Uma Proposta de Distribuição dos Royalties do Petróleo Introduzindo Critérios de Eficiência: Uma Abordagem DEA

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1 Uma Proposta de Distribuição dos Royalties do Petróleo Introduzindo Critérios de Eficiência: Uma Abordagem DEA Lauro César Nogueira Doutorando em Economia Aplicada do PPGE/UFPB/NEES Francisco Sousa Ramos Professor do DE e PIMES/UFPE RESUMO A atual forma contratual de repasse dos recursos dos royalties do petróleo e gás não induz a uma gestão eficiente, devido à inexistência de mecanismos de incentivo. Visto que, os gestores municipais (prefeitos) possuem mais informações que a Agencia Nacional de Petróleo (ANP) e cidadãos, caracterizando-se, assim, um problema de assimetria de informação. O presente estudo tem como principal objetivo verificar a eficiência no uso destes recursos pelos municípios e propor soluções para possíveis ineficiências. Por se tratar de um problema de risco moral utilizou-se a Teoria do Principal Agente. O contrato proposto contém dois mecanismos de incentivo, sendo o primeiro baseado nos custos e o segundo no direcionamento dos gastos. O caso analisado foi o dos municípios do Estado do Rio de Janeiro, entretanto, os resultados obtidos sugerem a adoção dos mecanismos propostos. Pois, somente, 4,5% dos municípios fluminenses se mostraram eficientes. Palavras-chave: Royalties. Principal Agente. Mecanismos de Incentivo. Eficiência. ABSTRACT The current contractual form of transfer of resources from oil and gas royalties does not induce an efficient, due to the lack of incentive mechanisms. Since, municipal managers (mayors) have more information than the National Petroleum Agency (ANP) and citizens, characterizing thus a problem of information asymmetry. The present study has as main objective to verify the efficient use of these resources by municipalities and propose solutions to possible inefficiencies. Because it is a problem of moral hazard used the Principal Agent Theory. The proposed contract contains two incentive mechanisms, the first cost-based and the second in the direction of spending. The case analyzed was the municipalities of the State of Rio de Janeiro; however, the results suggest the adoption of the proposed mechanisms. For only 4.5% of the municipalities in the state were efficient. Keywords: Royalties, Home Agent. Incentive Mechanisms. Efficiency. CLASSIFICAÇÃO JEL: H11, H77

2 2 1 Introdução As recentes descobertas no final da década de 2010, de imensos reservatórios de petróleo em águas profundas do litoral brasileiro, a então nomeada, áreas do Pré-sal 1, com potencial estimado suficiente para dobrar as reservas nacionais existentes, de acordo com levantamentos da Petrobras, alteram totalmente as condições de mercado do setor petrolífero no Brasil. Além do mais, deve aumentar consideravelmente o total de recursos disponíveis para vários Estados e Municípios brasileiros (INFOROYALTIES, 2010). Beneficiários Tabela 1 Crédito em Royalties Valor ( R$) Ano: 2013 Royalties até 5% Royalties acima de 5% Total Acumulado 08/2013 Estados , , ,79 Municípios , , ,08 Fundo Especial , , , ,16 Com. Da Marinha , , , MCT , , ,54 Fundo Social 161,93 323, ,78 TOTAL , , , ,15 Fonte: ANP Entretanto, deve-se atentar para o fato de que essas receitas são de natureza finita, visto que, provem da exploração de recursos naturais não renováveis. Assim, justifica-se o fato que na última década tenha se acentuado o debate sobre a distribuição e o uso dos recursos provindos da exploração de petróleo e gás repassados aos estados e municípios brasileiros. Para ter-se uma idéia do montante de recursos, em 2013, os recursos repassados ao setor público já ultrapassam R$ 10,3 bilhões, excetuando as participações especiais e governamentais. Em uma estimativa modesta, contando com a produção nas áreas do Pré-sal, o volume de royalties pode superar R$ 100 bilhões já no começo da próxima década, conforme previsão da Petrobrás. O Gráfico (1) mostra a evolução dos valores pagos em 1 A chamada camada pré-sal é uma faixa que se estende ao longo de 800 quilômetros entre os Estados do Espírito Santo e Santa Catarina, abaixo do leito do mar, e engloba três bacias sedimentares (Espírito Santo, Campos e Santos). O petróleo encontrado nesta área está a profundidades que superam os sete mil metros, abaixo de uma extensa camada de sal que, segundo geólogos, conservam a qualidade do petróleo. Vários campos e poços de petróleo já foram descobertos no pré-sal, entre eles o de Tupi, o principal. Há também os de Guará, Bem-Te-Vi, Carioca, Júpiter e Iara, entre outros.

