MC906 - Introdução à Inteligência Articial Esquecimento

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1 MC906 - Introdução à Inteligência Articial Esquecimento Amir Carlessi ra Evandro S. Botelho ra Vitor Hugo A. Marques ra de junho de 2004 Resumo Esta monograa aborda o esquecimento e a sua importância, mostrando desde seu retrato bioquímico até as diversas teorias e visões que perpassam pelas diversas áreas do conhecimento. Sumário 1 Introdução 1 2 O que é o esquecer? Por quê esquecemos? 2 3 Esquecimento na Era da Informação 4 4 Esquecimento na Psicanálise 4 5 Teorias do Esquecimento Deterioração da Memória Teoria da Interferência Falha na recuperação - Memórias de difícil acesso Conclusão 7 1 Introdução " O esquecimento não é só uma vis inertioe, como crêem os espíritos supernos; antes é um poder activo, uma faculdade moderadora, à qual devemos o facto de que tudo quanto nos acontece na vida, tudo quanto absorvemos, se apresenta à nossa consciência durante o estado da digestão (que poderia chamar-se absorção física), do mesmo modo que o multíplice processo da assimiliação corporal tão pouco fatiga a consciencia. Fechar de quando em quando as portas 1

2 e janelas da consciência, permanecer insensível às ruidosas lutas do mundo subterrâneo dos nossos orgãos; fazer silêncio e tábua rasa da nossa consciência, a m de que aí haja lugar para as funções mais nobres para governar, para rever, para pressentir (porque o nosso organismo é uma verdadeira oligarquia): eis aqui, repito, o ofício desta faculdade activa, desta vigilante guarda encarregada de manter a ordem física, a tranquilidade, a etiqueta. Donde se coligue que nenhuma felicidade, nenhuma serenidade, nenhuma esperança, nenhum gozo presente poderiam existir sem a faculdade do esquecimento." Friedrich Nietzsche, in "A Genealogia da Moral" Normalmente só lembramos de nossa memória quando esta falha, quando ela nos deixa em apuros na hora de uma prova, ou mesmo em situações mais corriqueiras. É certo que exploramos pouco nossa memória, mas exigimos muito dela, no sentido de não tolerar falhas que como veremos é extremamente normal e importante. A memória não é um video tape de nossas experiências, não é uma representação ledigna do que vivemos. Pensar no esquecer nos remete a pensar em como a memória funciona. Uma frase que dene bem a importância da memória é: "nós somos a nossa memória". Ao comunicarmos, ao falarmos, desencadeamos processos cerebrais, que resgatam de nossa memória, o que expressamos e o que sabemos. Estamos sempre em confronto com isto. E quando este processos não resgatam da memória o que a consciência espera? Neste caso esquecemos algo. O esquecer muitas vezes, não tem caráter permanente, pois ele pode representar apenas, uma conjuntura, um contexto bioquímico de nosso corpo, que não nos permite lembrar de algo e muito menos é uma coisa ruim. Imagina como seria o não esquecer? Provavelmente estaríamos sempre atordoados e em conito de idéias com nossa consciência. O esquecer então é um processo fundamental no qual selecionamos o que nos é relevante, no qual reduzimos a visão de mundo, e conseguimos organizar e resolver os problemas e situações que nos cercam. 2 O que é o esquecer? Por quê esquecemos? O esquecer como supracitado é você por algum motivo que pode ser o mais variados possíveis não conseguir resgatar algo de sua memória e que sua consciência esperava ser resgatado. Portanto saber o que é o esquecer e porquê esquecemos se faz necessário olhar para algums aspectos fundametais de como nossa memória funciona. É sabido que temos diferentes tipos de memória que se difere principalmente, quanto a duração e também quanto a área do cérebro mais ativada. Temos a memória imediata, ou de trabalho, responsável, pela memória momentanea que nos faz lembrar do número de telefone daquele restaurante que você vai pedir 2

