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1 Manual de Revestimentos de Argamassa 1INT

2 Introdução O Manual é uma das ferramentas do Projeto Revestimentos de Argamassa disponibilizadas para a Comunidade da Construção. Por ser instrumento de uma comunidade técnica ativa, é nosso objetivo que o Manual seja continuamente criticado, modificado e atualizado. Para facilitar tanto a expressão de idéias dos usuários do Manual quanto a obtenção de cópias atualizadas, foi criada uma seção específica dentro da área logada do site Questões mais polêmicas que eventualmente surjam, serão tratadas em fóruns específicos dentro do site. Créditos Concepção, gerenciamento e produção Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) Textos Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) Eng. Bruno Szlak Enga. Eliana Taniguti Enga. Elza Nakakura Enga. Érika Mota Enga. Mércia Bottura Eng. Valter Frigieri Contribuições técnicas Associação Brasileira de Argamassa Industrializada (ABAI) Eng. Adilson Schiavoni Ana Starka Eng. Arnaldo Battagin Enga. Giselle Martins Eng. Marcelo Coutinho Eng. Pedro Bastos Enga. Rubiane Antunes Ilustrações Malu Dias Marques Drops Produções e Design Diagramação Maria Alice Gonzales - Drops Produções e Design Capa e Divisórias Azul Publicidade & Propaganda S/C Ltda. Fotos tema de capítulos Tico Utiyama 2INT

3 Introdução A Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), em um trabalho conjunto com diversas empresas, entidades e profissionais da cadeia produtiva, apresenta o de Argamassa. O, juntamente com uma série de outras ferramentas de capacitação, organização e implantação, faz parte do esforço da construção de uma comunidade de empresas profissionais que lutam para melhoria do desempenho dos sistemas construtivos à base de cimento. Introdução Objetivos do manual O Manual que você está recebendo apresenta diferenças em relação às publicações existentes no mercado. Em primeiro lugar o Manual está inserido em um Projeto, o que lhe garante uma "vida" que extrapola o meio físico. Essa vida permite tanto a atualização constante do conteúdo, quanto canais para solução de dúvidas e aprofundamento de certas questões. Em segundo lugar, é um Manual que procurou, já na sua primeira versão, reunir o conjunto de informações técnicas sobre revestimentos de argamassa, de maneira sistêmica. Em terceiro lugar, privilegiou as necessidades do tomador de decisão que atua em uma construtora e que enfrenta hoje, o desafio de melhorar os resultados operacionais de sua obra e empresa. Na prática estamos falando de: a) recuperar os conceitos físicos que são importantes para a execução da obra, para as especificações e para o diálogo com a indústria de materiais; b) organizar o conjunto de decisões que o profissional deve tomar em cada subsistema, de forma que elas estejam organizadas no tempo e coerentes com as soluções disponíveis no mercado; c) estabelecer as bases para geração do Projeto de Revestimentos, permitindo que se especifique os materiais mais adequados para cada situação e também as condições necessárias para otimizar a execução; d)discutir as práticas recomendadas de produção de maneira que se alcance a melhoria da qualidade e produtividade. Tudo isso, visando aumentar o desempenho dos revestimentos de argamassa. 3INT

4 Dimensões do desempenho Custos Introdução Os revestimentos representam uma parcela significativa do custo de construção de edifícios. Segundo a Revista Construção Mercado (março 2003), tais custos representam cerca de 10 a 30% do total da construção, dependendo do tipo da edificação e do seu padrão. Os revestimentos de argamassa, muitas vezes, podem representar a maior fração dos custos citados. Produtividade Segundo o Instituto McKinsey a produtividade da mão-deobra na construção brasileira seria aproximadamente 1/3 da produtividade americana e ficaria em um patamar inferior a uma série de outros países. A justificativa de que esses países utilizam processos produtivos de natureza distinta do brasileiro não parece explicar corretamente a diferença. Se observarmos algumas pesquisas de produtividade realizadas em nosso país, observaremos um quadro semelhante ao apresentado abaixo. Fonte: Relatórios MGI 4INT

