VIVÊNCIAS E ESTÁGIOS NA REALIDADE DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE/BRASIL VER-SUS/BRASIL MARCIO LUIZ DA SILVA SANTOS

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1 VIVÊNCIAS E ESTÁGIOS NA REALIDADE DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE/BRASIL VER-SUS/BRASIL MARCIO LUIZ DA SILVA SANTOS RELATÓRIO DO PROJETO VIVÊNCIAS E ESTÁGIOS NA REALIDADE DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE/BRASIL: JOÃO PESSOA/PARAÍBA VER- SUS/BRASIL: JOÃO PESSOA/PARAÍBA LAGARTO 2015

2 MARCIO LUIZ DA SILVA SANTOS RELATÓRIO DO PROJETO VIVÊNCIAS E ESTÁGIOS NA REALIDADE DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE/BRASIL: JOÃO PESSOA/PARAÍBA VER- SUS/BRASIL: JOÃO PESSOA/PARAÍBA Relatório sobre o projeto de Vivências e Estágios na Realidade do Sistema Único de Saúde/Brasil VER- SUS/Brasil sobre a vivência do VER-SUS/Brasil em João Pessoa Paraíba. LAGARTO 2015

3 RELATÓRIO DO PROJETO VIVÊNCIAS E ESTÁGIOS NA REALIDADE DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE/BRASIL: JOÃO PESSOA/PARAÍBA VER- SUS/BRASIL: JOÃO PESSOA/PARAÍBA Aconteceu do dia um até o dia dez de março do corrente ano o projeto Vivências e Estágios na Realidade do Sistema Único de Saúde/Brasil VER- SUS/Brasil na cidade de João Pessoa Paraíba. Este projeto possibilita que os participantes vivenciem a realidade do Sistema Único de Saúde SUS nos mais variados serviços de saúde de diferentes localidades e debatam a respeito dele. Consequentemente há um estimulo para que mais profissionais sejam trabalhadores do SUS e que sejam comprometidos com suas leis, princípios, diretrizes, e o profissional sendo conhecedor disto pode tornar-se mais crítico a respeito e lutar pelos direitos e deveres. Os participantes do VER-SUS João Pessoa estiveram durante o período de dez dias em imersão teórica, prática e vivencial tanto nos serviços quanto nas comunidades. No primeiro dia houve a recepção dos viventes, tanto por parte dos facilitadores quanto por parte dos participantes da comissão organizadora. Depois houve explicação do projeto, o que faríamos, os lugares que ocorreriam as vivências e organização de tarefas. Do segundo ao antepenúltimo dia a dinâmica de funcionamento do projeto era quase a mesma: às 6:30 os participantes acordavam, faziam a refeição juntos, às 7:30 saíam para o local a ser visitado retornando às 12h, almoçavam, 13:30 faziam outra visita retornando às 18h, jantavam e às 19h debatiam a respeito das vivências do dia e realizavam as atividades propostas até às 22h. Sempre houve momentos de formação teórica com a participação de profissionais e/ou professores que palestravam e instigavam a participação de todos os presentes. Nos dois últimos dias ocorreram as oficinas de encerramento, nestas os participantes (viventes, facilitadores e comissão organizadora) se reuniram e debateram os pontos que deveriam ser solucionados ou melhor debatidos. Nessas oficinais surgiu a ideia de criar uma carta aberta e um jornal relatando as vivencias, os locais, pontos positivos e negativos, entre outros, preservando os locais visitados. Os locais visitados não eram os mesmos para todos os participantes, eram locais diferentes. No segundo dia houve a divisão de grupos (oito ao total) onde

4 cada grupo era composto por um(a) facilitador(a) e no máximo quatro viventes. Ainda havia quatro grupos brigadas para a realização das atividades como: acordar os participantes, realizar a limpeza do alojamento, organizar a alimentação e realizar a mística. Os serviços e comunidades visitadas foram: 4 Centros de Assistência Integral à Saúde - CAIS, dentre estes o Centro de Atenção Integral à Saúde do Idoso CAISI: o CAIS Cristo; o CAIS Jaguaribe; o CAIS Mangabeira; o CAISI. 4 Centros de Atenção Psicossocial, dentre estes o Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas CAPS ad, Centro de Atenção Psicossocial para Transtornos Mentais e Centro de Atenção Psicossocial Infanto Juvenil CAPS i: o CAPS ad; o CAPS Caminhar; o CAPS Guttemberg Botelho; o CAPSi. 3 Centros de Práticas Integrativas e Complementares à Saúde CPICS: o CPICS Bancários; o CPICS Bica; o CPICS Valentina. 1 Centro de Testagem e Aconselhamento - CTA; 1 Comunidade Quilombola; Instituto Cândida Vargas; 1 Ocupação Urbana; 1 Pronto Atendimento em Saúde Mental - PASM; Secretária Municipal de Saúde SMS; 15 Unidades de Saúde da Família - USF, dentre estas Unidades de Saúde da Família Integradas: o USF Alto do Céu Integrada;

