Variação e Controle da Pressão Arterial e Hipertensão Arterial Sistêmica. Paulo José Bastos Barbosa Semiologia Médica I

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1 Variação e Controle da Pressão Arterial e Hipertensão Arterial Sistêmica Paulo José Bastos Barbosa Semiologia Médica I

2 Taxas de mortalidade por DCV e suas diferentes causas no Brasil, em 2007 (DIRETRIZES BRASILEIRAS DE HIPERTENSÃO VI / Rev Bras Hipertens vol.17(1):7-10, 2010)

3 Pressão Arterial = Débito Cardíaco X Resistência Periférica

4 Mecanismos de Variação e Controle da PA Controle Neurogênico Sistema Renina-Angiotensina- Aldosterona Sistema calicreína-cininas Fatores Endoteliais

5 Controle Neural (Rev Bras Hipertens vol.14(4): , 2007).

6 Sistema Renina-angiotensinaaldosterona

7 Peptideos Vasoativos Sistema cinina-calicreina Vasopressina Disfunção Endotelial: Desbalançoentre fatores vasodilatadores (p. ex: NO) e vasoconstrictores (p. ex: endotelina). Estresse oxidativo.

8 Hipertensão Arterial Fatores Genéticos & Fatores Ambientais

9 Ingesta de Sal e Hipertensão Arterial ***p< 0,001 (BMJ ; 297 (30): , 1988)

10 Hipertensão arterial: aspectos comportamentais Estresse e migração Keil et al. estudaram, em 1980, mulheres naturais da Índia e que tinham migrado para Londres; estas foram comparadas com mulheres habitantes da Índia. Joseph et al. estudaram em 1983 homens e mulheres migrantes de Tokelau que tinham se mudado para a Nova Zelândia e estes foram comparados com habitantes nativos em Tokelau. Jiang et al. estudaram, em 1991, fazendeiros Yi, homens e mulheres, que tinham migrado para centros urbanosna China e estes foram comparados com fazendeiros Yi que não migraram. Green e Peled estudaram, em 1992, judeus que tinham chegado de diferentes países e que tinham migrado para centros urbanos em Israel e que foram comparados com judeus nativos de Israel. Bursztyn e Raz estudaram, em 1995, homens migrantes da Etiópia que tinham migrado há um longo tempo para centros urbanos de Israel e comparados com homens migrantes da Etiópia que tinham migrado recentemente. (Rev Bras Hipertens vol.17(4): , 2010)

11 Hipertensão arterial: aspectos comportamentais Estresse e migração (Rev Bras Hipertens vol.17(4): , 2010)

12 Pressão Arterial = Débito Cardíaco X Resistência Periférica Alterações Funcionais Vasoconstricção ativa em consequência de: Tônus intrínseco das arteríolas (auto-regulação) Ação simpática Fatores vasodilatadores derivadas do endotélio Alterações Estruturais Hipertrofia e/ou remodelamento vascular Ativação Simpática SRAA Outros Mediadores Vasoativos Endotélio Fatores Ambientais: Estresse, obesidade, sal, sedentarismo, climatério. Fatores Genéticos: Alterações monogênicas e poligênicas

13 Remodelação Vascular na HAS Pequenas artérias Remodelamento eutrófico Grandes artérias Remodelamento hipertrófico (J Hypertens 24:983, 2006)

14 Orgãos-alvo na Hipertensão Arterial

15 Hipertensão Arterial Primária Formas secundárias (< 5% dos casos): Doença renovascular, hiperaldosteronismo, síndrome de apnéia do sono, etc.

16 Hipertensão Sistólica PAS > 140 mmhg e PAD < 90 mmhg Fisiopatologia Resulta do enrijecimento e da redução da complacência vascular relacionados a idade.

17 Fisiopatologia da Hipertensão Sistólica

18 Hipertensão Sistólica vs Risco Cardiovascular (Circulation. 1997;95: )

19 Diagnóstico da Hipertensão Arterial Sistêmica

20 Classificação da pressão arterial de acordo com a medida casual no consultório (> 18 anos) (DIRETRIZES BRASILEIRAS DE HIPERTENSÃO VI / Rev Bras Hipertens vol.17(1):7-10, 2010)

21 Classificação da pressão arterial para crianças e adolescentes (DIRETRIZES BRASILEIRAS DE HIPERTENSÃO VI / Rev Bras Hipertens vol.17(1):7-10, 2010)

22

23 Recomendações Para a Medida da Pressão Arterial (DIRETRIZES BRASILEIRAS DE HIPERTENSÃO VI / Rev Bras Hipertens vol.17(1):7-10, 2010)

24 Recomendações Para a Medida da Pressão Arterial (DIRETRIZES BRASILEIRAS DE HIPERTENSÃO VI / Rev Bras Hipertens vol.17(1):7-10, 2010)

25 Dimensões da bolsa de borracha para diferentes circunferências de braço em crianças e adultos (DIRETRIZES BRASILEIRAS DE HIPERTENSÃO VI / Rev Bras Hipertens vol.17(1):7-10, 2010)

26 Medida da pressão arterial no consultório Na primeira avaliação, as medidas devem ser obtidas em ambos os braços e, em caso de diferença, deve-se utilizar como referência sempre o braço com o maior valor para as medidas subsequentes. Em cada consulta deverão ser realizadas pelo menos três medidas, sugere-se o intervalo de um minuto entre elas. A media das duas ultimas deve ser considerada a PA real.

27 Outras Formas de Registro da PA Automedida da pressão arterial (AMPA); Monitorização residencial da pressão arterial (MRPA); Monitorização ambulatorial da pressão arterial de 24 horas (MAPA).

A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é uma condição clínica multifatorial caracterizada por níveis elevados e sustentados de pressão arterial (PA).

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