Sistema Único de Saúde. Profa Cristiana Tengan

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1 Sistema Único de Saúde Profa Cristiana Tengan

2 A saúde de uma população, nítida expressão das condições concretas de existência, é resultante, entre outras coisas, da forma como é estabelecida a relação entre o Estado e a Sociedade Roncalli, 2003

3 A Reforma Sanitária e o processo de implantação do Sistema Único de Saúde no Brasil

4 O Movimento pela Reforma Sanitária Brasileira Organizado solidamente desde meados dos anos 70 Participação de intelectuais, profissionais dos sistemas de saúde, organizações populares e sindicais

5 O Movimento pela Reforma Sanitária Brasileira Objetivo Luta pela garantia do direito universal à saúde e construção de um sistema único e estatal de serviços

6 A 8 a Conferência Nacional de Saúde Brasília Marco do Movimento Sanitário Brasileiro Definiu as estratégias a serem defendidas na Constituinte de 1988 Criação do SUS Paim, 2003

7 A 8 a Conferência Nacional de Saúde Marco do Movimento Sanitário Brasileiro Reuniu mais de pessoas na maior participação popular da história dos movimentos sociais

8 A 8 a Conferência Nacional de Saúde Princípios Conceito ampliado da saúde Reconhecimento da saúde como direito de cidadania e dever do Estado Defesa de um sistema único, de acesso universal, igualitário e descentralizado de saúde

9 O Sistema Único de Saúde Experiências anteriores Programa de Interiorização das Ações de Saúde e Saneamento - PIASS (1979) PREV-Saúde (1980) CONASP (1981) - Plano de Reorientação da Assistência à Saúde no âmbito da Previdência Social Ações Integradas de Saúde AIS Sistema Unificado e Descentralizado de Saúde - SUDS (1987)

10 O que é o SUS??? É uma nova formulação política e organizacional para o reordenamento dos serviços e ações de saúde estabelecida pela Constituição de 1988.

11 Sistema Único de Saúde Conceitos: Sistema - representado por um conjunto de unidades de serviços e ações que interagem para um fim comum Único pois segue a mesma doutrina e os mesmos princípios organizativos em todo o território nacional MS, 1990

12 O Sistema Único de Saúde Definido na Constituição de 1988 Regulado pelas LOS 8080/ /90 Detalhado pelas NOBs 91, 92, 93,96 e NOAS 01 e 02 e Emenda Constitucional nº 29 de 2000

13 SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE VIII Conferência Nacional de Saúde Em seu sentido mais abrangente, a saúde é a resultante das condições de alimentação, educação, renda, meio ambiente trabalho, lazer liberdade, emprego, acesso e posse de terras, acesso aos serviços de saúde. I Conferência Nacional de Saúde Bucal (...) Saúde Bucal é parte integrante e inseparável da saúde do indivíduo, estando diretamente relacionada às condições de alimentação, moradia, trabalho, renda, meio ambiente, transporte, lazer, liberdade, acesso e posse da terra, acesso aos serviços de saúde e à informação.

14 SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE LEGISLAÇÃO: CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL TÍTULO VII DA ORDEM SOCIAL SEÇÃO II DA SAÚDE Art. 196 a 200 Regulamentado pela LEI 8080/90 LEI 8142/90

15 LEGISLAÇÃO: SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE Art A saúde é direito de todos e dever o Estado, garantido mediante políticas sociais (...) acesso universal (...) ações de promoção, proteção e recuperação. Art Cabe ao Poder Público as ações de fiscalização e controle (...). Art As ações integram uma rede regionalizada e hierarquizada e constituem um sistema único. Art (...) complementaridade do setor privado.

16 LEGISLAÇÃO: Art Ao SUS compete (...): SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE I controlar procedimentos de interesse para a saúde; II executar as ações de vigilância sanitária e epidemiologica; III ordenar a formação de RH; IV planejamento das ações de saneamento básico; V incrementar o desenvolvimento científico e tecnológico; VI fiscalizar e inspecionar alimentos; VII controle e fiscalização de produtos tóxicos e radioat.; VIII proteção do meio ambiente.

