Acasalamento 3,0 3,5. Terço final da gestação 2,5 4,0. Parição (parto simples) 3,0 4,0. Parição (parto gemelar) 3,5 4,0

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1 Manejo reprodutivo de ovinos Fêmeas Estacionalidade reprodutiva Fertilidade aumenta com os dias curtos Temperatura Calor acentuado: inibe cio, diminui a fertilidade e aumenta a mortalidade embrionária Estado nutricional Boa condição corporal Aumento da fertilidade Diminuição da mortalidade embrionária e perinatal Melatonina Duração dos dias registrada pela retina, transformada em impulsos óticos da luz Secretada pela glândula pineal à noite Diminuição das horas-luz, aumento progressivo da secreção de melatonina estímulo da secreção de GnRH Alimentação Efeitos A longo Prazo Efeitos do sistema de cria da fêmea durante a primeira fase de sua vida e sobre seu formato de fêmea adulta Médio Prazo Estado corporal da fêmea no momento do acasalamento Curto Prazo Variações que sofre o peso vivo das fêmeas, antes e durante o acasalamento, sobre os caracteres reprodutivos Prolificidade Peso Vivo e Condição Corporal influenciam a taxa de ovulação e prolificidade da ovelha/cabra Recomendações de Escore de Condição Corporal para ovinos/caprinos em diferentes fases do ciclo reprodutivo Momento do ciclo reprodutivo Acasalamento 3,0 3,5 Terço final da gestação 2,5 4,0 Parição (parto simples) 3,0 4,0 Parição (parto gemelar) 3,5 4,0 CC recomendada Desmame (CC da ovelha) 2,0 ou mais Manejo reprodutivo de ovinos e caprinos Puberdade Início: 4-8 meses = > 60 % peso vivo adulto 25 a 35 Kg de peso vivo Separação por sexo a partir de 4 meses de idade Atividade reprodutiva precoce < 70 % peso vivo adulto = Dificuldades de parto, retardo no desenvolvimento das fêmeas, crias pequenas e fracas Em machos: ficam nervosos, menor vida útil Atividade reprodutiva tardia Fêmeas - redução da produção vitalícia Fêmeas > 70% peso vivo adulto Idade ao primeiro acasalamento/serviço 8 10 meses: raças de corte precoces 18 meses: raças lanadas meses: raças deslanadas Primeiro estro normalmente infértil

2 Não há ovulação Machos Apresentação de instintos reprodutivos Monta em machos e fêmeas Interesse sexual pelas fêmeas Mesmo antes de atingirem a puberdade total Ciclos estrais Poliéstrica estacional Em latitudes elevadas, a ovelha e a cabra são poliéstricas estacionais, com maior fertilidade em dias curtos Diferenças entre raças: No RS - Merino cicla a partir de outubro, Ideal a partir de novembro e Corriedale a partir de dezembro Caras negras a partir de fevereiro Poliestria não estacional ou anual Ovelhas e cabras em latitudes menores ciclam durante todo o ano, como a Santa Inês Poliestria anual é observado em animais cruzados com raças locais e deslanados A principal limitação para manifestação do cio pode ser a condição nutricional Ciclos estrais Principal sinal: fêmea se deixa montar pelo macho, porém não é conclusivo, ou seja, podem se deixar montar pelos machos, mas não estão no cio Sinais secundários: presença de muco cristalino ou leitoso Duração: dias cabra e na ovelha Mais curtos inicio estação e mais longos final estação monta Proestro Duração h, fêmea agitada, mas não aceita a monta. Pode haver secreção de muco, congestionamento da vagina, útero e vulva Estro ou cio Duração até 36 h em adultas, h em borregas Mudança de comportamento A ovulação e a formação do CL ocorre no terço final do cio Desenvolvimento folicular A função ovariana tem início ainda no período fetal Estende-se após a puberdade Durante o desenvolvimento fetal, sob influência dos hormônios maternos, os ovários do feto apresentam crescimento e atresia folicular Nascimento a puberdade, na ausência de função do hipotálamo e da hipófise, as gônadas femininas permanecem em repouso Após a puberdade quando o sistema nervoso central e a hipófise iniciam a liberação do GnRH e das gonadotrofinas (FSH e LH), respectivamente, os ovários passam a funcionar realizando um conjunto de atividades, as quais denomina-se ciclo ovariano Diferentes fases do ciclo estral Existem entre 200 e 400 folículos em fase de crescimento 25 a 50 serão folículos terciários 1 será selecionado como folículo dominante, adquirindo características para realizar sua maturação e a ovulação Hormônios da reprodução

3 Ciclo estral na ovelha-cabra Se não houver fecundação Corpo lúteo regride Cai o nível de progesterona Aumenta o estrógeno Nova onda folicular com nova ovulação * 2 a 3 fases nas ovelhas e 3 a 4 nas cabras Ciclo estral Metaestro Duração: h, fêmea não aceita mais o macho, corpo lúteo não está receptivo à ação de prostaglandinas Diestro Duração 9-10 dias, fêmea não aceita o macho, se não houve fecundação, o corpo lúteo regride e o ciclo reinicia no proestro Recomendações para a cobertura Cio Cobertura Manhã Tarde e manhã seguinte

