RELATÓRIO DAS VIVÊNCIAS DO VERSUS DO ALTO URUGUAI. Frederico Westphalen

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1 RELATÓRIO DAS VIVÊNCIAS DO VERSUS DO ALTO URUGUAI Frederico Westphalen Cícera Michel Facilitadora A experiência do VERSUS Alto Uruguai após recepção da 19º. Coordenadoria de saúde ficou hospedada em uma sede do MPA, em Seberi, local este que recebe pessoas de todo o mundo e é voltado para a alimentação saudável e cuidado com a natureza. Sendo este local com espaços para integração, cozinha, dormitórios, banheiros, e um amplo espaço de natureza com cachoeiras. O período do estágio aconteceu do dia 26 de agosto a 02 de setembro. Foi composto por 24 pessoas, dentre estas 6 cumpriram o papel de facilitadores. A comissão organizadora foi composta por membros do Coletivo CESAU e estes alguns fizeram parte como facilitadores. Tendo como referencia o do coletivo: ou Renan Stein: Obtivemos a maioria de participantes de naturalidade rio- grandense, sendo que 1 é natural do Goiás, 1 da Bahia, e os demais do Rio Grande do Sul sendo de diferentes municípios. O estágio além de realizar visitas na 19º. Coordenadoria de Saúde esteve em um município de outra coordenadoria, sendo que estivemos nas seguintes cidades: Tenente Portela, Vista Alegre, Taquaruçu do Sul, Jaboticaba, Seberi e Frederico Westphalen. O processo de Pré-vivência esteve muito curto pelas mudanças realizadas no projeto, em que pedia datas em função das eleições municipais. Mesmo com essas limitações conseguimos nos encontrar, a comissão organizadora com os facilitadores e trocar ideias e preparar-se para a vivência. Quanto ao processo de entrar em contato

2 com os locais e para articular a participação da vivência, foi por parte da comissão organizadora. Para facilitar nosso caminhar foram divididos em três grupos para facilitar as visitas, e no decorrer das visitas houve outras mudanças. O processo em si, com a elaboração e escolha da programação esteve bem preparada e houve mudanças segundo foi sentido a necessidade, todas para que favorecessem a vivência. Ao chegar no local da vivência foi organizado pela comissão grupos de tarefas, para organização do espaço, como as limpezas e o café da manhã. O que esteve planejado foi acontecendo com muita abertura de diálogo e escuta, e as dificuldades de cada momento foram sendo superadas, decisões de mudanças foram conversadas e decididas junto com o grupo. Os serviços que recebemos de alimentação, transporte que foram disponibilizados colaboraram para realizarmos tantas visitas em diferentes espaços. E de cada espaço visitado sentimos a acolhida em mostrar os serviços prestados e explicar seus trabalhos e maneira de gestão. Nos primeiros dias foram levantadas as expectativas da vivência, o conhecer a cada participante com seus sonhos através da construção da mandala, a divisão de grupos como mencionei de limpezas de ambientes e café. E ao longo desses primeiros dias fomos obtendo mais propriedade dos conhecimentos básicos de SUS, do espaço onde estávamos com uma caminhada ecológica, debates sobre o que conhecemos de agronomia e alimentação orgânica. Documentário com discussão sobre a história da saúde pública e a construção do SUS. Foi também realizado a divisão de grupos por facilitadores, o grupo no qual participei como facilitadora junto com o Ademar foram com os seguintes viventes: Camila, Matheus, Alexandra, Nilvo, Vanessa e Raquiela. No objetivo de ampliar laços foi realizado num sorteio os nomes dos Anjos, os quais tinham como objetivo um cuidar do outro, sendo uma experiência muito positiva e de troca de cuidados. Dia 29 de agosto

3 A primeira cidade a ser visitada foi Tenente Portela, sendo o primeiro local que os grupos foram visitar, não conseguiríamos visitar todos os espaços e nos dividimos, ao todo o município possui 4 Estratégias de Saúde da Família- ESF, 3 urbanas e 1 rural. Nosso grupo visitou a ESF 3, começamos pela Farmácia Central que estavam localizadas no mesmo prédio. E conhecemos o espaço da ESF 3 que atende 8 comunidades do interior e sua equipe está completa tendo 9 agentes comunitárias de saúde. O CAPS I também foi visitado no período da manhã, atende adolescentes e adultos com transtornos mentais graves e severos e dependentes químicos, sendo que as crianças são encaminhadas para a Psicóloga do NASF. A equipe do CAPS I está composta por 7 técnicos, e o serviço funciona de segunda a sexta das 8 horas até às 17 horas. Os profissionais que realizam o acolhimento quando o sujeito procura o serviço são: psicóloga, enfermeiro e o psiquiatra. O CAPS oferece alimentação aos seus usuários: café da manhã, lanche, almoço e lanche da tarde. As demandas que mais chegam ao serviço são problemas com o uso do álcool e outras drogas e depressão. Conhecemos também o NASF e CEO, que estavam localizados no mesmo prédio também o NASF apresenta uma equipe com 7 profissionais: uma psicóloga, uma nutricionista, uma técnica de enfermagem, 2 fisioterapeutas, um médico ginecologista e uma médica pediatra, a profissional que realiza o acolhimento no NASF é a técnica de enfermagem e está disposto no modelo de clínica com agenda para poucas consultas. E é realizado grupo de Tabagismo que segundo dados 60 a 70% tem uma adesão positiva no tratamento. Já no CEO que é o Centro Especializado em Odontologia, apresenta uma equipe de 3 dentistas, os quais realizam tratamento de canal, próteses e tratamento de periodontia, tendo como diferencial o atendimento a crianças. No mesmo município após um bom almoço, fomos visitar a saúde indígena no Polo Guarita-FUNASA, o qual atende 4 municípios da região. São ao todo 14 UBS, atendendo quase 8 mil indígenas. No centro podemos observar a presença da equipe que apresentam indígenas como profissionais, fomos recebidos por eles e uma psicóloga indígena a qual compartilhou de sua experiência e do quanto é importante conhecer a cultura indígena e suas particularidades para cuidar do indígena. Agora com o acesso à