5 Introdução Fonte: McKinsey, Global Institute Fonte: Espinelli e Cocito, 1999 III SBTA O gráfico explicitando diferenças diárias significativas de produtividade parece indicar que mesmo os processos tradicionais de produção são potencialmente capazes de atingirem resultados muito melhores. De certa forma, eles apontam na mesma direção do referido relatório da McKinsey que indicam que variáveis como subempreiteiros especializados, planejamento e projeto respondem pela maior parte da diferença de produtividade observada. O único paradoxo é entender porque, apesar do seu enorme potencial de resultados, a produtividade tem sido esquecida mesmo pelas construtoras que investem em modernização. 5INT

6 Qualidade Uma medida primordial para se alcançar melhor qualidade do revestimento é a elaboração de um projeto específico, com os parâmetros necessários à adequada execução dos serviços. Introdução Fonte: Possibilidade de reduzir custos de falhas [Hammarlund; Josephson, 1992]. A maior parte das medidas de racionalização construtiva devem ser adotadas ainda na etapa de projeto, por permitirem a obtenção de resultados de maior amplitude e garantirem a fixação de conhecimentos tecnológicos dentro da prática construtiva da empresa. 6INT

7 Estruturação do manual O Manual é organizado em 8 capítulos. O primeiro consiste nessa introdução. O capítulo 2 aborda os Conceitos, em que são apresentadas as definições do revestimento de argamassa, suas funções, características e propriedades, além dos materiais constituintes. Introdução No capítulo 3 são tratados os Sistemas de Produção. Caracteriza-se cada um dos sistemas disponíveis no mercado, argamassa preparada na obra, industrializada em sacos, preparada em central e industrializada em silos, oferecendo uma matriz de decisão baseada em determinantes como: estocagem, transporte, mão-de-obra, prazo, entre outros. O capítulo 4, Projeto, Planejamento e Logística, apresenta os parâmetros necessários para a definição da tecnologia a ser empregada, ou seja, da especificação dos materiais e técnicas a serem adotadas, de maneira que o revestimento cumpra com sua função, respeitando os prazos e custos. O capítulo 5 compreende a Execução de Revestimentos em Fachadas. O capítulo 6, Execução de Revestimentos Internos e o capítulo 7, Execução de Contrapisos. Esses capítulos abordam a sequência de atividades, detalhando cada uma das etapas de execução e apresentando dicas importantes para se alcançar o desempenho desejado. No capítulo 8, Controle para Revestimentos Internos e Externos, são definidos os itens de controle de forma precisa, para orientar as especificações do projeto de revestimento. 7INT

8 Cada um desses capítulos é estruturado atendendo a cinco requisitos: 1. As decisões estão organizadas. Ou seja, o gestor terá modelado as variáveis que definem escolhas na obra. Riscos e ganhos são avaliados. 2. As principais variáveis estão mencionadas e, principalmente, relacionadas aos processos de execução de obra. 3. Os custos relativos estão considerados de forma que o gestor possa avaliar o impacto de suas decisões. 4. As principais tecnologias estão relacionadas. 5. Os processos principais de execução estão relacionados em boas práticas. Manual de revestimentos: Ferramenta de um processo sistêmico A opção elaboração de um Manual para os tomadores de decisão foi escolhida a partir da percepção que é na gestão dos sistemas produtivos que se concentram os maiores ganhos e as maiores perdas das construtoras. É claro que o Manual é apenas parte do processo. Somam a ele os cursos de capacitação, as palestras, e tantas outras iniciativas que têm como objetivo gerar potencial para um salto de qualidade na cadeia produtiva ligada aos revestimentos de argamassa. Ao receber esse Manual sua empresa, de fato, ingressa em uma comunidade técnica cuja sede é o site Através dessa sede virtual, sua empresa acessará as atualizações de conteúdo do Manual, colocará, dúvidas que serão respondidas e passará a compartilhar dados, como por exemplo, alguns índices de projeto e produtividade. 8INT

9 Conceitos Revestimentos Definição Função Argamassas para revestimento Chapisco Emboço Reboco Materiais Constituintes Cimento Portland Cal Água Areia Aditivo Características e Propriedades Capacidade de aderência Resistência mecânica Capacidade de absorver deformações Estanqueidade Propriedades da superfície Durabilidade Revestimentos Argamassas para revestimento Materiais Constituintes Características e Propriedades 1CON

