARA MOÇAMBIQUE Apresentado por :Zefanias Chitsungo (Director Nacional de Habitação e Urbanismo) INTRODUÇÃO Moçambique tem mais de 20 milhões de habitantes; sendo que

Leia mais

2. Enquadramento metodológico

2. Enquadramento metodológico 1. A Agenda 21 LOCAL 1. Em 1992, no Rio de Janeiro, a Conferência das Nações Unidas sobre Ambiente e Desenvolvimento (CNUAD) aprovou um Plano de Acção para o Século 21, intitulado Agenda 21. Realizada

Leia mais

4. Visão e objectivos estratégicos

4. Visão e objectivos estratégicos A visão que se propõe para o futuro do Município da Sertã consubstancia-se em VENCER O FUTURO, CONSTRUINDO UM DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL. Esta visão, sustentada na contextualização sócio-económica e ambiental

Leia mais

O contributo do Cluster Habitat Sustentável

O contributo do Cluster Habitat Sustentável O contributo do Cluster Habitat Sustentável Victor Ferreira Plataforma para a Construção Sustentável Seminário Construção Sustentável CONCRETA 2011 20/10/2011 Visão e Missão O Cluster Habitat? agregador

Leia mais

Documento em construção. Declaração de Aichi-Nagoya

Documento em construção. Declaração de Aichi-Nagoya Documento em construção Declaração de Aichi-Nagoya Declaração da Educação para o Desenvolvimento Sustentável Nós, os participantes da Conferência Mundial da UNESCO para a Educação para o Desenvolvimento

Leia mais

Agrupamento de Escolas Sto. Onofre Escola Básica de Sto. Onofre - Caldas da Rainha Complemento ao plano de formação vocacional e pré profissional

Agrupamento de Escolas Sto. Onofre Escola Básica de Sto. Onofre - Caldas da Rainha Complemento ao plano de formação vocacional e pré profissional Agrupamento de Escolas Sto. Onofre Escola Básica de Sto. Onofre - Caldas da Rainha Complemento ao plano de formação vocacional e pré profissional PROJECTO (III) Ano Lectivo 2008/2009 (compostagem, horta,

Leia mais

Tema II: Elaboração e Acompanhamento do Plano de Acção

Tema II: Elaboração e Acompanhamento do Plano de Acção GRUPO 2 Áreas Protegidas em processo de adesão à CETS Parques en proceso de adhesion a la CETS Tema II: Elaboração e Acompanhamento do Plano de Acção ELABORAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PLANO DE ACÇÃO Exemplo

Leia mais

O Sistema Integrado de Gestão de Qualidade e Ambiente da Câmara Municipal de Esposende

O Sistema Integrado de Gestão de Qualidade e Ambiente da Câmara Municipal de Esposende SEMINÁRIO: QUALIDADE E EXCELÊNCIA NA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO ÃO Porto, 3 e 4 de Novembro de 2005 O Sistema Integrado de Gestão de Qualidade e Ambiente da Câmara Municipal de Esposende Carla Dias carla.dias@cm-esposende.pt

Leia mais

RESUMO DAS OBRAS VISITADAS:

RESUMO DAS OBRAS VISITADAS: RESUMO DAS OBRAS VISITADAS: Bairro da Laje, freguesia de Porto Salvo: - Parque Urbano Fase IV Os Arranjos Exteriores do Parque Urbano Fase IV do bairro da Laje, inserem-se num vasto plano de reconversão

Leia mais

Visitas às Eco-Escolas. Auditorias de Qualidade do Programa. - Guião de preenchimento do inquérito -

Visitas às Eco-Escolas. Auditorias de Qualidade do Programa. - Guião de preenchimento do inquérito - Visitas às Eco-Escolas Auditorias de Qualidade do Programa - Guião de preenchimento do inquérito - NOTAS PRÉVIAS O presente documento serve de guião à aplicação da ficha de visita às Eco-Escolas fornecendo

Leia mais

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Na parte final da fase 1 do projecto Processo de Avaliação em Contextos Inclusivos foi discutido o conceito processo de avaliação inclusiva e prepararam-se

Leia mais

PRINCÍPIOS DO RIO. Princípio 1

PRINCÍPIOS DO RIO. Princípio 1 PRINCÍPIOS DO RIO António Gonçalves Henriques Princípio 1 Os seres humanos são o centro das preocupações para o desenvolvimento sustentável. Eles têm direito a uma vida saudável e produtiva em harmonia

