Demonstrações Financeiras Individuais Exercício 2015

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1 Exercício 2015 Monteiro & Guimarães, Lda

2 Índice Demonstrações financeiras individuais para o exercício findo em Balanço Individual em 4 Demonstração dos Resultados Individuais em 5 Anexo 1. Nota introdutória Referencial contabilístico de preparação das demonstrações financeiras Principais políticas contabilísticas Activos fixos tangíveis Utentes Estado e outros entes públicos Outras contas a receber Diferimentos Caixa e depósitos bancários Resultados transitados Outras contas a pagar Fornecedores Vendas e prestações de serviços Subsídios à exploração Fornecimentos e serviços externos Gastos com o pessoal Outros rendimentos e ganhos Outros gastos e perdas Gastos de depreciação Resultados financeiros Monteiro & Guimarães, Lda -2-

3 para o exercício findo em Monteiro & Guimarães, Lda -3-

4 Balanço Individual em (Valores expressos em euros) Notas 31.Dez Dez.14 Activo Activos fixos tangíveis Propriedades de investimento - - Activos intangíveis - - Activos biológicos - - Participações financeiras - método eq. patrimonial - - Participações financeiras - outros métodos - - Accionistas / sócios - - Outros activos financeiros - - Activos por impostos diferidos - - Total dos Activos Não Correntes Inventários Activos biológicos - - Utentes Adiantamentos a fornecedores - - Estado e outros entes públicos Accionistas / sócios - - Outras contas a receber Diferimentos Activos financeiros detidos para negociação - - Outros activos financeiros - - Activos não correntes detidos para venda - - Caixa e depósitos bancários Total dos Activos Correntes Capitais Próprios Fundos - - Acções (quotas) próprias - - Outros instrumentos de capital próprio - - Prémios de emissão - - Reservas legais - - Outras reservas - - Resultados transitados Ajustamentos em activos financeiros - - Excedentes de revalorização - - Outras variações no capital próprio - - Resultado líquido do exercício (82.834) Total dos Capitais Próprios Passivo Provisões - - Financiamentos obtidos - - Responsabilidades por benefícios pós-emprego - - Passivos por impostos diferidos - - Outras contas a pagar - - Total dos Passivos Não Correntes - - Fornecedores Adiantamento de Utentes Estado e outros entes públicos Accionistas / sócios - - Financiamentos obtidos - - Outras contas a pagar Diferimentos Outros passivos financeiros - - Total dos Passivos Correntes Total do Passivo Para ser lido com as notas anexas às demonstrações financeiras Estoril, 20 de Fevereiro de 2016 O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS A ADMINISTRAÇÃO Para ser lido com as notas anexas às demonstrações financeiras Monteiro & Guimarães, Lda -4-

5 Demonstração dos Resultados Individuais Exercício findo em (Valores expressos em euros) Notas 31.Dez Dez.14 Vendas de mercadorias - - Prestação de serviços Subsídios à exploração Ganhos/perdas imputados de subsidiárias, associadas e empreendimentos conjuntos - - Variação nos inventários da produção - - Trabalhos para a própria entidade - - Custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas - - Fornecimentos e serviços externos 15 ( ) ( ) Gastos com o pessoal 16 ( ) ( ) Imparidade de inventários (perdas/reversões) - - Imparidade de dívidas a receber (perdas/reversões) - - Provisões (aumentos/reduções) - - Imparidade de investimentos não depreciáveis/amortizáveis (perdas/reversões) - - Aumentos/reduções de justo valor - - Outros rendimentos e ganhos Outros gastos e perdas 18 (14.734) (694) Resultado antes de depreciações, gastos de financiamento e impostos (47.404) Gastos/reversões de depreciação e de amortização 19 (57.679) (60.492) Imparidade de investimentos depreciáveis/amortizáveis (perdas/reversões) - - Resultado operacional (antes de gastos de financiamento e impostos) ( ) (5.556) Juros e rendimentos similares obtidos Juros e gastos similares suportados - - Resultado antes de impostos (82.834) Imposto sobre o rendimento do período Resultado líquido do período (82.834) Resultado por acção básico - - Estoril, 20 de Fevereiro de 2016 Para ser lido com as notas anexas às demonstrações financeiras O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS A ADMINISTRAÇÃO Monteiro & Guimarães, Lda -5-