10 2CON

11 Conceitos Revestimentos O revestimento de argamassa pode ser entendido como a proteção de uma superfície porosa com uma ou mais camadas superpostas, com espessura normalmente uniforme, resultando em uma superfície apta a receber de maneira adequada uma decoração final. As principais funções de um revestimento de argamassa são: proteger a base, usualmente de alvenaria e a estrutura da ação direta dos agentes agressivos contribuindo para o isolamento termoacústico e a estanqueidade à água e aos gases; permitir que o acabamento final resulte numa base regular, adequada ao recebimento de outros revestimentos, de acordo com o projeto arquitetônico, por meio da regularização dos elementos de vedação. Revestimentos Nota Muitas vezes, as funções do revestimento ficam comprometidas devido ao desaprumo decorrente da falta de cuidado, no momento da execução da estrutura e alvenaria, fazendo com que seja necessário esconder na massa as imperfeições. Para se ter uma idéia numérica da importância do revestimento como elemento isolante, um revestimento de argamassa com espessura entre 30 a 40% da espessura da parede, pode ser responsável por 50% do isolamento acústico, 30% do isolamento térmico e constribui em 100% pela estanqueidade de uma vedação de alvenaria comum. 3CON

12 Argamassas para revestimento Argamassa para revestimento A argamassa é um material de construção constituído por uma mistura homogênea de um ou mais aglomerantes (cimento ou cal), agregado miúdo (areia) e água. Podem ainda ser adicionados alguns produtos especiais (aditivos ou adições) com a finalidade de melhorar ou conferir determinadas propriedades ao conjunto. As argamassas utilizadas para revestimento são as argamassas à base de cal, à base de cimento e argamassas mistas de cal e cimento. Dependendo das proporções entre os constituintes da mistura e sua aplicação no revestimento, elas recebem diferentes nomes em seu emprego (conforme NBR 13529/1995): Chapisco Camada de preparo da base, constituída de mistura de cimento, areia e aditivos, aplicada de forma contínua ou descontínua, com a finalidade de uniformizar a superfície quanto à absorção e melhorar a aderência do revestimento. Emboço Camada de revestimento executada para cobrir e regularizar a superfície da base com ou sem chapisco, propiciando uma superfície que permita receber outra camada de reboco ou de revestimento decorativo, ou que se constitua no acabamento final. Camadas do revestimento em argamassa Reboco Camada de revestimento utilizada para o cobrimento do emboço, propiciando uma superfície que permita receber o revestimento decorativo ou que se constitua no acabamento final. Massa Única (emboço paulista) Revestimento executado numa camada única, cumprindo as funções do emboço e reboco. 4CON

13 Materiais constituintes da argamassa Cimento Portland O cimento Portland possui propriedade aglomerante desenvolvida pela reação de seus constituintes com a água, sendo assim denominado aglomerante hidráulico. A contribuição do cimento nas propriedades das argamassas está voltada sobretudo para a resistência mecânica. Além disso, o fato de ser composto por finas partículas contribui para a retenção da água de mistura e para a plasticidade. Se, por um lado, quanto maior a quantidade de cimento presente na mistura, maior é a retração, por outro, maior também será a aderência à base. De acordo com suas características, os cimento são classificados em diferentes tipos por normas específicas, relacionadas na tabela abaixo: Materiais constituintes Denominação Sigla Norma Portland comum Portland composto com escória Portland composto com pozolana Portland composto com filler Portland de alto forno Portland pozolânico Portland de alta resistência inicial Cal Hidratada CP I CP II-E CP II-Z CP II-F CP III CP IV CP V-ARI NBR NBR NBR NBR NBR NBR NBR Numa argamassa onde há apenas a presença de cal, sua função principal é funcionar como aglomerante da mistura. Neste tipo de argamassa, destacam-se as propriedades de trabalhabilidade e a capacidade de absorver deformações. Entretanto, são reduzidas as suas propriedades de resistência mecânica e aderência. Em argamassas mistas, de cal e cimento, devido a finura da cal há retenção de água em volta de suas partículas e consequentemente maior retenção de água na argamassa. Assim, a cal pode contribuir para uma melhor hidratação do cimento, além de contribuir significativamente para a trabalhabilidade e capacidade de absorver deformações. 5CON