17 LEGISLAÇÃO: SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE LEI FEDERAL Nº 8.080, DE 19 DE SETEMBRO DE Lei Orgânica da Saúde Regulamenta em todo o território nacional as ações e serviços de saúde (Públicos ou Privados). LEI FEDERAL Nº 8.142, DE 28 DE DEZEMBRO DE Controle Social do SUS Conferência de Saúde Conselhos de Saúde

18 Conceitos iniciais - SUS O SUS é formado pelo conjunto de todas as ações e serviços de saúde prestados por órgãos e instituições públicas federais, estaduais e municipais, da administração direta e indireta e das fundações mantidas pelo poder público. À iniciativa privada é permitido participar desse sistema de maneira complementar. MS, 2001

19 Conceitos Iniciais - SUS Fazem parte deste sistema os centros e postos de saúde, hospitais, incluindo os universitários, laboratórios, hemocentros e também fundações e institutos de pesquisa, como por exemplo a Fundação Oswaldo Cruz MS, 2001

20 SUS O SUS é um sistema PÚBLICO, ou seja, destinado à toda a população e financiado com recursos arrecadados através dos impostos que são pagos pela população. MS, 2001

21 Princípios Doutrinários e Organizativos

22 Princípios Doutrinários Dizem respeito às idéias filosóficas que permeiam a implementação do sistema e personificam o conceito ampliado de saúde e o princípio do direito à saúde: 1) Universalidade 2) Eqüidade 3) Integralidade

23 1.Universalidade A saúde é um direito de todos e é um dever do Poder Público a provisão de serviços e ações que lhe garanta Cunha e Cunha, 1998; MS, 2001 Durante décadas somente os trabalhadores segurados do INPS e depois do INAMPS tinham direito à saúde

24 1.Universalidade É a garantia de atenção à saúde por parte do Estado, a todo e qualquer cidadão, independentemente de sexo, raça, renda, etc.. Cunha e Cunha, 1998;MS, 2001

25 2.Eqüidade Tratar desigualmente os desiguais, investindo mais onde a carência é maior Cada grupo ou população tem seus problemas específicos no modo de viver e adoecer e os serviços de saúde devem oferecer mais a quem mais precisa, a fim de diminuir as desigualdades existentes Cunha e Cunha, 1998; Westphal e Almeida, 2001

26 Coeficiente de Mortalidade Infantil por Região - Brasil, 2000 Brasil: 29,6 Fonte: FUNASA

27 3. Integralidade É o reconhecimento na prática dos serviços que: Cada pessoa é um todo indivisível e integrante de uma comunidade As ações de promoção, proteção e recuperação da saúde formam também um todo indivisível e não podem ser compartimentadas As unidades prestadoras de serviços, com seus diversos graus de complexidade formam também um todo indivisível configurando um sistema capaz de prestar assistência integral MS, 1990

28 Princípios Organizativos Orientam a forma como o sistema deve funcionar, tendo como eixo norteador, os princípios doutrinários 1) Descentralização e comando único 2) Regionalização e Hierarquização 3) Participação popular

29 1.Descentralização????? Municipalização?? São José dos Campos

30 O papel dos Gestores no processo de descentralização Gestores: entidades encarregadas de fazer com que o SUS seja implantado e funcione adequadamente dentro das diretrizes e normas estabelecidas. Gestores nas 3 esferas de governo Município: Secretarias Municipais de Saúde ou as prefeituras Estados: Secretários Estaduais de Saúde Federal: Ministério da Saúde MS, 1990

