ProvocAções Narrativas: Quem conta um conto, aumenta um ponto

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ProvocAções Narrativas: Quem conta um conto, aumenta um ponto"

Transcrição

1 ProvocAções Narrativas: Quem conta um conto, aumenta um ponto Cláudia Roberta Ferreira Liana Arrais Seródio Campinas, São Paulo Brasil e Doutorandas pelo GEPEC Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Continuada no Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Educação UNICAMP e Professoras no Colégio de Aplicação Pio XII da PUC-Campinas Eixo: Formação de Educadores(as)

2 ProvocAções Narrativas: Quem conta um conto, aumenta um ponto Cláudia Roberta Ferreira Liana Arrais Seródio Iniciamos nosso artigo tomando por empréstimo um ditado popular muito comum entre brasileiros: Quem conta um conto, aumenta um ponto. E esta apropriação deve-se a uma das proposições e fundamentações teóricas do grupo de pesquisa do qual fazemos parte (GEPEC), que é o uso de narrativa como um possível instrumento de ensino e de pequisa na formação de professores(as). A breve narrativa que apresentaremos neste texto representa um ponto aumentado no conto outrora narrado. É uma nova história na passagem da história que contamos porque fomos provocadas pelo outro. Uma das atividades que o GEPEC tem realizado e da qual participamos é um círculo de estudos bakhtinianos. Nestes encontros-acontecimentos lemos, dialogamos, escrevemos e, daquilo que cada outro presente (mesmo ausente fisicamente) também lê, escreve e põe em diálogo, criamos significados e sentidos possíveis pelo sujeito que irrompe em nós dado nosso repertório pessoal (nossas experiências, concepções, representações etc.) na interação com esta multiplicidade de eus e outros. Somos seres de palavra dita e escrita e nos constituímos por palavras e, uma vez que elas têm dimensões alegóricas, mexem com nossos sentidos, nos tocam de alguma forma. Por isto, respondemos ao outro. E, nos provocamos mutuamente pelas nossas próprias escritas dos encontros-acontecimentos no círculo de estudos bakhtinianos, em movimento dialógico, nos formamos e formamos o outro. E assim, inicia o 'conto': Por Cláudia Ferreira 30 agosto 2010 Segundas com Bakhtin... viver a partir de si não significa viver para si, mas significa ser, a partir de si, responsavelmente participante... (BAKHTIN, 2010, p.108) e, por isso mesmo, implicado com e pelo outro. Então, quando penso na experiência de minha profissionalidade (e sua (re)constituição permanente dado nosso próprio inacabamento) e na opção por investigar o próprio trabalho como um dos dispositivos de formação profissional, compreendo que isto pode representar uma possibilidade de 'viver a vida responsavelmente participante'. Porque dialogicamente implicada em um eu para mim (sou o próprio autor contar de mim mesma naquilo que vivo), eu para o outro (sou o narrador narro para o outro, conto de mim para o outro) e outro para mim (incorporar naquilo que tenho como excedente em relação ao outro e do que ele excede em relação a mim, quando volto a expor isto tudo para mim mesmo). E isto na experiência de constituição da própria profissionalidade, bem como na da pesquisa sobre ela.

3 E quem lê o conto, aumenta um ponto e puxa fios para e de outras histórias... Por Liana 31 agosto/13 setembro 2010 Ainda tratando do tema do gosto musical. E do papel da coordenadora na escola. O que tem a ver um e outro? Não dá para esperar que os gostos sejam comuns até que se revertam em desejo de trabalho. É o caminho inverso, que o trabalho/estudo e a escuta/interpretação possibilitem um gosto. Para tratar de gosto musical ou de trabalho de coordenação pedagógica, ou da escolha de caminhos seja para onde se quiser ir, um saber é preciso: quem é esse ser, qual a visão de ser humano, temos? Para mim, talvez entre as maiores dificuldades com a filosofia bakhtiniana, esteja em lidar cientificamente com uma intuição que compartilhamos, como humanos: que outro-para-mim, eu-para-outro, eu-paramim são essência do Ser em ato do hombre en permanente interacción con sus semejantes mediante el lenguaje entendido como acto ético, como acción, como comunicación dinámica, como energeia (BUBNOVA, p.4 (100)). Isto é, à medida que converso com alguém vou percebendo pelo clima se o assunto é bem recebido, antes mesmo da resposta, confirmadas nas entrelinhas, gestos, silenciamentos, modo de falar e isso determina sua continuidade, se concordo ou não e a tempo para continuar ou encerrar a conversa. Desde este ponto de vista são vozes capazes de transmitir los sentidos de este diálogo ontológico posto que según Bajtín ser es comunicarse dialógicamente (BUBNOVA, p.4 (100)). Imagine que por falta de uso, por ojeriza a clima ruim, para evitar discussão, a conversa passa a não rolar : nós, seres falantes, deixamos de conversar. Sem essa prática, não há como nos desenvolvermos emocionalmente como esses seres humanos que somos nos últimos milhares de anos e que ainda não entendemos. Talvez evolua um outro mais descomplicado. Mas enquanto isso... Falar em três enfoques para explicar esse acontecimento, a tripla ótica, é falar do entendimento da herança genética da línguapensamento, segundo Bakhtin. É o outro que me constrói, me dá meu nome, minhas palavras, músicas e as metáforas, a polifonia que ressoa na corrente de sentidos da interação humana e sua identidade. São vozes construtoras e condutoras de sentidos nas enunciações que incitam respostas. Para forjar un nuevo sentido a partir de las voces ajenas nos involucramos en un proceso de compresión de lo que se dijo antes de nosotros, y tratamos de oír, anticipándola, la posible respuesta de nuestros interlocutores (BUBNOVA, p.6 ( )). Quando assumo perante os outros (e a escola, como professora que sou) um gosto musical, digo para mim e para o outro, quem sou; o que sou e o que o outro é, para mim. Sou o que outro vê quando me olha e como vejo o que ele vê de mim... E eu, nascida e formada nessa escuta e numa escola,

4 nesse olhar alheio, fico a representar o papel que suponho ser meu pelo prazer que sinto (ou a ira que provoco). Sendo professora de música, assumindo que o aluno é o centro para o qual se dirigem as propostas formativas produzidas de maneira a que venham a desenvolver autonomia na produção de conhecimento e criação artística, me esforço para lidar com uma realidade inadiável: a cultura que forma e se forma na linguagem, assim como o conceito triplo do Ser do Homem, tem em si as várias faces das expressões humanas. A Música é uma das formas de pensamento já que é linguagem 1, uma linguagem cujo signo é piú resistente, irridicibile, in questo senso, piú altro. Um segno che risponde a queste caratteristiche, com il suo relativo linguaggio, (...) che si sottrae all imperialismo della parola e che risulta quindi intrattabile da uma semiotica glottocentrica. 2 Mas para que serve, essa professora ter consciência dessa realidade para a escola e para a criança-aluno/a? Que a experiência musical é o que trará a consciência da linguagem musical. Intermediada por tudo o que atravessa o caminho, produz resistências, pelas condições das escolas e seu entorno. É nessa realidade que a professora de música vai se infiltrar e é nela que vai proporcionar uma vivência musical para cada aluno, mesmo que não aconteça ao mesmo tempo, no tempo das aulas, pois ser tocado estética e pessoalmente pelo fazer musical depende muito mais do que de uma possível organização do conteúdo específico e da maneira de disponibilizá-la. Não é linear, embora algumas condutas indiquem algumas lógicas. Como, por exemplo, a imersão na cultura (midiática, capitalista) na pré-adolescência sofre muito influência da televisão, que provocam conflitos entre as crianças e com a professora: que música escolher, o que fazer com ela etc., destilam amor ou ódio. Às vezes na mesma aula, o tempo é um fluir e refluir de sentido. Não há nenhum outro meio de comunicação em que a força do que já foi dito seja tão visível como a televisão, basicamente porque o que já foi dito ainda está sendo dito. (COLLINS, 1992, p. 333) A não tradutibilidade da Música tem levado à interdisciplinaridade e ao trabalho coletivo na maioria das visões sobre seu uso. Um caminho alternativo poderoso. Só que pode desviar a escuta. Tem muitos outros no caminho. Esta é somente parte do que compõe o(s) meu(s) gosto(s) por determinada(s) música(s), mas nesse momento é a escolha que quero e posso expressar. Sei disso pela capacidade de me ver diante dos valores que valorizei e me esforcei para conquistar, de modo que eu e os outros olhemos para mim e digamos: essas condutas são Belas, combinam com o que admiro e quero manter em mim, para que quando alguém me olhar, possa ver essas qualidades e se/me identifique. Como resultado possível, talvez aproxime-se e nos façamos companhia, quiçá, juntos, ampliemos o mundo. É imaginando como serei para o outro (como quando na frente de um espelho experimento o drama de escolher a roupa para um encontro, ou escolhendo uma música para o natal que vem chegando), extrapolando o que 1 Tanto quanto é linguagem aquela desenvolvida pelos bosquímanos ou hotentotes juntamente com o seu povo, bem próxima da extinção. Para saber mais, consulte <http://www.survival.es>. Acessado em 17/09/ PONZIO, Augusto. Tesi per il futuro anteriore della semiotica. Documento disponível em pdf. S.d.