14 Água Materiais constituintes Nota Aditivos retentores de água reduzem a quantidade de água para a mesma trabalhabilidade. Aditivos incorporadores de ar para uma mesma quantidade de água, melhoram a trabalhabilidade A água confere continuidade à mistura, permitindo a ocorrência das reações entre os diversos componentes, sobretudo as do cimento. A água, embora seja o recurso diretamente utilizado pelo pedreiro para regular a consistência da mistura, fazendo a sua adição até a obtenção da trabalhabilidade desejada, deve ter o seu teor atendendo ao traço pré-estabelecido, seja para argamassa dosada em obra ou na indústria. Considera-se a água potável como a melhor para elaboração de produtos à base de cimento Portland. Não devem ser utilizada águas contaminadas ou com excesso de sais solúveis. Em geral, a água que serve para o amassamento da argamassa é a mesma utilizada para o concreto e deve seguir a NBR NM 137. Areia As areias utilizadas na preparação de argamassas podem ser originárias de: rios; cava; britagem (areia de brita, areia artificial). O agregado miúdo ou areia é um constituinte das argamassas de origem mineral, de forma particulada, com diâmetros entre 0,06 e 2,0 mm. A granulometria do agregado tem influência nas proporções de aglomerantes e água da mistura. Desta forma, quando há deficiências na curva granulométrica (isto é, a curva não é contínua) ou excesso e finos, ocorre maior consumo de água de amassamento, reduzindo a resistência mecânica e causando maior retração por secagem na argamassa. Propriedade Quanto mais fino Quanto mais descontínua for a granulometria Quanto maior o teor de grãos angulosos Trabalhabilidade Melhor Pior Pior Retenção de água Melhor - Melhor Retração na secagem Aumenta Aumenta - Porosidade - Aumenta - Aderência Pior Pior Melhor Resistência mecânica - Pior - Impermeabilidade Pior Pior - 6CON

15 Aditivos Os aditivos são compostos adicionados em pequena quantidade à mistura, com a finalidade de melhorar uma ou mais propriedades da argamassa no estado fresco e no estado endurecido e sua quantidade é expressa em porcentagem do aglomerante. Usualmente, através do uso de aditivos, procurase diminuir a retração na secagem (para diminuir fissuração), aumentar o tempo de pega e manter a plasticidade (para facilitar a trabalhabilidade), aumentar a retenção de água e por fim, aumentar a aderência da argamassa ao substrato. Características e propriedades Tipos de aditivos Redutores de água (plastificante) Retentores de água Incorporador de ar Retardadores de pega Aumentadores da aderência Hidrofugantes São utilizados para melhorar a trabalhabilidade da argamassa sem alterar a quantidade de água. Reduzem a evaporação e a exsudação de água da argamassa fresca e conferem capacidade de retenção de água frente à sucção por bases absorventes. Formam microbolhas de ar, estáveis, homogeneamente distribuídas na argamassa, aumentando a trabalhabilidade e atuando a favor da permeabilidade. Retardam a hidratação do cimento, proporcionando um tempo maior de utilização. Proporcionam a aderência química ao substrato. Reduzem a absorção de água da argamassa, mas não a tornam impermeável e permitem a passagem de vapor d água. Características e propriedades Os revestimentos de argamassa, para cumprir adequadamente as suas funções, devem possuir características e propriedades que sejam compatíveis com as condições a que estarão expostos, com as condições de execução, com a natureza da base, com as especificações de desempenho, e com o acabamento final previsto. Solicitações a que o revestimento está sujeito 7CON

