Pensando em um Currículo de Matemática para a Escola Ribeirinha: entre o saber local e o saber global

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1 Pensando em um Currículo de Matemática para a Escola Ribeirinha: entre o saber local e o saber global Magali Rocha de Sousa 1 Isabel Cristina Rodrigues de Lucena 2 Minhas primeiras reflexões Em tempos de globalização, há um movimento de homogeneização cultural, social, político e econômico. Se nas áreas política e econômica, esse fenômeno parece irreversível, então resta-nos lutar pela nossa identidade cultural começando pelo grupo menor, que é a família, até chegarmos ao maior, a nação. Como moradora de uma região cercada de águas, parte da maior bacia hidrográfica do mundo Região Amazônica -, é importante pensar nos ribeirinhos como um grupo cultural que, a partir do fortalecimento da consciência enquanto grupo, poderão lutar pela preservação de seus saberes, ao mesmo tempo, em que buscam melhorias nos campos político e econômico. Na área econômica, os ribeirinhos, devido às características geográficas da região onde moram, estão entre dois grupos com concepções totalmente antagônicas: os ecologistas que defendem o desenvolvimento sustentável e os não ecologistas que exploram o meio de forma contrária ao desenvolvimento sustentável. Como entender esse contexto e o seu papel dentro dele sem uma visão mais ampla? Acredito que a educação seja o caminho mais viável por ter a escola como um espaço possível de reflexão coletiva que congrega várias gerações. Com a escola, necessariamente, há de se pensar num currículo que proporcione ao ribeirinho o espaço para refletir, criticar e se posicionar como grupo perante os outros grupos. Nesse contexto, o currículo não pode deixar de contemplar o saber acadêmico, pois é este que é usado pelos grupos dominantes, mas que também não pode deixar de fora os saberes elaborados pelos ribeirinhos, pois são esses que o diferenciam dos outros grupos. 1 Mestranda do PPGECM/NPADC/UFPA 2 Orientadora da pesquisa.professora do PPGECM/NPADC/UFPA

2 O saber matemático, como produto cultural de todos os grupos e, especialmente, o dos ribeirinhos, merece uma análise curricular de modo a proporcionar um entendimento sobre suas características e de como ele pode ser incluído no currículo. Esta idéia configura meu projeto de pesquisa de mestrado ora em andamento, que desde março de 2008 faz parte do Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências e Matemática do Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento da Educação Matemática e Científica da Universidade Federal do Pará (PPGECM/NPADC/UFPA). Delineando a pesquisa A minha experiência como professora de matemática, no município de Ananindeua (PA), promoveu o pensar em uma pesquisa focalizada no estudo sobre o currículo de matemática para uma escola ribeirinha, sem perder de vista o contexto global no qual a escola está inserida. O município de Ananindeua faz parte da grande Belém. Assim como a própria capital (Belém), Ananindeua é formada por algumas áreas insulares. Dentre as ilhas existentes, escolhi a ilha João Pilatos como alvo de pesquisa, pois foi nessa localidade que tive a oportunidade, através da Secretaria Municipal de Educação, de desenvolver trabalhos de ordem técnico-pedagógica junto aos professores da escola lá existente. Esse trabalho consistiu em discutir conteúdos de matemática, bem como de outras disciplinas, que formariam a grade curricular da secretaria, pois a mesma ainda não possuía esse documento. A ilha João Pilatos, habitada por ribeirinhos, está localizada na região nordeste do Pará no município de Ananindeua no estuário do rio Maguari. Essa ilha congrega três comunidades: comunidade de João Pilatos, comunidade de Igarapé Grande e comunidade Nova Esperança. Esta última originou-se, a partir de invasão de propriedade particular. No cotidiano dessas comunidades, pode-se perceber a produção de objetos de miriti, cerâmica e até construção de barcos pequenos. Não existe energia elétrica, mas segundo relatos, lá poderá chegar o projeto Energia para Todos através da concessionária de energia. Esse projeto faz parte de um programa do governo federal em parceria com o estadual para implantação de energia elétrica. A pesca é uma prática de fonte de subsistência e a carvoaria é a principal fonte de renda.

