No Brasil, principalmente até a década de 1970 investiu-se em hospitais onde, os olhos do poder público, enfatizavam somente o curativo.

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1 7 DIMENSÃO SAÚDE DESENVOLVIMENTO SOCIAL 7.1 Câmara Técnica de Saúde do Codep Desde os primórdios da história da civilização, a saúde era tratada somente como cura de doença. Com o passar dos tempos foi-se percebendo que o manter a saúde, isto é, evitar que se fique doente tem um resultado mais efetivo e menos oneroso. No Brasil, principalmente até a década de 1970 investiu-se em hospitais onde, os olhos do poder público, enfatizavam somente o curativo. O marco para a saúde no Brasil foi em 1988, com a promulgação da nova Constituição Federal, que não se limitou somente na doença, mas no indivíduo holisticamente, tendo como princípio doutrinário a equidade, universalidade e a integralidade. Com a Lei 8080/1990 houve a regulamentação do Capítulo da Constituição referente à saúde, onde se traçou diretrizes para novas políticas de saúde. E a Lei 8142/1990 estabeleceu-se a participação popular, também conhecida como controle social na elaboração e acompanhamento das políticas e ações em saúde. Uma das principais idéias de todo esse processo era a descentralização da atenção à saúde, sendo o primeiro passo para a municipalização do atendimento. Em 1992 o então Ministro da Saúde Adib Jatene, formalizou o repasse de recursos para os Municípios, denominado Fator de Estímulo à Municipalização, tendo Paranavaí recebido a primeira parcela do recurso em novembro de 1992, até então contávamos com somente um Posto de Saúde gerido pelo Estado. A partir de então se iniciou a estruturação física, com a construção de Unidades Básicas de Saúde, distribuídas estrategicamente no município, com oferta de serviços de saúde básicos, como: vacinas, curativos, injeções, aferição de sinais vitais, pesagem, consulta de enfermagem e médica. Houve também, como processo evolutivo da nova política, a criação do 167

2 Departamento de Saúde, após Secretaria de Saúde e Bem Estar Social, até finalmente, Secretaria Municipal da Saúde. Em 1994 foi criada a Lei do Fundo Municipal da Saúde de Paranavaí, onde o município passou a reservar recursos livres e dotação específica. Desde a Constituição Federal até hoje houve uma evolução em relação aos instrumentos para atendimento em saúde, com a criação de Portarias Ministeriais e Estaduais regulamentando políticas de assistência específicas, como: Saúde do Idoso, da Mulher, da Criança, da Gestante, do Homem, entre outros, além da Estratégia Saúde da Família, que atualmente abrange aproximadamente 65% da população com 16 equipes; além dos Sistemas de Informação para acompanhamento das ações como: SIM, SINAN, SINASC, SISPRENATAL, HIPERDIA e outros. Já com a assinatura das Portarias Ministeriais 399 e 699 de 2004, ficou estabelecido, a desvinculação do Fundo Municipal de Saúde da Prefeitura, com a criação de CNPJ próprio para controle em Blocos de Assistência, além do Pacto pela Saúde como forma de instrumento de gestão, em substituição à Norma Operacional Básica (NOB) e Norma Operacional da Assistência à Saúde (NOAS). Nas tabelas a seguir, poderá ser visualizada a atual rede de assistência do município. TABELA 12. Quantitativo de Estabelecimentos Ambulatoriais de Saúde No Município de Paranavaí por Tipo de Gestão. Estabelecimento Quantidade Gestão Unidade Básica de Saúde 15 Municipal Unidade da Estratégia Saúde da Família 01 Municipal Casa da Vacina 01 Municipal Centro de Atenção Psicossocial (II ad e 03 Municipal 168

3 infantil) Unidade de Vigilância em Saúde 01 Municipal Secretaria da Saúde 01 Municipal Farmácia Básica 01 Municipal Centro de Especialidade Odontológica 01 Municipal Pronto Atendimento 01 Municipal Sistema Integrado de Atendimento em Saúde 01 Municipal Centro Regional de Especialidade 01 Consórcio Clínica Radiológica 01 Credenciada Laboratório 04 Credenciada Clínica do Rim 01 Credenciada Hemonúcleo 01 Estado/CIS Regional de Saúde 01 Estado Clinica de Fisioterapia 01 Credenciada FONTE: Secretaria Municipal da Saúde de Paranavaí Além das Unidades acima citadas, no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde, constam mais 110 estabelecimentos de saúde cadastrados. Está previsto ainda para 2012 a abertura de um Centro de Apoio Transitório para dependentes químicos, obras de reforma e ampliação para as Unidades Básicas de Saúde do Jardim São Jorge, Morumbi, Maringá, Zona Leste e Ipê e conclusão de duas novas, sendo Jardim Morumbi e Vila Operária, que atualmente necessitam de maior espaço físico. Será também iniciada a obra da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), que substituirá o atual Pronto Atendimento Municipal. 169

