1. CONTROLE DE PROCESSO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "1. CONTROLE DE PROCESSO"

Transcrição

1 1. CONTROLE DE PROCESSO PROCESSO: operação ou desenvolvimento que evolui progressivamente em direção a um resultado ou meta. Qualquer operação a ser controlada, tais como, processos químicos, biológicos, econômicos, etc. ESTUDO DE UM PROCESSO: determinar a resposta na saída em função de uma entrada presente. Qualificar o padrão causa-efeito ou excitaçãoresposta.

2 2. TRANSPOSIÇÃO REPRESENTAÇÃO DE UM PROCESSO: através de uma caixa preta (bloco). TRANSPOSIÇÃO: determinados resultados para um certo caso para diversos outros processos. PROCESSO: conjunto de leis, regras que regem um certo conjunto de dispositivos. Causa/Excitação Processo Efeito/Resposta

3 3. SISTEMAS DE CONTROLE RELAÇÃO ENTRADA-SAÍDA: conhecendo as variáveis físicas de causa e de efeito, busca-se deixar o todo dentro de certos parâmetros estipulados. CONTROLE DE PROCESSOS: grandeza física que mereça análise para a determinação de uma resposta, em função de uma excitação dada e de um sistema cujas características sejam conhecidas. Exemplo: eritropoiose (medicina).

4 4.a. REVISÃO HISTÓRICA INÍCIO DA ERA CRISTÃ: árabes construíram os primeiros controles de nível de líquidos por meio de válvulas acionadas por bóias. SÉCULO XVIII: James Watt construiu um controlador centrífugo para o controle de velocidade de uma máquina a vapor. 1868: J. C. Maxwell publica o artigo On Governors, na Inglaterra. 1922: Minorsky trabalhou em controladores automáticos para pilotagem de navios e mostrou como poderia ser determinado a estabilidade a partir das equações diferenciais que descrevem o sistema. 1932: Nyquist desenvolveu um procedimento relativamente simples para determinar a estabilidade de sistemas em malha fechada, com base na resposta a entradas senoidais em regime permanente e em malha aberta.

5 4.b. REVISÃO HISTÓRICA 1934: Hazen introduziu o termo servomecanismo para sistemas de controle de posição e discutiu o projeto destes dispositivos. DÉCADA DE 40: Os métodos de resposta em freqüência tornaram possível projetar sistemas de controle realimentados lineares que satisfazem requisitos de desempenho. INÍCIO DA DÉCADA DE 50: O método do lugar das raízes em projeto de sistema de controle foi completamente desenvolvido. DÉCADA DE 60: desenvolvimento da teoria de controle moderna para sistemas de múltiplas entradas e múltiplas saídas. DÉCADA DE 70 EM DIANTE: o aumento da disponibilidade de computadores propiciou avanços para otimização, métodos heurísticos e controle adaptativo.

6 5. QUADRO - RESUMO ESTÁGIO I II III Método de estudo Ferramenta matemática Estágio tecnológico Aplicações Clássico ou da resposta em freqüência Transformadas de Laplace e Z Eletrônica analógica Sistemas monovariáveis Moderno ou da resposta temporal Equações diferenciais e espaços vetoriais Eletrônica analógica e digital Sistemas multivariáveis Contemporâneo ou álgebra das matrizes polinomiais Álgebra funcional e matrizes Eletrônica digital predomina Sistemas multivariáveis

7 6. SISTEMA EM MALHA ABERTA SISTEMA DE CONTROLE EM MALHA ABERTA: não apresenta tomada de sinal ou medida da saída reinjetada e comparada com a sua entrada. EXEMPLO: alto-falante (converte sinal elétrico em ondas sonoras)

8 7.a. SISTEMA EM MALHA FECHADA SISTEMA DE CONTROLE EM MALHA FECHADA OU REALIMENTADO: apresenta-se em laço fechado, pois a resposta (saída) sempre gera alguma influência sobre a entrada. A diferença entre o sinal de entrada (referência) e o sinal de saída realimentado, chamado de sinal de erro, é introduzido no controlador que atua na planta ou no processo de forma a reduzir o erro e manter a saída em um valor desejado.

9 7.b. SISTEMA EM MALHA FECHADA EXEMPLO: CAG (controle automático de ganho) utilizado em receptores de rádio-freqüência. A tensão retirada na saída irá contrapor-se à tensão do sinal de entrada quando esta se afastar de um valor pré-estabelecido de referência, controlando-a, isto é, fazendo com que a mesma retorne ao valor de referência (set point). entrada TrafoFI Processo (estágios ampl. de FI) Q1 Q2 TrafoFI Detector AM D1 R1 Medição (somador) R2 ref R3 saída Vcc C1

10 8. BLOCOS DE UM SISTEMA DE CONTROLE BLOCOS BÁSICOS: medidor, comparador, atuador, processo e saída. EXEMPLO: Ciclo de controle atuador processo set-point comparador medidor saída

AEC PARTE 02: INTRODUÇÃO AOS SISTEMAS DE CONTROLE

AEC PARTE 02: INTRODUÇÃO AOS SISTEMAS DE CONTROLE AEC PARTE 02: INTRODUÇÃO AOS SISTEMAS DE CONTROLE 2.1 INTRODUÇÃO O controle automático tem desempenhado um papel fundamental no avanço da engenharia e da ciência. Alem da extrema importância em sistemas

Leia mais

IF-705 Automação Inteligente Sistemas de Controle - Fundamentos

IF-705 Automação Inteligente Sistemas de Controle - Fundamentos IF-705 Automação Inteligente Sistemas de Controle - Fundamentos Aluizio Fausto Ribeiro Araújo Universidade Federal de Pernambuco Centro de Informática - CIn Departamento de Sistemas da Computação aluizioa@cin.ufpe.br