6 Associação dos Antigos Alunos dos Salesianos do Estoril Anexo às para o exercício findo em (Valores expressos em euros) 1. Nota introdutória A Associação dos Antigos Alunos dos Salesianos do Estoril foi constituída em 1989, tem a sua sede na Rua D. Bosco, 1381, no Estoril. A Associação tem por objetivos: a) Prestar apoio à infância e juventude cooperando com as famílias no desenvolvimento integral das crianças e dos jovens; b) Promover atividades de apoio social à terceira idade e de assistência aos associados em situação de invalidez ou de carência de meios de subsistência. c) Promover a proteção da saúde através da prestação de cuidados de medicina preventiva curativa e de reabilitação. 2. Referencial contabilístico de preparação das demonstrações financeiras a) Referencial Contabilístico Em 2015 as Demonstrações Financeiras foram elaboradas no pressuposto da continuidade das operações a partir dos livros e registos contabilísticos da Entidade e de acordo com a Norma Contabilística e de Relato Financeiro para as Entidades do Sector Não Lucrativo (NCRF-ESNL) aprovado pelo Decreto-Lei n.º 36-A/2011 de 9 de Março. No Anexo II do referido Decreto, refere que o Sistema de Normalização para Entidades do Sector Não Lucrativo é composto por: Bases para a Apresentação das Demonstrações Financeiras (BADF); Modelos de Demonstrações Financeiras (MDF) Portaria n.º 105/2011 de 14 de Março; Código de Contas (CC) Portaria n.º 106/2011 de 14 de Março; NCRF-ESNL Aviso n.º 6726-B/2011 de 14 de Março; b) Pressuposto da continuidade As demonstrações financeiras anexas foram preparadas no pressuposto da continuidade das operações, a partir dos livros e registos contabilísticos da Empresa, mantidos de acordo com os princípios contabilísticos geralmente aceites em Portugal. c) Regime do acréscimo A Empresa regista os seus rendimentos e gastos de acordo com o regime do acréscimo, pelo qual os rendimentos e ganhos são reconhecidos à medida que são gerados, independentemente do momento em que são recebidos ou pagos. As diferenças entre os montantes recebidos e pagos e os correspondentes rendimentos e gastos são registados nas rubricas de Devedores e credores por acréscimos e diferimentos. d) Passivos contingentes Os passivos contingentes não são reconhecidos no balanço, sendo os mesmos divulgados no anexo, a não ser que a possibilidade de uma saída de fundos afectando benefícios económicos futuros seja remota. e) Passivos financeiros Os passivos financeiros são classificados de acordo com a substância contratual independentemente da forma legal que assumam. -6-