5 eu vejo para imaginar o que o outro vê de mim, dou ao outro aquilo que ele vê de si, o que é provavelmente ilusão, que eu veja do outro o que ele mesmo não vê; que eu saiba de segredos que nunca poderei saber a não ser que o outro me diga ou se me mostre ostensivamente. E aí sei que mesmo num ato ostensivo há outras faces. Para o outro, que vai sentir o clima no que escuta/vê/sente do que eu digo/gesticulo/expresso, vai surgir uma ideia de quem sou, mas nesse momento já não sou só o que eu digo; o que sou se mistura no que o outro passou a ser para si, diante do que percebe em mim o que ele é de si para mim, numa sucessão de momentos singulares e polissêmicos, porque geradores de sentidos. Novamente, a que leva ter consciência dessa realidade? Que a igualdade que não há entre nós, que nos distingue, nos assemelha, que não podemos ser mais ou menos e sim maismenos no mesmo mundo das coisas que nos rodeiam e nos invadem. Quando alguém espera que eu conheça todas as músicas, já que sou professora de música, digo logo quais minhas escolhas, coloco uma barreira, uma defesa: prefiro admitir o que pode se passar como uma falha profissional do que entrar no mérito dos diversos outros gostos. Algo para o que o senso comum tem uma ótima saída e nem Kant desconsiderou totalmente: gosto não se discute, se objetiva. Claro que o que mais se discute é justamente questão de gosto, de escolha, de preferência, de identificação, que tem tudo a ver com o hábito, a geografia, a história, que fundamenta e se fundamenta nas lógicas da cultura. No outroparamim, no quê o outromedá. Indicio, nessa escolha, meus conhecimentos, valores e preferências estéticas. E completo com uma visão da formação profissional como algo em contínuo movimento. Que tem na coordenadora pedagógica, uma profissional que atua como especialista na escola básica brasileira, muito mais que uma baliza, uma confidente que inspira confiança. Alguém em quem meu gosto, assim indic(i)ado satisfaz a um tempo a trilogia, a trifonia, a trifocal (re)flex(aç)ão polifônica ressonante no outroparamim, no euparaooutro, no euparamim. Um euparamim que Ora é condescendente, ora carrasco, Ora ambos ao mesmo tempo. Porque não há tempo nesse lugar. Um euparaquem me enfeito ou enfeio E me vê ou nem. Que me eleva ou arrasa num só Olhar que é delemeu. De um outroparamim Que altera o euparamim Me fazendo outrademim Na confluência das linguagens. Lógica narrativa da palavra-signo-pensamento.

6 Na música só há música. Então é a cultura que se deve e vai, aos poucos, se modificar, alterando as relações na alteração das relações, como diria Maturana (1998, p.27) a linguagem é um domínio de coordenações consensuais de condutas de coordenações consensuais de condutas.... Daí a importância de sujeitos instituintes (SOLIGO, 2008) na coordenação do trabalho pedagógico na e da Escola, que possibilitem não a disputa, mas a construção. Não é fácil, mas sujeitos instituintes não procuram a facilidade. A(s) música(s), na sua materialidade instaurada no presente da escuta carrega toda uma complexidade (fios sonoros tramados com ideologia) que tinge os ouvidos. Transforma movimentos, imagens, lembranças, estados de alma por meio de padrões re-conhecidos portanto existentes. Lida com o contexto ideológico interno e externo sem passar por limites dos signos conceituais verbais. Passa a ser valorada esteticamente como produto ou obra de arte. Daí a importância de uma coordenação pedagógica instituinte. Utopia e arte. Pontos que contam e ampliam o mundo... E deixam brechas... fios a puxar em novas-outras histórias. Por Cláudia Ferreira 04 outubro 2010 Pensando com e através Bakhtin apoio-me em alguns pensares-e-fazeres e em um exercício exotópico, me possibilito (na verdade, tento...) ir além. Ir além em outras-novas histórias cujos sentidos podem ser vários, entretanto, dada certas condições de produção, não podem e não são quaisquer um. E assim, provocado pelo outro, irrompem sentidos que vão se produzindo nos entremeios, nas articulações das múltiplas sensibilidades, sensações, emoções e sentimentos dos sujeitos que se constituem como tais nas interações. (SMOLKA, 2004, p.45). Quem conta um conto, aumenta um ponto e revela um amálgama entre os escritos, os pensados e os ditos, possibilitando encontro(s)- acontecimento(s) que tem relação com a história de vida do outro. Um outro que conta outro conto e adensa a experiência de puxar fios dos muitos emaranhados nas histórias contadas e, na relação com seus outros, entretecem-nos produzindo sua próprias histórias. E assim, A história vai ganhando muitos fios que podem ou não serem tecidos, rompidos, arrematados, e com isso atinge seu objetivo principal que é capturar a atenção do outro. Dessa

7 forma o narrador, envolve-se com a história, com ele mesmo e com os sujeitos outros, (re)memorando fatos, (re)construindo acontecimentos, interagindo coletivamente com todos que estão na escuta. A cada desfecho, o narrador resgata algo valioso, seja individual ou coletivamente, que pode ter sido esquecido, (re)significando-o de acordo com a sua conveniência, ou seja, por meio da narrativa o narrador tem a possibilidade de desconstruir uma experiência e reconstruí-la. (FERREIRA et al, 2008, p.19). Neste emaranhado, exercitamos nosso pensamento, o disponibilizamos ao(s) outro(s) e por causa das interlocuções possíveis, visíveis e invisíveis... e hipervisíveis, e diante do exercício reflexivo realizado, nos formamos e formamos. Um fio de pensamento Que tece palavras, frases, textos Tece Sentidos... falas, escritas, produções, Um fio de pensamento Sempre na eminência de partir, de unir-se a outros pensamentos, Outros significados... De transformar-se em outros fios. Adriana Ofretorio, 2008 Referências Bibliográficas BAKHTIN, Mikhail M. Estética da criação verbal. Trad. Paulo Bezerra. São Paulo: Martins Fontes, BAKHTIN, Mikhail M. Para uma filosofia do ato responsável. (Trad. Valdemir Miotello e Carlos Alberto Faraco). São Carlos: Pedro & João Editores, BAKHTIN, Mikhail. Estética da criação verbal. Primeira edição em russo: Introdução e tradução do russo: Paulo Bezerra. Prefácio à edição francesa: Tvetan Todorov. Primeira edição brasileira: ed. São Paulo: Martins Fontes, BENJAMIN, Walter. O narrador: considerações sobre a obra de Nikolai Leskov. In Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura. Trad.: Sérgio Rouanet. 7. ed. São Paulo: Brasiliense, (Obras escolhidas, v.1). p BRAIT, Beth. (Org.). Bakhtin: conceitos-chave. 4. ed. São Paulo: Contexto, BUBNOVA, Tatiana. Voz, sentido y diálogo en Bajtín. In Acta Poetica 27 (1), PRIMAVERA, p FERREIRA, Cláudia R. Pensando com e através de Bakhtin. Campinas. 30 agosto Notas prévias. FERREIRA, Cláudia R. Pensando com e através de Bakhtin. Campinas. 04 outubro Notas prévias. FERREIRA, Cláudia R.; MARTIN, Adriana Ofretorio de O.; MONTEIRO, Francisca P. T; PRADO, Guilherme do Val Toledo; UNTALER, Lindomar de

