Perguntas e Respostas sobre Gerenciamento de Risco

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Perguntas e Respostas sobre Gerenciamento de Risco"

Transcrição

1 Perguntas e Respostas sobre Gerenciamento de Risco 36 questões com gabarito

2 FICHA CATALOGRÁFICA (Catalogado na fonte pela Biblioteca da BM&FBOVESPA Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros) GERENCIAMENTO de Risco: 36 questões com gabarito. São Paulo: BM&F, Última atualização: 26/10/2006 Versão Nota: Material de apoio para Certificação BM&F 1. Derivativos 2. Sistema de Risco 3. Clearing de Derivativos CDU Direitos desta edição reservados à BM&FBOVESPA Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros Rua Boa Vista, 280, 4º andar CEP São Paulo SP Telefone: (11) Fax: (11)

3 APRESENTAÇÃO No âmbito do Programa de Qualificação Operacional (PQO), a BM&F desenvolveu o curso Certificação de Profissionais, que busca, dentre outros, aprimorar a qualidade dos serviços prestados pelas corretoras de mercadorias e membros de compensação associados. Nesse sentido, o principal objetivo desse curso é manter os profissionais do mercado de derivativos sempre atualizados quanto aos assuntos relativos a suas atividades e responsabilidades. Por esse motivo, o programa, criado em 2005, passou a compor os requisitos básicos do PQO. Como os mercados estão em constante evolução, a certificação tem validade inicial de dois anos. Após esse prazo, o profissional deve ser aprovado em nova avaliação para mantê-la. São várias as funções para as quais se requer a certificação, conforme Ofício Circular 006/2005. Para cada uma delas, são avaliados os conhecimentos dos candidatos em vários assuntos. É importante notar que nem todos os temas são exigidos em cada função. O exame de certificação de determinada função pode requerer grau de conhecimento fácil, médio ou difícil. Porém, os níveis das provas são cumulativos, ou seja, o participante que se encontra no Nível II responderá questões dos Níveis I e II; e aquele que se encontra no Nível III responderá questões dos Níveis I, II e III. Para auxiliar a preparação para o exame, a BM&F elaborou apostilas referentes aos temas: Matemática Financeira Características Operacionais dos Mercados Procedimentos de Pregão de Viva Voz Sistemas Eletrônicos de Negociação Gerenciamento de Risco Ética Negociação Normas e Regulamentos Liquidação Normas e Regulamentos Regulação e Tributação As apostilas trazem perguntas e respostas sobre o assunto indicado. As provas de certificação serão elaboradas com base nessas questões. Portanto, é importante notar a data de atualização do material, pois este pode ter alterações. A certificação é concedida ao profissional que exercer uma das funções descritas no Ofício Circular 006/2005-DG e for aprovado em exame de conhecimentos específicos sobre a função desempenhada, aplicado pelo Instituto Educacional BM&F, além de comprovação adequada da escolaridade mínima exigida pela Bolsa para a função certificada. O processo de avaliação ocorrerá mediante aplicação de prova de múltipla escolha, realizada em ambiente eletrônico, nas dependências da BM&F, sendo considerados aprovados os candidatos que obtiverem, pelo menos, 50% de aproveitamento. Além das apostilas, o candidato, independentemente do exame, pode consultar os principais documentos referentes à função para a qual deseja a certificação no site da BM&F, na página do Instituto Educacional: Para mais detalhes, acesse ou entre em contato com o Instituto Educacional. Edemir Pinto Diretor Geral 3

4 NÍVEL I 1 Observe as afirmativas abaixo relativas à estrutura de administração de risco da Clearing de Derivativos BM&F: I: O sistema de administração de risco da BM&F visa gerenciar e mitigar, da forma mais segura possível, as fontes de risco enfrentadas pela Câmara de Derivativos BM&F no cumprimento de suas obrigações. II: O Conselho de Administração da BM&F é o responsável por indicar o coordenador, o secretário e os demais membros do Comitê de Risco. III: O Comitê de Risco discute as propostas e acolhe as sugestões da Câmara Consultiva BM&F para Análise de Risco, formada por participantes do mercado e do meio acadêmico. Assinale a opção correta: a) As afirmativas I e II estão corretas. b) As afirmativas I e III estão corretas. c) As afirmativas II e III estão corretas. d) Todas as afirmativas estão corretas. Resposta: b 2 Entre as principais atribuições do Comitê de Risco, temos: I: Analisar e discutir o cenário macroeconômico e seus efeitos sobre os mercados. II: Determinar os cenários de estresse empregados na determinação dos valores de margem requeridos pelas clearings da BM&F. III: Definir os critérios, limites e parâmetros para controle do risco de crédito dos participantes. Assinale a alternativa correta: a) Apenas o item I está correto. b) Os itens I e II estão corretos. c) Os itens I e III estão corretos. d) Todos os itens estão corretos. Resposta: d 4

5 3 4 5 Observe as afirmativas abaixo relativas ao sistema de administração de risco da Clearing de Derivativos BM&F: I: Uma das principais fontes de risco para a Câmara de Derivativos da BM&F é a possibilidade de inadimplemento de um Membro de Compensação. II: O modelo de cobertura de riscos da Câmara foi estruturado de forma que a maior parte das perdas decorrente de inadimplemento seja coberta pelas garantias previamente depositadas pelo próprio participante inadimplente. Esse modelo é conhecido como defaulters pay. III: A maior parte do risco suportado pela Câmara é coberta segundo o modelo survivors pay, em que as perdas decorrentes de um inadimplemento são divididas entre todos os participantes não-inadimplentes. Assinale a opção correta: a) Nenhuma afirmativa está correta. b) Somente a Afirmativa I está correta. c) Somente as Afirmativas I e II estão corretas. d) Todas as afirmativas estão corretas. Resposta: c Sobre a Câmara de Derivativos, são dadas as seguintes afirmativas: I: Uma das principais fontes de risco da Câmara de Derivativos BM&F é a possibilidade de inadimplemento de um membro de compensação. II: O modelo de cobertura de riscos da Câmara foi estruturado de forma que a maior parte das perdas decorrente de inadimplemento seja coberta pelas garantias depositadas após o inadimplemento pelo próprio participante faltoso. Esse modelo é conhecido como survivors pay. Analisando as afirmativas acima, marque a opção correta: a) Apenas a afirmativa I está correta. b) Apenas a afirmativa II está correta. c) As duas afirmativas estão corretas e se completam. d) As duas afirmativas estão incorretas. Para o sistema de risco da Clearing de Derivativos BM&F, são considerados contratos líquidos: a) Contratos futuros e de opções padronizados (negociados em pregão). b) Contratos futuros e de opções padronizados (negociados em pregão) negociados exclusivamente no pregão de viva voz. c) Apenas contratos futuros. d) Contratos futuros e de opções padronizados (negociados em pregão) e swaps (balcão). 5

6 Pode-se afirmar que o modelo de cobertura de riscos da Câmara de Derivativos é estruturado: a) De forma híbrida, combinando o critério de inadimplentes pagam (defaulters pay) com o de sobreviventes, isto é, participantes não-inadimplentes, pagam (survivors pay), sendo a maior parte do risco suportado pelo primeiro critério. b) De forma híbrida, combinando o critério de inadimplentes pagam (defaulters pay) com o de sobreviventes, isto é, participantes não inadimplentes, pagam (survivors pay), sendo a maior parte do risco suportado pelo segundo critério. c) Unicamente pelo critério de defaulters pay. d) Unicamente pelo critério de survivors pay. Para efeito de apuração de margem de garantia, os contratos negociados na Clearing de Derivativos BM&F são divididos em categorias de ativos líquidos e ativos ilíquidos. Incluem-se dentre os ativos líquidos: a) As opções padronizadas (negociados em pregão) européias sobre disponível. b) As opções flexíveis americanas sobre disponível. c) As opções flexíveis européias sobre disponível. d) Os swaps sem ajustes periódicos com garantias. Para efeito de apuração de margem de garantia, os contratos negociados na BM&F são divididos em categorias de ativos líquidos e ativos ilíquidos. Incluem-se dentre os ativos ilíquidos: a) As opções flexíveis americanas sobre disponível. b) Os contratos futuros. c) As opções padronizadas (negociadas em pregão) européias sobre disponível. d) Os contratos futuros agropecuários. O modelo de cobertura de riscos da Câmara de Derivativos é estruturado de forma que a maior parte do risco é suportado: a) Pelos adimplentes. b) Pelos inadimplentes. c) Pelas corretoras. d) Pela BM&F. Resposta: b 6

