QUEM CONTA UM CONTO, AUMENTA UM CONTO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "QUEM CONTA UM CONTO, AUMENTA UM CONTO"

Transcrição

1 SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DO PARANÁ PLANO DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL QUEM CONTA UM CONTO, AUMENTA UM CONTO WHO TELLS A TALE, TELLS HIS/HER OWN TALE LENI SALVADOR YOSHIHARA JANDAIA DO SUL 2009

2 LENI SALVADOR YOSHIHARA QUEM CONTA UM CONTO, AUMENTA UM CONTO WHO TELLS A TALE, TELLS HIS/HER OWN TALE Artigo apresentado à SEED (Secretaria de Estado e Educação) como parte da exigência do Programa de Desenvolvimento Educacional PDE, área de concentração Língua Inglesa. Orientadora: Profª Drª Edcleia Aparecida Basso. Jandaia do Sul 2009

3 DEDICATÓRIA Dedico este trabalho primeiramente a Deus que me deu forças e equilíbrio para concluir este trabalho e também a todos que, observando minhas dificuldades, estiveram presentes e foram companheiros em todas as horas.

4 AGRADECIMENTOS Ao Senhor Deus pela minha vida e pela virtude de enfrentar desafios. À minha família que sempre esteve presente dando-me o suporte necessário para que esta tarefa fosse cumprida. Aos meus filhos que souberam respeitar meu espaço e a quem muitas vezes pedi socorro. Aos amigos que me auxiliavam em momentos de dúvidas e incertezas. Aos colegas de projeto pelo apoio e encorajamento. À minha orientadora Edcleia, que me acolheu com tanto carinho e paciência, pelas preciosas aprendizagens e por compreender minhas limitações.

5 Write to be understood, speak to be heard, read to grown. Lawrence Clark Powell

6 SUMÁRIO RESUMO ABSTRACT INTRODUÇÃO METODOLOGIA DA PESQUISA FUNDAMENTAÇÃO METODOLÓGICA Conhecendo Gênero Textual Apresentando Gênero Textual Contos Trabalhando Contos Descrição da Proposta Conhecendo as histórias CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS ANEXOS Anexo 1 Conhecimento sobre a língua Anexo 2 Ficha Investigativa Anexo 3 Ficha de Leitura Anexo 4 Imagem Imagem Imagem Imagem Imagem Imagem Anexo 5 The very hungry Caterpillar Anexo 6 The fox and the crow... 42

7 Quem conta um conto, aumenta um ponto Who tells a tale, tells his/her own tale Yoshihara, Leni Salvador RESUMO O objetivo deste trabalho é relatar uma experiência realizada com a disciplina de LEM Língua Inglesa, no ano de 2009, no Colégio Estadual Jandaia do Sul, com alunos da quinta série do Ensino Fundamental, como resultado de estudos do Programa de Desenvolvimento Educacional (PDE). Em concordância com a proposta das Diretrizes Curriculares da disciplina visamos contemplar o universo imaginário infantil e pré-adolescente, promovendo um aprendizado atraente e com qualidade através da prática social - contação de histórias - procurando inserir no contexto dos educandos a motivação e o interesse. Objetivamos tornar a aprendizagem mais significativa, tentando desenvolver habilidades críticas e reflexivas, à medida que os educandos foram percebendo valores e diferenças culturais trazidas pelas linguagens. Este trabalho foi fundamentado na perspectiva teórica da pedagogia histórico-crítica e do sócio-interacionismo, visando desenvolver meios de intervir nas práticas pedagógicas do professor. Trabalhamos o gênero discursivo Contos por meio da contação de histórias em língua inglesa (LI), bem como, produzimos material didático para o desenvolvimento do projeto em sala de aula como parte da Implementação Pedagógica, procurando tecer reflexões que possam contribuir para o ensino/aprendizagem de LI, bem como auxiliar a compreensão do texto como um todo e criar o ambiente propício à liberação da imaginação e desenvolvimento da criatividade tornando a aprendizagem mais prazerosa e significativa. Os resultados demonstraram que a exposição dos alunos à contação de histórias/contos trouxe melhora no seu desenvolvimento integral e no desempenho escolar dos estudantes. PALAVRAS-CHAVE: Aprendizado; Contos; Motivação; Desenvolvimento.

8 ABSTRACT The objective of this study is to report a pedagogical experience carried out in the English Language teaching, in 2009, at Jandaia do Sul High School, with students from a fifth grade, as a result of the studies developed along of the Educational Development Program (EDP). In accordance with the proposal of Parana Curriculum Guidelines, we aimed at reaching the imaginary universe of infant and preadolescent students in an attractive way, using a social practice called storytelling. The project looked for the students motivation and interest, making learning more meaningful and trying to develop critical and reflective skills, as they perceived values and cultural differences brought by the target language. This work was based on the theoretical perspective of historical-critical pedagogy and socio-interacionism as well, in order to develop alternatives to interfere in teachers' pedagogical practices. The genre chosen was "Tales", using the development of "storytelling" in the English language (LI) and. We produced educational materials for the project development in the classroom as part of the program too. We aimed to rethink our practices in a way to contribute to the teaching / learning through the LI tales, and to help to understand a text as a whole, creating the environment to reach the students imagination and creativity make learning more enjoyable and meaningful. The results showed that the students exposure to "storytelling / stories" brought improvement to their overall development besides the English language in itself. KEYWORDS: Learning; Tales; Motivation; Development

9 1. INTRODUÇÃO Este artigo é resultado de todo um trabalho de pesquisa de cunho aplicado que desenvolvemos durante o Programa de Desenvolvimento Educacional (PDE). Desta forma, ele congrega estudos teóricos com vista à nossa prática docente advindos da tutoria de um professor de uma Instituição de Ensino Superior (IES), da cooperação de um grupo de professores da rede pública realizada pela Internet (Grupo de Trabalho em Rede - GTR), da construção e implementação de material didático em escola da rede Estadual de Ensino Público. Objetivamos com este artigo não somente compartilhar com diferentes tipos de leitores a experiência vivida com o gênero Contação de histórias durante a participação no PDE, mas, sobretudo, contribuir para a área de formação de professores dentro da Línguística Aplicada. A língua inglesa faz parte do dia-a-dia de nossos alunos, uma vez que eles estão sempre em contato com o idioma através de músicas, filmes, jogos, Internet. Apesar disso, muitos ainda não têm a consciência de que o inglês faz parte do contexto social deles, que aprendê-lo é uma necessidade e que isto pode fazer a diferença para um futuro mais promissor, com mais potencial, direito de todo cidadão. Por outro lado, o ensino/aprendizagem de uma língua estrangeira moderna, no caso de Língua Inglesa, nas escolas públicas, muitas vezes, apresenta resultados pouco satisfatórios (Basso 2001, 2005, 2006), (Peterson 2008). Observamos isso na nossa prática e na de vários companheiros de trabalho neste mesmo contexto. Temos a sensação que não há motivação, interesse, progressão dos conteúdos, assimilação do vocabulário e, consequentemente, uma aprendizagem significativa. Preocupamo-nos com o quê efetivamente os estudantes têm aprendido, como tal aprendizagem tem ocorrido, e, principalmente, em como desenvolver atividades que proporcionem a aprendizagem da língua de forma contextualizada, que possam contribuir para o processo de aquisição da língua inglesa, mas que também possam tornar as aulas atraentes nas quais os alunos pudessem participar com descontração e interesse. Na busca de procedimentos para subversão da atual situação de ensino de LI, resolvemos repensar nossa práxis. Buscamos elaborar atividades que, se não de todo inovadoras, pudessem despertar a motivação, a aprendizagem, dentro da teorização proposta pelas Diretrizes Curriculares Estaduais (doravante DCEs), 9

