ECONOMIA DOS RECURSOS NATURAIS E DO AMBIENTE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ECONOMIA DOS RECURSOS NATURAIS E DO AMBIENTE"

Transcrição

1 1 MESTRADO EM ECONOMIA E POLÍTICA DA ENERGIA E DO AMBIENTE 2006/2007 2º TRIMESTRE ECONOMIA DOS RECURSOS NATURAIS E DO AMBIENTE ISABEL MENDES

2 3 ECONOMIA DO AMBIENTE 3.1 Valorização dos Bens Ambientais Conceito de Valor Total Métodos de Valorização dos Benefícios e dos Custos Métodos Baseados nas Preferências Expressas Métodos Baseados nas Preferências Reveladas ERNA2006/2007 ISABEL MENDES 2

3 3.1.1 O Conceito de Valor Total O CONCEITO ECONÓMICO DE VALOR DE BENS DE MERCADO Em sentido comum VALOR = IMPORTÂNCIA; ALGO DESEJÁVEL. VISÃO NEOCLÁSSICA DO VALOR: antropocêntrica e utilitarista algo é valioso se servir a humanidade ou se conferir utilidade (satisfação) aos seres humanos. CRÍTICAS O PARADOXO DO VALOR o conceito económico do valor não é adequado à valorização do meio ambiente nem do stock de capital natural. MAS o conceito de valor económico, para além de ser antropocêntrico e utilitarista reflecte também a escassez do que se pretende valorizar um bem útil e raro é muito caro. CONCLUSÃO: o conceito de valor económico é útil e vital para a estão ambiental desde que seja passível de ser quantificado. ERNA2006/2007 ISABEL MENDES 3

4 CARACTERÍSTICAS GENÉRICAS DO CONCEITO DE VALOR ECONÓMICO 1. RELATIVIDADE: o valor não é absoluto mas relativo refere-se sempre a uma escolha (real ou hipotética) entre duas situações possíveis e que envolvam uma troca (valor custo de oportunidade); 2. A ESCOLHA tem dois elementos: O objecto da escolha = incluem todos os objectos, processos ou actividades que permitam fazer escolhas entre si quer sejam tangíveis ou intangíveis; O Objecto de Escolha é definido por um conjunto de características físicas e pelos atributos que são objecto de percepção pelos indivíduos, mas não necessariamente por todos os indivíduos Circunstâncias da escolha = conjunto de elementos que descrevem/caracterizam o contexto no âmbito do qual a escolha é feita: elementos físicos, temporais e geográficos; Objecto da escolha + Circunstâncias da escolha definem o Contexto da Escolha; ERNA2006/2007 ISABEL MENDES 4

5 Escolher ter atenção a: Àquilo que se deixa de ganhar / aquilo que se vai ganhar com a escolha importância do efeito substituição; À forma de indicar a escolha há duas situações de escolha possíveis: - o indivíduo desiste de algo para receber o objecto de escolha que lhe afectará a utilidade - WTP; - ou o indivíduo recebe algo em troca para desistir do objecto de escolha que lhe poderia afectar a utilidade - WTA; À definição do mecanismo da escolha, ou seja, a forma pela qual o indivíduo exerce a sua escolha: voto; referendo; mercado; outros. O Valor Económico é uma resposta, traduzida em unidades monetárias (mas não necessariamente), dada em função de uma escolha, cuidadosamente definida, entre duas alternativas comparáveis. A resposta está dependente dos elementos da escolha. ERNA2006/2007 ISABEL MENDES 5

6 O CONCEITO DE VALOR TOTAL VISÃO NEOCLÁSSICA DO VALOR: antropocêntrica e utilitarista algo é valioso se servir a humanidade ou se conferir utilidade (satisfação) aos seres humanos. O paradigma utilitarista atribui VALOR a qualquer tipo de uso, directo ou indirecto, tangível ou intangível, que os indivíduos (a Sociedade) façam do ambiente e dos bens e serviços que produz Conceito de Valor Total (VT) (FIGURA 1). VALOR ECONÓMICO TOTAL = benefícios associados ao uso do capital natural = disposição a pagar pela manutenção de um determinado stock e fluxo de benefícios de uso associados à existência de uma certa quantidade/qualidade de capital natural. VALOR DE USO DIRECTO (VUD) = benefícios associados ao uso directo do capital natural, pelos agentes económicos ou famílias; ERNA2006/2007 ISABEL MENDES 6

7 VALOR VALOR DE USO VALOR DE USO DIRECTO VALOR DE USO INDIRECTO VALOR DE OPÇÃO Agricultura; Pecuária; Floresta; Pesca; Caça; Industria Extractiva, Manufactureira; Comércio; Construção; Turismo; Recreio; Lazer Educação e Investigação Funções das Bacias Hidrográficas (controle de erosão, controle de correntes,..); Processos ecológicos (fixação e reciclagem de nutrientes, formação de solo, limpeza de ar e água; Bens Vigários TOTAL VALOR DE QUASE-OPÇÃO VALOR DE EXISTÊNCIA VALOR DE NÃO-USO OU VALOR PASSIVO OU DE EXISTÊNCIA Figura 1 VALOR ECONÓMICO TOTAL VALOR DE LEGADO (bequest) ERNA2006/2007 ISABEL MENDES 7

8 VALOR DE USO INDIRECTO (VUI) = benefícios associados ao uso das funções e dos processos ecológicos do ambiente. VALOR DE OPÇÃO (VO) = benefício associado à certeza da conservação/preservação do ambiente para uso futuro = disposição a pagar para adiar para o futuro o uso do capital natural e das suas funções. VALOR DE QUASE-OPÇÃO (VQO) = benefício associado à certeza da conservação/preservação do ambiente para garantir um maior conhecimento e investigação do capital natural e das suas funções = disposição a pagar para conservar/preservar o capital natural para melhorar a informação e fomentar a investigação. VALOR DE NÃO-USO (VNU) = benefício (satisfação) associado à conservação/preservação do ambiente, por questões de ética, altruísmo, religiosas, solidariedade inter-geracional, = disposição a pagar pela preservação do capital natural. VALOR DE EXISTÊNCIA (VE) = benefício (satisfação) associado à conservação/preservação do ambiente, por questões de ética, altruísmo, ou religiosas, não associadas a uso presente ou futuro. ERNA2006/2007 ISABEL MENDES 8

9 VALOR DE LEGADO (OU Testamentário) (VL) = benefício (satisfação) associado à conservação/preservação do ambiente para que as gerações futuras possam acerca dos melhores usos a dar ao capital natural. A estratégia básica da valorização económica do capital natural, baseia-se na interpretação do stock de capital natural e dos fluxos de bens e de serviços enquanto mercadorias (commodities) que podem ser monetarizadas. Os processos de monetarização dos benefícios ambientais podem ser através de mercados ou sem ser através de mercados. Tudo depende do que se quer valorizar e das características económicas da mercadoria ambiental. O VALOR TOTAL DO CAPITAL NATURAL é um valor compósito: VT = VU + VNU EXEMPLO: O VALOR TOTAL DA FLORESTA (QUADRO 1). ERNA2006/2007 ISABEL MENDES 9