16 As principais propriedades que o revestimento de argamassa deve apresentar, para que possa cumprir adequadamente as suas funções, estão descritas a seguir. Capacidade de Aderência Características e propriedades Conceitua-se aderência como a propriedade que possibilita à camada de revestimento resistir às tensões normais e tangenciais atuantes na interface com a base. O mecanismo de aderência se desenvolve principalmente: pela ancoragem da pasta aglomerante nos poros da base, ou seja, parte da água de amassamento contendo os aglomerantes é succionada pelos poros da base onde ocorre o seu endurecimento e por efeito de ancoragem mecânica da argamassa nas reentrâncias e saliências macroscópicas da superfície a ser revestida. Adesão adequada entre o revestimento e o substrato O fator mais importante para uma aderência adequada do revestimento à base é que a camada de argamassa tenha a maior extensão efetiva de contato possível com a base. A extensão da aderência depende dos seguintes fatores: Trabalhabilidade da argamassa e técnica de execução do revestimento Tendo trabalhabilidade adequada, a argamassa poderá apresentar contato mais extenso com a base através de um melhor espalhamento. A técnica executiva de aplicação, em função das operações de compactação e prensagem contra a base, tende a ampliar a extensão de contato. 8CON

17 Natureza e características da base O diâmetro, a natureza e a distribuição dos tamanhos dos poros determinam a rugosidade superficial e a capacidade de absorção da base, podendo ampliar ou não a extensão de aderência e a ancoragem do revestimento; Características e propriedades Aderência inadequada entre o revestimento e o substrato devido a baixa porosidade do substrato Aderência inadequada entre o revestimento e o substrato devido aos capilares sem força de sucção Aderência inadequada entre o revestimento e o substrato devido à existência de macroporos no substrato Aderência inadequada entre o revestimento e o substrato devido ao excesso de microporos no substrato Condições de limpeza da superfície de aplicação: A extensão de aderência é comprometida pela existência de partículas soltas ou de grãos de areia, poeira, fungos, concentração de sais na superfície (eflorescências), camadas superficiais de desmoldante ou graxa, que representam barreiras para ancoragem do revestimento à base. Adesão inadequada entre o revestimento e o substrato devido à falta de limpeza no substrato 9CON

18 Resistência Mecânica A resistência mecânica é a capacidade dos revestimentos de suportar esforços das mais diversas naturezas, que resultam, em tensões internas de tração, compressão e cisalhamento. Características e propriedades Esforços de abrasão superficial, cargas de impacto e movimentos de contração e expansão dos revestimentos por efeitos de umidade, são exemplos destas solicitações. Um método usual de avaliação da resistência, embora ainda empírico para servir de base para especificações, é o tradicional risco com prego ou objeto pontiagudo similar, adotado em obra para qualificar a resistência superficial dos revestimentos. Os ensaios normalizados internacionais adotam esferas de impacto, escovas elétricas de desgaste superficial, ou preconizam o uso de fitas adesivas para determinação da massa de revestimento descolada. Para nenhum dos métodos são especificados valores de referência. Capacidade de absorver deformações É a propriedade que o revestimento possui de absorver deformações intrínsecas (do próprio revestimento) ou extrínsecas (da base) sem sofrer ruptura, sem apresentar fissuras prejudiciais e sem perder aderência. Esta capacidade de absorver deformações é governada pela resistência à tração e pelo módulo de deformação do revestimento. Um dos principais fenômenos que provocam deformações de retração ocorre tão logo a argamassa é aplicada, devido à perda de água por sucção da base e por evaporação para o ambiente. A retração gera tensões internas de tração. O revestimento pode ou não ter capacidade de resistir a essas tensões, o que regula o grau de fissuração nas primeiras idades. Uma boa técnica de aplicação permite que se trabalhe uma argamassa com menos água, o que certamente diminui a retração. O grau de fissuração é função dos seguintes parâmetros: Teor e natureza dos aglomerantes Os aglomerantes devem ser de baixa a média reatividade (normalmente conseguida com baixo teor de aglomerantes, principalmente o cimento) resultando em argamassa cuja resistência à tração não seja elevada e permitindo maior capacidade de deformação. 10CON