3 BILHÕES R$ 3 royalties ao setor público no Brasil, pelas companhias que exploram e produz no país, denotando claramente a trajetória de crescimento destes recursos. Gráfico 1 - Evolução do Pagamento dos Royalties no Brasil 12 ROYALTIES DO PETRÓLEO E GÁS NATURAL ROYALTIES PERÍODO Fonte: Elaboração do autor, a partir de dados da ANP. Entretanto, em Afonso e Gobetti (2008), constata-se o mau uso destes recursos, principalmente nos municípios que são os maiores produtores e consequentemente os maiores beneficiados pelo fundo. Segundo os autores, justamente estes municípios são os que gastam a maior parte dos royalties em despesas correntes, em especial, pagamento de salários. Além do mais, verificou-se que, são os que mais gastam com as câmaras municipais, fatos estes, que ferem o pressuposto central para criação do fundo social. Pois, sabe-se que a gestão pública deveria direcionar o uso destes recursos de forma a impedir que somente a sociedade presente usufrua dos benefícios oriundos dessas riquezas. Por outro lado, o referido estudo constatou que os gastos com ensino fundamental e saúde são muito próximos dos dispêndios em municípios que não são beneficiados pelo fundo, e em alguns casos esses gastos chegam a ser inferiores. Outro aspecto constatado é que os investimentos em gestão ambiental também são insignificantes, entre todos os municípios, o que descarta o argumento que tais recursos servem para diminuir o impacto gerado pela exploração e produção de petróleo e gás. Deste modo, torna-se relevante verificar a problemática que envolve a distribuição e o uso eficiente destes recursos por parte dos municípios, para que se

4 4 pense na criação de regras específicas que venha a direcionar os gastos, assim, portanto gerando legados necessários a um maior desenvolvimento destes municípios. A maior parte dos trabalhos publicados no Brasil sobre este assunto concentra-se em estudar a aplicação e os impactos sociais e econômicos dos royalties nos municípios brasileiros, utilizando técnicas paramétricas, em especial dados em painel. Entre os principais trabalhos destacam-se Bregman e Pinto Jr (2008), Postali (2007), Pacheco (2007). Entretanto, em nenhum desses estudos, se analisa o problema de informação assimétrica sobre a arrecadação e utilização dos royalties claramente caracterizados tanto entre governo federal, através da Agencia Nacional de Petróleo (ANP) e prefeitos, quanto prefeitos e cidadãos dos municípios beneficiados. Contudo, considera-se o principal a sociedade, embora o governo a represente através da ANP. Todavia, este artigo tem como principal objetivo analisar a eficiência municipal dos gastos recursos dos royalties de petróleo e gás, e se os mesmos compõem o conjunto de municípios que apresentam os melhores indicadores de qualidade de vida no Brasil. Especificamente apura-se a eficiência na utilização destes recursos dos municípios do Estado do Rio de Janeiro. Cabe ressaltar, de acordo com dados da ANP, que o estado é maior beneficiário destes recursos, isto é, os municípios fluminenses até agosto de 2013 receberam R$ ,92; que representa em torno de 58% do total repassado a todos os municípios brasileiros beneficiados, excetuando-se os valores repassados aos Estados. Para tanto, esta pesquisa está estruturada em seis secções, incluindo esta introdução. Na segunda seção apresenta-se a atual forma de distribuição. Na terceira fala-se sobre mecanismos de incentivo versus gestão eficiente. Na quarta secção aborda os aspectos metodológicos. Na quinta apresentam-se os principais resultados. Na ultima secção faz-se as considerações finais. 2 Características Sobre a Nova Lei de Repartição e Utilização dos Royalties do Petróleo e Gás De acordo com a Lei /12 aprovada recentemente a partilha dos recursos dos royalties do petróleo da seguinte forma: Tabela 1 Distribuição dos Recursos dos Royalties do Petróleo e Gás Beneficiários Royalties Participação Especial