10 OUTPUTS DA TIPO DE USO FLORESTA Madeira Input (I) TIPO DE UTILIZADORES RIVALIDADE EXCLUSÃO VALOR VUD Empresas(E) R Excluível (E) Árvores Paisagem, Recreio VUD E; Famílias(F) +/- NR +/-Nãoplantadas e Lazer (P) Excluível (NE) Minerais I; Cons Directo (CD) VUD E; F R E VALOR DE MERCADO M Flora I;P;CD;Suporte de VUD + VUI E; F; R; NR E, NE M, NM Serviços(SS) Fauna I; P ;CD; SS VUD + VUI E; F; R; NR E,NE M, NM Protecção SS VUI E; F; NR NE NM cheias Qualidade da Assimilação(A);P;SS VUI + VUD E; F; R,NR E, NE NM água Protecção de SS;I; VUI + VUD E; F; NR NE NM solos Clima local SS; VUI E; F; NR NE NM Sumidouro Carbono Produção húmus Produção biomassa de de QUADRO 1 O VALOR TOTAL DA FLORESTA A; SS VUI E; F; NM M NR NE NM SS; I VUI + VUD E; F; R, NR E, NE NM I;CD VUD E; F; R, NR E, NE M, NM ERNA2006/2007 ISABEL MENDES 10

11 FORMALIZAÇÃO DO CONCEITO DE VALOR DE BENS QUE NÃO SÃO TRANSACCIONÁVEIS EM MERCADOS O Valor Económico é uma resposta, traduzida em unidades monetárias (mas não necessariamente), dada em função de uma escolha, cuidadosamente definida, entre duas alternativas comparáveis. A resposta está dependente dos elementos da escolha. Se as mercadorias forem transaccionáveis em mercados, é fácil saber a disposição a pagar por elas = Excedente do Consumidor (Compensado ou Equivalente). As alterações de valor (do Excedente do Consumidor) estão relacionadas com as variações dos preços das mercadorias nos mercados. MÄLER adaptou as medidas de valor económicas de mercado às mercadorias que não são transaccionáveis em mercados. Ele redefine as medidas económicas de valor em função das variações nas quantidades e/ou na qualidade do capital natural, ERNA2006/2007 ISABEL MENDES 11

12 as quais influenciam a utilidade dos utilizadores (Teoria das Escolhas e do Bem-Estar em função das Quantidades). MÄLER definiu quatro medidas de valor da variação do bem-estar individual associadas às escolhas envolvendo mercadorias não transaccionadas em mercados: 1. Se o Objecto de Escolha melhoria de bem estar: WTP C = quantidade de dinheiro que o indivíduo está disposto a pagar para assegurar a mudança; WTA E = quantidade de dinheiro que o indivíduo está disposto a aceitar, em troca da não efectivação da mudança; 2. Se o Objecto de Escolha deterioração de bem estar: WTP E = quantidade de dinheiro que o indivíduo está disposto a pagar para evitar a mudança; WTA C = quantidade de dinheiro que o indivíduo está disposto a aceitar, como compensação pelos danos sofridos. ERNA2006/2007 ISABEL MENDES 12

13 Formalização das Quatro Medidas Monetárias de bemestar Relacionadas com Benefícios/Custos Ambientais t Medida de Valor Individual no momento t ( VET i ): Seja: Ux,q) ( = função de utilidade do indivíduo representativo i; x = x 1,x 2,...x n vector de bens/serviços convencionais de mercado; q = q 1,q 2,...q m vector de bens/serviços ambientais; q pode ser um escalar se relacionado com um único bem/serviço; é dado é um Bem Público não-rivalidade + não exclusão inexistência de mercado; i i é a restrição orçamental do indivíduo i; i px = m O PROBLEMA DUAL do indivíduo i é: ERNA2006/2007 ISABEL MENDES 13

14 min x c i p x i i ( ) sujeito a U x,q =U A solução do dual dá as Funções Procura Hicksianas ou Compensadas para x: ic i ( ) x = h p,q,u E a função de Custo Mínimo é: ( ) ph i i( p,q,u ) m e p,q,u = = i Vamos agora assumir dois estados para q: q 0 = estado actual do ambiente; q 1 = estado futuro do ambiente tais que: ( ) ( ) U 0 = U 0 p,q 0,m U 1 = U 1 p,q 1,m Esta variação do bem-estar associada à alteração de q pode ser valorizada usando as medidas definidas por Mäler: ERNA2006/2007 ISABEL MENDES 14

15 ( ) ( ) 0 ( ) ep,q,u q C C WTP /WTA = CS = e p,q,u e p,q,u = 1 dq 0 q e ( ) ( ) q 1 ( ) ep,q,u q E E WTP / WTA = ES = e p,q,u e p,q,u = 1 dq 0 q q A escolha das medidas mais adequadas depende do tipo de variação sofrida pela utilidade por causa da alteração de q. Por exemplo se considerarmos que ( ) ( ) q < q U x,q < U x,q (por exemplo, se a variação de q tem a ver com o desaparecimento de um ecossistema) as medidas serão: WTA C = compensação mínima que o indivíduo está disposto a aceitar a título de compensação monetária para tolerar a desutilidade da perda do ecossistema; E ou então WT P = valor máximo que o indivíduo está disposto a pagar para evitar a perda do ecossistema. A representação gráfica destas duas medidas associadas a uma degradação ambiental é feita na FIGURA 1. ERNA2006/2007 ISABEL MENDES 15

16 x m + CS D CS x = m m -ES B ES A C U 1 U 0 q 1 = 0 q 0 q Figure 1 Compensating and Equivalent Surpluses for a loss in q from q 0 to q 1, where q 1 = 0 Em termos práticos, a medida mais usada é WTP. Medida de Valor para a Sociedade (VET t ): t t VET = w N onde: t w = é a média das medidas monetárias de bem-estar de todos os indivíduos i da sociedade, com i = 1,..., N. ERNA2006/2007 ISABEL MENDES 16

17 Medida de Valor para Capital Natural (VET): O Valor do Capital Natural é igual à soma dos fluxos monetários actualizados dos benefícios ambientais gerados pelo capital em questão, ao longo de um período de tempo T e para uma dada taxa de desconto ρ: VET T VET t e ρt = dt t= 0 ERNA2006/2007 ISABEL MENDES 17

18 SUGESTÃO DE LEITURAS: Mendes, I Valuing Ecosystems. A Methodological Applying Approach. Working Paper 11/2004/DE/CIRIUS. ISEG, Departamento de Economia: Lisboa. ERNA2006/2007 ISABEL MENDES 18

ESAPL IPVC. Licenciatura em Engenharia do Ambiente e dos Recursos Rurais. Economia Ambiental