19 Características e propriedades Argamassa com alto teor de cimento provocando fissuras na superfície por retração na secagem Argamassa com baixo teor de cimento sem provocar fissuras na superfície mas com falhas na interface pasta/agregado Teor e natureza dos agregados A granulometria deve ser contínua para reduzir o volume de vazios entre os agregados, diminuindo a quantidade de pasta necessária para o preenchimento e, portanto, minimizando o potencial de retração. Além disso, o teor de finos deve ser adequado, uma vez que o excesso destes irá aumentar o consumo de água de amassamento e com isto, levar a uma maior retração de secagem do revestimento. Capacidade de absorção de água da base, condições ambientais e capacidade de retenção de água São fatores que podem regular a perda de água do revestimento durante seu endurecimento e o desenvolvimento inicial de resistência à tração. Quanto mais lentamente a argamassa perder água, tanto melhor será para a resistência mecânica do revestimento. Técnica de execução Nota Para que ocorra a penetração da água da chuva em uma edificação são necessárias três condições: água na superfície da parede, uma abertura através da qual a água possa passar e uma força para mover a água através da abertura. Teoricamente, se qualquer uma destas condições é eliminada, a penetração de chuva será forçosamente reduzida. Estabelece o grau de compactação do revestimento e os momentos de sarrafeamento e desempeno. Estes parâmetros determinam o teor de umidade remanescente no revestimento, ou seja, executar o sarrafeamento e o desempeno em momento inadequado resulta em excesso de água que pode ser prejudicial ao revestimento compromentendo sua aderência à base. 11CON

20 Características e propriedades A fissuração dos revestimentos é uma situação que deve ser evitada, uma vez que, além do revestimento perder a sua capacidade de estanqueidade, a capacidade de aderência pode ficar comprometida no entorno da região fissurada. Tensões tangenciais surgem na interface base/ revestimento, na região próxima às fissuras, podendo ultrapassar o limite de resistência ao cisalhamento da interface, possibilitando o descolamento do revestimento. Além disso, as fissuras podem comprometer a durabilidade e o acabamento final previsto. Estanqueidade A estanqueidade é uma propriedade dos revestimentos relacionada com a absorção capilar de sua estrutura porosa e eventualmente fissurada da camada de argamassa endurecida. Sua importância está no nível de proteção que o revestimento oferece à base contra as intempéries. Diversos fatores influem na estanqueidade do revestimento, como as proporções e a natureza dos materiais constituintes da argamassa, a técnica de execução, a espessura da camada, a natureza da base e a quantidade e o tipo de fissuras existentes. Por outro lado, a permeabilidade ao vapor d água é uma propriedade sempre recomendável nos revestimentos de argamassa, por favorecer a secagem de umidade acidental ou de infiltração. Evita também os riscos de umidade de condensação interna em regiões de clima mais frio. Propriedades da superfície A rugosidade e porosidade superficiais são importantes por estarem relacionadas com as funções estéticas e com a compatibilização do revestimento de argamassa com o sistema de pintura ou outro revestimento decorativo, além de influírem decisivamente na estanqueidade, na resistência mecânica e na durabilidade do revestimento. A rugosidade superficial pode variar de lisa a áspera sendo basicamente resultado do tipo de agregado, sua granulometria, do teor de agregado e da técnica de execução do revestimento. Deve também haver compatibilidade química entre o revestimento e o acabamento final previsto. No caso de tintas a óleo ou revestimentos em laminados melamínicos, por exemplo, sabe-se que não há compatibilidade com revestimentos à base de argamassa de cal. 12CON