5 5 Lei 9479/97 Lei /12 Lei 9479/97 Lei /12 Atual Atual União 30% 20% 20% 50% 43% 46% Estados Produtores 26% 20% 20% 40% 32% 20% Municípios Produtores 26% 15% 40% 10% 5% 40% Municípios Afetados 9% 3% 20% Estados Não Produtores 7% 21% 27% - 10% 15% Municípios Não Produtores 2% 21% 27% - 10% 15% Fonte: FGV/Senado Federal. Entretanto, a nova forma de repartição dos recursos dos royalties do petróleo e gás sofre repúdio total por parte dos Estados e Municípios produtores. Pois, certamente gera efeitos orçamentário e financeiro significativos. Em especial, o Rio de Janeiro e Espírito Santo sofrerão um enorme choque nas finanças com efeito negativo na oferta de serviços públicos e execução orçamentária. Nesse sentido, torna-se fundamental verificar a eficiência na gestão destes recursos. Entretanto, há uma questão essencial a ser respondida, dado que, os recursos dos royalties do petróleo são não renováveis. Isto é, tais entes federativos, deveriam estar preparados para tal fato, ou desse modo ou de outro. Assim, questiona-se como foram geridos tais recursos até então? Visto que, os repasses dos recursos referentes aos primeiros contratos ocorreram inicialmente em Pois, conforme experiências internacionais na gestão deste tipo de recursos, em especial, a Noruega tais recursos pertencem tanto a geração presente como futuras gerações, de modo que, questionam-se quais ações foram executadas com estes recursos compensam as futuras gerações? 3 Mecanismos de Incentivo Versus Gestão Eficiente Diante dos aspectos abordados e da assimetria de informação ser uma falha de mercado que está presente na maioria dos problemas econômicos, torna-se necessário à criação de mecanismos de incentivo que objetivem a alocação eficiente dos recursos. Pois, o problema de informação assimétrica é um fenômeno em que pelo menos um dos agentes possui mais informações do que demais, claramente compatível com a realidade encontrada na distribuição e uso dos royalties no Brasil, situação esta observada na relação entre gestores públicos e sociedade (SAMPAIO, 2007). Seguramente, no caso em questão, os gestores públicos detêm mais informações do que os cidadãos representados pela ANP - sobre o repasse e a forma como estão

6 6 sendo utilizados os recursos dos royalties. Em síntese, possuem mais informações sobre as finanças municipais como: custos, receitas, despesas entre outros fatores. Nesse sentido, é possível que o gestor possa agir de acordo com os seus próprios interesses em detrimento aos da sociedade, situação esta qualificada na teoria econômica como risco moral (NERI, et al. 2007). De acordo com Laffont e Martimort (2002), em ambientes com problemas de informação assimétrica originam-se relações do tipo principal agente, que devem ser regulamentadas por contratos formais ou informais. Para tanto, os contratos são elaborados geralmente pelo principal, que contrata o agente, para executar tarefas de acordo com seus propósitos. Todavia, o contrato deve conter mecanismos de incentivo tais como premiação ou punição, no sentido de alinhar o interesse do agente ao do principal. Cabe ressaltar que o contrato precisa atender duas condições básicas: primeiro, deve conter a restrição de participação, ou seja, o principal tem de proporcionar ao agente o mínimo suficiente para que ele se disponha a agir conforme seus objetivos; segundo, a restrição da compatibilidade de incentivo, isto é, o contrato deve possibilitar que o agente opere em função das suas próprias metas. Sabe-se também, que é inviável na maioria das vezes fiscalizar efetivamente a ação dos gestores públicos, seja pelos altos custos envolvidos e/ou barreiras impostas pelos próprios, em razão dos conflitos de interesses, convencionalmente estes tipos de situação são qualificados pela teoria econômica como um problema de principal-agente. Assim sendo, desejando o principal obter determinado resultado, embora dependa das ações do agente, então ao invés de contratar o agente por um valor fixo predeterminado, o principal pode elaborar um contrato que vincule os ganhos dos agentes aos resultados obtidos, estabelecendo mecanismos de incentivo conforme se apresenta: ( ) (1) Onde é o valor monetário recebido pelo agente; uma contrapartida fixa que representa a restrição de participação; ( ) um coeficiente que está atrelado ao resultado y. De forma que, o valor recebido pelo agente será quanto maior for o resultado obtido, assim sendo, incentivado a agir de acordo com os interesses do principal. Contudo, é fato que o setor público não tem como objetivo o lucro, e sim oferecer de maneira mais eficiente possível, os serviços essenciais que a sociedade

7 7 deseja como educação, saúde, habitação, segurança entre outros. Nesse sentido, é interessante que na formulação de contrato não se aprecie basicamente a quantidade, mas, como os serviços são prestados. Para tanto, o contrato deve ser baseado na qualidade e nos custos de obtenção dos serviços, visto que, quanto maior for à qualidade e menor o custo de obtenção, mais eficiente os recursos estão sendo alocados. Assim, pode-se expressar o contrato da seguinte forma: * s] +αs (2) Onde representa o valor repassado ao agente pelo principal; é valor percentual dos royalties calculado sobre a exploração; representa o custo real pela obtenção do nível de serviço ofertado; representa o custo ótimo observado para o mesmo volume de serviço; λ um parâmetro entre zero e um conforme grau de penalidade adotado, e é um valor percentual conforme unidade de serviço executado. Isto é, no contrato proposto, o principal repassa ao agente conforme os custos dos serviços produzidos pelo mesmo, sendo que, o agente e penalizado pelos desperdícios. Embora, o valor da punição dependa do parâmetro de penalidade e diferença observada entre o custo obtido e o custo ótimo necessário à realização dos serviços. Embora, o agente ainda receba um valor percentual sobre unidade produzida. Conforme destacado o grau de punição do contrato varia de acordo com a adoção do valor do parâmetro λ. Quanto mais próximo de zero for λ mais nulo será os efeitos do contrato e quanto mais próximo de um maior o grau de indução para o alinhamento de interesses e solução do problema de assimetria de informação. Contudo, para aplicação ao problema proposto devemos ser cautelosos na adoção do valor do parâmetro, seja por diferenças de custos entre municípios ou pela dependência que certos municípios têm desses recursos. O atual contrato que regulamenta a distribuição é gestão dos recursos dos royalties não possui nenhum mecanismo de incentivo, além do mais está associada a uma legislação confusa de como esses recursos devem ser aplicados. O atual contrato é definido da seguinte forma: (3) O novo contrato sugerido que regulamentaria a distribuição dos royalties teria a seguinte estrutura: ] ] (4)