10 colocando o educando em contato com as diversidades culturais existentes, onde pudesse ver-se no mundo e interagir consciente e criticamente nas diversas situações apresentadas a ele e delas participar ativamente. De acordo com as DCEs (2008, p.19), isso pode ser alcançado a partir do trabalho realizado com diversos gêneros discursivos que evidenciam os diversos usos da linguagem, bem como o processo de construção de significados possíveis pelo leitor. Por meio de leituras e estudos aprimoramos nossa prática pedagógica e percebemos a importância e eficácia de se trabalhar com contos/histórias como forma de contextualizar o processo de aprendizagem em sala de aula, favorecendo o desenvolvimento de práticas sociais, e, paralelamente a autoconfiança, e certa independência na nova língua. Assim, por meio desse estudo, analisamos o desenvolvimento de histórias em língua materna e em língua inglesa (doravante LM e LI, respectivamente), produzindo o conhecimento construído nas interações estudantes-professor ocorridas durante o ato contar histórias, que deve ser um ato único e irrepetível, já que a cada contação existem novas entonações, novas compreensões e surgimento de novas interpretações (FARACO, 2001). A necessidade de se trabalhar a LI juntamente com LM na exploração das histórias e atividades foi devido à necessidade de se achegar ao cotidiano dos nossos educandos, do seu conhecimento de mundo, facilitando a sua compreensão quando da contação de histórias em LI, tendo em vista que os estudantes envolvidos estarem iniciando sua trajetória na nova língua. Diante disso, utilizamos o conhecimento de sequências didáticas para o ensino de línguas com base no interacionismo sócio-discursivo (DOLZ; NOVERRAZ; SCHNEUWLY, 2004) para o ensino de inglês na educação básica (CRISTOVÃO, 2001). Este procedimento objetivou também, promover uma maior desinibição no uso da nova língua, o aprimoramento da aprendizagem, envolvendo os estudantes num clima prazeroso em sala de aula, desenvolvendo atividades em grupo, duplas e individuais, a fim de que o aprendizado realmente se efetivasse. 10

11 Tivemos a seguinte pergunta de pesquisa para o desenvolvimento de todo o nosso trabalho: Como a contação de histórias na LI pode promover ao desenvolvimento cultural, afetivo, lingüístico e social do aprendiz e despertar a sua motivação? Como objetivos quisemos despertar o gosto, interesse e motivação dos alunos de quinta série para a aprendizagem de LI, através da contação de histórias, expandindo a capacidade interpretativa e cognitiva utilizando a língua como discurso; elaborar materiais didáticos, utilizando contos infantis, que conseguissem desenvolver nos estudantes suas habilidades críticas e reflexivas, à medida que passassem a perceber valores e diferenças culturais trazidas pelo contato direto com as diferentes linguagens e línguas; oferecer uma formação mais humanística, levando os educandos a compreenderem a necessidade de uma atitude reflexiva sobre a língua como prática social; levá-los a observar as intenções/intencionalidade dos textos; ampliar o conhecimento de mundo do aluno, recriando e expandindo as significações do texto; reconhecer e compreender as características linguísticas da Língua Materna e Língua Inglesa; identificar personagens e suas características; possibilitar a interação entre aluno/professor e aluno/aluno; e oportunizar o trabalho com a literatura, de maneira lúdica e prazerosa. A fundamentação teórica adveio da pedagogia histórico-cultural de Vygotsky (2000), centrada na teoria dos gêneros textuais proposta por Bakhtin (2003) para desenvolver meios de intervenção na prática pedagógica. A opção pelos dois autores como eixos teóricos centrais deveu-se ao fato de ambos se aproximarem no papel da interação dialógica que acontece num determinado contexto social. Garcez (1998) ilustra esta proximidade quando os autores afirmam que as práticas sociais são apropriadas pelos indivíduos no seu processo de desenvolvimento e inserção social, entendendo o mesmo como uma ferramenta e instrumento de mediação, numa abordagem sócio-interacionista, visando propiciar interação social e aprendizagem de língua inglesa.. Enfim, tentamos adquirir uma maior consciência teórico-metodológica através do estudo do gênero textual Contos, com foco no desenvolvimento da leitura em língua inglesa, através da contação de histórias, propondo uma sequência didática para o desenvolvimento da unidade de ensino, buscando um crescimento e melhoria do desempenho escolar dos educandos, respondendo as suas necessidades 11

12 afetivas e intelectuais pelo contato com o conteúdo simbólico das histórias trabalhadas. O trabalho culminou com a produção de um material didático com base neste gênero que denominamos de Caderno Pedagógico, contendo a apresentação em duas unidades. A seguir, passaremos a discutir a metodologia utilizada durante todo o processo. 2. METODOLOGIA DA PESQUISA Como metodologia, optamos pela pesquisa qualitativa, tendo em vista mostrar-se mais adequada aos propósitos do nosso trabalho. Dentre os diversos tipos de pesquisa, abrigados pela linha qualitativa, escolhemos a pesquisa-ação, porque com ela, segundo THIOLLENT (2004, p. 73) na busca de soluções aos problemas colocados, os pesquisadores, especialistas e participantes devem chegar a um relacionamento adequado entre saber formal e informal. Além disso, nosso foco estava no processo, muito mais do que no produto final. Para a coleta de dados, utilizamos de instrumentos como questionários, observações diretas do pesquisador e sessões de orientações para discussão da metodologia e dos procedimentos a serem utilizados durante a produção e uso do material didático. Este estudo teve como cenário o Colégio Estadual Jandaia do Sul Ensino Fundamental, Médio e Profissionalizante situado no centro da cidade com um total 760 alunos, sendo seis turmas de Ensino Fundamental, dez, de Ensino Médio e quatro, Profissionalizante (Técnico em Administração). Durante todo o desenvolvimento deste trabalho pudemos contar com o apoio da Equipe Pedagógica, da Direção e demais funcionários quando eram requisitados. O trabalho foi pensado e desenvolvido numa turma de quinta série diurno, com faixa etária entre 10 e 11 anos, composta por 35 alunos. A opção por esta série foi porque em anos anteriores, observamos a grande dificuldade de se trabalhar com LI por não haver materiais pedagógicos disponíveis, e o perfil dos alunos apresentava uma heterogeneidade socioeconômica, dificultando a muitos a aquisição de materiais 12

13 como livros, dicionários ou apostilas. Outro problema encontrado era a falta de motivação para a aprendizagem de uma nova língua, talvez pelo fato de a maioria deles nunca terem tido contado com esta língua previamente e demonstravam, frequentemente certa apatia pela disciplina (ANEXO 1). Nesta etapa tentamos proporcionar mudanças significativas no ensino de LI, apresentando aos alunos livros escritos totalmente em inglês para que manuseassem como quisessem e tentassem entender a história sem conhecer totalmente o vocabulário (ANEXO 5 Imagem 1). Houve momentos de leitura e releitura das histórias/contos para que, através da dicção e gestos faciais, compreendessem a história sem necessidade de tradução. Após este primeiro contato com os livros, puderam desenvolver exercícios propostos para a aquisição de um novo vocabulário, como: adjetivos, frutas, numerais... (ANEXO 5 - Imagem 2) o que facilitou na aquisição de habilidade oral e escrita, resultando numa maior interação entre os estudantes o que permitiu a comunicação e a compreensão da proposta. A razão disto foi a de que poderíamos, com o apoio de um orientador experiente na área, desenvolver este trabalho com gêneros textuais, propostos pelas DCEs, no caso contação de história/contos, incluindo o desenvolvimento de um Caderno Pedagógico utilizado durante a implementação pedagógica. Sobre isso teceremos nossas considerações mais adiante. 3. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Por trabalharmos com alunos em processo de aprendizagem inicial de inglês como LE, sentimos a necessidade de apropriarmo-nos de um instrumento de ensino que fosse significativo para eles e, assim, com o intuito de melhorarmos nossa prática pedagógica, passamos a buscar mais informações teóricas e novos conhecimentos sobre possíveis formas que se mostrassem adequadas para que o trabalho alcançasse resultados mais satisfatórios do que os que vínhamos atingindo até então. 13