31 Responsabilidade dos Gestores MS: Responsável pela formulação, coordenação e controle da política nacional de saúde. SES: coordenação das ações de saúde em seu estado, corrigindo as distorções existentes e induzir os municípios ao desenvolvimento das ações. Município: Programar, executar e avaliar as ações de promoção, proteção e recuperação da saúde. Isto significa que o município deve ser o primeiro e maior responsável pelas ações de saúde de sua população MS, 1990

32 Articulação entre os Gestores Esfera Estadual Comissão Intergestores Bipartide (CIB) MS, 1990

33 Comissão Intergestores Bipartide Composto paritariamente por Representações da Secretaria Estadual e Secretários Municipais de Saúde MS, 1990

34 Articulação entre os Gestores Esfera Federal Comissão Intergestores Tripartide (CIT) MS, 1990

35 3.Regionalização e Hierarquização Os serviços devem ser organizados em níveis de complexidade tecnológica crescente (Hierarquização), dispostos numa área geográfica delimitada e com a definição da população a ser atendida (Regionalização) MS, 1990

36 2. Regionalização e Hierarquização Município Hospital Mialhe, 2003

37 Referência Contra-Referência 2.Regionalização e Hierarquização Hospital Unidades Mistas Unidades Mistas Unidades Mistas Unidades Básicas Unidades Básicas Unidades Básicas Unidades Básicas

38 2.Regionalização e Hierarquização Atenção Terciária Atenção Secundária Complexidade X Densidade tecnológica Atenção Primária de Saúde - Atenção Básica Primeiro contato Coordenação de cuidados Cuidados ao longo da vida longitudinalidade Cuidados integrais - integralidade Postos de Saúde Unidades de Saúde da Familia Centro de Saúde/UBS Unidades Moveis Fluviais Unidade Terrestre Móvel Unidade mista Ambulatório de Unidades Hospitalares Hospitais de peq porte (5 a 30 leitos)

39 2. Regionalização e Hierarquização Hospital Consórcios Intermunicipais Mialhe, 2003

40 Princípios do SUS Doutrinários Universalidade Eqüidade Integralidade Organizativos Descentralização Regionalização e hierarquização Participação popular Complementariedade do setor privado

41 PARTICIPAÇÃO POPULAR

42 Lei 8.142/90 art. 1 O SUS, de que trata a Lei 8.080/90 de 19 de Setembro de contará, em cada esfera de governo, sem prejuízo das funções do Poder Legislativo, com as seguintes instâncias colegiadas: I a Conferência de Saúde; e II - o Conselho de Saúde MS, 1990

43 Conferências de Saúde As conferências são fóruns amplos, onde se reúnem representantes da sociedade (usuários do SUS), profissionais de saúde, dirigentes, prestadores de serviços de saúde, parlamentares e outros para avaliar a situação de saúde e propor as diretrizes para a formulação da política de saúde nos 3 níveis de governo.

44 Conferências de Saúde Em nível Nacional, as conferências devem ser realizadas de 4 em 4 anos. Nos níveis estadual e municipal, de 2 em 2 anos. São convocadas pelo poder executivo e extraordinariamente pelos conselhos de saúde nos respectivos níveis.

45 Lei 8.142/90 art. 1 O SUS, de que trata a Lei 8.080/90 de 19 de Setembro de contará, em cada esfera de governo, sem prejuízo das funções do Poder Legislativo, com as seguintes instâncias colegiadas: I a Conferência de Saúde; e II - o Conselho de Saúde MS, 1990

46 Lei 8142/90 art.2 O Conselho de Saúde, em caráter permanente e deliberativo, órgão colegiado composto por representantes do governo, prestadores de serviço, profissionais de saúde e usuários, atua na formulação de estratégias e no controle da execução da política de saúde na instância correspondente, inclusive nos aspectos econômicos e financeiros, cujas decisões serão homologadas pelo chefe do poder legalmente constituído em cada esfera de governo. MS, 2001