4 TABELA 13. Quantitativo de Estabelecimentos Hospitalares de Saúde no Município de Paranavaí por Tipo de Gestão e Número de Leitos. Estabelecimento Gestão Leitos Hospital e Maternidade Santa Casa de Paranavaí Filantrópico 154 Hospital Regional do Noroeste do Paraná Estadual 70 Clinica de Olhos de Paranavaí Credenciado 05 Hospital UNIMED Particular 20 FONTE: Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) O Hospital Regional do Noroeste do Paraná, apesar de contar como gestão estadual, é administrado pelo Hospital e Maternidade Santa Casa de Paranavaí, desde o inicio de seu funcionamento. Importante constar que os estabelecimentos hospitalares acima citados servem de referência a 28 municípios da Associação dos Municípios do Noroeste do Paraná AMUNPAR, sendo de habitantes (IBGE Censo 2010), A seguir poderemos visualizar séries históricas de dados epidemiológicos do município. GRÁFICO 11. Série histórica de nascidos vivos residentes em Paranavaí Dados preliminares FONTE: Diretoria de Vigilância em Saúde Setor de Epidemiologia (SINASC) Podemos verificar no gráfico 2, que vem ocorrendo um decréscimo no número de nascidos vivos em mães menores de 19 anos no município, confirmando que as políticas de planejamento familiar e prevenção em DST/HIV/AIDS, com a divulgação e 170

5 distribuição gratuita de métodos contraceptivos, principalmente preservativos, vêm contribuindo para queda. Gráfico 12. Série histórica em valores absolutos e percentuais, em relação ao total de nascidos vivos de mães menores de 19 anos residentes em Paranavaí. 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% ,46% ,38% ,84% ,32% ,27% 17,53% 17,86% ,02% ,18% ,82% ,04% 10% 0% Dados preliminares FONTE: Diretoria de Vigilância em Saúde Setor de Epidemiologia (SINASC) GRÁFICO 13. Série histórica de casos confirmados de Dengue em Paranavaí Dados preliminares FONTE: Diretoria de Vigilância em Saúde Setor de Epidemiologia (SINAN) 171

6 GRÁFICO 14. Série histórica de notificação de casos de AIDS em residentes em Paranavaí Dados preliminares FONTE: Diretoria de Vigilância em Saúde Setor de Epidemiologia (DATASUS de 1989 à 2000; SINAN WINDOWS de 2001 à 2006 e SINAN NET de 2007 à 2011) Importante salientar que no gráfico 4 não constam indivíduos soropositivos, mas somente os que estão desenvolvendo a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS) já que, no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) somente são inseridos os casos de AIDS e não os casos de HIV positivos. Os paciente diagnosticados como portadores do vírus podem, com cuidados e acompanhamento o demorar até décadas para desenvolver a doença. GRÁFICO 15. Série Histórica de Notificação de Casos de Tuberculose em Residentes em Paranavaí Dados preliminares - FONTE: Diretoria de Vigilância em Saúde Setor de Epidemiologia (SINAN WINDOWS de 2003 à 2006 e SINAN NET de 2007 à 2011) 172

7 GRÁFICO 16. Série Histórica de Notificação de Casos de Hanseníase (Multibacilar e Paucibacilar) em Residentes em Paranavaí Dados preliminares FONTE: Diretoria de Vigilância em Saúde Setor de Epidemiologia (SINAN WINDOWS de 2003 à 2006 e SINAN NET de 2007 à 2011) Em 2003, o município assumiu o atendimento aos portadores de tuberculose e hanseníase, até então esses pacientes eram acompanhados e tratados pelo Consórcio Intermunicipal de Saúde. GRÁFICO 17. Série Histórica de Óbitos em Menores de 1 Ano e Taxa de Mortalidade por Nascidos Vivos em Residentes em Paranavaí ,24 19,3 8 13,2 13,85 13,4 15,63 16,32 13,78 7,85 9,45 6, Óbitos em menores de 1 ano Coeficiente de mortalidade infantil por nascidos vivos Dados preliminares FONTE: Diretoria de Vigilância em Saúde Setor de Epidemiologia (SIM e SINASC) 173

