Empoderando vidas. Fortalecendo nações.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Empoderando vidas. Fortalecendo nações."

Transcrição

1 Empoderando vidas. Fortalecendo nações.

2 Nota metodológica sobre o cálculo de indicadores demográficos do Brasil Apesar dos avanços na qualidade das estatísticas vitais no Brasil, eles ocorreram de forma desigual no território nacional. Em algumas regiões existem ainda sérias limitações para mensurar o número de mortes, seja por problemas de cobertura, seja por omissão e confiabilidade das informações de idade de óbitos e nascimentos. Para contornar, ou pelo menos minimizar tais problemas, muitos pesquisadores utilizam métodos indiretos para mensurar a mortalidade no Brasil, como, por exemplo, o método desenvolvido por Willian Brass. No entanto, conforme destacam Martine et al (1988) esse método baseia-se em suposições nem sempre realistas e pode ser utilizado para corrigir dados não muito problemáticos. Além disso, em pesquisas amostrais, como é o caso das Pesquisas Nacionais de Amostra de Domicílios (PNADs), o tamanho da amostra e possíveis erros nela prejudicam as estimativas e podem levar a resultados absurdos. Para se ter uma ideia de tais erros, alguns indicadores de fecundidade, obtidos com os dados das PNADs de 11 a 1, serão apresentados a seguir. Esses indicadores foram calculados com dados comumente utilizados para estimar de forma indireta a mortalidade.

3 filhos por mulher filhos por mulher QUALIDADE DAS INFORMAÇÕES DA PNAD Os indicadores a seguir mostram as limitações dos dados das PNADs de 11 a 1 para estimar, de forma indireta, a esperança de vida ao nascer e a mortalidade infantil. Foram comparadas as Regiões Metropolitanas de Belo Horizonte (RMBH), de Belém (RM Belém) e de Fortaleza (RM Fortaleza), o Distrito Federal 1 e o Brasil. Como era de se esperar, no indicador parturição média, a proporção de filhos aumenta significativamente com a idade das mulheres, nas quatro PNADs analisadas. Exceções ocorrem na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), em 11, entre os grupos etários de - 9 anos e - anos e na Região Metropolitana de Fortaleza, em 1, entre os grupos - anos e -9 anos: queda de,9 para, filhos por mulher e de, para, filhos por mulher, respectivamente. Vale destacar o acelerado ritmo de crescimento da proporção de filhos por idade das mulheres entre alguns grupos etários, como, por exemplo, no Distrito Federal entre os grupos - anos e - anos, em 11, na Região Metropolitana de Belém, nessas mesmas faixas etárias, em 1, e entre -9 anos e - anos, em 1. Nos quatro anos analisados, chama a atenção o acelerado ritmo de crescimento da proporção nos últimos grupos de idade. Tais irregularidades podem ser explicadas pela variação aleatória da amostra (Figuras 1 e ). FIGURA 1 PARTURIÇÃO MÉDIA, BRASIL, ALGUMAS REGIÕES METROPOLITANAS E DISTRITO FEDERAL, PNADS 11 E RMBH DF RM Belém RM Fortaleza Brasil Fonte: Microdados da Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios (IBGE, 11 e 1). 1 A amostra da PNAD considera o DF uma Região Metropolitana porém não cobre os municípios vizinhos ao DF, apesar de esses municípios pertencerem oficialmente à Região Integrada de Desenvolvimento do DF e Entorno (RIDE-DF) e somarem cerca de 1,1 milhão de habitantes em 1 (aproximadamente 1% da população total da RIDE-DF). Nas demais RMs, o número de municípios considerados pela PNAD não corresponde, necessariamente, à composição legal das RMs, conforme legislação complementar de referência. Novembro/1

4 filhos por mulher filhos por mulher FIGURA PARTURIÇÃO MÉDIA, BRASIL, ALGUMAS REGIÕES METROPOLITANAS E DISTRITO FEDERAL, PNADS 1 E RMBH DF RM Belém RM Fortaleza Brasil Fonte: Microdados da Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios (IBGE, 1 e 1). Outro indicador que merece destaque é aquele calculado pela divisão do número de filhos falecidos pelo número de filhos nascidos vivos. O comportamento de tal indicador depende não somente da qualidade dos dados, mas também do tamanho da amostra. Romero-M () ressalta que, assim como o indicador de parturição média, esse indicador deve aumentar com a idade das mulheres, com exceção do primeiro grupo etário e dos grupos superiores aos anos. No primeiro caso, pelo fato de ocorrerem menos nascimentos, há possibilidade de os erros amostrais serem maiores, e soma-se a isso o fato de que mulheres muito jovens, por questões culturais, costumam omitir filhos tidos nas primeiras idades do período reprodutivo e também filhos falecidos. No segundo caso, pelos erros de memória das mulheres em relação ao número de filhos tidos vivos, sobretudo em períodos distantes (SOUZA, ). Pelas Figuras e observam-se consistências dos resultados para o Brasil: crescimento com tendência cadente da proporção de filhos mortos por grupos de idade da mãe. Entretanto, quando os dados são desagregados por região metropolitana, verifica-se muita irregularidade nas curvas e até decrescimento em vários pontos. Em 11, por exemplo, verifica-se diminuição do indicador para a RMBH, entre os grupos de idade -9 e - anos, bem como entre os grupos de -9 e - anos do DF. Em 1, destaque para as quedas entre -9 e - anos na RMBH, RM Belém e RM Fortaleza e entre os grupos etários de - e -9 anos, no DF. Novembro/1

5 filhos por mulher (%) filhos por mulher (%) filhos por mulher (%) filhos por mulher (%) FIGURA PROPORÇÃO DE FILHOS FALECIDOS POR MULHER, BRASIL, ALGUMAS REGIÕES METROPOLITANAS E DISTRITO FEDERAL, PNADS 11 E RMBH DF RM Belém RM Fortaleza Brasil Fonte: Microdados da Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios (IBGE, 11 e 1). FIGURA PROPORÇÃO DE FILHOS FALECIDOS POR MULHER, BRASIL, ALGUMAS REGIÕES METROPOLITANAS E DISTRITO FEDERAL, PNADS 1 E RMBH DF RM Belém RM Fortaleza Brasil Fonte: Microdados da Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios (IBGE, 1 e 1). Outro problema quanto à qualidade dos dados pode ser visto ao se relacionar a idade da mãe ao nascimento do último filho e o total de filhos nascidos vivos, (Tabelas 1 e ). Observa-se que, em 11 e em 1, no Brasil,.1 e 18.1 mulheres, respectivamente, tiveram seu último filho com menos de 1 anos de idade e alguns desses filhos estavam com ano de nascimento anterior ao ano de nascimento da mãe. Tal inconsistência fica ainda Novembro/1