14 Para a execução deste trabalho, seguindo as DCEs, tivemos como base a proposta sócio-interacionista de Vygotsky (1989) adaptada para o ensino de LI, os estudos de Bakhtin (1997) e da sequência didática proposta por Scheneuwly e Dolz (2004), que passarão a ser discutidas Conhecendo Gênero Textual Para desenvolver o ensino de Língua Inglesa a partir do gênero histórias e contos infantis, procuramos nos aprofundar teoricamente, buscando conhecimentos sobre como aprender e como ensinar a usar a língua-alvo, visando à superação do ensino tradicional de estruturas linguísticas, estagnadas em sua dimensão gramatical e fora de contextos reais e significativos. Para isso, foi preciso reconhecer os gêneros como a materialização da interação entre os sujeitos que, por meio da linguagem, elaboram formas estáveis de discursos. Dessa forma, buscamos primeiramente em Bakhtin (2003), Bronckart (1999) e também em Marcuschi (2005) a compreensão da teoria dos gêneros discursivo-textuais. Para transpor a teoria para a prática buscamos em Dolz, e Scheneuwly (2004) a proposta da sequência didática como encaminhamento metodológico para levar o gênero escolhido para a sala de aula de maneira sistemática em consonância com as DCEs de Língua Estrangeira que propõem o trabalho com os gêneros textuais e o uso de diferentes textos como objeto/conteúdo de ensino nas Escolas Públicas Paranaenses no Ensino Fundamental e Médio. Ao iniciar nossos estudos na literatura sobre gêneros textuais, encontramos uma diversidade de definições para esse termo, selecionamos alguns para expor neste trabalho. De acordo com Bakhtin apud Dolz e Scheneuwly (2004), gêneros de textos são formas históricas relativamente estáveis, com estrutura semelhante, produzidas em situações comunicativas semelhantes. Em Marcuschi (2005) encontram-se alguns esclarecimentos quanto à relação entre gêneros textuais e práticas sociais, sendo os gêneros definidos como: 1)... formas verbais de ação social relativamente estáveis realizadas em textos situados em comunidades de práticas sociais e em domínios discursivos específicos (p.25); 2)... modelos comunicativos que (...) servem muitas vezes para criar uma expectativa no 14

15 interlocutor e prepará-lo para uma determinada reação (p.33). Para complementar, o autor afirma que gêneros não são frutos de intervenções individuais, mas formas socialmente maturadas em práticas comunicativas. (p.35) que... se constituem como ações sócio-discursivas para agir sobre o mundo e dizer sobre o mundo, constituindo-o de algum modo (p.22). Diante desses esclarecimentos, fica evidente ser os gêneros textuais parte de atividades de comunicação, de práticas sociais, estando à utilização deles associada aos objetivos/às funções almejados pelos que se encontram em uma situação comunicativa. Essa associação entre gênero e situações comunicativas, bem como, a adaptação dos gêneros à função comunicativa pretendida pelos envolvidos na comunicação, também é sinalizada em Cristóvão (2006, p.1)... gêneros não podem ser considerados como sendo estáticos, devido a dados que vão sendo adaptados às situações sócio-comunicativas, pois ao se realizar uma ação de linguagem, o agente confronta suas próprias representações da situação vivida com as representações já cristalizadas por formações sociais outras. Tendo em vista que situações comunicativas são estabelecidas a partir da utilização de diferentes gêneros textuais e também que há uma constante busca e preocupação com o desenvolvimento de um ensino mais contextualizado, no qual os conteúdos estejam articulados com elementos que façam parte do cotidiano e da realidade dos alunos, encontramos na utilização de gêneros textuais uma possibilidade de inovar trazendo melhorias para o ensino de Língua Inglesa. Para esta utilização de gêneros textuais no ensino de línguas, foram selecionadas as concepções expressas por alguns autores abaixo relacionados. Para MARCUSCHI (2005, p.35)... o trabalho com gêneros textuais é uma extraordinária maneira de se lidar com a língua em seus mais diversos usos autênticos no dia-a-dia. Pois nada que fizermos linguisticamente estará fora de seu feito em algum gênero textual. Para Schneuwly (1994), apoiado nas teorias de Vygotsky, os gêneros de texto são instrumentos para desenvolver as funções psicológicas superiores dos indivíduos e para a sua participação nas atividades sociais de linguagem, justificando, assim, a necessidade do ensino dos gêneros formais na escola. 15

16 Gêneros de textos seriam, na perspectiva do interacionismo sócio-discursivo, os construtos sócio-histórico-culturais dos quais os indivíduos de uma sociedade se servem como instrumentos para realização das ações, principalmente de linguagem. Os textos seriam produtos da ação de linguagem, e os gêneros, um instrumento para a sua realização em um processo de ação contínua. Segundo Bronckart (2003), a linguagem só se constrói a partir das interações estabelecidas entre sujeitos que são, por sua vez, fruto de um processo histórico de socialização, e, conforme Marcuschi (2002), quando dominamos um gênero textual dominamos a forma de realizar linguisticamente objetivos específicos em situações sociais particulares. Assim, podemos afirmar que os gêneros textuais são marcados por aspectos sóciocomunicativos e funcionais enquanto atividades sócio-discursivas é, a apropriação dos gêneros um mecanismo fundamental de socialização, de inserção prática nas atividades comunicativas humanas (Bronckart, 2003, p. 103). Com uma prática pedagógica focada nessa perspectiva, o objetivo do professor deixa de ser o ensino sobre a língua, passando a ser o seu uso, ou seja, como usar a língua na e para a interação social. É preciso, portanto trabalhar a função social da língua visando tornar o aprendiz autor de sua fala, apto a ocupar de maneira bem sucedida o seu lugar no âmbito social seja através da fala ou da escrita. O papel do professor de línguas na escola, tanto materna quanto estrangeira, é capacitar o aluno a ser dono legítimo de seu discurso em diferentes situações. De acordo com Bakhtin (2003, p. 285): Quanto melhor dominamos os gêneros tanto mais livremente os empregamos, tanto mais plena e nitidamente descobrimos neles a nossa individualidade, refletimos de modo mais flexível e sutil a situação da comunicação; em suma, realizamos de modo mais acabado o nosso livre projeto de discurso. O objetivo de um trabalho pautado em gêneros discursivo-textuais é ensinar o aprendiz a utilizar a linguagem para entender o mundo e posicionar-se ativamente nele; é trabalhar a língua voltada às práticas sociais para além da sala de aula, uma vez que as DCEs de Língua Estrangeira concebem a língua como discurso, como espaço de produção de sentidos, marcados por relações contextuais de poder. E nela, Bakhtin afirma que a língua é viva, produzida na história e, ao mesmo tempo, produtora da história dos homens, no sentido de que todo discurso se constrói no 16

17 processo de interação e em função do outro. (p. 53). Assim, é fundamental desenvolver um trabalho no qual o aluno, através de diferentes textos, possa conhecer os vários gêneros identificando as diferenças estruturais e funcionais, a autoria, o destinatário e, de maneira crítica, dialogar com esses textos percebendo a situação em que a prática social de uso da língua ocorre. O professor de língua materna ou estrangeira deve explorar os textos mostrando que os mesmos são produtos da atividade de linguagem em funcionamento permanente nas formações sociais em funções de objetivos e interesses presentes no ato de comunicação. Tudo isso envolve um mecanismo fundamental de socialização, de inserção prática nas atividades sócio-discursivas Apresentando Gênero Textual Contos Contar histórias é uma atividade que não está somente relacionada ao universo da literatura infantil. Sabemos que o homem tem necessidade vital de se colocar com seus pensamentos e experiências diante do outro e, sendo assim, a atividade de contar e ouvir histórias é essencial para que o indivíduo sinta-se como verdadeiro ser humano. As histórias não se constituem apenas como textos literários tradicionalmente iniciados por era uma vez, como nos contos de fadas, mas sim, por serem relatos de experiências de vida, segredos, testemunhos, conversas que estão presentes a todo instante no nosso cotidiano, uma vez que as histórias ficam arquivadas na mente e são revisitadas e reconstruídas ao longo das nossas vidas. Originalmente os contos/histórias foram concebidos para adultos contados em ambientes populares. Sabe-se que os primeiros contos foram adaptados para as crianças por volta do século XVII, época em que passaram a configurar-se como uma forma literária infantil. De acordo com Aragão (2004), a literatura infantil constituiu-se como gênero durante o século XVII, época em que as mudanças na estrutura da sociedade desencadearam repercussões no âmbito artístico. O aparecimento da Literatura Infantil tem características próprias, pois decorre da ascensão da família burguesa, do novo status concedido à infância na sociedade e da reorganização da escola. Sua emergência deveu-se, antes de tudo, à sua associação com a Pedagogia, já que as histórias eram elaboradas para se 17