8 Oliveira; MUNHOZ, Lucianna Magri de M. Narrativa na Formação de Professores: Costuras e Misturas Campinas. Notas prévias. MATURANA, Humberto. Emoções e linguagem na educação e na política. Belo Horizonte: UFMG, PONZIO, Augusto. A revolução bakhtiniana: o pensamento de Bakhtin e a ideologia contemporânea. (Coord. e Trad. Valdemir Miotello). São Paulo: Contexto, PONZIO, Augusto. Tesi per il futuro anteriore della semiótica. Programa di ricerca della Scuola de Bari-Lecce. Disponível em: <http://www.augustoponzio.com/letture%20in%20rete/tesi%20per%20il%20fut uro%20anteriore.pdf>. Acessado em: 23 nov SERODIO, Liana A. Uma questão de gosto. Campinas. 16 agosto Notas prévias. SERODIO, Liana A. É tudo questão de gosto? Campinas. 30 agosto Notas prévias. SERODIO, Liana A. É tudo questão de gosto? Campinas. 13 setembro Notas prévias. SMOLKA, A. L. B. Sentido e significação. Parte A sobre significação e sentido: uma contribuição à proposta de Rede de Significações. In: ROSSETTI- FERREIRA, M. C. (Org.). Rede de Significações e o estudo do desenvolvimento humano. Porto Alegre: Artmed, p SOLIGO, Rosaura Angélica. Quem forma quem? - Instituição de sujeitos Dissertação (Mestrado em Educação). Faculdade de Educação, Universidade Estadual de Campinas, Campinas-SP, Brasil.

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO MCH0181 HISTÓRIAS EM QUADRINHOS SOB A PERSPECTIVA DA TEORIA BAKHTINIANA

Leia mais

SABERES BIOGRÁFICOS E SABERES DOCENTES: A DIMENSÃO HEURÍSTICA E AUTOPOIÉTICA NAS NARRATIVAS DE PROFESSORAS ALFABETIZADORAS

SABERES BIOGRÁFICOS E SABERES DOCENTES: A DIMENSÃO HEURÍSTICA E AUTOPOIÉTICA NAS NARRATIVAS DE PROFESSORAS ALFABETIZADORAS SABERES BIOGRÁFICOS E SABERES DOCENTES: A DIMENSÃO HEURÍSTICA E AUTOPOIÉTICA NAS NARRATIVAS DE PROFESSORAS ALFABETIZADORAS Maximiano Martins de Meireles /UEFS 1 maxymuus@hotmail.com 1 APROXIMAÇÕES INICIAIS

Leia mais

AS CRIANÇAS E SUAS NARRATIVAS AUDIOVISUAIS: UMA PESQUISA EM PROCESSO Renata Gazé UNIRIO

AS CRIANÇAS E SUAS NARRATIVAS AUDIOVISUAIS: UMA PESQUISA EM PROCESSO Renata Gazé UNIRIO AS CRIANÇAS E SUAS NARRATIVAS AUDIOVISUAIS: UMA PESQUISA EM PROCESSO Renata Gazé UNIRIO Resumo Hoje muitas crianças convivem com narrativas audiovisuais na tv, no cinema e na Internet. Como se relacionam

Leia mais

O TESTE PILOTO: UMA POSSIBILIDADE METODOLÓGICA E DIALÓGICA NA PESQUISA QUALITATIVA EM EDUCAÇÃO

O TESTE PILOTO: UMA POSSIBILIDADE METODOLÓGICA E DIALÓGICA NA PESQUISA QUALITATIVA EM EDUCAÇÃO O TESTE PILOTO: UMA POSSIBILIDADE METODOLÓGICA E DIALÓGICA NA PESQUISA QUALITATIVA EM EDUCAÇÃO Cristiane Lisandra Danna (FURB) crisdanna@gmail.com RESUMO O teste piloto é um momento em que o pesquisador

Leia mais

As contribuições de conceitos desenvolvidos pelo Círculo de Bakhtin para a descrição e análise de enunciados de sujeitos com afasias

As contribuições de conceitos desenvolvidos pelo Círculo de Bakhtin para a descrição e análise de enunciados de sujeitos com afasias As contribuições de conceitos desenvolvidos pelo Círculo de Bakhtin para a descrição e análise de enunciados de sujeitos com afasias Rosana do Carmo Novaes Pinto 1 Desde 1999, venho defendendo a relevância

Leia mais

FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: PARTILHA DE SABERES E VIVÊNCIAS COMUNICACIONAIS

FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: PARTILHA DE SABERES E VIVÊNCIAS COMUNICACIONAIS FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: PARTILHA DE SABERES E VIVÊNCIAS COMUNICACIONAIS Lourdes Helena Rodrigues dos Santos - UFPEL/F/AE/PPGE Resumo: O presente estudo pretende compartilhar algumas descobertas,

Leia mais

RESENHAS. BECKER, Fernando. A origem do conhecimento e a aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artmed, 2003, 116 p.

RESENHAS. BECKER, Fernando. A origem do conhecimento e a aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artmed, 2003, 116 p. Linguagem & Ensino, Vol. 8, Nº 2, 2005 (275-285) RESENHAS BECKER, Fernando. A origem do conhecimento e a aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artmed, 2003, 116 p. Resenhado por Márcia Cristina Greco OHUSCHI

Leia mais

Ciranda de Sons e Tons: experiências culturais na infância Gilvânia Maurício Dias de Pontes 1 UFRGS

Ciranda de Sons e Tons: experiências culturais na infância Gilvânia Maurício Dias de Pontes 1 UFRGS Ciranda de Sons e Tons: experiências culturais na infância Gilvânia Maurício Dias de Pontes 1 UFRGS Resumo. As crianças desde o seu nascimento estão imersas em uma cultura para qual, inevitavelmente, terão

Leia mais

A PESQUISA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: À LUZ DO CONCEITO DE RESPONSIVIDADE NA ESTÉTICA BAKHTINIANA

A PESQUISA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: À LUZ DO CONCEITO DE RESPONSIVIDADE NA ESTÉTICA BAKHTINIANA A PESQUISA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: À Resumo LUZ DO CONCEITO DE RESPONSIVIDADE NA ESTÉTICA BAKHTINIANA SOUZA, Maiara Ferreira de 1 - UFJF LEITE, Ariane Rodrigues Gomes 2 - UFJF BERTOLDO,

Leia mais

Uma narrativa, uma história e um imaginário. Fernanda Cielo* 1

Uma narrativa, uma história e um imaginário. Fernanda Cielo* 1 Uma narrativa, uma história e um imaginário. Fernanda Cielo* 1 Meu nome é Maria Bonita, sou mulher de Vírgulino Ferreira- vulgo Lampiãofaço parte do bando de cangaceiros liderados por meu companheiro.

