ECONOMIA DOS RECURSOS NATURAIS E DO AMBIENTE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ECONOMIA DOS RECURSOS NATURAIS E DO AMBIENTE"

Transcrição

1 1 MESTRADO EM ECONOMIA E POLÍTICA DA ENERGIA E DO AMBIENTE 2006/2007 2º TRIMESTRE ECONOMIA DOS RECURSOS NATURAIS E DO AMBIENTE ISABEL MENDES

2 3 ECONOMIA DO AMBIENTE 3.1 Valorização dos Bens Ambientais Conceito de Valor Total Métodos de Valorização dos Benefícios e dos Custos Métodos Baseados nas Preferências Expressas Métodos Baseados nas Preferências Reveladas ERNA2006/2007 ISABEL MENDES 2

3 3.1.1 O Conceito de Valor Total O CONCEITO ECONÓMICO DE VALOR DE BENS DE MERCADO Em sentido comum VALOR = IMPORTÂNCIA; ALGO DESEJÁVEL. VISÃO NEOCLÁSSICA DO VALOR: antropocêntrica e utilitarista algo é valioso se servir a humanidade ou se conferir utilidade (satisfação) aos seres humanos. CRÍTICAS O PARADOXO DO VALOR o conceito económico do valor não é adequado à valorização do meio ambiente nem do stock de capital natural. MAS o conceito de valor económico, para além de ser antropocêntrico e utilitarista reflecte também a escassez do que se pretende valorizar um bem útil e raro é muito caro. CONCLUSÃO: o conceito de valor económico é útil e vital para a estão ambiental desde que seja passível de ser quantificado. ERNA2006/2007 ISABEL MENDES 3

4 CARACTERÍSTICAS GENÉRICAS DO CONCEITO DE VALOR ECONÓMICO 1. RELATIVIDADE: o valor não é absoluto mas relativo refere-se sempre a uma escolha (real ou hipotética) entre duas situações possíveis e que envolvam uma troca (valor custo de oportunidade); 2. A ESCOLHA tem dois elementos: O objecto da escolha = incluem todos os objectos, processos ou actividades que permitam fazer escolhas entre si quer sejam tangíveis ou intangíveis; O Objecto de Escolha é definido por um conjunto de características físicas e pelos atributos que são objecto de percepção pelos indivíduos, mas não necessariamente por todos os indivíduos Circunstâncias da escolha = conjunto de elementos que descrevem/caracterizam o contexto no âmbito do qual a escolha é feita: elementos físicos, temporais e geográficos; Objecto da escolha + Circunstâncias da escolha definem o Contexto da Escolha; ERNA2006/2007 ISABEL MENDES 4

5 Escolher ter atenção a: Àquilo que se deixa de ganhar / aquilo que se vai ganhar com a escolha importância do efeito substituição; À forma de indicar a escolha há duas situações de escolha possíveis: - o indivíduo desiste de algo para receber o objecto de escolha que lhe afectará a utilidade - WTP; - ou o indivíduo recebe algo em troca para desistir do objecto de escolha que lhe poderia afectar a utilidade - WTA; À definição do mecanismo da escolha, ou seja, a forma pela qual o indivíduo exerce a sua escolha: voto; referendo; mercado; outros. O Valor Económico é uma resposta, traduzida em unidades monetárias (mas não necessariamente), dada em função de uma escolha, cuidadosamente definida, entre duas alternativas comparáveis. A resposta está dependente dos elementos da escolha. ERNA2006/2007 ISABEL MENDES 5

6 O CONCEITO DE VALOR TOTAL VISÃO NEOCLÁSSICA DO VALOR: antropocêntrica e utilitarista algo é valioso se servir a humanidade ou se conferir utilidade (satisfação) aos seres humanos. O paradigma utilitarista atribui VALOR a qualquer tipo de uso, directo ou indirecto, tangível ou intangível, que os indivíduos (a Sociedade) façam do ambiente e dos bens e serviços que produz Conceito de Valor Total (VT) (FIGURA 1). VALOR ECONÓMICO TOTAL = benefícios associados ao uso do capital natural = disposição a pagar pela manutenção de um determinado stock e fluxo de benefícios de uso associados à existência de uma certa quantidade/qualidade de capital natural. VALOR DE USO DIRECTO (VUD) = benefícios associados ao uso directo do capital natural, pelos agentes económicos ou famílias; ERNA2006/2007 ISABEL MENDES 6

7 VALOR VALOR DE USO VALOR DE USO DIRECTO VALOR DE USO INDIRECTO VALOR DE OPÇÃO Agricultura; Pecuária; Floresta; Pesca; Caça; Industria Extractiva, Manufactureira; Comércio; Construção; Turismo; Recreio; Lazer Educação e Investigação Funções das Bacias Hidrográficas (controle de erosão, controle de correntes,..); Processos ecológicos (fixação e reciclagem de nutrientes, formação de solo, limpeza de ar e água; Bens Vigários TOTAL VALOR DE QUASE-OPÇÃO VALOR DE EXISTÊNCIA VALOR DE NÃO-USO OU VALOR PASSIVO OU DE EXISTÊNCIA Figura 1 VALOR ECONÓMICO TOTAL VALOR DE LEGADO (bequest) ERNA2006/2007 ISABEL MENDES 7

8 VALOR DE USO INDIRECTO (VUI) = benefícios associados ao uso das funções e dos processos ecológicos do ambiente. VALOR DE OPÇÃO (VO) = benefício associado à certeza da conservação/preservação do ambiente para uso futuro = disposição a pagar para adiar para o futuro o uso do capital natural e das suas funções. VALOR DE QUASE-OPÇÃO (VQO) = benefício associado à certeza da conservação/preservação do ambiente para garantir um maior conhecimento e investigação do capital natural e das suas funções = disposição a pagar para conservar/preservar o capital natural para melhorar a informação e fomentar a investigação. VALOR DE NÃO-USO (VNU) = benefício (satisfação) associado à conservação/preservação do ambiente, por questões de ética, altruísmo, religiosas, solidariedade inter-geracional, = disposição a pagar pela preservação do capital natural. VALOR DE EXISTÊNCIA (VE) = benefício (satisfação) associado à conservação/preservação do ambiente, por questões de ética, altruísmo, ou religiosas, não associadas a uso presente ou futuro. ERNA2006/2007 ISABEL MENDES 8

9 VALOR DE LEGADO (OU Testamentário) (VL) = benefício (satisfação) associado à conservação/preservação do ambiente para que as gerações futuras possam acerca dos melhores usos a dar ao capital natural. A estratégia básica da valorização económica do capital natural, baseia-se na interpretação do stock de capital natural e dos fluxos de bens e de serviços enquanto mercadorias (commodities) que podem ser monetarizadas. Os processos de monetarização dos benefícios ambientais podem ser através de mercados ou sem ser através de mercados. Tudo depende do que se quer valorizar e das características económicas da mercadoria ambiental. O VALOR TOTAL DO CAPITAL NATURAL é um valor compósito: VT = VU + VNU EXEMPLO: O VALOR TOTAL DA FLORESTA (QUADRO 1). ERNA2006/2007 ISABEL MENDES 9

