Critérios específicos de avaliação

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1 Critérios específicos de 1. Aspetos a considerar na específica A sumativa expressa-se de forma descritiva em todas as áreas curriculares, com exceção das disciplinas de Português e Matemática no 4º ano de escolaridade, a qual se expressa numa escala de 1 a 5. A anteriormente citada deverá considerar os seguintes aspetos: - Apoiar-se em instrumentos diversificados; - Incidir fundamentalmente nos progressos realizados pelo aluno; - Ter em conta as características individuais de cada um; - Considerar eventuais limitações/necessidades educativas especiais de caráter permanente, devidamente comprovadas por técnicos da área da educação especial e/ou da saúde; - Considerar todos os trabalhos realizados pelo aluno; - Considerar os resultados das avaliações formativas; - Considerar os resultados das avaliações sumativas. Na do 1º ciclo deverão ser utilizados diversos métodos e estratégias de recolha de informação, nomeadamente: Observação (informal ou estruturada) do trabalho dos alunos; Testes escritos; Outras formas de produção escrita (relatórios, textos criativos, textos elaborados na sequência de trabalhos de pesquisa, inquéritos e outros); Comunicação oral (apresentações e discussões orais); Projetos/trabalhos de campo; Trabalhos práticos; Grelhas de registo; Outros. A sumativa interna (registos de Avaliação trimestral): - Realiza-se no final de cada período letivo e feita no Conselho de Docentes. - Resulta de uma síntese das informações recolhidas durante um período de tempo, relativamente ao desenvolvimento/aquisição das aprendizagens e das capacidades definidas para cada área disciplinar, no âmbito do Plano de Turma.

2 Não satisfaz/2* (20% a 49%) Fraco/1* (Insuficiente) (0% a 19%) - Materializa-se de forma descritiva em todas as áreas disciplinares. No 4º ano de escolaridade nas disciplinas de Português e de Matemática a sumativa interna expressa-se numa escala de 1 a 5 e de forma descritiva nas restantes componentes não facultativas do currículo, sendo, neste caso atribuída uma menção qualitativa de Muito Bom, Bom, Suficiente e Insuficiente. - Para efeitos de classificação final de período dever-se-á considerar os domínios cognitivo e das atitudes, no processo de. Os critérios de serão expressos através de um código de apreciação, de forma a possibilitar uma leitura global, clara e compreensiva dos vários níveis de desempenho. 2. Aspetos a considerar na atribuição de menções no 1º ciclo A expressa-se de forma descritiva/qualitativa/quantitativa*,atribuindo-se 5 menções, nas quais serão considerados os seguintes indicadores: Conhecimentos Capacidades e Aptidões Atitudes e Valores Não adquiriu, de todo, as aprendizagens definidas Revela muitas dificuldades: na expressão oral; na compreensão/aquisição e aplicação de conhecimentos; na interpretação de enunciados (orais e escritos) e em acompanhar raciocínios simples. Não revela organização nem métodos de trabalho. Manifesta total desinteresse e falta de empenho na aprendizagem. Não interiorizou, de todo, atitudes e valores fundamentais a uma correta socialização. Não adquiriu as aprendizagens definidas. Revela grandes falhas ao nível da compreensão, aplicação, análise e autonomia. Manifesta desinteresse e falta de empenho na aprendizagem. Não interiorizou atitudes e valores fundamentais a uma correta socialização.

3 Muito Bom/5* (90% a 100%) Bom/4* (70% a 89%) Satisfaz/3* (50% a 69%) Revela ainda falhas na aquisição das aprendizagens elementares a nível de conceitos e factos. Revela algumas falhas e/ou incorreções na compreensão, aplicação, análise e autonomia. Manifesta sentido de responsabilidade, interesse e empenho. Apresenta um comportamento regular. Adquiriu com facilidade as aprendizagens elementares a nível de conceitos e factos. Não revela dificuldades a nível da compreensão, aplicação, síntese e autonomia. Manifesta grande interesse/empenho na vida escolar assim como uma socialização adequada. Desenvolveu com muita facilidade os conhecimentos adquiridos. Compreende e aplica com facilidade e originalidade os conhecimentos de novas situações. Não revela nenhuma dificuldade a nível de análise, síntese e autonomia. Revela muito interesse e empenho, demonstrando sempre uma correta socialização, espírito crítico e de iniciativa. * (nas áreas de Português e Matemática no 4º ano) NOTA 1: Os resultados da dos alunos nas AEC e na Educação Moral e Religiosa não revertem para a progressão ou retenção dos mesmos. NOTA 2: Os alunos com Necessidades Educativas Especiais serão avaliados segundo critérios, modalidades e condições especiais de, de acordo com as dificuldades diagnosticadas e respetivo Programa Educativo Individual. - Avaliação dos alunos de 4º ano: No 4.º ano de escolaridade, no final do 3.º período, e antes de serem divulgados os resultados da externa, o professor titular de turma atribui a classificação

4 final nas áreas disciplinares de Português e de Matemática e uma menção qualitativa nas restantes áreas. Assim, nas disciplinas de Português e Matemática, no final de cada período, serão atribuídos níveis numa escala de 1 a 5, com a seguinte correspondência: Percentagem Nível 0% a 19% 1 20% a 49% 2 50% a 69% 3 70% a 89% 4 90% a 100% 5 3. Domínios a considerar na global dos alunos A dos alunos deve ter como referência o domínio cognitivo/socioafetivo, que incide na aquisição de conhecimentos, competências e capacidades e atitudes e valores, que contempla comportamentos, responsabilidade, autonomia e organização. Nível do Saber/Saber Fazer (saberes e aprendizagens) 75%