21 A obtenção da rugosidade superfícial dos revestimentos deve ser feita em função do acabamento final previsto. Devem também ser consideradas as condições de exposição a que estará submetido o revestimento. Para revestimentos externos deve-se dar preferência para texturas mais rugosas. Obtêmse assim, superfícies que dissimulam melhor os defeitos do próprio revestimento. Contudo, em regiões com maior índice de poluição atmosférica deve-se preferir revestimentos com acabamentos lisos. Estes, quando associados a uma superfície pouco porosa, dificultam a fixação de poeiras e microorganismos conservando, desta forma, mais eficientemente as características estéticas da fachada. Características e propriedades No caso de revestimento de múltiplas camadas, deve-se adotar para as camadas internas uma rugosidade áspera, possibilitando uma melhor ancoragem das camadas subsequentes. Outro aspecto importante da superfície é sua regularidade geométrica, principalmente como elemento intangível da percepção de qualidade da edificação como um todo. Durabilidade A durabilidade dos revestimentos de argamassa, ou seja, a capacidade de manter o desempenho de suas funções ao longo do tempo, é uma propriedade complexa e depende de procedimentos adequados desde o projeto até uso final. Na etapa de projeto devem ser, por exemplo, especificados os materiais de maneira a compatibilizar o revestimento com as condições a que estará exposto durante sua vida útil; na etapa de execução é fator determinante, além da obediência às técnicas recomendadas, a realização do controle de produção. Para a etapa de uso, deve ser objeto de especificações coerentes um programa de manutenção periódico. Os fatores que, com mais freqüência, comprometem a durabilidade dos revestimentos estão a seguir relacionados: Movimentações de origem térmica, higroscópica ou imposta por forças externas Podem causar fissuração, desagregação e descolamento dos revestimentos. 13CON

22 Espessura dos revestimentos Sendo excessiva intensifica a movimentação higroscópica nas primeiras idades, podendo ocasionar fissuras de retração, que podem comprometer a capacidade de aderência e a impermeabilidade do revestimento. A técnica de execução pode, quando inadequada, provocar e ou agravar o aparecimento de tais fissuras. Cultura e proliferação de microrganismos Provocam manchas escuras que ocorrem geralmente em áreas permanentemente úmidas dos revestimentos. Os fungos e líquens que se proliferam na superfície do revestimento produzem ácidos orgânicos que reagem e destroem progressivamente os aglomerantes da argamassa endurecida. 14CON

23 Sistemas de Produção Argamassa preparada na obra Argamassa industrializada em sacos Argamassa preparada em central Argamassa industrializada em silos Parâmetros de decisão 1SIS

24 2SIS

25 Sistemas de Produção Parte importante do processo que leva à decisão de como se vai executar os revestimentos de argamassa é de como estas argamassas serão produzidas e transportadas no ambiente da obra. Argamassa Sistemas de produção encontrados: Argamassa preparada na obra Argamassa industrializada em sacos Argamassa preparada em central Argamassa industrializada em silos Argamassa preparada na obra Este é o sistema tradicional. A fabricação de argamassas é empírica: definidos os constituintes a serem utilizados e a proporção relativa de cada constituinte (traço) na fase de projeto, a fabricação resume-se em misturar mecanicamente os constituintes em uma certa seqüência e por um dado tempo. É necessário o controle de uniformidade do produto, seja através do controle dos materiais constituintes, seja pelo contorole da própria argamassa. A armazenagem dos materiais deve ser feita de maneira adequada. Há a necessidade de se prever áreas de estocagem para as matérias-primas, tais como agregados, cimento e cal. O cimento e as cales devem ser sempre armazenados protegidos de intempéries e em local de fácil acesso. Os agregados devem ser estocados em baias cujos pisos devem se preferencialmente cimentados e separadas em função de cada tipo de material. Fluxograma para argamassa produzida em obra 3SIS

26 Argamassa industrializada em sacos Argamassa Essas argamassas compõem-se de agregados com granulometria controlada, cimento Portland e aditivos especiais que otimizam as propriedades das mesmas, tanto no estado fresco quanto no endurecido. As argamassas ensacadas são fabricadas em complexos industriais, onde os agregados miúdos, os aglomerantes e os aditivos em pó, são misturados a seco e ensacados. A embalagem pode ser plástica ou de papel kraft, semelhante aos sacos de cal e cimento. No momento da utilização, o preparo da argamassa é feito apenas pela mistura com adição de água. Esquema de produção de argamassa industrializada Por serem produzidas por processos industriais, mecanizados e com controles rígidos de produção, as argamassas ensacadas apresentam grande uniformidade de dosagem. Isto significa dizer que se pode conseguir a repetição de um traço com um grau de confiança satisfatório. Na obra, o preparo pode ser feito em uma única central para que se faça o transporte da argamassa pronta até o local de uso, ou de uma maneira mais racional, pode-se transportar os sacos e armazená-los nos andares, efetuando o preparo através de misturadores alocados no pavimento, no momento da aplicação. 4SIS

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