ESAPL IPVC. Licenciatura em Engenharia do Ambiente e dos Recursos Rurais. Economia Ambiental ESAPL IPVC Licenciatura em Engenharia do Ambiente e dos Recursos Rurais Economia Ambiental Tema 9 O Valor Económico do Meio Ambiente O porquê da Valorização Ambiental Como vimos em tudo o que para trás

Leia mais

Conselho Gestor APA DA VÁRZEA RIO TIETÊ GTPM

Conselho Gestor APA DA VÁRZEA RIO TIETÊ GTPM Conselho Gestor APA DA VÁRZEA RIO TIETÊ GTPM I.UNIDADE DE CONSERVAÇÃO Espaço territorial e seus recursos ambientais, incluindo as águas jurisdicionais, com características naturais relevantes, legalmente

Leia mais

1. Promover a melhoria das condições de vida das população das áreas susceptíveis

1. Promover a melhoria das condições de vida das população das áreas susceptíveis CNCCD -PROPOSTA DE PROGRAMA DE ACÇÃO NACIONAL DE COMBATE À DESERTIFICAÇÃO 2011 / 2020 1. Promover a melhoria das condições de vida das população das áreas susceptíveis 1- Promover a melhoria das condições

Leia mais

A Mensuração dos Ativos Ambientais

A Mensuração dos Ativos Ambientais A Mensuração dos Ativos Ambientais Ronaldo Seroa da Motta ronaldo.seroa@ipea.gov.br I CONGRESSO INFORMAÇÃO DE CUSTOS E QUALIDADE DO GASTO NO SETOR PÚBLICO MF,MPO,FGV, ISI e ESAF Brasília, 31 de agosto

Leia mais

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO AMBIENTAL

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO AMBIENTAL CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO AMBIENTAL Conteúdo Programático 1) Gestão Ambiental e Desenvolvimento Sustentável: Conceitos Básicos (12 h) - Principais questões ambientais no Brasil e no mundo. - Conceitos

Leia mais

Instrumentos Econômicos e Financeiros para GIRH. Métodos de valoração de água e instrumentos econômicos

Instrumentos Econômicos e Financeiros para GIRH. Métodos de valoração de água e instrumentos econômicos Instrumentos Econômicos e Financeiros para GIRH Métodos de valoração de água e instrumentos econômicos Meta e objetivo da sessão Identificar os principais métodos de valoração de água para dar suporte

Leia mais

O Papel dos Critérios Econômicos na Gestão das Reservas da Biosfera

O Papel dos Critérios Econômicos na Gestão das Reservas da Biosfera O Papel dos Critérios Econômicos na Gestão das Reservas da Biosfera Ronaldo Seroa da Motta ronaldo.seroa@ipea.gov.br Seminário Internacional sobre Reservas da Biosfera, Serviços Ambientais e Indicadores

Leia mais

PEGADA HÍDRICA EM PORTUGAL

PEGADA HÍDRICA EM PORTUGAL Resumo do relatório Water Footprint in Portugal WWF Mediterrâneo, 2010 O Problema: uma pegada demasiado elevada O Relatório Planeta Vivo 2008 da WWF demonstra que o uso insustentável da água é um problema

Leia mais

PROGRAMAS DAS UNIDADES CURRICULARES. Análise de Informação Económica para a Economia Portuguesa

PROGRAMAS DAS UNIDADES CURRICULARES. Análise de Informação Económica para a Economia Portuguesa MESTRADO EM ECONOMIA PORTUGUESA E INTEGRAÇÃO INTERNACIONAL PROGRAMAS DAS UNIDADES CURRICULARES UNIDADES CURRICULARES OBRIGATÓRIAS Análise de Informação Económica para a Economia Portuguesa 1. Identificação

Leia mais

Entidade Reguladora do Sector Eléctrico

Entidade Reguladora do Sector Eléctrico Entidade Reguladora do Sector Eléctrico ESTUDO sobre SECTOR ELÉCTRICO e AMBIENTE 2º Relatório AVALIAÇÃO ECONÓMICA DOS IMPACTES AMBIENTAIS do SECTOR ELÉCTRICO Rui Santos Sandra Martinho Paula Antunes Centro

Leia mais

Anderson Silva de Aguilar; Joel Dias da Silva

Anderson Silva de Aguilar; Joel Dias da Silva PAP017410 Valoração Econômica dos Serviços Ambientais em Unidade de Proteção Integral. Estudo de Caso do Monumento Natural da Mãe D água, Serra da Moeda, Brumadinho/ MG: Enfoque Recursos Hídricos. Anderson

Leia mais

Ano Lectivo 2010/2011 MATRIZ DA PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA

Ano Lectivo 2010/2011 MATRIZ DA PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA Escola Básica e Secundária de Velas Ano Lectivo 2010/2011 MATRIZ DA PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA Ao abrigo do Decreto-Lei N.º74/2004, de 26 de Março com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei

Leia mais

ESAPL IPVC. Licenciatura em Engenharia do Ambiente e dos Recursos Rurais. Economia Ambiental

ESAPL IPVC. Licenciatura em Engenharia do Ambiente e dos Recursos Rurais. Economia Ambiental ESAPL IPVC Licenciatura em Engenharia do Ambiente e dos Recursos Rurais Economia Ambiental Tema 1 Introdução O que é a Economia? Todos os seres humanos têm a necessidade de consumir um certo número de

Leia mais

Algumas Noções sobre Desconto e Capitalização

Algumas Noções sobre Desconto e Capitalização Algumas Noções sobre Desconto e Capitalização Introdução O desconto é um dos mais importantes, e também dos mais difíceis, conceitos em economia. Através das taxas de juro, as questões do desconto atravessam

Leia mais

Nos estúdios encontram-se um entrevistador (da rádio ou da televisão) e um representante do Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural

Nos estúdios encontram-se um entrevistador (da rádio ou da televisão) e um representante do Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural Guião de Programa de Rádio e Televisão Tema: Redução de Emissões de Desmatamento e Degradação Florestal (REDD+) Nos estúdios encontram-se um entrevistador (da rádio ou da televisão) e um representante

Leia mais

Escola Secundaria de Paços de Ferreira Técnicas de secretariado 2009/2010

Escola Secundaria de Paços de Ferreira Técnicas de secretariado 2009/2010 Marketing mix Trabalho realizado por: Sandra Costa 12ºS Marketing mix É formado por um conjunto de variáveis controláveis que influenciam a maneira com que os consumidores respondem ao mercado e é dividido

Leia mais

O processo de criação de moeda. 1. Conceitos básicos 31

O processo de criação de moeda. 1. Conceitos básicos 31 Índice LISTA DE SÍMBOLOS 17 PREFÁCIO 23 INTRODUÇÃO 25 Capítulo 1 O processo de criação de moeda 1. Conceitos básicos 31 1.1. Moeda e outros activos de uma economia 31 1.2. Sector monetário de uma economia