7 f) Eventos subsequentes Os eventos após a data do balanço que proporcionem informação adicional sobre condições que existiam nessa data são reflectidos nas demonstrações financeiras. Caso existam eventos materialmente relevantes após a data do balanço, são divulgados no anexo às demonstrações financeiras. g) Derrogação das disposições do SNC Não existiram, no decorrer do exercício a que respeitam estas demonstrações financeiras, quaisquer casos excepcionais que implicassem a derrogação de qualquer disposição prevista pelo SNC. 3. Principais políticas contabilísticas As principais políticas de contabilidade aplicadas na elaboração das demonstrações financeiras são as que abaixo se descrevem. Estas políticas foram consistentemente aplicadas a todos os exercícios apresentados, salvo indicação em contrário Moeda funcional e de apresentação As demonstrações financeiras da Associação dos Antigos Alunos dos salesianos do Estoril são apresentadas em euros. O euro é a moeda funcional e de apresentação. As transacções em moeda estrangeira são transpostas para a moeda funcional utilizando as taxas de câmbio prevalecentes à data da transacção Activos fixos tangíveis Os activos fixos tangíveis encontram-se registados ao custo de aquisição, deduzido das depreciações e das perdas por imparidade acumuladas. As depreciações são calculadas, após o início de utilização dos bens, pelo método das quotas constantes em conformidade com o período de vida útil estimado para cada grupo de bens. As taxas de depreciação utilizadas correspondem aos seguintes períodos de vida útil estimada: Anos de vida útil Edifícios e outras construções 5-20 Equipamento básico 4-8 Equipamento de transporte 3-7 Ferramentas e utensílios 3-7 Equipamento administrativo 2-10 Outros activos fixos tangíveis 1-4 As despesas com reparação e manutenção destes activos são consideradas como gasto no período em que ocorrem. Os activos fixos tangíveis em curso representam bens ainda em fase de construção/promoção, encontrando-se registados ao custo de aquisição deduzido de eventuais perdas por imparidade. Estes bens são depreciados a partir do momento em que os activos subjacentes estejam concluídos ou em estado de uso. As mais ou menos valias resultantes da venda ou abate de activos fixos tangíveis são determinadas pela diferença entre o preço de venda e o valor líquido contabilístico na data de alienação/abate, sendo registadas na demonstração dos resultados nas rubricas Outros rendimentos operacionais ou Outros gastos operacionais, consoante se trate de mais ou menos valias. -7-

8 3.3. Imposto sobre o rendimento A Instituição está isenta de pagamento de IRC, por ter o estatuto de IPSS, entidade sem fins lucrativos Clientes e outros valores a receber As contas de Utentes e Outros valores a receber não têm implícitos juros e são registadas pelo seu valor nominal diminuído de eventuais perdas de imparidade, reconhecidas nas rubricas Perdas de imparidade acumuladas, por forma a que as mesmas reflictam o seu valor realizável líquido Caixa e equivalentes de caixa Esta rubrica inclui caixa, depósitos à ordem em bancos e outros investimentos de curto prazo de alta liquidez com maturidades até três meses. Os descobertos bancários são incluídos na rubrica Financiamentos obtidos, expresso no passivo corrente Fornecedores e outras contas a pagar As contas a pagar a fornecedores e outros credores, que não vencem juros, são registadas pelo seu valor nominal, que é substancialmente equivalente ao seu justo valor Financiamentos bancários A Instituição não tem empréstimos bancários Locações Não existem contratos de locação financeira Rédito e regime do acréscimo O rédito compreende o justo valor da contraprestação recebida ou a receber pela prestação de serviços decorrentes da actividade normal da Empresa. O rédito é reconhecido líquido de abatimentos e descontos. A Empresa reconhece rédito quando este pode ser razoavelmente mensurável, seja provável que a Empresa obtenha benefícios económicos futuros, e os critérios específicos descritos a seguir se encontrem cumpridos. O montante do rédito não é considerado como razoavelmente mensurável até que todas as contingências relativas a uma venda estejam substancialmente resolvidas. A Empresa baseia as suas estimativas em resultados históricos, considerando o tipo de cliente, a natureza da transacção e a especificidade de cada acordo. Os rendimentos são reconhecidos na data da prestação dos serviços Subsídios Os subsídios são reconhecidos ao seu justo valor, quando existe uma garantia suficiente de que o subsídio venha a ser recebido e de que a Instituição cumpre com todas as condições para o receber. Os subsídios à exploração destinam-se à cobertura de gastos, incorridos e registados, com o desenvolvimento de ações de formação profissional e estágios profissionais, sendo os mesmos reconhecidos em resultados à medida que os gastos são incorridos, independentemente do momento de recebimento do subsídio. -8-