7 No que diz respeito ao sistema de cobertura de riscos intradiários (D+0) da Clearing de Derivativos BM&F, é correto afirmar que: a) A Clearing de Derivativos calcula o risco do negociador com base no conjunto das suas operações especificadas e não-especificadas. b) A Clearing de Derivativos calcula o risco dos portfólios dos comitentes, sem que ocorra a agregação de posições registradas sob o mesmo negociador. c) A Clearing de Derivativos não dispõe da especificação das posições dos comitentes, assim somente calcula o risco dos portfólios consolidados dos negociadores, sendo tal cálculo feito duas vezes por dia. d) A Clearing de Derivativos calcula o risco dos portfólios das corretoras, realizando a agregação de posições registradas sob o mesmo negociador. No que diz respeito ao sistema de cobertura de riscos da Clearing de Derivativos em D+1 (um dia após a operação), é correto afirmar que: a) A Clearing de Derivativos não dispõe da especificação das posições dos comitentes, assim somente calcula o risco dos portfólios consolidados dos Membros de Compensação, sendo tal cálculo feito a cada 15 minutos. b) A Clearing de Derivativos calcula o risco dos portfólios dos comitentes, sem que ocorra a agregação de posições registradas sob o mesmo Membro de Compensação. c) A Clearing de Derivativos não dispõe da especificação das posições dos comitentes, assim somente calcula o risco dos portfólios consolidados dos Membros de Compensação, sendo tal cálculo feito a cada duas horas. d) A Clearing de Derivativos calcula o risco dos portfólios das corretoras, realizando a agregação de posições registradas sob o mesmo Membro de Compensação. Resposta: b Para o Sistema de Risco da Clearing de Derivativos BM&F, em seu subsistema de margem para ativos líquidos, uma subcarteira é um conjunto de posições em contratos padronizados (negociados em pregão) nas quais se admite compensação de riscos. Qual das seguintes alternativas não representa uma subcarteira do subsistema de margem para ativos líquidos: a) Subcarteira de ativos financeiros. b) Subcarteira de contratos futuros de dólar com vencimento acima de 6 meses. c) Subcarteira de Bradies. d) Subcarteira de café. Resposta: b 7

8 Observe as afirmativas, a seguir, referentes à margem de uma subcarteira : I: O custo de liquidação de uma subcarteira representa o quanto a Clearing teria de despender para encerrar todas as posições pelos preços vigentes no mercado, ou seja, comprar as posições vendidas e vender as posições compradas, encerrando toda a posição do cliente. II: O risco de mercado é a variação potencial do custo de liquidação de uma posição em determinado período de tempo. Para os ativos líquidos, considera-se, geralmente, dois dias de variação. III: Para apuração do risco de mercado, o sistema utiliza a metodologia de value at risk. Assinale a alternativa correta: a) Somente as afirmativas I e II estão corretas. b) Somente as afirmativas II e III estão corretas. c) Somente as afirmativas I e III estão corretas. d) Todas as afirmativas estão corretas. Observe as seguintes afirmativas relativas ao Sistema de Risco da Clearing de Derivativos BM&F: I: Para apurar o risco de mercado, o Sistema de Risco da BM&F utiliza a metodologia de stress testing, ou seja, traça vários cenários e estima o risco de mercado para todos os cenários, escolhendo o pior caso, isto é, aquele associado à maior perda potencial para o participante, como base para a chamada de margem de garantia. II: Define-se Fator Primitivo de Risco (FPR) como o conjunto de variáveis que determinam o o valor de um derivativo. III: Para os contratos futuros, os FPRs são os preços a vista do objeto mais a volatilidade implícita da série de opção mais líquida. Assinale a opção correta: a) As afirmativas I e II estão corretas. b) As afirmativas II e III estão corretas. c) As afirmativas I e III estão corretas. d) Todas as afirmativas estão corretas. Os cenários de estresse empregados pelos sistemas de risco das clearings da BM&F são definidos com base em critérios estatísticos, na análise da conjuntura macroeconômica, na avaliação dos níveis correntes de volatilidade implícita observados nos mercados de opções e em outras análises complementares. Na BM&F, quem define esses cenários? a) O Comitê de Risco. b) O Comitê de Risco e a Câmara de Derivativos. c) O Conselho de Administração. d) O Departamento de Liquidação e Cadastro, o Comitê de Risco e a Clearing de Câmbio. 8

9 Os Fatores Primitivos de Risco (FPRs) de um contrato de derivativos consistem nas variáveis financeiras que influenciam diretamente a formação de seu preço via relação de não-arbitragem. Para o contrato futuro de Ibovespa, quais seriam os FPRs? a) Preço a vista do Ibovespa, estrutura a termo da taxa de juro em reais (curva da taxa pré) e o rendimento de conveniência (convenience yield) do Ibovespa. b) Estrutura a termo da taxa de juro em reais (curva da taxa pré) e em dólares (curva de cupom cambial limpo) e o preço a vista do Ibovespa. c) Somente o preço do Ibovespa a vista. d) Estrutura a termo da taxa de juro em reais (curva da taxa pré) e em dólares (curva de cupom cambial limpo), o preço a vista do Ibovespa e o preço a vista do dólar. Os Fatores Primitivos de Risco (FPRs) de um contrato de derivativos consistem nas variáveis financeiras que influenciem diretamente a formação de seu preço via uma relação de não-arbitragem. Para o contrato futuro de DI de Um Dia, quais seriam os seus FPRs? a) Somente a estrutura a termo da taxa de juro em reais (curva da taxa pré). b) Estrutura a termo da taxa de juro em reais (curva da taxa pré) e em dólares (curva de cupom cambial limpo). c) Estrutura a termo da taxa de juro em reais (curva da taxa pré) e em dólares (curva de cupom cambial limpo) e o preço a vista do dólar. d) Estrutura a termo da taxa de juro em reais (curva da taxa pré) e o preço a vista do dólar. Os Fatores Primitivos de Risco (FPRs) de um contrato de derivativos consistem nas variáveis financeiras que influenciem diretamente a formação de seu preço via uma relação de não-arbitragem. Para o contrato futuro de dólar, quais seriam os FPRs? a) Estrutura a termo da taxa de juro em reais (curva da taxa pré) e em dólares (curva de cupom cambial limpo) e o preço a vista do dólar. b) Somente o preço a vista do dólar. c) Estrutura a termo da taxa de juro em reais (curva da taxa pré) e em dólares (curva de cupom cambial limpo). d) Estrutura a termo da taxa de juro em dólares (curva de cupom cambial limpo) e o preço a vista do dólar. 9

10 19 20 Os Fatores Primitivos de Risco (FPRs) de um contrato de derivativos consistem nas variáveis financeiras que influenciem diretamente a formação de seu preço via uma relação de não-arbitragem. Para o contrato futuro de café arábica, quais seriam os FPRs? a) Estrutura de preços a termo do café em US$ (curva de preços forward). b) Somente o preço a vista do café em US$. c) Estrutura a termo da taxa de juro em reais (curva da taxa pré) e em dólares (curva de cupom cambial limpo) e o preço a vista do café em US$. d) Preço a vista do café (em R$) e a estrutura a termo da taxa de juro em reais (curva da taxa pré). A margem de garantia dos contratos de swap sem ajuste periódico (com garantias): a) É calculada pelo modelo de estresse sobre o fluxo de caixa futuro do portfolio. b) É calculada pelo modelo de estresse sobre o valor presente do portfólio, conforme os fatores primitivos de risco. c) É fixa, sendo estabelecida pelo Comitê de Risco da BM&F, contrato por contrato. d) É calculada pelo modelo de estresse sobre o valor presente do portfólio para cada mercado específico, calculando a margem para cada contrato isoladamente. 10

11 Nível II Entre as providências necessárias para evitar que o percentual do limite operacional do Sistema de Risco Intradiário da Clearing de Derivativos descritas abaixo, assinale a alternativa incorreta: a) Utilizar o aplicativo disponibilizado pela BM&F para a simulação do impacto de novas operações, especificadas ou não, sobre o percentual de utilização do limite operacional. b) Depósito antecipado de garantias adicionais na Clearing, de titularidade do próprio negociador, para ampliação do respectivo limite operacional. c) Evitar a especificação dos comitentes das operações para diminuir o valor do risco do negociador. d) Pronta identificação das operações realizadas no sistema eletrônico de negociação (GTS) que serão objeto de repasse para outras Corretoras ou PLDs. Resposta: c Observe as afirmativas relativas ao Sistema de Risco Intradiário da Clearing de Derivativos e assinale a alternativa correta. I: Cabe ao membro de compensação responsável aceitar ou reduzir o limite de risco intradiário estabelecido pela Clearing de Derivativos para os seus negociadores. II: As garantias depositadas por um intermediário podem ser utilizadas para cobrir os riscos de outros. III: O membro de compensação responsável deve acompanhar a evolução ao longo do dia do limite operacional dos seus Negociadores. a) Somente as afirmativas I e II são verdadeiras. b) Somente as afirmativas I e III são verdadeiras. c) Somente as afirmativas II e III são verdadeiras. d) Todas as afirmativas são verdadeiras. Resposta: b 23 Observe as afirmativas relativas ao gerenciamento do risco de liquidez e assinale a alternativa correta. I: A Clearing de Derivativos possui mecanismos para controle e mitigação do risco de liquidez de forma a garantir o cumprimento tempestivo de todas as suas obrigações com os seus membros de compensação. II: Os mecanismos para controle e mitigação do risco de liquidez permitem garantir o cumprimento tempestivo de todas as obrigações da Clearing de Derivativos até um limite de R$50 milhões. a) Apenas a afirmativa I está correta. b) Apenas a afirmativa II está correta. c) Nenhuma afirmativa está correta. d) As afirmativas I e II estão corretas. 11