Leia mais

C O N T A B I L I D A D E

C O N T A B I L I D A D E Licenciatura em Gestão de Recursos Humanos ISCSP (UTL), Lisboa C O N T A B I L I D A D E Pedro V Matos ISEG-UTL 1 Análise Financeira e Contabilidade 2 1 Função Financeira O que é a Função Financeira? Consiste

Leia mais

Planificação Anual. Escola Secundária de Pombal - (400634) Referência ANO LECTIVO - 2010/ 2011 COMPETÊNCIAS GERAIS

Planificação Anual. Escola Secundária de Pombal - (400634) Referência ANO LECTIVO - 2010/ 2011 COMPETÊNCIAS GERAIS Planificação Anual Escola Secundária de Pombal - (400634) Referência Direcção Regional de Educação do Centro Equipa de Apoio às Escolas - Leiria ANO LECTIVO - 2010/ 2011 ÁREA DISCIPLINAR DE ECONOMIA E

Leia mais

Biotecnologia e desenvolvimento sustentável. Ana Cristina Rodrigues acrodrigues@esa.ipvc.pt

Biotecnologia e desenvolvimento sustentável. Ana Cristina Rodrigues acrodrigues@esa.ipvc.pt Biotecnologia e Ana Cristina Rodrigues acrodrigues@esa.ipvc.pt - Imposições legais - Opinião pública - Pressão de competitividade Actualmente: Conceito de adoptado por muitas indústrias/actividades: só

Leia mais

1. Eixo(s) em que se insere Eixo 3 Qualidade de vida nas zonas rurais e diversificação da economia rural

1. Eixo(s) em que se insere Eixo 3 Qualidade de vida nas zonas rurais e diversificação da economia rural MEDIDA 3.1 Diversificação da Economia e Criação de Emprego 1. Eixo(s) em que se insere Eixo 3 Qualidade de vida nas zonas rurais e diversificação da economia rural 2. Enquadramento Regulamentar Artigo

Leia mais

Utilização Racional de Biomassa Florestal Mitos e Realidades

Utilização Racional de Biomassa Florestal Mitos e Realidades Utilização Racional de Biomassa Florestal Mitos e Realidades Paulo Canaveira Seminário Tecnicelpa Bioenergias. Novas Tendências 30 Março 2007 CELPA, Associação da Indústria Papeleira Pomos o Futuro no

Leia mais

SISTEMA GESTÃO AMBIENTAL - SGA

SISTEMA GESTÃO AMBIENTAL - SGA SISTEMA GESTÃO AMBIENTAL - SGA SISTEMA GESTÃO AMBIENTAL - SGA Ciclo de melhoria contínua conhecido como Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act) EMAS METODOLOGIA FASEADA DE IMPLEMENTAÇÃO FASEADA DO EMAS In, APA,

Leia mais

Investimento Directo Estrangeiro e Salários em Portugal Pedro Silva Martins*

Investimento Directo Estrangeiro e Salários em Portugal Pedro Silva Martins* Investimento Directo Estrangeiro e Salários em Portugal Pedro Silva Martins* Os fluxos de Investimento Directo Estrangeiro (IDE) para Portugal tornaram-se uma componente importante da economia portuguesa

Leia mais

População, Recursos e Ambiente Desenvolvimento Sustentável 5ª aula teórica PRINCÍPIO DA PROCURA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Conferência de Estocolmo: 1º Conferência ONU sobre Ambiente e Estabelecimentos

Leia mais

Microeconomia NATÉRCIA MIRA EDIÇÕES SÍLABO

Microeconomia NATÉRCIA MIRA EDIÇÕES SÍLABO Microeconomia NATÉRCIA MIRA EDIÇÕES SÍLABO É expressamente proibido reproduzir, no todo ou em parte, sob qualquer forma ou meio, NOMEADAMENTE FOTOCÓPIA, esta obra. As transgressões serão passíveis das

Leia mais

Metodologias de Análise e Valoração de Impactos Ambientais

Metodologias de Análise e Valoração de Impactos Ambientais Metodologias de Análise e Valoração de Impactos Ambientais Ronaldo Seroa da Motta seroadamotta.ronaldo@gmail.com Curso de Aperfeiçoamento: Elaboração de diretrizes para atuação do Ministério Público na

Leia mais

PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA MATRIZ

PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA MATRIZ PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA MATRIZ 12º Ano de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 74/2004) Curso Científico Humanístico PROVA 312/6Págs. Duração da prova: 90 minutos + 30 minutos de tolerância 2010 PROVA

Leia mais

1.1. DEFINIÇÃO DE PROJECTO DE INVESTIMENTOS

1.1. DEFINIÇÃO DE PROJECTO DE INVESTIMENTOS 1 INTRODUÇÃO 1.1. DEFINIÇÃO DE PROJECTO DE INVESTIMENTOS Ao abordarmos o conceito de projecto de investimento começaremos por citar algumas definições propostas por alguns autores e instituições de reconhecido

Leia mais

Índice. rota 3. Enquadramento e benefícios 6. Comunicação Ética 8. Ética nos Negócios 11. Promoção para o Desenvolvimento Sustentável 13. Percurso 1.

Índice. rota 3. Enquadramento e benefícios 6. Comunicação Ética 8. Ética nos Negócios 11. Promoção para o Desenvolvimento Sustentável 13. Percurso 1. rota 3 CLIENTES Rota 3 Índice Enquadramento e benefícios 6 Percurso 1. Comunicação Ética 8 Percurso 2. Ética nos Negócios 11 Percurso 3. Promoção para o Desenvolvimento Sustentável 13 responsabilidade

Leia mais

Módulo 1 Questões Básicas da Economia. 1.1. Conceito de Economia

Módulo 1 Questões Básicas da Economia. 1.1. Conceito de Economia Módulo 1 Questões Básicas da Economia 1.1. Conceito de Economia Todos nós temos uma série de necessidades. Precisamos comer, precisamos nos vestir, precisamos estudar, precisamos nos locomover, etc. Estas

Leia mais

Escola Secundária de Valongo PROFESSORAS: DINORA MOURA ISABEL MACHADO PIMENTA

Escola Secundária de Valongo PROFESSORAS: DINORA MOURA ISABEL MACHADO PIMENTA Escola Secundária de Valongo PROFESSORAS: DINORA MOURA ISABEL MACHADO PIMENTA 1º PERÍODO TEMAS / CONTEÚDOS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS O ALUNO DEVERÁ SER CAPAZ DE: BLOCOS (90 min) ALGUMAS SUGESTÕES DE EXPERIÊNCIAS

Leia mais

Desenvolvimento Local nos Territórios Rurais: desafios para 2014-2020

Desenvolvimento Local nos Territórios Rurais: desafios para 2014-2020 Desenvolvimento Local nos Territórios Rurais: desafios para 2014-2020 Seminário Turismo Sustentável no Espaço Rural: Experiências de Sucesso em Portugal e na Europa Castro Verde - 06 de Março 2013 Joaquim

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DE AMORA

ESCOLA SECUNDÁRIA DE AMORA ESCOLA SECUNDÁRIA DE AMORA PLANIFICAÇÃO ANUAL 2013/2014 ECONOMIA A (10º ANO) Página 1 de 10 Finalidades da disciplina de Economia A, no conjunto dos dois anos da sua leccionação: Perspectivar a Economia

Leia mais

Gestão Ambiental PADRÃO DE RESPOSTA

Gestão Ambiental PADRÃO DE RESPOSTA Gestão Ambiental PADRÃO DE RESPOSTA Em termos de atendimento à proposta, espera-se que o estudante estabeleça relação entre a qualidade do serviço de esgotamento sanitário e de tratamento da água para

Leia mais

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Na folha de respostas, indique, de forma legível, a versão da prova.

