Segurança da Informação

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1 Resumos Volume 1, Julho de 2015 Segurança da Informação POPULARIZAÇÃO DA INFORMÁTICA Com a popularização da internet, tecnologias que antes eram restritas a profissionais tornaram-se abertas, democratizando os métodos de comunicação. Nos dias de hoje qualquer cidadão pode ter conhecimento e se utilizar dos mais variados métodos de comunicação. A conexão entre computadores através de redes criou inumeras portas de acesso aos sistemas, o que, ao mesmo tempo, criou inumeras possibilidades para se encontrar um acesso que não esteja devidamente protegido. Quanto maiores os recursos que são disponibilizados aos usuários, maior tem de ser a complexidade das conexões e quanto mais informação é requerida por esses usuários, mais difícil se torna garantir a segurança dos sistemas envolvidos. PRINCÍPIOS DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Pelos motivos descritos acima esse assunto vem cada dia sendo mais abordado pelas bancas de concursos públicos. Sendo de suma importância o candidato conhecer bem todos os seus princípios. Na internet, por se tratar de um ambiente livre e anônimo, questões relacionadas a sigilo e privacidade tornam-se essenciais para que o usuário possa aproveitar todas as suas possibilidades, como: transações bancárias, compras com cartões de crédito e acesso a dados remotos. Um sistema de informação precisa se basear em quatro princípios básicos: Disponibilidade, Integridade, Confidencialidade e Autenticidade. NESTA EDIÇÃO Criptografia... 2 Certificado Digital... 3 Assinatura Digital... 4 ALGUNS CURSOS DO ICA CONCURSO DO INSS AFO PARA CONCURSOS DELEGADO DA POLICIA CIVIL DIR. PREVIDENCIÁRIO PARA O INSS DIREITO PENAL PARA CONCURSOS DIREITO EMPRESARIAL PARA CONCURSOS ENTRE OUTROS

2 CRIPTOGRAFIA Criptografia (Do Grego kryptós, escondido", e gráphein, "escrita") é o estudo das princípais técnicas de transformação da iformação da sua forma original para outra indecifrável, de forma que possa ser conhecida apenas por seu destinatário (detentor da "chave secreta"), o que a torna difícil de ser viloada por alguém não autorizado. Assim sendo, só o destinatário da mensagem pode ler a informação com facilidade. Nos dias de hoje, onde grande parte dos dados é digital, sendo representados por bits, o processo de encriptação é basicamente feito por algoritmos que fazem o embaralhamento dos bits desses dados a partir de uma chave ou par de chaves, dependendo do Sistema criptográfico escolhido. A criptografia de chave pública ou criptografia assimétrica é um m étodo de criptografia que utiliza um par de chaves: uma chave pública e uma chave privada. A chave pública é distribuída livremente para todos os correspondentes, enquanto a chave privada deve ser conhecida apenas pelo seu dono. Em um algoritmo de criptografia assimétrica, uma mensagem cifrada com a chave pública pode somente ser decifrada pela sua chave privada correspondente. Do mesmo modo, uma mensagem cifrada com a chave privada pode somente ser decifrada pela sua chave pública correspondente. A criptografia de chave pública ou criptografia assimétrica é um método de criptografia que utiliza um par de chaves: uma chave pública e uma chave privada. CONFIDÊNCIALIDADE Esse princípio é garantido quando apenas pessoas autorizadas podem ter acesso a Informação. Para confidencialidade, a chave pública é usada para cifrar mensagens, com isso apenas o dono da chave privada pode decifrá-la. AUTENTICIDADE Garantir a autenticidade é garantir a confiança de que a entidade (pessoa empresa ou máquina) que está realizando uma determinada ação (exemplo enviando uma mensagem) é realmente a entidade que se diz ser. Para autenticidade, a chave privada é usada para cifrar mensagens, com isso garante-se que apenas o dono da chave privada poderia ter cifrado a mensagem que foi decifrada com a 'chave pública'. UM EXEMPLO DE UTILIZAÇÃO Como exemplo, temos: Maria tem seu conjunto de chaves públicas e privadas. Ela irá oferecer a sua chave pública as pessoas com as quais deseja trocar informações, por exemplo, João. João ao se comunicar com Maria cifra sua mensagem com a chave pública oferecida que somente poderá ser decifrada com a chave privada de Maria. Isso garante que somente Maria irá ler a mensagem. Já Maria responde cifrando sua resposta com a chave privada o que garante que somente as pessoas para as quais ela ofereceu a chave pública, serão capazes de decifrá-la, e ainda, garante a João que a mensagem recebida veio realmente de Maria. Exemplo de Questão Uma Mensagem enviada de X para Y é criptografada e decriptografada, respectivamente, pelas chaves: A) Pública de Y (que X conhece) e privada de Y. B) Pública de Y (que X conhece) e privada de X. C) Privada de X (que Y conhece) e privada de Y. D) Privada de X (que Y conhece) e pública de X. E) Privada de Y (que X conhece) e pública de X. Resposta: Se X precisa enviar a mensagem a Y deve usar a chave pública que lhe foi cedida por Y, desse modo essa mensagem somente poderá ser decriptografada com a chave privada de Y. Assim resposta correta é a letra A. Esse modelo garante a confidencialidade da mensagem, como somente Y tem acesso a sua chave privada somente Y terá acesso a mensagem. 2

