física eletrodinâmica GERADORES

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "física eletrodinâmica GERADORES"

Transcrição

1 eletodinâmica GDOS 01. (Santa Casa) O gáfico abaixo epesenta um geado. Qual o endimento desse geado quando a intensidade da coente que o pecoe é de 1? 40 U(V) i() 0 4 Do gáfico, temos que = 40V (pois quando i = 0 U = ) e paa i = 1, U = 30V η = U = 30 = 0,75 η = 75% (U.Viçosa-MG) uma bateia de 1 volts é ligada uma esistência, de tal maneia que a coente elética no cicuito é de 1,0. Sabe-se que a queda de tensão atavés da esistência é de 10 volts. ntão, pode-se afima que a esistência intena da bateia é de: a) 3 Ω b) 4 Ω c) 1 Ω d) Ω e) 5 Ω U =. i 10 = 1. 1 = Ω ltenativa D 03. (FI) Uma pilha tem foça eletomotiz = 1,44 V e esistência intena = 0,5 Ω. esistência extena do cicuito que ela alimenta vale = 8,5 Ω. Detemina a tensão ente os teminais da pilha. i 04. (MCK/001) No cicuito da figua, o geado é ideal. intensidade da coente elética que passa pelo esisto de 6Ω é: 18 V 0,6 Ω a) 0,4 b) 0,6 6 Ω c) 0,8 4 Ω d),4 3 Ω e) 4,0 4 Ω Paa a malha do meio: eq = = 6 Ω 18 V D eq = 0, = 3 Ω U = i 18 = 3 i i = 6 U = U CD i 1 i = 6 6 i 1 = 4 i i 1 1,5 i 1 = 6 i = 1,5 i 1 i 1 =,4 6 Ω 0,6 Ω 6 Ω 4 Ω i i,4 i 1 i C i = ( ). i 1,44 = 9. i i = 0,16 U =. i U = 1,44 0,5. 0,16 U = 1,36V 3 Ω 6i = 3i i i =,4 i = i i i =,4 i = 0,8 ltenativa C 1

2 FÍSIC 05. (MCK/00) No cicuito elético da figua, o geado e o ampeímeto são ideais. Com a chave ch abeta o ampeímeto acusa a medida 300 m. Fechando a chave, o ampeímeto acusaá a medida: ε a) 100 m b) 00 m c) 300 m d) 400 m e) 500 m 10 Ω 10 Ω 10 Ω ch Com a chave abeta temos: eq = = 0 Ω ε = i ε = 0. 0,3 = 6 V Com a chave fechada temos: eq = = 15 Ω ε = i 6 = 15. i i = 0,4 = 400 m ltenativa D ε 10 Ω 10 Ω 10 Ω ε 10 Ω 10 Ω O enunciado a segui efee se às questões 06 e 07. (FI/00) Os mateiais chamados de supecondutoes são aqueles que, abaixo de uma tempeatua, denominada de tempeatua cítica, passam a te esistência nula. No cicuito da figua, a esistência 1 é feita de um mateial supeconduto com tempeatua cítica T c = 80K; acima desta tempeatua possui esistência de 5Ω. 10 V Qual é a coente que atavessa a esistência quando 1 está à tempeatua ambiente, sabendo-se que a potência dissipada em nesta situação é de,5 W? a) I = 0,0 b) I = 0,30 c) I = 0,40 d) I = 0,50 e) I = 0,70 À tempeatua ambiente: P =. i,5=. i U = (5 ) i 10 = (5 ) i,5,5 i. i = i = i 10 = 5i i i = 10 5i Igualando as equações: 10 5i =,5 i 10 i 5 i =,5 0 = 5 i 10 i,5 i = 0,3 ou i = 1,7 Dente as altenativas possíveis concluímos que: i = 0,3 ltenativa 10 V 5 Ω 07. Qual é a coente no cicuito quando o esisto 1 é megulhado no nitogênio líquido? tempeatua do nitogênio líquido = 77K a) I = 0,5 b) I = 0,30 c) I = 0,36 d) I = 0,50 e) I = 0,70 Paa deteminamos : 10 V Com 1 megulhado em nitogênio lúquido: = 8,3. i i = 10 8,3 0,36 ltenativa C 5 Ω 10 = (5 ) 0,3 8,3 W

3 3 08. (PUC) figua mosta um cicuito elético, em que o geado é ideal e tem tensão de 6 V. O geado alimenta o conjunto de esistoes 1 = 40 Ω, = 10 Ω, 3 = 10 Ω e 4 = 15 Ω. Sendo os pontos a e b mantidos em abeto, qual a tensão ente eles? 6V 50Ω 5Ω 6V i 1 i d 6V 1 a b 3 4 U 6 i 1 = = = 0,1 50 eq1 U 6 i = = = 0,4 5 eq U 1 = 1. i 1 = 40. 0,1 = 4,8V U 3 = 3. i = 10. 0,4 =,4V 4,8,4 = U U =,4V 09. (FUVST) Dispõe-se dos seguintes elementos: dois esistoes idênticos, uma fonte de tensão e um ampeímeto ideais, uma lâmpada e fios de ligação. Petende-se monta um cicuito em que a lâmpada funcione de acodo com as suas especificações e o ampeímeto acusa a coente que passa po ela. 1 1 = = 40 Ω = 36 V : 6 V; 1,5 W a) coente na lâmpada é dada po: P 1,5 i = = i = 0,5 U 6 b) Como esta é a coente no cicuito, temos: U = eq. i 36 = eq. 0,5 eq = 144Ω O valo da esistência da lâmpada é: 1,5 P =. i 1,5 =. 0,5 = = 4Ω 0,5 ogo, o equivalente dos esistoes é = 10Ω Paa isso, eles devem se ligados em paalelo. Temos, então: a) Qual a coente que o ampeímeto indicaá? b) Desenhe o cicuito incluindo os elementos necessáios. 36V (FI) No cicuito da figua, a bateia tem esistência intena despezível e i 1 = 1,0. foça eletomotiz da bateia e a coente que passa po ela valem, espectivamente: a) 6 V e b) 6 V e 1 c) 6 V e zeo Ω 4 Ω d) 6 V e 3 e) 3 V e zeo Ω = U 1 U = = 6V i = 6 1 = i 1 i = 3 i T = 3 ltenativa D 1 Ω i 1

4 4 FÍSIC 11. No esquema ilustado abaixo, temos = 6 V e = 0,6 Ω. Paa essa associação de geadoes, detemine: a) a foça eletomotiz. b) a esistência elética intena. 13. (UNIFSP/003) Um apaz montou um pequeno cicuito utilizando quato lâmpadas idênticas, de dados nominais 5 W 1 V, duas bateias de 1 V e pedaços de fios sem capa ou veniz. s esistências intenas das bateias e dos fios de ligação são despezíveis. Num descuido, com o cicuito ligado e as quato lâmpadas acesas, o apaz deubou um pedaço de fio conduto sobe o cicuito ente as lâmpadas indicadas com os númeos 3 e 4 e o fio de ligação das bateias, confome mosta a figua. a) T = = =. 6 = 1V T = 1V 0,6 0,6 1,8,4 b) intena = = 0,6= = intena = 0,8Ω 1. (MCK/000) Tês pequenas lâmpadas idênticas, cada uma com a inscição nominal (0,5 W 1,0 V), são ligadas em séie, confome o cicuito abaixo. Com a chave abeta o ampeímeto ideal acusa a intensidade de coente 300 m. Com a chave fechada, este mesmo ampeímeto acusaá a intensidade de coente: a) 187,5 m b) 375 m c) 400 m d) 55 m e) 700 m chave 1,5 V 1,5 V esistência de cada lâmpada é: U i P = 0,5 = = Ω Com a chave abeta temos: ε = eq. i (1,5 1,5) = ( ). 0,3 3 = (6 ). 0,3 = Ω Fechando a chave teemos uma esistência em cuto-cicuito: ε = eq. i 3 = 8 i i = 0,375 i = 375 m ltenativa O que o apaz obsevou, a pati desse momento, foi a) as quato lâmpadas se apagaem devido ao cutocicuito povocado pelo fio. b) as lâmpadas 3 e 4 se apagaem, sem qualque alteação no bilho das lâmpadas 1 e. c) as lâmpadas 3 e 4 se apagaem e as lâmpadas 1 e bilhaem mais intensamente. d) as quato lâmpadas pemaneceem acesas e as lâmpadas 3 e 4 bilhaem mais intensamente. e) as quato lâmpadas pemaneceem acesas, sem qualque alteação em seus bilhos. ntes do descuido: Paa essa pimeia situação, temos uma d.d.p. de 1 V paa cada uma das lâmpadas e, potanto, estão funcionando com suas potências nominais (5W). 1 1 V 1 V pós o descuido: Paa a segunda situação, continuamos com uma d.d.p. de 1 V paa cada uma das lâmpadas e, potanto, estão funcionando com suas potências nominais (5W). ltenativa V 1 V