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Na folha de respostas, indique, de forma legível, a versão da prova. Exame Nacional do Ensino Secundário Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/2.ª Fase 8 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

Universidade e Desenvolvimento Rural: Mestrado em Desenvolvimento Rural na Universidade da Extremadura

Universidade e Desenvolvimento Rural: Mestrado em Desenvolvimento Rural na Universidade da Extremadura Facultad de Filosofía y Letras DEPARTAMENTO DE ARTE Y CIENCIAS DEL TERRITORIO Campus Universitario 10071-Cáceres SEMINÁRIO IBÉRICO COMBATE À DESERTIFICAÇAO, ABANDONO RURAL E DESPOVOAMENTO INTERVENÇOES

Leia mais

Identificação da empresa

Identificação da empresa Identificação da empresa ANA Aeroportos de Portugal, S.A. Missão, Visão e Valores Missão da ANA A ANA - Aeroportos de Portugal, SA tem como missão gerir de forma eficiente as infraestruturas aeroportuárias

Leia mais

Organização e Gestão de Cooperativas ESAPL / IPVC

Organização e Gestão de Cooperativas ESAPL / IPVC Organização e Gestão de Cooperativas ESAPL / IPVC As Cooperativas são empresas. Por isso devem ser geridas com recurso ao uso de técnicas de gestão empresarial em uso noutros tipos de empresas. Há que

Leia mais

Capítulo 3: Restrições orçamentais intertemporais

Capítulo 3: Restrições orçamentais intertemporais Capítulo 3: Restrições orçamentais intertemporais 3.1. Aspectos conceptuais - antecipação do futuro, informação e expectativas racionais 3.2. A restrição orçamental intertemporal das famílias 3.3. Teoria

Leia mais

NOÇÕES DE LEGISLAÇÃO AMBIENTAL CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: CIÊNCIA DO AMBIENTE PROFESSOR: RAMON LAMAR PARTE III 05/11/2015

NOÇÕES DE LEGISLAÇÃO AMBIENTAL CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: CIÊNCIA DO AMBIENTE PROFESSOR: RAMON LAMAR PARTE III 05/11/2015 CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: CIÊNCIA DO AMBIENTE PROFESSOR: RAMON LAMAR PARTE III LEGISLAÇÃO AMBIENTAL NOÇÕES DE LEGISLAÇÃO AMBIENTAL Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981, conhecida como Política

Leia mais

Pagamento de Serviços Ambientais Contribuição do Programa MERCADO MATA ATLÂNTICA Reserva da Biosfera da Mata Atlântica - Brasil

Pagamento de Serviços Ambientais Contribuição do Programa MERCADO MATA ATLÂNTICA Reserva da Biosfera da Mata Atlântica - Brasil Pagamento de Serviços Ambientais Contribuição do Programa MERCADO MATA ATLÂNTICA Reserva da Biosfera da Mata Atlântica - Brasil 1º Seminário Paulista de PSA- Novembro de 2009 - Clayton F. Lino A natureza

Leia mais

Formulário de Projecto de Investimento

Formulário de Projecto de Investimento Formulário de Projecto de Investimento 1. Identificação do Projecto Título do projecto: Nome do responsável: Contacto Telefónico: Email: 1.1. Descrição sumária da Ideia de Negócio e suas características

Leia mais

RAPPORT WORKSHOP SUR STATISTIQUE ENVIRONMENTAL GUINE-BISSAU. 1. Situação da Estatística Ambiental na Guiné-Bissau

RAPPORT WORKSHOP SUR STATISTIQUE ENVIRONMENTAL GUINE-BISSAU. 1. Situação da Estatística Ambiental na Guiné-Bissau RAPPORT WORKSHOP SUR STATISTIQUE ENVIRONMENTAL GUINE-BISSAU 1. Situação da Estatística Ambiental na Guiné-Bissau Introdução A conciliação entre Ambiente e Desenvolvimento é cada vez mais imperiosa, por

Leia mais

Prefeitura Municipal de Jaboticabal

Prefeitura Municipal de Jaboticabal LEI Nº 4.715, DE 22 DE SETEMBRO DE 2015 Institui a Política Municipal de estímulo à produção e ao consumo sustentáveis. RAUL JOSÉ SILVA GIRIO, Prefeito Municipal de Jaboticabal, Estado de São Paulo, no

Leia mais

Estimativa do Custo Econômico do Desmatamento na Amazônia. Ronaldo Seroa da Motta Rio, julho 2002

Estimativa do Custo Econômico do Desmatamento na Amazônia. Ronaldo Seroa da Motta Rio, julho 2002 Estimativa do Custo Econômico do Desmatamento na Amazônia Ronaldo Seroa da Motta Rio, julho 2002 QUADRO 1 Exemplos de Valores Econômicos dos Recursos Florestais Valor de uso Valor passivo ou de não-uso

Leia mais

A CARTA DE BELGRADO. Colecção Educação Ambiental Textos Básicos. Editor Instituto Nacional do Ambiente

A CARTA DE BELGRADO. Colecção Educação Ambiental Textos Básicos. Editor Instituto Nacional do Ambiente A CARTA DE BELGRADO Colecção Educação Ambiental Textos Básicos Editor Instituto Nacional do Ambiente INTRODUÇÃO Texto adoptado, por unanimidade, no Colóquio sobre Educação Ambiental", organizado pela UNESCO

Leia mais

Líderes da Conservação - Instituto de Desenvolvimento Sustentável

Líderes da Conservação - Instituto de Desenvolvimento Sustentável Líderes da Conservação - Instituto de Desenvolvimento Sustentável Considerada uma das mais avançadas do mundo. Sua estrutura começou a ser composta em 1981, a partir da Lei 6.938. Da Política Nacional

Leia mais

Teoria Básica de Oferta e Demanda

Teoria Básica de Oferta e Demanda Teoria Básica de Oferta e Demanda Este texto propõe que você tenha tido um curso introdutório de economia. Mas se você não teve, ou se sua teoria básica de economia está um pouco enferrujada, então este

Leia mais

Teoria pertence ao grupo das teorias objetivas, conduzindo a análise do valor para o terreno da oferta e dos custos de produção.