12 24 Observe as afirmativas relativas à margem de garantia da Clearing de Derivativos e assinale a alternativa correta. I: As chamadas de margem são determinadas com base nas posições em aberto de cada cliente, nos mercados futuros, de opções e de balcão. II: A metodologia utilizada permite compensar riscos entre contratos padronizados (negociados em pregão) e de balcão (OTC). a) Somente a afirmativa I é verdadeira. b) Somente a afirmativa II é verdadeira. c) As duas afirmativas são falsas. d) As duas afirmativas são verdadeiras. 25 Analise as afirmativas abaixo relativas à chamada de margens de garantia adicionais em D+0 ou D+1 e assinale a alternativa correta: I: É passível de ocorrência quando existe a violação do Limite Operacional do Negociador (D+0). II: É passível de ocorrência quando existe a violação dos limites de concentração de posições (D+0 ou D+1). III: É passível de ocorrência ao analisar a violação do limite para value at risk das posições detidas (D+0 ou D+1). a) Todas as afirmativas estão corretas. b) Somente as afirmativas I e II estão corretas. c) Somente as afirmativas I e III estão corretas. d) Nenhuma das afirmativas está correta. Resposta: b 26 As margens de garantias requisitadas pela Clearing de Derivativos são calculadas: a) Tomando como referência os portfólios dos comitentes, sendo calculadas utilizandose um modelo de value at risk. b) Tomando como referência os portfólios consolidados dos membros de compensação, sendo calculadas utilizando-se um modelo de teste de estresse. c) Tomando como referência os portfólios dos comitentes, sendo calculadas utilizandose um modelo de teste de estresse. d) Tomando como referência os portfólios consolidados dos membros de compensação, calculadas utilizando-se um modelo de value at risk. Resposta: c 12

13 27 O valor da margem de garantia de uma carteira deve cobrir os custos de liquidação (a preços de mercado) e a elevação potencial desse custo. A respeito dessa questão, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta. I: O custo de liquidação de uma carteira composta somente por contratos futuros é igual a zero, após o processo de ajuste diário. II: O custo de liquidação de uma carteira composta somente por opções tradicionais (sem ajuste diário) é o seu valor de mercado. a) As duas afirmativas estão corretas. b) Somente a afirmativa I está correta. c) Somente a afirmativa II está correta. d) Nenhuma das afirmativas está correta Em relação ao cálculo de margem de garantia para os contratos futuros, assinale a alternativa incorreta: a) Utiliza um modelo de teste de estresse, em que cada contrato é representado por um conjunto de fatores primitivos de risco (FPRs). b) Admite a compensação de riscos entre contratos distintos pertencentes a uma mesma subcarteira. c) Os cenários de estresse são diferenciados de acordo com o risco de crédito representado pelo participante. d) Os cenários de estresse são determinados pelo comitê de risco da BM&F. Resposta: c O valor da margem de garantia de uma carteira de contratos futuros é formado pelo cálculo do Custo de Liquidação da Carteira (CLC) e pela estimação do Risco de Mercado (RM). A respeito desta questão, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta. I: O valor da margem de um contrato futuro é, no mínimo, igual a zero e, no máximo, igual à subtração entre CLC e RM. II: O RM dos contratos futuros é calculado a partir das variações de seus fatores primitivos de risco nos diversos cenários de estresse. a) Somente a afirmativa II está correta. b) Todas as afirmativas estão corretas. c) Somente a afirmativa I está correta. d) Nenhuma das afirmativas está correta. 13

14 O modelo empregado no cálculo da margem das opções padronizadas (negociadas em pregão) utiliza o conceito de full valuation, em que: a) Cada opção é avaliada, utilizando-se um modelo teórico de apreçamento de opções, em um conjunto de cenários de estresse contíguos representados por todas as possíveis combinações entre os cenários de estresse para o ativo-objeto da opção, taxa de juro livre de risco, custo de carregamento (quando aplicável) e volatilidade implícita. b) Cada opção é avaliada, utilizando-se um modelo teórico de apreçamento de opções, em um conjunto de cenários de estresse contíguos representados por todas as possíveis combinações entre os cenários de estresse para o ativo-objeto da opção e volatilidade histórica. c) Cada opção é avaliada, utilizando-se um modelo teórico de apreçamento de opções, em um conjunto de cenários de estresse contíguos representados por todas as possíveis combinações entre os cenários de estresse para o ativo-objeto da opção e taxa de juro livre de risco d) Cada opção é avaliada, utilizando-se um modelo teórico de apreçamento de opções, em um conjunto de cenários de estresse contíguos representados por todas as possíveis combinações entre os cenários de estresse para o ativo-objeto da opção, taxa de juro livre de risco, taxa de spread de crédito, custo de carregamento (quando aplicável) e volatilidade implícita. Um dos componentes do processo de administração de risco da Clearing de Derivativos refere-se ao limite de concentração de posições. Em relação a tal limite, pode-se afirmar que: a) É analisado conforme dois critérios distintos: conforme o número de contratos em aberto e conforme a exposição a fatores de risco. b) O seu monitoramento ocorre somente no nível dos membros de compensação. c) O seu monitoramento ocorre somente no nível dos comitentes. d) É analisado exclusivamente conforme a exposição a fatores de risco. Sobre os limites de oscilação diária de preços, assinale a opção incorreta: a) São diferenciados por contrato. b) São diferenciados entre vencimentos distintos do mesmo contrato. c) Constituem importante mecanismo de mitigação do risco de liquidez da Clearing de Derivativos. d) São suspensos 48 horas antes do vencimento do contrato. Resposta: d 14

15 33 34 Sobre o cálculo da margem de garantia das opções padronizadas (negociadas em pregão) é correto afirmar que: a) Um modelo de teste de estresse, em que cada opção é mapeada em um conjunto de fatores primitivos de risco (FPRs) via aproximação delta-gama-vega. b) Um modelo de value at risk (VaR), em que cada opção é mapeada em um conjunto de fatores primitivos de risco (FPRs) via aproximação delta-gama-vega. c) Um modelo de full valuation em que cada opção é avaliada, utilizando-se modelo teórico de apreçamento de opções, em um conjunto de cenários de estresse contíguos representados por todas as possíveis combinações entre os cenários de estresse para o ativo-objeto da opção, taxa de juro livre de risco, custo de carregamento (quando aplicável) e volatilidade implícita. d) Um modelo de full valuation, em que cada opção é mapeada em um conjunto de fatores primitivos de risco (FPRs) via aproximação delta-gama-vega. Resposta: c As carteiras de swaps sem ajuste periódico e os contratos futuros não são consolidadas para fins de determinação dos valores de margem de garantia, isto é, não se admite a compensação de riscos entre esses produtos, pois: a) Os fluxos de caixa referentes aos ajustes diários dos futuros são liquidados em uma janela de liquidação diferente dos fluxos de caixa referentes ao vencimento dos swaps. b) Futuros são marcados a mercado diariamente, gerando fluxos de caixa de mesma freqüência, enquanto swaps apenas geram fluxos de caixa na sua data de vencimento. Essa característica torna necessário um ajuste de convexidade que não pode ser tratado pelo sistema de cálculo de margem. c) Futuros são marcados a mercado diariamente, gerando fluxos de caixa de mesma freqüência, enquanto swaps apenas geram fluxos de caixa na sua data de vencimento. Assim, uma perda com futuros não pode ser compensada por ganhos com swaps, pois, enquanto no primeiro caso tem-se um fluxo de caixa negativo a ser liquidado em D+1, no segundo tem-se apenas um aumento no seu valor de mercado. d) Futuros são marcados a mercado diariamente, gerando fluxos de caixa de mesma freqüência, enquanto swaps apenas geram fluxos de caixa na sua data de vencimento. Assim, uma perda com futuros não pode ser compensada por ganhos com swaps, pois o valor presente do primeiro será sempre menor que o valor presente do segundo. Resposta: c 15

16 35 36 O risco legal, para uma clearing, está associado a eventuais fragilidades na estrutura jurídica que ampara suas atividades. No mercado brasileiro, destaca-se a importância para a mitigação desse tipo de risco na: a) Resolução N o do CMN. b) Lei N o c) Lei N o d) Lei N o Resposta: c O conceito de margem mínima está associado ao valor mínimo de margem: a) Estabelecido pela BM&F para cada tipo de participante. b) Estabelecido pela BM&F para opções muito fora do dinheiro. c) Estabelecido pela BM&F apenas para contratos futuros agropecuários. d) Estabelecido pela BM&F para todos os contratos futuros. Resposta: b 16