Leia mais

Controle de Sistemas

Controle de Sistemas Controle de Sistemas Introdução aos Sistemas de Controle Renato Dourado Maia Universidade Estadual de Montes Claros Engenharia de Sistemas Uma Pergunta O que é controle? 2/42 A Resposta Vamos entender

Leia mais

Conceitos Básicos de Automação. Exemplo Motivador

Conceitos Básicos de Automação. Exemplo Motivador Conceitos Básicos de Automação Prof. Jeferson L. Curzel 2011/02 Exemplo Motivador Para uma furação manual o operador usava os olhos, o tato e a contração de seus braços para avaliar a evolução do furo

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA - UFSM CENTRO DE TECNOLOGIA - CT DEPARTAMENTO DE ELETRÔNICA E COMPUTAÇÃO - DELC PROJETO REENGE - ENG.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA - UFSM CENTRO DE TECNOLOGIA - CT DEPARTAMENTO DE ELETRÔNICA E COMPUTAÇÃO - DELC PROJETO REENGE - ENG. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA - UFSM CENTRO DE TECNOLOGIA - CT DEPARTAMENTO DE ELETRÔNICA E COMPUTAÇÃO - DELC PROJETO REENGE - ENG. ELÉTRICA CADERNO DIDÁTICO DE SISTEMAS DE CONTROLE 1 ELABORAÇÃO:

Leia mais

Fundamentos de Automação

Fundamentos de Automação Ministério da educação - MEC Secretaria de Educação Profissional e Técnica SETEC Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Campus Rio Grande Fundamentos de Automação Conceito,

Leia mais

Instrumentação na Indústria Química. Prof. Gerônimo

Instrumentação na Indústria Química. Prof. Gerônimo Instrumentação na Indústria Química Prof. Gerônimo Ementa 1. Introdução. 2. Histórico. 3. Automação, controle de processo. 4. Instrumentos para controle de processos: - Classificação dos instrumentos -

Leia mais

Utilização de Gás. Módulo: Válvulas e Sistemas de Controle

Utilização de Gás. Módulo: Válvulas e Sistemas de Controle Utilização de Gás Módulo: Válvulas e Sistemas de Controle PROCESSO INDUSTRIAL Variável Controlada: Temperatura Meio Controlado: Fluido Variável Manipulada: Vazão Agente de Controle: Vapor Malha de Controle

Leia mais

INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL - DEFINIÇÕES

INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL - DEFINIÇÕES SISTEMA É uma disposição, conjunto ou coleção de partes conectadas ou relacionadas de tal maneira a formarem um todo. Pode ser físico, biológico, econômico, etc. CONTROLE Estuda como agir sobre um dado

Leia mais

Engenharia de Controle

Engenharia de Controle Engenharia de Controle Prof. Fernando de Oliveira Souza Contato: Sala 2523 (BLOCO 1) e-mail: fosouza@cpdee.ufmg.br www.cpdee.ufmg.br/ fosouza Terças-feiras (20h55 às 22h35) e Sextas-feiras (19h00 às 20h40)

Leia mais

UNED-CUBATÃO 2008. Conhecimentos básicosb Automação Industrial

UNED-CUBATÃO 2008. Conhecimentos básicosb Automação Industrial CEFET-SP UNED-CUBATÃO 2008 Conhecimentos básicosb de Automação Industrial J. Caruso - 2008 Definições Automação é um sistema de equipamentos eletrônicos e/ou mecânicos que controlam seu próprio funcionamento,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DEPARTAMENTO DE AUTOMAÇÃO E SISTEMAS FUNDAMENTOS DE CONTROLE CLÁSSICO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DEPARTAMENTO DE AUTOMAÇÃO E SISTEMAS FUNDAMENTOS DE CONTROLE CLÁSSICO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DEPARTAMENTO DE AUTOMAÇÃO E SISTEMAS FUNDAMENTOS DE CONTROLE CLÁSSICO Sumário I Controle Contínuo Introdução 3. Sistemas de Controle

Leia mais

Sistemas de Controle Evolução Histórica

Sistemas de Controle Evolução Histórica Sistemas de Controle Evolução Histórica Romeu Reginatto O que motiva a evolução dos sistemas de controle? Melhoria da qualidade dos processos produtivos Aumento da produtividade Automação dos processos,

Leia mais

Automação Industrial

Automação Industrial Automação Industrial Unidade 2 Respostas de um Sistema de Controle Prof. Rodrigo Cardoso Fuentes diretor.ctism@gmail.com Prof. Rafael Concatto Beltrame beltrame@mail.ufsm.br Objetivos da Aula 1. Definir

Leia mais

3 Classificação dos Instrumentos Industriais

3 Classificação dos Instrumentos Industriais 3 Classificação dos Instrumentos Industriais Os elementos utilizados na instrumentação industrial são apresentados nessa seção. Os instrumentos são divididos de acordo com a função que o mesmo terá nos

Leia mais

TÍTULO: EMBALADORA DE TABULEIROS DE DAMAS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS SUBÁREA: ENGENHARIAS

TÍTULO: EMBALADORA DE TABULEIROS DE DAMAS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS SUBÁREA: ENGENHARIAS Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: EMBALADORA DE TABULEIROS DE DAMAS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS SUBÁREA:

Leia mais

Rodrigo Baleeiro Silva Engenheiro de Controle e Automação. Introdução à Engenharia de Controle e Automação

Rodrigo Baleeiro Silva Engenheiro de Controle e Automação. Introdução à Engenharia de Controle e Automação Rodrigo Baleeiro Silva Engenheiro de Controle e Automação (do latim Automatus, que significa mover-se por si) ; Uso de máquinas para controlar e executar suas tarefas quase sem interferência humana, empregando

Leia mais

Mecânica: processos industriais: usinagem, laminação, fundição, solda, prensagem, vapor, gás. Automóveis, suspensão, motor, câmbio.