18 converterem em instrumento desta área de conhecimento. Enfim, a partir do século XVIII, a criança passa a ser considerada um ser diferente do adulto, com necessidades e características próprias, pelo que deveria se distanciar da vida dos mais velhos e receber uma educação especial, que a preparasse para a vida. Nesta época, as histórias infantis passam a ter especial atenção (COELHO, 1991). Ainda hoje é possível perceber, nos contos de fadas, motivos existenciais primitivos que sobrevivem nas sociedades modernas, caracterizando a fixidez da estrutura do conto, aquilo que sempre fica apesar da transitoriedade temporal e espacial (GÓES, 1991). Com o avanço tecnológico, a prática da narrativa foi sendo relegada e desaparecendo das escolas os momentos e espaços para a fantasia passada pela oralidade e pelos livros. O que se têm observado é que os educadores, em geral, parecem acreditar que contar histórias é uma prática apenas possível na educação infantil (séries iniciais). Entretanto, a prática da narração de histórias, como forma de conhecimento, desencadeia o desenvolvimento da imaginação, da sensibilidade, da manipulação crítica e criativa da linguagem oral. E isso é possível em todas as fases de desenvolvimento do ser humano. Segundo Fonseca (2003), a literatura é arte, expressão humana diante da realidade e do mundo, trabalhando a dimensão do sonho, da fantasia, da utopia, enquanto um sentimento que pulsa, cria e recria formas de ser e de sobreviver. Mas é também, crítica e denúncia de momentos importantes da história. A literatura é tida como a guardiã da cultura humana em todos os tempos e, como arte humana eternizada no tempo, a literatura constitui-se da palavra para a transmissão das experiências humanas estabelecendo, como ponto de partida, a própria existência do homem, seja ela interior, exterior ou na sua relação com o outro e com o mundo. O gênero contos fundamenta o trabalho realizado na disciplina de língua estrangeira, pois propicia a compreensão dos diversos usos da linguagem, bem como, a interpretação no processo e construção de significados possíveis. Uma figura, um gesto, um trecho de fala ou uma frase em linguagem verbal escrita pode ser considerado texto, mas é preciso entender os sentidos desse texto para que este 18

19 seja legitimado, e também considerar o contexto e o momento histórico em que foram produzidos. Para um melhor aprendizado, Rocha (2007) defende como ensino da LE para crianças, a criação de agrupamentos de gêneros, como os gêneros que fazem brincar, envolvendo jogos; gêneros que fazem cantar - relacionado a atividades musicais e os gêneros que fazem contar englobam atividades narrativas em verso ou prosa. Já Tonelli (2007, p 122) defende que o ensino de línguas para crianças deve ser feito através de Histórias Infantis. A autora diz que as mesmas contemplam as necessidades infantis por temas representativos, ao ouvirem e se envolverem nas histórias, os alunos utilizam a imaginação, um poderoso instrumento para conectar a fantasia e o mundo real. Quanto à visão de Santos (2005, p 60) em relação ao conteúdo a ser ministrado nas aulas de LI, a mesma adverte que ensinar palavrinhas soltas pode desencadear uma visão distorcida do que é realmente aprender uma língua em seu sentido mais amplo. Neste sentido Rocha (in TONELLI, 2007), afirma que a escola pública deve valorizar as experiências vividas pelos alunos fora da escola. É necessário aprender uma palavra nova dentro de um contexto, associar com outras palavras ou mesmo com nosso idioma. É um processo interativo, logo, os alunos necessitam de oportunidades para interagir em um contexto significativo e interessante, precisam aprender com a linguagem enquanto apreendem o vocabulário e estruturas da nova língua contribuindo para o processo de aprendizagem. Isto nos faz acreditar que as histórias/contos podem contribuir para o ensino/aprendizagem da LI pelo fato de serem interessantes e significativas para os educandos. Buscamos assim, mudar o conceito de que aprender uma LE seja tomado como algo difícil o que provoca a sensação de fracasso e o desinteresse por parte dos mesmos. 3.3 Trabalhando contos Entendemos o processo de aprendizagem de LI como um conhecimento construído a partir das interações sociais realizadas também no ambiente escolar. Por 19

20 concordarmos com o conceito vygostskiano de que não há ensino sem aprendizagem, nem aprendizagem sem ensino (Vygotsky, 2001), propusemos, desde a nossa entrada no PDE, que a língua inglesa fosse ensinada/aprendida por meios de contos, por contemplarem o universo infanto-juvenil. Na concepção de Abramovich (2003, p.16), o significado de escutar histórias é tão amplo (...). É uma possibilidade de descobrir o mundo imenso dos conflitos, das dificuldades, dos impasses, das soluções, que todos atravessamos e vivemos de um jeito ou de outro, através dos problemas que vão sendo enfrentados (ou não), resolvidos (ou não) pelos personagens de cada história, para assim esclarecer melhor os nossos problemas ou encontrarmos um caminho possível para a sua resolução. É ouvindo histórias que também podemos sentir emoções importantes como: a tristeza, a raiva, a irritação, o medo, a alegria, o pavor, a impotência, a insegurança e tantas outras mais, e viver profundamente isso tudo que as narrativas provocam e suscitam em quem as ouve ou as lê, com toda a amplitude, significância e verdade que cada uma delas faz (ou não) brotar. Decorre da leitura também a postura crítica-reflexiva que é extremamente relevante na formação, partindo primeiramente do professor, para em seguida, despertar as potencialidades reflexivas dos seus educandos. Segundo Zilberman (1985, p. 25) "... é a partir daí que se pode falar do leitor crítico". Assim, a criticidade estará presente nas aulas, sem que se perca o encanto e o brilho dos contos de fadas e de fábulas. Neste mesmo sentido, Abramovich (2003, p. 143) entende que ouvir e ler histórias é também desenvolver todo o potencial crítico da criança. É poder pensar, duvidar, se perguntar, questionar (...). É se sentir inquieto, cutucado, querendo saber mais e melhor ou percebendo que se pode mudar de idéia (...). É ter vontade de reler ou deixar de lado de uma vez.... Nessa perspectiva, entendemos que os contos/histórias geram aprendizagem pela motivação, pelo desenvolvimento da auto-estima, respeito, responsabilidade, compreensão, cooperação, socialização, mas, sobretudo, pela possibilidade de recriação e re-significação e pelo contato intercultural. Então, como contar histórias durante as aulas de Língua Inglesa? 20

REPENSANDO O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA ESCOLA PÚBLICA: DA TEORIA À PRÁTICA

REPENSANDO O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA ESCOLA PÚBLICA: DA TEORIA À PRÁTICA REPENSANDO O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA ESCOLA PÚBLICA: DA TEORIA À PRÁTICA MARIA ANDRÉIA SILVA LELES (UNEC- CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA). Resumo As variadas metodologias do ensino aprendizagem

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Alfabetização de Crianças O Professor Alfabetizador é o profissional responsável por planejar e implementar ações pedagógicas que propiciem,

Leia mais

COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA

COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA Fabiane Caron Novaes 1 Roberta Aparecida Diadio 2 Resumo: Considerando as recomendações contidas no referencial teórico dos Parâmetros Curriculares Nacionais

Leia mais

O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 0 O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Renato da Guia Oliveira 2 FICHA CATALOGRÁFICA OLIVEIRA. Renato da Guia. O Papel da Contação

Leia mais

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO Instituto Federal Farroupilha Câmpus Santa Rosa ledomanski@gmail.com Introdução Ler no contexto mundial globalizado

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA RELAÇÃO DE RESUMOS DE MONOGRAFIAS E ARTIGOS DE PÓS- GRADUAÇÃO Lato sensu Curso: Língua Inglesa/2005 Nome Aluno(a) Título Monografia/Artigo Orientador/Banca Annelise Lima

Leia mais

LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO

LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO Inês Aparecida Costa QUINTANILHA; Lívia Matos FOLHA; Dulcéria. TARTUCI; Maria Marta Lopes FLORES. Reila Terezinha da Silva LUZ; Departamento de Educação, UFG-Campus

Leia mais

LINGUAGENS DA INFÂNCIA: PROJETO RECICLAR

LINGUAGENS DA INFÂNCIA: PROJETO RECICLAR LINGUAGENS DA INFÂNCIA: PROJETO RECICLAR ANNA PAULA SILVA (PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS), ELIANE FERREIRA PINTO (PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS). Resumo A reciclagem tem como principal foco a conscientização

Leia mais

Palavras-chave: Leitura. Oralidade. (Re)escrita. Introdução

Palavras-chave: Leitura. Oralidade. (Re)escrita. Introdução 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA (X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA OS TEXTOS

Leia mais

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Josiane Lima Zanata (Seduc) josianezanata@hotmail.com Ivani Souza Mello (UFMT) ivanimello1@hotmail.com