9 4. Activos fixos tangíveis O movimento ocorrido nos activos fixos tangíveis e respectivas depreciações, no exercício de 2014 e 2015 foi o seguinte: 31 de Dezembro de 2014 Saldo em 01-Jan-14 Aquisições / Dotações Abates Transferências Revalorizações Saldo em Custo: Terrenos e recursos naturais Edifícios e outras construções Equipamento básico Equipamento de transporte Equipamento biológico Equipamento administrativo Outros activos fixos tangíveis Investimentos em curso Depreciações acumuladas Terrenos e recursos naturais Edifícios e outras construções ( ) (53.133) ( ) Equipamento básico (28.049) (3.499) (31.548) Equipamento de transporte (10.148) (10.148) Equipamento biológico Equipamento administrativo (58.197) (3.854) (62.051) Outros activos fixos tangíveis ( ) (7) ( ) ( ) (60.492) ( ) Quantia liquida escriturada Saldo em 01-Jan-15 Aquisições / Dotações Abates Transferências Revalorizações Saldo em Custo: Edifícios e outras construções Equipamento básico Equipamento de transporte Equipamento biológico Equipamento administrativo Outros activos fixos tangíveis Investimentos em curso Depreciações acumuladas Edifícios e outras construções ( ) (51.197) ( ) Equipamento básico (31.548) (2.449) (33.997) Equipamento de transporte (10.148) (10.148) Equipamento biológico Equipamento administrativo (62.051) (4.026) (66.077) Outros activos fixos tangíveis ( ) (7) ( ) ( ) (57.679) ( ) Quantia liquida escriturada

10 5. Utentes Em e de 2014 a rubrica Utentes tinha a seguinte composição: Não corrente Corrente Não corrente Corrente Utentes Utentes conta corrente Utentes conta títulos a receber Utentesfactoring Utentesde cobrança duvidosa Perdas por imparidade acumuladas Estado e outros entes públicos Em e de 2014 a rubrica Estado e outros entes públicos no activo e no passivo, apresentava os seguintes saldos: Activo Imposto sobre o rend. das pessoas colectivas (IRC) - - Imposto sobre o valor acrescentado (IVA) Outros impostos e taxas Passivo Imposto sobre o rend. das pessoas colectivas (IRC) - - Imposto sobre o valor acrescentado (IVA) - - Imposto sobre o rend. das pessoas singulares (IRS) Segurança Social Outros impostos e taxas Outras contas a receber Em e de 2014, a rubrica Outras contas a receber tinha a seguinte composição: Não corrente Corrente Não corrente Corrente CMCASCAIS "Crescer melhor em Cascais" Outros (Juros a receber) Perdas por imparidade acumuladas Foram contabilizados juros a receber de depósitos a prazo no valor de Diferimentos -10-

11 Em e de 2014 os saldos da rubrica Diferimentos do activo e passivo foram como segue: Diferimentos ( Activo) Valores a facturar - - Seguros pagos antecipadamente Juros a pagar - - Outros gastos a reconhecer Diferimentos ( Passivo) Rendimentos a reconhecer - Anuidades Juros de depositos a prazo A Administração alterou a contabilização das anuidades, tendo sido diferido pela primeira vez, as mensalidades recebidas em 2015 que se referem ao ano de 2016, no valor de ,85. Caso tivesse sido utilizado em 2014 o mesmo critério, os proveitos em 2015 teriam aumentado no valor aproximado de euros. 9. Caixa e depósitos bancários Em e de 2014, os saldos desta rubrica apresentavam-se como segue: Caixa Depósitos à ordem Depósitos à prazo ( ) - - Outras Resultados transitados Por decisão da Administração, foram aprovadas as contas do exercício findo em 31 de Dezembro de 2014 e foi decidido que o resultado líquido referente ao exercício de 2014, no valor de ,07 fosse integralmente transferido para a rubrica Resultados transitados. 11. Outras contas a pagar Em e de 2014 a rubrica Outras contas a pagar não corrente e corrente tinha a seguinte composição: Não corrente Corrente Não corrente Corrente Férias e subsidios de férias Outras contas a pagar - Arquitetos