Mecânica: processos industriais: usinagem, laminação, fundição, solda, prensagem, vapor, gás. Automóveis, suspensão, motor, câmbio. 1 Disciplina de Sistemas de Controle Prof. Luciano Menegaldo e-mail: lmeneg@ime.eb.br home-page: http://lmeneg-aulas.tripod.com Aula 1 Introdução 1. Idéias gerais e exemplos de sistemas de controle - Assunto

Leia mais

2.3- DIAGRAMAS DE BLOCOS E DE FLUXO DE SINAL. FÓRMULA DE MASON DIAGRAMA DE BLOCOS DB

2.3- DIAGRAMAS DE BLOCOS E DE FLUXO DE SINAL. FÓRMULA DE MASON DIAGRAMA DE BLOCOS DB 2.3 DIRMS DE BLOOS E DE FLUXO DE SINL. FÓRMUL DE MSON DIRM DE BLOOS DB Os sistemas de controle, geralmente, são constituídos por vários componentes ou partes interligadas. Para mostrar estas interconexões

Leia mais

ANÁLISE LINEAR DE SISTEMAS

ANÁLISE LINEAR DE SISTEMAS ANÁLISE LINEAR DE SISTEMAS JOSÉ C. GEROMEL DSCE / Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação UNICAMP, CP 6101, 13083-970, Campinas, SP, Brasil, geromel@dsce.fee.unicamp.br Campinas, Janeiro de 2007

Leia mais

Automação Industrial

Automação Industrial Automação Industrial Unidade 1 Introdução Prof. Rodrigo Cardoso Fuentes diretor.ctism@gmail.com Prof. Rafael Concatto Beltrame beltrame@mail.ufsm.br Conteúdo da disciplina 1. Introdução àautomação Industrial

Leia mais

Aula 2. Carlos Amaral Fonte: Cristiano Quevedo Andrea

Aula 2. Carlos Amaral Fonte: Cristiano Quevedo Andrea Aula 2 Carlos Amaral Fonte: Cristiano Quevedo Andrea UTFPR - Universidade Tecnológica Federal do Paraná DAELT - Departamento Acadêmico de Eletrotécnica Curitiba, Agosto de 2011. Resumo Terminologias 1

Leia mais

Sistema de Controle: é um sistema cuja saída é controlada para assumir um valor determinado ou seguir uma determinada entrada.

Sistema de Controle: é um sistema cuja saída é controlada para assumir um valor determinado ou seguir uma determinada entrada. 1 Sistema de Controle: é um sistema cuja saída é controlada para assumir um valor determinado ou seguir uma determinada entrada. Fig.01 Sistema de controle manual para regular o nível de fluído em um reservatório.

Leia mais

Sistemas de Controle I (Servomecanismo) Carlos Alexandre Mello. Carlos Alexandre Mello cabm@cin.ufpe.br 1

Sistemas de Controle I (Servomecanismo) Carlos Alexandre Mello. Carlos Alexandre Mello cabm@cin.ufpe.br 1 Sistemas de Controle I (Servomecanismo) Carlos Alexandre Mello 1 O que são sistemas de controle Um sistema de controle é um conjunto de componentes organizados de forma a conseguir a resposta desejada

Leia mais

Sumário. Disciplina: TEQ102 - CONTROLE DE PROCESSOS. Prof a Ninoska Bojorge. Departamento de Engenharia Química e de Petróleo UFF

Sumário. Disciplina: TEQ102 - CONTROLE DE PROCESSOS. Prof a Ninoska Bojorge. Departamento de Engenharia Química e de Petróleo UFF 1 Disciplina: TEQ102 - CONTROLE DE PROCESSOS INTRODUÇÃO AO CONTROLE DE PROCESSOS Prof a Ninoska Bojorge Departamento de Engenharia Química e de Petróleo UFF Sumário Introdução Evolução do Controle de Processo

Leia mais

INSTRUÇÕES. UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA COMISSÃO PERMANENTE DE SELEÇÃO VESTIBULAR DE INVERNO 2012 3 a etapa: QUÍMICA, MATEMÁTICA E FÍSICA

INSTRUÇÕES. UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA COMISSÃO PERMANENTE DE SELEÇÃO VESTIBULAR DE INVERNO 2012 3 a etapa: QUÍMICA, MATEMÁTICA E FÍSICA 3 a etapa: Química, Matemática e Física Química 16 a 30 Matemática 31 a 45 Física 3 a etapa: QUÍMICA, MATEMÁTICA E FÍSICA 31 23 03 30 15 31 11 22 27 29 06 15 21 31 10 23 05 27 31 06 13 06 21 31 15 03 26

Leia mais

Introdução e Motivação

Introdução e Motivação Introdução e Motivação 1 Análise de sistemas enfoque: sistemas dinâmicos; escopo: sistemas lineares; objetivo: representar, por meio de modelos matemáticos, fenômenos observados e sistemas de interesse;

Leia mais

SENSORES DISCIPLINA DE MATERIAIS ELÉTRICOS. ALUNOS: André Sato Érico Noé Leandro Percebon

SENSORES DISCIPLINA DE MATERIAIS ELÉTRICOS. ALUNOS: André Sato Érico Noé Leandro Percebon SENSORES DISCIPLINA DE MATERIAIS ELÉTRICOS ALUNOS: André Sato Érico Noé Leandro Percebon Indrodução SENSORES são dispositivos que mudam seu comportamento sob a ação de uma grandeza física, podendo fornecer