Leia mais

Exercícios para estabelecer o contato com a nossa criança interior

Exercícios para estabelecer o contato com a nossa criança interior Exercícios para estabelecer o contato com a nossa criança interior C omo este é o mês das crianças, decidi propor para aqueles que estão em busca de autoconhecimento, alguns exercícios que ajudam a entrar

Leia mais

(RE)SIGNIFICANDO O PROTAGONISMO DA PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO EM AULAS DE MATEMÁTICA RESUMO

(RE)SIGNIFICANDO O PROTAGONISMO DA PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO EM AULAS DE MATEMÁTICA RESUMO (RE)SIGNIFICANDO O PROTAGONISMO DA PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO EM AULAS DE MATEMÁTICA Dione Lucchesi de Carvalho Professora da Universidade Estadual de Campinas SP RESUMO Este artigo foi escrito buscando

Leia mais

JUSTIFICATIVA DA INCLUSÃO DA DISCIPLINA NA CONSTITUIÇÃO DO CURRICULO

JUSTIFICATIVA DA INCLUSÃO DA DISCIPLINA NA CONSTITUIÇÃO DO CURRICULO FATEA Faculdades Integradas Teresa D Ávila Curso: Pedagogia Carga Horária: 36h Ano: 2011 Professor: José Paulo de Assis Rocha Plano de Ensino Disciplina: Arte e Educação Período: 1º ano Turno: noturno

Leia mais

ESPELHO, ESPELHO MEU: HÁ ALGUÉM MAIS IMPORTANTE DO QUE EU? - UM ESTUDO SOBRE O DIÁLOGO NA RELAÇÃO ENTRE PROFESSORA E MÃE EM CRECHE

ESPELHO, ESPELHO MEU: HÁ ALGUÉM MAIS IMPORTANTE DO QUE EU? - UM ESTUDO SOBRE O DIÁLOGO NA RELAÇÃO ENTRE PROFESSORA E MÃE EM CRECHE ESPELHO, ESPELHO MEU: HÁ ALGUÉM MAIS IMPORTANTE DO QUE EU? - UM ESTUDO SOBRE O DIÁLOGO NA RELAÇÃO ENTRE PROFESSORA E MÃE EM CRECHE Márcia Gagliardi Núcleo de Estudos e Pesquisas: Formação de Professores

Leia mais

As dimensões da linguagem na Geografia: primeiras abordagens

As dimensões da linguagem na Geografia: primeiras abordagens Débora da Silva Pereira Universidade Federal de Goiás Debbora.sp@hotmail.com As dimensões da linguagem na Geografia: primeiras abordagens INTRODUÇÃO O objetivo central deste texto é veicular algumas abordagens

Leia mais

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Claudia Maria da Cruz Consultora Educacional FEVEREIRO/2015 CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A ênfase na operacionalização escrita dos documentos curriculares municipais é

Leia mais

Iniciação à PNL. www.cursosbrasil.com.br. Produção. Parte 2. Jimmy L. Mello. www.brasilpnl.com.br. www.brasilpnl.com.br

Iniciação à PNL. www.cursosbrasil.com.br. Produção. Parte 2. Jimmy L. Mello. www.brasilpnl.com.br. www.brasilpnl.com.br Serie: Cursos Profissionalizantes Brasil PNL Formação em "Programação neurolingüística" (PNL) Curso Gratuito Produção www.cursosbrasil.com.br Iniciação à PNL Parte 2 Jimmy L. Mello Distribuição gratuita

Leia mais

CRIANÇAS E ADULTOS EM DIFERENTES CONTEXTOS: A INFÂNCIA, A CULTURA CONTEMPORÂNEA E A EDUCAÇÃO.

CRIANÇAS E ADULTOS EM DIFERENTES CONTEXTOS: A INFÂNCIA, A CULTURA CONTEMPORÂNEA E A EDUCAÇÃO. CRIANÇAS E ADULTOS EM DIFERENTES CONTEXTOS: A INFÂNCIA, A CULTURA CONTEMPORÂNEA E A EDUCAÇÃO. Relatório Final O projeto "Crianças e adultos em diferentes contextos: a infância, a cultura contemporânea

Leia mais

O lugar da oralidade na escola

O lugar da oralidade na escola O lugar da oralidade na escola Disciplina: Língua Portuguesa Fund. I Selecionador: Denise Guilherme Viotto Categoria: Professor O lugar da oralidade na escola Atividades com a linguagem oral parecem estar

Leia mais

AUTORRETRATO... EU COMO SOU? SOU ÚNICO!

AUTORRETRATO... EU COMO SOU? SOU ÚNICO! AUTORRETRATO... EU COMO SOU? SOU ÚNICO! Maria da Penha Rodrigues de Assis EMEF SERRA DOURADA No ano de 2010 escolhi como posto de trabalho a EMEF Serra Dourada para lecionar como arte-educadora de séries

Leia mais

A imagem idealizada de uma infância saudável e feliz hoje se

A imagem idealizada de uma infância saudável e feliz hoje se VOZ DO LEITOR ANO 4 EDIÇÃO 30 On/off-line: entreolhares sobre as infâncias X, Y e Z Amanda M. P. Leite A imagem idealizada de uma infância saudável e feliz hoje se prende a uma espécie de saudosismo da

Leia mais

UM MINUTO PRA FALAR DO MUNDO Davina Marques Ludmila Alexandra dos Santos Sarraipa

UM MINUTO PRA FALAR DO MUNDO Davina Marques Ludmila Alexandra dos Santos Sarraipa CULTURAS E CONHECIMENTOS DISCIPLINARES ANO 3 EDIÇÃO 16 UM MINUTO PRA FALAR DO MUNDO Davina Marques Ludmila Alexandra dos Santos Sarraipa O sabiá Teco vai fugir da gaiola em busca de um lugar melhor para

Leia mais

A ARTE DE PRODUZIR ARTE Professora: Márcia Roseli Ceretta Flôres professora de artes marciacerettaflores@yahoo.com.br ESCOLA MUNICIPAL FUNDAMENTAL

A ARTE DE PRODUZIR ARTE Professora: Márcia Roseli Ceretta Flôres professora de artes marciacerettaflores@yahoo.com.br ESCOLA MUNICIPAL FUNDAMENTAL A ARTE DE PRODUZIR ARTE Professora: Márcia Roseli Ceretta Flôres professora de artes marciacerettaflores@yahoo.com.br ESCOLA MUNICIPAL FUNDAMENTAL JOÃO GOULART INTRODUÇÃO A arte apresenta uma forma de

Leia mais

PESQUISA, ALTERIDADE E FORMAÇÃO NA ESCOLA CHALUH, Laura Noemi UNICAMP chaluh@uol.com.br GT-08: Formação de Professores Agência Financiadora: CNPq

PESQUISA, ALTERIDADE E FORMAÇÃO NA ESCOLA CHALUH, Laura Noemi UNICAMP chaluh@uol.com.br GT-08: Formação de Professores Agência Financiadora: CNPq 1 PESQUISA, ALTERIDADE E FORMAÇÃO NA ESCOLA CHALUH, Laura Noemi UNICAMP chaluh@uol.com.br GT-08: Formação de Professores Agência Financiadora: CNPq Do percurso investigativo. O presente trabalho é parte

Leia mais

CRIANÇAS DIALOGAM COM O TEXTO LITERÁRIO

CRIANÇAS DIALOGAM COM O TEXTO LITERÁRIO 16º CONGRESSO DE LEITURA DO BRASIL WILLIANA PEREIRA SALDANHA CRIANÇAS DIALOGAM COM O TEXTO LITERÁRIO Comunicação oral apresentada no 16ºCOLE, vinculada ao seminário 02- X Seminário sobre Biblioteca no

Leia mais

Aspectos externos: contexto social, cultura, rede social, instituições (família, escola, igreja)

Aspectos externos: contexto social, cultura, rede social, instituições (família, escola, igreja) Lembretes e sugestões para orientar a prática da clínica ampliada e compartilhada Ampliar a clínica significa desviar o foco de intervenção da doença, para recolocá-lo no sujeito, portador de doenças,

Leia mais

IMPLICAÇÕES DO ESTUDO DAS INTERACÇÕES VERBAIS PARA O ESTUDO DA LINGUAGEM E DA COMUNICAÇÃO. Adriano Duarte Rodrigues

IMPLICAÇÕES DO ESTUDO DAS INTERACÇÕES VERBAIS PARA O ESTUDO DA LINGUAGEM E DA COMUNICAÇÃO. Adriano Duarte Rodrigues IMPLICAÇÕES DO ESTUDO DAS INTERACÇÕES VERBAIS PARA O ESTUDO DA LINGUAGEM E DA COMUNICAÇÃO Adriano Duarte Rodrigues Nesta última sessão do nosso curso, vou tentar esboçar algumas das mais importantes implicações

Leia mais

INFÂNCIA E CEGUEIRA: PRODUÇÃO DE LIVROS TÁTEIS PARA CRIANÇAS CEGAS E DE BAIXA VISÃO

INFÂNCIA E CEGUEIRA: PRODUÇÃO DE LIVROS TÁTEIS PARA CRIANÇAS CEGAS E DE BAIXA VISÃO INFÂNCIA E CEGUEIRA: PRODUÇÃO DE LIVROS TÁTEIS PARA CRIANÇAS CEGAS E DE BAIXA VISÃO Emilly Pereira Marques 1 Natália Cardoso Gonçalves 1 Avenida Geremário Dantas, 718. Bloco 1 / Apto: 202. Jacarepaguá,

Leia mais

O COORDENADOR PEDAGÓGICO E OS DESAFIOS DA FUNÇÃO

O COORDENADOR PEDAGÓGICO E OS DESAFIOS DA FUNÇÃO 1 O COORDENADOR PEDAGÓGICO E OS DESAFIOS DA FUNÇÃO Bruna Riboldi 1 Jaqueline Zanchin Josiane Melo Ketelin Oliveira Natália Moré Paula T. Pinto Nilda Stecanela2 Samanta Wessel3 Resumo Este artigo tem por

Leia mais

LINGUAGENS ARTÍSTICAS E LÚDICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL.