12 12. Fornecedores Em e de 2014 a rubrica Fornecedores tinha a seguinte composição: 31-dez dez-14 Fornecedores conta corrente Fornecedores conta títulos a pagar - - Fornecedores recepção e conferência - - Fornecedores outros Vendas e prestações de serviços As vendas e prestações de serviços nos períodos de 2015 e de 2014 foram como segue: Mercado Interno Mercado Externo Total Mercado Interno Mercado Externo Total Vendas de mercadorias Prestação de serviços Subsídios à exploração Nos períodos de 2015 e de 2014 a Instituição reconheceu rendimentos decorrentes dos seguintes subsídios: Subsídio Seg. Social Subsídio CM Cascais IEFP - Estagios Outros subsídios

13 15. Fornecimentos e serviços externos A repartição dos fornecimentos e serviços externos nos períodos findos em e de 2014, foi a seguinte: ANO 2015 ANO 2014 DIFERENÇA % T OT AL , ,86 (9.288,65) , ,02 (4.504,89) , , , ,41 749,93 293,48 901, ,74 (900,27) , ,95 (6.987,64) 4.820, ,63 193,68 244,92 289,58 (44,66) 1.535, ,99 147,94 971, ,55 (276,26) 4.397, ,86 (3.852,70) , ,63 (66,79) 2.114,30 837, , , ,33 70, , ,93 (1.822,47) 7.048, , , , ,71 (142,15) , ,54 (1.951,57) 481,10 481, , ,55 (10,04) 5.592, ,52 (1.201,49) 3.496,16 (3.496,16) 4.402, ,00 719, ,85 310, ,33-13-

14 16. Gastos com o pessoal A repartição dos gastos com o pessoal nos períodos findos em e de 2014, foi a seguinte: Remunerações dos orgãos sociais - - Remunerações do pessoal ( ) ( ) Encargos sobre remunerações (71.735) (70.504) Seguros (5.294) (8.254) Indemnizações (4.500) (4.180) Outros gastos com pessoal (3.380) (6.191) ( ) ( ) O número médio de empregados da Empresa no exercício de 2015 foi de Outros rendimentos e ganhos Os outros rendimentos e ganhos, nos exercícios findos em e de 2014, foram como segue: Rendimentos suplementares Descontos de pronto pagamento obtidos - 7 Recuperação de dívidas a receber - - Ganhos em inventários e Imobilizado - - Rendimentos e ganhos em Subsidios ao Investimento Rendimentos e ganhos nos restantes activos financeiro - - Outros rendimentos e ganhos (Donativos) Os Rendimentos suplementares, são essencialmente derivados de Quotas dos associados, eucaristia e comissões bancárias protocolares. Em 2014 terminou a afetação de proveitos, provenientes de subsídios à construção já recebidos e que tem sido anualmente afetos

15 18. Outros gastos e perdas Os outros gastos e perdas, nos exercícios findos em e de 2014, foram como segue: Impostos (700) (640) Descontos de pronto pagamento concedidos - - Divídas incobráveis - - Perdas em inventários - - Ganhos e perdas em subsidiárias e associadas - - Gastos e perdas nos restantes activos financeiros - - Correções de exercícios anteriores (13.208) - Outros gastos e perdas (826) (55) (14.734) (694) 19. Gastos/reversões de depreciação e de amortização Nos exercícios findos em e de 2014, os gastos com depreciações e amortizações apresentavam-se como segue: Gastos Reversões Total Gastos Reversões Total Propriedades de investimento Activos fixos tangíveis (57.679) - (57.679) (60.492) - (60.492) Activos intangíveis (57.679) - (57.679) (60.492) - (60.492) 20. Resultados financeiros Os resultados financeiros, nos períodos de 2015 e de 2014, tinham a seguinte composição: Juros e rendimentos similares obtidos Juros obtidos Dividendos obtidos - - Outros rendimentos similares Juros e gastos similares suportados Juros suportados - - Diferenças de câmbio desfavoráveis - - Outros gastos e perdas de financiamento Resultados financeiros

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