Leia mais

Automação Industrial Parte 2

Automação Industrial Parte 2 Automação Industrial Parte 2 Prof. Ms. Getúlio Teruo Tateoki http://www.getulio.eng.br/meusalunos/autind.html Perspectiva Histórica Os primeiros sistemas de controle foram desenvolvidos durante a Revolução

Leia mais

Curso Básico de Instrumentação

Curso Básico de Instrumentação Curso Básico de Instrumentação Ementa O treinamento aborda os fundamentos de controle de processos visando preparar profissionais com formação técnica para atuar em projetos de instrumentação no setor

Leia mais

EXERCÍCIOS RESOLVIDOS

EXERCÍCIOS RESOLVIDOS ENG JR ELETRON 2005 29 O gráfico mostrado na figura acima ilustra o diagrama do Lugar das Raízes de um sistema de 3ª ordem, com três pólos, nenhum zero finito e com realimentação de saída. Com base nas

Leia mais

Tópicos de Controle. Alexandre Brincalepe Campo brincalepe@gmail.com. www.cefetsp.br/edu/brinca/controle.html

Tópicos de Controle. Alexandre Brincalepe Campo brincalepe@gmail.com. www.cefetsp.br/edu/brinca/controle.html Tópicos de Controle Alexandre Brincalepe Campo brincalepe@gmail.com www.cefetsp.br/edu/brinca/controle.html Conteúdo Conceitos sobre a teoria de controle clássico e moderno. Estudo sobre sistemas de 1ª,

Leia mais

Processos em Engenharia: Introdução a Servomecanismos

Processos em Engenharia: Introdução a Servomecanismos Processos em Engenharia: Introdução a Servomecanismos Prof. Daniel Coutinho coutinho@das.ufsc.br Departamento de Automação e Sistemas DAS Universidade Federal de Santa Catarina UFSC DAS 5101 - Aula 7 p.1/47

Leia mais

Introdução à Automação de Sistemas e à

Introdução à Automação de Sistemas e à Introdução à Automação de Sistemas e à Instrumentação Industrial Conceitos Básicos de Sistemas Dinâmicos e Controle Instrumentação para Controle Controle Discreto Tecnologias Utilizadas na Automação Exemplos

Leia mais

INSTRUMENTAÇÃO. Eng. Marcelo Saraiva Coelho

INSTRUMENTAÇÃO. Eng. Marcelo Saraiva Coelho INSTRUMENTAÇÃO CONCEITOS E DEFINIÇÕES Nas indústrias, o termo PROCESSO tem um significado amplo. Uma operação unitária, como por exemplo, destilação, filtração ou aquecimento, é considerado um PROCESSO.

Leia mais

Modelagem no Domínio do Tempo. Carlos Alexandre Mello. Carlos Alexandre Mello cabm@cin.ufpe.br 1

Modelagem no Domínio do Tempo. Carlos Alexandre Mello. Carlos Alexandre Mello cabm@cin.ufpe.br 1 Carlos Alexandre Mello 1 Modelagem no Domínio da Frequência A equação diferencial de um sistema é convertida em função de transferência, gerando um modelo matemático de um sistema que algebricamente relaciona

Leia mais

Universidade Gama Filho Campus Piedade Departamento de Engenharia de Controle e Automação

Universidade Gama Filho Campus Piedade Departamento de Engenharia de Controle e Automação Universidade Gama Filho Campus Piedade Departamento de Engenharia de Controle e Automação Laboratório da Disciplina CTA-147 Controle I Análise da Resposta Transitória (Este laboratório foi uma adaptação

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA PORTARIA Nº 235, DE 2 DE JUNHO DE 2014 O Presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais

Leia mais

Sistemas de Automação

Sistemas de Automação Sistemas de Automação Introdução Walter Fetter Lages w.fetter@ieee.org Universidade Federal do Rio Grande do Sul Escola de Engenharia Departamento de Engenharia Elétrica Programa de Pós-Graduação em Engenharia

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO - PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS CURRÍCULO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO PERFIL

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO - PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS CURRÍCULO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO PERFIL PERFIL 3001 - Válido para os alunos ingressos a partir de 2002.1 Disciplinas Obrigatórias Ciclo Geral Prát IF668 Introdução à Computação 1 2 2 45 MA530 Cálculo para Computação 5 0 5 75 MA531 Álgebra Vetorial

Leia mais

Introdução à Eletrônica de Potência

Introdução à Eletrônica de Potência Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina Departamento Acadêmico de Eletrônica Eletrônica de Potência Introdução à Eletrônica de Potência Florianópolis, setembro de 2012. Prof.

Leia mais

Identificação e Controle Adaptativo

Identificação e Controle Adaptativo Identificação e Controle Adaptativo Prof. Antonio A. R. Coelho 1 Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC Grupo de Pesquisa em Tecnologias de Controle Aplicado, GPqTCA Departamento de Automação e Sistemas,

Leia mais

MICROMASTER MM4. Usando o Controle de Malha Fechada (PID) Edição 08.2002. IND 1 Drives technology Suporte Técnico Drives Hotline

MICROMASTER MM4. Usando o Controle de Malha Fechada (PID) Edição 08.2002. IND 1 Drives technology Suporte Técnico Drives Hotline s MICROMASTER MM4 Usando o Controle de Malha Fechada (PID) Edição 08.2002 IND 1 Drives technology Suporte Técnico Drives Hotline USANDO O CONTROLE DE MALHA FECHADA NO MM4 O que é controle de malha fechada

Leia mais

CONCEITOS BÁSICOS DE INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE

CONCEITOS BÁSICOS DE INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE CONCEITOS BÁSICOS DE INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL - ENG3501 PROFª. LETÍCIA CHAVES Conceitos básicos de Instrumentação 1 INTRODUÇÃO 1.1 Histórico 1.2 Elementos de uma Malha de Controle