10 OUTPUTS DA TIPO DE USO FLORESTA Madeira Input (I) TIPO DE UTILIZADORES RIVALIDADE EXCLUSÃO VALOR VUD Empresas(E) R Excluível (E) Árvores Paisagem, Recreio VUD E; Famílias(F) +/- NR +/-Nãoplantadas e Lazer (P) Excluível (NE) Minerais I; Cons Directo (CD) VUD E; F R E VALOR DE MERCADO M Flora I;P;CD;Suporte de VUD + VUI E; F; R; NR E, NE M, NM Serviços(SS) Fauna I; P ;CD; SS VUD + VUI E; F; R; NR E,NE M, NM Protecção SS VUI E; F; NR NE NM cheias Qualidade da Assimilação(A);P;SS VUI + VUD E; F; R,NR E, NE NM água Protecção de SS;I; VUI + VUD E; F; NR NE NM solos Clima local SS; VUI E; F; NR NE NM Sumidouro Carbono Produção húmus Produção biomassa de de QUADRO 1 O VALOR TOTAL DA FLORESTA A; SS VUI E; F; NM M NR NE NM SS; I VUI + VUD E; F; R, NR E, NE NM I;CD VUD E; F; R, NR E, NE M, NM ERNA2006/2007 ISABEL MENDES 10

11 FORMALIZAÇÃO DO CONCEITO DE VALOR DE BENS QUE NÃO SÃO TRANSACCIONÁVEIS EM MERCADOS O Valor Económico é uma resposta, traduzida em unidades monetárias (mas não necessariamente), dada em função de uma escolha, cuidadosamente definida, entre duas alternativas comparáveis. A resposta está dependente dos elementos da escolha. Se as mercadorias forem transaccionáveis em mercados, é fácil saber a disposição a pagar por elas = Excedente do Consumidor (Compensado ou Equivalente). As alterações de valor (do Excedente do Consumidor) estão relacionadas com as variações dos preços das mercadorias nos mercados. MÄLER adaptou as medidas de valor económicas de mercado às mercadorias que não são transaccionáveis em mercados. Ele redefine as medidas económicas de valor em função das variações nas quantidades e/ou na qualidade do capital natural, ERNA2006/2007 ISABEL MENDES 11

12 as quais influenciam a utilidade dos utilizadores (Teoria das Escolhas e do Bem-Estar em função das Quantidades). MÄLER definiu quatro medidas de valor da variação do bem-estar individual associadas às escolhas envolvendo mercadorias não transaccionadas em mercados: 1. Se o Objecto de Escolha melhoria de bem estar: WTP C = quantidade de dinheiro que o indivíduo está disposto a pagar para assegurar a mudança; WTA E = quantidade de dinheiro que o indivíduo está disposto a aceitar, em troca da não efectivação da mudança; 2. Se o Objecto de Escolha deterioração de bem estar: WTP E = quantidade de dinheiro que o indivíduo está disposto a pagar para evitar a mudança; WTA C = quantidade de dinheiro que o indivíduo está disposto a aceitar, como compensação pelos danos sofridos. ERNA2006/2007 ISABEL MENDES 12

13 Formalização das Quatro Medidas Monetárias de bemestar Relacionadas com Benefícios/Custos Ambientais t Medida de Valor Individual no momento t ( VET i ): Seja: Ux,q) ( = função de utilidade do indivíduo representativo i; x = x 1,x 2,...x n vector de bens/serviços convencionais de mercado; q = q 1,q 2,...q m vector de bens/serviços ambientais; q pode ser um escalar se relacionado com um único bem/serviço; é dado é um Bem Público não-rivalidade + não exclusão inexistência de mercado; i i é a restrição orçamental do indivíduo i; i px = m O PROBLEMA DUAL do indivíduo i é: ERNA2006/2007 ISABEL MENDES 13

14 min x c i p x i i ( ) sujeito a U x,q =U A solução do dual dá as Funções Procura Hicksianas ou Compensadas para x: ic i ( ) x = h p,q,u E a função de Custo Mínimo é: ( ) ph i i( p,q,u ) m e p,q,u = = i Vamos agora assumir dois estados para q: q 0 = estado actual do ambiente; q 1 = estado futuro do ambiente tais que: ( ) ( ) U 0 = U 0 p,q 0,m U 1 = U 1 p,q 1,m Esta variação do bem-estar associada à alteração de q pode ser valorizada usando as medidas definidas por Mäler: ERNA2006/2007 ISABEL MENDES 14

15 ( ) ( ) 0 ( ) ep,q,u q C C WTP /WTA = CS = e p,q,u e p,q,u = 1 dq 0 q e ( ) ( ) q 1 ( ) ep,q,u q E E WTP / WTA = ES = e p,q,u e p,q,u = 1 dq 0 q q A escolha das medidas mais adequadas depende do tipo de variação sofrida pela utilidade por causa da alteração de q. Por exemplo se considerarmos que ( ) ( ) q < q U x,q < U x,q (por exemplo, se a variação de q tem a ver com o desaparecimento de um ecossistema) as medidas serão: WTA C = compensação mínima que o indivíduo está disposto a aceitar a título de compensação monetária para tolerar a desutilidade da perda do ecossistema; E ou então WT P = valor máximo que o indivíduo está disposto a pagar para evitar a perda do ecossistema. A representação gráfica destas duas medidas associadas a uma degradação ambiental é feita na FIGURA 1. ERNA2006/2007 ISABEL MENDES 15

16 x m + CS D CS x = m m -ES B ES A C U 1 U 0 q 1 = 0 q 0 q Figure 1 Compensating and Equivalent Surpluses for a loss in q from q 0 to q 1, where q 1 = 0 Em termos práticos, a medida mais usada é WTP. Medida de Valor para a Sociedade (VET t ): t t VET = w N onde: t w = é a média das medidas monetárias de bem-estar de todos os indivíduos i da sociedade, com i = 1,..., N. ERNA2006/2007 ISABEL MENDES 16

17 Medida de Valor para Capital Natural (VET): O Valor do Capital Natural é igual à soma dos fluxos monetários actualizados dos benefícios ambientais gerados pelo capital em questão, ao longo de um período de tempo T e para uma dada taxa de desconto ρ: VET T VET t e ρt = dt t= 0 ERNA2006/2007 ISABEL MENDES 17

18 SUGESTÃO DE LEITURAS: Mendes, I Valuing Ecosystems. A Methodological Applying Approach. Working Paper 11/2004/DE/CIRIUS. ISEG, Departamento de Economia: Lisboa. ERNA2006/2007 ISABEL MENDES 18

Entidade Reguladora do Sector Eléctrico

Entidade Reguladora do Sector Eléctrico Entidade Reguladora do Sector Eléctrico ESTUDO sobre SECTOR ELÉCTRICO e AMBIENTE 2º Relatório AVALIAÇÃO ECONÓMICA DOS IMPACTES AMBIENTAIS do SECTOR ELÉCTRICO Rui Santos Sandra Martinho Paula Antunes Centro