8 8 Onde é o valor recebido pelos municípios segundo o novo contrato; corresponde ao repasse dos royalties; o termo seguinte ] é o termo de punição referente aos custos de produção serviços. O termo ] refere-se à punição referente aos desvios de gastos em outras áreas não especificadas pelo fundo, em especial os gastos em despesas correntes. E os termos, e representam respectivamente gastos em educação, saúde e infraestrutura. Outro importante aspecto é que ambos os parâmetros tem que ser definidos entre zero e um ( ) conforme grau de incentivo que se objetiva com o contrato. São muitos os benefícios possibilitados pelo novo tipo de contrato, pois, além de se tratar de um mecanismo de fácil implantação e com forte poder de indução a um aperfeiçoamento dos gastos públicos, consegue também identificar quais são os municípios ineficientes. Ressalta-se que esta identificação é de suma importância para que se atue de forma específica nos pontos fracos detectados nos respectivos municípios. Certamente, com a economia dos recursos gerados pelos dois mecanismos de incentivo no novo processo de distribuição possibilitaria à criação de um fundo capaz de financiar melhorias de áreas consideradas críticas nestes municípios, entretanto, a gestão desses recursos não seria mais de incumbência dos gestores públicos municipais. Por outro lado, parte desses recursos pode ser empregada como premiação às prefeituras que cumprissem o contrato, portanto, servindo de estímulo ao uso eficiente dos recursos públicos. O total dos recursos poupados e destinados à criação do fundo especial seria: ] ] (5) Sendo que, o somatório do primeiro termo corresponde ao total de desperdícios referentes aos custos de produção. E o termo subsequente, o valor da penalização referente aos desvios de áreas contempladas, portanto, o fundo especial seria formado pela soma dos dois termos. Contudo, para a operacionalização do novo contrato proposto têm-se dois problemas a resolver. Primeiro, refere-se ao conhecimento da função de custo ótimo para produção dos serviços, segundo, como definir o percentual a ser gasto em cada área, pois, os custos ótimos servem de benchmark para o primeiro mecanismo de punição e o valor a ser gasto em cada área para o segundo mecanismo de incentivo. Nesse sentido, somente foi possível implantar o primeiro mecanismo, pois, não há disponibilidade dados referentes a valores dos recursos dos royalties empregados por

9 9 áreas. Tal fato enfatiza ainda mais a utilização deste mecanismo. Contudo, para implantação do primeiro mecanismo optou-se em estimar uma fronteira eficiente através da técnica da Análise Envoltória de Dados (DEA). 4 Aspectos Metodológicos Faz-se agora um breve resumo sobre a metodologia DEA. Esta abordagem vem sendo cada vez mais empregada na análise empírica de eficiência ou produtividade, principalmente no setor público, em razão deste conter um grande numero de insumos para produzir diversos produtos e requerer um conjunto pouco restritivo sobre a função de tecnologia (MELLO, et al. 2005). Outro importante atrativo do método DEA é não exigência de um vetor de preços para os insumos e produtos, o que é perfeitamente compatível com as dificuldades encontradas em mensurar preços no setor público. Em comparação a métodos paramétricos tradicionais que traçam uma reta de regressão a partir de amostras observáveis, o DEA opera de forma a aperfeiçoar cada observação individual com o objetivo de estimar uma fronteira eficiente, estabelecida pelas unidades produtoras eficientes no sentido de Pareto. Existe varias formas de representar os modelos DEA multidimensionais, no entanto há dois modelos considerados clássicos: o CCR (Charnes, et al. 1978) e o BCC (Banker, et al. 1984). No entanto, em virtude do modelo CCR estabelecer um plano linear por partes e assumir a hipótese de que os retornos são constantes de escala, optou-se utilizar o modelo BCC, dado que, há grandes diferenças conjunturais entre os municípios brasileiros. Em síntese, é natural supor que estes apresentem retornos variáveis de escala. O modelo BCC, considera os retornos variáveis de escala, isto é, substitui o axioma da proporcionalidade entre inputs e outputs pelo axioma da convexidade. Matematicamente, a convexidade da fronteira equivale a uma restrição adicional ao Modelo do Envelope, que passa a ser indicado em orientação a inputs, a valores entre zero e um, e para orientação a outputs, em uma razão maior que um. A modelagem matemática do modelo BCC se apresenta da seguinte forma, respectivamente direcionada a inputs e outputs. (6)