3 Por estímulo do poder público municipal, os ribeirinhos estão substituindo a carvoaria pela plantação de cupuaçu, de banana e, principalmente, do açaí. Por ainda estarem aprendendo a plantar, a colheita dessas frutas é pequena e sem destino certo para venda. Apesar dessas comunidades estarem modificando o seu estilo de vida, fica evidente que elas possuem saberes adquiridos através de uma prática que garantiram sua existência e sobrevivência no decorrer dos anos. Do contrário, como explicar a construção de barcos, a produção de objetos artesanais sem terem cursado cursos formais para este fim? Nessa ilha existe uma escola que está inserida nesse contexto e que o considera, apenas, em termos administrativos. No entanto, não o leva para dentro do seu espaço para ser problematizado e tomado como referência para as atividades pedagógicas. Apesar de alguns professores, por iniciativa própria, perceberem a situação quando associam à ilha os fenômenos de degradação do meio ambiente existentes em outros locais. Sem essa contextualização, observo o currículo de matemática, nessa escola, sendo trabalhado de forma similar a uma escola urbana da região metropolitana de Belém: recursos didáticos restritos ao quadro e ao livro didático de outra região. Os conteúdos são desprovidos de uma realidade e sem ligação com outros conhecimentos. Entendo que há espaço para um trabalho pedagógico diferenciado, no entanto, a escola é uma instituição em que as atividades, objetivos e cronogramas são planejados, conjuntamente, por um corpo técnico e docente e que, portanto, para se executar um trabalho nos moldes citados anteriormente é necessária a concepção de um currículo amplo e flexível que respalde o trabalho o trabalho do professor. É baseando-me nessa flexibilidade que acredito que os currículos podem se integrar a qualquer contexto, desde que considere o saber e as experiências do local. Esse pensamento é defendido por Knijnik(2006) com a pesquisa por ela realizada em um assentamento do Movimento Sem-Terra do Rio Grande do Sul. Outro trabalho que também sugere uma análise curricular mostrando o distanciamento da escola, é o trabalho de Ieda Maria Giongo (2006) realizado no setor calçadista da região do Vale do Taquari (RS). Baseada neste pensar de articulação entre o saber local e o saber global, a partir do ambiente escolar, é que proponho uma pesquisa sobre o currículo com um enfoque cultural. Mais, especificamente, um estudo sobre o currículo de matemática e o contexto cultural da ilha João Pilatos, a partir da construção de práticas colaborativas com os

4 professores da Escola Municipal de Ensino Fundamental Domiciliano de Farias (Ananindeua-Pa). Desta forma, o objetivo geral dessa pesquisa é identificar os fatores sociais, políticos e pedagógicos que podem contribuir para a elaboração de um currículo de matemática que contemple o saber matemático cultural dentro do espaço escolar. Alguns caminhos para a pesquisa A pesquisa se desenha destacando três pontos chaves: currículo, saberes culturais e práticas colaborativas (formação de professores). Ao que se refere à temática de currículo, tenho iniciado minhas investigações no campo mais geral com outros autores para poder definir-me em qual linha devo fundamentar a investigação. Tenho me inclinado mais para a linha do enfoque multiculturalista e dos estudos culturais e o currículo. Neste momento, ainda estou com o meu estudo em processo de construção. Quanto aos saberes culturais, tenho acompanhado os estudos do GEMAZ (Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Matemática e Cultura Amazônica), parte do mestrado ao qual pertenço. No momento, tenho dedicado especial atenção às contribuições de BISHOP (1999) sobre a relação entre aprendizagem matemática, currículo e cultura. Quanto à formação de professores, no momento, estou pesquisando títulos de livros que tratam, sobretudo, de práticas colaborativas. Acredito que essa temática poderá auxiliar na construção de reflexões entre os professores que, comumente, trabalham a elaboração do currículo proposto na escola da ilha. Como primeiro passo para obtenção de dados e na perspectiva do trabalho colaborativo, pretendo fomentar, entre os professores da ilha, a idéia de um currículo direcionado para a cultura local. A intenção é identificar as percepções dos professores sobre essa temática através de observações e de possíveis entrevistas para este fim. Em seguida, serão feitas observações das atividades que expressam o saber local ou as necessidades básicas coletivas. Os dados poderão ser obtidos das entrevistas dos professores (como moradores) e de outros moradores da ilha. Buscaremos as pessoas de referência na ilha pela sabedoria que elas possuem no trato com os afazeres locais. Estas informações serão analisadas, de preferência, com todos os professores de matemática da escola com o intuito de investigar como esses saberes se processam dentro das

5 comunidades, conhecer quais necessidades eles têm a função de suprir e quais recursos materiais estão envolvidos na sua execução do dia-a-dia. Com as entidades representativas das comunidades ribeirinhas, será feito um trabalho de consulta quanto ao que eles esperam da escola e qual a sua função no contexto da ilha. Após essa fase será feito um novo debate entre os professores para identificar que relações entre o saber local e o saber matemático escolar são possíveis de serem pensados para a sua própria escola, buscando os pontos comuns e divergentes, as implicações da inclusão do saber local no currículo escolar e qual saber escolar/acadêmico é, realmente, relevante para os problemas locais. Algumas conclusões das pesquisas de campo poderão ser compartilhadas com os técnicos da educação da secretaria de educação para saber o que eles pensam sobre uma proposta curricular com aspectos culturais e quais contribuições eles podem oferecer. Referências D AMBROSIO, U. Etnomatemática: elo entre as tradições e a modernidade, Coleção Tendências em Educação Matemática. Belo Horizonte: Autêntica, GIONGO, I. M. Etnomatemática e práticas da produção de calçados. In: Knijnik, G.; Wanderer, F.; Oliveira, C. J. (orgs.). Etnomatemática: currículo e formação de professores. Santa Cruz do Sul: Edunisc, 2006, p KNIJNIK, G. Etnomatemática e Educação no Movimento Sem Terra. Knijnik, G.; Wanderer, F.; Oliveira, C. J. (orgs.). Etnomatemática: currículo e formação de professores. Santa Cruz do Sul: Edunisc, 2006, p SILVA, Tomas Tadeu. Documentos de Identidade: uma introdução às teorias do currículo. Belo Horizonte: Autêntica, 2003.

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