Teoria pertence ao grupo das teorias objetivas, conduzindo a análise do valor para o terreno da oferta e dos custos de produção. VALOR Questões : 1. O que é que determina o valor de um bem? 2. De que elementos dependem os valores atribuídos aos bens e serviços normalmente transacionados? VALOR TRABALHO David Ricardo: O valor de

Leia mais

MINISTÉRIO DA ENERGIA E ÁGUAS

MINISTÉRIO DA ENERGIA E ÁGUAS MINISTÉRIO DA ENERGIA E ÁGUAS DECLARAÇÃO ALUSIVA AO DIA MUNDIAL DA ÁGUA 22 DE MARÇO DE 2016 Água e Emprego DECLARAÇÃO ALUSIVA AO DIA MUNDIAL DA ÁGUA O dia 22 de Março foi instituído em 1992 pela Organização

Leia mais

Política agrícola e protecção e gestão eficiente da água

Política agrícola e protecção e gestão eficiente da água Política agrícola e protecção e gestão eficiente da água Francisco Cordovil Director do GPP Conselho Nacional da Água Ponto 4 da ordem de trabalhos Lisboa 3 de Dezembro de 2010 Política agrícola e protecção

Leia mais

Apontamentos de Contabilidade Nacional

Apontamentos de Contabilidade Nacional Apontamentos de Contabilidade Nacional Nuno Cancelo :: 31401 :: ISEL :: Semestre Verão :: Ano Lectivo 2009/2010 1/8 Índice Índices de Preços...3 Produto, Rendimento e Despesa...3 Produto...3 O Produto

Leia mais

Voluntariado Ambiental para a Água

Voluntariado Ambiental para a Água Voluntariado Ambiental para a Água Gestão Participada dos Recursos Hídricos na RH do Algarve Paula Vaz Voluntariado Ambiental para a Água 1. ARH do Algarve, I.P. 2. Voluntariado Ambiental para a Água Enquadramento

Leia mais

Regime Fiscal de Apoio ao Investimento

Regime Fiscal de Apoio ao Investimento RFAI Regime Fiscal de Apoio ao Investimento Elaboração de dossier fiscal possível em permanência Porto Rua Dr. Ernesto Soares dos Reis Nº 208, 1º Andar, Sala P 3720 256 Oliveira de Azeméis - Portugal Lisboa

Leia mais

Contabilidade Básica

Contabilidade Básica Contabilidade Básica 2. Por Humberto Lucena 2.1 Conceito O Patrimônio, sendo o objeto da Contabilidade, define-se como o conjunto formado pelos bens, pelos direitos e pelas obrigações pertencentes a uma

Leia mais

Retribuir. Compensação. Recompensa. Ordenado. Remunerar

Retribuir. Compensação. Recompensa. Ordenado. Remunerar Gestão do sistema retributivo e de sistemas de incentivos Principais objectivos Benefícios directos e indirectos; fixos e variáveis Factores que afectam a remuneração Qualificação e avaliação de funções

Leia mais

Capítulo 4. Moeda e mercado cambial. Objectivos do capítulo

Capítulo 4. Moeda e mercado cambial. Objectivos do capítulo Capítulo 4 Moeda e mercado cambial Objectivos do capítulo Perceber o papel das taxas de câmbio no comércio internacional. Como são determinadas as taxas de câmbio de equilíbrio no mercado internacional

Leia mais

A CRISE FINANCEIRA E AS GRANDES OBRAS PÚBLICAS

A CRISE FINANCEIRA E AS GRANDES OBRAS PÚBLICAS A CRISE FINANCEIRA E AS GRANDES OBRAS PÚBLICAS Eduardo Catroga 0. INTRODUÇÃO Vou analisar as questões principais seguintes: 1. QUAIS AS QUESTÕES ESTRATÉGICAS CHAVE DA ECONOMIA PORTUGUESA? 2. O QUE É QUE

Leia mais

INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA

INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA UNIVERSIDADE DA MADEIRA Departamento de Gestão e Economia INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA 2º Semestre 2004/2005 1º CADERNO DE EXERCÍCIOS Introdução 1. INTRODUÇÃO 1. * A macroeconomia lida com: a) A Economia

Leia mais

Bioindicadores Ambientais (BAM36AM) Sistema Nacional de Unidades de Conservação

Bioindicadores Ambientais (BAM36AM) Sistema Nacional de Unidades de Conservação Bioindicadores Ambientais (BAM36AM) Sistema Nacional de Unidades de Conservação Unidades de Conservação SNUC Sistema Nacional de Unidades de Conservação Sistema Nacional de Unidades de Conservação Lei

Leia mais

Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa Ano Lectivo 2013/2014 1º Semestre. 28 de NOVEMBRO de 2013 Duração da prova: 60 minutos

Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa Ano Lectivo 2013/2014 1º Semestre. 28 de NOVEMBRO de 2013 Duração da prova: 60 minutos Contabilidade Financeira Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa Ano Lectivo 2013/2014 1º Semestre 28 de NOVEMBRO de 2013 Duração da prova: 60 minutos 3º TESTE INTERMÉDIO NOME: NÚMERO: Atenção

Leia mais

Política Ambiental das Empresas Eletrobras

Política Ambiental das Empresas Eletrobras Política Ambiental das Empresas Eletrobras Versão 2.0 16/05/2013 Sumário 1 Objetivo... 3 2 Princípios... 3 3 Diretrizes... 3 3.1 Diretrizes Gerais... 3 3.1.1 Articulação Interna... 3 3.1.2 Articulação

Leia mais

UFCD 6222 - Introdução ao código de contas e normas contabilísticas

UFCD 6222 - Introdução ao código de contas e normas contabilísticas UFCD 6222 - Introdução ao código de contas e normas contabilísticas C O M P I L A Ç Ã O D E M A T E R I A I S Conteúdo programático Código das contas Meios Financeiros Líquidos Contas a receber e a pagar

Leia mais

Capítulo 3-O Novo Problema Agrícola

Capítulo 3-O Novo Problema Agrícola Capítulo 3-O Novo Problema Agrícola Sinopse das aulas Versão Provisória O novo problema agrícola Multifuncionalidade e externalidades da actividade agrícola O novo problema agrícola Tradicionalmente as

Leia mais

O que é a Conservação Estratégica? Economia da conservação Economia da degradação Instrumentos de política ambiental Pagamento por Serviços Ambientais

O que é a Conservação Estratégica? Economia da conservação Economia da degradação Instrumentos de política ambiental Pagamento por Serviços Ambientais O que é a Conservação Estratégica? Economia da conservação Economia da degradação Instrumentos de política ambiental Pagamento por Serviços Ambientais Serviços ambientais Caso demonstrativo Conceito básico

Leia mais

Sem figuras nem imagens, Entrelinha 1,5. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos.