6 mais evidente na análise das respostas das mães adolescentes, como, por exemplo, das.9 mães, em 11, e das 11.8 mães, em 1, que tiveram seu último filho antes dos 1 anos de idade e conceberam mais de sete filhos. Ou as 8.89 mães e as.8 mães, respectivamente, com o último filho nascido vivo antes dos anos de idade e que declararam entre e 1 filhos nascidos vivos. Vale destacar que essa análise foi realizada para o Brasil e que erros dessa natureza devem ser maiores à medida que se desagrega as informações por unidade geográfica ou mesmo por outras características. TABELA 1 TOTAL DE FILHOS NASCIDOS VIVOS SEGUNDO A IDADE DA MÃE AO NASCIMENTO DO ÚLTIMO FILHO, BRASIL, PNAD 11 Idade da mãe ao nascimento do último filho 1- Total de filhos nascidos vivos TOTAL menor de 1 1 a 1 anos 1 a 1 anos 1 a 19 anos a anos a 9 anos anos e mais TOTAL Fonte: Microdados da Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios (IBGE, 1). TABELA TOTAL DE FILHOS NASCIDOS VIVOS SEGUNDO A IDADE DA MÃE AO NASCIMENTO DO ÚLTIMO FILHO, BRASIL, PNAD 1 Idade da mãe ao nascimento do último filho 1- Total de filhos nascidos vivos TOTAL menor de 1 1 a 1 anos 1 a 1 anos 1 a 19 anos a anos a 9 anos anos e mais TOTAL Fonte: Microdados da Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios (IBGE, 1). Novembro/1

7 CÁLCULO DAS ESTIMATIVAS Diante do exposto acima, para as estimativas das esperanças de vida ao nascer e da mortalidade infantil de nove regiões metropolitanas (RMs) do Brasil, consideradas no Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil, bem como do Distrito Federal, para os anos de 11, 1, 1 e 1, não foi possível utilizar os dados das PNADs. Para tal, foi calculada uma relação entre as esperanças de vida ao nascer das regiões metropolitanas e das Unidades da Federação, ambas estimadas com base no Censo Demográfico de 1, conforme fórmula 1: Onde: e,reg.metrop.,1 e,uf,1 = x (1) e,reg.metrop.,1 1; é a esperança de vida ao nascer das regiões metropolitanas no ano de e,uf,1 é a esperança de vida ao nascer das Unidades da Federação a qual pertence a região metropolitana, no ano de 1; x é a relação entre as esperanças de vida das regiões metropolitanas e de suas respectivas Unidades da Federação, isto é, um fator de ajuste entre as duas estimativas. Esse fator de ajuste foi aplicado às esperanças de vida ao nascer das Unidades da Federação, encontradas nas projeções populacionais realizadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), para os quatro anos em questão, obtendo-se, portanto, as esperanças de vida ao nascer das RMs e do Distrito Federal (equação ): x* e,proj.,uf,n = e,reg.metrop.,n () Para: n corresponde aos períodos que se deseja estimar a esperança de vida da região metropolitana; e,proj.,uf,n a esperança de vida ao nascer da Unidade da Federação, projetada pelo IBGE, para o período n; e,reg.metrop.,n a esperança de vida da região metropolitana estimada para o período n. O mesmo procedimento foi adotado para a taxa de mortalidade infantil. Calculou-se uma relação entre as Taxas de Mortalidade Infantil das regiões metropolitanas e das Unidades da Federação, ambas estimadas com base no Censo Demográfico brasileiro de 1, conforme fórmula : TMI,Reg.Metrop.,1 TMI UF,1 = y () Novembro/1

8 Onde: TMI,Reg.Metrop.,1 1; é a Taxa de Mortalidade Infantil das regiões metropolitanas no ano de TMI UF,1 é a Taxa de Mortalidade Infantil da Unidade da Federação a qual pertence a região metropolitana, no ano de 1; y é a relação entre as Taxas de Mortalidade Infantil das regiões metropolitanas e de suas respectivas Unidades da Federação, isto é, um fator de ajuste entre as duas estimativas. O fator de ajuste foi aplicado às Taxas de Mortalidade Infantil das Unidades da Federação, encontradas nas projeções populacionais realizadas pelo IBGE, para os anos de 11, 1, 1 e 1, obtendo-se, portanto, Taxas de Mortalidade Infantil das RMs e do Distrito Federal (equação ): y*tmi proj.,uf, n = TMI Reg.Metrop.,n () Em que: TMI UF.,n é a Taxa de Mortalidade Infantil das Unidades da Federação, projetadas pelo IBGE, para o ano n; TMI Reg.Metrop.,n para o período n. é a Taxa de Mortalidade Infantil das regiões metropolitanas estimadas Novembro/1

9 Referências MARTINE, G. et al. A PNAD: notas para uma avaliação. In: SAWYER, D. (Ed.). PNADs em foco: anos 8. Belo Horizonte: ABEP, p. 81- ROMERO-M.; D.E. Vantagens e limitações do método demográfico indireto e dos dados da PNAD 98 para estimativas da mortalidade infantil. In: ENCONTRO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ESTUDOS POPULACIONAIS (ABEP), 1.,, Ouro Preto. Anais. Ouro Preto: ABEP,. p. 18. Disponível em gt_sau_st_romero_texto.pdf. Acesso em: 8 Jun. 1. SOUZA, L. M. Avaliação do Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos SINASC, Minas Gerais e Mesorregiões,. [Dissertação de Mestrado]. Belo Horizonte: Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional, Universidade Federal de Minas Gerais;. Novembro/1 8

PROVA DE GEOGRAFIA 3 o TRIMESTRE DE 2015

PROVA DE GEOGRAFIA 3 o TRIMESTRE DE 2015 PROVA DE GEOGRAFIA 3 o TRIMESTRE DE 2015 PROF. MÁRCIO NOME N o 6 º ANO A prova deve ser feita com caneta azul ou preta. É terminantemente proibido o uso de corretor. Respostas com corretor serão anuladas.

