AGRAVO DE INSTRUMENTO INVERSÃO ÔNUS DA PROVA REGRA DE JULGAMENTO A C Ó R D Ã O

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1 AGRAVO DE INSTRUMENTO INVERSÃO ÔNUS DA PROVA REGRA DE JULGAMENTO - A inversão do ônus da prova é regra de julgamento ou para julgamento, quando na sentença, momento próprio, onde, de frente ao contexto probatório, após encerrada a instrução, a critério do julgador, segundo as regras ordinárias da experiência, se afere a hiposuficiência do consumidor. - Não é função do juiz mas da lei e somente ela é que exercerá a função de instruir as partes dos respectivos direitos, deveres e obrigações. A C Ó R D Ã O Vistos, relatados e discutidos estes autos de AGRAVO DE INSTRUMENTO N da Comarca de BELO HORIZONTE, sendo Agravante (s): BV FINANCEIRA S.A. CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO e Agravado (a) (os) (as): TAÍSE MARIA GUIMARÃES FERRAZ BARRETO, ACORDA, em Turma, a Oitava Câmara Cível do Tribunal de Alçada do Estado de Minas Gerais DAR PROVIMENTO AO RECURSO. Presidiu o julgamento o Juiz MAURO SOARES DE FREITAS e dele participaram os Juízes BATISTA DE ABREU (Relator), JOSÉ AMANCIO (1º Vogal) e SEBASTIÃO PEREIRA DE SOUZA (2º Vogal).

2 O voto proferido pelo Juiz Relator foi acompanhado na íntegra pelos demais componentes da Turma Julgadora. -2- Belo Horizonte, 6 de fevereiro de JUIZ BATISTA DE ABREU Relator

3 -3- V O T O JUIZ BATISTA DE ABREU: Da decisão proferida nos autos de uma ação ordinária ajuizada por Taíse Maria Guimarães Ferraz Barreto em face de BV Financeira S.A. Crédito Financiamento e Investimento, que impôs a inversão do ônus da prova, nos termos do artigo 6º da Lei nº 8.078/90, onde (f. 11): Destarte, impõe-se a inversão do ônus da prova, nos termos do art. 6º, VIII da Lei 8.078/90, face à hipossuficiência da autora, devendo o réu suportar o ônus em demonstrar que os juros praticados por ele não são abusivos agrava de Instrumento a parte ré BV FINANCEIRA S.A. CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO sustentando que se impõe a revogação da decisão, porque não pode ser punido com o munus de pagamento de despesas para prova que jamais pretendeu. Entende que as provas requeridas pela proponente da demanda correm a seu cargo e não à outra parte. Assim, caso admitida a aplicação do Codecon, caberia a ele tão-somente a apresentação de documentos necessários para facilitação da defesa em juízo, mas nunca o ônus de despesas com perícia. Ademais, alega que a prova pericial não é necessária para o deslinde do feito. Posiciono-me entre os que entendem que a inversão do ônus da prova é regra de julgamento ou para julgamento, quando na sentença, momento próprio, onde, de frente ao contexto probatório, após encerrada a instrução, a critério do julgador, segundo as regras ordinárias da experiência, se afere a hiposuficiencia do consumidor. O art. 6º VIII do Código de Defesa do Consumidor estabelece que a inversão do ônus da prova em favor do

4 consumidor fica a critério do juiz, segundo as regras ordinárias da experiência, quando for verossímil a alegação ou quando houver hipossuficiência. Vejo que a norma não é cogente. A inversão fica a critério do juiz, ou seja, não consta do texto legal que o juiz determinará a inversão do ônus da prova. Assim é que, cabe ao Juiz diante da hipossuficiência, da verossimilhança da alegação e segundo as regras ordinárias da experiência, a critério seu, inverter o ônus da prova. Kazuo Watanabe in Código Brasileiro de Defesa do Consumidor, 4ª edição Forense Universitária, 1995, p. 498 entende que o momento da aplicação da inversão do ônus da prova é o do julgamento da causa, porque é regra de juízo, no sentido de orientá-lo na existência de um no liquet. O mesmo entendimento é o de Cecília Matos, em dissertação de mestrado apresentada à Faculdade de Direito da USP, :... no instante de sentenciar, apreciará o julgador a necessidade de utilizar-se das regras do ônus da prova, invertidas ou não. Ernani Fidelis dos Santos (In Jurisprudência Mineira, v. 154, p. 154), sobre a irrespondível tese de regra de julgamento entende que quem vem ao processo vem para provar e não utilizar-se da deficiência probatória da outra parte, concluindo que somente a lei é que exercerá a função de instruir as partes dos respectivos direitos, deveres e obrigações. E não há que se falar que o momento certo é quando do saneamento do processo a fim de evitar surpresa para as partes. Ora, nos processos em geral, no que se refere ao ônus probatório, estabelece o art. 333 do CPC que o ônus da prova incumbe ao autor quanto aos fatos constitutivos do seu direito; ao réu quanto aos fatos impeditivos, modificativos ou extintivos do direito do autor. E em momento algum desses processos o juiz tem o dever de alertar as partes de quem são os ônus da prova. As partes, via advogados, é que tem de conhecer o direito. Mas não é só. Quando dispõe o inciso VIIII do art. 6º do C.D.C.... quando a critério do juiz, for verossímil a alegação ou quando for ele hipossuficiente, segundo as regras ordinárias da experiência

5 significa que o exato momento em que o juiz aplicará, se for o caso, as regras ordinárias da experiência é, evidentemente o da sentença, quando do julgamento final do processo. Assim, data venia, não cabe ao juiz, na fase de instrução do processo, determinar a inversão do ônus da prova, como antecipação cominatória em autêntico pré-julgamento. As partes devem ter liberdade de produzir provas ou não, correndo o risco de não fazê-las. Do exposto, dou provimento ao recurso cassando a parte dispositiva da decisão recorrida no que se refere à inversão do ônus da prova. Custas, pela agravada. -5- JUIZ BATISTA DE ABREU

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