SISTEMA DE RISCO BM&F (SRB)

SISTEMA DE RISCO BM&F (SRB) SISTEMA DE RISCO BM&F (SRB) Subsistema de Margem para Ativos Líquidos Opções com Ajuste sobre Disponível e sobre Futuro Setembro 2006 .ii. 1. Introdução Neste documento, apresenta-se a nova metodologia

Leia mais

Perguntas e Respostas sobre Liquidação Normas e Regulamentos

Perguntas e Respostas sobre Liquidação Normas e Regulamentos Perguntas e Respostas sobre Liquidação Normas e Regulamentos 60 questões com gabarito FICHA CATALOGRÁFICA (Catalogado na fonte pela Biblioteca da BM&FBOVESPA Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros) LIQUIDAÇÃO

Leia mais

b) Público-alvo Profissionais que queiram atuar como Agentes Distribuidores de Derivativos ADD.

b) Público-alvo Profissionais que queiram atuar como Agentes Distribuidores de Derivativos ADD. TREINAMENTO DE AGENTE DISTRIBUIDOR DE DERIVATIVOS MODALIDADE ONLINE a) Objetivo Atender à demanda de todos que queiram atuar no mercado financeiro como agentes distribuidores de derivativos, oferecendo

Leia mais

CERTIFICAÇÃO PARA FUNÇÃO DE AGENTE DISTRIBUIDOR DE DERIVATIVOS E ATUALIZAÇÃO DOS ANEXOS DO OC 038/2007 e OC 077/2005

CERTIFICAÇÃO PARA FUNÇÃO DE AGENTE DISTRIBUIDOR DE DERIVATIVOS E ATUALIZAÇÃO DOS ANEXOS DO OC 038/2007 e OC 077/2005 CERTFCAÇÃO PARA FUNÇÃO DE AGENTE DSTRBUDOR DE DERVATVOS E ATUALZAÇÃO DOS ANEXOS DO OC 038/2007 e OC 077/2005 O presente documento visa esclarecer aspectos importantes da Certificação para Agente Distribuidor

Leia mais

MATEMÁTICA FINANCEIRA 216 questões com gabarito

MATEMÁTICA FINANCEIRA 216 questões com gabarito 216 questões com gabarito FICHA CATALOGRÁFICA (Catalogado na fonte pela Biblioteca da BM&F BOVESPA Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros) MATEMÁTICA FINANCEIRA: 216 questões com gabarito. São Paulo:

Leia mais

Perguntas Freqüentes Operações em Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F)

Perguntas Freqüentes Operações em Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) 1. O que é contrato futuro? É um acordo entre duas partes, que obriga uma a vender e outra, a comprar a quantidade e o tipo estipulados de determinada commodity, pelo preço acordado, com liquidação do

Leia mais

CARACTERÍSTICAS OPERACIONAIS DOS MERCADOS 239 questões com gabarito

CARACTERÍSTICAS OPERACIONAIS DOS MERCADOS 239 questões com gabarito 239 questões com gabarito FICHA CATALOGRÁFICA (Catalogado na fonte pela Biblioteca da BM&F BOVESPA Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros) CARACTERÍSTICAS OPERACIONAIS : 239 questões com gabarito. São

Leia mais

Gestão Tesouraria e Derivativos Prof. Cleber Rentroia MBA em Gestão Financeira Avançada

Gestão Tesouraria e Derivativos Prof. Cleber Rentroia MBA em Gestão Financeira Avançada 1. O direito de compra de um ativo, a qualquer tempo, pelo respectivo preço preestabelecido, caracteriza uma opção? a) Européia de venda b) Européia de compra c) Americana de venda d) Americana de compra

Leia mais

MANUAL DE ADMINISTRAÇÃO DE RISCO DA CÂMARA DE COMPENSAÇÃO E LIQUIDAÇÃO DA BM&FBOVESPA

MANUAL DE ADMINISTRAÇÃO DE RISCO DA CÂMARA DE COMPENSAÇÃO E LIQUIDAÇÃO DA BM&FBOVESPA MANUAL DE ADMINISTRAÇÃO DE RISCO DA CÂMARA DE COMPENSAÇÃO E LIQUIDAÇÃO DA BM&FBOVESPA Dezembro 2015 ÍNDICE Introdução 5 Funções e Notação 8 Capítulo 1 - Estrutura de Salvaguardas 9 1.1 Componentes da estrutura

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Conselho de Administração Diretoria Geral Gerenciamento de Capital Diretoria de Controladoria, Operações, Jurídico, Ouvidoria e Cobrança Diretoria de Tesouraria, Produtos e Novos Negócios Operações Bancárias

Leia mais

Arquivos de Parâmetros, Cenários e Simulação de Risco Relatório de Definições de Arquivos

Arquivos de Parâmetros, Cenários e Simulação de Risco Relatório de Definições de Arquivos Arquivos de Parâmetros, Cenários e Simulação Relatório de Definições de Arquivos Este documento descreve um conjunto de definições de arquivos desenvolvidos pela BM&FBOVESPA, a serem utilizados no processo

Leia mais

POLÍTICAS. Política de Risco de Mercado

POLÍTICAS. Política de Risco de Mercado POLÍTICAS Versão: 1.3 Política Institucional de Risco de Mercado Vigência: 26.02.2009 Atualização: 21.12.2009 1- Introdução Definição: Risco de mercado é a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes

Leia mais

POLÍTICA: ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO

POLÍTICA: ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO POLÍTICA: ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO 1. INTRODUÇÃO A política de Risco de Mercado do Scotiabank Brasil ( Scotiabank ) é baseada na política do grupo de Risk Management Global do Scotiabank

Leia mais

Relatório de Gerenciamento de Riscos. Informações Adicionais e. Dados Quantitativos

Relatório de Gerenciamento de Riscos. Informações Adicionais e. Dados Quantitativos Relatório de Gerenciamento de Riscos Informações Adicionais e Dados Quantitativos Avaliação da adequação do Patrimônio de Referência (PR) face à estrutura e contexto operacional O processo de monitoramento

Leia mais

O F Í C I O C I R C U L A R. Membros de Compensação, Corretoras Associadas, Participantes com Liquidação Direta e Operadores Especiais

O F Í C I O C I R C U L A R. Membros de Compensação, Corretoras Associadas, Participantes com Liquidação Direta e Operadores Especiais 02 de maio de 2007 038/2007-DG O F Í C I O C I R C U L A R Membros de Compensação, Corretoras Associadas, Participantes com Liquidação Direta e Operadores Especiais Ref.: Certificação de Profissionais

Leia mais

Míni de Dólar WEBTRADING. É acessível. É descomplicado. É para você.

Míni de Dólar WEBTRADING. É acessível. É descomplicado. É para você. Míni de Dólar WEBTRADING É acessível. É descomplicado. É para você. FUTURO WEBTRADING EM UM CLIQUE O futuro em um clique Com apenas um clique, você pode negociar minicontratos. O acesso ao WTr é simples,

Leia mais

Relatório. Gestão de Riscos. Conglomerado Cruzeiro do Sul

Relatório. Gestão de Riscos. Conglomerado Cruzeiro do Sul Relatório de Gestão de Riscos Conglomerado Cruzeiro do Sul Data-Base 31/12/2010 Superintendência de Riscos Índice 1. Introdução 3 2. Perímetro 3 3. Estrutura de Gestão de Riscos 3 3.1 Risco de Crédito

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO 1. INTRODUÇÃO O Scotiabank Brasil (SBB), em atendimento à Resolução CMN 3.464 e alinhado a política global do grupo, implementou estrutura de Gerenciamento

Leia mais

O que é e como funciona uma operação de swap

O que é e como funciona uma operação de swap O que é e como funciona uma operação de swap! O que é Swap! O que é Hedge! Mecanismo básico de funcionamento de uma operação de Swap Autores: Francisco Cavalcante(f_c_a@uol.com.br)! Administrador de Empresas

Leia mais

Mercados Futuros (BM&F)

Mercados Futuros (BM&F) Neste segmento de mercado se negociam contratos e minicontratos futuros de ativos financeiros ou commodities. Ou seja, é a negociação de um produto que ainda não existe no mercado, por um preço predeterminado

Leia mais

Míni de Ibovespa WEBTRADING. É acessível. É descomplicado. É para você.

Míni de Ibovespa WEBTRADING. É acessível. É descomplicado. É para você. Míni de Ibovespa WEBTRADING É acessível. É descomplicado. É para você. WEBTRADING O futuro em um clique Com apenas um clique, você pode negociar minicontratos. O acesso ao WTr é simples, rápido e seguro.