3 UM CERTIFICADO NORMALMENTE INCLUÍ Cadeia Hierárquica de Segurança CERTIFICADO DIGITAL Um certificado digital é um arquivo de computador que contém um conjunto de informações referentes a entidade para o qual o certificado foi emitido (seja uma empresa, pessoa física ou computador) mais a chave pública referente a chave privada que acredita-se ser de posse unicamente da entidade especificada no certificado. Ele, normalmente, é usado para ligar uma entidade a sua chave pública. Para garantir a integridade das informações contidas neste arquivo ele é assinado digitalmente. Um certificado pode ser revogado se for descoberto que a sua chave privada relacionada foi comprometida, ou se o seu relacionamento (entre uma entidade e a sua chave pública) embutido no certificado estiver incorreto ou foi mudada. A Medida Provisória (MP) nº , de 24 de agosto de 2001 define as regras para a criação da ICP-BR bem como a utilização de certificados digitais no Brasil, aspectos legais. Exemplo de Questão: Site do ICP-Brasil/ITI: Analise a informação relacionada à certificação digital, politicas de segurança e segurança da Internet: Um certificado de chave pública é um conjunto de dados à prova de falsificação que atesta a associação de uma chave pública a um usuário final. Para fornecer essa associação, um conjunto de terceiros confiáveis confirma a identidade do usuário. Os terceiros chamados autoridades certificadoras, emitem certificados para o usuário com o nome de usuário, a chave pública e outras informções que o identificam. Informações referentes a entidade para o qual o certificado foi emitido (nome, , CPF/CNPJ, PIS etc.) chave pública referente a chave privada de posse da entidade especificada no certificado. O período de validade A localização do "centro de revogação" (uma URL para download da CRL, ou local para uma consulta OCSP). A(s) assinatura(s) da(s) AC/ entidade(s) que afirma que a chave pública contida naquele certificado confere com as informações contidas no mesmo. O padrão mais comum para certificados digitais no âmbito de uma ICP é o ITU-T X.509. O X.509 foi adaptado para a Internet pelo grupo da Internet Engineering Task Force (IETF) PKIX. Muito cuidado a afirmativa pode parecer correta, mas é falsa pois as características descritas estão relacionadas a um certificado digital (não existe certificado de chave pública). 3

