Destaques Abertura de Capital, 100% primária e listagem no Novo Mercado, com captação bruta de R$ 477,9 milhões

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1 Reunião Pública com APIMEC - SP Resultados 2010 e 4T10 06 de Abril de 2011

2 Destaques 2010 Abertura de Capital, 100% primária e listagem no Novo Mercado, com captação bruta de R$ 477,9 milhões Receita Bruta Recorde de R$ 2,3 bilhões, crescimento de 36,9%, equivalente a 5 vezes o crescimento percentual do PIB no período EBITDA de R$ 330,1 milhões (+41,4%) e margem EBITDA de 16,3%, 0,5 p.p. superior a 2009 EBITDA-A de R$ 553,0 milhões, 50,4% superior a 2009 Lucro Líquido de R$ 93,0 milhões, 52,0% superior a 2009 Fechamento de novos contratos no valor global de R$ 2,5 bilhões Investimento recorde de R$ 799,8 milhões, sendo 80,8% para a expansão dos negócios Mudança da marca para JSL, integrando as operações Julio Simões, Lubiani e Grande ABC 2

3 Cenário Contexto do Mercado A JSL Clientes mais seletivos na busca por alianças comerciais que proporcionem o melhor custo benefício, priorizando: Qualidade/ eficiência/ agilidade Solidez financeira/ segurança jurídica Capacidade de investimentos no curto e longo prazos Construção de bases sólidas para acompanhar o desenvolvimento do mercado: Governança/ Reconhecimento Crescentes ganhos de escala Entender para Atender Suporte de instituições financeiras Sustentabilidade/ governança corporativa Maior propensão do cliente em concentrar suas atividades em poucos PSLs¹ e fechar contratos mais longos Plataforma de serviços validada pelos clientes e em sintonia com as necessidades do mercado Aumento da demanda dos contratos existentes Maiores oportunidades de terceirização logística em setores como distribuição urbana e agronegócio Oportunidades de novos contratos com clientes já existentes e em novos setores ¹Provedor de Serviços Logísticos 3

4 R$ 2,5 bilhões em novos contratos em 2010, sendo R$ 1,3 bilhão somente no 4T10 65% em cross selling e 35% de novos clientes 82% direcionados para Gestão e Terceirização e Serviços Dedicados Estimativa da distribuição anual das receitas dos novos contratos negociados em 2010 Valor Global dos novos contratos: R$ 2,5 bilhões (R$ milhões) R Negociados nos 9M Negociados no 4T a 2021 Por Setor da Economia Siderúrgico 5% Público 10% Energia 18% Outros 9% Por Linha de Negócio Transporte de Passageiros 18% Serviços Dedicados 27% Gestão e Terceirização* 55% Mineração 33% Agronegócio 25% *Contempla 6% relativos a contratos de aluguel de equipamentos contabilizados a valor presente no 3T10, à luz da CPC06 4

5 Receita Líquida Total (Serviços + Venda de Ativos) Receita Bruta Total (Serviços + Venda de Ativos) Receita Bruta Total recorde de R$ 2,3 bilhões em 2010, 36,9% superior a 2009 (R$ milhões) Principais variações em 2010 x ,7 Receita Bruta de Serviços 381, ,0 213, ,7 148,9 R$ 1,9 bilhão, crescimento de 25,0% devido principalmente : 1.115,0 94, , , , ,9 464,4 43,5 420,9 632,8 105,1 527,7 Serviços Dedicados: R$ 1,0 bilhão, aumento de 34,9% Gestão e Terceirização: R$ 388,3 milhões, crescimento de 20,3% T09 4T10 Receita Bruta de Serviços Receita Bruta da Venda de Ativos As Receitas com os Mesmos Contratos¹ foram 16,5% superiores a ,5 Receita Bruta de Venda de Ativos 1.115,0 181,9 933, , ,8 213,2 148, , ,8 374, ,6 404,7 43,5 361,1 567,9 104,3 463,6 Crescimento de R$ 232,9 milhões devido principalmente: Contabilização de R$ 141,8 milhões em Alugueis de Máquinas e Equipamentos, sob a CPC 06 Crescimento de R$ 71,7 milhões na Venda de Ativos com Gestão T09 4T10 Receita Líquida de Serviços Receita Líquida da Venda de Ativos Aumento de R$ 19,3 milhões na Revenda de Ativos ¹Receita com os Mesmos Contratos: compreende as receitas provenientes dos mesmos serviços prestados relativos apenas a contratos existentes em ambos os períodos de comparação 5