Leia mais

II ENCONTRO DE DIVULGAÇÃO DE ATIVIDADES DE PESQUISA, ENSINO E EXTENSÃO PIBID UENP: DESAFIOS E PERSPECTIVAS

II ENCONTRO DE DIVULGAÇÃO DE ATIVIDADES DE PESQUISA, ENSINO E EXTENSÃO PIBID UENP: DESAFIOS E PERSPECTIVAS PIBID INGLÊS - AÇÃO INTERVENTIVA NAS ESCOLAS PÚBLICAS DE CORNÉLIO PROCÓPIO Bolsistas: ALMEIDA, D.; IDALGO, L.; KISHI, C; FAUSTINO, V.; SOUZA, E. (PIBID- LEM/ UENP) Orientadoras: Célia Regina Capellini

Leia mais

O USO DA LITERATURA NO PROCESSO DE LETRAMENTO NAS ESCOLAS DO CAMPO

O USO DA LITERATURA NO PROCESSO DE LETRAMENTO NAS ESCOLAS DO CAMPO O USO DA LITERATURA NO PROCESSO DE LETRAMENTO NAS ESCOLAS DO CAMPO INTRODUÇÃO Francisca das Virgens Fonseca (UEFS) franciscafonseca@hotmail.com Nelmira Santos Moreira (orientador-uefs) Sabe-se que o uso

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

AS CONTRIBUIÇÕES DO CURRÍCULO E DE MATERIAS MANIPULATIVOS NA FORMAÇÃO CONTINUADA EM MATEMÁTICA DE PROFESSORES DOS ANOS INICIAS DO ENSINO FUNDAMENTAL

AS CONTRIBUIÇÕES DO CURRÍCULO E DE MATERIAS MANIPULATIVOS NA FORMAÇÃO CONTINUADA EM MATEMÁTICA DE PROFESSORES DOS ANOS INICIAS DO ENSINO FUNDAMENTAL AS CONTRIBUIÇÕES DO CURRÍCULO E DE MATERIAS MANIPULATIVOS NA FORMAÇÃO CONTINUADA EM MATEMÁTICA DE PROFESSORES DOS ANOS INICIAS DO ENSINO FUNDAMENTAL Sheila Valéria Pereira da Silva (UFPB Campus-IV) sheilavaleria88@yahoo.com.br

Leia mais

Atividades Pedagógicas. Agosto 2014

Atividades Pedagógicas. Agosto 2014 Atividades Pedagógicas Agosto 2014 EM DESTAQUE Acompanhe aqui um pouco do dia-a-dia de nossos alunos em busca de novos aprendizados. ATIVIDADES DE SALA DE AULA GRUPO II A GRUPO II B GRUPO II C GRUPO II

Leia mais

Brincadeiras que ensinam. Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem

Brincadeiras que ensinam. Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem Brincadeiras que ensinam Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem Por que as crianças brincam? A atividade inerente à criança é o brincar. A criança brinca para atribuir significados

Leia mais

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G)

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) Resumo: Este artigo procurou abordar o ensino da matemática na Educação Infantil através de brincadeiras,

Leia mais

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE Sérgio Dal-Ri Moreira Pontifícia Universidade Católica do Paraná Palavras-chave: Educação Física, Educação, Escola,

Leia mais

2.5 AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

2.5 AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL 2.5 AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Para que a Educação Infantil no município de Piraquara cumpra as orientações desta Proposta Curricular a avaliação do aprendizado e do desenvolvimento da criança, como

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: PNLD, livro didático, língua estrangeira, gênero.

PALAVRAS-CHAVE: PNLD, livro didático, língua estrangeira, gênero. PNLD 2011: ANÁLISE DE UMA COLEÇÃO DE LIVRO DIDÁTICO DE INGLÊS Universidade Federal de Goiás Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística Mestranda: Maria Letícia Martins Campos FERREIRA mleticiaf@hotmail.com

Leia mais

PROJETO DE LEITURA E ESCRITA. Era uma vez... E conte outra vez.

PROJETO DE LEITURA E ESCRITA. Era uma vez... E conte outra vez. PROJETO DE LEITURA E ESCRITA Era uma vez... E conte outra vez. CARACTERIZAÇÃO DO PROJETO TEMA; PROJETO DE LEITURA E ESCRITA. Era uma vez... E conte outra vez. INSTITUIÇÃO Escola Estadual Lino Villachá

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Camila Turati Pessoa (Universidade Federal de Uberlândia) camilatpessoa@gmail.com Ruben de Oliveira

Leia mais

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças PADILHA, Aparecida Arrais PMSP cidarrais@yahoo.com.br Resumo: Este artigo apresenta uma

Leia mais

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA RESUMO Os educadores têm se utilizado de uma metodologia Linear, que traz uma característica conteudista; É possível notar que o Lúdico não se limita

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES LÚDICAS NO PPROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES LÚDICAS NO PPROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES LÚDICAS NO PPROCESSO DE Resumo ALFABETIZAÇÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NICOLITTO, Mayara Cristina UEPG maycris_nic@hotmail.com CAMPOS, Graziela Vaneza de UEPG

Leia mais

A Educação Inclusiva, realidade ou utopia?

A Educação Inclusiva, realidade ou utopia? A Educação Inclusiva, realidade ou utopia? Gloria Contenças Marques de Arruda (Escola Municipal Luiz de Lemos) Baseado em informações dos conteúdos estudados, Michels (2006) diz que "[...] as reformas

Leia mais

JUSTIFICATIVA OBJETIVOS GERAIS DO CURSO

JUSTIFICATIVA OBJETIVOS GERAIS DO CURSO FATEA Faculdades Integradas Teresa D Ávila Plano de Ensino Curso: Pedagogia Disciplina: Fundamentos Teoricos Metodologicos para o Ensino de Arte Carga Horária: 36h Período: 2º ano Ano: 2011 Turno: noturno

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

NEW PROJECTS FOR LIFE: MUSIC IS IN THE AIR

NEW PROJECTS FOR LIFE: MUSIC IS IN THE AIR 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( x ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE

Leia mais

PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA.

PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA. PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA. OLIVEIRA 1, Jordânia Amorim da Silva. SOUSA 2, Nádia Jane de. TARGINO 3, Fábio. RESUMO Este trabalho apresenta resultados parciais do projeto

Leia mais

Uma Biblioteca e a vontade de formar leitores.

Uma Biblioteca e a vontade de formar leitores. Uma Biblioteca e a vontade de formar leitores. Prof. Ms. Deisily de Quadros (FARESC) deisily@uol.com.br Graduando Mark da Silva Floriano (FARESC) markfloriano@hotmail.com Resumo: Este artigo apresenta

Leia mais

Articulando saberes e transformando a prática

Articulando saberes e transformando a prática Articulando saberes e transformando a prática Maria Elisabette Brisola Brito Prado Na sociedade do conhecimento e da tecnologia torna-se necessário repensar o papel da escola, mais especificamente as questões

Leia mais

LEITURA E ESCRITA: O LÚDICO NO ESPAÇO ESCOLAR

LEITURA E ESCRITA: O LÚDICO NO ESPAÇO ESCOLAR LEITURA E ESCRITA: O LÚDICO NO ESPAÇO ESCOLAR Katia Maria de Oliveira CUSTODIO, Ketulem Cristina Vieira ARANTES, Ducéria TARTUCI, Maria Marta Lopes FLORES. Ângela Aparecida DIAS Departamento de Educação,UFG

Leia mais

(IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ

(IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ (IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ Resumo O presente trabalho objetiva apresentar uma pesquisa em andamento que

Leia mais

Fundação Carmelitana Mário Palmério - FUCAMP Faculdade de Ciências Humanas e Sociais - FACIHUS Educação de qualidade ao seu alcance

Fundação Carmelitana Mário Palmério - FUCAMP Faculdade de Ciências Humanas e Sociais - FACIHUS Educação de qualidade ao seu alcance SUBPROJETO DE LETRAS PORTUGUÊS/ESPANHOL O ensino da língua espanhola no contexto da escola pública INTRODUÇÃO Este plano procura articular-se de forma integrada com o plano de trabalho institucional, que

Leia mais

LEITURA E ESCRITA: ALIMENTAÇÃO E PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE

LEITURA E ESCRITA: ALIMENTAÇÃO E PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE LEITURA E ESCRITA: ALIMENTAÇÃO E PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE Renata Angélica dos SANTOS, Cristiana Alves da SILVA, Maria Marta L. FLORES, Dulcéria TARTUCI, Ângela Aparecida DIAS, Departamento de Educação,

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DA LEITURA NA FORMAÇÃO DO CIDADÃO: EXEMPLOS QUE INCENTIVAM

CONTRIBUIÇÕES DA LEITURA NA FORMAÇÃO DO CIDADÃO: EXEMPLOS QUE INCENTIVAM CONTRIBUIÇÕES DA LEITURA NA FORMAÇÃO DO CIDADÃO: EXEMPLOS QUE INCENTIVAM CARRENHO, Silvanira migliorini 1 KIMURA, Marcia Regina de Souza 1 VEGAS, Dirce Aparecida Izidoro 1 ANTONIO, Fernanda Peres 2 RESUMO

Leia mais

Maria Izabel Rodrigues TOGNATO[2]

Maria Izabel Rodrigues TOGNATO[2] PROFESSOR OU EDUCADOR? CIDADANIA UMA RESPONSABILIDADE SOCIAL NO ENSINO DE LITERATURA E DA PRÁTICA DE ENSINO NA FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DO PROFESSOR DE LÍNGUA INGLESA Referência: TOGNATO, M.I.R..

Leia mais

OLIVEIRA, Luciano Amaral. Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. São Paulo: 184 Parábola Editorial, 2010.

OLIVEIRA, Luciano Amaral. Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. São Paulo: 184 Parábola Editorial, 2010. Resenha OLIVEIRA, Luciano Amaral. Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. São Paulo: 184 Parábola Editorial, 2010. Leticia Macedo Kaeser * leletrasufjf@gmail.com * Aluna

Leia mais

CULTURA E HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA NA AULA DE INGLÊS: E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL NA ESCOLA

CULTURA E HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA NA AULA DE INGLÊS: E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL NA ESCOLA CULTURA E HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA NA AULA DE INGLÊS: E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL NA ESCOLA Júlio César Paula Neves Tânia Mayra Lopes de Melo Modalidade: Pôster Sessão Temática 5: Educação e

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ELEMENTO FUNDAMENTAL NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM 1

EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ELEMENTO FUNDAMENTAL NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM 1 EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ELEMENTO FUNDAMENTAL NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM 1 Autora: Maria Thaís de Oliveira Batista Graduanda do Curso de Pedagogia Unidade Acadêmica de Educação/CFP/UFCG Email: taholiveira.thais@gmail.com

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

RESUMO. Palavras-chaves: leitura; produção textual, conto. 1 INTRODUÇÃO

RESUMO. Palavras-chaves: leitura; produção textual, conto. 1 INTRODUÇÃO DE CONTO EM CONTO: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA DOCENTE Maria Helena Cunha de Andrade SILVA RESUMO Esse trabalho relata uma experiência de leitura e produção textual realizada no decorrer do ano letivo de

Leia mais

ANAIS DA VII JORNADA CIENTÍFICA DA FAZU 20 a 24 de outubro de 2008 ARTIGOS CIENTÍFICOS COMPUTAÇÃO SUMÁRIO

ANAIS DA VII JORNADA CIENTÍFICA DA FAZU 20 a 24 de outubro de 2008 ARTIGOS CIENTÍFICOS COMPUTAÇÃO SUMÁRIO ARTIGOS CIENTÍFICOS COMPUTAÇÃO SUMÁRIO AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PESQUISADORES... 2 AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PESQUISADORES SILVA, M.M Margareth Maciel Silva

Leia mais

Educação Infantil, que espaço é este?

Educação Infantil, que espaço é este? Educação Infantil, que espaço é este? O material do sistema de ensino Aprende Brasil de Educação Infantil foi elaborado a fim de oferecer subsídios para reflexões, informações e sugestões que auxiliem

Leia mais

JUSTIFICATIVA PEDAGÓGICA DA PRODUÇÃO DE CONTEÚDOS DIGITAIS NA FORMATAÇÃO DO SOFTWARE EDUCACIONAL (SIMULAÇÃO E ANIMAÇÃO)

JUSTIFICATIVA PEDAGÓGICA DA PRODUÇÃO DE CONTEÚDOS DIGITAIS NA FORMATAÇÃO DO SOFTWARE EDUCACIONAL (SIMULAÇÃO E ANIMAÇÃO) JUSTIFICATIVA PEDAGÓGICA DA PRODUÇÃO DE CONTEÚDOS DIGITAIS NA FORMATAÇÃO DO SOFTWARE EDUCACIONAL (SIMULAÇÃO E ANIMAÇÃO) De acordo com o Edital de produção de conteúdo digitais multimídia, alguns aspectos

Leia mais

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 TÍTULO DO PROGRAMA Balinha e Dentinho. 2 EPISÓDIO TRABALHADO Conhecendo o Rosquinha. 3 SINOPSE DO EPISÓDIO ESPECÍFICO Balinha e Dentinho encontram um cachorro perdido

Leia mais

Núcleo de Educação Infantil Solarium

Núcleo de Educação Infantil Solarium 0 APRESENTAÇÃO A escola Solarium propõe um projeto de Educação Infantil diferenciado que não abre mão do espaço livre para a brincadeira onde a criança pode ser criança, em ambiente saudável e afetivo

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA CLAINES KREMER GENISELE OLIVEIRA EDUCAÇÃO AMBIENTAL: POR UMA PERSPECTIVA DE RELAÇÕES ENTRE

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Lúcia Peranzoni 1 Fabiana Lacerda da Silva 2 Resumo: O presente trabalho foi desenvolvido na disciplina Estágio Básico II no segundo semestre de 2011, tendo

Leia mais

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA Jaqueline Oliveira Silva Ribeiro SESI-SP josr2@bol.com.br Dimas Cássio Simão SESI-SP

Leia mais

Alfabetizar e promover o ensino da linguagem oral e escrita por meio de textos.

Alfabetizar e promover o ensino da linguagem oral e escrita por meio de textos. Alfabetizar e promover o ensino da linguagem oral e escrita por meio de textos. Daiane Pacheco-USC pedagogia - daiaspacheco@gmail.com; Carla Viviana-USC pedagogia- vivianamaximino@hotmail.com; Kelly Rios-USC

Leia mais

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância Nilce Fátima Scheffer - URI-Campus de Erechim/RS - snilce@uri.com.br

Leia mais

VAI E VEM DAS EQUAÇÕES: UMA EXPERIÊNCIA NO ENSINO FUNDAMENTAL

VAI E VEM DAS EQUAÇÕES: UMA EXPERIÊNCIA NO ENSINO FUNDAMENTAL VAI E VEM DAS EQUAÇÕES: UMA EXPERIÊNCIA NO ENSINO FUNDAMENTAL Tanise Coppetti Universidade Federal de Santa Maria tani_coppetti@hotmail.com Resumo: Este trabalho apresenta uma atividade a respeito de equações

Leia mais

ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATOS DE EXPERIÊNCIAS DA PRÁTICA DOCENTE

ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATOS DE EXPERIÊNCIAS DA PRÁTICA DOCENTE 1 ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATOS DE EXPERIÊNCIAS DA PRÁTICA DOCENTE Natália Maria G. Dantas de Santana- UAE/CFP/UFCG Mayrla Marla Lima Sarmento-UAE/CFP/UFCG Maria Thaís de Oliveira

Leia mais

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor Juliana Graciano Parise 1 Eliane de Lourdes Felden 2 Resumo: O trabalho apresenta uma experiência de ensino articulado à pesquisa

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE I... 4 02 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 4 03 PROFISSIONALIDADE DOCENTE... 4 04 RESPONSABILIDADE

Leia mais

Comunicação JOGOS TEATRAIS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO MATERNAL E EDUCAÇÃO INFANTIL

Comunicação JOGOS TEATRAIS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO MATERNAL E EDUCAÇÃO INFANTIL Comunicação JOGOS TEATRAIS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO MATERNAL E EDUCAÇÃO INFANTIL ROSA, Maria Célia Fernandes 1 Palavras-chave: Conscientização-Sensibilização-Transferência RESUMO A psicóloga Vanda

Leia mais

LEITURA E LITERATURA NA FORMAÇÃO DA CRIANÇA

LEITURA E LITERATURA NA FORMAÇÃO DA CRIANÇA LEITURA E LITERATURA NA FORMAÇÃO DA CRIANÇA Suellen Lopes 1 Graduação Universidade Estadual de Londrina su.ellen23@hotmail.com Rovilson José da Silva 2 Universidade Estadual de Londrina rovilson@uel.br

Leia mais

PEDAGOGIA EM ESPAÇOS SOCIAIS: OLHARES E REFLEXÕES EM CAMPOS DE ESTÁGIO¹

PEDAGOGIA EM ESPAÇOS SOCIAIS: OLHARES E REFLEXÕES EM CAMPOS DE ESTÁGIO¹ PEDAGOGIA EM ESPAÇOS SOCIAIS: OLHARES E REFLEXÕES EM CAMPOS DE ESTÁGIO¹ ALVES, T. C.²; RENK, E. F.³; LEÃO, T.J.E. 4 ¹ Trabalho desenvolvido na disciplina de Estágio Curricular Supervisionado II Espaços

Leia mais

DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID

DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID BARROS, Raquel Pirangi. SANTOS, Ana Maria Felipe. SOUZA, Edilene Marinho de. MATA, Luana da Mata.. VALE, Elisabete Carlos do.