Leia mais

Instrumentação Industrial. Fundamentos de Instrumentação Industrial: Conceitos Básicos e Definições

Instrumentação Industrial. Fundamentos de Instrumentação Industrial: Conceitos Básicos e Definições Instrumentação Industrial Fundamentos de Instrumentação Industrial: Conceitos Básicos e Definições Instrumentação Industrial De acordo com a organização norte-americana Instrument Society of America -

Leia mais

Controle Automático de Geração (Regulação Secundária)

Controle Automático de Geração (Regulação Secundária) Controle Automático de Geração (Regulação Secundária) Controle Automático de Geração (Regulação Secundária) - I Unidade de Geração Centro de Operação do Sistema Controle Terciário de Tensão ~ água ou vapor

Leia mais

Comandos Eletro-eletrônicos SENSORES

Comandos Eletro-eletrônicos SENSORES Comandos Eletro-eletrônicos SENSORES Prof. Roberto Leal Sensores Dispositivo capaz de detectar sinais ou de receber estímulos de natureza física (tais como calor, pressão, vibração, velocidade, etc.),

Leia mais

RELAÇÕES DE CORRENTE ALTERNADA

RELAÇÕES DE CORRENTE ALTERNADA RELAÇÕES DE CORRENTE ALTERNADA A tensão alternada senoidal é a qual utilizamos em nossos lares, na indústria e no comércio. Dentre as vantagens, destacamos: Facilidade de geração em larga escala; Facilidade

Leia mais

das válvulas de vazão de líquidos e gases

das válvulas de vazão de líquidos e gases Válvulas de Vazão de Líquidos e Gases Wagner Britto Vaz de Oliveira 00/16144 Pedro Kouri Paim 00/16063 9 de Junho de 2005 1 Introdução No contexto de automação industrial, válvulas de comando são elementos

Leia mais

Título: Controle de um sistema Bola- Barra com realimentação através de imagem

Título: Controle de um sistema Bola- Barra com realimentação através de imagem Título: Controle de um sistema Bola- Barra com realimentação através de imagem Autores: Caio Felipe Favaretto, Henrique Corrêa Ramiro, Rômulo de Oliveira Souza e Marcelo Barboza Silva Professor orientador:

Leia mais

Processos em Engenharia: Modelagem Matemática de Sistemas Fluídicos

Processos em Engenharia: Modelagem Matemática de Sistemas Fluídicos Processos em Engenharia: Modelagem Matemática de Sistemas Fluídicos Prof. Daniel Coutinho coutinho@das.ufsc.br Departamento de Automação e Sistemas DAS Universidade Federal de Santa Catarina UFSC DAS 5101

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA SÉRIE DE EXERCÍCIO #A3 (1A) CONVERSÃO TEMPERATURA-TENSÃO (A) Determine

Leia mais

http://www.sabereletronica.com.br/secoes/leitura/1569/imprimir:yes Imprimir

http://www.sabereletronica.com.br/secoes/leitura/1569/imprimir:yes Imprimir 1 de 12 28/02/2011 16:11 Imprimir PRODUTOS / Sensores 05/04/2010 16:50:05 Curso sobre Sensores Veja na primeira parte deste artigo a abordagem dos principais sensores utilizados na indústria, e como eles

Leia mais

Projetos de Eletrônica Básica II

Projetos de Eletrônica Básica II Projetos de Eletrônica Básica II MUITO CUIDADO NA MONTAGEM DOS CIRCUITOS, JÁ QUE SE ESTÁ TRABALHANDO COM A REDE ELÉTRICA. Projete um sistema para uma casa inteligente, com as seguintes características:

Leia mais

11/07/2012. Professor Leonardo Gonsioroski FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ UNIVERSIDADE DE FORTALEZA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA.

11/07/2012. Professor Leonardo Gonsioroski FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ UNIVERSIDADE DE FORTALEZA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA. FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ UNIVERSIDADE DE FORTALEZA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA Aulas anteriores Tipos de Sinais (degrau, rampa, exponencial, contínuos, discretos) Transformadas de Fourier e suas

Leia mais

Sensores e atuadores (continuação)

Sensores e atuadores (continuação) AULA 05: Sensores e atuadores (continuação) OBJETIVO: Apresentar os sensores e atuadores mais utilizados nos projetos de automação.. A pirâmide de automação Nível 5: Gerenciamento corporativo Nível 3:

Leia mais

3.ª Prática Controle (PID) DE VAZÃO EM UMA TUBULAÇÃO da Planta de Instrumentação Industrial e Controle de Processos da De Lorenzo

3.ª Prática Controle (PID) DE VAZÃO EM UMA TUBULAÇÃO da Planta de Instrumentação Industrial e Controle de Processos da De Lorenzo 1 3.ª Prática Controle (PID) DE VAZÃO EM UMA TUBULAÇÃO da Planta de Instrumentação Industrial e Controle de Processos da De Lorenzo OBJETIVO: 1. Fazer o controle (PID) de Vazão em uma Tubulação na planta

Leia mais

Sistema de excitação

Sistema de excitação Sistema de excitação Introdução Introdução A função do sistema de excitação é estabelecer a tensão interna do gerador síncrono; Em consequência,o sistema de excitação é responsável não somente pela tensão

Leia mais

Sensoriamento A UU L AL A. Um problema. Exemplos de aplicações

Sensoriamento A UU L AL A. Um problema. Exemplos de aplicações A UU L AL A Sensoriamento Atualmente, é muito comum nos depararmos com situações em que devemos nos preocupar com a segurança pessoal e de nossos bens e propriedades. Daí decorre a necessidade de adquirir