Leia mais

MERCADO DE CAPITAIS. Bolsas de Valores ou de Mercadorias. Cronologia da criação dos mercados de bolsas no mundo e no Brasil

MERCADO DE CAPITAIS. Bolsas de Valores ou de Mercadorias. Cronologia da criação dos mercados de bolsas no mundo e no Brasil MERCADO DE CAPITAIS Prof. Msc. Adm. José Carlos de Jesus Lopes Bolsas de Valores ou de Mercadorias São centros de negociação onde reúnem-se compradores e vendedores de ativos padronizados (ações, títulos

Leia mais

10.1DAS CARACTERÍSTICAS E DEFINIÇÕES DO MERCADO DE OPÇÕES. a) Ativo-objeto - o Ativo admitido à negociação na Bolsa, a que se refere a opção;

10.1DAS CARACTERÍSTICAS E DEFINIÇÕES DO MERCADO DE OPÇÕES. a) Ativo-objeto - o Ativo admitido à negociação na Bolsa, a que se refere a opção; 1 / 7 CAPÍTULO X DO MERCADO DE OPÇÕES 10.1DAS CARACTERÍSTICAS E DEFINIÇÕES DO MERCADO DE OPÇÕES 10.1.1 O mercado de opções compreende as operações relativas à negociação de direitos outorgados aos titulares

Leia mais

CORE CloseOut Risk Evaluation Apresentação para mercado

CORE CloseOut Risk Evaluation Apresentação para mercado CORE CloseOut Risk Evaluation Apresentação para mercado Novembro de 2012 A implantação da integração das clearings da BM&FBOVESPA e do novo sistema de risco CORE (Closeout Risk Evaluation) depende de prévia

Leia mais

O Limite Operacional do Agente de Compensação corresponde ao valor da Garantia por ele depositada após a aplicação do deságio apropriado.

O Limite Operacional do Agente de Compensação corresponde ao valor da Garantia por ele depositada após a aplicação do deságio apropriado. C A P Í T U L O V - G E R E N C I A M E N T O D E R I S C O S 1. A SPECTOS G ERAIS O Gerenciamento de Riscos tem por finalidades, identificar, mensurar e prover cobertura ou transferência dos riscos, em

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.477. I - bancos múltiplos, bancos comerciais, bancos de investimento, bancos de câmbio e caixas econômicas;

CIRCULAR Nº 3.477. I - bancos múltiplos, bancos comerciais, bancos de investimento, bancos de câmbio e caixas econômicas; CIRCULAR Nº 3.477 Dispõe sobre a divulgação de informações referentes à gestão de riscos, ao Patrimônio de Referência Exigido (PRE), de que trata a Resolução nº 3.490, de 29 de agosto de 2007, e à adequação

Leia mais

SUMÁRIO CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO...1 CAPÍTULO 2 CONCEITOS BÁSICOS DE MERCADOS FUTUROS..5 CAPÍTULO 3 MERCADO FUTURO DE DÓLAR COMERCIAL...

SUMÁRIO CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO...1 CAPÍTULO 2 CONCEITOS BÁSICOS DE MERCADOS FUTUROS..5 CAPÍTULO 3 MERCADO FUTURO DE DÓLAR COMERCIAL... SUMÁRIO CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO..................................1 CAPÍTULO 2 CONCEITOS BÁSICOS DE MERCADOS FUTUROS..5 2.1 Introdução...........................................5 2.2 Posições.............................................6

Leia mais

INSTITUTO EDUCACIONAL BM&FBOVESPA CERTIFICAÇÃO DOS PROFISSIONAIS PQO ROTEIRO DE ESTUDOS ÁREA DE RISCO

INSTITUTO EDUCACIONAL BM&FBOVESPA CERTIFICAÇÃO DOS PROFISSIONAIS PQO ROTEIRO DE ESTUDOS ÁREA DE RISCO INSTITUTO EDUCACIONAL BM&FBOVESPA CERTIFICAÇÃO DOS PROFISSIONAIS PQO ROTEIRO DE ESTUDOS ÁREA DE RISCO 1. Tributação no mercado financeiro 1.1. Tributação de cotistas de fundo de investimento 1.2. Tributação

Leia mais

Telas de controle de posições e de liquidação

Telas de controle de posições e de liquidação Workshop Certificação Fase 5 Telas de controle de posições e de liquidação Agosto de 2013 A implantação da integração das clearings da BM&FBOVESPA e do novo sistema de risco CORE (Closeout Risk Evaluation)

Leia mais

ÍNDICE GERAL. Política de Gerenciamento do Risco de Mercado. 1 Introdução. 2 Definição de Risco de Mercado. 3 Metodologia.

ÍNDICE GERAL. Política de Gerenciamento do Risco de Mercado. 1 Introdução. 2 Definição de Risco de Mercado. 3 Metodologia. Política de Gerenciamento do Risco de Mercado ÍNDICE GERAL 1 Introdução 2 Definição de Risco de Mercado 3 Metodologia 4 Gestão de Risco 5 Qualificação de novas operações 1. Introdução A Política de Gerenciamento

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO DE CRÉDITO

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO DE CRÉDITO ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO DE CRÉDITO Setembro 2013 2 1 INTRODUÇÃO Este documento resume as informações relativas à estrutura de gerenciamento do risco de crédito do BR Partners Banco de Investimentos

Leia mais

Estrutura de gestão do Risco de Mercado no BNDES. 1. Introdução

Estrutura de gestão do Risco de Mercado no BNDES. 1. Introdução 1 Estrutura de gestão do Risco de Mercado no BNDES 1. Introdução A Gestão de Riscos de Mercado é a atividade por meio da qual uma instituição financeira administra os riscos resultantes de variações nas

Leia mais

BANRISUL AUTOMÁTICO FUNDO DE INVESTIMENTO CURTO PRAZO CNPJ/MF nº 01.353.260/0001-03

BANRISUL AUTOMÁTICO FUNDO DE INVESTIMENTO CURTO PRAZO CNPJ/MF nº 01.353.260/0001-03 BANRISUL AUTOMÁTICO FUNDO DE INVESTIMENTO CURTO PRAZO CNPJ/MF nº 01.353.260/0001-03 PROSPECTO AVISOS IMPORTANTES I. A CONCESSÃO DE REGISTRO PARA A VENDA DAS COTAS DESTE FUNDO NÃO IMPLICA, POR PARTE DA

Leia mais

DERIVATIVOS DE Balcão. Termo de Moedas

DERIVATIVOS DE Balcão. Termo de Moedas DERIVATIVOS DE Balcão Termo de Moedas Termo de Moedas Registro de negociação de taxas de câmbio ou de paridade futura O produto O Contrato a Termo de Moedas possibilita a negociação de taxa de câmbio ou

Leia mais

CARTA CIRCULAR Nº 3.687, DE 26 DE DEZEMBRO DE 2014.

CARTA CIRCULAR Nº 3.687, DE 26 DE DEZEMBRO DE 2014. CARTA CIRCULAR Nº 3.687, DE 26 DE DEZEMBRO DE 2014. Dispõe sobre os procedimentos para a remessa das informações relativas às exposições ao risco de mercado e à apuração das respectivas parcelas no cálculo

Leia mais

DIVULGAÇÃO DAS INFORMAÇÕES DE GESTÃO DE RISCO E PATRIMÔNIO EXIGIDO CIRCULAR 3.477

DIVULGAÇÃO DAS INFORMAÇÕES DE GESTÃO DE RISCO E PATRIMÔNIO EXIGIDO CIRCULAR 3.477 DIVULGAÇÃO DAS INFORMAÇÕES DE GESTÃO DE RISCO E PATRIMÔNIO EXIGIDO CIRCULAR 3.477 Banco John Deere S.A Data de Referência: Março/2012 1/14 Sumário 1. Gestão de Riscos Aspectos Qualitativos... 3 1.1. Estrutura

Leia mais

O F ÍC I O C I R C U L A R. Membros de Compensação, Corretoras Membros e Demais Participantes dos Mercados Administrados pela BM&FBOVESPA

O F ÍC I O C I R C U L A R. Membros de Compensação, Corretoras Membros e Demais Participantes dos Mercados Administrados pela BM&FBOVESPA 20 de agosto de 2008 033/2008-DP O F ÍC I O C I R C U L A R Membros de Compensação, Corretoras Membros e Demais Participantes dos Mercados Administrados pela BM&FBOVESPA Ref.: Início da Negociação via

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO CONTEÚDO 1. INTRODUÇÃO... 2 2. DEFINIÇÕES... 2 2.1. RISCO DE MERCADO... 2 2.2. GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO... 2 2.3. TIPOS E CATEGORIAS DE RISCO AVALIADOS... 2 Risco de Taxas de Juros...2 Risco de

Leia mais

Operações com derivativos (item 7 do edital BB)

Operações com derivativos (item 7 do edital BB) Operações com derivativos (item 7 do edital BB) Prof.Nelson Guerra set / 2012 INTRODUÇÃO Os preços gerais das mercadorias agrícolas, das taxas de juros e do câmbio têm-se mostrado altamente instável no

Leia mais

Contrato de Opção Flexível de Compra sobre Índice de Taxa de Juro Spot Especificações

Contrato de Opção Flexível de Compra sobre Índice de Taxa de Juro Spot Especificações Contrato de Opção Flexível de Compra sobre Índice de Taxa de Juro Spot Especificações 1. Definições Contrato (especificações): termos e regras sob os quais as operações serão realizadas e liquidadas. Compra

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE CRÉDITO

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE CRÉDITO ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE CRÉDITO A Um Investimentos S/A CTVM, conforme definição da Resolução nº 3.721/09, demonstra através deste relatório a sua estrutura do gerenciamento de risco de crédito.