Leia mais

Desigualdades nos riscos de mortalidade na infância e de gravidez na adolescência em populações vulneráveis nos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo

Desigualdades nos riscos de mortalidade na infância e de gravidez na adolescência em populações vulneráveis nos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo Desigualdades nos riscos de mortalidade na infância e de gravidez na adolescência em populações vulneráveis nos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo Mário Francisco Giani Monteiro Palavras-chave: Mortalidade

Leia mais

Estudos. População e Demografia

Estudos. População e Demografia População e Demografia Prof. Dr. Rudinei Toneto Jr. Guilherme Byrro Lopes Rafael Lima O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), desde 1991, divulga anualmente uma base com a população dos

Leia mais

Data de elaboração 31/03/2013 CEPI-DSS/ ENSP/FIOCRUZ

Data de elaboração 31/03/2013 CEPI-DSS/ ENSP/FIOCRUZ Ind020208RM Taxa de mortalidade específica por diabete melito na população de 15 anos e mais, por ano, segundo região metropolitana e escolaridade Indicador Taxa de mortalidade específica por diabete melito

Leia mais

CIR DE VALE DO RIBEIRA

CIR DE VALE DO RIBEIRA CIR DE VALE DO RIBEIRA Possui 15 municípios: Barra do Turvo, Cajati, Cananéia, Eldorado, Iguape, Ilha Comprida, Iporanga, Itariri, Jacupiranga, Juquiá, Miracatu, Pariquera-Açu, Pedro de Toledo, Registro

Leia mais

Taxa de mortalidade infantil Descrição

Taxa de mortalidade infantil Descrição Indicador Taxa de mortalidade infantil Descrição Número de óbitos de menores de um ano de idade, por mil nascidos vivos, na população residente em determinado espaço geográfico, no ano considerado. Fonte

Leia mais

Atualização das Projeções e Estimativas Populacionais para o Rio Grande do Sul e seus Municípios

Atualização das Projeções e Estimativas Populacionais para o Rio Grande do Sul e seus Municípios Atualização das Projeções e Estimativas Populacionais para o Rio Grande do Sul e seus Municípios Maria de Lourdes Teixeira Jardim Fundação de Economia e Estatística Palavras-Chave: Projeções de população,

Leia mais

NOTÍCIAS ETENE 04 DE MAIO DE 2011 RESULTADOS DO CENSO 2010

NOTÍCIAS ETENE 04 DE MAIO DE 2011 RESULTADOS DO CENSO 2010 NOTÍCIAS ETENE 04 DE MAIO DE 2011 RESULTADOS DO CENSO 2010 População brasileira cresce quase 20 vezes desde 1872 A população do Brasil alcançou a marca de 190.755.799 habitantes na data de referência do

Leia mais

CIPD ALÉM DE 2014: DIÁLOGO COM JORNALISTAS

CIPD ALÉM DE 2014: DIÁLOGO COM JORNALISTAS CIPD ALÉM DE 2014: DIÁLOGO COM JORNALISTAS INDICADORES DEMOGRÁFICOS AMÉRICA LATINA E CARIBE José Eustáquio Diniz Alves e Débora Thomé Rio de Janeiro, 17 de julho de 2013 Indicadores Demográficos para América

Leia mais

Situação de saúde Indicadores de mortalidade por causas

Situação de saúde Indicadores de mortalidade por causas Ind020210RNE Taxa de mortalidade específica por acidentes de transporte na população de 15 anos e mais, por ano, segundo Brasil, Região Nordeste, regiões metropolitanas do Nordeste e escolaridade Indicador

Leia mais

ENVELHECIMENTO POPULACIONAL NO BRASIL E ESTADO DE SÃO PAULO NA DÉCADA DE NOVENTA

ENVELHECIMENTO POPULACIONAL NO BRASIL E ESTADO DE SÃO PAULO NA DÉCADA DE NOVENTA ENVELHECIMENTO POPULACIONAL NO BRASIL E ESTADO DE SÃO PAULO NA DÉCADA DE NOVENTA Aparecida Vieira de Melo 1 INTRODUÇÃO Dados do censo demográfico de 1991 e da contagem populacional de 1996 mostram que

Leia mais

GEOGRAFIA - 2 o ANO MÓDULO 19 DEMOGRAFIA NO BRASIL: PROCESSOS E FLUXOS

GEOGRAFIA - 2 o ANO MÓDULO 19 DEMOGRAFIA NO BRASIL: PROCESSOS E FLUXOS GEOGRAFIA - 2 o ANO MÓDULO 19 DEMOGRAFIA NO BRASIL: PROCESSOS E FLUXOS BRASIL 1980 HOMENS 90 anos MULHERES 60 anos 50 anos 15 anos BRASIL 2030 HOMENS MULHERES 60 anos 50 anos 15 anos BRASIL 1980 E 2030

Leia mais

APOIO PARA O RELEASE ESTIMATIVAS DA POPULAÇÃO DOS MUNICÍPIOS E UNIDADES DA FEDERAÇÃO BRASILEIROS COM DATA DE REFERENCIA EM 1º DE JULHO DE 2015

APOIO PARA O RELEASE ESTIMATIVAS DA POPULAÇÃO DOS MUNICÍPIOS E UNIDADES DA FEDERAÇÃO BRASILEIROS COM DATA DE REFERENCIA EM 1º DE JULHO DE 2015 APOIO PARA O RELEASE ESTIMATIVAS DA POPULAÇÃO DOS MUNICÍPIOS E UNIDADES DA FEDERAÇÃO BRASILEIROS COM DATA DE REFERENCIA EM 1º DE JULHO DE 2015 A divulgação anual das estimativas da população residente

Leia mais

CURITIBA - PR habitantes habitantes ,84 hab/km². 76,30 anos. População : Estimativa populacional - 2.

CURITIBA - PR habitantes habitantes ,84 hab/km². 76,30 anos. População : Estimativa populacional - 2. CURITIBA - PR População - 2.010: 1.751.907 habitantes Estimativa populacional - 2.016: 1.893.997 habitantes Crescimento anual da população - 2000-2010: 0,99% Densidade demográfica - 2.010: 4.024,84 hab/km²

Leia mais

PED PESQUISA DE EMPREGO E DESEMPREGO NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO. Evolução da População Metropolitana de São Paulo

PED PESQUISA DE EMPREGO E DESEMPREGO NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO. Evolução da População Metropolitana de São Paulo PESQUISA DE EMPREGO E DESEMPREGO NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO Agosto de 2003 Nota Técnica Nº 9: Atualização dos Valores Absolutos das Séries Divulgadas pela Com a divulgação dos dados definitivos

Leia mais

Conceitos Básicos e Medidas em Demografia Mortalidade e Esperança de Vida

Conceitos Básicos e Medidas em Demografia Mortalidade e Esperança de Vida Martin Handford, Where s Wally? População, Espaço e Ambiente Abordagens Espaciais em Estudos de População: Métodos Analíticos e Técnicas de Representação Conceitos Básicos e Medidas em Demografia Mortalidade

Leia mais

O envelhecimento da população é um dos maiores triunfos da humanidade. É também um dos nossos maiores desafios.