LINGUAGENS ARTÍSTICAS E LÚDICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. LINGUAGENS ARTÍSTICAS E LÚDICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. ANA PAULA CORDEIRO ARTE ARTE? O QUE É? QUAL SUA NECESSIDADE? QUAL SUA FUNÇÃO? ARTE: O QUE É? ARTE Uma forma de criação de linguagens- a linguagem visual,

Leia mais

Roda de conversa 10 Moderadores: Sergio Molina e Adriana Terahata Participantes: Pedro Paulo Salles e Melina Fernandes Sanchez

Roda de conversa 10 Moderadores: Sergio Molina e Adriana Terahata Participantes: Pedro Paulo Salles e Melina Fernandes Sanchez A educação com música Roda de conversa 10 Roda de conversa 10 Moderadores: Sergio Molina e Adriana Terahata Participantes: Pedro Paulo Salles e Melina Fernandes Sanchez Sergio Molina Projeto A Música na

Leia mais

A importância de ler Paulo Freire

A importância de ler Paulo Freire A importância de ler Paulo Freire Rodrigo da Costa Araújo - rodricoara@uol.com.br I. PRIMEIRAS PALAVRAS Paulo Reglus Neves Freire (1921-1997) o educador brasileiro que via como tarefa intrínseca da educação

Leia mais

Resenha temática: do posicionamento autoral (papel de autor) à produção do gênero acadêmico

Resenha temática: do posicionamento autoral (papel de autor) à produção do gênero acadêmico Resenha temática: do posicionamento autoral (papel de autor) à produção do gênero acadêmico Eveline Mattos Tápias-Oliveira Vera Lúcia Batalha de Siqueira Renda Maria do Carmo Souza de Almeida Maria de

Leia mais

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL 1988 CONSTITUIÇÃO FEDERAL ANTECEDENTES Art. 210. Serão fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental, de maneira a assegurar formação básica comum

Leia mais

IV CONALI - Congresso Nacional de Linguagens em Interação Múltiplos Olhares 05, 06 e 07 de junho de 2013 ISSN: 1981-8211

IV CONALI - Congresso Nacional de Linguagens em Interação Múltiplos Olhares 05, 06 e 07 de junho de 2013 ISSN: 1981-8211 A SUSTENTABILIDADE EKOS-LÓGICA DA NATURA: DISCURSO PUBLICITÁRIO DE SI Bárbara SANTANA 1 (UNESP) Introdução A proposta deste artigo fundamenta-se no estudo da configuração discursiva da peça publicitária

Leia mais

Situando o uso da mídia em contextos educacionais

Situando o uso da mídia em contextos educacionais Situando o uso da mídia em contextos educacionais Maria Cecília Martinsi Dentre os pressupostos educacionais relevantes para a época atual, considera-se que as múltiplas dimensões do ser humano - intelectual,

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FNDE PROINFÂNCIA BAHIA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA - UFBA FACULDADE DE EDUCAÇÃO - FACED DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A

Leia mais

A ação exotópica do professor pesquisador: uma reflexão sobre pesquisa-ação

A ação exotópica do professor pesquisador: uma reflexão sobre pesquisa-ação A ação exotópica do professor pesquisador: uma reflexão sobre pesquisa-ação Cristiane Alvarenga Rocha Santos 1 Jane Quintiliano Guimarães Silva 2 Acho que esse assunto de professor pesquisador é muito

Leia mais

Apropriação da Leitura e da Escrita. Elvira Souza Lima. (transcrição)

Apropriação da Leitura e da Escrita. Elvira Souza Lima. (transcrição) Apropriação da Leitura e da Escrita Elvira Souza Lima (transcrição) Nós estamos num momento de estatísticas não muito boas sobre a alfabetização no Brasil. Mas nós temos que pensar historicamente. Um fato

Leia mais

A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DO CAMPO: RELATOS DE EXPERIÊNCIAS DOCENTES

A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DO CAMPO: RELATOS DE EXPERIÊNCIAS DOCENTES A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DO CAMPO: RELATOS DE EXPERIÊNCIAS DOCENTES RESUMO ANDRADE, Elizete Oliveira 1 Este artigo é um recorte de uma pesquisa realizada com quatro professoras de classes multisseriadas

Leia mais

Profª Drª Maria Aparecida Baccega

Profª Drª Maria Aparecida Baccega Profª Drª Maria Aparecida Baccega http://lattes.cnpq.br/8872152033316612 Elizabeth Moraes Gonçalves - UMESP Alguns dados de currículo Livre Docente em Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da

Leia mais

O uso do desenho e da gravura sobre fotografia como práxis poética da memória

O uso do desenho e da gravura sobre fotografia como práxis poética da memória O uso do desenho e da gravura sobre fotografia como práxis poética da memória Vinicius Borges FIGUEIREDO; José César Teatini CLÍMACO Programa de pós-graduação em Arte e Cultura Visual FAV/UFG viniciusfigueiredo.arte@gmail.com

Leia mais

Espaço, tempo e seus desdobramentos na obra de Rafael Pagatini

Espaço, tempo e seus desdobramentos na obra de Rafael Pagatini Espaço, tempo e seus desdobramentos na obra de Rafael Pagatini Luísa Kiefer...a nossa experiência diária parece mostrar que nos constituímos como seres que se deslocam pela vida, com a única certeza da

Leia mais

O POTENCIAL DA ENTREVISTA NARRATIVA COM FOTOGRAFIAS

O POTENCIAL DA ENTREVISTA NARRATIVA COM FOTOGRAFIAS 1 O POTENCIAL DA ENTREVISTA NARRATIVA COM FOTOGRAFIAS Marta Batista de Souza i Andrea Cristina Versuti ii Eixo Temático: Arte, Educação e Contemporaneidade. Resumo: Este artigo analisa a compreensão da

Leia mais

Você já teve a experiência de enviar um email e, em pouco tempo, ver pedidos de orçamento e vendas sendo concretizadas?

Você já teve a experiência de enviar um email e, em pouco tempo, ver pedidos de orçamento e vendas sendo concretizadas? 2 Você já teve a experiência de enviar um email e, em pouco tempo, ver pedidos de orçamento e vendas sendo concretizadas? É SOBRE ISSO QUE VOU FALAR NESTE TEXTO. A maioria das empresas e profissionais

Leia mais

BAKHTIN E AS IDENTIDADES SOCIAIS: UMA POSSÍVEL CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS

BAKHTIN E AS IDENTIDADES SOCIAIS: UMA POSSÍVEL CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS BAKHTIN E AS IDENTIDADES SOCIAIS: UMA POSSÍVEL CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS Petrilson Alan Pinheiro (petrilsonpinheiro@yahoo.com.br petripinheiro@yahoo.com) RESUMO O grande interesse por questões acerca das

Leia mais

ORALIDADE EM UM LIVRO DIDÁTICO DE PORTUGUÊS: ARMADILHAS DE UM (DES)PRESTÍGIO

ORALIDADE EM UM LIVRO DIDÁTICO DE PORTUGUÊS: ARMADILHAS DE UM (DES)PRESTÍGIO Revista Eletrônica de Educação de Alagoas Volume 01. Nº 01. 1º Semestre de 2013 ORALIDADE EM UM LIVRO DIDÁTICO DE PORTUGUÊS: ARMADILHAS DE UM (DES)PRESTÍGIO Quitéria Pereira de ASSIS 1 Maria Aparecida

