BBB. Rating BANCO PAULISTA S/A. Bancos FUNDAMENTOS DO RATING

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1 Relatório Analítico Rating BBB O banco apresenta solidez financeira intrínseca adequada. São instituições com ativos dotados de cobertura. Tais bancos apresentam situação financeira razoável e estável. O ambiente empresarial e setorial podem ter uma variação mais acentuada do que nas categorias anteriores e apresenta algum risco nas condições intrínsecas de funcionamento do banco. O risco é baixo. Data: 01/nov/2007 Validade: 31/mai/2008 Sobre o Rating Perspectiva: Estável Observação: - Histórico: Dez/04:Afirmação:BBB-(estável) Jun/05: Afirmação:BBB-(positiva) Dez/05:Elevação:BBB (estável) Jun/06:Afirmação:BBB (estável) Dez/06:Afirmação:BBB (estável) Jun/07: Afirmação:BBB (estável) Última Revisão: Jun/07 Próxima Revisão: Dez/07 Validade: Mai/08 Analista: Luis Miguel Santacreu Tel.: Austin Rating Serviços Financeiros Rua Leopoldo Couto Magalhães, 110 conj. 73 São Paulo SP CEP Tel.: Fax: FUNDAMENTOS DO RATING O Comitê de Classificação de Risco da Austin Rating, em reunião realizada no dia 01 de novembro de 2007, confirmou o rating BBB e a perspectiva estável para o Banco Paulista S/A. A classificação reflete o nível de solidez financeira do Banco, adequado ao perfil de risco das atividades de crédito e tesouraria empreendidos pela instituição. Em contrapartida, considera a base patrimonial do Banco e seu nível de capitalização ante o crescimento de seus ativos remunerados. O Paulista encerrou o primeiro semestre de 2007 com uma carteira de crédito, considerando as cessões realizadas e a parte bancada no ativo, de R$ 540 milhões, espelhando um aumento considerável com respeito a dezembro de Os indicadores de qualidade da carteira de crédito pioraram no semestre, registrando uma relação entre créditos vencidos e o total da carteira, de 10,6% em junho passado, ante 7,9% em igual período de Ao levarmos em conta o volume de R$ 156,2 milhões de créditos cedidos com coobrigação, realizado no semestre, o nível de inadimplência do Paulista, em junho de 2007, seria de 6,6%, índice ainda assim superior à mediana estatística dos bancos atuando em seu segmento de atuação. No entendimento da Austin, a evolução deste indicador não configura uma tendência desfavorável, mas o retrato, por um lado, de uma política de provisionamento mais rigorosa na classificação das operações de crédito e o efeito da manutenção, em faixas de risco com maior provisionamento, de créditos antigos em atraso, notadamente da modalidade consignado, elevados em relação a uma carteira de crédito de porte médio, em grande parte cedida a terceiros. Embora o Banco conte com certa concentração em torno de um número restrito de aplicadores (os dez maiores respondem por 50,7% do total captado em junho de 2007), apresenta adequado casamento de prazos entre ativos e passivos nas faixas de vencimento analisadas pela Austin Rating e um elevado caixa livre, representando 3,2 vezes o PL ou 0,73% dos depósitos totais, em junho de Ademais, conta com a monetização de parte expressiva dos créditos originados, o que reforça sua posição de liquidez. O risco de mercado é baixo no Paulista e se restringe à posição prefixada em aberto, dado que suas aplicações são preponderantemente prefixadas, enquanto os passivos são pactuados principalmente a taxas pós-fixadas. Face a remota possibilidade de elevação das taxas básicas de juros na economia brasileira, tal classe de risco, por sua magnitude, medida em termos de VaR, tem baixa probabilidade de afetar a solidez financeira da instituição. O Paulista contava, no final de junho passado, com Patrimônio Líquido de R$ 70,3 milhões e nível de capitalização (indicador de Basiléia) de 13,3%, ante 14,7% em junho de Embora seja sua base patrimonial fator limitante para a expansão das operações ativas, entendemos como positiva a realização de cessões nas operações de varejo, a constituição de FIDC e estruturação de Cédulas de Crédito Bancário (CCBs) para empresas, com vistas à geração antecipada de lucros para a instituição. Da mesma forma, entendemos como favorável o compromisso dos acionistas com aportes de capital futuros, visando dar-lhe maior musculatura e capacidade de originação de novas operações de crédito e melhor posicionamento em um mercado cada vez mais competitivo.