47 Conselhos e Conferências de Saúde 3 níveis Federal Estadual Municipal 50% 50% Usuários Governo Trabalhadores da saúde Prestadores

48 Representação dos Usuários Representante(s) de entidades congregadas de sindicatos de trabalhadores urbanos e rurais Representante(s) de movimentos comunitários organizados na área de saúde; Representante(s) de conselhos comunitários, associação de moradores ou entidades equivalentes; Representante(s) de associações de portadores de deficiências; Representante(s) de associações de portadores de patologias; Representante(s) de entidades de defesa do consumidor

49 Competências do Conselho Resolução nº33 de 23/12/92 do CNS Atuar na formulação e controle da política de saúde, incluído seus aspectos econômicos, financeiros e de gerência técnico-administrativa;

50 Competências do Conselho Resolução nº33 de 23/12/92 do CNS Traçar diretrizes de elaboração e aprovar os planos de saúde, adequando-se às diversas realidades epidemiológicas e à capacidade organizacional dos serviços;

51 Competências do Conselho Resolução nº33 de 23/12/92 do CNS examinar propostas e denúncias, responder a consultas sobre assuntos pertinentes a ações e serviços de saúde, bem como apreciar recursos a respeito de deliberações do colegiado;

52 Competências do Conselho Resolução nº33 de 23/12/92 do CNS Fiscalizar e acompanhar o desenvolvimento das ações e serviços de saúde; Fiscalizar a movimentação de recursos repassados à Secretaria de Saúde e/ou Fundo de Saúde;

53 Competências do Conselho Resolução nº33 de 23/12/92 do CNS Propor critérios para a programação e para a execução financeira e orçamentária dos Fundos de Saúde, acompanhando a movimentação e destinação dos recursos

54 Estrutura institucional e decisória do SUS Colegiado Participativo Gestor Comissões Intergestores Representações de gestores Estados: Nacional Conselho Nacional Ministério da Saúde Comissão Tripartite CONASS Municípios: CONASEMS Estadual Conselho Estadual Secretarias Estaduais Comissão Bipartite Municípios: COSEMS Municipal Conselho Municipal Secretarias Municipais

55 Princípios do SUS Doutrinários Universalidade Eqüidade Integralidade Organizativos Descentralização Regionalização e hierarquização Participação popular Complementariedade do setor privado

56 Lei 8.080/90 - Capítulo II Da Participação Complementar Art. 24. Quando as suas disponibilidades forem insuficientes para garantir a cobertura assistencial à população de uma determinada área, o SUS poderá recorrer aos serviços ofertados pela iniciativa privada; Art. 25. Na hipótese anterior, as entidades filantrópicas e as sem fins lucrativos terão preferências para participar do SUS; Art. 26. Parágrafo 2. Os serviços contratados submeter-se-ão às normas técnicas e administrativas e aos princípios e diretrizes do SUS, mantido o equilíbrio econômico e financeiro do contrato.

57 HOJE... Lançamento: 17 de março de 2004 Principais Linhas de Ação: Viabilização da adição de flúor a estações de tratamento de águas de abastecimento público Reorganização da Atenção Básica (especialmente por meio da Estratégia Saúde da Família) Reorganização da Atenção Especializada (através, principalmente, da implantação de Centros de Especialidades Odontológicas e Laboratórios Regionais de Próteses Dentárias). Investimentos de mais de R$ 1,3bilhão até o final de

58 Referencias BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria Nacional de Assistência à Saúde. ABC do SUS: doutrinas e princípios. Brasília: Ministério da Saúde, p. Disponível em: Acesso em: 25 nov PEREIRA, A. C. et al. Odontologia em saúde coletiva: planejando ações e promovendo saúde. Porto Alegre: Artes Médicas, p. PEREIRA, A. C. Tratado de saúde coletiva em odontologia. Nova Odessa: Napoleão, p. PINTO, V. G. Saúde bucal coletiva. 6. ed. São Paulo: Santos, p.

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