5 Português 25% Domínios a avaliar Cognitivo/ Socioafetivo (Conhecimentos e competências específicas) Compreensão e expressão oral; Leitura e capacidade de interpretação; Expressão escrita/criação de textos; Conhecimento explícito da língua. específico Testes e trabalhos equivalentes a testes 20 Trabalhos e observação direta, na sala de aula Trabalhos realizados fora da aula 4 1 Matemática 25% Domínios a avaliar Cognitivo/ Socioafetivo (Conhecimentos e competências específicas) Compreensão, leitura e escrita de números; Domínio das técnicas de cálculo (cálculo mental e domínio das operações); Organização e tratamento de dados; Capacidade de resolução de situações problemáticas. Testes e trabalhos equivalentes a testes específico 20 Trabalhos e observação direta, na sala de aula 4 Trabalhos realizados fora da aula 1 Estudo do Meio 15% Domínios a avaliar Cognitivo/ Socioafetivo (Conhecimentos e Adquire conhecimentos; Seleciona e relaciona informação; Aplica conhecimentos; Capacidade de experimentação. Testes e trabalhos equivalentes a testes específic o 10 Trabalhos e observação direta, na sala de aula 4

6 competências específicas) Trabalhos realizados fora da aula 1 Expressões 10% Domínios a avaliar Cognitivo/ Socioafetivo/Psicomotor (Conhecimentos e competências específicas) Compreensão e aplicação de conceitos de expressão artística; Capacidade de criar; Capacidade de executar. Aquisição e compreensão de saberes; Prestação motora; Progressão/evolução das competências. específic o Pesquisa, recolha e análise de informação 2 Realização de trabalhos Aptidões manuais e domínio das técnicas 3 5* Observação direta da atividade físicomotora 5* *Um ou outro, conforme sejam atividades de expressão artística ou atividade físico-motora Nível do Saber Ser (atitudes e valores) 25% Atitudes e valores Domínios a avaliar Autonomia Realiza trabalhos voluntariamente; Tenta ultrapassar, sozinho, as dificuldades; Trabalha, sozinho, espontaneamente; Emite opinião sobre o que vê e específico

7 ouve; Expõe dúvidas e solicita ajuda. 5 Responsabilidade É assíduo e pontual; Assume as suas atitudes; Aceita as regras de funcionamento da sala de aula; Leva o material necessário para a aula; É cuidadoso com os materiais; Manifesta empenho e persistência; Observação direta Participação Está atento; Questiona sobre os temas desenvolvidos; Responde corretamente; Pondera as respostas; Presta atenção às respostas dos outros; Realiza os trabalhos propostos. 5 5 Sociabilidade Aceita as observações/sugestões que lhe são feitas; Coopera na realização de trabalhos em equipa; Mostra respeito pelos outros; Respeita a opinião dos outros. Observação direta 5 Espírito crítico e criatividade Emite opiniões sobre o seu trabalho ou dos outros; Intervém prontamente em situação de aula; Manifesta curiosidade intelectual; Imprime cunho pessoal à sua representação do real; Realiza trabalhos originais; Revela expressividade; Revela espontaneidade. 5 O Apoio ao Estudo e a Oferta Complementar são atividades a desenvolver em articulação, integrando ações que promovam, de forma transversal, a educação para a cidadania e componentes de trabalho com as tecnologias de informação e comunicação (caso seja possível). No Apoio ao Estudo irá proceder-se a um reforço das disciplinas de Português e de Matemática. Devem ser avaliadas as competências referentes aos métodos e à

8 capacidade de trabalho e estudo, a capacidade de comunicação e a sua forma, a capacidade de utilizar de forma ordenada a informação, a capacidade de resolver situações problemáticas do quotidiano, sabendo descer do geral para o particular, assim como o relacionamento interpessoal com os colegas e com os adultos. A será expressa de forma descritiva no final de cada período. CRITÉRIOS DE PROGRESSÃO/RETENÇÃO A sumativa dá origem a uma tomada de decisão sobre a progressão ou retenção do aluno expressa através das menções de Transitou ou Não Transitou, no final de cada ano, e de Aprovado ou Não Aprovado no final de cada ciclo. a) No 1º ano de escolaridade não há lugar a retenção; b) Nos 2º e 3º anos o aluno não transita se se encontrar numa das seguintes situações: - Menção negativa nas disciplinas de Português e de Matemática; - Três ou mais menções negativas independentemente das disciplinas. c) No 4º ano o aluno é considerado Não Aprovado se estiver numa das seguintes situações: - Níveis negativos em simultâneo nas disciplinas de Português e de Matemática; - Níveis/menções negativas em três ou mais disciplinas. RETENÇÃO REPETIDA Em casos excecionais, se o aluno continuar a não revelar as competências definidas para o ano em que está matriculado, depois de ter sido sujeito a uma retenção e aos respetivos planos de intervenção previstos, deve o professor titular de turma ponderar nas vantagens de uma segunda retenção, designadamente, se contribuirá para uma melhoria cognitiva que lhe permita continuar o seu percurso escolar. A retenção deverá ser submetida à aprovação do Conselho de Docentes. Nota: Foram consultados o Despacho Normativo Nº 24-A/2012 de 6 de dezembro, o Decreto-Lei nº139/2012 de 5 de julho e a Portaria nº243/2013 de 10 de agosto e, não havendo qualquer referência à nomenclatura a utilizar na qualitativa, esta foi estabelecida e aprovada em Conselho Pedagógico. P lo Conselho de Docentes O Coordenador de Departamento do 1º Ciclo (Armindo Gregório) Aprovado em reunião de Conselho Pedagógico de: A Presidente do Conselho Pedagógico: (Teresa Oliveira)

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