O envelhecimento da população é um dos maiores triunfos da humanidade. É também um dos nossos maiores desafios. O envelhecimento da população é um dos maiores triunfos da humanidade. É também um dos nossos maiores desafios. Características demográficas do envelhecimento Vera Andrade, 2014 Pirâmide Etária Pirâmide

Leia mais

Diretoria de Pesquisas - DPE Coordenação de População e Indicadores Sociais - COPIS Gerência de Indicadores Sociais - GEISO 17/12/2014

Diretoria de Pesquisas - DPE Coordenação de População e Indicadores Sociais - COPIS Gerência de Indicadores Sociais - GEISO 17/12/2014 2014 Diretoria de Pesquisas - DPE Coordenação de População e Indicadores Sociais - COPIS Gerência de Indicadores Sociais - GEISO 17/12/2014 Indicadores Sociais Construção baseada em observações geralmente

Leia mais

Projeções Populacionais e Primeiros Resultados do Censo de 2010

Projeções Populacionais e Primeiros Resultados do Censo de 2010 Resenha de Estatísticas Vitais do Estado de São Paulo Ano 11 nº 1 Janeiro 2011 Projeções Populacionais e Primeiros Resultados do Censo de 2010 Os resultados do Censo Demográfico, realizado pelo IBGE em

Leia mais

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão Nelson Machado INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE Presidente Eduardo Pereira Nunes Diretor

Leia mais

2,56 VITÓRIA AÇO POLO 3,08 2,15 91/96 96/00 POLO VITÓRIA

2,56 VITÓRIA AÇO POLO 3,08 2,15 91/96 96/00 POLO VITÓRIA MG-ES: BREVE ANÁLISE DEMOGRÁFICA Na região delimitada pelo retângulo entre as capitais Belo Horizonte e Vitória, na qual se insere o eixo produtivo MG-ES, de acordo com dados de 2000, vivem quase 0 milhões

Leia mais

Dados Demográficos: Grandes Regiões, Estados e Municípios. Boletim Técnico Gonçalves & Associados Edição 04 - Maio/2013.

Dados Demográficos: Grandes Regiões, Estados e Municípios. Boletim Técnico Gonçalves & Associados Edição 04 - Maio/2013. Estudo de Perfil do Consumidor Potencial Brasil - Dados Demográficos: Grandes Regiões, Estados e Municípios Boletim Técnico Gonçalves & Associados Edição 04 - Maio/ Edição 2009 www.goncalvesassociados.com

Leia mais

RA Vila Isabel. Indicadores Rio Como Vamos

RA Vila Isabel. Indicadores Rio Como Vamos 3 RA Vila Isabel Indicadores Rio Como Vamos 1 CARACTERÍSTICAS DA POPULAÇÃO A Região Administrativa (RA) de Vila Isabel faz parte da Área de Planejamento 2. Abaixo podemos observar os gráficos referentes

Leia mais

ESTATÍSTICAS DEMOGRÁFICAS DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA 2015

ESTATÍSTICAS DEMOGRÁFICAS DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA 2015 11 de outubro 2016 ESTATÍSTICAS DEMOGRÁFICAS DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA 2015 População residente Em 31 de dezembro de 2015, a população residente na Região Autónoma da Madeira (RAM) foi estimada em

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Guarujá, SP 30/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 143,71 km² IDHM 2010 0,751 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 290752 hab. Densidade

Leia mais

Elaboração: 30/01/2012 CEPI-DSS/ ENSP/FIOCRUZ

Elaboração: 30/01/2012 CEPI-DSS/ ENSP/FIOCRUZ Ind020208 Taxa de mortalidade específica por diabete melito na população de 15 anos e mais, por ano, segundo região e escolaridade Indicador Taxa de mortalidade específica por diabete melito na população

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Belém, AL 13/01/2014 - Pág 1 de 14 Report a map error Caracterização do território Área 48,36 km² IDHM 2010 0,593 Faixa do IDHM Baixo (IDHM entre 0,5 e 0,599) (Censo 2010) 4551 hab.

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Mãe D'Água, PB 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 243,65 km² IDHM 2010 0,542 Faixa do IDHM Baixo (IDHM entre 0,5 e 0,599) (Censo 2010) 4019 hab. Densidade

Leia mais

Taxa de mortalidade específica por doenças isquêmicas do coração na população de 15 anos e mais Descrição

Taxa de mortalidade específica por doenças isquêmicas do coração na população de 15 anos e mais Descrição Ind020206 Taxa de mortalidade específica por doenças isquêmicas do coração na população de 15 anos e mais, por ano, segundo região e escolaridade Indicador Taxa de mortalidade específica por doenças isquêmicas

Leia mais

F.17 Cobertura de redes de abastecimento de água

F.17 Cobertura de redes de abastecimento de água Comentários sobre os Indicadores de Cobertura até 6 F.17 Cobertura de redes de abastecimento de água Limitações: Requer informações adicionais sobre a quantidade per capita, a qualidade da água de abastecimento

Leia mais

Pressão sobre os salários continua em queda, apesar da taxa de desemprego estável

Pressão sobre os salários continua em queda, apesar da taxa de desemprego estável Pressão sobre os salários continua em queda, apesar da taxa de desemprego estável Estimativa da Fipe e da Catho para a taxa de desemprego do décimo mês do ano é de 5,0%, 0,1 ponto percentual maior do que

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Vila Rica, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 7468,7 km² IDHM 2010 0,688 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 21382 hab. Densidade

Leia mais

Estimativas de População Residente, Portugal, NUTS II, NUTS III e Municípios

Estimativas de População Residente, Portugal, NUTS II, NUTS III e Municípios Estimativas de População Residente 09 de Junho 2010 Estimativas de População Residente, Portugal, NUTS II, NUTS III e Municípios A evolução demográfica em caracteriza-se por um ligeiro crescimento da população

