Artes visuais AULA 4 Do Romantismo ao Impressionismo

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1 Artes visuais AULA 4 Do Romantismo ao Impressionismo Prof. André de Freitas Barbosa O século XIX foi agitado por fortes mudanças sociais, políticas e culturais, resultando numa reação ao espírito iluminista, objetivo e racional. A estética romântica, que extrapolou seu próprio contexto histórico, é responsável pelo espírito revolucionário sob a qual a Arte Moderna se estruturou. Theodore Géricault. O Naufrágio de Medusa ( ), Museu do Louvre, Paris (França).

2 São características do Romantismo nas artes visuais: Caspar David Friederich. Caminhante sobre o mar de neblina (1818). Kunsthalle, Hamburgo (Alemanha). - Intensa dramaticidade (reflexo do estado de espírito do autor); - Sugestão de instabilidade e dinamismo ao observador; - Retrato de fatos da História nacional contemporâneos da vida dos artistas; - Influência das lendas heroicas medievais, a partir das quais os artistas valorizaram o conceito de nacionalismo; - Retrato vivo e dinâmico da natureza, adequado à intensidade das emoções do artista.

3 Duas obras de Eugène Delacroix ( ) A Barca de Dante (1822). Museu do Louvre, Paris (França). A Órfã no Cemitério ( ). Museu do Louvre, Paris (França).

4 Pintura romântica brasileira Almeida Júnior. O Derrubador Brasileiro (1879), Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro. Em obras como a tela de Almeida Júnior, retratam-se a paisagem e o homem numa relação íntima. Na ilustração do caipira ou do sertanejo, o pintor se empenha na tentativa nacionalista de configurar o brasileiro autêntico.

5 Pintura realista A pintura realista se limita à reprodução legítima da realidade e aos temas do cotidiano, mantendo-se fiel à exatidão do desenho. Seus quadros resultavam numa espécie de retratos instantâneos da vida social, com uma imagem nítida, concreta e sólida frequentemente para desagrado do público. Gustave Courbet. Os Quebradores de Pedras (1850 destruído na 2ª Guerra Mundial em Dresden, Alemanha).

6 Impressionismo O nome impressionista foi uma denominação depreciativa da crítica parisiense da época, que, ao ver a tela Impressão, Nascer do Sol, dizia que não passava de uma impressão mal acabada da paisagem. Claude Monet, Impressão, Nascer do Sol (1872). Museu Marmottan Monet, Paris (França).

7 Embora mantenha temas realistas (como as paisagens ao ar livre), o Impressionismo não se liga à denúncia social; procura apreender o instante da ação ao criar novas maneiras de captar a luz e as cores. Ainda no fim do século XIX, a arte oficial promovia os ideais da Renascença, afirmando que a pintura deveria ser nobre e instrutiva. Os impressionistas se rebelaram contra esse monopólio acadêmico da arte. Alfred Sisley. Ponte devilleneuve-la-garenne (1872). Metropolitan Museum of Art, Nova Iorque (EUA).

8 Características essenciais do Impressionismo: - As figuras não devem ter contornos nítidos; - As cores devem ser puras e dissociadas no quadro em pequenas pinceladas; - O observador, ao contemplar a pintura, é quem combina as várias cores, obtendo, assim, o resultado final (a mistura deixa de ser técnica para se tornar ótica). Duas obras de Camille Pissarro: Paisagem de Pontoise (1874), Museu Nacional de Estocolmo (Suécia); Jardim das Tulherias (1900), Musée de l Ermitage, São Petesburgo (Rússia)

9 Os impressionistas queriam apresentar percepções sensoriais registradas num rápido vislumbre. A cor não seria uma característica permanente de um objeto, mudando constantemente de acordo com os efeitos da luz, do reflexo ou do clima natural sobre a superfície do objeto. Alfred Sisley. Outono: Margens do Sena perto de Bougival (1873). Museu de Belas Artes, Montreal (Canadá).

10 Pequena galeria impressionista Edgar Degas ( ) Escola de Dança ( ). Corcoran Gallery of Art (Washington, EUA). Miss Lala no Circo Fernando (1879). National Gallery (Londres, Inglaterra).

11 Pierre Auguste Renoir ( ) Baile do Moulin de la Galette (1876). Museu d'orsay (Paris, França). Lise Tréhot costurando (1866). Museu de Arte de Dallas (EUA).

12 Claude Monet ( ) A Ponte de Waterloo (1903). Musée de l Ermitage, São Petesburgo (Rússia) Rua Montorgueil (1878). Museu d Orsay (Paris, França). Bain à la Grenouillère (1869). Metropolitan Museum of Art (Nova Iorque, EUA).

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