Leia mais

Projecto Integrado da Baixa da Banheira

Projecto Integrado da Baixa da Banheira Projecto Integrado da Baixa da Banheira 1. INTRODUÇÃO O Projecto Integrado da Baixa da Banheira nasce de uma parceria entre a Câmara Municipal da Moita e o ICE tendo em vista induzir as Associações da

Leia mais

POLÍTICAS SOCIAIS APOIO À NATALIDADE, À TERCEIRA IDADE, IGUALDADE E INCLUSÃO SOCIAL

POLÍTICAS SOCIAIS APOIO À NATALIDADE, À TERCEIRA IDADE, IGUALDADE E INCLUSÃO SOCIAL 1 POLÍTICAS SOCIAIS APOIO À NATALIDADE, À TERCEIRA IDADE, IGUALDADE E INCLUSÃO SOCIAL Senhora Presidente da Assembleia Senhoras e Senhores Deputados Senhor Presidente do Governo Senhora e Senhores Membros

Leia mais

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO ÍNDICE 11. PRESSUPOSTO BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO 25 NO ALENTEJO pág. 11.1. Um sistema regional de inovação orientado para a competitividade

Leia mais

2011/2012. CÂMARA MUNICIPAL ALENQUER-Divisão de Ambiente

2011/2012. CÂMARA MUNICIPAL ALENQUER-Divisão de Ambiente PLANO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL 2011/2012 CÂMARA MUNICIPAL ALENQUER-Divisão de Ambiente 2011/2012 Índice: Introdução Ações de Sensibilização: Ateliers: Datas Comemorativas: Visitas de Estudo: Concursos: Projetos:

Leia mais

Índice. 1. Nota Introdutória... 1. 2. Actividades a desenvolver...2. 3. Notas Finais...5

Índice. 1. Nota Introdutória... 1. 2. Actividades a desenvolver...2. 3. Notas Finais...5 Índice Pág. 1. Nota Introdutória... 1 2. Actividades a desenvolver...2 3. Notas Finais...5 1 1. Nota Introdutória O presente documento consiste no Plano de Acção para o ano de 2011 da Rede Social do concelho

Leia mais

Iniciativa PE2020. A Engenharia como fator de competitividade Projetos colaborativos. António Manzoni/Vilar Filipe

Iniciativa PE2020. A Engenharia como fator de competitividade Projetos colaborativos. António Manzoni/Vilar Filipe Iniciativa PE2020 A Engenharia como fator de competitividade Projetos colaborativos António Manzoni/Vilar Filipe Novembro 2013 Projeto Engenharia 2020 Preocupações macroeconómicas Papel da engenharia na

Leia mais

II Edição do Concurso Uma Boa Ideia para a Sustentabilidade. Tema: Uso Sustentável da Água. Regulamento do Concurso de Ideias

II Edição do Concurso Uma Boa Ideia para a Sustentabilidade. Tema: Uso Sustentável da Água. Regulamento do Concurso de Ideias II Edição do Concurso Uma Boa Ideia para a Sustentabilidade Tema: Uso Sustentável da Água Regulamento do Concurso de Ideias (Aberto a todos os cidadãos) 1. O que é? O concurso Uma Boa Ideia para a Sustentabilidade

Leia mais

O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da reunião da Comissão de Acompanhamento de 13/11/07, sendo composto por duas partes:

O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da reunião da Comissão de Acompanhamento de 13/11/07, sendo composto por duas partes: EIXO I COMPETITIVIDADE, INOVAÇÃO E CONHECIMENTO INSTRUMENTO: SISTEMA DE INCENTIVOS À QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO DE PME (SI QUALIFICAÇÃO PME) O presente documento suporta a apreciação do ponto 3

Leia mais

A MOBILIDADE URBANA E A SUSTENTABILIDADE DAS CIDADES. Opções da União Europeia e posição de Portugal

A MOBILIDADE URBANA E A SUSTENTABILIDADE DAS CIDADES. Opções da União Europeia e posição de Portugal A MOBILIDADE URBANA E A SUSTENTABILIDADE DAS CIDADES Opções da União Europeia e posição de Portugal 1 I Parte - O Plano de Acção da EU Plano de Acção para a Mobilidade Urbana Publicado pela Comissão Europeia

Leia mais

Agenda 21 Local de Figueiró dos Vinhos 3ª Sessão do Fórum Participativo

Agenda 21 Local de Figueiró dos Vinhos 3ª Sessão do Fórum Participativo Agenda 21 Local de Figueiró dos Vinhos 3ª Sessão do Fórum Participativo 22 de Fevereiro de 2010 Índice Índice PARTE I SÍNTESE DO 2º FÓRUM PARTICIPATIVO (10 minutos) PARTE II SÍNTESE DA ESTRATÉGIA DA SUSTENTABILIDADE