10 10 (7) Destaca-se que, a resolução dos sistemas (6) e (7) sugere respectivamente o tamanho da redução/elevação radial necessária para que a Unidade Tomadora de Decisão (DMU) encontre-se na fronteira de eficiência tecnológica. Sendo que, orientado a inputs, o valor ótimo de situa-se entre zero e um e a sua diferença, portanto, para a unidade ( ) representa justamente a proporção na qual os insumos poderiam ser poupados sem alterar o nível de produção. Pois, tão mais próximo de um mais eficiente é a DMU. Contudo, a aplicação desta metodologia para cada uma das DMUs possibilita construir totalmente a fronteira tecnológica de eficiência produtiva pela qual sem obtém os custos ótimos de produção necessários ao cálculo do critério de repasse dos recursos dos royalties do petróleo e gás natural proposto na equação (4). Outro aspecto importante é que essa metodologia torna possível avaliar os rendimentos de escala apresentados pelas DMUs (Municípios). Para isso, utiliza-se um procedimento bastante disseminado na literatura para apurar os retornos de escala, ou seja, o método do teste de Färe; Grosskopf e Lovelll (FGL). Sendo este, uma regra de decisão que utiliza basicamente três versões do modelo DEA: CCR; BCC; e o modelo com tecnologia de retornos não crescentes de escala (NIRS), para identificar os rendimentos de escala. 4.1 Descrição dos Dados A aplicação do novo modelo contratual de repasse dos royalties proposto será feito como um estudo de caso aplicado aos municípios fluminenses, em virtude de ser o

11 11 Estado do Rio de Janeiro o maior beneficiário dos royalties. Entretanto, foram utilizados na análise, 87 municípios beneficiários. Destaca-se que foram excluídos quatro municípios por não terem recebidos recursos dos royalties. Os municípios excluídos foram: Areal, Comendador Levy Gasparian, Sapucaia e Paraíba do Sul. A base de dados referente aos recursos dos royalties corresponde ao total repassado aos municípios fluminenses no período de 1999 a Isto é, o input utilizado é royalties per capita Royalties recebidos entre 1999 a 2000 dividido pelo número de habitantes do munícipio. Os outputs utilizados são os Índices de Desenvolvimento Humano IDH municipal do ano Destaca-se que, a utilização do IDH, dar-se entre outros fatores, a duas principais razões, primeiro, a credibilidade deste indicador. Segundo, dado que, a melhoria na qualidade de vida de uma sociedade leva algum tempo para acontecer, supõe-se que, após onze anos de recebimentos de recursos é de se esperar que o emprego eficiente destes recursos reflita nos indicadores de qualidade de vida. 5 Apresentação e Análise dos Resultados Apresenta-se a seguir o Gráfico 2, no qual ilustra-se a fronteira de eficiência encontrada das estimações das DMUs. Primeiramente, destaca-se a ineficiência geral na gestão dos recursos dos royalties. Pois, percebe-se que apenas quatro municípios foram eficientes de acordo com a metodologia adotada. Sendo eles, Niterói, Rio de Janeiro, São Gonçalo e Teresópolis. Gráfico 2- Fronteira de Eficiência Fonte: Elaboração própria a partir das estimações. Além do mais, os resultados indicam que a grande maioria parece desperdiçar completamente os recursos. Para se ter uma ideia, 30 municípios dos 87 analisados, isto