8 Tabela 14. Série histórica de óbitos por tipo de causa em residentes em Paranavaí Causas (CID 10) I. Algumas doenças infecciosas e parasitárias II. Neoplasia (tumores) III. Doenças sangue e dos órgãos hematopoiéticos e transtornos imunitários IV. Doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas V. Transtornos mentais e comportamentais VI. Doenças do sistema nervoso VII. Doenças do olho e anexos VIII. Doenças do ouvido e da apófise mastóide IX. Doenças do aparelho circulatório X. Doenças do aparelho respiratório XI. Doenças do aparelho digestivo XII. Doenças da pele e do tecido subcutâneo XIII. Doenças do sistema osteomuscular e tecido conjuntivo

9 XIV. Doenças do aparelho geniturinário XV. Gravidez, parto e puerpério XVI. Algumas afecções originadas no período perinatal XVII. Malformação congênita, deformidades e anomalias cromossômicas XVIII. Sintomas, sinais e achados anormais de exames clínicos e de laboratórios, não classificados em outra parte XIX. Lesões, envenenamentos e algumas outras conseqüências de causas externas XX. Causas externas de morbidade e mortalidade XXI. Fatores que influenciam o estado de saúde e o contato com os serviços de saúde Total Dados preliminares FONTE: Diretoria de Vigilância em Saúde Setor de Epidemiologia (SIM) 175

10 Em análise da tabela 3 verificamos o aumento nos óbitos por Neoplasias, Transtornos mentais e comportamentais, Doenças do Sistema Nervoso e Causas Externas. Quanto aos tumores (Neoplasias) é uma situação mundial, onde se acredita que mudanças nos hábitos de vida e consumo de alimentos industrializados vem contribuindo para o aumento. Não podemos descartar também que com desenvolvimento da tecnologia em saúde este fato pode estar relacionado a diagnósticos mais precisos. Nos transtornos mentais e comportamentais a causa de óbito foi por transtornos devido ao uso abusivo de álcool. Com relação do sistema nervoso temos um alto número de óbito por Alzheimer e Parkinson, agravos comuns em idosos. Já os óbitos relacionados às causas externas são os homicídios e acidentes automobilísticos, que acometem principalmente homens, em faixas etárias economicamente ativas e adolescentes, este é um dos fatores que levou o Ministério da Saúde a desenvolver ações específicas em Saúde do Homem com o lançamento do Programa. Ainda com relação ao Programa Saúde do Homem, percebeu-se em análises mais detalhadas que em comparação às mulheres, os óbitos, em doenças evitáveis e que necessitam de controle ocorrem precocemente. Entendemos que um programa específico a esta população vem em encontro com a necessidade de desenvolvermos políticas de saúde que atraiam os homens a procurar os serviços precocemente. Os óbitos por doenças do sistema circulatório vêm diminuindo, acreditamos que o fato vem ocorrendo graças às ações de prevenção e controle dos agravos. Mas o maior impacto, está no declínio dos óbitos por sintomas, sinais e achados anormais de exames clínicos e laboratoriais, não classificados em outra parte, os chamados óbitos por causas não definidas, principalmente a partir de 2007, quando o Ministério da Saúde, em conjunto a Secretaria de Estado da Saúde se mobilizaram para verificar os altos índices e tomaram a providencia de treinar os profissionais responsáveis para analisarem estes óbitos e investigarem as 176

11 verdadeiras causas, tendo como parâmetro índices inferiores a 10% do total de óbitos do município por este tipo de causa. O setor de epidemiologia investiga, além dos óbitos por causas mal definidas, óbitos infantis, natimortos, mulheres em idade fértil (de 10 à 49 anos) e maternos, incluindo casos de óbitos peculiares, onde percebe-se agravos, por vezes não condizentes com a idade, entre outros. 7.2 Desenvolvimento Social População Usuária dos Serviços Atendimentos exclusivos à criança e adolescente Atendimentos não exclusivos à criança e adolescente Atendimentos ao Idoso Entidades que compõem a Rede Socioassistencial Não Governamentais Governamentais 5 6 Conselhos Municipais relacionados à Política de Assistência Social

12 Vilas Rurais 6 6 Associação de Moradores Número de Pessoas que vivem abaixo da linha da pobreza * % da população total de Paranavaí Fonte: Portal ODM CENSO 2010 *Considerado abaixo da linha da pobreza os que possuem rendimento per capita menor que 1/2 salário mínimo Equipamentos Sociais Quantidade Governamentais CRAS 5 CREAS contempla duas unidades de atendimento 1 CASA LAR DO IDOSO -Atendimentos ao Idoso 1 TOTAL de trabalhadores da Secretaria Municipal de Assistência Social, considerando inclusive os trabalhadores que estão lotados nas unidades públicas que ofertam serviços socioassistenciais TOTAL DIRETORES COORDENADORES GESTORA Assistentes Sociais Psicólogos 9 2 Pedagodos 4 1 Educadores Sociais 5 178