6 Resultados Financeiros 4T10 x 4T09 EBITDA de R$ 90,3 milhões (+22,8%) Margem EBITDA de 15,9% (-2,3 p.p.) EBITDA-A de R$ 148,0 milhões (+22,5%) Lucro Líquido R$ 25,6 milhões (-6,0%) 2010 x 2009 EBITDA de R$ 330,1 milhões (+41,4%) Margem EBITDA de 16,3% (+0,5 p.p.) EBITDA-A de R$ 553,0 milhões (+50,4%) Lucro Líquido R$ 93,0 milhões (+52,0%) Custo de Serviços: Principais Variações: Pessoal (+35,2%): aumento do quadro principalmente em função das novas operações, dissídio e custos rescisórios de operações descontinuadas Depreciação: Revisão das taxas aplicadas Despesas Operacionais Antes do Resultado Financeiro: Pessoal (+43,9%): dissídio coletivo (+7,5%), maior estrutura administrativa e estruturação da rede de Seminovos Outras Receitas Operacionais (-70,4%): impacto positivo no 4T09 de R$ 17,0 milhões referente a ajustes de reclassificação contra a conta de custo Despesas Financeiras Líquidas: Maior saldo endividamento bruto (+50,1%) Juros líquidos¹ de R$ 27,6 milhões, equivalentes a uma taxa de cerca de 11% a.a. ¹Juros de empréstimos e financiamentos menos rendimentos de aplicações Custo de Serviços: Principais Variações: Pessoal (+28,8%): aumento de 13% no quadro médio, dissídio (7,5%), custos rescisórios de operações descontinuadas (4,6%) Terceiros e agregados (+38,3%): maior uso tanto em Serviços Dedicados quanto em Cargas Gerais, o que acarreta na menor participação do custo de manutenção e combustíveis no custo total Despesas Operacionais Antes do Resultado Financeiro: Pessoal (+26,7%): aumento de quadro, dissídio (+7,5%), rede de Seminovos Outras Receitas Operacionais (-74,8%): Redução devido ao efeito positivo de R$ 15,2 milhões do REFIS² em 2009 e maiores provisões para contingências em 2010 Despesas Financeiras Líquidas: Custo da dívida líquida de aproximadamente 11% a.a. ² REFIS: Programa de Recuperação Fiscal 6

7 Parâmetros de Alavancagem Composição Dívida Líquida Endividamento (R$ milhões) Outros Empréstimos Emissão de Debêntures de R$ 250 milhões em dezembro/2010, com amortizações em 2014, 2015 e 2016 Prazo médio (em anos)¹ 996 Financiamentos Ativos Operacionais 871 TJLP/PRÉ Tipo de Dívida Anterior à 3 a Debêntures Posterior à 3 a Debêntures Financiamento de Ativos 2,0 2,0 Base: 31/12/ Exposição CDI Total da dívida bruta Caixa e aplicações Dívida líquida Outros Empréstimos 2,1 4,0 Total 2,0 2,7 ¹ Inclui liquidações feitas em Janeiro/2011 4T09 1T10 2T10 3T10 4T10 Dívida Líquida¹/ EBITDA-A² 2,4 2,7 2,2 1,9 1,9 Dívida Líquida¹/EBITDA² 3,8 4,0 3,0 3,3 3,2 EBITDA-A²/ Juros Líquidos² EBITDA²/ Juros Líquidos² Imobilizado³/ Dív. Líquida¹ 4,0 3,9 4,1 5,7 5,8 2,6 2,6 2,9 3,4 3,5 1,3 1,3 1,8 1,7 1,7 Melhora de todos os indicadores Caixa e aplicações¹/ Dívida Bruta CP¹ ¹Final do período ²Últimos 12 meses 0,3 0,4 1,1 0,9 1,3 ³Imobilizado + Recebível venda a prazo (Venda de Ativos com Gestão/CPC 06) + Seminovos EBITDA-A ou EBITDA Adicionado- corresponde ao EBITDA acrescido do custo contábil residual da venda de ativos imobilizados, o qual não representa desembolso operacional de caixa, uma vez que se trata da mera representação contábil da baixa dos ativos no momento de sua alienação. Dessa forma, a Administração da Companhia acredita que o EBITDA-A é a medida prática mais adequada do que o EBITDA tradicional como aproximação da geração de caixa, de modo a aferir a capacidade da companhia de cumprir com suas obrigações financeiras 7

8 Investimentos (R$ milhões) Evolução do Capex Composição do Capex Por Natureza Renovação 19,2% Novos negócios 80,8% Por Negócio Outros 4,4% Estimativa ,9% 710 Gestão e Terceirização 56,8% Serviços Dedicados 38,8% Por Categoria Veículos Leves 29,7% Ônibus 5,1% Outros 3,8% Renovação 2011 Anterior Expansão - contratos já negociados 2011 Atual Expansão - contratos a negociar Máquinas e Equipamentos 16,8% Caminhões 44,6% 8

9 Considerações Finais Algumas das afirmações e considerações aqui contidas constituem informações adicionais não auditadas ou revisadas por auditoria e se baseiam nas hipóteses e perspectivas atuais da administração da Companhia que podem ocasionar variações materiais entre os resultados, performance e eventos futuros. Os resultados reais, desempenho e eventos podem diferir significativamente daqueles expressos ou implicados por essas afirmações, como um resultado de diversos fatores, tais como condições gerais e econômicas no Brasil e outros países, níveis de taxa de juros, inflação e de câmbio, mudanças em leis e regulamentos e fatores competitivos gerais (em bases global, regional ou nacional). Dessa forma, a administração da Companhia não se responsabiliza pela conformidade e precisão das informações adicionais não auditadas ou revisadas por auditoria discutidas no presente relatório, as quais devem ser analisadas e interpretadas de forma independente pelos acionistas e agentes de mercado que deverão fazer suas próprias análises e conclusões sobre os resultados aqui divulgados. JSL S.A. Relações com Investidores Fone: (11) / (11)

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