5 5 14. (Cesganio-J) i 15. (PUC) Seja a figua do esquema, onde = 110 V (despezada a esistência intena) e = 30 ohms. K No cicuito da figua acima, a fonte é ideal e de foça eletomotiz = 36 V. Todos os esistoes são iguais e de esistência = 6,0 Ω. O teminal T pode se conectado a qualque um dos pontos do cicuito designados po (1), () e (3). Qual das opções abaixo indica coetamente o valo da coente i que atavessa a fonte quando o teminal T é ligado a cada um desses pontos? (1) () (3) a) 3,0 4,0 4,0 b) 3,0 3,0 3,0 c) 4,0 6,0 6,0 d) 4,5 4,5 4,5 e) 6,0 6,0 6,0 No ponto 1: i = i = 3 Nos pontos e 3: i = i = 4 (1) () (3) T = 110 V D potência dissipada (em watts) ente os pontos e, e C, C e D ao fechamos a chave seá, espectivamente: a) 30, 60 e 90 b) 30, 15 e 10 c) 0, 30 e 60 d) 40, 60 e 10 e) 10, 60 e eq = = = i = = = P = 30. = P = 10 W P C = P C = 60 W P CD = P CD = 40 W ltenativa C ltenativa 16. (FUVST) Dispõe-se de uma bateia e tês esistoes 1 = Ω, = 3 Ω e 3 = 6 Ω. o liga os esistoes a essa bateia, obtém-se a maio intensidade de coente associando: a) os tês esistoes em paalelo. b) e 3 em paalelo e estes em séie com 1. c) 1 e 3 em paalelo e estes em séie com. d) 1 e em paalelo e estes em séie com 3. e) os tês esistoes em séie. m paalelo, a esistência equivalente é meno, aumentando a coente. ltenativa

6 6 FÍSIC 17. (PUC) Numa pilha está escito 1,5 V. iga-se uma lâmpada de esistência 3,0 Ω aos teminais da pilha e veifica-se uma coente de paticamente 0,50 no cicuito. esistência intena da pilha é: a) 0,50Ω b) 1,0Ω c) 1,5Ω d),0ω e) despezível = ( ). i 1,5 = (3 ). 0,5 0Ω ltenativa 18. (UF-) Qual é o mínimo intevalo de tempo necessáio paa que um geado de fem = 50V e esistência intena = 3Ω possa fonece, a um cicuito conveniente, x 10 5 J de enegia? O tempo mínimo se dá quando a potência fonecida é máxima: U = = 5V U = P. t =. t x 10 5 = t = 16 minutos 5 3. t t = 960 s 0. (UF-MG) No cicuito epesentado, P é uma pilha de fem igual a 10V, 1 e são dois esistoes ôhmicos e é uma lâmpada: 10V Qual deve se a elação ente as esistências eléticas de 1 e paa que a lâmpada funcione sob uma difeença de potencial de 5V e po ela passe uma coente de 1? U =. i = U = 5 = 5Ω i 1 1 V 1 = 10 5 = 5V = V = V esistência 1 deve se igual ao equivalente da lâmpada com.5 1 = 5 5 = 1 ( 5) = = 5( 1 ) 19. (FI) iga-se um esisto de esistência = 39 ohms a uma bateia de fem 10 V e esistência intena 1,0 ohm. Pedem-se: = 10 V = 1 Ω 1. (FGV) figua abaixo epesenta, esquematicamente, um geado de foça de eletomotiz = 1,5 V e esistência intena = 0,5 Ω. o liga e com um fio de esistência despezível (cuto-cicuito), o geado seá pecoido po uma coente elética, em, de: = 39 Ω a) a intensidade de coente elética i no cicuito. b) a ddp nos teminais do esisto. a) 0 b) 0,75 c),0 d) 3,0 e) 5,0 a) 10 i = = 39 1 i = 0,5 U =. i 0 =. i =. i 1,5 = 0,5. i i = 3 ltenativa D b) U = ,5 U = 9,75V

7 7. (IM) Detemine o valo de paa que a coente na bateia seja de 1, sabendo que = 18V. 18Ω 18Ω 18Ω 6Ω 15Ω 9Ω 3Ω 6Ω 9Ω 9Ω 3. (UF-J) Tês lâmpadas iguais, 1, e 3, estão acesas, alimentadas po uma bateia. Veificou-se expeimentalmente que, quando 1 queima, e 3 se apagam, e quando queima, 1 e 3 pemanecem acesas. Faça o esquema desse cicuito. 1 1Ω 3 18Ω 18Ω 18Ω 6Ω 1Ω 15Ω 6 Ω 9Ω 9Ω 3Ω 9Ω 4. (Cesganio-J) Quato lâmpadas () idênticas, conectadas confome a figua, são alimentadas po um geado de esistência intena despezível. Nessa situação, a coente que atavessa o geado vale i. Queimando uma das lâmpadas, qual seá a nova coente fonecida pelo geado? 6 Ω 3Ω i 6 Ω 1Ω 15Ω 6Ω 3Ω 15Ω 1Ω 1Ω 1Ω 6Ω 3Ω 6Ω a) 1/ i b) /3 i c) 3/4 i d) 4/3 i e) 3/ i 15Ω 1Ω 15Ω Ω i = = eq pós queima: eq = 17 = (17 ). i 18 = 17 = 1Ω 3. i' i' = = = =. i 3 i i'= 3 ltenativa

8 8 FÍSIC 5. Um moto elético de foça conta-eletomotiz de 150V e esistência elética intena de 10Ω é submetido a uma difeença de potencial de 0V. Detemine a intensidade da coente elética que atavessa o moto elético: a) quando ele funciona em condições nomais. b) quando ele é impedido de gia. 7. (MCK) Dados os cicuitos (I) e (II) abaixo, pode-se dize: 1 i (I) 3 4 U =. i a) 0 = i i = 7 b) = 0 0 =. i 0 = 10. i i = (II) i (MCK) Dado o cicuito 7 V 4 Ω 50 V Ω 3 Ω 1 Ω 3 V a) em (I): 1 fonece enegia; absove enegia. b) em (I): 1 absove enegia; fonece enegia. c) em (II): 1 e absovem enegia. d) em (II): 1 absove enegia; fonece enegia. e) nenhuma das anteioes. Detemine: a) o valo da coente. b) o sentido da coente. c) a potência dissipada em cada esisto. d) quem é geado. e) quem é ecepto. Pelo sentido da coente, em (I) 1 é geado e é ecepto. ltenativa Tensão equivalente: = 40V esistência equivalente: = 10Ω = 10Ω a) 40 i = 10 i = 4 b) nti-hoáio. (pois a coente no sentido convencional sai do positivo e vai paa o negativo) c) P =. i P 1 = = 16W (1Ω) Ω) P =. 16 = 3W (Ω) Ω) P 3 = = 48W (3Ω) Ω) P 4 = = 64W (4Ω) d) 50V e) 3V e 7V

9 9 8. cuva caacteística de um ecepto elético é fonecida abaixo. Detemine, paa esse ecepto: 70 U(V) 30. (VUNSP) O esquema abaixo epesenta duas pilhas ligadas em paalelo, com as esistências intenas indicadas. 1,5 V 3,0 V 50 i() 10 Ω 0 Ω 0,0 a) a esistência intena. b) a potência ecebida pelo ecepto ao se pecoido po uma coente de,0. c) as potências útil e dissipada intenamente nas condições do item b. d) o endimento desse ecepto nas mesmas condições. a) Qual o valo da coente que cicula pelas pilhas? b) Qual é o valo da difeença de potencial ente os pontos e e qual o lado de maio potencial? c) Qual das duas pilhas está se descaegando? a) U =. i 70 = 50. = 10 Ω a) i = 3 1, i = 50 m b) P = U. i = 70. P = 140W c) P U =. i = 50. P U = 100W P D =. i = 10. P D = 40W d) η = = 50 η 71% U 70 b) Tensão no esisto de 0Ω U = 0. 0,05 = 1V U = 3 1 U = V O lado de maio potencial é o. c) pilha de 3V se descaega pois ela seve de geado. 9. (UNIMP) Um moto elético tem fcem de 130V e é pecoido po uma coente de 10. Se a sua esistência intena é de Ω, então a potência mecânica desenvolvida pelo moto vale: a) W b) W c) 1 80 W d) 130 W e) o moto não ealiza tabalho mecânico P ecebida =. i = P ecebida = 1300W ltenativa Obsevação: No enunciado, o temo potência mecânica desenvolvida deve se substituído po potência ecebida. 31. (MCK/001) Um moto de potência 375 W é utilizado paa eleva veticalmente, com velocidade constante, a uma altua de 15 m, uma caga de peso 400 N, em 0 s. O endimento desse moto é: a) 50% b) 60% c) 70% d) 80% e) 90% Pútil N = Ptotal P útil = F. V = = 300 W N = = 0,8 = 80% ltenativa D