Leia mais

CONSIDERACÕES SOBRE INDICADORES DEMOGRÁFICOS DA REGIÃO NORDESTE DO BRASIL 2000/ 2010

CONSIDERACÕES SOBRE INDICADORES DEMOGRÁFICOS DA REGIÃO NORDESTE DO BRASIL 2000/ 2010 CONSIDERACÕES SOBRE INDICADORES DEMOGRÁFICOS DA REGIÃO NORDESTE DO BRASIL 2000/ 2010 Ariadna Lopes Fernandes 1 Fernanda de Azevedo Soares 2 Ramyne Aparecida Leite 3 Rayanne Oliveira 4 Resumo: O Brasil

Leia mais

PERCURSO 5 Brasil: distribuição e crescimento da população. 7º ano EBS Prof. Gabriel Rocha

PERCURSO 5 Brasil: distribuição e crescimento da população. 7º ano EBS Prof. Gabriel Rocha PERCURSO 5 Brasil: distribuição e crescimento da população 7º ano EBS Prof. Gabriel Rocha PAÍSES MAIS POPULOSOS DO MUNDO 1 China: 1.372.470.000 2 Índia: 1.278.160.000 3 EUA: 321.968.000 4 Indonésia: 255.780.000

Leia mais

Estatística Indutiva

Estatística Indutiva Estatística Indutiva MÓDULO 7: INTERVALOS DE CONFIANÇA 7.1 Conceitos básicos 7.1.1 Parâmetro e estatística Parâmetro é a descrição numérica de uma característica da população. Estatística é a descrição

Leia mais

Distrito Federal. Tabela 1: Indicadores selecionados: valores do Distrito Federal (1991, 2000 e 2010) Indicador Ano Valor

Distrito Federal. Tabela 1: Indicadores selecionados: valores do Distrito Federal (1991, 2000 e 2010) Indicador Ano Valor Distrito Federal m, no Distrito Federal (DF), moravam 2,5 milhões de pessoas, onde parcela relevante de 5,% (127,6 mil) tinha 65 ou mais anos de idade. No ano de, esta proporção era de apenas 2,5%. esperança

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Esperança, PB 01/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 166,54 km² IDHM 2010 0,623 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 31095 hab. Densidade

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Patos, PB 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 515,74 km² IDHM 2010 0,701 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 100674 hab. Densidade demográfica

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Sinop, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 3204,92 km² IDHM 2010 0,754 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 113099 hab. Densidade

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Guarabira, PB 01/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 166,77 km² IDHM 2010 0,673 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 55326 hab. Densidade

Leia mais

Tamanho da Amostra Parâmetros de interesse:

Tamanho da Amostra Parâmetros de interesse: Tamanho da Amostra Para calcular o tamanho de amostra da PNS necessário para a estimação de parâmetros de interesse em níveis diferentes de desagregação geográfica, deverão ser considerados os seguintes

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Rondonópolis, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 4181,58 km² IDHM 2010 0,755 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 195476 hab. Densidade

Leia mais

Conceitos Básicos e Medidas em Demografia

Conceitos Básicos e Medidas em Demografia Martin Handford, Where s Wally? População, Espaço e Ambiente Abordagens Espaciais em Estudos de População: Métodos Analíticos e Técnicas de Representação Conceitos Básicos e Medidas em Demografia Antonio

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Taperoá, PB 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 664,9 km² IDHM 2010 0,578 Faixa do IDHM Baixo (IDHM entre 0,5 e 0,599) (Censo 2010) 14936 hab. Densidade demográfica

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Porto Real do Colégio, AL 14/01/2014 - Pág 1 de 14 Report a map error Caracterização do território Área 240,46 km² IDHM 2010 0,551 Faixa do IDHM Baixo (IDHM entre 0,5 e 0,599) (Censo

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Pirpirituba, PB 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 79,64 km² IDHM 2010 0,595 Faixa do IDHM Baixo (IDHM entre 0,5 e 0,599) (Censo 2010) 10326 hab. Densidade

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de São Félix do Araguaia, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 16915,81 km² IDHM 2010 0,668 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 10625

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Palmeira dos Índios, AL 14/01/2014 - Pág 1 de 14 Report a map error Caracterização do território Área 462,76 km² IDHM 2010 0,638 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo

Leia mais

Índice. Indicadores Demográficos

Índice. Indicadores Demográficos NUT III Península de Índice Densidade Populacional... 3 Esperança de Vida à Nascença... 3 Estrutura Etária da População dos 0 aos 14 anos... 4 Estrutura Etária da População dos 15 aos 24 anos... 4 Estrutura

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Boca da Mata, AL 13/01/2014 - Pág 1 de 14 Report a map error Caracterização do território Área 187,11 km² IDHM 2010 0,604 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010)

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Casserengue, PB 01/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 202,67 km² IDHM 2010 0,514 Faixa do IDHM Baixo (IDHM entre 0,5 e 0,599) (Censo 2010) 7058 hab. Densidade

Leia mais

Fortaleza. 5ª cidade em população: 2,45 milhões 9ª colocada em PIB 18ª capital em rendimento mensal total domiciliar per capita nominal (R$ 701,00)

Fortaleza. 5ª cidade em população: 2,45 milhões 9ª colocada em PIB 18ª capital em rendimento mensal total domiciliar per capita nominal (R$ 701,00) 5ª cidade em população: 2,45 milhões 9ª colocada em PIB 18ª capital em rendimento mensal total domiciliar per capita nominal (R$ 701,00) Classificação por renda domiciliar per capita Renda Domiciliar Per

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de São José do Xingu, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 7493,63 km² IDHM 2010 0,657 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 5240 hab. Densidade

Leia mais

Paraíba. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado de Paraíba (1991, 2000 e 2010)

Paraíba. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado de Paraíba (1991, 2000 e 2010) Paraíba Em, no estado da Paraíba (PB), moravam 3,8 milhões de pessoas, onde uma grande parcela (8,5%, 321,2 mil habitantes) tinha 65 ou mais anos de idade. O estado era composto de 223 municípios, dos

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Olho D'Água das Flores, AL 14/01/2014 - Pág 1 de 14 Report a map error Caracterização do território Área 183,96 km² IDHM 2010 0,565 Faixa do IDHM Baixo (IDHM entre 0,5 e 0,599) (Censo

Leia mais

Inserção internacional. Mudanças sócio-demográficas

Inserção internacional. Mudanças sócio-demográficas Inserção internacional Mudanças sócio-demográficas Islândia Inglaterra Oceano Atlântico França Espanha Itália ÁFRICA Essa região azul mais clara é a plataforma continental brasileira. Oceano Atlântico

Leia mais

Roraima. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado de Roraima (1991, 2000 e 2010)

Roraima. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado de Roraima (1991, 2000 e 2010) Roraima Em, no estado de Roraima (RR), moravam 4,5 mil habitantes, onde uma parcela ainda discreta (3,5%, 15,6 mil) tinha 65 ou mais anos de idade. O estado era composto de 15 municípios, dos quais sete

Leia mais

EDITORIAL. v. 6, n.1, p. 1-24, jan./jun Revision, v. 1, p , 1998.