Leia mais

Concurso Literário. O amor

Concurso Literário. O amor Concurso Literário O Amor foi o tema do Concurso Literário da Escola Nova do segundo semestre. Durante o período do Concurso, o tema foi discutido em sala e trabalhado principalmente nas aulas de Língua

Leia mais

Oração. u m a c o n v e r s a d a a l m a

Oração. u m a c o n v e r s a d a a l m a Oração u m a c o n v e r s a d a a l m a 11 12 O Evangelho relata que por diversas vezes, quando ninguém mais estava precisando de alguma ajuda ou conselho, Jesus se ausentava para ficar sozinho. Natural

Leia mais

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Josiane Lima Zanata (Seduc) josianezanata@hotmail.com Ivani Souza Mello (UFMT) ivanimello1@hotmail.com

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

MINISTERIO DA DEFESA DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO EXERCITO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PREPARATÓRIA E ASSISTENCIAL

MINISTERIO DA DEFESA DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO EXERCITO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PREPARATÓRIA E ASSISTENCIAL APROVO Em conformidade com as Port. 38-DECEx, 12ABR11 e Port 137- Cmdo Ex, 28FEV12 MINISTERIO DA DEFESA DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO EXERCITO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PREPARATÓRIA E ASSISTENCIAL

Leia mais

PRODUÇÃO DE SIGNIFICADOS NA SALA DE AULA DE MATEMÁTICA DO ENSINO FUNDAMENTAL

PRODUÇÃO DE SIGNIFICADOS NA SALA DE AULA DE MATEMÁTICA DO ENSINO FUNDAMENTAL PRODUÇÃO DE SIGNIFICADOS NA SALA DE AULA DE MATEMÁTICA DO ENSINO FUNDAMENTAL Amarildo Melchiades da Silva Universidade Federal de Juiz de Fora xamcoelho@terra.com.br José Eduardo Ferreira da Silva C.A.

Leia mais

Proposta Pedagógica. Buscando atender às necessidades da comunidade local, o Colégio La Salle Brasília oferece educação infantil, fundamental e médio.

Proposta Pedagógica. Buscando atender às necessidades da comunidade local, o Colégio La Salle Brasília oferece educação infantil, fundamental e médio. Proposta Pedagógica Visão: Ser um centro de excelência em Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio que busca alcançar a utopia que tem de pessoa e sociedade, segundo os critérios do evangelho, vivenciando

Leia mais

ampliação dos significados. conhecedor fruidor decodificador da obra de arte

ampliação dos significados. conhecedor fruidor decodificador da obra de arte Comunicação O ENSINO DAS ARTES VISUAIS NO CONTEXTO INTERDISCIPLINAR DA ESCOLA ALMEIDA, Maria Angélica Durães Mendes de VASONE, Tania Abrahão SARMENTO, Colégio Hugo Palavras-chave: Artes visuais Interdisciplinaridade

Leia mais

ARTES VISUAIS E DEFICIÊNCIA VISUAL: UMA REFLEXÃO SOBRE A INCLUSÃO EM ESCOLAS PÚBLICAS MUNICIPAIS DE UM ESTADO DO SUL DO BRASIL

ARTES VISUAIS E DEFICIÊNCIA VISUAL: UMA REFLEXÃO SOBRE A INCLUSÃO EM ESCOLAS PÚBLICAS MUNICIPAIS DE UM ESTADO DO SUL DO BRASIL ARTES VISUAIS E DEFICIÊNCIA VISUAL: UMA REFLEXÃO SOBRE A INCLUSÃO EM ESCOLAS PÚBLICAS MUNICIPAIS DE UM ESTADO DO SUL DO BRASIL SILVEIRA, Tatiana dos Santos da FURB - Universidade Regional de Blumenau silsa@terra.com.br

Leia mais

5 Peço licença para este erro gramatical: utilizo os blogs foram sendo construídos porque é impossível pensar na

5 Peço licença para este erro gramatical: utilizo os blogs foram sendo construídos porque é impossível pensar na REFLEXÃO ENTRE PROFESSORES EM BLOGS : PASSOS PARA NOVAS EDUCAÇÕES 1 Adriane Lizbehd Halmann 2 Maria Helena Silveira Bonilla 3 Em certo momento do processo traçado pela pesquisa de mestrado que gera esta

Leia mais

ÍNDICES SOCIAIS DE VALOR: MASS MEDIA, LINGUAGEM E ENVELHECIMENTO

ÍNDICES SOCIAIS DE VALOR: MASS MEDIA, LINGUAGEM E ENVELHECIMENTO ÍNDICES SOCIAIS DE VALOR: MASS MEDIA, LINGUAGEM E ENVELHECIMENTO Denise Regina Stacheski - UTP denise.stacheski@utp.br Giselle Aparecida Athayde Massi - UTP giselle.massi@utp.br Introdução: O resumo estendido

Leia mais

Áfricas no Brasil: aprendendo sobre os sons, as cores, as imagens e os sabores

Áfricas no Brasil: aprendendo sobre os sons, as cores, as imagens e os sabores Áfricas no Brasil: aprendendo sobre os sons, as cores, as imagens e os sabores Rosália Diogo 1 Consideramos que os estudos relacionados a processos identitários e ensino, que serão abordados nesse Seminário,

Leia mais

O QUE ALUNOS DO CICLO INICIAL INVENTAM AO NOMEAR OS PERSONAGENS DE SUAS HISTÓRIAS INVENTADAS

O QUE ALUNOS DO CICLO INICIAL INVENTAM AO NOMEAR OS PERSONAGENS DE SUAS HISTÓRIAS INVENTADAS O QUE ALUNOS DO CICLO INICIAL INVENTAM AO NOMEAR OS PERSONAGENS DE SUAS HISTÓRIAS INVENTADAS Roberta da Silva Freitas roberta_sfreitas@hotmail.com Universidade Federal de Alagoas (UFAL-PPGE/ET&C-CAPES)

Leia mais

Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a

Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a João do Medo Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a mamãe dele. Um dia, esse menino teve um sonho ruim com um monstro bem feio e, quando ele acordou, não encontrou mais

Leia mais

O discurso sobre a profissão docente: construindo sentidos. Luciana Aleva Cressoni. PPGPE/UFSCar

O discurso sobre a profissão docente: construindo sentidos. Luciana Aleva Cressoni. PPGPE/UFSCar O discurso sobre a profissão docente: construindo sentidos Luciana Aleva Cressoni PPGPE/UFSCar Depois de uma palavra dita. Às vezes, no próprio coração da palavra se reconhece o Silêncio. Clarice Lispector

Leia mais

O ENSINO REFLEXIVO E DIALÓGICO DA REESCRITA: CONTRIBUIÇÕES DA TEORIA BAKHTINIANA

O ENSINO REFLEXIVO E DIALÓGICO DA REESCRITA: CONTRIBUIÇÕES DA TEORIA BAKHTINIANA O ENSINO REFLEXIVO E DIALÓGICO DA REESCRITA: CONTRIBUIÇÕES DA TEORIA BAKHTINIANA Viviane Letícia Silva Carrijo (PUC-SP) (UFMT) RESUMO: Neste artigo, apresentamos um recorte de nossa pesquisa sobre o desenvolvimento

Leia mais

FORMAÇÃO LEITORA NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Daniela Andrade Coelho da Fonseca 1, Marilani Soares Vanalli 2

FORMAÇÃO LEITORA NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Daniela Andrade Coelho da Fonseca 1, Marilani Soares Vanalli 2 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 1155 FORMAÇÃO LEITORA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Daniela Andrade Coelho da Fonseca 1, Marilani Soares Vanalli 2 1 Mestranda

Leia mais

ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: que lugar é este?

ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: que lugar é este? Universidade do Sul de Santa Catarina UNISUL maria.schlickmann@unisul.br Palavras iniciais... As reflexões que apresento neste texto são um recorte de estudo que venho realizando na minha tese de doutorado.