Leia mais

Algumas Noções sobre Desconto e Capitalização

Algumas Noções sobre Desconto e Capitalização Algumas Noções sobre Desconto e Capitalização Introdução O desconto é um dos mais importantes, e também dos mais difíceis, conceitos em economia. Através das taxas de juro, as questões do desconto atravessam

Leia mais

A Mensuração dos Ativos Ambientais

A Mensuração dos Ativos Ambientais A Mensuração dos Ativos Ambientais Ronaldo Seroa da Motta ronaldo.seroa@ipea.gov.br I CONGRESSO INFORMAÇÃO DE CUSTOS E QUALIDADE DO GASTO NO SETOR PÚBLICO MF,MPO,FGV, ISI e ESAF Brasília, 31 de agosto

Leia mais

Conselho Gestor APA DA VÁRZEA RIO TIETÊ GTPM

Conselho Gestor APA DA VÁRZEA RIO TIETÊ GTPM Conselho Gestor APA DA VÁRZEA RIO TIETÊ GTPM I.UNIDADE DE CONSERVAÇÃO Espaço territorial e seus recursos ambientais, incluindo as águas jurisdicionais, com características naturais relevantes, legalmente

Leia mais

ESAPL IPVC. Licenciatura em Engenharia do Ambiente e dos Recursos Rurais. Economia Ambiental

ESAPL IPVC. Licenciatura em Engenharia do Ambiente e dos Recursos Rurais. Economia Ambiental ESAPL IPVC Licenciatura em Engenharia do Ambiente e dos Recursos Rurais Economia Ambiental Tema 9 O Valor Económico do Meio Ambiente O porquê da Valorização Ambiental Como vimos em tudo o que para trás

Leia mais

ESAPL IPVC. Licenciatura em Engenharia do Ambiente e dos Recursos Rurais. Economia Ambiental

ESAPL IPVC. Licenciatura em Engenharia do Ambiente e dos Recursos Rurais. Economia Ambiental ESAPL IPVC Licenciatura em Engenharia do Ambiente e dos Recursos Rurais Economia Ambiental Tema 1 Introdução O que é a Economia? Todos os seres humanos têm a necessidade de consumir um certo número de

Leia mais

O Papel dos Critérios Econômicos na Gestão das Reservas da Biosfera

O Papel dos Critérios Econômicos na Gestão das Reservas da Biosfera O Papel dos Critérios Econômicos na Gestão das Reservas da Biosfera Ronaldo Seroa da Motta ronaldo.seroa@ipea.gov.br Seminário Internacional sobre Reservas da Biosfera, Serviços Ambientais e Indicadores

Leia mais

Metodologias de Análise e Valoração de Impactos Ambientais

Metodologias de Análise e Valoração de Impactos Ambientais Metodologias de Análise e Valoração de Impactos Ambientais Ronaldo Seroa da Motta seroadamotta.ronaldo@gmail.com Curso de Aperfeiçoamento: Elaboração de diretrizes para atuação do Ministério Público na

Leia mais

Prova Escrita de Economia A VERSÃO 1. 10.º e 11.º Anos de Escolaridade. Prova 712/1.ª Fase. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos.

Prova Escrita de Economia A VERSÃO 1. 10.º e 11.º Anos de Escolaridade. Prova 712/1.ª Fase. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/1.ª Fase 12 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

Valoração Econômica de Bens Ambientais: um Suporte à Formulação de Políticas Públicas para o Turismo em Áreas Naturais

Valoração Econômica de Bens Ambientais: um Suporte à Formulação de Políticas Públicas para o Turismo em Áreas Naturais Valoração Econômica de Bens Ambientais: um Suporte à Formulação de Políticas Públicas para o Turismo em Áreas Naturais Economic valuation of environmental goods: a support for the formulation of public

Leia mais

CONVENÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE DIVERSIDADE BIOLÓGICA

CONVENÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE DIVERSIDADE BIOLÓGICA CONVENÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE DIVERSIDADE BIOLÓGICA António Gonçalves Henriques CONVENÇÃO SOBRE DIVERSIDADE BIOLÓGICA CONCEITOS DE BASE Biodiversidade ou Diversidade Biológica é o conjunto das diferentes

Leia mais

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO AMBIENTAL

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO AMBIENTAL CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO AMBIENTAL Conteúdo Programático 1) Gestão Ambiental e Desenvolvimento Sustentável: Conceitos Básicos (12 h) - Principais questões ambientais no Brasil e no mundo. - Conceitos

Leia mais

Instrumentos Econômicos e Financeiros para GIRH. Métodos de valoração de água e instrumentos econômicos

Instrumentos Econômicos e Financeiros para GIRH. Métodos de valoração de água e instrumentos econômicos Instrumentos Econômicos e Financeiros para GIRH Métodos de valoração de água e instrumentos econômicos Meta e objetivo da sessão Identificar os principais métodos de valoração de água para dar suporte

Leia mais

Microeconomia NATÉRCIA MIRA EDIÇÕES SÍLABO

Microeconomia NATÉRCIA MIRA EDIÇÕES SÍLABO Microeconomia NATÉRCIA MIRA EDIÇÕES SÍLABO É expressamente proibido reproduzir, no todo ou em parte, sob qualquer forma ou meio, NOMEADAMENTE FOTOCÓPIA, esta obra. As transgressões serão passíveis das

Leia mais

Gestão sustentável de recursos naturais: interesses privados e públicos

Gestão sustentável de recursos naturais: interesses privados e públicos Gestão sustentável de recursos naturais: interesses privados e públicos António Cipriano A. Pinheiro Introdução Muitos dos recursos naturais que há trinta ou quarenta anos eram considerados inesgotáveis

Leia mais

Investimento Directo Estrangeiro e Salários em Portugal Pedro Silva Martins*

Investimento Directo Estrangeiro e Salários em Portugal Pedro Silva Martins* Investimento Directo Estrangeiro e Salários em Portugal Pedro Silva Martins* Os fluxos de Investimento Directo Estrangeiro (IDE) para Portugal tornaram-se uma componente importante da economia portuguesa

Leia mais

ECONOMIA DOS RECURSOS NATURAIS E DO AMBIENTE

ECONOMIA DOS RECURSOS NATURAIS E DO AMBIENTE MESTRADO EM ECONOMIA E POLÍTICA DA ENERGIA E DO AMBIENTE 2006/2007 2º TRIMESTRE ECONOMIA DOS RECURSOS NATURAIS E DO AMBIENTE ISABEL MENDES I ECONOMIA DOS RECURSOS NATURAIS 1. Recursos Naturais e Conceito

Leia mais

AULA NÚMERO 7 EMPRESA MISSAO, VISAO, VALOR, e OBJECTIVO DA EMPRESA ANALISE SWOT- FOFA

AULA NÚMERO 7 EMPRESA MISSAO, VISAO, VALOR, e OBJECTIVO DA EMPRESA ANALISE SWOT- FOFA AULA NÚMERO 7 EMPRESA MISSAO, VISAO, VALOR, e OBJECTIVO DA EMPRESA ANALISE SWOT- FOFA --------------------------------------------------------------------------------------------- I Conceito de Empresa