10 10 FÍSIC 3. (IT) difeença de potencial ente os teminais de uma bateia é de 8,5V, quando há uma coente que a pecoe intenamente do teminal negativo paa o positivo, de 3. Po outo lado, quando a coente que a pecoe intenamente é de, indo do teminal positivo paa o negativo, a difeença de potencial ente seus teminais é de 11V. Detemine a esistência intena () e a fem () da bateia. 8,5 = 3 11 = esolvendo o sistema:,5 = 5 = 0,5Ω 8,5 = 3. 0,5 = 10V 33. (MCK) ddp nos teminais de um ecepto vaia com a coente, confome o gáfico abaixo. fcem e a esistência intena desse ecepto são, espectivamente: Do gáfico, temos: a) 5 V e 5,0 Ω b) V e,0 Ω c) 0 V e 1,0 Ω d) 1,5 V e,5 Ω e) 11 V e 1,0 Ω 5 U (V) Paa i = 0, = 0V, pois paa cada vaiação de 3, temos uma vaiação de 3V. U =. i = 0 = 1Ω ltenativa C 0,0 5,0 i () 34. (CSUP) Um cicuito elético, constituído de dois esistoes 1 e, é alimentado po quato geadoes exatamente iguais, ligados em séie, cada um de 1 V e esistência intena 0,5 Ω. stes geadoes alimentam o cicuito com coente de intensidade 16. Se os esistoes são pecoidos po difeentes intensidades de coente, e se o valo de é o dobo do valo de 1, então pode-se afima que o valo de 1, em ohms, é: 35. (VUNSP) Um ampeímeto ideal, um esisto de esistência e uma bateia de f.e.m. e esistência intena despezível estão ligados em séie. Se uma segunda bateia, idêntica à pimeia, fo ligada ao cicuito como mosta a linha tacejada da figua: a) 1 b) c) 3 d) 4 e) 5 ε eq i = eq. i = eq. 16 eq = Ω 1. 1 = = 1 1 V 1 V 1 V 1 V 0,5 Ω 0,5 Ω 0,5 Ω 1 a) a difeença de potencial no ampeímeto aumentaá. b) a difeença de potencial no ampeímeto diminuiá. c) a coente pelo esisto aumentaá. d) a coente pelo esisto não se alteaá. e) a coente pelo esisto diminuiá = 1 = 3 Ω ltenativa C 0,5 Ω igando a bateia em paalelo, a difeença de potencial nos teminais do esisto não seá alteada, logo a coente não se alteaá. ltenativa D

11 (MCK) No cicuito esquematizado, a indicação do ampeímeto ideal é: O cicuito pode se desenhado da seguinte foma: 6,0 V,0 Ω 6,0 Ω Ω 6 V 6 Ω 3 Ω 1,5 Ω 6 V i 1 i 3 Ω 3 Ω 6 = 3 i i 1 = a) 4,0 b) 3,0 c),0 d) 1,0 e) 0,50 1,5 Ω 3,0 Ω i i Ω 6 Ω i = 6i i = 3i i i = i i = i = 0,5 ltenativa 37. (PUC) No sistema esquematizado, estando abeto o inteupto S, o ampeímeto ideal indica 100 m. Fechandose o inteupto S, o ampeímeto passa a indica 150 m. 500 Ω 1000 Ω S V V voltímeto a) = eq. i = ( ). 0,1 = 150 V b) = eq. i 150 = eq. 0,150 eq = 1000 Ω V V V = 1000 Ω = 1000 i 1 = i i 1 i = 0,150 i 1 = 0,075 U =. i 1 U = ,075 U = 75 V a) Qual a foça eletomotiz do geado? b) stando o inteupto S fechado, qual a leitua do voltímeto e sua esistência intena v? 38. (MCK) Um eostato é ligado aos teminais de uma bateia. O gáfico abaixo foi obtido vaiando a esistência do eostato e mosta a vaiação da ddp U ente os teminais da bateia em função da intensidade de coente i que a atavessa. foça eletomotiz (fem) dessa bateia vale: a) 0 V b) 16 V c) 1 V d) 8 V e) 4 V U (V) ε 500 Ω U =. i 1 =. 8 =. 3 4 = 1 = 4Ω 1 = 4, 1 = 8 = 0 V i 1 i 1000 Ω 1000 Ω i () ltenativa

12 1 FÍSIC 39. (UC-MG) intensidade de coente, em ampèes, na esistência de 6,0 Ω é:,0 Ω 6,0 Ω 4,0 Ω 3,0 Ω eq = 0, U = eq. i 4 = 8 i i = 3 6i1 = 4i i1 i = 3 = 8 Ω 1,5 i 1 = i i 1 1,5 i 1 = 3 a) 1, b),0 c) 3,6 d) 4,0 e) 8,0 4 V 0,6 Ω,5 i 1 = 3 i 1 = 1, ltenativa 40. (FM-C) No cicuito anexo, tem-se um geado de foça eletomotiz = 1 V e esistência intena = 1,0 Ω, associado aos esistoes 1 =,0 Ω, = 1 Ω e 3 = 6,0 Ω. leitua fonecida pelo ampeímeto ideal é igual a: a) 3,0 b) 1,5 c),0 d) 1,0 e) eq = = 7 Ω 1 6 = eq. i 1 = 7. i i = 3 i i3 = 3 1. i = 6i3 i 3 = i i i = 3 i = 1 i 3 = ltenativa C 41. No esquema abaixo, o voltímeto (V) e o ampeímeto () são consideados ideais. Com K 1 e K fechados, o voltímeto e o ampeímeto acusam, espectivamente, 30 V e 5,0. Com K 1 fechado e K abeto, o voltímeto acusa 33 V. V K 1 a) Com K 1 fechado e K abeto não há coente no cicuito.. i = 33 i = 0 = 33 V b) Com K 1 e K fechados temos: U =. i 30 =. 5 = 6 Ω K c). i = = 30 = 0,6 Ω Detemine: a) a fem do geado; b) a esistência ; c) a esistência intena do geado.

13 13 4. (FUVST) No cicuito esquematizado abaixo, o ampeímeto acusa uma coente de 30 m. 180 Ω 10 Ω 60 Ω 100 Ω a) Qual é o valo da foça eletomotiz fonecida pela fonte? b) Qual o valo da coente que o ampeímeto passa a egista quando a chave K é fechada? 40 Ω K a) Com a chave abeta: eq = = 400 Ω = eq. i = ,03 = 1 V b) Com a chave fechada: 100 Ω 170 Ω 60 Ω 180 Ω 40 Ω eq = = 50 Ω = eq. i 1 = 50 i i = 48 m coente no cicuito é 48 m. ogo, o ampeímeto passaá a egista 4 m. i = 4 m 300 Ω 300 Ω 43. (UF-C) No cicuito abaixo = 150 V, 1 = 15 Ω; = 15 Ω e 3 = 0 Ω. O potencial do ponto é de: D 44. (IT) No cicuito mostado na figua, a foça eletomotiz e sua esistência intena são espectivamente e. 1 e são duas esistências fixas. i i C a) 150 V b) 135 V c) 10 V d) 90 V e) 45 V = eq. i 150 = ( ) i i = 3 V V C = ( 1 ) i V 0 = (15 15) 3 V = 90 V ltenativa D i Quando o cuso móvel da esistência se move paa, a coente i 1 em 1 e a coente i em vaiam da seguinte foma: i 1 i a) Cesce Decesce b) Cesce Cesce c) Decesce Cesce d) Decesce Decesce e) Não vaia Decesce Se a esistência é eduzida, a esistência equivalente do cicuito também tem seu valo eduzido e a coente i conseqüentemente aumenta. pati daí: 1 = 1. i 1 Sabemos que i cesce, logo i 1 decesce. lém disso: i = i 1 i Se i cesce e i 1 decesce, podemos conclui que i iá cesce. ltenativa C

14 14 FÍSIC 45. (MCK) No cicuito abaixo, a coente que passa pelo ampeímeto ideal tem intensidade. Invetendo a polaidade do geado de f.e.m. ε, a coente no ampeímeto mantém o seu sentido e passa a te intensidade 1. f.e.m. ε vale: a) 10 V b) 8 V c) 6 V d) 4 V e) V ε 1 = 30 V ε 1 Na situação inicial ε 1 1 i ε i =. i 30 1 ε =. 30 ε = ( 1 ). Invetendo a polaidade de ε : 30 ε = ( 1 ). i å 30 = ( 1 ) 30 = ( 1 ) 30 å = ( 1 ) 60 å = ( 1 ) ltenativa å 30 3 ε = 0 ε = 10 V 46. Detemine paa os cicuitos seguintes as leituas do ampeímeto e do voltímeto, supostos ideais. a),0 Ω 8,0 Ω ' 8 a) i = = U volt = 1. i = 3,5 V = 1,5 1,0 Ω leitua no ampeímeto é de 1,5 e no voltímeto é de 3,5 V. 1,0 Ω,0 V b) i = =,5 U volt = 10.,5 = 5 V V leitua no ampeímeto é de,5 e no voltímeto é de 5 V. b) 10 V 5,0 Ω,0 Ω 1,0 Ω 3,0 Ω 60 V V

15 (PUC-S) leitua do ampeímeto, consideado ideal, inseido no cicuito, em ampèes, é de: ' = 1 V ' = 1,0 Ω 6,0 Ω 6,0 Ω C 3,0 Ω V 48. (PUC-S) Com elação ao cicuito da questão 47, a leitua do voltímeto V, consideado ideal, colocado ente os pontos C e D, em volts, é de: a) 1,5 b),4 c) 3,3 d) 5, e) 8,8 = 4 V = 1,0 Ω D esistência equivalente ente C e D é: a) 1, b) 1,8 c),0 d), e) 5,0 Já consideando as esistências intenas, a esistência equivalente no cicuito fica: eq = 6. 3 = Ω 6 3 U CD = eq. i U CD =. 1, U CD =,4 V ltenativa eq = ' = eq. i = 10 Ω 4 1 = 10. i i = 1, ltenativa