3 comida, esta tem duração de minutos. Temos a memória de curto prazo, que muitas vezes nos ajuda em provas para qual estuadamos desesperadamente horas antes, esta tem duração de aproximadamente 6 horas. E a memória de longo prazo que tem duração de dias, anos. É a memória que nos faz lembrar da nossa infância. É importante perceber que este modelo da memória representa uma hierarquia, onde as informações se enquadram de acordo com sua importância, frequência, contexto emocional em uma ou outra memória. A maneira como as informações e inter-relações destas passam de uma mémoria para outra e como as mesmas são formadas, é alvo de muito estudo e sempre surge algo novo, dentro de muitos mistérios ainda existentes. Breve visão bioquímica Hoje, devido as várias possibilidades de análise do funcionamento do cérebro pela ciência, se sabe que todo processo da memória, para guardar e recuperar uma informação é constituído de basicamente três partes, acquisição, consolidação e evocação(lembraça). A primeira fase consiste da chegada por meio de estímulos das informações aos sistemas sensoriais (visual, tátil, auditivo, olfativo e gustativo). A consolidação consiste na formação do traço da memória por diversos caminhos sinápticos. Onde substâncias como os neurotransmissores tem importância fundamental. Os neurotransmissores agem nas sinapses (espacos intercelulares), ativando e acelerando reações químicas. Eles ativam enzimas que entram na células e fazem com que os genes, produzam certas proteínas, que os pesquisadores acreditam hoje em dia ser responsável pela formação da memória, portanto também pela recuperação dos traços, ou seja a lembrança. De uma forma simples o esquecer é você não conseguir recuperar o traço de memória de algo que você está querendo recuperar. O seja você não consegue restabelecer caminhos sinápticos que te levem a informação. Isto como veremos com mais detalhes pode ocorrer por vários motivos, daí o surgimento de diversas teorias que vão desde o esquecimento por questões temporais, deterioração do traço de memória, ou por motivos contextuais, emocionais etc. É fato que a própria plasticidade da memória (conceito que evoca a capacidade que a memória tem de adaptabilidade e inter-relacionar traços e mapasredes neurais formadas no cérebro),pode fazer com que a recuperação do traço seja mais difícil. Ou seja, nós formamos nossa memória sobre traços antigos, modicando os mesmos. Nós podemos criar então as famosas mentiras verídicas. Então é possível que em uma aula sobre algum assunto você desaprenda alguma coisa que você já tenha aprendido sobre o mesmo. De agora em diante veremos teorias e visões cientícas em algumas áreas do conhecimento sobre o esquecimento. 3

4 3 Esquecimento na Era da Informação Devido ao bombardeamento de informações vivido nos dias de hoje, o homem vê-se obrigado a tentar absorver o máximo de informação possível, para tentar manter-se atualizado e sempre capaz. Isto por um lado é bom, pois o exercício do cérebro aumenta sua performance e raciocío; sabe-se que o ser humano utiliza muito pouco da sua capacidade mental, o que signica que o cérebro está longe de atingir seu limite e, sendo assim, é possível ampliar sua performance cada vez mais. Porém, as condições às quais o homem moderno é submetido são totalmente desfavoráveis a esse aumento da capacidade, agindo inclusive de forma contrária, ou seja, prejudicando a absorção de informações e causando até os chamados "brancos", situações momentâneas de esquecimento. Tais condições afetam tanto a memória quanto a atenção e concentração, estas duas últimas fundamentais para a xação da informação, que se deseja, na memória. O volume de informações, as preocupações do dia-a-dia, as responsabilidades e o stress inuenciam negativamente na capacidade de concentração. Diminuir as horas de sono prejudica a memória em si, pois, ao contrário do que muitas pessoas imaginam como sendo perda de tempo, dormir bem possibilita o estabelecimento das informações obtidas durante o dia, pois é nesse tempo que a memória é consolidada por diversos mecanismos cerebrais, inclusive o sonho. 4 Esquecimento na Psicanálise A psicanálise trata o esquecimento sob um outro ponto de vista, o do desejo ou necessidade de esquecer. Muitas memórias, por um mecanismo de autodefesa, são interrompidas em certos pontos, e cam reprimidas no inconsciente. Assim, lembranças que trariam dor, medo, angústia e outros sentimentos nocivos ao organismo são censuradas, forçadamente retiradas do consciente e jogadas no inconsciente, de forma que essas recordações percam o caráter prejudicial. Porém, como a psicanálise considera que o inconsciente não esquece, muitas dessas informações "esquecidas" voltam à tona, ou seja, ao consciente, sob a forma de doenças mentais, manifestações de histeria, neurose e psicose. Há ainda outras explicações encontradas na teoria psicanalítica sobre o esquecimento. Uma delas trata o esquecer como uma manifestação do inconsciente. Por exemplo, o fato de uma mulher esquecer a bolsa na casa de uma pessoa conhecida não seria um réles "lapso de memória", uma distração, mas sim uma vontade oculta no inconsciente de que ela queira permanecer naquele ambiente, ou que queira voltar. Assim, o inconsciente da mulher poderia estar agindo de duas formas: fazendo-a esquecer a bolsa, como sinal de desejo de permanência, ou o próprio inconsciente não inserindo a bolsa no contexto do ambiente, isto é, a ligação entre a mulher e a pessoa conhecida, dentro do consciente, não tinha a bolsa como participante e, então, ao sair do lugar, a bolsa continuaria não estando com a mulher. Dessa forma, temos que o inconsciente age sobre o esquecimento de tal maneira que ele pode decidir o que vai ser recuperado da memória, realizando 4