Leia mais

Estimativa do Custo Econômico do Desmatamento na Amazônia *

Estimativa do Custo Econômico do Desmatamento na Amazônia * Estimativa do Custo Econômico do Desmatamento na Amazônia * Ronaldo Seroa da Motta Rio, julho 2002 1 INTRODUÇÃO...2 2 REVISÃO DA LITERATURA...5 3 METODOLOGIA ADOTADA E ESTIMATIVAS...10 3.1 EXTRATIVISMO

Leia mais

1 Criação de uma bolsa anual de árvores para oferta

1 Criação de uma bolsa anual de árvores para oferta Floresta Comum, Qual o objectivo principal do Floresta Comum? O objectivo? O Floresta Comum, é um programa de incentivo à reflorestação com a floresta autóctone portuguesa. Para a concretização deste objectivo,

Leia mais

Anderson Silva de Aguilar; Joel Dias da Silva

Anderson Silva de Aguilar; Joel Dias da Silva PAP017410 Valoração Econômica dos Serviços Ambientais em Unidade de Proteção Integral. Estudo de Caso do Monumento Natural da Mãe D água, Serra da Moeda, Brumadinho/ MG: Enfoque Recursos Hídricos. Anderson

Leia mais

ÉTICA e PAISAGEM Fundação Calouste Gulbenkian. 19 de Setembro de 2011 Alexandre d Orey Cancela d Abreu alexandreoc.abreu@gmail.com

ÉTICA e PAISAGEM Fundação Calouste Gulbenkian. 19 de Setembro de 2011 Alexandre d Orey Cancela d Abreu alexandreoc.abreu@gmail.com ÉTICA e PAISAGEM Fundação Calouste Gulbenkian 19 de Setembro de 2011 Alexandre d Orey Cancela d Abreu alexandreoc.abreu@gmail.com Paisagem: designa uma parte do território, tal como é apreendida pelas

Leia mais

ANEXO CHAMADA III DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES PARA GESTÃO E AVALIAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO ESTADUAIS

ANEXO CHAMADA III DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES PARA GESTÃO E AVALIAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO ESTADUAIS ANEXO CHAMADA III DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES PARA GESTÃO E AVALIAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO ESTADUAIS OBJETIVO Esta chamada tem por objetivo financiar projetos relacionados a ações de gestão e avaliação

Leia mais

PROGRAMAS DAS UNIDADES CURRICULARES. Análise de Informação Económica para a Economia Portuguesa

PROGRAMAS DAS UNIDADES CURRICULARES. Análise de Informação Económica para a Economia Portuguesa MESTRADO EM ECONOMIA PORTUGUESA E INTEGRAÇÃO INTERNACIONAL PROGRAMAS DAS UNIDADES CURRICULARES UNIDADES CURRICULARES OBRIGATÓRIAS Análise de Informação Económica para a Economia Portuguesa 1. Identificação

Leia mais

MINISTÉRIO DA ENERGIA E ÁGUAS

MINISTÉRIO DA ENERGIA E ÁGUAS MINISTÉRIO DA ENERGIA E ÁGUAS DECLARAÇÃO ALUSIVA AO DIA MUNDIAL DA ÁGUA 22 DE MARÇO DE 2016 Água e Emprego DECLARAÇÃO ALUSIVA AO DIA MUNDIAL DA ÁGUA O dia 22 de Março foi instituído em 1992 pela Organização

Leia mais

Contabilidade Básica

Contabilidade Básica Contabilidade Básica 2. Por Humberto Lucena 2.1 Conceito O Patrimônio, sendo o objeto da Contabilidade, define-se como o conjunto formado pelos bens, pelos direitos e pelas obrigações pertencentes a uma

Leia mais

ANÁLISE CRÍTICA DOS MÉTODOS DE VALORAÇÃO ECONÓMICA DOS BENS E RECURSOS AMBIENTAIS

ANÁLISE CRÍTICA DOS MÉTODOS DE VALORAÇÃO ECONÓMICA DOS BENS E RECURSOS AMBIENTAIS ANÁLISE CRÍTICA DOS MÉTODOS DE VALORAÇÃO ECONÓMICA DOS BENS E RECURSOS AMBIENTAIS ALDA MATOS 1 Instituto Politécnico de Bragança ISABEL RIBEIRO 2 Instituto Politécnico de Bragança ANTÓNIO FERNANDES 3 Instituto

Leia mais

Organização e Gestão de Cooperativas ESAPL / IPVC

Organização e Gestão de Cooperativas ESAPL / IPVC Organização e Gestão de Cooperativas ESAPL / IPVC As Cooperativas são empresas. Por isso devem ser geridas com recurso ao uso de técnicas de gestão empresarial em uso noutros tipos de empresas. Há que

Leia mais

1. Eixo(s) em que se insere Eixo 3 Qualidade de vida nas zonas rurais e diversificação da economia rural

1. Eixo(s) em que se insere Eixo 3 Qualidade de vida nas zonas rurais e diversificação da economia rural MEDIDA 3.1 Diversificação da Economia e Criação de Emprego 1. Eixo(s) em que se insere Eixo 3 Qualidade de vida nas zonas rurais e diversificação da economia rural 2. Enquadramento Regulamentar Artigo

Leia mais

NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 26 MATÉRIAS AMBIENTAIS. Objectivo ( 1 e 2) 2 Âmbito ( 3 e 4) 2 Definições ( 5 a 11) 2

NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 26 MATÉRIAS AMBIENTAIS. Objectivo ( 1 e 2) 2 Âmbito ( 3 e 4) 2 Definições ( 5 a 11) 2 NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 26 MATÉRIAS AMBIENTAIS Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro adopta a Recomendação da Comissão Europeia de 30 de Maio de 2001 respeitante ao reconhecimento,

Leia mais

MESTRADO EM ECONOMIA PORTUGUESA E INTEGRAÇÃO INTERNACIONAL PROGRAMAS DAS UNIDADES CURRICULARES

MESTRADO EM ECONOMIA PORTUGUESA E INTEGRAÇÃO INTERNACIONAL PROGRAMAS DAS UNIDADES CURRICULARES MESTRADO EM ECONOMIA PORTUGUESA E INTEGRAÇÃO INTERNACIONAL UNIDADES CURRICULARES OBRIGATÓRIAS PROGRAMAS DAS UNIDADES CURRICULARES Análise de Informação Económica para a Economia Portuguesa 1. Identificação

Leia mais

Utilização Racional de Biomassa Florestal Mitos e Realidades

Utilização Racional de Biomassa Florestal Mitos e Realidades Utilização Racional de Biomassa Florestal Mitos e Realidades Paulo Canaveira Seminário Tecnicelpa Bioenergias. Novas Tendências 30 Março 2007 CELPA, Associação da Indústria Papeleira Pomos o Futuro no

Leia mais

As leis da procura e oferta são fundamentais para o entendimento correcto do funcionamento do sistema de mercado.