Leia mais

CAMPUS CRUZ DAS ALMAS Edital 01/2010. Área de Conhecimento

CAMPUS CRUZ DAS ALMAS Edital 01/2010. Área de Conhecimento CONCURSO PÚBLICO PARA DOCENTE DO MAGISTÉRIO SUPERIOR CAMPUS CRUZ DAS ALMAS CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS - CETEC Área de Conhecimento Materiais, Estrutura e Sistemas Eletromecânicos PONTOS DO

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DEPARTAMENTO DE AUTOMAÇÃO E SISTEMAS FUNDAMENTOS DE CONTROLE CLÁSSICO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DEPARTAMENTO DE AUTOMAÇÃO E SISTEMAS FUNDAMENTOS DE CONTROLE CLÁSSICO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DEPARTAMENTO DE AUTOMAÇÃO E SISTEMAS FUNDAMENTOS DE CONTROLE CLÁSSICO Sumário I Controle Contínuo Introdução 3. Sistemas de Controle

Leia mais

OBJETIVOS: CARGA HORÁRIA MÍNIMA CRONOGRAMA:

OBJETIVOS: CARGA HORÁRIA MÍNIMA CRONOGRAMA: ESTUDO DIRIGIDO COMPONENTE CURRICULAR: Controle de Processos e Instrumentação PROFESSOR: Dorival Rosa Brito ESTUDO DIRIGIDO: Métodos de Determinação de Parâmetros de Processos APRESENTAÇÃO: O rápido desenvolvimento

Leia mais

² Servomecanismo: Sistema de controle realimentado para controle automático de posição, velocidade ou aceleração. Muito empregado na indústria.

² Servomecanismo: Sistema de controle realimentado para controle automático de posição, velocidade ou aceleração. Muito empregado na indústria. 1. Introdução 1.1. De nições Básicas ² Sistema: Interconexão de dispositivos e elementos para cumprir um objetivo desejado. ² Processo: Um sistema ou dispositivo a ser controlado. ² Sistema de controle:

Leia mais

O controle automático tem desempenhado um papel fundamental no avanço da engenharia e da ciência. Ex: sistemas de veículos espaciais, sistemas de

O controle automático tem desempenhado um papel fundamental no avanço da engenharia e da ciência. Ex: sistemas de veículos espaciais, sistemas de 1º Capitulo O controle automático tem desempenhado um papel fundamental no avanço da engenharia e da ciência. Ex: sistemas de veículos espaciais, sistemas de direcionamento de mísseis, sistemas robóticos

Leia mais

Arquitetura das Unidades de Controle Eletrônico

Arquitetura das Unidades de Controle Eletrônico Arquitetura das Unidades de Controle Eletrônico Antes que a unidade eletrônica de controle (Electronic Control Unit ECU) atue de forma precisa no motor, a ECU deve estimar com a maior de precisão possível

Leia mais

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão. Objetivo Geral

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão. Objetivo Geral Curso: ENGENHARIA ELÉTRICA SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO Missão O Curso de Engenharia Elétrica da Universidade Estácio de Sá tem por missão formar engenheiros com sólidos e atualizados conhecimentos científicos

Leia mais

Parecer de Autorização de Funcionamento: CEED nº 650/2014.

Parecer de Autorização de Funcionamento: CEED nº 650/2014. CURSO TÉCNICO EM ELETROTÉCNICA O Curso Técnico de Nível Médio em Eletrotécnica, Eixo Tecnológico Controle e Processos Industriais são organizados em 3 módulos de 400 horas. Ao final do curso, 400 horas

Leia mais

15/02/2012. IV.2_Controle e Automação II. Introdução. Conteúdo SENSORES

15/02/2012. IV.2_Controle e Automação II. Introdução. Conteúdo SENSORES IV.2_Controle e Automação II Formando Profissionais Para o Futuro SENSORES Introdução No estudo da automação em sistemas industriais, comerciais e/ou residenciais há a necessidade de determinar as condições

Leia mais

HORÁRIO SEGUNDA TERÇA QUARTA QUINTA SEXTA

HORÁRIO SEGUNDA TERÇA QUARTA QUINTA SEXTA 1º A 2016 Noturno Central 1S/2016 Introdução à Engenharia de Controle à Automação Lógica e Matemática Discreta Física Geral Física Geral Fundamentos de Cálculo Lógica e Matemática Discreta Algoritmos e

Leia mais

Controle II. Estudo e sintonia de controladores industriais

Controle II. Estudo e sintonia de controladores industriais Controle II Estudo e sintonia de controladores industriais Introdução A introdução de controladores visa modificar o comportamento de um dado sistema, o objetivo é, normalmente, fazer com que a resposta

Leia mais

ACIONAMENTOS ELETRÔNICOS (INVERSOR DE FREQUÊNCIA)

ACIONAMENTOS ELETRÔNICOS (INVERSOR DE FREQUÊNCIA) ACIONAMENTOS ELETRÔNICOS (INVERSOR DE FREQUÊNCIA) 1. Introdução 1.1 Inversor de Frequência A necessidade de aumento de produção e diminuição de custos faz surgir uma grande infinidade de equipamentos desenvolvidos

Leia mais

Introdução à Engenharia de Automação

Introdução à Engenharia de Automação Introdução à Engenharia de Automação 1 A automação em nossas vidas Objetivo: Facilitar nossas vidas Automação no dia-a-dia Em casa: Lavando roupa Abrindo o portão Lavando louça Na rua: Sacando dinheiro

Leia mais

3) IMPORTÂNCIA DESTE PROGRAMA DE APRENDIZAGEM NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL, NESTE MOMENTO DO CURSO