EDITORIAL. v. 6, n.1, p. 1-24, jan./jun Revision, v. 1, p , 1998. EDITORIAL Família é um termo muito utilizado, mas difícil de captar em toda a sua complexidade. Nos estudos de família há limitações, tanto no aspecto teórico quanto na perspectiva empírica, em relação

Leia mais

PROJEÇÃO POPULACIONAL, POR SEXO E GRUPOS DE IDADES QUINQUENAIS MESORREGIÕES E TOTAL DE MINAS GERAIS,

PROJEÇÃO POPULACIONAL, POR SEXO E GRUPOS DE IDADES QUINQUENAIS MESORREGIÕES E TOTAL DE MINAS GERAIS, PROJEÇÃO POPULACIONAL, POR SEXO E GRUPOS DE IDADES QUINQUENAIS MESORREGIÕES E TOTAL DE MINAS GERAIS, -2050 Moema G. Bueno Fígoli Cedeplar/UFMG (moema@cedeplar.ufmg.br) Laura Rodríguez Wong Cedeplar/UFMG

Leia mais

Conceitos Básicos e Medidas em Demografia

Conceitos Básicos e Medidas em Demografia Martin Handford, Where s Wally? CST 310: População, Espaço e Ambiente Abordagens Espaciais em Estudos de População: Métodos Analíticos e Técnicas de Representação Conceitos Básicos e Medidas em Demografia

Leia mais

Ind010311RM - Proporção da população servida por coleta de lixo, por ano, segundo região metropolitana e

Ind010311RM - Proporção da população servida por coleta de lixo, por ano, segundo região metropolitana e Ind0311RM Proporção da população servida por coleta de lixo, por ano, segundo região metropolitana e escolaridade Indicador Proporção da população servida por coleta de lixo. Descrição Proporção (%) da

Leia mais

Amazonas. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1 o e 3 o quartis nos municípios do estado do Amazonas (1991, 2000 e 2010)

Amazonas. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1 o e 3 o quartis nos municípios do estado do Amazonas (1991, 2000 e 2010) Amazonas Em 21, no estado do Amazonas (AM), moravam 3,5 milhões de pessoas, onde uma parcela ainda discreta (4,%, 14,4 mil) tinha 65 ou mais anos de idade. O estado era composto de 62 municípios, dos quais

Leia mais

Pesquisa Mensal de Emprego - PME

Pesquisa Mensal de Emprego - PME Pesquisa Mensal de Emprego - PME Dia Internacional da Mulher 08 de março de 2010 MULHER NO MERCADO DE TRABALHO: PERGUNTAS E RESPOSTAS A Pesquisa Mensal de Emprego PME, implantada em 1980, produz indicadores

Leia mais

Espírito Santo. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado do Espírito Santo (1991, 2000 e 2010)

Espírito Santo. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado do Espírito Santo (1991, 2000 e 2010) Espírito Santo Em, no estado do Espírito Santo (ES), moravam 3,5 milhões de pessoas, onde parcela relevante (7,1%, 249, mil) tinha 65 ou mais anos de idade. O estado era composto de 78 municípios, dos

Leia mais

INDICADORES SOCIAIS NO BRASIL: UMA ANALISE DE SUA EVOLUÇAO RECENTE

INDICADORES SOCIAIS NO BRASIL: UMA ANALISE DE SUA EVOLUÇAO RECENTE INDICADORES SOCIAIS NO BRASIL: UMA ANALISE DE SUA EVOLUÇAO RECENTE Henrique Dantas Neder (hdneder@ufu.br) web: www.ecn26.ie.ufu.br Universidade Federal de Uberlândia - MG Objetivos da pesquisa: Desenvolver

Leia mais

C.10 Taxa de mortalidade específica por neoplasias malignas

C.10 Taxa de mortalidade específica por neoplasias malignas C.1 Taxa de mortalidade específica por neoplasias malignas O indicador estima o risco de morte por neoplasias malignas e dimensiona a sua magnitude como problema de saúde pública. Corresponde ao número

Leia mais

Noções Básicas sobre. Encontro Nacional de Coordenadores da Saúde do Idoso. População Idosa no Cenário Nacional: Transição Demográfica

Noções Básicas sobre. Encontro Nacional de Coordenadores da Saúde do Idoso. População Idosa no Cenário Nacional: Transição Demográfica Encontro Nacional de Coordenadores da Saúde do Idoso Noções Básicas sobre População Idosa no Cenário Nacional: Transição Demográfica Joilson Rodrigues de Souza Coordenador de Disseminação de Informações

Leia mais

Ind Taxa de prevalência de fumantes atuais, por ano, segundo região e escolaridade

Ind Taxa de prevalência de fumantes atuais, por ano, segundo região e escolaridade Ind010402 Taxa de prevalência de fumantes atuais, por ano, segundo região e escolaridade Indicador Taxa de prevalência de fumantes atuais Descrição Proporção (%) do número de indivíduos fumantes sobre

Leia mais

INDICADORES SOCIOECONÔMICOS SDR BLUMENAU

INDICADORES SOCIOECONÔMICOS SDR BLUMENAU INDICADORES SOCIOECONÔMICOS SDR BLUMENAU Aspectos Econômicos ** Serviço de Apoio à Micro e Pequenas Empresas de Santa Catarina SEBRAE/SC. Santa Catarina em Números. Disponível em ,

Leia mais

Geografia. As Regiões Geoeconômicas do Brasil. Professor Luciano Teixeira.