As leis da procura e oferta são fundamentais para o entendimento correcto do funcionamento do sistema de mercado. CAPÍTULO 3 PROCURA, OFERTA E PREÇOS Introdução As leis da procura e oferta são fundamentais para o entendimento correcto do funcionamento do sistema de mercado. O conhecimento destas leis requer que, em

Leia mais

População, Recursos e Ambiente Desenvolvimento Sustentável 5ª aula teórica PRINCÍPIO DA PROCURA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Conferência de Estocolmo: 1º Conferência ONU sobre Ambiente e Estabelecimentos

Leia mais

Custos e benefícios. Custos a longo prazo tipos de custos contigência benefícios e teste de benefícios avaliação de investimentos

Custos e benefícios. Custos a longo prazo tipos de custos contigência benefícios e teste de benefícios avaliação de investimentos Custos e benefícios Custos a longo prazo tipos de custos contigência benefícios e teste de benefícios avaliação de investimentos Os verdadeiros custos da informação são raramente estudados....para fazer

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANETE (APP s)

A IMPORTÂNCIA DAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANETE (APP s) A IMPORTÂNCIA DAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANETE (APP s) Richard Antonio Souza Mesquita Tocantins - FACTO Murilo Ribeiro Brito Tocantins FACTO Adelzon Aires Marinho Tocantins FACTO Prof: Dr. Cid Tacaoca

Leia mais

MESTRADO EM GESTÃO ECONÔMICA DO MEIO AMBIENTE

MESTRADO EM GESTÃO ECONÔMICA DO MEIO AMBIENTE 0 UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO, CONTABILIDADE E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO E DOCUMENTAÇÃO - FACE DEPARTAMENTO DE ECONOMIA MESTRADO EM GESTÃO ECONÔMICA DO MEIO AMBIENTE Valoração

Leia mais

Os desafios ambientais e de sustentabilidade em Engenharia

Os desafios ambientais e de sustentabilidade em Engenharia MEC, 4º ano, 2º sem, 2008-09 Desafios Ambientais e de Sustentabilidade em Engenharia Os desafios ambientais e de sustentabilidade em Engenharia 1ª aula Maria do Rosário Partidário Desafios Ambientais e

Leia mais

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Na folha de respostas, indique, de forma legível, a versão da prova.

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Na folha de respostas, indique, de forma legível, a versão da prova. Exame Nacional do Ensino Secundário Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/2.ª Fase 8 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

Contabilidade Financeira I

Contabilidade Financeira I Operações de Fim de Exercício Terminado o exercício contabilístico a empresa efectua diversos trabalhos ou operações de fim de exercício contabilístico. Contabilidade Financeira I Operações de Fim de Exercício

Leia mais

Estudo de caso Ministério Público do Estado de Minas Gerais

Estudo de caso Ministério Público do Estado de Minas Gerais Valoração Ambiental Estudo de caso Ministério Público do Estado de Minas Gerais Analistas Ambientais: Nivaldo Caetano da Cunha (Engenheiro Florestal) nicclaudo@yahoo.com.br Almir Lopes Loures (Engenheiro

Leia mais

ESTUDO INFORMA D&B. Gestão e Liderança Feminina em Portugal 3ª Edição, Fevereiro 2013

ESTUDO INFORMA D&B. Gestão e Liderança Feminina em Portugal 3ª Edição, Fevereiro 2013 ESTUDO INFORMA D&B Gestão e Liderança Feminina em Portugal 3ª Edição, Fevereiro 2013 Portugal tem uma população activa de 5,5 milhões, dos quais 47% são mulheres. O objectivo deste estudo foi saber como

Leia mais

Regime Fiscal de Apoio ao Investimento

Regime Fiscal de Apoio ao Investimento RFAI Regime Fiscal de Apoio ao Investimento Elaboração de dossier fiscal possível em permanência Porto Rua Dr. Ernesto Soares dos Reis Nº 208, 1º Andar, Sala P 3720 256 Oliveira de Azeméis - Portugal Lisboa

Leia mais

PEGADA HÍDRICA EM PORTUGAL

PEGADA HÍDRICA EM PORTUGAL Resumo do relatório Water Footprint in Portugal WWF Mediterrâneo, 2010 O Problema: uma pegada demasiado elevada O Relatório Planeta Vivo 2008 da WWF demonstra que o uso insustentável da água é um problema

Leia mais

TRATADO DAS FLORESTAS DEFINIÇÕES PARA EFEITO DESTE TRATADO

TRATADO DAS FLORESTAS DEFINIÇÕES PARA EFEITO DESTE TRATADO [16] TRATADO DAS FLORESTAS DEFINIÇÕES PARA EFEITO DESTE TRATADO Florestas Naturais são ecossistemas dominados por árvores ou arbustos, em forma original ou quase original, através de regeneração natural.

Leia mais

João Carvalho das Neves

João Carvalho das Neves ANÁLISE FINANCEIRA João Carvalho das Neves Professor Associado e Director do MBA - ISEG Sócio ROC Neves, Azevedo Rodrigues e Batalha, SROC 1 Análise dos fluxos de caixa 52 1 Análise dos fluxos de caixa

Leia mais

Aplicação do Regulamento «Reconhecimento Mútuo» a suplementos alimentares

Aplicação do Regulamento «Reconhecimento Mútuo» a suplementos alimentares COMISSÃO EUROPEIA DIRECÇÃO-GERAL DAS EMPRESAS E DA INDÚSTRIA Bruxelas, 1.2.2010 - Documento de orientação 1 Aplicação do Regulamento «Reconhecimento Mútuo» a suplementos alimentares 1. INTRODUÇÃO O presente

Leia mais

Xai-Xai, 28 de Agosto de 2009 Rogério P. Ossemane (IESE)

Xai-Xai, 28 de Agosto de 2009 Rogério P. Ossemane (IESE) Xai-Xai, 28 de Agosto de 2009 Rogério P. Ossemane (IESE) Países em recessão oficial (dois trimestres consecutivos) Países em recessão não-oficial (um trimestre) Países com desaceleração econômica de mais

Leia mais

1. Promover a melhoria das condições de vida das população das áreas susceptíveis

1. Promover a melhoria das condições de vida das população das áreas susceptíveis CNCCD -PROPOSTA DE PROGRAMA DE ACÇÃO NACIONAL DE COMBATE À DESERTIFICAÇÃO 2011 / 2020 1. Promover a melhoria das condições de vida das população das áreas susceptíveis 1- Promover a melhoria das condições

Leia mais

FORMULÁRIO PROGRAMA DE APOIO A PROJECTOS NO PAÍS

FORMULÁRIO PROGRAMA DE APOIO A PROJECTOS NO PAÍS Comissão para as Alterações Climáticas Comité Executivo Fundo Português de Carbono FORMULÁRIO PROGRAMA DE APOIO A PROJECTOS NO PAÍS CANDIDATURA DE PROGRAMA [de acordo com o Anexo do Regulamento] Resumo

Leia mais

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE. Decreto-Lei 26/2012

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE. Decreto-Lei 26/2012 REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE Decreto-Lei 26/2012 LEI DE BASES DO AMBIENTE Tendo a necessidade de conservação e protecção do ambiente como um dever dos Estados, o IV Governo Constitucional, reconhece

Leia mais

O novo quadro institucional dos assuntos do Mar em Portugal

O novo quadro institucional dos assuntos do Mar em Portugal O novo quadro institucional dos assuntos do Mar em Portugal 19 de Abril de 2012 (5.ª feira), 17h00 CONVITE O Presidente da Sociedade de Geografia de Lisboa (SGL) tem a honra de convidar V. Ex.ª e sua Exma.