4 ASSINATURA ELETRÔNICA Muitas vezes se confunde o termo assinatura eletrônica com assinatura digital. Assinatura eletrônica refere-se a qualquer mecanismo (não necessariamente criptográfico), para identificar um usuário ou remetente de uma mensagem. Um exemplo é um documento enviado por fax que contenha assinaturas manuscritas. Eventualmente a legislação pode validar tais assinaturas, mas essas não são assinaturas digitais. ASSINATURA DIGITAL Em criptografia, a assinatura digital é um método de autenticação de informação digital semelhante à assinatura física em papel. Embora existam analogias, também existem diferenças que podem ser importantes. O termo assinatura eletrônica, por vezes confundido com assinatura digital, tem um significado diferente: refere-se a qualquer mecanismo, não necessariamente criptográfico, para identificar o remetente de uma mensagem eletrônica. A legislação pode validar, por exemplo, a transmissão por fax de assinaturas manuscritas em papel como legítimas, isso é assinatura eletrônica. A utilização da assinatura digital providencia a prova inegável de que uma mensagem veio do emissor. Para verificar este requisito, uma assinatura digital deve ter as seguintes propriedades: Autenticidade - o receptor deve poder confirmar que a assinatura foi feita pelo emissor; Integridade - qualquer alteração da mensagem faz com que a assinatura não corresponda mais ao documento; Não repúdio ou irretratabilidade - o emissor não pode negar a autenticidade da mensagem; COMO É ASINAR DIGITALMENTE? Existem diversos métodos para assinar digitalmente documentos, e estes métodos estão em constante evolução. Porém de maneira resumida, uma assinatura típica envolve dois processos criptográficos, o hash (resumo) e a encriptação deste hash. Em um primeiro momento é gerado um resumo criptográfico da mensagem através de algoritmos complexos que reduzem qualquer mensagem sempre a um resumo de mesmo tamanho. A este resumo criptográfico se dá o nome de hash. Uma função de hash deve apresentar necessariamente as seguintes características: Deve ser impossível encontrar a mensagem original a partir do hash da mensagem. O hash deve parecer aleatório, mesmo que o algoritmo seja conhecido. Deve ser impossível encontrar duas mensagens diferentes que levam a um mesmo hash. Após gerar o hash, ele deve ser criptografado através de um sistema de chave pública, para garantir a autenticidade. O autor da mensagem deve usar sua chave privada para cifrar a mensagem e armazenar o hash criptografado junto a mensagem original. Para verificar a autenticidade do documento, deve ser gerado um novo resumo a partir da mensagem que está armazenada, e este novo resumo deve ser comparado com a assinatura digital. Para isso, é necessário descriptografar a assinatura obtendo o hash original. Se ele for igual ao hash recém gerado, a mensagem está integra. Além da assinatura existe o selo cronológico que atesta a referência de tempo à assinatura. 4

5 DISPONIBILIDADE É a garantia de que as informações estarão disponíveis quando necessárias. Para assinar digitalmente uma mensagem, a mesma não necessariamente precisa ser criptografada, apenas a assinatura. ATENÇÃO NA TABELA ABAIXO VALIDADE JURIDICA O certificado digital já dá uma presunção de validade a tudo que se faz. Ele providencia o não repúdio, ou seja, não se pode falar que não se utilizou o próprio certificado digital. Para fins externos esse tem a validade jurídica, aquele com quem se lidou eletronicamente tem que reconhecer as informações disponibilizadas.. 5

6 AUTOR: PROFESSOR MAURICIO MAIA O Bizu de Informática é um blog informativo destinado a preparar candidato de Concursos Públicos para os assuntos de informática. O ICA Instituto de Capacitação Avançada é uma plataforma de ensino on-line que destina-se a proporcionar a preparação e o aprimoramento dos seus conhecimentos nas mais diversas áreas. Feito diretamente pelos professores para os alunos, sem intermediários. Aqui você encontrará os professores que você já conhece e aprova, aliados a uma plataforma tecnológica de última geração. Além das vídeo-aulas e dos materiais de apoio, você poderá gerenciar o seu desempenho com a maior e a mais evoluída plataforma educacional do mundo, o Moodle, utilizado pelas universidades de renome internacional, como Harvard e Cambridge. COLE O SELO AQUI Autor: Professor Mauricio maia https://www.facebook.com/infoinss https://www.facebook.com/ica.cursoseconcursos ICA Cursos SEU LOGOTIPO AQUI

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