2 Fatores Positivos A alta administração é cautelosa e o principal controlador participa diretamente na gestão do Banco, dando maior agilidade ao processo decisório; O Paulista possui fontes de receita diversificadas, combinando atividades de crédito e prestação de serviços para pessoas físicas e jurídicas; Políticas conservadoras no que se refere aos riscos de crédito, mercado e liquidez; Melhora do resultado líquido no final de junho de 2007, decorrente do crescimento das atividades de crédito, espelhando os benefícios imediatos das cessões realizadas no semestre; Bom momento vivenciado no mercado de capitais fortalece os ganhos com prestação de serviços obtidos no âmbito da Socopa; Aumento na capitalização do Banco com o resultado gerado na Socopa, com a valorização dos títulos patrimoniais da instituição, convertidos em ações da Bovespa Holding, e negociadas no mercado secundário; Investimentos em tecnologia realizados pelo Banco nos últimos anos ampliam o portfólio de serviços ofertados (custodiante, agente de compensação, administração de fundos), dando maior diversificação às fontes de receita. Fatores em Observação Em função da modesta base patrimonial, a estrutura de funding é mais concentrada devido às restrições de investimento por parte de determinados aplicadores, exigindo da instituição políticas de crédito, de tesouraria e de liquidez mais conservadoras e prudenciais; Aumento da concorrência no mercado de crédito estruturado por meio de CCBs e redução das taxas de juros no Brasil tendem a exercer maior pressão sobre as margens financeiras praticadas pelo Banco Paulista nessas operações; Aumento da escala de originação de crédito de modo a compensar a redução da margem financeira; Alongamento observado nos prazos de financiamento de veículos, aliado ao nicho de usados com mais de 7 anos - segmento onde o Banco tem dado maior ênfase - geram maior dependência da instituição à pontualidade futura dos devedores, em uma economia com reduzido histórico de crescimento econômico, contínuo e sustentado. HISTÓRICO E PERFIL DE ATUAÇÃO O Banco Paulista iniciou suas atividades em 1990, com a transformação da SOCOPA Corretora Paulista - fundada em em banco múltiplo. Simultaneamente ao processo de transformação o Banco constituiu uma subsidiária integral, também denominada SOCOPA, para dar continuidade à atividade de corretagem de títulos e valores mobiliários. A partir de 2005 o Banco vem expandindo seu raio de atuação ampliando suas fronteiras para além do público de pessoas jurídicas tomadoras de crédito, passando a realizar operações de crédito ao consumidor, com destaque para o financiamento de veículos na Região Sudeste e o crédito consignado na Região Nordeste. O Banco oferece aos clientes pessoas jurídicas as modalidades de crédito de conta garantida, desconto de títulos, mútuos, estruturação e colocação de CCBs, CPRs e outros instrumentos de crédito. Presta serviço de cobrança e fianças. No segmento pessoa física, realiza operações de financiamento para aquisição de veículos a clientes e não clientes do Banco e crédito pessoal consignado em folha de pagamento para aposentados e pensionistas do INSS,