12 12 é, 35% do universo analisado tem índice de eficiência inferior a 10%. Em síntese, a gestão pública dos recursos dos royalties indica ser um fracasso, em especial, na melhoria a qualidade de vida de sua população. Cabe destacar que o modelo BCC é mais flexível que o CCR, além do mais, realizou-se três composições diferentes para o modelo, sendo elas, considerando apenas um input (royalties per capita) e um output (IFDM); um input ( royalties per capita ) e três outputs ( IFDL, IFDR, IFDE) e por fim, um input ( royalties per capita ) e quatro outputs ( IFDM, IFDL, IFDR, IFDE). Todavia, os resultados não apresentaram alterações significativas. Tabela 4 Índice de Eficiência dos Municípios Município Score Município Score Município Score Angra dos Reis 0,04 Itaperuna 0,09 Rio Claro 0,06 Aperibé 0,02 Itatiaia 0,09 Rio das Flores 0,02 Araruama 0,11 Japeri 0,05 Rio das Ostras 0,02 Armação dos Búzios 0,00 Laje do Muriaé 0,01 Rio de Janeiro 1,00 Arraial do Cabo 0,03 Macaé 0,00 Santa Maria Madalena 0,02 Barra do Pirai 0,22 Macuco 0,01 Santo Antônio de Pádua 0,04 Barra Mansa 0,11 Magé 0,05 São Fidelis 0,04 Belford Roxo 0,52 Mangaratiba 0,02 São F. de Itabapoana 0,04 Bom Jardim 0,03 Marica 0,39 São Gonçalo 1,00 Bom J. Itabapoana 0,04 Mendes 0,04 São Joao da Barra 0,00 Cabo Frio 0,01 Mesquita 0,22 São Joao de Meriti 0,51 Cachoeiras de Macacu 0,02 Miguel Pereira 0,04 São Jose de Uba 0,01 Cambuci 0,02 Miracema 0,03 São J. V. do Rio Preto 0,03 Campos dos Goytacazes 0,00 Natividade 0,02 São Pedro da Aldeia 0,09 Cantagalo 0,03 Nilópolis 0,22 São Sebastiao do Alto 0,01 Carapebus 0,00 Niterói 1,00 Saquarema 0,07 Cardoso Moreira 0,02 Nova Friburgo 0,28 Seropédica 0,10 Carmo 0,02 Nova Iguaçu 0,80 Silva Jardim 0,01 Casimiro de Abreu 0,00 Paracambi 0,07 Sumidouro 0,02 Conceição de Macabu 0,03 Parati 0,01 Tanguá 0,05 Cordeiro 0,03 Paty do Alferes 0,04 Teresópolis 1,00 Duas Barras 0,02 Petrópolis 0,60 Trajano de Morais 0,02 Duque de Caxias 0,16 Pinheiral 0,07 Valença 0,54 Engenheiro P. de Frontin 0,03 Pirai 0,02 Varre-sai 0,02 Guapimirim 0,01 Porciúncula 0,02 Vassouras 0,05 Iguaba Grande 0,04 Porto Real 0,06 Volta Redonda 0,24 Itaboraí 0,22 Quatis 0,05 Itaguaí 0,14 Queimados 0,16 Italva 0,02 Quissama 0,00 Itaocara 0,03 Resende 0,31 Fonte: Elaboração Própria, a partir dos resultados do EMS. 2 Nesse contexto, ao se aplicar o primeiro mecanismo proposto, adotando, isto é, com alto poder de incentivo, o resultado obtido indica uma economia no ano 2 Os escores foram arredondados a partir da segunda casa decimal. De modo que nenhum município apresentou eficiência zero, no entanto, seis municípios apresentaram índice inferior a 1%.

13 , em torno de R$ 1,7 bilhões apenas considerando os 87 municípios analisados do Estado do Rio de Janeiro. A aplicação do maior valor possível para o mecanismo de incentivo, ou seja,, justifica-se pelo fato de que o recurso economizado seria investido no próprio município. Isto é, em áreas consideradas críticas, portanto não prejudicando de nenhuma forma os cidadãos dos municípios aonde fossem detectados os desperdícios de recursos, ao contrário, acarretariam inúmeros benefícios à sociedade local. Entretanto, é possível a utilização de valores menores que um, embora, não próximos de zero. Outro importante resultado a destacar é a ineficiência quase total dos seguintes municípios: Armação dos Búzios, Campos dos Goytacazes, Carapebus, Casimiro de Abreu, Macaé e São Joao da Barra. Além do mais, quando se compara o volume de recursos desperdiçados apontada pela metodologia, em relação ao total recebido por todos os municípios fluminenses, verifica-se que 44,19% estão sendo mal gerenciados. Cabe destacar que o argumento principal para criação dos royalties seria beneficiar as atuais e futuras gerações. Tal pressuposto corrobora plenamente o uso do IDH na formulação do problema. Por outro lado, quando se coloca alguns municípios em comparação a nível nacional, observa-se claramente a não efetivação das metas propostas para estes recursos. Para se ter uma ideia, Campos de Goytacazes, o maior beneficiário deste recurso no Brasil, chegando a receber em 2011, algo em torno de R$ 1,23 bilhões, se encontra na 1427 a posição no ranking do IDH. Isto é, os recursos a mais, não fazem nem de longe um município que oferece melhores serviços a sua população. Ressalta-se que tal fato não é isolado, pois, dos principais beneficiários analisados, o que ocupa a melhor posição é o município de Rio das Ostras, isto é, a 197 a posição.