5 diversos níveis de censura. 5 Teorias do Esquecimento 5.1 Deterioração da Memória Uma das teorias sobre as causas do esquecimento é a Deterioração da Memória; as lembranças, ou traços de memória, vão enfraquecendo com o passar do tempo, ou seja, torna-se cada vez mais difícil recuperar as informações armazenadas, até chegar ao completo esquecimento do que era antes conhecido. Para tal, existem diferentes intensidades de memória: as mais fortes são facilmente recuperadas, e as mais fracas tendem a ser esquecidas. Essas intensidades são denidas de acordo com o uso das informações: quanto mais vezes forem recuperadas, mais forte será o traço da memória. Esse é uma mecanismo interessante de interpretar como as memórias são armazenadas; são consideradas importantes quando são mais frequentemente recuperadas, e são menos importantes, podendo até ser descartadas, se não forem requisitadas. Dessa forma, considera-se que lembrar é usar, formando então um ciclo - para lembrar de uma informação, deve-se utilizá-la sempre, e para utilizá-la sempre, deve-se lembrar dela. O que se fala sobre tempo e deterioração não se refere ao tempo de vida do organismo ou deterioração das células cerebrais, mas sim do tempo relativo à informação e a deterioração de seus traços de memória, quer dizer, há quanto tempo a informação foi armazenada, quantas vezes recuperada e a frequência de requisições da mesma, fatores que segundo a teoria inuenciam na permanência da informação. Porém, essa teoria, apesar de explicar alguns fenômenos e funcionar em alguns casos, possui diversos erros. De acordo com diversas experiências e estudos, vericou-se que em muitos casos a variável tempo não é a única responsável pelo esquecimento de alguma informação. Outros fatores inuenciam a capacidade de recuperar algo já armazenado; daí a necessidade em utilizar outras teorias que, concomitante à teoria de deterioração, possam explicar com mais abrangência os fenômenos relativos ao esquecimento. 5.2 Teoria da Interferência A teoria da deterioração não explica todos os fenômenos do esquecimento; para tal, foi formulada uma teoria complementar à esta, chamada Teoria da Interferência, que se refere à interferência de uma memória sobre a outra no que tange ao resgate de determinada informação. O aprendizado de um material pode inuenciar no que foi aprendido de outro, semelhante, podendo levar ao esquecimento deste último. Assim, dessa forma, as memórias mais antigas perdem clareza, inuenciadas pelas memórias aprendidas mais recentemente. Existem basicamente dois tipos de interferência: a retroativa e a proativa; esta se refere a aprendizados antigos que interferem sobre memórias novas se- 5