- B - - Esse ponto fica à esquerda das cargas nos esquemas a) I e II b) I e III c) I e IV d) II e III e) III e IV. b. F. a. F

- B - - Esse ponto fica à esquerda das cargas nos esquemas a) I e II b) I e III c) I e IV d) II e III e) III e IV. b. F. a. F LIST 03 LTROSTÁTIC PROSSOR MÁRCIO 01 (URJ) Duas patículas eleticamente caegadas estão sepaadas po uma distância. O gáfico que melho expessa a vaiação do módulo da foça eletostática ente elas, em função

Leia mais

CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE GRADUAÇÃO FÍSICA

CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE GRADUAÇÃO FÍSICA CONCURSO DE DMISSÃO O CURSO DE GRDUÇÃO FÍSIC CDERNO DE QUESTÕES 2008 1 a QUESTÃO Valo: 1,0 Uma bóia náutica é constituída de um copo cilíndico vazado, com seção tansvesal de áea e massa m, e de um tonco

Leia mais

a) 2,0. b) 2,4. c) 3,0. d) 4,8. e) 7,2.

a) 2,0. b) 2,4. c) 3,0. d) 4,8. e) 7,2. LISTA 08 GERADORES 1. (Uesb-BA) A força eletromotriz de um gerador é de 12V e a sua resistência interna é de 2,0. Quando esse gerador alimenta um dispositivo cuja resistência ôhmica é 4,0, a intensidade

Leia mais

ELETRICIDADE CAPÍTULO 3 LEIS DE CIRCUITOS ELÉTRICOS

ELETRICIDADE CAPÍTULO 3 LEIS DE CIRCUITOS ELÉTRICOS ELETICIDADE CAPÍTULO 3 LEIS DE CICUITOS ELÉTICOS - CONSIDEE A SEGUINTE ELAÇÃO: 3. LEI DE OHM - QUALQUE POCESSO DE CONVESÃO DE ENEGIA PODE SE ELACIONADO A ESTA EQUAÇÃO. - EM CICUITOS ELÉTICOS : - POTANTO,

Leia mais

LISTA COMPLETA PROVA 03

LISTA COMPLETA PROVA 03 LISTA COMPLETA PROVA 3 CAPÍTULO 3 E. Quato patículas seguem as tajetóias mostadas na Fig. 3-8 quando elas passam atavés de um campo magnético. O que se pode conclui sobe a caga de cada patícula? Fig. 3-8

Leia mais

/(,'(%,276$9$57()/8;2 0$*1e7,&2

/(,'(%,276$9$57()/8;2 0$*1e7,&2 67 /(,'(%,76$9$57()/8; 0$*1e7,& Ao final deste capítulo você deveá se capaz de: ½ Explica a elação ente coente elética e campo magnético. ½ Equaciona a elação ente coente elética e campo magnético, atavés

Leia mais

3. Elementos de Sistemas Elétricos de Potência

3. Elementos de Sistemas Elétricos de Potência Sistemas Eléticos de Potência. Elementos de Sistemas Eléticos de Potência..4 apacitância e Susceptância apacitiva de Linhas de Tansmissão Pofesso:. Raphael Augusto de Souza Benedito E-mail:aphaelbenedito@utfp.edu.b

Leia mais

ELETRÔNICA II. Engenharia Elétrica Campus Pelotas. Revisão Modelo CA dos transistores BJT e MOSFET

ELETRÔNICA II. Engenharia Elétrica Campus Pelotas. Revisão Modelo CA dos transistores BJT e MOSFET ELETRÔNICA II Engenaia Elética Campus Pelotas Revisão Modelo CA dos tansistoes BJT e MOSFET Pof. Mácio Bende Macado, Adaptado do mateial desenvolvido pelos pofessoes Eduado Costa da Motta e Andeson da

Leia mais

Vedação. Fig.1 Estrutura do comando linear modelo ST

Vedação. Fig.1 Estrutura do comando linear modelo ST 58-2BR Comando linea modelos, -B e I Gaiola de esfeas Esfea Eixo Castanha Vedação Fig.1 Estutua do comando linea modelo Estutua e caacteísticas O modelo possui uma gaiola de esfeas e esfeas incopoadas

Leia mais

GEOMETRIA ESPACIAL. a) Encher a leiteira até a metade, pois ela tem um volume 20 vezes maior que o volume do copo.

GEOMETRIA ESPACIAL. a) Encher a leiteira até a metade, pois ela tem um volume 20 vezes maior que o volume do copo. GEOMETRIA ESPACIAL ) Uma metalúgica ecebeu uma encomenda paa fabica, em gande quantidade, uma peça com o fomato de um pisma eto com base tiangula, cujas dimensões da base são 6cm, 8cm e 0cm e cuja altua

Leia mais

Exercícios de Física sobre Circuitos Elétricos com Gabarito

Exercícios de Física sobre Circuitos Elétricos com Gabarito Exercícios de Física sobre Circuitos Elétricos com Gabarito (Unicamp-999 Um técnico em eletricidade notou que a lâmpada que ele havia retirado do almoxarifado tinha seus valores nominais (valores impressos

Leia mais

Termodinâmica 1 - FMT 159 Noturno, segundo semestre de 2009

Termodinâmica 1 - FMT 159 Noturno, segundo semestre de 2009 Temodinâmica - FMT 59 Notuno segundo semeste de 2009 Execícios em classe: máquinas témicas 30/0/2009 Há divesos tipos de motoes témicos que funcionam tanfeindo calo ente esevatóios témicos e ealizando

Leia mais

Fig. 8-8. Essas linhas partem do pólo norte para o pólo sul na parte externa do material, e do pólo sul para o pólo norte na região do material.

Fig. 8-8. Essas linhas partem do pólo norte para o pólo sul na parte externa do material, e do pólo sul para o pólo norte na região do material. Campo magnético Um ímã, com seus pólos note e sul, também pode poduzi movimentos em patículas, devido ao seu magnetismo. Contudo, essas patículas, paa sofeem esses deslocamentos, têm que te popiedades

Leia mais

PRINCÍPIOS DA DINÂMICA LEIS DE NEWTON

PRINCÍPIOS DA DINÂMICA LEIS DE NEWTON Pofa Stela Maia de Cavalho Fenandes 1 PRINCÍPIOS DA DINÂMICA LEIS DE NEWTON Dinâmica estudo dos movimentos juntamente com as causas que os oiginam. As teoias da dinâmica são desenvolvidas com base no conceito

Leia mais

Física Geral I - F 128 Aula 8: Energia Potencial e Conservação de Energia. 2 o Semestre 2012

Física Geral I - F 128 Aula 8: Energia Potencial e Conservação de Energia. 2 o Semestre 2012 Física Geal I - F 18 Aula 8: Enegia Potencial e Consevação de Enegia o Semeste 1 Q1: Tabalho e foça Analise a seguinte afimação sobe um copo, que patindo do epouso, move-se de acodo com a foça mostada

Leia mais

Dinâmica Trabalho e Energia

Dinâmica Trabalho e Energia CELV Colégio Estadual Luiz Vianna Física 1 diano do Valle Pág. 1 Enegia Enegia está elacionada à capacidade de ealiza movimento. Um dos pincípios básicos da Física diz que a enegia pode se tansfomada ou

Leia mais

Receptores elétricos

Receptores elétricos Receptores elétricos 1 Fig.20.1 20.1. A Fig. 20.1 mostra um receptor elétrico ligado a dois pontos A e B de um circuito entre os quais existe uma d.d.p. de 12 V. A corrente que o percorre é de 2,0 A. A

Leia mais

FÍSICA - 2 o ANO MÓDULO 22 ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES REVISÃO

FÍSICA - 2 o ANO MÓDULO 22 ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES REVISÃO FÍSICA - 2 o ANO MÓDULO 22 ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES REVISÃO Fixação 1) Têm-se três resistores de resistências elétricas R 1 = 6,0Ω, R 2 = 10 Ω e R 3 = 20 Ω. Esses resistores são associados em série, e

Leia mais

CAMPOS MAGNETOSTÁTICOS PRODUZIDOS POR CORRENTE ELÉTRICA

CAMPOS MAGNETOSTÁTICOS PRODUZIDOS POR CORRENTE ELÉTRICA ELETOMAGNETMO 75 9 CAMPO MAGNETOTÁTCO PODUZDO PO COENTE ELÉTCA Nos capítulos anteioes estudamos divesos fenômenos envolvendo cagas eléticas, (foças de oigem eletostática, campo elético, potencial escala

Leia mais

DISCIPLINA ELETRICIDADE E MAGNETISMO LEI DE AMPÈRE

DISCIPLINA ELETRICIDADE E MAGNETISMO LEI DE AMPÈRE DISCIPLINA ELETICIDADE E MAGNETISMO LEI DE AMPÈE A LEI DE AMPÈE Agoa, vamos estuda o campo magnético poduzido po uma coente elética que pecoe um fio. Pimeio vamos utiliza uma técnica, análoga a Lei de

Leia mais

EXPERIÊNCIA 5 - RESPOSTA EM FREQUENCIA EM UM CIRCUITO RLC - RESSONÂNCIA

EXPERIÊNCIA 5 - RESPOSTA EM FREQUENCIA EM UM CIRCUITO RLC - RESSONÂNCIA UM/AET Eng. Elética sem 0 - ab. icuitos Eléticos I Pof. Athemio A.P.Feaa/Wilson Yamaguti(edição) EPEIÊNIA 5 - ESPOSTA EM FEQUENIA EM UM IUITO - ESSONÂNIA INTODUÇÃO. icuito séie onsideando o cicuito da

Leia mais

Caro cursista, Todas as dúvidas deste curso podem ser esclarecidas através do nosso plantão de atendimento ao cursista.