Leia mais

Cadernos do CNLF, Vol. XVII, Nº 04. Rio de Janeiro: CiFEFiL, 2013.

Cadernos do CNLF, Vol. XVII, Nº 04. Rio de Janeiro: CiFEFiL, 2013. 122 Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos LER, ESCREVER E REESCREVER NO ENSINO MÉDIO POR MEIO DOS CLÁSSICOS DA LITERATURA BRASILEIRA José Enildo Elias Bezerra (IFAP) enildoelias@yahoo.com.br

Leia mais

CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE. Elaine Fernanda Dornelas de Souza

CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE. Elaine Fernanda Dornelas de Souza Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 721 CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE Elaine Fernanda Dornelas de Souza Serviço Nacional de

Leia mais

ESPAÇOS PEDAGÓGICOS ADAPTADOS: EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGENS DE ADAPTAÇÃO QUE ENRIQUECEM A EDUCAÇÃO

ESPAÇOS PEDAGÓGICOS ADAPTADOS: EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGENS DE ADAPTAÇÃO QUE ENRIQUECEM A EDUCAÇÃO 1 ESPAÇOS PEDAGÓGICOS ADAPTADOS: EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGENS DE ADAPTAÇÃO QUE ENRIQUECEM A EDUCAÇÃO VOGEL, Deise R. 1 BOUFLEUR, Thaís 2 RAFFAELLI, Alexandra F. 3 Palavras chave: Espaços adaptados; experiências;

Leia mais

ESTRATÉGIA DE ENSINO - BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS TRADICIONAIS NA EDUCAÇÃO FÍSICA INFANTIL.

ESTRATÉGIA DE ENSINO - BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS TRADICIONAIS NA EDUCAÇÃO FÍSICA INFANTIL. ESTRATÉGIA DE ENSINO - BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS TRADICIONAIS NA EDUCAÇÃO FÍSICA INFANTIL. Carmem Regina Calegari Cunha E. M. de Educação Infantil Prof Edna Aparecida de Oliveira - UDI Resumo Trabalho

Leia mais

PROJETO DE LEITURA E ESCRITA LEITURA NA PONTA DA LÍNGUA E ESCRITA NA PONTA DO LÁPIS

PROJETO DE LEITURA E ESCRITA LEITURA NA PONTA DA LÍNGUA E ESCRITA NA PONTA DO LÁPIS PROJETO DE LEITURA E ESCRITA LEITURA NA PONTA DA LÍNGUA E ESCRITA NA PONTA DO LÁPIS A língua é um sistema que se estrutura no uso e para o uso, escrito e falado, sempre contextualizado. (Autor desconhecido)

Leia mais

HISTÓRIA ORAL NO ENSINO FUNDAMENTAL: O REGIME MILITAR NO EX- TERRITÓRIO DE RORAIMA

HISTÓRIA ORAL NO ENSINO FUNDAMENTAL: O REGIME MILITAR NO EX- TERRITÓRIO DE RORAIMA HISTÓRIA ORAL NO ENSINO FUNDAMENTAL: O REGIME MILITAR NO EX- TERRITÓRIO DE RORAIMA LYSNE NÔZENIR DE LIMA LIRA, 1 HSTÉFFANY PEREIRA MUNIZ 2 1. Introdução Este trabalho foi criado a partir da experiência

Leia mais

Não Era uma Vez... Contos clássicos recontados

Não Era uma Vez... Contos clássicos recontados elaboração: PROF. DR. JOSÉ NICOLAU GREGORIN FILHO Não Era uma Vez... Contos clássicos recontados escrito por Vários autores Os Projetos de Leitura: concepção Buscando o oferecimento de subsídios práticos

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES TEÓRICAS DE LEV VYGOTSKY (1896-1934) 1

CONTRIBUIÇÕES TEÓRICAS DE LEV VYGOTSKY (1896-1934) 1 . PREFEITURA MUNICIPAL DO SALVADOR Secretaria Municipal de Educação e Cultura SMEC Coordenadoria de Ensino e Apoio Pedagógico CENAP CONTRIBUIÇÕES TEÓRICAS DE LEV VYGOTSKY (1896-1934) 1 Angela Freire 2

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

A LITERATURA INFANTIL PARA A FORMAÇÃO DE LEITORES

A LITERATURA INFANTIL PARA A FORMAÇÃO DE LEITORES A LITERATURA INFANTIL PARA A FORMAÇÃO DE LEITORES Mércia Rodrigues Gonçalves Pinheiro, UESB RESUMO O presente trabalho foi articulado através de pesquisa de campo, utilizando observação direta e entrevista

Leia mais

O lugar da oralidade na escola

O lugar da oralidade na escola O lugar da oralidade na escola Disciplina: Língua Portuguesa Fund. I Selecionador: Denise Guilherme Viotto Categoria: Professor O lugar da oralidade na escola Atividades com a linguagem oral parecem estar

Leia mais

DIGITAL STORYTELLING: O GÊNERO NARRATIVA AUTOBIOGRÁFICA DIGITAL EM AULAS DE INGLÊS

DIGITAL STORYTELLING: O GÊNERO NARRATIVA AUTOBIOGRÁFICA DIGITAL EM AULAS DE INGLÊS DIGITAL STORYTELLING: O GÊNERO NARRATIVA AUTOBIOGRÁFICA DIGITAL EM AULAS DE INGLÊS Débora Bortolon (Colégio Estadual Castelo Branco /Paraná) Terezinha Marcondes Diniz Biazi (/UNICENTRO/GP) e-mail: emebiazi@hotmail.com

Leia mais

O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER

O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER ALVES, Ivanir da Costa¹ Universidade Estadual de Goiás Unidade Universitária de Iporá ¹acwania@gmail.com RESUMO A leitura é compreendida como uma ação que deve se

Leia mais

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL 1988 CONSTITUIÇÃO FEDERAL ANTECEDENTES Art. 210. Serão fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental, de maneira a assegurar formação básica comum

Leia mais

SABERES ADQUIRIDOS NO PIBID (PROGRAMA INSTUCIONAL DE BOLSA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA) PARA O SUCESSO PROFISSIONAL.