14 14 Figura 1 Economia com mecanismo de custos Beneficiario Score Royalties Punição Beneficiario Score Royalties Punição Angra dos Reis 0, , ,12 Nilopolis 0, , ,69 Aperibe 0, , ,16 Niteroi 1, ,68 - Araruama 0, , ,59 Nova Friburgo 0, , ,53 Armacao dos Buzios 0, , ,34 Nova Iguacu 0, , ,24 Arraial do Cabo 0, , ,95 Paracambi 0, , ,13 Barra do Pirai 0, , ,69 Parati 0, , ,89 Barra Mansa 0, , ,65 Paty do Alferes 0, , ,39 Belford Roxo 0, , ,24 Petropolis 0, , ,26 Bom Jardim 0, , ,61 Pinheiral 0, , ,98 Bom Jesus do Itabapoana 0, , ,86 Pirai 0, , ,41 Cabo Frio 0, , ,45 Porciuncula 0, , ,51 Cachoeiras de Macacu 0, , ,81 Porto Real 0, , ,77 Cambuci 0, , ,51 Quatis 0, , ,49 Campos dos Goytacazes 0, , ,62 Queimados 0, , ,02 Cantagalo 0, , ,65 Quissama 0, , ,03 Carapebus 0, , ,54 Resende 0, , ,70 Cardoso Moreira 0, , ,16 Rio Bonito 0, , ,32 Carmo 0, , ,68 Rio Claro 0, , ,54 Casimiro de Abreu 0, , ,28 Rio das Flores 0, , ,94 Conceicao de Macabu 0, , ,91 Rio das Ostras 0, , ,79 Cordeiro 0, , ,54 Rio de Janeiro 1, ,25 - Duas Barras 0, , ,06 Santa Maria Madalena 0, , ,36 Duque de Caxias 0, , ,89 Santo Antonio de Padua 0, , ,31 Engenheiro Paulo de Frontin 0, , ,90 Sao Fidelis 0, , ,01 Guapimirim 0, , ,88 Sao Francisco de Itabapoana 0, , ,31 Iguaba Grande 0, , ,72 Sao Goncalo 1, ,12 - Itaborai 0, , ,61 Sao Joao da Barra 0, , ,86 Itaguai 0, , ,91 Sao Joao de Meriti 0, , ,13 Italva 0, , ,81 Sao Jose de Uba 0, , ,50 Itaocara 0, , ,97 Sao Jose do Vale do Rio Preto 0, , ,91 Itaperuna 0, , ,81 Sao Pedro da Aldeia 0, , ,91 Itatiaia 0, , ,48 Sao Sebastiao do Alto 0, , ,95 Japeri 0, , ,33 Saquarema 0, , ,50 Laje do Muriae 0, , ,94 Seropedica 0, , ,11 Macae 0, , ,74 Silva Jardim 0, , ,89 Macuco 0, , ,96 Sumidouro 0, , ,81 Mage 0, , ,51 Tangua 0, , ,80 Mangaratiba 0, , ,23 Teresopolis 1, ,71 - Marica 0, , ,98 Trajano de Morais 0, , ,97 Mendes 0, , ,74 Valenca 0, , ,98 Mesquita 0, , ,10 Varre-sai 0, , ,70 Miguel Pereira 0, , ,32 Vassouras 0, , ,71 Miracema 0, , ,07 Volta Redonda 0, , ,79 Natividade 0, , ,22 Economia Total ,82 Fonte: Elaboração Própria, a partir dos resultados estimados. A Tabela 5 apresenta o percentual de eficiência municipal por faixa etária da população, permitindo verificar quais os tamanhos de municipalidades que indicam o maior percentual de desperdícios de recursos. Um detalhe interessante desta abordagem é que os resultados indicam que quanto menor o município maior o grau de ineficiência apresentado.