Caro cursista, Todas as dúvidas deste curso podem ser esclarecidas através do nosso plantão de atendimento ao cursista. Cao cusista, Todas as dúvidas deste cuso podem se esclaecidas atavés do nosso plantão de atendimento ao cusista. Plantão de Atendimento Hoáio: quatas e quintas-feias das 14:00 às 15:30 MSN: lizado@if.uff.b

Leia mais

I~~~~~~~~~~~~~~-~-~ krrrrrrrrrrrrrrrrrr. \fy --~--.. Ação de Flexão

I~~~~~~~~~~~~~~-~-~ krrrrrrrrrrrrrrrrrr. \fy --~--.. Ação de Flexão Placas - Lajes Placas são estutuas planas onde duas de suas tês dimensões -lagua e compimento - são muito maioes do que a teceia, que é a espessua. As cagas nas placas estão foa do plano da placa. As placas

Leia mais

CURSO DE APROFUNDAMENTO FÍSICA ENSINO MÉDIO

CURSO DE APROFUNDAMENTO FÍSICA ENSINO MÉDIO CURSO DE APROFUNDAMENTO FÍSICA ENSINO MÉDIO Prof. Cazuza 1. Arthur monta um circuito com duas lâmpadas idênticas e conectadas à mesma bateria, como mostrado nesta figura: Considere nula a resistência elétrica

Leia mais

Potência e rendimento de geradores e receptores

Potência e rendimento de geradores e receptores Potência e rendimento de geradores e receptores 1 Fig.26.1 26.1. No circuito da Fig. 26.1, a potência transformada em calor é igual a: A) 15 watts. B) 36 watts. C) 51 watts. D) 108 watts. E) 121 watts.

Leia mais

a) 4V/R. b) 2V/R. c) V/R. d) V/2R. e) V/4R.

a) 4V/R. b) 2V/R. c) V/R. d) V/2R. e) V/4R. 1- (Unitau 1995) No circuito mostrado a seguir, a corrente fornecida pela bateria e a corrente que circula através do resistor de 6,0Ω São, respectivamente: 4- (Vunesp 1991) Alguns automóveis modernos

Leia mais

ARITMÉTICA DE PONTO FLUTUANTE/ERROS EM OPERAÇÕES NUMÉRICAS

ARITMÉTICA DE PONTO FLUTUANTE/ERROS EM OPERAÇÕES NUMÉRICAS ARITMÉTICA DE PONTO FLUTUANTE/ERROS EM OPERAÇÕES NUMÉRICAS. Intodução O conjunto dos númeos epesentáveis em uma máquina (computadoes, calculadoas,...) é finito, e potanto disceto, ou seja não é possível

Leia mais

Exercícios Leis de Kirchhoff

Exercícios Leis de Kirchhoff Exercícios Leis de Kirchhoff 1-Sobre o esquema a seguir, sabe-se que i 1 = 2A;U AB = 6V; R 2 = 2 Ω e R 3 = 10 Ω. Então, a tensão entre C e D, em volts, vale: a) 10 b) 20 c) 30 d) 40 e) 50 Os valores medidos

Leia mais

FÍSICA - 2 o ANO MÓDULO 25 CIRCUITOS ELÉTRICOS: INTRODUÇÃO PARTE 2

FÍSICA - 2 o ANO MÓDULO 25 CIRCUITOS ELÉTRICOS: INTRODUÇÃO PARTE 2 FÍSIC - 2 o NO MÓDULO 25 CIRCUITOS ELÉTRICOS: INTRODUÇÃO PRTE 2 i 1 R 1 R 2 i 1 i g G B i i 2 R 4 D R g i 2 R 3 i Gerador R x G i G =0 R L 1 L 2 + E r i=i CC E i = r i=i CC U E 0 i CC i L 1 L 2 120V E

Leia mais

Geradores. a) Complete a tabela abaixo com os valores da corrente I. V(V) R( ) I(A) 1,14 7,55 0,15 1,10 4,40 1,05 2,62 0,40 0,96 1,60 0,85 0,94 0,90

Geradores. a) Complete a tabela abaixo com os valores da corrente I. V(V) R( ) I(A) 1,14 7,55 0,15 1,10 4,40 1,05 2,62 0,40 0,96 1,60 0,85 0,94 0,90 Geradores 1. (Espcex (Aman) 2013) A pilha de uma lanterna possui uma força eletromotriz de 1,5 V e resistência interna de 0,05 Ω. O valor da tensão elétrica nos polos dessa pilha quando ela fornece uma

Leia mais

PARTE IV COORDENADAS POLARES

PARTE IV COORDENADAS POLARES PARTE IV CRDENADAS PLARES Existem váios sistemas de coodenadas planas e espaciais que, dependendo da áea de aplicação, podem ajuda a simplifica e esolve impotantes poblemas geométicos ou físicos. Nesta

Leia mais

Prof. Dirceu Pereira

Prof. Dirceu Pereira Aula de UNIDADE - MOVIMENTO VERTICAL NO VÁCUO 1) (UFJF-MG) Um astonauta está na supefície da Lua quando solta, simultaneamente, duas bolas maciças, uma de chumbo e outa de madeia, de uma altua de,0 m em

Leia mais

Exercícios Eletrodinâmica

Exercícios Eletrodinâmica Exercícios Eletrodinâmica 01-Um gerador elétrico tem potência total 0,6 kw, quando percorrido por uma corrente de intensidade igual a 50 A. Qual a sua força eletromotriz. a) 30.000 V b) 100 V c) 120 V

Leia mais

EM423A Resistência dos Materiais

EM423A Resistência dos Materiais UNICAMP Univesidade Estadual de Campinas EM43A esistência dos Mateiais Pojeto Tação-Defomação via Medidas de esistência Pofesso: obeto de Toledo Assumpção Alunos: Daniel obson Pinto A: 070545 Gustavo de

Leia mais

Engenharia Electrotécnica e de Computadores Exercícios de Electromagnetismo Ficha 1

Engenharia Electrotécnica e de Computadores Exercícios de Electromagnetismo Ficha 1 Instituto Escola Supeio Politécnico de Tecnologia ÁREA INTERDEPARTAMENTAL Ano lectivo 010-011 011 Engenhaia Electotécnica e de Computadoes Eecícios de Electomagnetismo Ficha 1 Conhecimentos e capacidades

Leia mais

Leis de Kirchoff. a) 2, 2/3, 5/3 e 4. b) 7/3, 2/3, 5/3 e 4. c) 4, 4/3, 2/3 e 2. d) 2, 4/3, 7/3 e 5/3. e) 2, 2/3, 4/3 e 4.

Leis de Kirchoff. a) 2, 2/3, 5/3 e 4. b) 7/3, 2/3, 5/3 e 4. c) 4, 4/3, 2/3 e 2. d) 2, 4/3, 7/3 e 5/3. e) 2, 2/3, 4/3 e 4. Leis de Kirchoff 1. (Ita 2013) Considere o circuito elétrico mostrado na figura formado por quatro resistores de mesma resistência, R 10, e dois geradores ideais cujas respectivas forças eletromotrizes

Leia mais

Interbits SuperPro Web

Interbits SuperPro Web 1. (Unesp 2013) No dia 5 de junho de 2012, pôde-se obseva, de deteminadas egiões da Tea, o fenômeno celeste chamado tânsito de Vênus, cuja póxima ocoência se daá em 2117. Tal fenômeno só é possível poque

Leia mais

Antenas. Antena = transição entre propagação guiada (circuitos) e propagação não-guiada (espaço). Antena Isotrópica

Antenas. Antena = transição entre propagação guiada (circuitos) e propagação não-guiada (espaço). Antena Isotrópica Antenas Antena tansição ente popagação guiada (cicuitos) e popagação não-guiada (espaço). Antena tansmissoa: Antena eceptoa: tansfoma elétons em fótons; tansfoma fótons em elétons. Antena sotópica Fonte

Leia mais

FÍSICA - 2 o ANO MÓDULO 23 CIRCUITOS ELÉTRICOS: INTRODUÇÃO PARTE 1

FÍSICA - 2 o ANO MÓDULO 23 CIRCUITOS ELÉTRICOS: INTRODUÇÃO PARTE 1 FÍSICA - 2 o ANO MÓDULO 23 CIRCUITOS ELÉTRICOS: INTRODUÇÃO PARTE 1 A D + A + D i i i i B C B R C V V A V B R i V C V D A B C D A i + B A E i + r B A i A B A i V B P t GERADOR P u P d i F 60V 2,0Ω 1,0Ω

Leia mais

Aplicação da Lei Gauss: Algumas distribuições simétricas de cargas

Aplicação da Lei Gauss: Algumas distribuições simétricas de cargas Aplicação da ei Gauss: Algumas distibuições siméticas de cagas Como utiliza a lei de Gauss paa detemina D s, se a distibuição de cagas fo conhecida? s Ds. d A solução é fácil se conseguimos obte uma supefície

Leia mais

Rotor bobinado: estrutura semelhante ao enrolamento de estator. Rotor em gaiola de esquilo

Rotor bobinado: estrutura semelhante ao enrolamento de estator. Rotor em gaiola de esquilo Coente altenada é fonecida ao etato dietamente; Coente altenada cicula no cicuito de oto po indução, ou ação tanfomado; A coente de etato (que poui uma etutua n-fáica) poduzem um campo giante no entefeo;!"