13 Administradores 1 Outros 5 1 Profissionais de Nível Médio e Superior Agente de 10 Conservação Estagiários 7 Motorista 1 Agente 5 Administrativo O Sistema Único de Assistência Social (SUAS), para a estruturação e organização da rede de atendimento, define dois tipos de atendimento: o de Proteção Social Básica e o de Proteção Social Especial. Os Serviços de Proteção Social Básica são executados nos Centros de Referência da Assistência Social (CRAS), articulando os serviços disponíveis em cada localidade, potencializando a rede de proteção social básica. Inclui a oferta de: Serviços de fortalecimento dos vínculos familiares; Serviços e processos de fortalecimento da convivência comunitária e de desenvolvimento do sentido de pertencimento às redes microterritoriais; Serviços de referência para escuta, informação, apoio psicossocial, defesa e de encaminhamentos monitorados; Inclusão nos serviços das demais políticas públicas; Desenvolvimento de competências e oportunidades de inclusão no mundo do trabalho e renda. Programas: Programa Projovem Adolescente Programa Leite das Crianças, Programa Mais Leite das Crianças 179

14 7.3 Proteção Social Especial Os Serviços de Proteção Social Especial são executados pelos Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS). É uma modalidade de atenção assistencial destinada para indivíduos que se encontram em situação de alta vulnerabilidade pessoal e social; crianças, adolescentes, jovens, idosos e portadores de deficiência. As várias situações caracterizadas como risco pessoal podem constituir: ocorrência de abandono, vítimas de maus-tratos físicos e/ou psíquicos, abuso sexual, usuários de drogas, adolescentes em conflito com a lei, moradores de rua. São vulnerabilidades decorrentes do abandono, privação, perda de vínculos, exploração, violência, delinqüência etc. È importante ressaltar que os serviços de proteção especial têm estreita interface com o sistema de justiça exigindo muitas vezes uma gestão mais complexa e compartilhada com o poder judiciário e outras ações do executivo (SUAS 2004). Os Serviços se subdividem em: Serviços de Proteção Social Especial (Média Complexidade) Equipamento Social: CREAS - Unidade I Aqueles que oferecem atendimentos às famílias e indivíduos com seus direitos violados, mas cujos vínculos familiares e comunitários não foram rompidos. Equipamento Social: CREAS Unidade II Cumprimento de medidas socioeducativas em meio aberto. Consistem no atendimento ao adolescente autor de ato infracional, na faixa etária de 12 a 18 anos, mediante o cumprimento das medidas sócioeducativas especificadas no artigo 112 do ECA, oportunizando atividades educativas que o leve a repensar seus atos e buscar com o apoio da família, equipe técnica, rede de atendimento e comunidade, novas perspectivas de vida e futuro. As medidas sócio-educativas já implantadas são: Prestação de Serviços à Comunidade (PSC Liberdade Assistida (LA) 180

15 7.4 Serviços de Proteção Social Especial (Alta Complexidade) Oferecidos em unidades de Alta Complexidade que garantem proteção integral moradia, alimentação, higienização e trabalho protegido - para famílias e indivíduos que se encontram sem referência e, ou, em situação de ameaça, necessitando ser retirados de seu núcleo familiar e, ou, comunitário. Destinam-se, principalmente, às situações nas quais houve rompimento de vínculos familiares. O abrigamento de criança/adolescente é previsto, no Artigo 90, inciso IV, do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), como medida excepcional e de proteção, último recurso após todos os esforços terem sido tentados no sentido de manter a criança/adolescente em sua família. O encaminhamento de crianças e/ou adolescentes aos Abrigos é determinado pelos Conselhos Tutelares e Vara da Infância e da Juventude. Inclui a oferta de: Serviços de abrigamento de longa ou curta duração e serviços de acolhimento e atenção psicossocial especializados destinados a criar vínculos de pertencimento e possibilidades de reinserção social. Programa Guarda Subsidiada: atendidas 04 crianças Abrigo Anjo da Guarda: oferta de 8 vagas Se faz necessário ressaltar que o Abrigo Anjo da Guarda na gestão de 2011, recebeu atenção especial da Secretaria Municipal de Assistência Social e do Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente, seja pelos investimentos financeiros realizados, como também pela peculiaridade do atendimento.observando-se assim, a necessidade de municipalizar o atendimento, pois a Entidade requer mudanças consubstanciais no âmbito da gestão administrativa, financeira e técnica, com reordenamento integral do projeto sóciopedagógico junto à criança ou família, bem como melhoria nas instalações físicas. 181

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