6 melhantes, e aquela se refere a informações adquiridas recentemente, que inuenciam sobre as anteriores, também semelhantes. Uma das situações em que se observa a validade dessa teoria é na memorização de um texto; as palavras do início e do m do texto são mais facilmente lembradas do que as do meio. Explica-se da seguinte forma: o início do texto sofre interferência proativa - as palavras posteriores interferem na recordação daquelas, e o m sofre apenas interferência retroativa - as palavras anteriores interferem na recuperação. As palavras do meio do texto sofrem a ação dos dois tipos de interferência, dicultando assim sua recuperação. O fenômeno da interferência é explicado de duas maneiras: competição de resposta e desaprendizagem. A competição de resposta ocorre quando duas informações armazenadas, ao serem solicitadas, competem entre si para serem recordadas, e assim, uma delas acaba se sobressaindo. A desaprendizagem baseia-se na idéia comportamentalista de não reforçamento de um aprendizado anterior; ou seja, quanto menor for o reforço do aprendizado, mais se sobrepujaram outrros conhecimentos, combinando-se esta teoria com a da competição de resposta. Porém, essas explicações falham no esquecimento do dia-a-dia e, mais uma vez, necessitando de uma teoria mais ampla. 5.3 Falha na recuperação - Memórias de difícil acesso. A Falha na recuperação é uma outra teoria que se dispõe a explicar as causas cognitivas do esquecimento. Essa teoria teve início na década de 1920, mas só ganhou força cinqüenta anos mais tarde, já na década de 1970 com os estudos de Tulving e Psotka. 6

7 Essa teoria se baseia na análise de um efeito experimental chamado "efeito de reminiscência", que se refere à lembrança de algo que anteriormente não podia ser recordado pela pessoa. Esse efeito pode ser observado em 1971 quando Tulving e Psotka submeteram um grupo de teste a uma experiência com palavras categorizadas. O grupo de teste deveria aprender de uma a seis listas com 24 palavras. Cada lista dessas era dividida em seis categorias, cada uma com quatro palavras. Após a apresentação de cada lista dessas as pessoas eram submetidas a um teste de recordação livre, repetido após a apresentação de todas as seis listas. O próximo passo era entreter o grupo de teste com uma atividade que desviasse totalmente sua atenção da atividade anterior, por exemplo, um teste de inteligência. Passada essa atividade neutra o grupo era novamente submetido ao teste de recordação livre. No último teste, o grupo recebeu uma folha para cada lista e em para cada lista as seis categorias que a compunham. O resultado dos testes não fugiu ao esperado: nos testes de recordação livre foivericado o efeito de interferência retroativa, sendo as palavras das primeiras listas esquecidas em maior intensidade. Todavia, quando foi dada a dica sobre as listas (as seis categorias de cada uma delas) vericou-se que esse efeito retroativo praticamente desapareceu, pois o grupo conseguiu se lembrar de palavras que estavam inacessíveis à memória nos primeiros testes, isto é, ao apresentar as dicas os cientistas vericaram o efeito de reminiscência. Essa experiência contradiz a Teoria da Deterioração. Segundo esta a explicação para o fato de as primeiras palavras terem sido esquecidas era de que elas tinham sido "apagadas" totalmente não sendo mais possível serem recuperadas. Já a Teoria da Recuperação prega que os traços de memória não se apagaram mas sofreram interferência retroativa, bastando um estímulo correto para que sejam recuperados. Um dos pontos mais fortes dessa teoria é de que ela é consistente com o fato de que as repetições reforçam os traços de memória. Cada vez que esses traços são recuperados criam-se novos caminhos sinópticos, e são reforçados os já existentes, tornando-se cada vez mais fácil o processo de recuperação. Por m, fornece um suporte siológico à teoria, a experiência do neurocirurgião Wilder Peneld que em 1955 provocou estimulações elétricas diretamente no cérebro dos pacientes. Na ocasião os pacientes armaram ter lembrado de coisas que até então estavam "apagadas". 6 Conclusão Vericamos neste trabalho algumas bases cientícas e teorias de como ocorre o fenômeno do esquecimento, vimos que as razões são bem diversas indo desde razões inerentes ao próprio cérebro até razões emocionais, psicológicas. Constatamos que as teorias apresentadas se complemetam na explicação do fenômeno, e que todas são visivelmente válidas bastando lembramos de situações por nós vivenciadas. Em âmbito geral, compreendemos a importância do esquecimento no sentido 7

8 de permitir o homem uma visão mais abstrata do mundo, ter um comportamento seletivo, dirigir sua atenção. Tornando-o mais capaz de criar e resolver problemas. Referências [1] [2] [3] [4] [5] [6] [7] 8

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