Leia mais

Geradores e Receptores

Geradores e Receptores Geadoes e Receptoes Extensivo Física Aula 6 1. Geado elético Dispositivo que ealiza a tansfomação de outa foma de enegia ( mecânica, química, etc.) em enegia elética. Exemplos: bateias, pilhas, etc. i

Leia mais

As leituras no voltímetro V e no amperímetro A, ambos ideais, são, respectivamente,

As leituras no voltímetro V e no amperímetro A, ambos ideais, são, respectivamente, 1. (Espcex (Aman) 015) Em um circuito elétrico, representado no desenho abaixo, o valor da força eletromotriz (fem) do gerador ideal é E 1,5 V, e os valores das resistências dos resistores ôhmicos são

Leia mais

Associação de Geradores

Associação de Geradores Associação de Geradores 1. (Epcar (Afa) 2012) Um estudante dispõe de 40 pilhas, sendo que cada uma delas possui fem igual a 1,5 V e resistência interna de 0,25. Elas serão associadas e, posteriormente,

Leia mais

Os Fundamentos da Física

Os Fundamentos da Física TEMA ESPECAL DNÂMCA DAS TAÇÕES 1 s Fundamentos da Física (8 a edição) AMALH, NCLAU E TLED Tema especial DNÂMCA DAS TAÇÕES 1. Momento angula de um ponto mateial, 1 2. Momento angula de um sistema de pontos

Leia mais

RESOLUÇÃO DA AVALIAÇÃO DE MATEMÁTICA 2 o ANO DO ENSINO MÉDIO DATA: 10/08/13 PROFESSOR: MALTEZ

RESOLUÇÃO DA AVALIAÇÃO DE MATEMÁTICA 2 o ANO DO ENSINO MÉDIO DATA: 10/08/13 PROFESSOR: MALTEZ ESOLUÇÃO DA AALIAÇÃO DE MATEMÁTICA o ANO DO ENSINO MÉDIO DATA: 0/08/ POFESSO: MALTEZ QUESTÃO 0 A secção tansvesal de um cilindo cicula eto é um quadado com áea de m. O volume desse cilindo, em m, é: A

Leia mais

MESTRADO EM MACROECONOMIA e FINANÇAS Disciplina de Computação. Aula 05. Prof. Dr. Marco Antonio Leonel Caetano

MESTRADO EM MACROECONOMIA e FINANÇAS Disciplina de Computação. Aula 05. Prof. Dr. Marco Antonio Leonel Caetano MESTRADO EM MACROECONOMIA e FINANÇAS Disciplina de Computação Aula 5 Pof. D. Maco Antonio Leonel Caetano Guia de Estudo paa Aula 5 Poduto Vetoial - Intepetação do poduto vetoial Compaação com as funções

Leia mais

FÍSICA 3 Fontes de Campo Magnético. Prof. Alexandre A. P. Pohl, DAELN, Câmpus Curitiba

FÍSICA 3 Fontes de Campo Magnético. Prof. Alexandre A. P. Pohl, DAELN, Câmpus Curitiba FÍSICA 3 Fontes de Campo Magnético Pof. Alexande A. P. Pohl, DAELN, Câmpus Cuitiba EMENTA Caga Elética Campo Elético Lei de Gauss Potencial Elético Capacitância Coente e esistência Cicuitos Eléticos em

Leia mais

)25d$0$*1e7,&$62%5( &21'8725(6

)25d$0$*1e7,&$62%5( &21'8725(6 73 )5d$0$*1e7,&$6%5( &1'875(6 Ao final deste capítulo você deveá se capaz de: ½ Explica a ação de um campo magnético sobe um conduto conduzindo coente. ½ Calcula foças sobe condutoes pecoidos po coentes,

Leia mais

SEGUNDA LEI DE NEWTON PARA FORÇA GRAVITACIONAL, PESO E NORMAL

SEGUNDA LEI DE NEWTON PARA FORÇA GRAVITACIONAL, PESO E NORMAL SEUNDA LEI DE NEWON PARA FORÇA RAVIACIONAL, PESO E NORMAL Um copo de ssa m em queda live na ea está submetido a u aceleação de módulo g. Se despezamos os efeitos do a, a única foça que age sobe o copo

Leia mais

Unidade 13 Noções de Matemática Financeira. Taxas equivalentes Descontos simples e compostos Desconto racional ou real Desconto comercial ou bancário

Unidade 13 Noções de Matemática Financeira. Taxas equivalentes Descontos simples e compostos Desconto racional ou real Desconto comercial ou bancário Unidade 13 Noções de atemática Financeia Taxas equivalentes Descontos simples e compostos Desconto acional ou eal Desconto comecial ou bancáio Intodução A atemática Financeia teve seu início exatamente

Leia mais

Objetivo Estudo do efeito de sistemas de forças não concorrentes.

Objetivo Estudo do efeito de sistemas de forças não concorrentes. Univesidade edeal de lagoas Cento de Tecnologia Cuso de Engenhaia Civil Disciplina: Mecânica dos Sólidos 1 Código: ECIV018 Pofesso: Eduado Nobe Lages Copos Rígidos: Sistemas Equivalentes de oças Maceió/L

Leia mais

Ligação em curto-circuito

Ligação em curto-circuito Ligação em curto-circuito 1 Fig. 14.1 14.1. Denomina-se reostato a qualquer resistor de resistência variável. Representamos o reostato pelos símbolos da Fig. 14.1. Submetendo a uma tensão constante igual

Leia mais

Equações Básicas na Forma Integral - I. Prof. M. Sc. Lúcio P. Patrocínio

Equações Básicas na Forma Integral - I. Prof. M. Sc. Lúcio P. Patrocínio Fenômenos de Tanspote Equações Básicas na Foma Integal - I Pof. M. Sc. Lúcio P. Patocínio Objetivos Entende a utilidade do teoema de Tanspote de Reynolds. Aplica a equação de consevação da massa paa balancea

Leia mais

Aula 4 Análise Circuitos Elétricos Prof. Marcio Kimpara

Aula 4 Análise Circuitos Elétricos Prof. Marcio Kimpara ELETICIDADE Aula 4 Análise Circuitos Elétricos Prof. Marcio Kimpara Universidade Federal de Mato Grosso do Sul 2 Fonte elétrica As fontes elétricas mantém a diferença de potencial (ddp) necessária para

Leia mais

Questão 1. Questão 2. Questão 3. alternativa C. alternativa E

Questão 1. Questão 2. Questão 3. alternativa C. alternativa E Questão 1 Dois pilotos iniciaam simultaneamente a disputa de uma pova de automobilismo numa pista cuja extensão total é de, km. Enquanto Máio leva 1,1 minuto paa da uma volta completa na pista, Júlio demoa

Leia mais

3 - DESCRIÇÃO DO ELEVADOR. Abaixo apresentamos o diagrama esquemático de um elevador (obtido no site da Atlas Schindler).

3 - DESCRIÇÃO DO ELEVADOR. Abaixo apresentamos o diagrama esquemático de um elevador (obtido no site da Atlas Schindler). 3 - DESCRIÇÃO DO EEVADOR Abaixo apesentamos o diagama esquemático de um elevado (obtido no site da Atlas Schindle). Figua 1: Diagama esquemático de um elevado e suas pates. No elevado alvo do pojeto, a

Leia mais

Campo Magnético produzido por Bobinas Helmholtz

Campo Magnético produzido por Bobinas Helmholtz defi depatamento de física Laboatóios de Física www.defi.isep.ipp.pt Campo Magnético poduzido po Bobinas Helmholtz Instituto Supeio de Engenhaia do Poto- Depatamento de Física ua D. António Benadino de

Leia mais

Prof.: Geraldo Barbosa Filho

Prof.: Geraldo Barbosa Filho AULA 07 GERADORES E RECEPTORES 5- CURVA CARACTERÍSTICA DO GERADOR 1- GERADOR ELÉTRICO Gerador é um elemento de circuito que transforma qualquer tipo de energia, exceto a elétrica, em energia elétrica.

Leia mais

Motores Elétricos. IX.1 Motores de Indução Trifásicos (MIT)

Motores Elétricos. IX.1 Motores de Indução Trifásicos (MIT) Eletotécnica Geal IX. Motoes Eléticos IX Motoes Eléticos Um moto elético é uma máquina capaz de tansfoma enegia elética em enegia mecânica, utilizando nomalmente o pincípio da eação ente dois campos magnéticos.