Geografia. As Regiões Geoeconômicas do Brasil. Professor Luciano Teixeira. Geografia As Regiões Geoeconômicas do Brasil Professor Luciano Teixeira www.acasadoconcurseiro.com.br Geografia Aula XX AS REGIÕES GEOECONÔMICAS DO BRASIL A divisão regional oficial do Brasil é aquela

Leia mais

CIDADES MELHORES, MAS AINDA DESIGUAIS. A Geografia Levada a Sério

CIDADES MELHORES, MAS AINDA DESIGUAIS.  A Geografia Levada a Sério CIDADES MELHORES, MAS AINDA DESIGUAIS CIDADES MELHORES, MAS AINDA DESIGUAIS A qualidade de vida nas metrópoles brasileiras melhorou, no séc. XXI, entre os anos de 2000 a 2010, com base no Censo; É o que

Leia mais

Governo de Mato Grosso Secretaria de Estado de Planejamento e Coordenação Geral Superintendência de Planejamento Coordenadoria de Avaliação

Governo de Mato Grosso Secretaria de Estado de Planejamento e Coordenação Geral Superintendência de Planejamento Coordenadoria de Avaliação Governo de Mato Grosso Secretaria de Estado de Planejamento e Coordenação Geral Superintendência de Planejamento Coordenadoria de Avaliação ET CA/SP/SEPLAN nº 02/2013 Evolução da extrema pobreza em Mato

Leia mais

P5 FASE 1: ESTUDO POPULACIONAL

P5 FASE 1: ESTUDO POPULACIONAL Projeto: Elaboração do PMSB dos Municípios inseridos na Bacia do Rio Paraíba do Sul: Antônio Carlos, Bias Fortes, Bicas, Ewbank da Câmara, Goianá, Santa Rita de Ibitipoca, Santos Dumont, São João Nepomuceno

Leia mais

Ceará. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado do Ceará (1991, 2000 e 2010)

Ceará. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado do Ceará (1991, 2000 e 2010) Ceará Em, no estado do Ceará (CE), moravam 8,5 milhões de pessoas, onde uma parcela considerável (7,6%, 637,7) tinha 65 ou mais anos de idade. O estado era composto de 184 municípios, dos quais 21 (11,4%)

Leia mais

Geografia População (Parte 1)

Geografia População (Parte 1) Geografia População (Parte 1) 1. População Mundial: Define-se população mundial como o número total de humanos vivos no planeta num dado momento. Em 31 de Outubro de 2011 a Organização das Nações Unidas

Leia mais

GEOGRAFIA DA POPULAÇÃO - I -

GEOGRAFIA DA POPULAÇÃO - I - GEOGRAFIA DA POPULAÇÃO - I - DEMOGRAFIA POPULAÇÃO - conjunto de pessoas que habitam uma determinada área, classificada de vários aspectos: religião, etnia, local de moradia, atividades econômicas, faixa

Leia mais

Estatísticas sobre Analfabetismo no Brasil

Estatísticas sobre Analfabetismo no Brasil Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Estatísticas sobre Analfabetismo no Brasil Audiência pública Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa

Leia mais

A CONCENTRAÇÃO DO PIB MEDIDA PELO ÍNDICE HERFINDAHL- HIRSCHMAN: O CASO DAS MESORREGIÕES GEOGRÁFICAS BRASILEIRAS NO PERÍODO DE 1985 A 2010

A CONCENTRAÇÃO DO PIB MEDIDA PELO ÍNDICE HERFINDAHL- HIRSCHMAN: O CASO DAS MESORREGIÕES GEOGRÁFICAS BRASILEIRAS NO PERÍODO DE 1985 A 2010 A CONCENTRAÇÃO DO PIB MEDIDA PELO ÍNDICE HERFINDAHL- HIRSCHMAN: O CASO DAS MESORREGIÕES GEOGRÁFICAS BRASILEIRAS NO PERÍODO DE 1985 A 2010 Iniciação Científica Karoline Almeida Cavalcanti Universidade Estadual

Leia mais

BRASIL: TÁBUA COMPLETA DE MORTALIDADE - 2010

BRASIL: TÁBUA COMPLETA DE MORTALIDADE - 2010 Diretoria de Pesquisas DPE Coordenação de População e Indicadores Sociais COPIS Gerência de Estudos e Análises da Dinâmica Demográfica - GEADD BRASIL: TÁBUA COMPLETA DE MORTALIDADE - 2010 Em cumprimento

Leia mais

Migração Intrametropolitana: um estudo comparativo entre as Regiões Metropolitanas do Nordeste (Fortaleza, Recife e Salvador)

Migração Intrametropolitana: um estudo comparativo entre as Regiões Metropolitanas do Nordeste (Fortaleza, Recife e Salvador) Migração Intrametropolitana: um estudo comparativo entre as Regiões Metropolitanas do Nordeste (Fortaleza, Recife e Salvador) Palavras-chave: Migração; Intrametropolitana; Região Metropolitana de Fortaleza;

Leia mais

Capítulo 3 MOBILIDADE URBANA. Juciano Martins Rodrigues INTRODUÇÃO

Capítulo 3 MOBILIDADE URBANA. Juciano Martins Rodrigues INTRODUÇÃO Capítulo 3 MOBILIDADE URBANA Juciano Martins Rodrigues INTRODUÇÃO Segundo dados do Censo 2010, para chegar até seus locais de trabalho, aproximadamente 24,2 milhões de pessoas se deslocam diariamente nas

Leia mais

A ascensão da mulher no mercado de trabalho

A ascensão da mulher no mercado de trabalho A ascensão da mulher no mercado de trabalho Proposta de redação: Há uma considerável inserção de senhoras e senhoritas no mercado de trabalho, fruto da falência dos modelos tradicionais civilizatórios.