4 Tarde Manhã e tarde Ou 12 a 18 horas após a monta pelo rufião Estacionalidade reprodutiva Estação de monta Fatores a serem considerados Comportamento reprodutivo (Poliestria estacional ou contínua) Condições climáticas Disponibilidade de alimento Finalidade da exploração Ovinos deslanados ou raças locais Poliéstricos contínuos, a monta pode ocorrer em qualquer época do ano Período pré acasalamento 30 dias antes do início estação de monta Seleção de fêmeas: aspectos sanitários, exame glândula mamária (mastite), genitais (corrimentos), cascos Avaliação da condição corporal Fêmeas não devem perder peso durante a estação de monta Período pré acasalamento 60 dias antes do acasalamento: seleção de carneiros, exame clínico-andrológico e do sêmen Duração Entre 45 e 52 ou até 60 dias (tempo para ocorrerem, no mínimo, 3 cios) Início: no RS planejar para o nascimento no início da primavera, ou seja acasalar entre março e maio Primeiro cio pós parto: 45 a 60 dias Ovinos raças exóticas: maior frequência de cio entre março e maio Escolha de reprodutores Evitar defeitos graves prognatismo, criptorquidismo ou monorquidismo, hérnias Descartar reprodutores que tenham gerado crias defeituosas Descartar fêmeas falhadas em 2 estações de monta consecutivas, com idade superior a 6 anos, ou com natimortos e/ou abortos por 2 vezes consecutivas Descartar fêmeas com mastite crônica Sem boa habilidade materna Com defeitos físicos ou genéticos como tetos supra numerários ou bipartidos Com baixo peso das crias ao nascer e ao desmame Selecionar reprodutores de acordo com Caracterização racial Desenvolvimento corporal compatível com idade e raça

5 Produção de leite materna Tipo de parto: preferir animais nascidos de partos duplos Ausência de taras genéticas: prognatismo, bragnatismo, criptorquidismo, hipoplasia testicular Selecionar reprodutores de acordo com Bons aprumos Testículos bem desenvolvidos, sem aderências, inflamação ou atrofia Excelente libido Acasalamento Tipos de acasalamento Monta livre Monta dirigida ou controlada IA Proporção de carneiro:ovelhas Monta natural: 3 a 4% (ou mais) Monta controlada: 1% Monta natural Exige maior número de carneiros/bodes Dificulta e retarda o melhoramento genético Não permite o controle de paternidade e parições Não permite o controle da fertilidade de machos e fêmeas Monta controlada Recomendável para até 100 matrizes macho Uso de rufiões com buçal/colete marcador para identificar ovelhas em cio durante a noite As marcadas são cobertas pode-se efetuar 2 coberturas, com 12 horas de intervalo Desvantagens: maior uso de mão de obra Prenhez e parição Gestação Duração: dias MÉDIA: 150 dias Mais curta em raças nacionais, primíparas, partos gemelares Fecundação Corpo lúteo é mantido durante toda a gestação Progesterona para manutenção da gestação Ovelha: placenta (placenta-dependente) Cabra: corpo lúteo Desenvolvimento embrionário Gêmeos Dizigóticos (dois óvulos fecundados) Monozigóticos (separação fetal após a fecundação de um óvulo) Os dizigóticos são cerca de 70% dos gemelares, podendo ter duas placentas ou uma placenta fundida Período inicial = pré-implantação Zigoto na tuba uterina Útero se prepara para recebê-lo por estímulo da progesterona Zigoto alcança o útero Ocorre em aprox. 3 dias 8 células = mórula Continua divisão celular = blastocisto Evolui forma esférica para tubular = são formadas as membranas embrionárias A partir do dia 11 já pode começar a implantação, mas uma adesão firme no endométrio não ocorre antes do 16º dia de gestação Embrião 12º dia -até cerca de 35 dias após a fertilização Células começam a se diferenciar Implantação e começa a placentação em torno de 16 a 18 dias Organogênese 20º dia: vesícula embrionária aumenta e surgem bolsas de fluidos no corno uterino

6 21 dia: placentomas começam a aparecer 25 a 30 dia: visível no ultrassom Reconhecimento materno da gestação 12 a 13 dias após a fertilização na ovelha 14 a 16 dias na cabra Feto Placentação completa (30 a 35 dias) Crescimento e diferenciação de tecidos e órgãos Tem de 40 a 60 dias Ultrasom rodeado de fluidos, além de poderem ser visualizadas estruturas como placentomas e cordão umbilical Prenhez e parição Gestação Terço final: maior crescimento fetal Retorno ao cio: dias pós parto Cuidados pré parto Alimentação, separação dos demais animais, abrigo e evitar mistura de lotes Evitar machucaduras Evitar caminhadas longas Realizar diagnóstico de gestação Parto Sinais do parto: inquietude, dilatação dos flancos, aumento volume úbere, tetos distendidos, vulva inchada, presença de muco, contrações, surgimento da bolsa, rompimento a bolsa Apresentação do cordeiro: patas dianteiras, focinho entre as patas Duração: 3 a 16 h Peso ao nascer cordeiros: ± 3 kg Ovelha/cabra deve lamber a cria remover restos de placenta excesso de umidade ativar a circulação sanguínea Intervenção abandono da cria Pós-parto Cria deve mamar o colostro o mais cedo possível Colostro: função: imunizante, laxativa, nutritiva Verificar umbigo (cortar) e realizar a desinfecção com solução iodada 10% Fatores que afetam a mortalidade de cordeiros e cabritos Frio Fome Predadores Abandono Involução uterina ± 4 semanas Normalmente, dias depois do parto pode-se reiniciar o acasalamento em raças poliéstricas contínuas Causas do baixo desempenho reprodutivo em ovelhas Baixas taxas de prenhez Baixa prolificidade Alta mortalidade de cordeiros Baixa taxa de desmame dos cordeiros Sistemas de reprodução Método tradicional Um parto ao ano Intervalo entre partos de 12 meses Método intensivo Três partos em dois anos 1,5 partos ao ano Intervalo entre partos de 8 meses Dois meses de lactação e um seco Indução e sincronização de cio em pelo menos uma época

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