Sem figuras nem imagens, Entrelinha 1,5. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Exame Nacional do Ensino Secundário Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/2.ª Fase 12 Páginas Sem figuras nem imagens, Entrelinha

Leia mais

Uma reflexão sobre Desenvolvimento Económico Sustentado em Moçambique

Uma reflexão sobre Desenvolvimento Económico Sustentado em Moçambique Uma reflexão sobre Desenvolvimento Económico Sustentado em Moçambique Carlos Nuno Castel-Branco carlos.castel-branco@iese.ac.mz Associação dos Estudantes da Universidade Pedagógica Maputo, 21 de Outubro

Leia mais

Circuito Económico e Contabilidade Nacional

Circuito Económico e Contabilidade Nacional Circuito Económico e Contabilidade Nacional Visão das actividades económicas em termos de circuito. Relacionamento dos agentes pelas operações: - relacionamento em termos de equilíbrio ou, - desequilíbrio.

Leia mais

MESTRADO EM ECONOMIA PORTUGUESA E INTEGRAÇÃO INTERNACIONAL PROGRAMAS DAS UNIDADES CURRICULARES

MESTRADO EM ECONOMIA PORTUGUESA E INTEGRAÇÃO INTERNACIONAL PROGRAMAS DAS UNIDADES CURRICULARES MESTRADO EM ECONOMIA PORTUGUESA E INTEGRAÇÃO INTERNACIONAL UNIDADES CURRICULARES OBRIGATÓRIAS PROGRAMAS DAS UNIDADES CURRICULARES Análise de Informação Económica para a Economia Portuguesa 1. Identificação

Leia mais

Plataforma Ambiental para o Brasil

Plataforma Ambiental para o Brasil Plataforma Ambiental para o Brasil A Plataforma Ambiental para o Brasil é uma iniciativa da Fundação SOS Mata Atlântica e traz os princípios básicos e alguns dos temas que deverão ser enfrentados na próxima

Leia mais

6. Moeda, Preços e Taxa de Câmbio no Longo Prazo

6. Moeda, Preços e Taxa de Câmbio no Longo Prazo 6. Moeda, Preços e Taxa de Câmbio no Longo Prazo 6. Moeda, Preços e Taxa de Câmbio no Longo Prazo 6.1. Introdução 6.2. O Princípio da Neutralidade da Moeda 6.3. Taxas de Câmbio Nominais e Reais 6.4. O

Leia mais

EFIÊNCIA DOS RECURSOS E ESTRATÉGIA ENERGIA E CLIMA

EFIÊNCIA DOS RECURSOS E ESTRATÉGIA ENERGIA E CLIMA INTRODUÇÃO Gostaria de começar por agradecer o amável convite para participar neste debate e felicitar os organizadores pela importância desta iniciativa. Na minha apresentação irei falar brevemente da

Leia mais

Programa de Desenvolvimento Social

Programa de Desenvolvimento Social Programa de Desenvolvimento Social Introdução A Portucel Moçambique assumiu um compromisso com o governo moçambicano de investir 40 milhões de dólares norte-americanos para a melhoria das condições de

Leia mais

Capítulo 28 Economia Ecológica. Se não está planejada a manutenção, não construa. Urbonas, 1993

Capítulo 28 Economia Ecológica. Se não está planejada a manutenção, não construa. Urbonas, 1993 Capítulo 28 Economia Ecológica Se não está planejada a manutenção, não construa. Urbonas, 1993 Pantanal matogrossense 28-1 Capítulo 28- Economia Ecológica 28.1 Introdução Existem dois tipos de economia:

Leia mais

Farmacoeconomia: Introdução, conceitos basicos, métodos e aplicações

Farmacoeconomia: Introdução, conceitos basicos, métodos e aplicações 2A SEMANA DA FARMACIA ANGOLANA HCTA-Luanda, 06-07 DE SET 2015 Farmacoeconomia: Introdução, conceitos basicos, métodos e aplicações Dr. Gaparayi Patrick Farmacêutico, Mestre em Economia de Saúde e Farmacoeconomia

Leia mais

CUSTOS conceitos fundamentais. Custo. Custo. Despesa. Pagamento. Proveito. Receita. Recebimento CONTABILIDADE ANALÍTICA I

CUSTOS conceitos fundamentais. Custo. Custo. Despesa. Pagamento. Proveito. Receita. Recebimento CONTABILIDADE ANALÍTICA I CUSTOS conceitos fundamentais Custo Sacrifício de um recurso para atingir um objectivo específico, ou, dito de outro modo, valor associado à utilização ou consumo de um recurso. A determinação dos custos

Leia mais

GESTÃO AMBIENTAL. Avaliação de Impactos Ambientais ... Camila Regina Eberle camilaeberle@hotmail.com

GESTÃO AMBIENTAL. Avaliação de Impactos Ambientais ... Camila Regina Eberle camilaeberle@hotmail.com ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL GESTÃO AMBIENTAL Avaliação de Impactos Ambientais

Leia mais

Permanente actualização tecnológica e de Recursos Humanos qualificados e motivados;

Permanente actualização tecnológica e de Recursos Humanos qualificados e motivados; VISÃO Ser a empresa líder e o fornecedor de referência do mercado nacional (na área da transmissão de potência e controlo de movimento) de sistemas de accionamento electromecânicos e electrónicos, oferecendo

Leia mais

Capítulo 5-Análise das políticas agrícolas

Capítulo 5-Análise das políticas agrícolas Capítulo 5-Análise das políticas agrícolas Políticas de Preços e de Rendimentos Análise das políticas agrícolas Objectivos Analisar os mecanismos de política agrícola: Primeiro classificar os instrumentos

Leia mais

Prova Escrita de Economia A VERSÃO 1. 10.º e 11.º Anos de Escolaridade. Prova 712/1.ª Fase. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos.

Prova Escrita de Economia A VERSÃO 1. 10.º e 11.º Anos de Escolaridade. Prova 712/1.ª Fase. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/1.ª Fase 12 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO

FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO CONTEÚDO DO CURSO DE FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO PROMOVIDO PELA www.administrabrasil.com.br - CONCEITO DE PREÇO NOS SERVIÇOS - FATORES DETERMINANTES DOS PREÇOS - ESTRATÉGIAS E ASPECTOS IMPORTANTES PARA

Leia mais

CONSTITUIÇÃO PORTUGUESA ACERCA DO PATRIMÓNIO CULTURAL.