SABERES ADQUIRIDOS NO PIBID (PROGRAMA INSTUCIONAL DE BOLSA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA) PARA O SUCESSO PROFISSIONAL. SABERES ADQUIRIDOS NO PIBID (PROGRAMA INSTUCIONAL DE BOLSA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA) PARA O SUCESSO PROFISSIONAL. TayaraCrystina P. Benigno, UERN; tayara_bbg@hotmail.com Emerson Carlos da Silva, UERN; emersoncarlos90@hotmail.com

Leia mais

ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA ACERCA DO PROJETO A CONSTRUÇÃO DO TEXTO DISSERTATIVO/ARGUMENTATIVO NO ENSINO MÉDIO: UM OLHAR SOBRE A REDAÇÃO DO ENEM

ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA ACERCA DO PROJETO A CONSTRUÇÃO DO TEXTO DISSERTATIVO/ARGUMENTATIVO NO ENSINO MÉDIO: UM OLHAR SOBRE A REDAÇÃO DO ENEM ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA ACERCA DO PROJETO A CONSTRUÇÃO DO TEXTO DISSERTATIVO/ARGUMENTATIVO NO ENSINO MÉDIO: UM OLHAR SOBRE A REDAÇÃO DO ENEM Daniela Fidelis Bezerra Túlio Cordeiro de Souza Maria Elizabete

Leia mais

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Pensar na realidade é pensar em transformações sociais. Atualmente, temos observado os avanços com relação à

Leia mais

tido, articula a Cartografia, entendida como linguagem, com outra linguagem, a literatura infantil, que, sem dúvida, auxiliará as crianças a lerem e

tido, articula a Cartografia, entendida como linguagem, com outra linguagem, a literatura infantil, que, sem dúvida, auxiliará as crianças a lerem e Apresentação Este livro tem o objetivo de oferecer aos leitores de diversas áreas do conhecimento escolar, principalmente aos professores de educação infantil, uma leitura que ajudará a compreender o papel

Leia mais

SEQUÊNCIA DIDÁTICA SOBRE ARTIGO DE OPINIÃO : UM OLHAR INCLUSIVO E UM SER MAIS CIDADÃO

SEQUÊNCIA DIDÁTICA SOBRE ARTIGO DE OPINIÃO : UM OLHAR INCLUSIVO E UM SER MAIS CIDADÃO 11. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA SEQUÊNCIA

Leia mais

O interesse por atividades práticas contribuindo na alfabetização através do letramento

O interesse por atividades práticas contribuindo na alfabetização através do letramento O interesse por atividades práticas contribuindo na alfabetização através do letramento A contribuição do interesse e da curiosidade por atividades práticas em ciências, para melhorar a alfabetização de

Leia mais

PROJETO A HORA DO CONTO: ALFABETIZANDO COM OS GÊNEROS LITERÁRIOS. Palavras Chaves: Alfabetização, Letramento e Gêneros Literários.

PROJETO A HORA DO CONTO: ALFABETIZANDO COM OS GÊNEROS LITERÁRIOS. Palavras Chaves: Alfabetização, Letramento e Gêneros Literários. PROJETO A HORA DO CONTO: ALFABETIZANDO COM OS GÊNEROS LITERÁRIOS Zeni Aguiar do Nascimento Alves i Zênio Hélio Alves ii O SESC LER Zona Norte de Natal desenvolve atividades que evidenciam a questão da

Leia mais

Hai Hora Atividade Interativa: Uso do dicionário nas aulas de Língua Estrangeira Moderna Espanhol, na escola pública do Estado do Paraná.

Hai Hora Atividade Interativa: Uso do dicionário nas aulas de Língua Estrangeira Moderna Espanhol, na escola pública do Estado do Paraná. Hai Hora Atividade Interativa: Uso do dicionário nas aulas de Língua Estrangeira Moderna Espanhol, na escola pública do Estado do Paraná. Jaqueline Inês Koloda Moletta Resumo Este artigo visa apresentar

Leia mais

Elaboração de projetos

Elaboração de projetos Ano: 2013 CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL ARLINDO RIBEIRO Professor: ELIANE STAVINSKI PORTUGUÊS Disciplina: LÍNGUA PORTUGUESA / LITERATURA Série: 2ª A e B CONTEÚDO ESTRUTURANTE: DISCURSO COMO

Leia mais

RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO

RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO Elaine Cristina Penteado Koliski (PIBIC/CNPq-UNICENTRO), Klevi Mary Reali (Orientadora), e-mail: klevi@unicentro.br

Leia mais

Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção

Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção Silvia Christina Madrid Finck E-mail: scmfinck@ uol.com.br Resumo: Este artigo refere-se ao projeto de pesquisa

Leia mais

A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID

A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID Victor Silva de ARAÚJO Universidade Estadual da Paraiba sr.victorsa@gmail.com INTRODUÇÃO A monitoria é uma modalidade

Leia mais

Curso Educação Artística Habilitação: Artes Plásticas. Disciplina Prática de Ensino. Professor(a) José Paulo de Assis Rocha JUSTIFICATIVA

Curso Educação Artística Habilitação: Artes Plásticas. Disciplina Prática de Ensino. Professor(a) José Paulo de Assis Rocha JUSTIFICATIVA Curso Educação Artística Habilitação: Artes Plásticas Disciplina Prática de Ensino Ano letivo 2011 Série 3ª Carga Horária 72 H/aula Professor(a) José Paulo de Assis Rocha JUSTIFICATIVA Assim como curadores

Leia mais

ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS DO ENSINO DE CIÊNCIAS NO FUNDAMENTAL I: UMA ANÁLISE A PARTIR DE DISSERTAÇÕES

ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS DO ENSINO DE CIÊNCIAS NO FUNDAMENTAL I: UMA ANÁLISE A PARTIR DE DISSERTAÇÕES ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS DO ENSINO DE CIÊNCIAS NO FUNDAMENTAL I: UMA ANÁLISE A PARTIR DE DISSERTAÇÕES Tamiris Andrade Nascimento (Mestranda do Programa Educação Cientifica e Formação de Professores da Universidade

Leia mais

FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: PARTILHA DE SABERES E VIVÊNCIAS COMUNICACIONAIS

FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: PARTILHA DE SABERES E VIVÊNCIAS COMUNICACIONAIS FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: PARTILHA DE SABERES E VIVÊNCIAS COMUNICACIONAIS Lourdes Helena Rodrigues dos Santos - UFPEL/F/AE/PPGE Resumo: O presente estudo pretende compartilhar algumas descobertas,

Leia mais

VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil

VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil NOSSA MISSÃO: Por meio da educação formar cidadãos felizes, independentes, éticos e solidários VALORES: Respeito, honestidade, boa moral

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Linguagem oral dominada, Representação escrita, Sistema simbólico.

PALAVRAS-CHAVE: Linguagem oral dominada, Representação escrita, Sistema simbólico. 7.00.00.00-0 - CIÊNCIAS HUMANAS 7.08.00.00-6 Educação A APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA: A LINGUAGEM ORAL DOMINADA E SUA CORRELAÇÃO COM A APRENDIZAGEM DA ESCRITA GIOVANNA GAGGINI RODON Curso de Pedagogia

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PEDAGOGIA Disciplina: Comunicação e Expressão Ementa: A leitura como vínculo leitor/texto através do conhecimento veiculado pelo texto escrito. Interpretação:

Leia mais

A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL EVELISE RAQUEL DE PONTES (UNESP). Resumo O ato de contar histórias para crianças da educação infantil é a possibilidade de sorrir, criar, é se envolver com

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS Projeto: uma nova cultura de aprendizagem ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Projeto: uma nova cultura de aprendizagem. [S.l.: s.n.], jul. 1999. A prática pedagógica

Leia mais

O USO DO SOFTWARE GEOGEBRA COMO METODOLOGIA DE ENSINO DE MATEMÁTICA NO 9º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DO COLÉGIO SÃO JOÃO BATISTA, CEDRO-CE

O USO DO SOFTWARE GEOGEBRA COMO METODOLOGIA DE ENSINO DE MATEMÁTICA NO 9º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DO COLÉGIO SÃO JOÃO BATISTA, CEDRO-CE O USO DO SOFTWARE GEOGEBRA COMO METODOLOGIA DE ENSINO DE MATEMÁTICA NO 9º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DO COLÉGIO SÃO JOÃO BATISTA, CEDRO-CE ¹C. J. F. Souza (ID); ¹M. Y. S. Costa (ID); ²A. M. Macêdo (CA)

Leia mais

COM CRIANÇAS INGRESSANTES NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA POSSÍVEL NOS DIFERENTES MODOS DE ENSINAR

COM CRIANÇAS INGRESSANTES NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA POSSÍVEL NOS DIFERENTES MODOS DE ENSINAR O USO DO BLOG COM CRIANÇAS INGRESSANTES NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA POSSÍVEL NOS DIFERENTES MODOS DE ENSINAR Isnary Aparecida Araujo da Silva 1 Introdução A sociedade atual vive um boom da tecnologia,

Leia mais

Descobrindo o que a criança sabe na atividade inicial Regina Scarpa 1

Descobrindo o que a criança sabe na atividade inicial Regina Scarpa 1 1 Revista Avisa lá, nº 2 Ed. Janeiro/2000 Coluna: Conhecendo a Criança Descobrindo o que a criança sabe na atividade inicial Regina Scarpa 1 O professor deve sempre observar as crianças para conhecê-las

Leia mais