5 o USF Cordão I; o USF Grotão Integrada; o USF José Américo I; o USF José Américo Integrada; o USF Mandacaru; o USF Nova Conquista; o USF Qualidade de Vida; o USF Santa Clara; o USF São José; o USF Timbó; o USF Tito Silva; o USF Varadouro; o USF Vila Saúde; o USF Viver Bem. Tivemos formações em: Formação Direito a cidade I; Formação Direito a cidade II; Formação em Saúde da Mulher; Formação em Saúde da População Negra; Formação em Saúde Indígena; Formação em Saúde LGBT; Formação em saúde mental e arte em saúde; Formação na Universidade Federal da Paraíba UFPB. Tivemos: Cinecult (cinema); Consultório na rua; Cultural; Roda de conversa. O interessante que não houve vivências apenas em instituições que o serviço de saúde atua mas também em comunidades. Ocorreram vivências em duas comunidades, uma ocupação urbana e uma comunidade quilombola. Pode-se perceber que apesar dos dois lugares serem comunidades, na ocupação urbana a situação é grave, as pessoas moram em local propicio a muitas patologias, um local

6 totalmente insalubre, que não é coberto no quesito assistência à saúde, educação, moradia, segurança, saneamento básico, etc; enquanto na comunidade quilombola a situação já é diferente, há assistência à saúde, as condições de moradia são melhores, a população é menos vulnerável do que na ocupação. A visita a esses locais foram muito importantes, principalmente a vivencia na ocupação, pois foi um choque de realidade onde pode-se notar que ainda existe precariedade, vulnerabilidade, e falta de assistência em muitos quesitos (saúde, segurança, educação, moradia, entre outros). Nos serviços visitados pode-se notar vários aspectos positivos e negativos, em grande maioria as instituições atuam da melhor maneira possível e está atuando para a população, tanto na parte de prevenção, promoção, assistência, reabilitação, tratamento. Mas alguns pontos negativos foram a referência e contra referencia (embora muitos profissionais dizerem que acontece, pode-se perceber que não ocorre, ou ocorre de maneira errônea), o matriciamento, falta de alguns insumos, alguns estabelecimentos que precisam de reformas e/ou adaptações/adequações, falta de alguns profissionais necessários em certos serviços, dentre outros. Mas, apesar de algumas dificuldades a assistência a população existe, os profissionais atuam da melhor maneira possível, há disponibilização de medicamentos, há práticas de medicinas alternativas como ioga, massoterapia, acupuntura, entre outros; há muitas especialidades, grupos de atendimento, entre outros. Pode-se perceber que no município de João Pessoa Paraíba o SUS assiste a população nos níveis de atenção primário, secundário e terciário. O projeto VER-SUS/Brasil que ocorreu em João Pessoa Paraíba fora muito importante, pois, através das vivencias pode-se entender mais sobre o SUS tanto na teoria quanto na prática. Infelizmente a teoria é muita linda, mas na prática percebe-se que ainda existem alguns desafios, no entanto, profissionais, futuros profissionais, estudantes e população podem contribuir e tentar mudar a real situação. Esse projeto foi gratificante também para que mais pessoas tornem-se mais crítico reflexivas, busquem seus direitos, deveres, contribuam e façam as leis, princípios, diretrizes do SUS valerem a pena. Desistir jamais, tentar sempre! Anexo algumas imagens da vivência do projeto VER-SUS/Brasil: João Pessoa/Paraíba.

7 Imagem 1: Bandeira do VER-SUS/Brasil: João Pessoa/Paraíba Imagem 2: Primeiro dia do projeto VER-SUS/Brasil: João Pessoa/Paraíba

8 Imagem 3: Segundo dia de VER-SUS/Brasil: rumo a vivência na Secretária Municipal de Saúde SMS. Imagem 4: Vivência na comunidade quilombola

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