Leia mais

INFORME À IMPRENSA Mercado de energia elétrica: consumo no NE

INFORME À IMPRENSA Mercado de energia elétrica: consumo no NE Consumo residencial de eletricidade do NE supera, pela primeira vez, o do Sul Taxa de atendimento na região praticamente se iguala à média brasileira Rio de Janeiro, 09/07/2008 A primeira metade de 2008

Leia mais

Valor médio de avaliação bancária acentuou tendência crescente

Valor médio de avaliação bancária acentuou tendência crescente Dez-14 Jan-15 Fev-15 Mar-15 Abr-15 Mai-15 Jun-15 Jul-15 Ago-15 Set-15 Out-15 Nov-15 Dez-15 Inquérito à Avaliação Bancária na Dezembro de 2015 25 de janeiro de 2016 Valor médio de avaliação bancária acentuou

Leia mais

Mapa da Violência 2012: Os Novos Padrões da Violência Homicida no Brasil. Consolidação dos Dados da Violência Homicida por Unidade Federada

Mapa da Violência 2012: Os Novos Padrões da Violência Homicida no Brasil. Consolidação dos Dados da Violência Homicida por Unidade Federada Mapa da Violência 2012: Os Novos Padrões da Violência Homicida no Brasil Consolidação dos Dados da Violência Homicida por Unidade Federada Julgamos que seria de grande utilidade consolidar as informações

Leia mais

Medidas de Dispersão. Introdução Amplitude Variância Desvio Padrão Coeficiente de Variação

Medidas de Dispersão. Introdução Amplitude Variância Desvio Padrão Coeficiente de Variação Medidas de Dispersão Introdução Amplitude Variância Desvio Padrão Coeficiente de Variação Introdução Estudo de medidas que mostram a dispersão dos dados em torno da tendência central Analisaremos as seguintes

Leia mais

Populações. Prof. Dr. Francisco Soares Santos Filho

Populações. Prof. Dr. Francisco Soares Santos Filho Populações Prof. Dr. Francisco Soares Santos Filho Conceitos fundamentais Espécie População Indivíduo Por que os estudos de populações são importantes? Permitem descrever a estrutura espacial e o comportamento

Leia mais

Ana Amélia Camarano (IPEA) Solange Kanso (IPEA)

Ana Amélia Camarano (IPEA) Solange Kanso (IPEA) Ana Amélia Camarano (IPEA) Solange Kanso (IPEA) Brasília, 7 de março de 2007 OBJETIVOS QUESTÕES !"#$"$#%&#!!'"()* Visão geral das tendências de crescimento da população brasileira e dos componentes deste

Leia mais

Indicadores confeccionados com dados do IBGE

Indicadores confeccionados com dados do IBGE Indicadores confeccionados com dados do IBGE IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) Pesquisas domiciliares Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Censo Demográfico Taxa

Leia mais

DÉFICIT HABITACIONAL NO BRASIL 2013: RESULTADOS PRELIMINARES NOTA TÉCNICA

DÉFICIT HABITACIONAL NO BRASIL 2013: RESULTADOS PRELIMINARES NOTA TÉCNICA DÉFICIT HABITACIONAL NO BRASIL 2013: RESULTADOS PRELIMINARES NOTA TÉCNICA Belo Horizonte 2015 GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS GOVERNADOR Fernando Damata Pimentel SECRETARIA DE ESTADO DE PLANEJAMENTO

Leia mais

Docentes da Rede Estadual do Paraná I - Perfil do profissional em sala de aula

Docentes da Rede Estadual do Paraná I - Perfil do profissional em sala de aula Docentes da Rede Estadual do Paraná I - Perfil do profissional em sala de aula Com base nos resultados do Censo Escolar da Educação Básica 2013, este informativo apresenta um perfil dos 50.798 profissionais

Leia mais

BOLETIM. Dinâmica demográfica paulista na primeira década do século. Produção de informações para a Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho Sert

BOLETIM. Dinâmica demográfica paulista na primeira década do século. Produção de informações para a Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho Sert década do século Está disponível o primeiro número de 2012 da série SP Demográfico, com informações produzidas pela Fundação Seade sobre as estatísticas vitais de 2010 e as mudanças observadas na dinâmica

Leia mais

ESTUDO TÉCNICO N.º 12/2014

ESTUDO TÉCNICO N.º 12/2014 ESTUDO TÉCNICO N.º 12/2014 Principais resultados da PNAD 2013 potencialmente relacionados às ações e programas do MDS MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME SECRETARIA DE AVALIAÇÃO E GESTÃO

Leia mais

Metodologias de identificação e caracterização de assentamentos precários

Metodologias de identificação e caracterização de assentamentos precários Metodologias de identificação e caracterização de assentamentos precários Eduardo Marques CEM e DCP/USP www.centrodametropole.org.br São várias as alternativas de método desenvolvidas recentemente para

Leia mais

BOLSA FAMÍLIA Tecnologia e inovação a serviço do fim da pobreza. V Seminário de Gestão de Tecnologias e Inovação em Saúde Salvador 11/10/2013

BOLSA FAMÍLIA Tecnologia e inovação a serviço do fim da pobreza. V Seminário de Gestão de Tecnologias e Inovação em Saúde Salvador 11/10/2013 BOLSA FAMÍLIA Tecnologia e inovação a serviço do fim da pobreza V Seminário de Gestão de Tecnologias e Inovação em Saúde Salvador 11/10/2013 CRESCIMENTO DA RENDA DOMICILIAR PER CAPITA POR QUINTIL (2002

Leia mais

Mato Grosso do Sul. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado de Mato Grosso do Sul (1991, 2000 e 2010)

Mato Grosso do Sul. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado de Mato Grosso do Sul (1991, 2000 e 2010) Mato Grosso do Sul Em 21, no estado de Mato Grosso do Sul (MS), moravam 2,5 milhões de pessoas, onde parcela relevante (6,6%, 162,2 mil) tinha 65 ou mais anos de idade. O estado era composto de 78 municípios,

Leia mais

Cópia autorizada. II

Cópia autorizada. II II Sugestões de avaliação Geografia 5 o ano Unidade 2 5 Unidade 2 Nome: Data: 1. Por que o território dos países costuma ser dividido em porções menores, como estados e municípios? Observe o mapa a seguir

Leia mais

Subsidiar a implementação de um conjunto de ações orientadas para a prevenção e erradicação do trabalho de crianças e adolescentes no estado da

Subsidiar a implementação de um conjunto de ações orientadas para a prevenção e erradicação do trabalho de crianças e adolescentes no estado da O TRABALHO INFANTO- JUVENIL NO ESTADO DA BAHIA Destaques do relatório preparado por Inaiá Maria Moreira de Carvalho e Cláudia Monteiro Fernandes para a OIT Brasil Março de 2010 1 Objetivo Geral Subsidiar

Leia mais

Segundo o Censo 2010 aponta que aproximadamente 85% é urbano;

Segundo o Censo 2010 aponta que aproximadamente 85% é urbano; A URBANIZAÇÃO BRASILEIRA 1 Início de nossa urbanização Segundo o Censo 2010 aponta que aproximadamente 85% é urbano; Nossa economia estava voltada para a exportação; As primeiras ocupações urbanas se deram

Leia mais