15 15 Tabela 5 Eficiência por grupo de municípios População Quantidade Score Médio Até A , A , A ,08 Acima de Total Fonte: Elaboração Própria, a partir dos resultados estimados. Além de apresentar os menores índices de eficiência, verifica-se que à medida que a faixa populacional cresce a média dos municípios eficientes se eleva. Outro importante aspecto, que se observa, é que municípios abaixo de habitantes possuem média inferior à média geral, e bem mais distante quando se compara aos demais grupos por faixa etária populacional. Destaco que há municípios com mais de habitantes que são completamente ineficientes, por exemplo, Campos dos Goytacazes e Macaé, além de que, são dois dos principais beneficiários destes recursos. Contudo, é preocupante o baixo nível de eficiência encontrada entre todas as faixas populacionais dos municípios averiguados, isto é, apenas 4,5% dos municípios fluminenses se mostraram eficientes. Deste modo, é perfeitamente viável considerar a implantação dos mecanismos propostos no atual sistema de distribuição, vindo, portanto a contribuir para eficiência dos gastos desses recursos. 6 Considerações Finais Neste trabalho analisou-se a gestão dos recursos dos royalties do petróleo. O problema principal era de saber se os recursos provenientes dos royalties resultavam em municípios diferenciados. O indicador IDH mostra que esta correlação não é direta, fato decorrente da má aplicação ou má gestão dos recursos. O uso da técnica DEA mostrou que há problemas de ineficiência. Estas ineficiências só tendem a aumentar, dado o momento econômico, com aumento da exploração do petróleo. Portanto, é importante que haja políticas públicas que direcionem os recursos para os municípios em que são melhores aplicados, redundando em uma prestação de serviços à população de maior magnitude e de melhor qualidade. Neste trabalho são sugeridos mecanismos de alocação que considera os incentivos para que os gestores ajam buscando a melhor aplicação para os recursos. Ressalta-se, que em qualquer debate sobre questões distributivas, como o que se faz

16 16 atualmente no Brasil, é essencial que se introduza mecanismos de incentivos para que os gestores sejam punidos/premiados pela sua atuação a frente do erário municipal. O segundo mecanismo proposto é baseado na experiência internacional com uso dos recursos de bens não renováveis, ou seja, investindo nas atividades prioritárias. Entretanto, há países que utilizam parte da renda na formação de um fundo, e outra parte aplica os recursos em investimentos na qualidade dos fatores de produção, em especial, capital humano. Um bom exemplo da utilização de recursos desta natureza é a Noruega, pois apresenta um IDH de 0.971, ou seja, o melhor IDH mundial segundo o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Neste sentido, espera-se que este trabalho venha a contribuir para possíveis soluções no uso destes recursos, e sirva como indutor para futuros trabalhos nesta área de pesquisa, inclusive com a operacionalização do segundo mecanismo sugerido, já que se acredita que em um futuro próximo os municípios sejam induzidos a prestar contas a toda sociedade como estão sendo alocados estes recursos. REFERÊNCIAS AFONSO, J. R. R; GOBETTI, S. W Rendas Do Petróleo No Brasil: Alguns Aspectos Fiscais E Federativos. Revista do BNDES. Vol. 15, Nº 231. ANP (AGENCIA NACIONAL DO PETRÓLEO), Anuário Estatístico Brasileiro Do Petróleo, Gás Natural E Biocombustíveis 2008, Ministério de Minas e Energia, Rio de Janeiro-RJ, BANKER, R. D.; CHARNES, A.; COOPER, W. W Some Models for Estimating Technical and Scale Inefficiencies in Data Envelopment Analysis. Management Science, 13(9), p BREGMAN, D.; PINTO JR, H. Q Notas Sobre A Experiência Internacional De Aplicação De Royalties, Instituto de Economia da UFRJ, Rio de Janeiro-RJ. FÄRE, R.; GROSSKOPF, S.; NORRIS, M.; ZHANG, Z Productivity Growth, Technical Progress, and Efficiency Mhange in Industrialized Countries. The American Economic Review, n. 84, p GASPARINI, C. E Equidade E Eficiência Municipal: Uma Avaliação Do Fundo De Participação Dos Municípios FPM. PIMES/UFPE, Revista de Economia Aplicada, São Paulo-SP. IPEA. Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Disponível em: Acesso: 12/12/2010.

17 17 LAFFONT, JEAN J.; MARTIMORT,D.; The Theory Of Incentives, The Principal- Agent Model, Princeton University Press, Princeton And Oxford,2002. MELLO, J. C. S.; MEZA L. A.; GOMES E. G.; NETO L. B Análise Envoltória De Dados (DEA), XXXVII Simpósio Brasileiro de Pesquisa Operacional, Gramado-RS. NERI, M.; TAMM, S. D.; MENEZES, F.; KUMME, L Em Busca De Incentivos Para Atrair O Trabalhador Autônomo Para A Previdência Social, Fundação Getúlio Vargas(FGV), Belo Horizonte - MG. PACHECO, C. A Avaliação de Critérios de Distribuição e Utilização de Recursos das Participações Governamentais no Brasil. Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) /Depto. De Planejamento Energético. Rio de Janeiro-RJ. PNUD. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Boletim mensal, Disponível em: Acesso em: 10/04/2013. POSTALI, F. A. S Efeitos da distribuição de royalties do petróleo sobre o crescimento dos Municípios no Brasil, Departamento de Economia, Universidade de São Paulo (USP), São Paulo-SP. SAMPAIO, L. M. B Modelo Principal-Agente Para Contratos Entre Pequenos Produtores E Empresa Exportadora De Manga No Rio Grande Do Norte, Departamento e Pós-Graduação de Economia da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), João Pessoa-PB.

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