Leia mais

taxa de câmbio de reais por dólar dos Estados Unidos da

taxa de câmbio de reais por dólar dos Estados Unidos da Contrato Futuro de Boi Gordo com Liquidação Financeira Especificações 1. Definições Contrato: termos e regras específicos sob os quais os negócios serão realizados e liquidados. Day trade compra e venda,

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE LIQUIDEZ. 1 Objetivo. 2 Diretrizes. 2.1 Princípios para Gerenciamento do Risco de Liquidez

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE LIQUIDEZ. 1 Objetivo. 2 Diretrizes. 2.1 Princípios para Gerenciamento do Risco de Liquidez ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE LIQUIDEZ 1 Objetivo Apresentar o modelo de gerenciamento de Risco de Liquidez no Banco Safra e os princípios, as diretrizes e instrumentos de gestão em que este modelo

Leia mais

CONTRATO FUTURO DE AÇÚCAR CRISTAL COM LIQUIDAÇÃO FINANCEIRA. Especificações

CONTRATO FUTURO DE AÇÚCAR CRISTAL COM LIQUIDAÇÃO FINANCEIRA. Especificações CONTRATO FUTURO DE AÇÚCAR CRISTAL COM LIQUIDAÇÃO FINANCEIRA Especificações 1. Definições Hedgers: Preço de ajuste (PA): PTAX: Taxa de câmbio referencial BM&FBOVESPA: Dia útil: comitentes que negociam o

Leia mais

RISCOS DE INVESTIMENTO. Proibida a reprodução.

RISCOS DE INVESTIMENTO. Proibida a reprodução. Proibida a reprodução. A Planner oferece uma linha completa de produtos financeiros e nossa equipe de profissionais está preparada para explicar tudo o que você precisa saber para tomar suas decisões com

Leia mais

Gerenciamento de Riscos Risco de Mercado

Gerenciamento de Riscos Risco de Mercado Gerenciamento de Riscos Risco de Mercado 2. Risco de Mercado A divulgação da Resolução 3.464 do CMN pelo BACEN em 26 de junho de 2007 foi o primeiro passo no processo de implementação de uma estrutura

Leia mais

Gerenciamento do Risco de Crédito

Gerenciamento do Risco de Crédito Gerenciamento do Risco de Crédito Documento TESTE INTRODUÇÃO O Conselho Monetário Nacional (CMN), por intermédio da Resolução no. 3.721 do Banco Central do Brasil (BACEN), determinou às instituições financeiras

Leia mais

Risk & Permanent Control

Risk & Permanent Control Estrutura Organizacional Risco de Crédito Introdução Este documento apresenta a estrutura organizacional da área de Risco de Crédito do conglomerado CRÉDIT AGRICOLE Brasil e estabelece as suas principais

Leia mais

INTEGRAÇÃO DAS CÂMARAS DA BM&FBOVESPA Apresentação para mercado

INTEGRAÇÃO DAS CÂMARAS DA BM&FBOVESPA Apresentação para mercado INTEGRAÇÃO DAS CÂMARAS DA BM&FBOVESPA Apresentação para mercado CLASSIFICAÇÃO DA INFORMAÇÃO (MARQUE COM UM X ): CONFIDENCIAL RESTRITA CONFIDENCIAL USO INTERNO X PÚBLICO AGENDA AMBIENTE DE PÓS-NEGOCIAÇÃO

Leia mais

Projeto de Integração das Clearings

Projeto de Integração das Clearings Projeto de Integração das Clearings Início da Fase 2 Clearing de Renda Variável e Renda Fixa Privada A implantação da 2ª Fase do Projeto de Integração das Clearings depende da aprovação dos órgãos reguladores

Leia mais

O F Í C I O C I R C U L A R

O F Í C I O C I R C U L A R 5 de outubro de 00 143/00-DG O F Í C I O C I R C U L A R Membros de Compensação, Corretoras Associadas e Operadores Especiais Ref.: Limites Mínimo e Máximo para Prêmios, Preços de Exercício e Preços de

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 4.263, DE 05 DE SETEMBRO DE 2013 Dispõe sobre as condições de emissão de Certificado de Operações Estruturadas (COE) pelas instituições

RESOLUÇÃO Nº 4.263, DE 05 DE SETEMBRO DE 2013 Dispõe sobre as condições de emissão de Certificado de Operações Estruturadas (COE) pelas instituições RESOLUÇÃO Nº 4.263, DE 05 DE SETEMBRO DE 2013 Dispõe sobre as condições de emissão de Certificado de Operações Estruturadas (COE) pelas instituições financeiras que especifica. O Banco Central do Brasil,

Leia mais

www.contratofuturo.com

www.contratofuturo.com www.contratofuturo.com www.contratofuturo.com História Antes do dólar a moeda de referência internacional era a Libra Esterlina, pois a Inglaterra era a grande economia mundial. Somente após a segunda

Leia mais

Bolsa de Mercadorias & Futuros

Bolsa de Mercadorias & Futuros OPERAÇÕES EX-PIT Bolsa de Mercadorias & Futuros Apresentação Este folheto tem por objetivo apresentar aspectos técnicos e operacionais ligados aos negócios ex-pit. O que é a operação ex-pit, para que

Leia mais

Gestão de Riscos, Patrimônio de Referência Exigido (PRE) e Adequação do Patrimônio de Referência (PR) Circular Bacen 3.477/09

Gestão de Riscos, Patrimônio de Referência Exigido (PRE) e Adequação do Patrimônio de Referência (PR) Circular Bacen 3.477/09 2013 Gestão de Riscos, Patrimônio de Referência Exigido (PRE) e Adequação do Patrimônio de Referência (PR) Circular Bacen 3.477/09 2 ÍNDICE: 1. INTRODUÇÃO... 3 2. ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS...

Leia mais

POLÍTICA DE GOVERNANÇA CORPORATIVA

POLÍTICA DE GOVERNANÇA CORPORATIVA Sumário: 01. OBJETIVO:... 2 02. CONCEITUAÇÃO / DEFINIÇÃO:... 2 03. ABRANGÊNCIA / ÁREAS ENVOLVIDAS:... 2 04. RESPONSABILIDADES:... 2 04.01. Responsáveis pela execução das atribuições desta política... 2

Leia mais

Aviso n. o 006/2014-AMCM

Aviso n. o 006/2014-AMCM Aviso n. o 006/2014-AMCM ASSUNTO: UTILIZAÇÃO DE PRODUTOS DERIVADOS NOS FUNDOS DE PENSÕES De acordo com o disposto no n. o 6 do aviso n. o 006/2013-AMCM, de 10 de Janeiro, os instrumentos derivados, tais

Leia mais

O emolumento refere-se ao serviço de negociação. Essa tarifa incide nas seguintes situações:

O emolumento refere-se ao serviço de negociação. Essa tarifa incide nas seguintes situações: Emolumentos O emolumento refere-se ao serviço de negociação. Essa tarifa incide nas seguintes situações: Negociação do contrato (abertura ou encerramento de posição antes do vencimento); Exercício de opções;

Leia mais

Setor de Precificação e Risco de Mercado Última Revisão Maio de 2010 MANUAL DE PRECIFICAÇÃO DE ATIVOS DA MAGLIANO SA CCVM CNPJ 61.723.

Setor de Precificação e Risco de Mercado Última Revisão Maio de 2010 MANUAL DE PRECIFICAÇÃO DE ATIVOS DA MAGLIANO SA CCVM CNPJ 61.723. MANUAL DE PRECIFICAÇÃO DE ATIVOS DA MAGLIANO SA CCVM CNPJ 61.723.847/0001-99 FUNDOS DE INVESTIMENTOS INTRODUÇÃO A Magliano: Buscar a correta precificação dos ativos é parte integrante do controle de risco.