Leia mais

Resoluções dos exercícios propostos

Resoluções dos exercícios propostos da físca ndade Capítulo 9 Geadoes elétcos esoluções dos execícos popostos 1 P.19 Dados: 4 ; 1 Ω; 0 a) 0 4 1 4 b) Pot g Pot g 4 4 Pot g 96 W Pot º Pot º 0 4 Pot º 80 W Pot d Pot g Pot º Pot d 96 80 Pot

Leia mais

q = (Unidade: 1 C = 1A) t I m

q = (Unidade: 1 C = 1A) t I m 1 Corrente Elétrica Como visto no modulo anterior, os materiais condutores, devido as suas características físicas, formam elétrons livres quando de suas ligações atômicas. Contudo essas partículas que

Leia mais

Módulo 5: Conteúdo programático Eq da continuidade em Regime Permanente. Escoamento dos Fluidos - Equações Fundamentais

Módulo 5: Conteúdo programático Eq da continuidade em Regime Permanente. Escoamento dos Fluidos - Equações Fundamentais Módulo 5: Conteúdo pogamático Eq da continuidade em egime Pemanente Bibliogafia: Bunetti, F. Mecânica dos Fluidos, São Paulo, Pentice Hall, 7. Eoamento dos Fluidos - Equações Fundamentais Popiedades Intensivas:

Leia mais

2)Dada a associação da figura, sabe- se que a ddp entre os pontos A e B, vale 80V. Determine:

2)Dada a associação da figura, sabe- se que a ddp entre os pontos A e B, vale 80V. Determine: Resistores em Série e em Paralelo 1) Determine a resistência equivalente, entre os terminais A e B, da associação na figura a seguir. 2)Dada a associação da figura, sabe- se que a ddp entre os pontos A

Leia mais

Questão 2. Questão 1. Resposta. Resposta

Questão 2. Questão 1. Resposta. Resposta Atenção: Esceva a esolução COMPLETA de cada questão no espaço esevado paa a mesma. Não basta esceve apenas o esultado final: é necessáio mosta os cálculos e o aciocínio utilizado. Utilize g 10m/s e π3,

Leia mais

Resistores e Associação de Resistores

Resistores e Associação de Resistores Parte I Resistores e Associação de Resistores 1. (Ufmg 2012) Arthur monta um circuito com duas lâmpadas idênticas e conectadas à mesma bateria, como mostrado nesta figura: c) 8. d) 12. e) 15. 4. (Ufu 2011)

Leia mais

Condensador esférico Um condensador esférico é constituído por uma esfera interior de raio R e carga

Condensador esférico Um condensador esférico é constituído por uma esfera interior de raio R e carga onensao esféico Um conensao esféico é constituío po uma esfea inteio e aio e caga + e uma supefície esféica exteio e aio e caga. a) Detemine o campo eléctico e a ensiae e enegia em too o espaço. b) alcule

Leia mais

Receptores elétricos

Receptores elétricos Receptores elétricos Receptor elétrico é qualquer dispositivo que transforma energia elétrica em outra forma de energia que não seja exclusivamente térmica,se lembre que os resistores são os dispositivos

Leia mais

IFSul Cmpus Visconde da Graça 1

IFSul Cmpus Visconde da Graça 1 9- COENTE ELÉTICA 9.- CONCEITO É o movimento ordenado de cargas elétricas de um condutor. Condutor Metálico: os portadores de carga são os elétrons livres (metais e grafite). Condutor Líquido: os portadores

Leia mais

FÍSICA LISTA DE EXERCÍCIOS APOSTILA 13. c) o objetivo do resistor R neste circuito é transformar energia elétrica em energia luminosa.

FÍSICA LISTA DE EXERCÍCIOS APOSTILA 13. c) o objetivo do resistor R neste circuito é transformar energia elétrica em energia luminosa. FÍSICA Prof. Cazuza LISTA DE EXERCÍCIOS APOSTILA 13 1. (G1 - ifsc 01) Um estudante do ensino médio quer montar em seu quarto um circuito com quatro lâmpadas idênticas com a seguinte especificação (,0 V

Leia mais

Ponte de Wheatstone. e) 1min Ω 1max. De R 20 a R 30Ω. De R 10 a R 25Ω De R 9,0 a R 23Ω De R 7,7 a R 9,0Ω

Ponte de Wheatstone. e) 1min Ω 1max. De R 20 a R 30Ω. De R 10 a R 25Ω De R 9,0 a R 23Ω De R 7,7 a R 9,0Ω Ponte de Wheatstone 1. (Ita 2012 nível difícil) Alguns tipos de sensores piezorresistivos podem ser usados na confecção de sensores de pressão baseados em pontes de Wheatstone. Suponha que o resistor R

Leia mais

Exp. 10 - RESSONÂNCIA

Exp. 10 - RESSONÂNCIA apítulo Exp. 0 - RESSONÂNIA EÉTRIA. OBJETIVOS Estudo das oscilações eléticas foçadas em cicuitos essonantes em séie e em paalelo..2 PARTE TEÓRIA Muitos sistemas físicos estáticos e estáveis, quando momentaneamente

Leia mais

LISTA de GRAVITAÇÃO PROFESSOR ANDRÉ

LISTA de GRAVITAÇÃO PROFESSOR ANDRÉ LISA de GRAVIAÇÃO PROFESSOR ANDRÉ 1. (Ufgs 01) Em 6 de agosto de 01, o jipe Cuiosity" pousou em ate. Em um dos mais espetaculaes empeendimentos da ea espacial, o veículo foi colocado na supefície do planeta

Leia mais

Associação de Resistores

Associação de Resistores Associação de Resistores 1. (Pucrj 2013) No circuito mostrado na figura, a diferença de potencial entre os pontos B e A vale, em Volts: a) 3,0 b) 1,0 c) 2,0 d) 4,5 e) 0,75 2. (Uerj 2011) Observe a representação

Leia mais

CAPÍTULO 4 4.1 GENERALIDADES

CAPÍTULO 4 4.1 GENERALIDADES CAPÍTULO 4 PRIMEIRA LEI DA TERMODINÂMICA Nota de aula pepaada a pati do livo FUNDAMENTALS OF ENGINEERING THERMODINAMICS Michael J. MORAN & HOWARD N. SHAPIRO. 4. GENERALIDADES Enegia é um conceito fundamental

Leia mais

Exercícios sobre Circuitos Elétricos Simples com Gabarito

Exercícios sobre Circuitos Elétricos Simples com Gabarito Exercícios sobre Circuitos Elétricos Simples com Gabarito 1) (Mack-1996) Um capacitor plano é ligado aos pontos A e B do circuito a seguir e o amperímetro ideal A acusa a passagem da corrente de 0,10A.

Leia mais

Leis de Kirchhoff. 2. (Fuvest-gv) No circuito esquematizado a seguir, o amperímetro acusa uma corrente de 30 ma.

Leis de Kirchhoff. 2. (Fuvest-gv) No circuito esquematizado a seguir, o amperímetro acusa uma corrente de 30 ma. TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO (Ufpe) Constantes físicas necessárias para a solução dos problemas: aceleração da gravidade: 10 m/s constante de Planck: 6,6 x 10 J.s 1. Calcule o potencial elétrico no ponto

Leia mais

. Essa força é a soma vectorial das forças individuais exercidas em q 0 pelas várias cargas que produzem o campo E r. Segue que a força q E

. Essa força é a soma vectorial das forças individuais exercidas em q 0 pelas várias cargas que produzem o campo E r. Segue que a força q E 7. Potencial Eléctico Tópicos do Capítulo 7.1. Difeença de Potencial e Potencial Eléctico 7.2. Difeenças de Potencial num Campo Eléctico Unifome 7.3. Potencial Eléctico e Enegia Potencial Eléctica de Cagas

Leia mais

Eletrodinâmica. Circuito Elétrico

Eletrodinâmica. Circuito Elétrico Eletrodinâmica Circuito Elétrico Para entendermos o funcionamento dos aparelhos elétricos, é necessário investigar as cargas elétricas em movimento ordenado, que percorrem os circuitos elétricos. Eletrodinâmica

Leia mais

ACESSO FÍSICA LISTA 2 (POTENCIA ELÉTRICA E CIRCUITOS)

ACESSO FÍSICA LISTA 2 (POTENCIA ELÉTRICA E CIRCUITOS) ACESSO FÍSICA LISTA 2 (POTENCIA ELÉTRICA E CIRCUITOS) 22. Considerando a tarifa aproximada de R$ 0,40 por kwh cobrada pela Copel em Curitiba, calcule o custo mensal (30 dias) dos banhos de uma família

Leia mais

Resistência dos Materiais IV Lista de Exercícios Capítulo 2 Critérios de Resistência

Resistência dos Materiais IV Lista de Exercícios Capítulo 2 Critérios de Resistência Lista de Execícios Capítulo Citéios de Resistência 0.7 A tensão de escoamento de um mateial plástico é y 0 MPa. Se esse mateial é submetido a um estado plano de tensões ocoe uma falha elástica quando uma

Leia mais

Capítulo 04. Geradores Elétricos. 1. Definição. 2. Força Eletromotriz (fem) de um Gerador. 3. Resistência interna do gerador

Capítulo 04. Geradores Elétricos. 1. Definição. 2. Força Eletromotriz (fem) de um Gerador. 3. Resistência interna do gerador 1. Definição Denominamos gerador elétrico todo dispositivo capaz de transformar energia não elétrica em energia elétrica. 2. Força Eletromotriz (fem) de um Gerador Para os geradores usuais, a potência

Leia mais

Associação mista de resistores

Associação mista de resistores Associação mista de resistores 1 13.1. Tendo em vista a Fig. 13.1 analise as afirmativas abaixo: I. Os resistores R 1 e R 2 estão ligados em série. II. Os resistores R 1 e R 3 estão ligados em paralelo.