4 universidade, o problema é a pouca permanência e quando formados em que espaço irá atuar? Demonstrando assim o quanto ainda o indígena sofre discriminação e indiferença. Dia 30 de agosto Como programado visitamos o município de Vista Alegre, o grupo de apoio a Atenção Básica fez a acolhida e foi mostrando os espaços, composto pelo ESF, NASF, PIM, Vigilância Sanitária e Farmácia Popular. Um profissional que marcou nessa visita foi o Odontólogo que demonstrou grandes conhecimentos de saúde publica e no conselho municipal de saúde consegue realizar um trabalho humanizado e com uma boa administração de recursos públicos. No município de Taquaruçu do Sul visitamos a UBS que está ainda em um modelo antigo ligada estruturalmente ao Hospital São Roque, foi também uma boa experiência de visitação. Dia 31 de agosto Neste visitamos o município de Seberi, no qual estávamos alojados, nos dividimos para as visitas, visitamos um dos ESF o qual se encontra junto com a secretaria de saúde do município. Segundo o gestor o maior problema que passam é a questão financeira, sendo que ele diz fazer o possível por realizar bem seu trabalho. Após essa visita seguimos no Hospital Pio XII o qual é referencia de urgências e emergências. Apresenta leitos e diversos profissionais mas pede apoio de profissionais de psicologia e assistência social da ESF para atender a tais demandas. Fomos visitar o SAMU, o qual contém todos os requisitos para a demanda. Como os profissionais tem seu serviço terceirizado eles não têm direito a férias ou mesmo o décimo terceiro, e questionamos como está o cuidado com o cuidador! Após o almoço visitamos o município de Jaboticaba sendo este de 15º. Coordenadoria de Saúde. Na visita ao Hospital Santa Rita que tem 90% SUS e possui uma ala de saúde mental que é 100% SUS. Sendo referencia sem toda sua região e

5 mesmo assim apresenta aspectos a melhorar. Já na UBS e ESF demonstram trabalhar com campanhas de prevenção, como neste mês trabalhavam a prevenção do tabagismo. Dia 01 de setembro Neste dia visitamos alguns locais de saúde de Frederico Westphalen, nesse dia nos dividimos em apenas 2 grupos para dentro do Hospital Divina Providência poder visitar o centro de referência de Hemodiálise e outros dentro do Hospital com a ala de saúde mental. Na sequencia visitamos o CAPS I sendo que estes realizam muitos atendimentos e oficinas, sem atender a crianças. Pela parte da tarde seguimos as visitas, com mudanças de ultima hora, então fomos ao grupo de Mulheres que luta contra o câncer de Mama - Liga Feminina-, são apoiadoras de outras mulheres e promovem momentos de prevenção e também com um brechó conseguem fundos para colaborar economicamente com uma cesta básica as famílias que necessitam e que estão passando por um momento com câncer na família. Visitamos também uma ESF no chamado Núcleo, o qual apresenta grandes demandas e falta de profissionais. Pela parte da noite foi um momento diferenciado de amizade e revelação do anjo de cada vivente. Dia 02 de setembro No ultimo dia pela parte da manhã preparamos a devolutiva que apresentamos na parte da tarde para a 19º Coordenadoria de Saúde e comunidade convidada. Fizemos a retomada de dificuldades apresentadas e destacamos o positivo de cada local. Para a devolutiva cada grupo organizou uma apresentação dinâmica para o momento, nosso grupo organizou um papel onde colocávamos a construção da pessoa para falar da universalidade que o sistema se compromete em fazer acontecer. Trazemos o olhar individual de cada um do grupo e a construção coletiva de um SUS que continua crescendo. Considerações Finais

6 Fica nítida a experiência maravilhosa de participar e contribuir para o VERSUS, a gestão compartilhada que ainda é um desafio o qual vamos aprendendo e realizando desde nossa formação inicial, o trabalho humanizado que possa garantir um atendimento digno a qualquer população e em redes de atenção. Uma experiência marcante foi as mandalas de fio que aprendemos a fazer durante a vivência e trazem o significado do quanto precisamos conhecer a rede e estar ligados, em que um colabora com o outro para a harmonia do todo do sujeito. Os efeitos dessa pós vivência são de motivação para continuar a contribuir para que o SUS seja parte da nossa realidade diária. Que os processos que realizamos no pequeno sejam parte de todo um SUS nacional. Com as expectativas de dar continuidade a debates sobre saúde no CESAU e dentro das nossas Universidades. Seguem fotos que marcaram a experiência:

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