Leia mais

www.contratofuturo.com

www.contratofuturo.com www.contratofuturo.com www.contratofuturo.com O que é o Índice Futuro Para falar de índice futuro, primeiro precisamos falar do ÍNDICE no presente, que é o Ibovespa. O famoso índice que serve para medir

Leia mais

RELATÓRIO DESCRITIVO DA ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DA PORTO SEGURO INVESTIMENTOS

RELATÓRIO DESCRITIVO DA ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DA PORTO SEGURO INVESTIMENTOS RELATÓRIO DESCRITIVO DA ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DA PORTO SEGURO INVESTIMENTOS 1. CONTEXTO A Porto Seguro Investimentos é uma Instituição Financeira privada, constituída em 8 de abril de 1991,

Leia mais

F.Q.S. DI - Fundo de Aplicação em Quotas de Fundos de Investimento Financeiro (Administrado pelo Banco Safra S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de

F.Q.S. DI - Fundo de Aplicação em Quotas de Fundos de Investimento Financeiro (Administrado pelo Banco Safra S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de F.Q.S. DI - Fundo de Aplicação em Quotas de Fundos de Investimento Financeiro Demonstrações financeiras em 31 de março de 2004 e de 2003 e parecer dos auditores independentes Parecer dos auditores independentes

Leia mais

BANRISUL ÍNDICE FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES CNPJ/MF nº 02.131.725/0001-44

BANRISUL ÍNDICE FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES CNPJ/MF nº 02.131.725/0001-44 BANRISUL ÍNDICE FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES CNPJ/MF nº 02.131.725/0001-44 PROSPECTO AVISOS IMPORTANTES I. A CONCESSÃO DE REGISTRO PARA A VENDA DAS COTAS DESTE FUNDO NÃO IMPLICA, POR PARTE DA COMISSÃO

Leia mais

Projeto IPN Integração do Pós- Negociação

Projeto IPN Integração do Pós- Negociação Projeto IPN Integração do Pós- Negociação Boletim 5ª Reunião do GT-Testes 7 de Fevereiro de 2013 A implantação do IPN depende de prévia autorização dos órgãos reguladores A implantação da integração das

Leia mais

Conselho de Regulação e Melhores Práticas de Negociação de Instrumentos Financeiros DELIBERAÇÃO Nº 10

Conselho de Regulação e Melhores Práticas de Negociação de Instrumentos Financeiros DELIBERAÇÃO Nº 10 Conselho de Regulação e Melhores Práticas de Negociação de Instrumentos Financeiros DELIBERAÇÃO Nº 10 O Conselho de Regulação e Melhores Práticas de Negociação de Instrumentos Financeiros, no exercício

Leia mais

MATEMÁTICA FINANCEIRA 216 questões com cabarito

MATEMÁTICA FINANCEIRA 216 questões com cabarito 216 questões com cabarito FICHA CATALOGRÁFICA (Catalogado na fonte pela Biblioteca da BM&F BOVESPA Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros) MATEMÁTICA FINANCEIRA: 216 questões com gabarito. São Paulo:

Leia mais

5/3/2012. Derivativos. Prof. Dr. Bolivar Godinho de Oliveira Filho. Prof. Dr. Bolivar Godinho de Oliveira Filho

5/3/2012. Derivativos. Prof. Dr. Bolivar Godinho de Oliveira Filho. Prof. Dr. Bolivar Godinho de Oliveira Filho Derivativos Prof. Dr. Bolivar Godinho de Oliveira Filho 1 Prof. Dr. Bolivar Godinho de Oliveira Filho Currículo Economista com pós-graduação em Finanças pela FGV-SP, mestrado em Administração pela PUC-SP

Leia mais

Tributação. Mercado de Derivativos, Fundos e Clubes de Investimentos, POP e Principais Perguntas

Tributação. Mercado de Derivativos, Fundos e Clubes de Investimentos, POP e Principais Perguntas Tributação Mercado de Derivativos, Fundos e Clubes de Investimentos, POP e Principais Perguntas 1 Índice Imposto de Renda para Mercado de Opções 03 Exemplos de Apuração dos Ganhos Líquidos - Antes do Exercício

Leia mais

II - os limites mínimos de exposição presentes no regulamento

II - os limites mínimos de exposição presentes no regulamento A construção das taxas spot é obtida mediante a acumulação das taxas a termo implícitas entre os vencimentos dos instrumentos financeiros listados, assumida a hipótese de que a taxa a termo entre os vencimentos

Leia mais

Proteção de Preços do Agronegócio

Proteção de Preços do Agronegócio Proteção de Preços do Agronegócio Derivativos: conceitos básicos Derivativos são instrumentos referenciados em outros ativos; O objetivo primordial é permitir a gestão de riscos a que estão submetidos

Leia mais

Projeto IPN Integração do Pós- Negociação Boletim da 14ª Reunião do GT-Testes 26 de setembro de 2013

Projeto IPN Integração do Pós- Negociação Boletim da 14ª Reunião do GT-Testes 26 de setembro de 2013 Projeto IPN Integração do Pós- Negociação Boletim da 14ª Reunião do GT-Testes 26 de setembro de 2013 A implantação da integração das clearings da BM&FBOVESPA e do novo sistema de risco CORE (Closeout Risk

Leia mais

MANUAL DE GERENCIAMENTO DO RISCO DE LIQUIDEZ

MANUAL DE GERENCIAMENTO DO RISCO DE LIQUIDEZ MANUAL DE GERENCIAMENTO DO RISCO DE LIQUIDEZ Introdução O Gerenciamento do Risco de Liquidez no Grupo Didier Levy, considerando as empresas BEXS Banco de Câmbio S/A e BEXS Corretora de Câmbio S/A está

Leia mais

CONTRATO PARA REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES NOS MERCADOS ADMINISTRADOS POR BOLSA DE VALORES E/OU POR ENTIDADE DO MERCADO DE BALCÃO ORGANIZADO

CONTRATO PARA REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES NOS MERCADOS ADMINISTRADOS POR BOLSA DE VALORES E/OU POR ENTIDADE DO MERCADO DE BALCÃO ORGANIZADO CONTRATO PARA REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES NOS MERCADOS ADMINISTRADOS POR BOLSA DE VALORES E/OU POR ENTIDADE DO MERCADO DE BALCÃO ORGANIZADO NOVA FUTURA DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA,

Leia mais

TAXAS DE JURO. 1. Contrato Futuro de Taxa Média de Depósitos Interfinanceiros de Um Dia 01 a 03

TAXAS DE JURO. 1. Contrato Futuro de Taxa Média de Depósitos Interfinanceiros de Um Dia 01 a 03 TAXAS DE JURO ÍNDICE Contratos Pag. 1. Contrato Futuro de Taxa Média de Depósitos Interfinanceiros de Um Dia 01 a 03 2. Alterado pelo Ofício Circular 015/2002-DG, DE 01/02/2002 04 3. Novos procedimentos

Leia mais

Instrumentos Financeiros Derivativos. Gerenciamento e Controle

Instrumentos Financeiros Derivativos. Gerenciamento e Controle Instrumentos Financeiros Derivativos Gerenciamento e Controle Agenda Objetivos e Visão Geral da Tesouraria; Principais Funções da Tesouraria; Mesas de Operação; Processos de Tesouraria; Mercados. Instrumentos

Leia mais

Política. Gestão de Risco de Mercado

Política. Gestão de Risco de Mercado Política de Gestão de Risco de Mercado Superintendência de Riscos Aprovada no Comitê de Riscos e Liquidez de 30/09/2010 Índice 1. OBJETIVO 3 2. PERÍMETRO 3 2.1 CARTEIRA DE NEGOCIAÇÃO 3 2.2 CARTEIRA ESTRUTURAL

Leia mais

UBS Brasil: Controle de riscos e capital Categoria: Controles de Risco

UBS Brasil: Controle de riscos e capital Categoria: Controles de Risco UBS Brasil: Controle de riscos e capital Categoria: Controles de Risco Responsável: Controle de Riscos Aprovação: BRCC Propósito deste documento Promover transparência quanto à estrutura de gestão de riscos

Leia mais

COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS - SECRETARIA EXECUTIVA

COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS - SECRETARIA EXECUTIVA COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS - SECRETARIA EXECUTIVA DELIBERAÇÃO Nº 550, DE 17 DE OUTUBRO DE 2008: Dispõe sobre a apresentação de informações sobre instrumentos financeiros derivativos em nota explicativa

Leia mais

Descrição da Estrutura de Gerenciamento 2015. - Risco de Mercado -

Descrição da Estrutura de Gerenciamento 2015. - Risco de Mercado - Descrição da Estrutura de Gerenciamento 2015 - Risco de Mercado - Sumário: 1. Introdução:... 3 2. Objetivo:... 3 3. Diretrizes de Gestão:... 3 4. Atribuições e Responsabilidades:... 4 Conselho de Administração:...