3) IMPORTÂNCIA DESTE PROGRAMA DE APRENDIZAGEM NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL, NESTE MOMENTO DO CURSO PROGRAMA DE APRENDIZAGEM NOME: SEL0302 Circuitos Elétricos II PROFESSORES: Azauri Albano de Oliveira Junior turma Eletrônica PERÍODO LETIVO: Quarto período NÚMERO DE AULAS: SEMANAIS: 04 aulas TOTAL: 60

Leia mais

Introdução à Engenharia de Controle e Automação

Introdução à Engenharia de Controle e Automação Introdução à Engenharia de Controle e Automação O CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO DA FACIT Renato Dourado Maia Faculdade de Ciência e Tecnologia de Montes Claros Fundação Educacional Montes

Leia mais

Automação Industrial

Automação Industrial Automação Industrial Unidade 4 Estratégias de Controle (Aula Teórico Prática) Prof. Rodrigo Cardoso Fuentes diretor.ctism@gmail.com Prof. Rafael Concatto Beltrame beltrame@mail.ufsm.br Objetivos da Aula

Leia mais

Afinal, o que Gerenciamento de Energia tem a ver com Automação Industrial?

Afinal, o que Gerenciamento de Energia tem a ver com Automação Industrial? Afinal, o que Gerenciamento de Energia tem a ver com Automação Industrial? Por Murilo Riet Correa* Da forma como vamos mostrar aqui (com controlador inteligente) tem tudo a ver com automação industrial.

Leia mais

1. Introdução. 1.1. Métodos Empíricos e Analíticos

1. Introdução. 1.1. Métodos Empíricos e Analíticos 1. Introdução 1.1. Métodos Empíricos e Analíticos O objetivo final da engenharia e, em particular, dos engenheiros de controle é projetar e construir sistemas físicos que executem determinadas tarefas.

Leia mais

3ª ETAPA - TURMAS Y DIAS 24/09/12 25/09/12 26/09/12 27/09/12 28/09/12 01/10/12 02/10/12 03/10/12 04/10/12 05/10/12

3ª ETAPA - TURMAS Y DIAS 24/09/12 25/09/12 26/09/12 27/09/12 28/09/12 01/10/12 02/10/12 03/10/12 04/10/12 05/10/12 1ª ETAPA - TURMA E CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I PAIE 3 CIÊNCIAS DO AMBIENTE PAIE 3 ÉTICA E CIDADANIA I PAIE 3 FÍSICA GERAL I PAIE 3 GEOMETR ANALITICA E VETORES PAIE 3 COMPUTAÇÃO, ALGORITMOS E PROGRAMAÇÃO

Leia mais

INTRODUÇÃO AOS SISTEMAS DE CONTROLE

INTRODUÇÃO AOS SISTEMAS DE CONTROLE INTRODUÇÃO AOS SISTEMAS DE CONTROLE (Cap. 1 do Dorf & Bishop) 1.1 INTRODUÇÃO Exemplo de um sistema de controle em malha aberta: Forno de microondas em malha fechada (com realimentação) : (retroação) essoa

Leia mais

Parte 1 Introdução... 1

Parte 1 Introdução... 1 Sumário SUMÁRIO V Parte 1 Introdução... 1 Capítulo 1 Unidades de Medida... 3 Introdução...3 Grandezas Físicas...3 Múltiplos e Submúltiplos...4 Arredondamentos...6 Exercícios...7 Capítulo 2 Simbologia...

Leia mais

Aplicações com OpAmp. 1) Amplificadores básicos. Amplificador Inversor

Aplicações com OpAmp. 1) Amplificadores básicos. Amplificador Inversor 225 Aplicações com OpAmp A quantidade de circuitos que podem ser implementados com opamps é ilimitada. Selecionamos aqueles circuitos mais comuns na prática e agrupamos por categorias. A A seguir passaremos

Leia mais

O caso estacionário em uma dimensão

O caso estacionário em uma dimensão O caso estacionário em uma dimensão A U L A 6 Meta da aula Aplicar o formalismo quântico no caso de o potencial ser independente do tempo. objetivos verificar que, no caso de o potencial ser independente

Leia mais

AULA #12. Estabilidade de Sistemas de Controle por

AULA #12. Estabilidade de Sistemas de Controle por AULA #12 Estabilidade de Sistemas de Controle por Realimentação Estabilidade de Sistemas de Controle por Realimentação A presença de medidores, controladores e elementos finais de controle afetam as características

Leia mais

Prof. Daniel Hasse. Robótica Industrial

Prof. Daniel Hasse. Robótica Industrial Prof. Daniel Hasse Robótica Industrial Aula 02 - Robôs e seus Periféricos Tipos de Sistemas de Controle Volume de Trabalho Dinâmica e Precisão dos Movimentos Sistemas de Acionamentos Garras Tipos de Sistemas

Leia mais

UNIVERSIDADE CEUMA CAMPUS RENASCENÇA CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO. Professor Leonardo Gonsioroski

UNIVERSIDADE CEUMA CAMPUS RENASCENÇA CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO. Professor Leonardo Gonsioroski UNIVERSIDADE CEUMA CAMPUS RENASCENÇA CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Objetivos da Aula Diferenciar automação da mecanização. Posicionar a automação industrial no contexto histórico. Classificar os tipos

Leia mais

Grade Curricular - Engenharia de Computação

Grade Curricular - Engenharia de Computação Grade Curricular - Engenharia de Computação SEMESTRE 1 - Obrigatórias FCM0101 Física I 6 0 6 FFI0180 Laboratório de Física Geral I 2 0 2 SAP0678 Desenho 2 0 2 SAP0679 Humanidades e Ciências Sociais 2 0