CONSTITUIÇÃO PORTUGUESA ACERCA DO PATRIMÓNIO CULTURAL. CADERNOS DE SOCIOMUSEOLOGIA Nº 15-1999 309 CONSTITUIÇÃO PORTUGUESA ACERCA DO PATRIMÓNIO CULTURAL. Artigo 9.º (Tarefas fundamentais do Estado) São tarefas fundamentais do Estado:. a) Garantir a independência

Leia mais

ATIVIDADE DE ANALISE CRITICA DOS EIXOS, PROG

ATIVIDADE DE ANALISE CRITICA DOS EIXOS, PROG ATIVIDADE DE ANALISE CRITICA DOS EIXOS, PROG EIXOS E PROGRAMAS EIXO 1 - Uso sustentável dos recursos naturais Programa de fortalecimento do sistema de gestão ambiental Programa de formação e manutenção

Leia mais

Consulta Pública. Florestas de Alto Valor de Conservação da Unidade de Gestão Florestal do Grupo Unifloresta. Às Partes Interessadas do Grupo

Consulta Pública. Florestas de Alto Valor de Conservação da Unidade de Gestão Florestal do Grupo Unifloresta. Às Partes Interessadas do Grupo Florestas de Alto Valor de Conservação da Unidade de Gestão Florestal do Grupo Unifloresta Consulta Pública Às Partes Interessadas do Grupo Unifloresta Unimadeiras, S.A. O Grupo Unifloresta foi formalmente

Leia mais

MANIFESTO VERDE. Açores Sustentáveis. Uma Voz Ecologista na Assembleia Legislativa dos Açores. Eleições para a Assembleia Legislativa

MANIFESTO VERDE. Açores Sustentáveis. Uma Voz Ecologista na Assembleia Legislativa dos Açores. Eleições para a Assembleia Legislativa Eleições para a Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos AÇORES MANIFESTO VERDE Uma Voz Ecologista na Assembleia Legislativa dos Açores Pela Produção e Consumo de Produtos Locais e Regionais Pela

Leia mais

Rua da Cruz Vermelha Cidacos - Apartado 1002 3720-126 Oliveira de Azeméis

Rua da Cruz Vermelha Cidacos - Apartado 1002 3720-126 Oliveira de Azeméis Rua da Cruz Vermelha Cidacos - Apartado 1002 3720-126 Oliveira de Azeméis Revisão Data Alterações na Revisão Elaborado Aprovado 0 07-06-2010 Edição original GQA CDIR Pág. 1 de 6 Índice Capítulo Assunto

Leia mais

Associação Orquestras Sinfónicas Juvenis Sistema Portugal AOSJSP

Associação Orquestras Sinfónicas Juvenis Sistema Portugal AOSJSP Associação Orquestras Sinfónicas Juvenis Sistema Portugal AOSJSP RELATÓRIO DE GESTÃO Ano 2014 Relatório elaborado por: FAC Fiscalidade, Administração e Contabilidade, Lda 1 1-Natureza e composição dos

Leia mais

Um sistema de observação de qualidade: as TIC nas empresas

Um sistema de observação de qualidade: as TIC nas empresas FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DO PORTO SEMINÁRIO QUALIDADE E EXCELÊNCIA NA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO Um sistema de observação de qualidade: as TIC nas empresas Nuno Rodrigues Observatório da Sociedade

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANETE (APP s)

A IMPORTÂNCIA DAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANETE (APP s) A IMPORTÂNCIA DAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANETE (APP s) Richard Antonio Souza Mesquita Tocantins - FACTO Murilo Ribeiro Brito Tocantins FACTO Adelzon Aires Marinho Tocantins FACTO Prof: Dr. Cid Tacaoca

Leia mais

Actividades relacionadas com o património cultural. Actividades relacionadas com o desporto

Actividades relacionadas com o património cultural. Actividades relacionadas com o desporto LISTA E CODIFICAÇÃO DAS ÁREAS DE ACTIVIDADES Actividades relacionadas com o património cultural 101/801 Artes plásticas e visuais 102/802 Cinema, audiovisual e multimédia 103/803 Bibliotecas 104/804 Arquivos

Leia mais

NOVAS SOLUÇÕES FINANCEIRAS DE SUPORTE AO INVESTIMENTO

NOVAS SOLUÇÕES FINANCEIRAS DE SUPORTE AO INVESTIMENTO NOVAS SOLUÇÕES FINANCEIRAS DE SUPORTE AO INVESTIMENTO Lisboa, dezembro de 2013 INDÍCE APRESENTAÇÃO SEGMENTOS ESTRATÉGICOS SOLUÇÕES FINANCEIRAS MODELO DE SINERGIAS INSTRUMENTOS FINANCEIROS POSICIONAMENTO

Leia mais

O novo quadro institucional dos assuntos do Mar em Portugal

O novo quadro institucional dos assuntos do Mar em Portugal O novo quadro institucional dos assuntos do Mar em Portugal 19 de Abril de 2012 (5.ª feira), 17h00 CONVITE O Presidente da Sociedade de Geografia de Lisboa (SGL) tem a honra de convidar V. Ex.ª e sua Exma.

Leia mais

Legislação Anterior Novo Código Florestal Avanços

Legislação Anterior Novo Código Florestal Avanços A APP era computada a partir das margens de rio ou cursos d água, pelo nível mais alto do período de cheia. Várzeas eram consideradas parte dos rios ou cursos d água, porque são inundadas durante o período

Leia mais

Contabilidade é entendida como um sistema de recolha, classificação, interpretação e exposição de dados económicos.

Contabilidade é entendida como um sistema de recolha, classificação, interpretação e exposição de dados económicos. Contabilidade Contabilidade Contabilidade é entendida como um sistema de recolha, classificação, interpretação e exposição de dados económicos. É uma ciência de natureza económica, cujo objecto é a realidade

Leia mais

Plano de Fiscalização de Unidades de Conservação - SIM

Plano de Fiscalização de Unidades de Conservação - SIM Plano de Fiscalização de Unidades de Conservação - SIM Formação Socioambiental 2º Encontro Mapeando e buscando reconhecer o território Polo 2 Floresta Estadual Edmundo Navarro de Andrade O que vimos até

Leia mais

Empreendedorismo Sustentável. Cândido Borges

Empreendedorismo Sustentável. Cândido Borges Empreendedorismo Sustentável Cândido Borges Cândido Borges, 2013 AGENDA 1. Empreendedorismo sustentável 2. Tipos de empreendedorismo sustentável 3. Alguns desafios dos empreendedores sustentáveis 4. Jovens

Leia mais

Gestão sustentável de recursos naturais: interesses privados e públicos

Gestão sustentável de recursos naturais: interesses privados e públicos Gestão sustentável de recursos naturais: interesses privados e públicos António Cipriano A. Pinheiro Introdução Muitos dos recursos naturais que há trinta ou quarenta anos eram considerados inesgotáveis

Leia mais

DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão

DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão A Análise das Demonstrações Financeiras Este artigo pretende apoiar o jovem empreendedor, informando-o de como utilizar os

Leia mais

BOLSA INTERNACIONAL DE ENTRADA MARIE CURIE

BOLSA INTERNACIONAL DE ENTRADA MARIE CURIE ANEXO III DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS BOLSA INTERNACIONAL DE ENTRADA MARIE CURIE III. 1 - Definições FASE DE ENTRADA Para além das previstas no artigo II.1, aplicam-se à presente convenção de subvenção as

Leia mais