I - DA FINALIDADE II - DA DEFINIÇÃO III DA JORNADA E DO HORÁRIO DE TRABALHO

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1 I - DA FINALIDADE 1. Este Normativo de Pessoal tem por finalidade regulamentar a jornada de trabalho dos empregados do Conselho Federal de Medicina CFM. II - DA DEFINIÇÃO 2. Entende-se por jornada de trabalho a duração normal do trabalho, no CFM, que não exceda a 8 (oito) horas diárias, desde que não haja fixado expressamente outro limite A duração normal do trabalho poderá ser acrescida de horas suplementares, em número não excedente de 2 (duas), mediante acordo escrito entre o CFM e o empregado, ou mediante convenção coletiva de trabalho. III DA JORNADA E DO HORÁRIO DE TRABALHO 3. A jornada normal de trabalho é de 8 (oito) horas diárias, perfazendo um total de 40 (quarenta) horas semanais, distribuídas em 2 (dois) turnos - 08h 30min às 12h 00min e de 14h 00min às 18h 30min, com intervalo de duas horas para repouso e alimentação O CFM adota o sistema de horário móvel e horário núcleo Para o horário núcleo são considerados os seguintes turnos: 09h 00 min às 11h 30 min 14h 30 min às 18h 00 min Para o horário móvel serão considerados até 30 (trinta) minutos antes ou após o início do primeiro turno e após o início do segundo turno Os 30 (trinta) minutos relativos ao horário móvel, após o início do primeiro e segundo turno, caso sejam utilizados pelo empregado, deverão ser compensados durante o mesmo dia Os 30 (trinta) minutos relativos ao horário móvel, antes do início do primeiro turno, caso sejam utilizados pelo empregado, deverão ser compensados no final de cada período do expediente. 4. A jornada de trabalho expressa em lei, que não coincida com o expediente normal do CFM será fixada pela respectiva chefia imediata, com a aprovação do Secretário-Geral. 1

2 5. Podem ser autorizados horários e jornadas diferentes firmados em contrato ou em norma específica conforme a atividade exercida e a necessidade do serviço, com assentimento do empregado, do Chefe Imediato, do Diretor e do Secretário-Geral. IV DAS FALTAS E IMPONTUALIDADES 6. Será considerada falta, o não comparecimento ao trabalho, não justificado ou justificado e não abonado pela chefia imediata, pelo Diretor e pelo Secretário-Geral. 7. O empregado deverá comunicar, previamente, sua ausência ou não comparecimento, ao chefe imediato, sempre que possível. 8. As faltas ao trabalho determinarão correspondentes descontos nos salários dos empregados e serão consideradas disciplinares, sujeitas às punições previstas no Regulamento de Pessoal. 9. As faltas e impontualidades serão computadas para efeito de concessões em que a assiduidade e a pontualidade sejam consideradas. 10. O abono de faltas justificadas por interesse particular, para fim de percepção de salários, será de competência do Secretário-Geral. V DO SERVIÇO EXTRAORDINÁRIO 11. Serviço Extraordinário é a realização de trabalho fora da duração normal do trabalho. 12. Por necessidade de serviço, a jornada de trabalho poderá ser prorrogada por 2 (duas) horas mediante acordo escrito entre o CFM e o empregado, ou em norma específica e, excepcionalmente, em se tratando de serviços inadiáveis, por tempo maior, observada a legislação vigente As horas que excedem às 40 (quarenta) horas semanais são consideradas extras e serão remuneradas de acordo com a legislação vigente, preferencialmente não excedendo 2 (duas) horas/dia O serviço extraordinário somente poderá ser feito com prévia autorização, por escrito, do Chefe Imediato, do Diretor e do Secretário-Geral, devendo ser realizado apenas quando da necessidade de realização de atividades laborais reconhecidamente extraordinárias. 2

3 13. A proposta para a realização de serviço extraordinário deverá ser submetida ao Secretário- Geral, pela chefia imediata e Diretor, no formulário Prorrogação de Jornada de Trabalho (Anexo 1), e deverá conter: justificativa para a realização do serviço fora da jornada normal de trabalho; e especificação do limite de horas extraordinárias necessárias e o período em que deverão ser realizadas. 14. O serviço extraordinário prestado no horário do almoço não poderá exceder a 1 (uma) hora. 15. A liberação da utilização do crachá do empregado convocado para a realização de serviços extraordinários, nos finais de semana, deverá ser previamente solicitada, por escrito, pela chefia imediata ao Setor de Pessoal - SEPES. 16. Não fazem jus a horas extras, os empregados em: Viagens a serviço Cursos e treinamentos. 17. O serviço extraordinário deve ser previamente ajustado entre o CFM e o empregado, na forma indicada, sob pena de não ser reconhecido como tal e ficar caracterizado o descumprimento das regras, por parte do empregado e responsáveis pelo serviço. VI - DO CONTROLE DE FREQÜÊNCIA 18. Controle de Freqüência é o registro obrigatório da hora de entrada e de saída, em conformidade com o horário de trabalho estabelecido. 19. O controle de freqüência no CFM é aplicado a todos os empregados É obrigatório o registro dos horários de entrada e saída, inclusive os destinados a descanso e alimentação, dentro da jornada de trabalho, salvo exceções autorizadas pelo Secretário-Geral, com a anuência do Diretor responsável, quando for o caso. 20. O controle de freqüência ao trabalho é feito por meio de ponto eletrônico. 21. Cada empregado recebe do CFM um cartão magnético de ponto, de uso pessoal e intransferível, com código de barras, para registro de entrada e saída. 3

4 22. O SEPES emitirá, semanalmente, relatório de divergências apuradas nos registros diários e encaminhará às chefias imediatas para análise, controle e abono das ausências consideradas justificadas. VII - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS 23. Não serão descontadas nem computadas como horas extras as variações de horário no registro de ponto não excedentes de 5 (cinco) minutos, observado o limite máximo de 10 (dez) minutos diários (CLT, art. 58, 1º, com redação acrescentada pela Lei nº , de 19/06/01). 24. É da responsabilidade de cada empregado o uso e guarda do crachá pessoal. 25. Em caso de perda ou extravio do crachá, deverá ser comunicado imediatamente ao SEPES, para bloqueio e emissão de 2ª via. 26. É da responsabilidade do SEPES administrar a utilização dos instrumentos adotados para o controle de freqüência e zelar pelo cumprimento dos procedimentos e normas estabelecidos neste documento. VIII DAS DISPOSIÇÕES FINAIS 27. Os casos não previstos neste Normativo de Pessoal serão resolvidos pela Diretoria, nos termos da legislação vigente. 4

5 FORMULÁRIO: Prorrogação de Jornada de Trabalho PRORROGAÇÃO DE Neste ato, representada pelo Sr.(a.), (quem autoriza) e pelo empregado, Sr.(a.), (quem vai fazer a(s) hora(s) extra(s)) fica acertado o acordo de prorrogação da jornada de trabalho, conforme preceitua o art. 59 da CLT. Período da prorrogação: / / a / /. Horário da prorrogação: das às. Número total de hora extra:. Justificativa dos serviços extraordinários:. Bases do acordo: (indicar se por acréscimo de salário e/ou compensação) Crédito de horas para compensação: horas. Pagamento em folha: horas. Diante do escrito, passa a vigorar o presente acordo. Brasília, de de 20. Empregado Chefe Imediato Diretor Secretário-Geral 5

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