Leia mais

Curso de Instrumentista de Sistemas. Fundamentos de Controle. Prof. Msc. Jean Carlos

Curso de Instrumentista de Sistemas. Fundamentos de Controle. Prof. Msc. Jean Carlos Curso de Instrumentista de Sistemas Fundamentos de Controle Prof. Msc. Jean Carlos Ações de controle em malha fechada Controle automático contínuo em malha fechada Ação proporcional A característica da

Leia mais

GRADE HORÁRIA DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO (NOTURNO)

GRADE HORÁRIA DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO (NOTURNO) 1 O. PERÍODO GRADE HORÁRIA DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO (NOTURNO) 1o SEMESTRE DE 2015/Noturno 19:00 19:50 ENG076 Introdução à Engenharia de Controle e Automação ** 19:50

Leia mais

14 - Controle de nível de fluido (água)

14 - Controle de nível de fluido (água) 14 - Controle de nível de fluido (água) Objetivo; - Analisar o funcionamento de um sensor de nível de fluídos (água). Material utilizado; - Conjunto didático de sensores (Bit9); - Kit didático de controle

Leia mais

1.ª Prática Componentes da Planta de Instrumentação Industrial e Controle de Processos Contínuos da De Lorenzo

1.ª Prática Componentes da Planta de Instrumentação Industrial e Controle de Processos Contínuos da De Lorenzo 1 1.ª Prática Componentes da Planta de Instrumentação Industrial e Controle de Processos Contínuos da De Lorenzo OBJETIVO: 1. Conhecer os instrumentos e equipamentos industriais. 2. Conhecer o funcionamento

Leia mais

RESOLVE: Art. 1 o Aprovar o Projeto Político Pedagógico do Curso de Engenharia Elétrica, modalidade Bacharelado, do Centro de Tecnologia, no Campus I.

RESOLVE: Art. 1 o Aprovar o Projeto Político Pedagógico do Curso de Engenharia Elétrica, modalidade Bacharelado, do Centro de Tecnologia, no Campus I. SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N 23/2008 Aprova o Projeto Político-Pedagógico do Curso de Engenharia Elétrica, do Centro

Leia mais

INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE DE PROCESSOS SISTEMAS DE CONTROLE. Na maior parte das aplicações, um sistema de controle e composto de:

INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE DE PROCESSOS SISTEMAS DE CONTROLE. Na maior parte das aplicações, um sistema de controle e composto de: INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE DE PROCESSOS SISTEMAS DE CONTROLE Introdução Na maior parte das aplicações, um sistema de controle e composto de: a) Um medidor, que reage as variações da variável controlada;

Leia mais

Aula 5 Componentes e Equipamentos Eletrônicos

Aula 5 Componentes e Equipamentos Eletrônicos Aula 5 Componentes e Equipamentos Eletrônicos Introdução Componentes Eletrônicos Equipamentos Eletrônicos Utilizados no Laboratório Tarefas INTRODUÇÃO O nível de evolução tecnológica evidenciado nos dias

Leia mais

Sensores Ultrasônicos

Sensores Ultrasônicos Sensores Ultrasônicos Introdução A maioria dos transdutores de ultra-som utiliza materiais piezelétricos para converter energia elétrica em mecânica e vice-versa. Um transdutor de Ultra-som é basicamente

Leia mais

Introdução. Criar um sistema capaz de interagir com o ambiente. Um transdutor é um componente que transforma um tipo de energia em outro.

Introdução. Criar um sistema capaz de interagir com o ambiente. Um transdutor é um componente que transforma um tipo de energia em outro. SENSORES Introdução Criar um sistema capaz de interagir com o ambiente. Num circuito eletrônico o sensor é o componente que sente diretamente alguma característica física do meio em que esta inserido,

Leia mais

Automação industrial Sensores

Automação industrial Sensores Automação industrial Sensores Análise de Circuitos Sensores Aula 01 Prof. Luiz Fernando Laguardia Campos 3 Modulo Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina Cora Coralina O que são sensores?

Leia mais

Apontamentos das obras LeYa em relação ao Currículo Mínimo para o Ensino Médio do estado do RIO DE JANEIRO. Física Interação e Tecnologia

Apontamentos das obras LeYa em relação ao Currículo Mínimo para o Ensino Médio do estado do RIO DE JANEIRO. Física Interação e Tecnologia Apontamentos das obras LeYa em relação ao Currículo Mínimo para o Ensino Médio do estado do RIO DE JANEIRO Física Interação e Tecnologia 2 Caro professor, Este guia foi desenvolvido para ser uma ferramenta

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DO TURNO NOTURNO PARA TURMAS A PARTIR DE JULHO DE 2013

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DO TURNO NOTURNO PARA TURMAS A PARTIR DE JULHO DE 2013 ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DO TURNO NOTURNO PARA TURMAS A PARTIR DE JULHO DE 2013 Curso de Bacharelado em Engenharia Elétrica Vagas no Vestibular: 40 (quarenta) regime semestral

Leia mais

Tipos de malha de Controle

Tipos de malha de Controle Tipos de malha de Controle SUMÁRIO 1 - TIPOS DE MALHA DE CONTROLE...60 1.1. CONTROLE CASCATA...60 1.1.1. Regras para Selecionar a Variável Secundária...62 1.1.2. Seleção das Ações do Controle Cascata e

Leia mais

CIRCUITOS ELÉTRICOS II

CIRCUITOS ELÉTRICOS II CIRCUITOS ELÉTRICOS II Prof.: Helder Roberto de O. Rocha Engenheiro Eletricista Doutorado em Computação Corrente Elétrica Quantidade de carga elétrica deslocada por unidade de tempo As correntes elétricas

Leia mais