Leia mais

Capítulo 15. Impactos Cumulativos

Capítulo 15. Impactos Cumulativos Capítulo 15 Impactos Cumulativos ÍNDICE 15 IMPACTOS CUMULATIVOS 15-1 15.1 INTRODUÇÃO 15-1 15.1.1 Limitações e Mitigação 15-1 15.1.2 Recursos e Receptores Potenciais 15-3 15.2 IMPACTO CUMULATIVO DA ZONA

Leia mais

A Nossa Perspectiva Comum. Os Nossos Desafios. As Nossas Responsabilidades. A Nossa Resposta: Os Compromissos de Aalborg

A Nossa Perspectiva Comum. Os Nossos Desafios. As Nossas Responsabilidades. A Nossa Resposta: Os Compromissos de Aalborg AALBORG+10 Inspirando o Futuro Versão Portuguesa: Prof. Doutor João Farinha e Dr.ª Lurdes Poeira, participantes na Conferência, com colaboração da Eng.ª Graciete Silva. A Nossa Perspectiva Comum Nós, Autoridades

Leia mais

Estimativa do Custo Econômico do Desmatamento na Amazônia. Ronaldo Seroa da Motta Rio, julho 2002

Estimativa do Custo Econômico do Desmatamento na Amazônia. Ronaldo Seroa da Motta Rio, julho 2002 Estimativa do Custo Econômico do Desmatamento na Amazônia Ronaldo Seroa da Motta Rio, julho 2002 QUADRO 1 Exemplos de Valores Econômicos dos Recursos Florestais Valor de uso Valor passivo ou de não-uso

Leia mais

RAPPORT WORKSHOP SUR STATISTIQUE ENVIRONMENTAL GUINE-BISSAU. 1. Situação da Estatística Ambiental na Guiné-Bissau

RAPPORT WORKSHOP SUR STATISTIQUE ENVIRONMENTAL GUINE-BISSAU. 1. Situação da Estatística Ambiental na Guiné-Bissau RAPPORT WORKSHOP SUR STATISTIQUE ENVIRONMENTAL GUINE-BISSAU 1. Situação da Estatística Ambiental na Guiné-Bissau Introdução A conciliação entre Ambiente e Desenvolvimento é cada vez mais imperiosa, por

Leia mais

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS LEI Nº 15.133, de 19 de janeiro de 2010 Procedência Governamental Natureza PL./0423.9/2009 DO. 18.770 de 19/01/2010 DO. 18.816 de 29/03/2010 (republicada) * Veto parcial MSV 1495/2010 * vide parte vetada

Leia mais

PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA MATRIZ

PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA MATRIZ PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA MATRIZ 12º Ano de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 74/2004) Curso Científico Humanístico PROVA 312/6Págs. Duração da prova: 90 minutos + 30 minutos de tolerância 2010 PROVA

Leia mais

EVOLUÇÃO DA POLÍTICA EUROPEIA DE AMBIENTE

EVOLUÇÃO DA POLÍTICA EUROPEIA DE AMBIENTE Políticas de Ambiente EVOLUÇÃO DA POLÍTICA EUROPEIA DE AMBIENTE Francisco Nunes Correia IST, Ano Lectivo 2010/2011 Onde estamos? Projecto de Tratado que estabelece uma CONSTITUIÇÃO PARA A EUROPA 2001-2005

Leia mais

Contabilidade Financeira I

Contabilidade Financeira I Contabilidade Financeira I INVESTIMENTOS É constituído pelos recursos que a empresa detém com carácter de continuidade, não se destinando a ser vendidos ou transformados no decorrer das suas actividades

Leia mais

Grandes Problemas Ambientais

Grandes Problemas Ambientais Grandes Problemas Ambientais O aumento do efeito de estufa; O aquecimento global; A Antárctica; A desflorestação; A Amazónia; A destruição da camada de ozono; As chuvas ácidas; O clima urbano; Os resíduos

Leia mais

Capítulo 3: Restrições orçamentais intertemporais

Capítulo 3: Restrições orçamentais intertemporais Capítulo 3: Restrições orçamentais intertemporais 3.1. Aspectos conceptuais - antecipação do futuro, informação e expectativas racionais 3.2. A restrição orçamental intertemporal das famílias 3.3. Teoria

Leia mais

Instituição executora do projeto: Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste (CEPAN) Coordenador Geral: Felipe Pimentel Lopes de Melo Coordenador

Instituição executora do projeto: Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste (CEPAN) Coordenador Geral: Felipe Pimentel Lopes de Melo Coordenador Instituição executora do projeto: Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste (CEPAN) Coordenador Geral: Felipe Pimentel Lopes de Melo Coordenador Técnico: Maria das Dores de V. C. Melo Coordenação Administrativa-Financeira:

Leia mais

Nos estúdios encontram-se um entrevistador (da rádio ou da televisão) e um representante do Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural

Nos estúdios encontram-se um entrevistador (da rádio ou da televisão) e um representante do Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural Guião de Programa de Rádio e Televisão Tema: Redução de Emissões de Desmatamento e Degradação Florestal (REDD+) Nos estúdios encontram-se um entrevistador (da rádio ou da televisão) e um representante

Leia mais

1.1. DEFINIÇÃO DE PROJECTO DE INVESTIMENTOS

1.1. DEFINIÇÃO DE PROJECTO DE INVESTIMENTOS 1 INTRODUÇÃO 1.1. DEFINIÇÃO DE PROJECTO DE INVESTIMENTOS Ao abordarmos o conceito de projecto de investimento começaremos por citar algumas definições propostas por alguns autores e instituições de reconhecido

Leia mais

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Utilize apenas caneta ou esferográfica de tinta indelével, azul ou preta.