Leia mais

Dimensionamento de uma placa de orifício

Dimensionamento de uma placa de orifício Eata de atigo do engenheio Henique Bum da REBEQ 7-1 Po um eo de fechamento de mateial de ilustação, pate do atigo do Engenheio Químico Henique Bum, publicado na seção EQ na Palma da Mão, na edição 7-1

Leia mais

DESENVOLVIMENTO E APLICAÇÃO DE GERADOR DE INDUÇÃO TRIFÁSICO CONECTADO ASSINCRONAMENTE À REDE MONOFÁSICA

DESENVOLVIMENTO E APLICAÇÃO DE GERADOR DE INDUÇÃO TRIFÁSICO CONECTADO ASSINCRONAMENTE À REDE MONOFÁSICA DESENVOLVIMENTO E APLICAÇÃO DE GERADOR DE INDUÇÃO TRIFÁSICO CONECTADO ASSINCRONAMENTE À REDE MONOFÁSICA LIMA, Nélio Neves; CUNHA, Ygho Peteson Socoo Alves MARRA, Enes Gonçalves. Escola de Engenhaia Elética

Leia mais

GERADORES. Figura 5.1 (a) Gerador não ideal. (b) Gerador não ideal com a resistência interna r explicita no diagrama.

GERADORES. Figura 5.1 (a) Gerador não ideal. (b) Gerador não ideal com a resistência interna r explicita no diagrama. ELEICIDADE CAPÍULO 5 GEADOES Cofome visto o Capítulo, o geado é uma máquia elética capaz de estabelece uma difeeça de potecial elético (ddp) costate (ou fime) ete os extemos de um coduto elético, de maeia

Leia mais

ESCOLA DE ESPECIALISTAS DE AERONÁUTICA CONCURSO DE ADMISSÃO AO CFS B 2/2002 PROVA DE MATEMÁTICA FÍSICA QUÍMICA

ESCOLA DE ESPECIALISTAS DE AERONÁUTICA CONCURSO DE ADMISSÃO AO CFS B 2/2002 PROVA DE MATEMÁTICA FÍSICA QUÍMICA ESCOL DE ESPECILISTS DE ERONÁUTIC CONCURSO DE DMISSÃO O CS /00 PROV DE MTEMÁTIC ÍSIC QUÍMIC CÓDIGO D PROV 9 MRQUE NO CRTÃO DE RESPOSTS O CÓDIGO D PROV. s questões de 0 a 0 efeem se a Matemática 0 Se a

Leia mais

75$%$/+2(327(1&,$/ (/(75267È7,&2

75$%$/+2(327(1&,$/ (/(75267È7,&2 3 75$%$/+(37(&,$/ (/(7567È7,& Ao final deste capítulo você deveá se capa de: ½ Obte a epessão paa o tabalho ealiado Calcula o tabalho que é ealiado ao se movimenta uma caga elética em um campo elético

Leia mais

2.6 RETRODISPERSÃO DE RUTHERFORD. 2.6.1 Introdução

2.6 RETRODISPERSÃO DE RUTHERFORD. 2.6.1 Introdução Capítulo Técnicas de Caacteização Estutual: RS.6 RETRODISPERSÃO DE RUTHERFORD.6. Intodução De modo a complementa a análise estutual das váias amostas poduzidas paa este tabalho, foi utilizada a técnica

Leia mais

ALUNO(a): LISTA DE EXERCÍCIOS DE FÍSICA 2 o Bimestre L1

ALUNO(a): LISTA DE EXERCÍCIOS DE FÍSICA 2 o Bimestre L1 GOIÂNIA, / / 2015 PROFESSOR: Fabrízio Gentil Bueno DISCIPLINA: FÍSICA SÉRIE: 3 o ALUNO(a): NOTA: No Anhanguera você é + Enem LISTA DE EXERCÍCIOS DE FÍSICA 2 o Bimestre L1 01 - (FPS PE) Um circuito elétrico

Leia mais

Gregos(+2000 anos): Observaram que pedras da região Magnézia (magnetita) atraiam pedaços de ferro;

Gregos(+2000 anos): Observaram que pedras da região Magnézia (magnetita) atraiam pedaços de ferro; O Campo Magnético 1.Intodução: Gegos(+2000 anos): Obsevaam que pedas da egião Magnézia (magnetita) ataiam pedaços de feo; Piee Maicout(1269): Obsevou a agulha sobe imã e macou dieções de sua posição de

Leia mais

GERADORES, RECEPTORES E POTÊNCIA

GERADORES, RECEPTORES E POTÊNCIA AULA 22 GERADORES, RECEPTORES E POTÊNCIA 1- GERADORES ELÉTRICOS Gerador elétrico é todo elemento que transforma energia não elétrica em energia elétrica. Observe que o gerador não gera energia e sim transforma

Leia mais

Apostila de Revisão de Eletrodinâmica: 1ª Lei de Ohm, Potência e Energia Elétrica, Associação de Resistores e Circuito Elétrico

Apostila de Revisão de Eletrodinâmica: 1ª Lei de Ohm, Potência e Energia Elétrica, Associação de Resistores e Circuito Elétrico Apostila de Revisão de Eletrodinâmica: 1ª Lei de Ohm, Potência e Energia Elétrica, Associação de Resistores e Circuito Elétrico 1. (G1 - cftmg 2013) O meio que conduz melhor a eletricidade é a(o) a) ar,

Leia mais

UNIVERSIDADE DE TAUBATÉ FACULDADE DE ENGENHARIA CIVIL CÁLCULO VETORIAL

UNIVERSIDADE DE TAUBATÉ FACULDADE DE ENGENHARIA CIVIL CÁLCULO VETORIAL OBJETIVOS DO CURSO UNIVERSIDADE DE TAUBATÉ FACULDADE DE ENGENHARIA CIVIL CÁLCULO VETORIAL Fonece ao aluno as egas básicas do cálculo vetoial aplicadas a muitas gandezas na física e engenhaia (noção de

Leia mais

UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANE

UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANE UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANE Faculdade de Engenhaia Tansmissão de calo 3º Ano Aula 4 Aula Pática- Equação Difeencial de Tansmissão de Calo e as Condições de Contono Poblema -4. Calcula a tempeatua no

Leia mais

Células solares de TiO 2 sensibilizado por corante

Células solares de TiO 2 sensibilizado por corante Revista Basileia de Ensino de Física, v. 28, n. 1, p. 77-84, (2006) www.sbfisica.og.b Células solaes de TiO 2 sensibilizado po coante (TiO 2 dye sensitized sola cells) J.S. Agnaldo 1, J.B.V. Bastos 1,2,

Leia mais

Notas de Aula de Física

Notas de Aula de Física Vesão pelimina de setembo de Notas de Aula de ísica 8. CONSRVAÇÃO DA NRGIA... ORÇAS CONSRVATIVAS NÃO-CONSRVATIVAS... TRABALHO NRGIA POTNCIAL... 4 ORÇAS CONSRVATIVAS - NRGIA MCÂNICA... 4 negia potencial

Leia mais

Aulas 19 a 23. 1. (Fuvest 2012)

Aulas 19 a 23. 1. (Fuvest 2012) 1. (Fuvest 01) A figura acima representa, de forma esquemática, a instalação elétrica de uma residência, com circuitos de tomadas de uso geral e circuito específico para um chuveiro elétrico. Nessa residência,

Leia mais

CAMPO ELÉCTRICO NO EXTERIOR DE CONDUTORES LINEARES

CAMPO ELÉCTRICO NO EXTERIOR DE CONDUTORES LINEARES CAMPO ELÉCTRICO NO EXTERIOR DE CONDUTORES LINEARES 1. Resumo A coente que passa po um conduto poduz um campo magnético à sua volta. No pesente tabalho estuda-se a vaiação do campo magnético em função da

Leia mais

F-328-2 º Semestre de 2013 Coordenador. José Antonio Roversi IFGW-DEQ-Sala 216 roversi@ifi.unicamp.br

F-328-2 º Semestre de 2013 Coordenador. José Antonio Roversi IFGW-DEQ-Sala 216 roversi@ifi.unicamp.br F-38 - º Semeste de 013 Coodenado. José Antonio Rovesi IFGW-DEQ-Sala 16 ovesi@ifi.unicamp.b 1- Ementa: Caga Elética Lei de Coulomb Campo Elético Lei de Gauss Potencial Elético Capacitoes e Dieléticos Coente

Leia mais