Leia mais

PROPOSTA PEDAGÓGICA. Elaborada por Ana Carolina Carvalho

PROPOSTA PEDAGÓGICA. Elaborada por Ana Carolina Carvalho PROPOSTA PEDAGÓGICA Elaborada por Ana Carolina Carvalho PROPOSTA PEDAGÓGICA Crianças do Brasil Suas histórias, seus brinquedos, seus sonhos elaborada por ANA CAROLINA CARVALHO livro de JOSÉ SANTOS ilustrações

Leia mais

ATIVIDADES PEDAGÓGICAS EM SALA DE AULA DE INGLÊS DURANTE O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO

ATIVIDADES PEDAGÓGICAS EM SALA DE AULA DE INGLÊS DURANTE O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO ATIVIDADES PEDAGÓGICAS EM SALA DE AULA DE INGLÊS DURANTE O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO Silvana Laurenço Lima 1 Deise Nanci de Castro Mesquita 2 RESUMO: O objetivo desta comunicação é apresentar e discutir

Leia mais

FLADEM 2011. Fundamentação Teórica para a Mostra de Musicalização: Compositores e Intérpretes : a criação na aula de instrumento

FLADEM 2011. Fundamentação Teórica para a Mostra de Musicalização: Compositores e Intérpretes : a criação na aula de instrumento FLADEM 2011 Fundamentação Teórica para a Mostra de Musicalização: Compositores e Intérpretes : a criação na aula de instrumento Sandra Mara da Cunha e Claudia Maradei Freixedas Breve introdução A experiência

Leia mais

SOBRE A DESCONSTRUÇÃO ROMANESCA EM BOLOR, DE AUGUSTO ABELAIRA

SOBRE A DESCONSTRUÇÃO ROMANESCA EM BOLOR, DE AUGUSTO ABELAIRA SOBRE A DESCONSTRUÇÃO ROMANESCA EM BOLOR, DE AUGUSTO ABELAIRA Kellen Millene Camargos RESENDE (Faculdade de Letras UFG; kellenmil@gmail.com); Zênia de FARIA (Faculdade de Letras UFG; zenia@letras.ufg.br).

Leia mais

19º CONGRESSO BRASILEIRO DE PSICODRAMA. A Humanidade no século 21

19º CONGRESSO BRASILEIRO DE PSICODRAMA. A Humanidade no século 21 19º CONGRESSO BRASILEIRO DE PSICODRAMA A Humanidade no século 21 DIRETORA NATÁLIA GIRO EGOS AUXILIARES MAHER HASSAN MUSLEH E WENDY PRADO Introdução: Relacionar-se com o outro é uma condição essencial para

Leia mais

APRENDER A ESCREVER. Como ajudar as crianças a se alfabetizar no início da vida escola

APRENDER A ESCREVER. Como ajudar as crianças a se alfabetizar no início da vida escola http://luizsoaresdecassia.blogspot.com.br APRENDER A ESCREVER Como ajudar as crianças a se alfabetizar no início da vida escola Todos os anos, milhares de meninos e meninas do ensino fundamental de todo

Leia mais

Desenvolvimento Eixo movimento - crianças de 4 a 8 meses. Objetivos Dimensões Atividades Material Indicador. Reconhecimento progressivo de segmentos

Desenvolvimento Eixo movimento - crianças de 4 a 8 meses. Objetivos Dimensões Atividades Material Indicador. Reconhecimento progressivo de segmentos Desenvolvimento Eixo movimento - de 4 a 8 meses. Objetivos Dimensões Atividades Material Indicador. Reconhecimento progressivo de segmentos Papel laminado. Espelho de parede. e elementos do próprio Almofadas.

Leia mais

Sentimentos e emoções Quem vê cara não vê coração

Sentimentos e emoções Quem vê cara não vê coração Material pelo Ético Sistema de Ensino Elaborado para Educação Infantil Publicado em 2011 Projetos temáticos EDUCAÇÃO INFANTIL Data: / / Nível: Escola: Nome: Sentimentos e emoções Quem vê cara não vê coração

Leia mais

A RODA DE LITERATURA INFANTIL COMO ESPAÇO DE REFLEXÃO CRÍTICA: um relato de experiência

A RODA DE LITERATURA INFANTIL COMO ESPAÇO DE REFLEXÃO CRÍTICA: um relato de experiência A RODA DE LITERATURA INFANTIL COMO ESPAÇO DE REFLEXÃO CRÍTICA: um relato de experiência Ana Raquel da Rocha Bezerra, UFPE Andressa Layse Sales Teixeira, UFRN RESUMO: O presente trabalho tem como objetivo

Leia mais

GRUPO FRESTAS: FORMAÇÃO E RESSIGNIFICAÇÃO DO EDUCADOR: SABERES, TROCA, ARTE E SENTIDOS

GRUPO FRESTAS: FORMAÇÃO E RESSIGNIFICAÇÃO DO EDUCADOR: SABERES, TROCA, ARTE E SENTIDOS Eixo: Políticas para a Infância e Formação de Professores Contempla as produções acadêmico-científicas que tratam de ações políticas e legislações referentes à Educação Infantil e a infância. Aborda pesquisas

Leia mais

2 Público não é político. É o espaço coletivo, do cidadão.

2 Público não é político. É o espaço coletivo, do cidadão. A MÚSICA NA SOCIALIZAÇÃO DAS MENINAS DE SINHÁ GIL, Thais Nogueira UFMG thaisgil@terra.com.br GT: Movimentos Sociais e Educação / n.03 Agência Financiadora: CAPES O que acontece quando os sujeitos excluídos

Leia mais

LITERATURA INFANTIL: INTERAÇÃO E APRENDIZAGEM

LITERATURA INFANTIL: INTERAÇÃO E APRENDIZAGEM LITERATURA INFANTIL: INTERAÇÃO E APRENDIZAGEM Adriana Bragagnolo i ( Universidade de Passo Fundo) 1. NOTA INICIAL O presente texto objetiva socializar reflexões a respeito da literatura infantil no cenário

Leia mais

CADERNO DE EXERCÍCIOS 1D

CADERNO DE EXERCÍCIOS 1D Questão CADERNO DE EXERCÍCIOS 1D Ensino Médio Códigos e Linguagens Conteúdo 1 Leitura de tirinha em língua portuguesa Variedades linguísticas letra de 2 música Habilidade da Matriz da EJA/FB H5, H7, H8,

Leia mais

Dicas para estudar: Tome nota!

Dicas para estudar: Tome nota! CARTILHA SOBRE COMO ESTUDAR, PARA DIVULGAÇÃO INSTITUCIONAL Núcleo de Atendimento Psicopedagógico (NAPP) Título da Cartilha: Dicas para estudar: Tome nota! Proposta: Por meio de um diálogo entre um aluno

Leia mais

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 ESTUDOS PARTILHADOS SOBRE LINGUAGEM A PARTIR DA TEORIA BAKHTINIANA

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 ESTUDOS PARTILHADOS SOBRE LINGUAGEM A PARTIR DA TEORIA BAKHTINIANA ESTUDOS PARTILHADOS SOBRE LINGUAGEM A PARTIR DA TEORIA BAKHTINIANA Keila Matida de Melo Costa i Carime Rossi Elias ii RESUMO: Esta comunicação objetiva apresentar, inicialmente, o subprojeto sobre linguagem

Leia mais

FACULDADE EDUCACIONAL DA LAPA. Eliene Barros Andrade Solange caldeira. INTERAÇÃO PROFESSOR-ALUNO NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO

FACULDADE EDUCACIONAL DA LAPA. Eliene Barros Andrade Solange caldeira. INTERAÇÃO PROFESSOR-ALUNO NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO FACULDADE EDUCACIONAL DA LAPA Eliene Barros Andrade Solange caldeira. INTERAÇÃO PROFESSOR-ALUNO NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO Cláudia, MT 2008 Trabalho de Conclusão apresentado como requisito parcial para

Leia mais

Aluno(a) Nº. Série: Turma: Ensino Médio Trimestre [ ] Data: / / Disciplina: Professor: Linguagem e língua

Aluno(a) Nº. Série: Turma: Ensino Médio Trimestre [ ] Data: / / Disciplina: Professor: Linguagem e língua Aluno(a) Nº. Série: Turma: Ensino Médio Trimestre [ ] Data: / / Disciplina: Professor: Linguagem e língua É a palavra que identifica o ser humano, é ela seu substrato que possibilitou a convivência humana

Leia mais

A INFORMAÇÃO E A FORMAÇÃO

A INFORMAÇÃO E A FORMAÇÃO A INFORMAÇÃO E A FORMAÇÃO BECK, Eliane Maria Cabral (UNIOESTE)² PALAVRAS-CHAVE: interpretação, interlocutor, contexto. Resumo: Pretende-se, com este trabalho, analisar a transmissão de informação expressa

Leia mais

Como nascem as histórias: Uma conversa sobre o programa Pontos de Memória. Palavras-chaves: memória, cultura, Pontos de Memória, narrativa

Como nascem as histórias: Uma conversa sobre o programa Pontos de Memória. Palavras-chaves: memória, cultura, Pontos de Memória, narrativa Como nascem as histórias: Uma conversa sobre o programa Pontos de Memória Aline Cântia Corrêa Miguel 1 Resumo: Este trabalho é uma incipiente pesquisa que objetiva dialogar com os Pontos de Memória e a

Leia mais

MATERNAL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

MATERNAL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL MATERNAL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações;

Leia mais

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; INFANTIL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações:

Leia mais

PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA.

PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA. PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA. OLIVEIRA 1, Jordânia Amorim da Silva. SOUSA 2, Nádia Jane de. TARGINO 3, Fábio. RESUMO Este trabalho apresenta resultados parciais do projeto

Leia mais

Romance familiar poesia familiar

Romance familiar poesia familiar Romance familiar poesia familiar Em busca de imagens para uma apresentação, dou com a foto, feita em estúdio, de um garoto de 11 anos de idade chamado Walter Benjamin (1892-1940). Serve de ilustração a

Leia mais

O que procuramos está sempre à nossa espera, à porta do acreditar. Não compreendemos muitos aspectos fundamentais do amor.

O que procuramos está sempre à nossa espera, à porta do acreditar. Não compreendemos muitos aspectos fundamentais do amor. Capítulo 2 Ela representa um desafio. O simbolismo existe nas imagens coloridas. As pessoas apaixonam-se e desapaixonam-se. Vão onde os corações se abrem. É previsível. Mereces um lugar no meu baloiço.

Leia mais

O letramento a partir da oralidade e do uso de gêneros textuais no Ensino Fundamental

O letramento a partir da oralidade e do uso de gêneros textuais no Ensino Fundamental O letramento a partir da oralidade e do uso de gêneros textuais no Ensino Fundamental Rosangela Balmant; Universidade do Sagrado Coração de Jesus- Bauru-SP. rosangelabalmant@hotmail.com Gislaine Rossler

Leia mais

Os Gêneros Discursivos: uma perspectiva dialógica de ensino de língua portuguesa no Ensino Fundamental

Os Gêneros Discursivos: uma perspectiva dialógica de ensino de língua portuguesa no Ensino Fundamental - SEPesq Os Gêneros Discursivos: uma perspectiva dialógica de ensino de língua portuguesa no Ensino Fundamental Renata Faria A. Silva da Rosa Mestranda Letras/Linguística PPGL PUCRS renata.faria@acad.pucrs.br

Leia mais

NARRATIVAS INFANTIS: CONTANDO E RECONTANDO HISTÓRIAS. Débora Cristina Sales da Cruz Vieira (Universidade de Brasília - UnB)

NARRATIVAS INFANTIS: CONTANDO E RECONTANDO HISTÓRIAS. Débora Cristina Sales da Cruz Vieira (Universidade de Brasília - UnB) NARRATIVAS INFANTIS: CONTANDO E RECONTANDO HISTÓRIAS Resumo Débora Cristina Sales da Cruz Vieira (Universidade de Brasília - UnB) A aquisição de narrativa de crianças pequenas se constitui como um processo

Leia mais

APROPRIAÇÃO DAS TEORIAS DE VYGOTSKY POR PROFESSORES DA REDE PÚBLICA DE ENSINO DE CURITIBA

APROPRIAÇÃO DAS TEORIAS DE VYGOTSKY POR PROFESSORES DA REDE PÚBLICA DE ENSINO DE CURITIBA APROPRIAÇÃO DAS TEORIAS DE VYGOTSKY POR PROFESSORES DA REDE PÚBLICA DE ENSINO DE CURITIBA Roberta Ferreira Cavalcanti Solange Regina Silva Almeida Rosangela Alves de Godoy Nilson Fernandes Dinis (Universidade

Leia mais

A INTERAÇÃO NAS AULAS DE MATEMÁTICA: UM ESTUDO SOBRE ASPECTOS CONSTITUTIVOS DO PROCESSO INTERATIVO E SUAS IMPLICAÇÕES NA APRENDIZAGEM

A INTERAÇÃO NAS AULAS DE MATEMÁTICA: UM ESTUDO SOBRE ASPECTOS CONSTITUTIVOS DO PROCESSO INTERATIVO E SUAS IMPLICAÇÕES NA APRENDIZAGEM A INTERAÇÃO NAS AULAS DE MATEMÁTICA: UM ESTUDO SOBRE ASPECTOS CONSTITUTIVOS DO PROCESSO INTERATIVO E SUAS IMPLICAÇÕES NA APRENDIZAGEM Sueli Fanizzi Universidade de São Paulo suelifani@uol.com.br Resumo:

Leia mais

P R O J E T O : A R T E N A E S C O L A M Ú S I C A NA E S C O L A

P R O J E T O : A R T E N A E S C O L A M Ú S I C A NA E S C O L A P R O J E T O : A R T E N A E S C O L A M Ú S I C A NA E S C O L A C O R A L F L A U T A F A N F A R R A I N F A N T I L (A L U N O S) A L U N O S 2 OS E 3 OS ANOS CEC - A - UNIDADE EXECUTORA: Direção,

Leia mais

Inglesar.com.br Aprender Inglês Sem Estudar Gramática

Inglesar.com.br Aprender Inglês Sem Estudar Gramática 1 Sumário Introdução...04 O segredo Revelado...04 Outra maneira de estudar Inglês...05 Parte 1...06 Parte 2...07 Parte 3...08 Por que NÃO estudar Gramática...09 Aprender Gramática Aprender Inglês...09

Leia mais

ALBERTO CAEIRO E A POÉTICA DA NEGAÇÃO RINALDO GAMA. Resumo

ALBERTO CAEIRO E A POÉTICA DA NEGAÇÃO RINALDO GAMA. Resumo ALBERTO CAEIRO E A POÉTICA DA NEGAÇÃO RINALDO GAMA Resumo Ao explicitar, em O Guardador de Rebanhos, a impossibilidade de se atingir o real por meio dos signos, ao mesmo tempo em que se vê na contingência

Leia mais

Eu sou o tipo de pessoa a quem as pessoas procuram para conselho e orientação no trabalho ou em minha vizinhança.

Eu sou o tipo de pessoa a quem as pessoas procuram para conselho e orientação no trabalho ou em minha vizinhança. Inventário de Inteligências Múltiplas para Adultos por Thomas Armstrong Escreva 2 no quadro em destaque, se a afirmativa se aplica muito a você; 1, se se aplica mais ou menos a você; e, 0, se de modo nenhum

Leia mais

AULA 05. Profª Matilde Flório EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM PARA EDUCAÇÃO ÉTNICO-RACIAL PMSP-DOT- 2008

AULA 05. Profª Matilde Flório EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM PARA EDUCAÇÃO ÉTNICO-RACIAL PMSP-DOT- 2008 AULA 05 Profª Matilde Flório EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM PARA EDUCAÇÃO ÉTNICO-RACIAL PMSP-DOT- 2008 FÁBRICA DE IDÉIAS PEDAGÓGICAS CONCURSO PMSP FUND II 2011 (em parceria com a APROFEM e o Jornal dos Concursos)

Leia mais

Interdisciplinareidade: a arte rompendo fronteiras entre as áreas do conhecimento

Interdisciplinareidade: a arte rompendo fronteiras entre as áreas do conhecimento Interdisciplinareidade: a arte rompendo fronteiras entre as áreas do conhecimento Donald Hugh de Barros Kerr Júnior 1 Como pensar em ensino de arte e contemporaneidade, sem perceber as transformações que

Leia mais