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Utilize apenas caneta ou esferográfica de tinta indelével, azul ou preta. EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/2.ª Fase 14 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

1. Acções de sensibilização

1. Acções de sensibilização PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL / 2013-2014 As atividades propostas compreendem diferentes momentos de reflexão, discussão e ação, dirigindo-se a toda a comunidade educativa que contempla diferentes níveis

Leia mais

QUESTIONÁRIO Percepção de Risco

QUESTIONÁRIO Percepção de Risco O documento em PDF está pronto a ser utilizado. Por favor, lembre-se de guardar as alterações após responder à totalidade do questionário, enviando em seguida para o seguinte endereço eletrónico maria.carmona@hzg.de

Leia mais

INVENTÁRIO DE RECURSOS FLORESTAIS Conceitos básicos

INVENTÁRIO DE RECURSOS FLORESTAIS Conceitos básicos INVENTÁRIO DE RECURSOS FLORESTAIS Conceitos básicos Introdução Introdução Silvicultura (Forestry) Silvicultura é a ciência, a arte, o negócio, a prática, de conservar e gerir florestas e áreas florestais

Leia mais

Teoria pertence ao grupo das teorias objetivas, conduzindo a análise do valor para o terreno da oferta e dos custos de produção.

Teoria pertence ao grupo das teorias objetivas, conduzindo a análise do valor para o terreno da oferta e dos custos de produção. VALOR Questões : 1. O que é que determina o valor de um bem? 2. De que elementos dependem os valores atribuídos aos bens e serviços normalmente transacionados? VALOR TRABALHO David Ricardo: O valor de

Leia mais

Análise da Minuta que dispõe sobre novos padrões de qualidade do ar, previstos no PRONAR, atualiza e complementa a Resolução CONAMA nº 3/1990.

Análise da Minuta que dispõe sobre novos padrões de qualidade do ar, previstos no PRONAR, atualiza e complementa a Resolução CONAMA nº 3/1990. São Paulo, 6 de fevereiro de 2014 Análise da Minuta que dispõe sobre novos padrões de qualidade do ar, previstos no PRONAR, atualiza e complementa a Resolução CONAMA nº 3/1990. Considera-se a iniciativa

Leia mais

Circuito Económico e Contabilidade Nacional

Circuito Económico e Contabilidade Nacional Circuito Económico e Contabilidade Nacional Visão das actividades económicas em termos de circuito. Relacionamento dos agentes pelas operações: - relacionamento em termos de equilíbrio ou, - desequilíbrio.

Leia mais

Ano Lectivo 2010/2011 MATRIZ DA PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA

Ano Lectivo 2010/2011 MATRIZ DA PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA Escola Básica e Secundária de Velas Ano Lectivo 2010/2011 MATRIZ DA PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA Ao abrigo do Decreto-Lei N.º74/2004, de 26 de Março com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei

Leia mais

ESCOLA SUPERIOR AGRÁRIA DE COIMBRA MESTRADO EM GESTÃO AMBIENTAL. Apontamentos de Economia Ambiental

ESCOLA SUPERIOR AGRÁRIA DE COIMBRA MESTRADO EM GESTÃO AMBIENTAL. Apontamentos de Economia Ambiental ESCOLA SUPERIOR AGRÁRIA DE COIMBRA MESTRADO EM GESTÃO AMBIENTAL Apontamentos de Economia Ambiental Avaliação de bens ambientais Maria Isabel Ribeiro Dinis Ano Lectivo 2009-2010 Índice 1. Introdução...2

Leia mais

Plano d e de P &D P&D IPEF Decênio 2010-2020 Te Tema: ma: Sustentabilidade Sustentabilidade

Plano d e de P &D P&D IPEF Decênio 2010-2020 Te Tema: ma: Sustentabilidade Sustentabilidade Plano de P&D IPEF Decênio 2010-2020 Tema: Sustentabilidade Como abordar o tema dentro de um plano de P&D Essencial para a continuidade do negócio florestal Em alguns sub-temas, ainda existem muitas controvérsias,

Leia mais

2015: O Ano Internacional do Solo Significado e Responsabilidades

2015: O Ano Internacional do Solo Significado e Responsabilidades 2015: O Ano Internacional do Solo Significado e Responsabilidades Manuel A. V. Madeira Professor Catedrático, Departamento de Recursos Naturais, Ambiente e Território, Instituto Superior de Agronomia,

Leia mais

O que é a Conservação Estratégica? Economia da conservação Economia da degradação Instrumentos de política ambiental Pagamento por Serviços Ambientais

O que é a Conservação Estratégica? Economia da conservação Economia da degradação Instrumentos de política ambiental Pagamento por Serviços Ambientais O que é a Conservação Estratégica? Economia da conservação Economia da degradação Instrumentos de política ambiental Pagamento por Serviços Ambientais Serviços ambientais Caso demonstrativo Conceito básico

Leia mais

A Indústria Papeleira no Contexto das Alterações Climáticas

A Indústria Papeleira no Contexto das Alterações Climáticas A Indústria Papeleira no Contexto das Alterações Climáticas Luís Costa Leal Director-Geral CELPA, Associação da Indústria Papeleira CELPA, Associação da Indústria Papeleira Pomos o Futuro no Papel Nesta

Leia mais

Versão Final Critérios Econômicos na Gestão das Reservas da Biosfera Ronaldo Seroa da Motta ronaldo.seroa@ipea.gov.br

Versão Final Critérios Econômicos na Gestão das Reservas da Biosfera Ronaldo Seroa da Motta ronaldo.seroa@ipea.gov.br Versão Final Critérios Econômicos na Gestão das Reservas da Biosfera Ronaldo Seroa da Motta ronaldo.seroa@ipea.gov.br INTRODUÇÃO A gestão das Reservas da Biosfera, além de problemas institucionais e legais,

Leia mais

Centrais Eléctricas de Biomassa Uma Opção Justificável? Posição conjunta da CELPA e da AIMMP sobre BIOMASSA para ENERGIA

Centrais Eléctricas de Biomassa Uma Opção Justificável? Posição conjunta da CELPA e da AIMMP sobre BIOMASSA para ENERGIA Centrais Eléctricas de Biomassa Uma Opção Justificável? Posição conjunta da CELPA e da AIMMP sobre BIOMASSA para ENERGIA Centrais Eléctricas de Biomassa Uma Opção Justificável? O uso de biomassa florestal

Leia mais

Teoria Básica de Oferta e Demanda

Teoria Básica de Oferta e Demanda Teoria Básica de Oferta e Demanda Este texto propõe que você tenha tido um curso introdutório de economia. Mas se você não teve, ou se sua teoria básica de economia está um pouco enferrujada, então este

Leia mais

Capítulo 3-O Novo Problema Agrícola

Capítulo 3-O Novo Problema Agrícola Capítulo 3-O Novo Problema Agrícola Sinopse das aulas Versão Provisória O novo problema agrícola Multifuncionalidade e externalidades da actividade agrícola O novo problema agrícola Tradicionalmente as

Leia mais

Contabilidade Financeira I

Contabilidade Financeira I Contabilidade Financeira I e principais demonstrações financeiras A Contabilidade Noção e objecto Relembremos a noção de contabilidade anteriormente apresentada: Reconhecimento ou Expressão Mensuração

Leia mais

MANIFESTO VERDE. Açores Sustentáveis. Uma Voz Ecologista na Assembleia Legislativa dos Açores. Eleições para a Assembleia Legislativa