Leia mais

COMO INVESTIR NO MERCADO A TERMO MERCADOS

COMO INVESTIR NO MERCADO A TERMO MERCADOS COMO INVESTIR NO MERCADO A TERMO MERCADOS Como Investir no Mercado a Termo 1 2 Como Investir no Mercado a Termo O que é? uma OPERAÇÃO A TERMO É a compra ou a venda, em mercado, de uma determinada quantidade

Leia mais

ENTIDADES AUTO-REGULADORAS DO MERCADO ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO

ENTIDADES AUTO-REGULADORAS DO MERCADO ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO BM&FBOVESPA A BM&FBOVESPA é muito mais do que um espaço de negociação: lista empresas e fundos; realiza negociação de ações, títulos, contratos derivativos; divulga cotações; produz índices de mercado;

Leia mais

Risco de Mercado ESTRUTURA

Risco de Mercado ESTRUTURA Risco de Mercado Em atendimento a Resolução 3.464/2007 do Conselho Monetário Nacional, o Banco Fidis ponderou a natureza das operações e a complexidade dos produtos associados aos seus negócios e implementou

Leia mais

COMO INVESTIR NO MERCADO A TERMO MERCADOS

COMO INVESTIR NO MERCADO A TERMO MERCADOS COMO INVESTIR NO MERCADO A TERMO MERCADOS O que é? uma operação A TERMO É a compra ou a venda, em mercado, de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado,

Leia mais

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO DA J.P. MORGAN CORRETORA DE CÂMBIO E VALORES MOBILIÁRIOS S.A.

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO DA J.P. MORGAN CORRETORA DE CÂMBIO E VALORES MOBILIÁRIOS S.A. REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO DA J.P. MORGAN CORRETORA DE CÂMBIO E VALORES MOBILIÁRIOS S.A. A J.P. MORGAN CORRETORA DE CÂMBIO E VALORES MOBILIÁRIOS S.A. (a Corretora ), em atenção ao disposto no art.

Leia mais

Derivativos de Balcão. Opções Flexíveis

Derivativos de Balcão. Opções Flexíveis Derivativos de Balcão Opções Flexíveis Opções Flexíveis Proteção contra a volatilidade de preços O produto Opção flexível é um contrato em que o titular tem direito, mas não obrigação, de comprar (ou vender)

Leia mais

BANCO STANDARD DE INVESTIMENTOS S.A. ( BSI ) STANDARD BANK INTERNATIONAL HOLDINGS S.A. ( SIH ) ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO

BANCO STANDARD DE INVESTIMENTOS S.A. ( BSI ) STANDARD BANK INTERNATIONAL HOLDINGS S.A. ( SIH ) ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO BANCO STANDARD DE INVESTIMENTOS S.A. ( BSI ) STANDARD BANK INTERNATIONAL HOLDINGS S.A. ( SIH ) ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO ÚLTIMA VERSÃO Abril 2013 APROVAÇÃO Conselho de Administração

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER ESTRUTURADO BOLSA EUROPEIA 3 MULTIMERCADO 11.714.787/0001-70 Informações referentes a Maio de 2016

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER ESTRUTURADO BOLSA EUROPEIA 3 MULTIMERCADO 11.714.787/0001-70 Informações referentes a Maio de 2016 LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER ESTRUTURADO BOLSA EUROPEIA 3 MULTIMERCADO 11.714.787/0001-70 Informações referentes a Maio de 2016 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais

Leia mais

Relatório de Gerenciamento de Riscos (Pilar lll)

Relatório de Gerenciamento de Riscos (Pilar lll) Relatório de Gerenciamento de Riscos (Pilar lll) Índice Introdução... 3 Estrutura de Gerenciamento de Riscos... 3 Informações Qualitativas... 4 Risco de Crédito... 4 Risco de Mercado... 5 Risco de Liquidez...

Leia mais

PRAZOS E RISCOS DE INVESTIMENTO. Proibida a reprodução.

PRAZOS E RISCOS DE INVESTIMENTO. Proibida a reprodução. Proibida a reprodução. A Planner oferece uma linha completa de produtos financeiros e nossa equipe de profissionais está preparada para explicar tudo o que você precisa saber para tomar suas decisões com

Leia mais

RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS FINANCEIROS

RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS FINANCEIROS RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS FINANCEIROS Superintendência de Controles e Gerenciamentos de Riscos - SUCOR Gerência de Riscos GERIS Primeiro Trimestre de 2011 Índice APRESENTAÇÃO 3 1. GERENCIAMENTO

Leia mais

Gestão de Riscos e PRE Banco Mercedes-Benz do Brasil S.A. Base: Set/2011 a Dez/2012

Gestão de Riscos e PRE Banco Mercedes-Benz do Brasil S.A. Base: Set/2011 a Dez/2012 Gestão de Riscos e PRE Banco Mercedes-Benz do Brasil S.A. Base: Set/2011 a Dez/2012 Índice Introdução e Perfil 3 Crédito Política de Risco de Crédito 4 Exposição, exposição média e maiores clientes 6 Distribuição

Leia mais

Derivativos Prática. Igor Forte Pedro Jonas

Derivativos Prática. Igor Forte Pedro Jonas Derivativos Prática Igor Forte Pedro Jonas Jul/2013 Mini-case 1 Hedge com DOL Dólar Usado para transferência de risco cambial em US$. Empresas importadoras exportadoras e/ou com ativos e passivos indexados

Leia mais

Notas explicativas da Administração às demonstrações financeiras Em 31 de dezembro de 2014 e 2013 (Valores em R$, exceto o valor unitário das cotas)

Notas explicativas da Administração às demonstrações financeiras Em 31 de dezembro de 2014 e 2013 (Valores em R$, exceto o valor unitário das cotas) 1. Contexto operacional O CLUBE DE INVESTIMENTO COPACABANA ( Clube ) constituído por número limitado de cotistas que tem por objetivo a aplicação de recursos financeiros próprios para a constituição, em

Leia mais

Relatório. Gestão de Riscos. Conglomerado Cruzeiro do Sul

Relatório. Gestão de Riscos. Conglomerado Cruzeiro do Sul Relatório de Gestão de Riscos Conglomerado Cruzeiro do Sul Data-Base 30/09/2011 Superintendência de Riscos Índice 1. Introdução 3 2. Perímetro 3 3. Estrutura de Gestão de Riscos 3 3.1 Risco de Crédito

Leia mais

CAPÍTULO I - CADASTRO DE PARTICIPANTES E INVESTIDORES 1. Aspectos gerais 1.1 Apresentação de documentos

CAPÍTULO I - CADASTRO DE PARTICIPANTES E INVESTIDORES 1. Aspectos gerais 1.1 Apresentação de documentos PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS DA CÂMARA DE COMPENSAÇÃO, LIQUIDAÇÃO E GERENCIAMENTO DE RISCOS DE OPERAÇÕES NO SEGMENTO BOVESPA, E DA CENTRAL DEPOSITÁRIA DE ATIVOS (CBLC) CAPÍTULO I - CADASTRO DE PARTICIPANTES

Leia mais

FORMULÁRIO DE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES BANRISUL MERCADO FUNDO DE INVESTIMENTO RENDA FIXA LONGO PRAZO CNPJ/MF 15.283.719/0001-54

FORMULÁRIO DE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES BANRISUL MERCADO FUNDO DE INVESTIMENTO RENDA FIXA LONGO PRAZO CNPJ/MF 15.283.719/0001-54 FORMULÁRIO DE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES BANRISUL MERCADO FUNDO DE INVESTIMENTO RENDA FIXA LONGO PRAZO CNPJ/MF 15.283.719/0001-54 ESTE FORMULÁRIO FOI PREPARADO COM AS INFORMAÇÕES NECESSÁRIAS AO ATENDIMENTO

Leia mais

Teste de Adequação de Passivos Circular Susep nº 457/12 Perguntas e Respostas

Teste de Adequação de Passivos Circular Susep nº 457/12 Perguntas e Respostas Teste de Adequação de Passivos Circular Susep nº 457/12 Novembro/2013 1. ÁREAS RESPONSÁVEIS SUSEP/DITEC/CGSOA/COPRA SUSEP/DITEC/CGSOA/COARI 2. BASE LEGAL CIRCULAR SUSEP N 457, de 14 de dezembro de 2012.

Leia mais

Risco de Crédito. Estrutura Organizacional

Risco de Crédito. Estrutura Organizacional Risco de Crédito Estrutura Organizacional A estrutura para gestão de riscos do Banco Fidis deverá ser composta de Comitê de Cobrança e Risco, que é o órgão com responsabilidade de gerir o Risco de Crédito,

Leia mais

RELATÓRIO DE GESTÃO DE RISCOS. Introdução

RELATÓRIO DE GESTÃO DE RISCOS. Introdução - 1 - RELATÓRIO DE GESTÃO DE RISCOS Introdução A Administração acredita que a gestão efetiva de riscos é vital para o sucesso da Instituição e conseqüentemente mantém um ambiente de gerenciamento de riscos

Leia mais

FORMULÁRIO DE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES

FORMULÁRIO DE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES FORMULÁRIO DE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES CAIXA VALE DO RIO DOCE Data de Competência: 27/01/2016 1. CNPJ 04.885.820/0001-69 2. PERIODICIDADE MÍNIMA PARA DIVULGAÇÃO DA COMPOSIÇÃO

Leia mais