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO E ORÇAMENTO PARA 2008

PLANO DE ACÇÃO E ORÇAMENTO PARA 2008 PLANO DE ACÇÃO E ORÇAMENTO PARA 2008 O ano de 2008 é marcado, em termos internacionais, pela comemoração dos vinte anos do Movimento Internacional de Cidades Saudáveis. Esta efeméride terá lugar em Zagreb,

Leia mais

INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO A partir de meados do século xx a actividade de planeamento passou a estar intimamente relacionada com o modelo racional. Uma das propostas que distinguia este do anterior paradigma era a integração

Leia mais

Pré-Projeto de Educação Ambiental

Pré-Projeto de Educação Ambiental Pré-Projeto de Educação Ambiental Vamos Descobrir e Valorizar o Alvão Ano 2014/15 Centro de Informação e Interpretação Lugar do Barrio 4880-164 Mondim de Basto Telefone: 255 381 2009 ou 255 389 250 1 Descobrir

Leia mais

V Fórum Rede Portuguesa de Cidades Saudáveis. As Desigualdades em Saúde e o Planeamento Saudável. Montijo 14 de Novembro de 2014

V Fórum Rede Portuguesa de Cidades Saudáveis. As Desigualdades em Saúde e o Planeamento Saudável. Montijo 14 de Novembro de 2014 V Fórum Rede Portuguesa de Cidades Saudáveis As Desigualdades em Saúde e o Planeamento Saudável Montijo 14 de Novembro de 2014 1. Saudação Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal do Montijo Exmo. Sr.

Leia mais

P L A N O D E A C T I V I D A D E S

P L A N O D E A C T I V I D A D E S Agência Regional de Energia e Ambiente do Norte Alentejano e Tejo P L A N O D E A C T I V I D A D E S = 2008 = Janeiro de 2008 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. ACTIVIDADES A DESENVOLVER NO ANO DE 2008... 5

Leia mais

PLANO DESENVOLVIMENTO SOCIAL MAFRA 2013-2015

PLANO DESENVOLVIMENTO SOCIAL MAFRA 2013-2015 PLANO DESENVOLVIMENTO SOCIAL MAFRA 2013-2015 APROVADO EM SESSÃO PLENÁRIA DO CLAS 21 DE MAIO DE 2013 1 NOTA INTRODUTÓRIA O Diagnóstico Social constituiu a base de trabalho da ação dos Parceiros Locais.

Leia mais

AGRUPAMENTO DE CENTROS DE SAÚDE

AGRUPAMENTO DE CENTROS DE SAÚDE AGRUPAMENTO DE CENTROS DE SAÚDE UNIDADE DE SAÚDE PUBLICA Ao nível de cada Agrupamento de Centros de Saúde (ACES), as Unidades de Saúde Pública (USP) vão funcionar como observatório de saúde da população

Leia mais

ABORDAGEM METODOLÓGICA E OBJECTIVOS - REGULAMENTO URBANÍSTICO DE ALMADA

ABORDAGEM METODOLÓGICA E OBJECTIVOS - REGULAMENTO URBANÍSTICO DE ALMADA ABORDAGEM METODOLÓGICA E OBJECTIVOS - REGULAMENTO URBANÍSTICO DE ALMADA ABORDAGEM METODOLÓGICA E OBJECTIVOS - REGULAMENTO URBANÍSTICO DE ALMADA INTRODUÇÃO ENQUADRAMENTO PONTO DE SITUAÇÃO DO PROCESSO OBJECTIVOS

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 757/X ESTABELECE MEDIDAS DE INCENTIVO À PARTILHA DE VIATURAS

PROJECTO DE LEI N.º 757/X ESTABELECE MEDIDAS DE INCENTIVO À PARTILHA DE VIATURAS Grupo Parlamentar PROJECTO DE LEI N.º 757/X ESTABELECE MEDIDAS DE INCENTIVO À PARTILHA DE VIATURAS Exposição de motivos Existiam 216 milhões de passageiros de carros na UE a 25 em 2004, tendo o número

Leia mais

REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017

REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017 REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017 Adão Augusto, Consultor 12-02-2015 1. Contextualização. Os projectos sociais fazem parte de um sistema complexo de relações que envolvem

Leia mais