MANIFESTO VERDE. Açores Sustentáveis. Uma Voz Ecologista na Assembleia Legislativa dos Açores. Eleições para a Assembleia Legislativa Eleições para a Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos AÇORES MANIFESTO VERDE Uma Voz Ecologista na Assembleia Legislativa dos Açores Pela Produção e Consumo de Produtos Locais e Regionais Pela

Leia mais

Conservação e Extinção das Espécies

Conservação e Extinção das Espécies Conservação e Extinção das Espécies Já pensaste como são variadas e importantes os outros seres vivos com quem partilhamos o nosso planeta? E como as nossas vidas ficarão empobrecidas se esta diversidade

Leia mais

CERTIFICAÇÃO DA GESTÃO FLORESTAL EM GRUPO. Breve guia informativo UNIMADEIRAS

CERTIFICAÇÃO DA GESTÃO FLORESTAL EM GRUPO. Breve guia informativo UNIMADEIRAS CERTIFICAÇÃO DA GESTÃO FLORESTAL EM GRUPO Breve guia informativo UNIMADEIRAS 2 O QUE É A CERTIFICAÇÃO DA GESTÃO FLORESTAL? 3 A Certificação da Gestão Florestal é a garantia que uma propriedade florestal

Leia mais

Capítulo 28 Economia Ecológica. Se não está planejada a manutenção, não construa. Urbonas, 1993

Capítulo 28 Economia Ecológica. Se não está planejada a manutenção, não construa. Urbonas, 1993 Capítulo 28 Economia Ecológica Se não está planejada a manutenção, não construa. Urbonas, 1993 Pantanal matogrossense 28-1 Capítulo 28- Economia Ecológica 28.1 Introdução Existem dois tipos de economia:

Leia mais

Código Florestal Brasileiro Lei Federal 12.651/12. 4º Ecologia 28/09/2015

Código Florestal Brasileiro Lei Federal 12.651/12. 4º Ecologia 28/09/2015 1 Código Florestal Brasileiro Lei Federal 12.651/12 4º Ecologia 28/09/2015 Motivação para criação 2 Conservação de ecossistemas naturais é interessante! Única lei nacional que veta a ocupação urbana ou

Leia mais

ÁGUA. O ciclo da água e as suas propriedades Disponibilidade Fontes de abastecimento Usos Problemas associados Uso eficiente.

ÁGUA. O ciclo da água e as suas propriedades Disponibilidade Fontes de abastecimento Usos Problemas associados Uso eficiente. ÁGUA O ciclo da água e as suas propriedades Disponibilidade Fontes de abastecimento Usos Problemas associados Uso eficiente 1º Ano Eng.ª Ambiente 2007/2008 1 Ciclo da Água 1º Ano Eng.ª Ambiente 2007/2008

Leia mais

Sem figuras nem imagens, Entrelinha 1,5. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos.

Sem figuras nem imagens, Entrelinha 1,5. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Exame Nacional do Ensino Secundário Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/2.ª Fase 12 Páginas Sem figuras nem imagens, Entrelinha

Leia mais

CONSTITUIÇÃO PORTUGUESA ACERCA DO PATRIMÓNIO CULTURAL.

CONSTITUIÇÃO PORTUGUESA ACERCA DO PATRIMÓNIO CULTURAL. CADERNOS DE SOCIOMUSEOLOGIA Nº 15-1999 309 CONSTITUIÇÃO PORTUGUESA ACERCA DO PATRIMÓNIO CULTURAL. Artigo 9.º (Tarefas fundamentais do Estado) São tarefas fundamentais do Estado:. a) Garantir a independência

Leia mais

GESTÃO DE SERVIÇOS DOS ECOSSISTEMAS EM BACIAS HIDROGRÁFICAS

GESTÃO DE SERVIÇOS DOS ECOSSISTEMAS EM BACIAS HIDROGRÁFICAS GESTÃO DE SERVIÇOS DOS ECOSSISTEMAS EM BACIAS HIDROGRÁFICAS Volume IV Nuno Guiomar Associação Portuguesa de Engenharia Natural Departamento de Paisagem, Ambiente e Ordenamento da Universidade de Évora

Leia mais

1. Os AFT devem ser contabilisticamente mensurados no reconhecimento inicial pelo seu custo.

1. Os AFT devem ser contabilisticamente mensurados no reconhecimento inicial pelo seu custo. Classificação: 00 0. 0 1. 0 9 GABINETE DO DIRECTOR GERAL Direcção de Serviços do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas Activos Fixos Tangíveis Código do IRC Decreto Regulamentar n.º 25/2009,

Leia mais

(c) Activos biológicos relacionados com a actividade agrícola e produto agrícola na altura da colheita (ver a NCRF 17 - Agricultura).

(c) Activos biológicos relacionados com a actividade agrícola e produto agrícola na altura da colheita (ver a NCRF 17 - Agricultura). NCRF 18 Inventários Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 2 - Inventários, adoptada pelo texto original do Regulamento (CE) n.º 1126/2008

Leia mais

Harry Potter e a Engenharia. Parte 3. Os campos de força no mundo real e no virtual

Harry Potter e a Engenharia. Parte 3. Os campos de força no mundo real e no virtual Harry Potter e a Engenharia Parte 3. Os campos de força no mundo real e no virtual Turmas em conflito num mundo virtual A outra realidade! Aqui também temos turmas em conflito! Como superar isso? A crise

Leia mais

ECONOMIA AMBIENTAL E ENERGIAS RENOVÁVEIS

ECONOMIA AMBIENTAL E ENERGIAS RENOVÁVEIS Curso de Pós-GraduaP Graduação da FIC/FAVA ECONOMIA AMBIENTAL E ENERGIAS RENOVÁVEIS VEIS Profa. Msc Alessandra C. Conforte 1 MEIO AMBIENTE E ECONOMIA A Economia do Meio Ambiente é relativamente recente

Leia mais

FETREMIS-FACULDADE DE EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA DA REGIÃO MISSIONÁRIA SIRLÉIA APARECIDA DE REZENDE SILVA

FETREMIS-FACULDADE DE EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA DA REGIÃO MISSIONÁRIA SIRLÉIA APARECIDA DE REZENDE SILVA FETREMIS-FACULDADE DE EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA DA REGIÃO MISSIONÁRIA SIRLÉIA APARECIDA DE REZENDE SILVA CONSCIENTIZAÇÃO E RESPONSABILIDADE SOCIAL Contagem-MG 2013 2 FETREMIS - FACULDADE DE EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA

Leia mais

4. Visão e objectivos estratégicos

4. Visão e objectivos estratégicos A visão que se propõe para o futuro do Município da Sertã consubstancia-se em VENCER O FUTURO, CONSTRUINDO UM DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL. Esta visão, sustentada na contextualização sócio-económica e ambiental

Leia mais

A árvore das árvores

A árvore das árvores A árvore das árvores Resumo O documentário apresenta os múltiplos usos do carvalho para as sociedades, desde tempos remotos até os dias de hoje; além de retratar lendas e histórias sobre essas árvores

Leia mais