3 servidores públicos e empresas privadas. No câmbio, tem explorado operações relacionadas às atividades de comércio exterior (exportação/importação) e financeiras (frete, seguros, royalties, etc.). Atua no segmento turismo (moeda, traveler s checks, remessas) com lojas próprias e no atacado. O Banco atua como liquidante junto ao SPB para Bancos de Investimentos, Corretoras e Distribuidoras de Valores e de agente de compensação junto à CBLC para corretoras de valores. É acionista e participante da CIP - Câmara Interbancária de Pagamentos e da Central de Compensação e Liquidação. A Socopa é membro e agente de compensação da BOVESPA e da BM&F. Executa operações nos mercados nacionais e internacionais, para bancos, seguradoras, fundos de investimento e fundações bem como pessoas físicas e jurídicas, nos mercados de ações, renda fixa, futuros e opções, swaps e commodities. A SOCOPA também administra algumas carteiras de clientes e fundos de investimento. Na tesouraria, o Banco e a Corretora atuam com títulos do Governo Federal, no mercado interbancário de câmbio e de CDI, e na venda de créditos de varejo. Também opera nos mercados de câmbio, juros, ações, dívida externa e seus derivativos, para hedging de suas carteiras comercial e de câmbio. Ambos elaboram operações estruturadas envolvendo a emissão e colocação primária de títulos de crédito, debêntures e ações, fusões e aquisições e reestruturação de passivos. CONTROLE ACIONÁRIO E PARTICIPAÇÃO EM CONTROLADAS O Banco Paulista é uma instituição privada nacional de capital fechado, tendo como acionistas os Srs. Álvaro Augusto Vidigal com 67,95% de participação no capital total e o Sr. Homero Amaral Jr. com 32,05%. O Banco tem como investimento a participação de 100% no capital social da Socopa. A Corretora detinha um Patrimônio Líquido de R$ 34,7 milhões em junho de 2007 e reportou um lucro líquido de R$ 2,2 milhões no primeiro semestre deste ano. SUPORTE O principal acionista tem sua origem no ramo financeiro, sendo igualmente membro do Conselho de Administração da Marítima Seguros S/A, seguradora fundada em 1943, com atuação nos ramos de automóveis, saúde, vida e riscos especiais. A atividade bancária e de corretagem de valores é o seu principal negócio, não coexistindo com outras atividades que concorrem em termos de dedicação física e recursos financeiros. O Banco é dirigido pelos dois acionistas, presentes na administração do Banco e da Corretora e comprometidos com o bom funcionamento e continuidade de suas atividades. Em relação às autoridades reguladoras, notadamente o Banco Central do Brasil, achamos pouco provável que haja um suporte desses órgãos, em virtude do porte e da reduzida base de depositantes. Configuram indícios positivos de suporte ao negócio, a retenção da maior parte dos lucros obtidos para aumento da base patrimonial e a participação de cerca de 20% de recursos ligados aos acionistas no total de depósitos. ADMINISTRAÇÃO A administração do Banco Paulista é centralizada, enxuta e apresenta poucos níveis hierárquicos. A Diretoria caracteriza-se pela experiência no mercado financeiro, atuando há vários anos no Banco Paulista. As decisões estratégicas são tomadas pelos acionistas e executadas pela Diretoria Executiva. Os Diretores participam de Comitês para monitoramento das diretrizes estratégicas, avaliação de desempenho das linhas de negócio e das políticas de risco. A diretoria é composta pelos seguintes membros: 3

4 Diretoria Estatutária Ano de entrada Cargo Álvaro Augusto Vidigal 1990 Diretor Presidente Homero Amaral Júnior 1990 Diretor Vice-Presidente Everardo Pedro Palamim 2000 Diretor Executivo Gerson Luiz Mendes de Brito 2000 Diretor Executivo Tarcísio Rodrigues Joaquim 2003 Diretor Executivo Marcos Antônio Monteiro de Barros Jr Diretor Executivo ESTRUTURA OPERACIONAL E POLÍTICA DAS ÁREAS DE NEGÓCIOS O Banco Paulista S.A. e a SOCOPA Sociedade Corretora Paulista S.A. possuíam 227 funcionários em junho de 2007 (dez./06: 208), sendo 133 (dez./06: 113) funcionários no Banco e 94 (dez./06: 95) na Corretora, respectivamente. O Banco tem sua sede em São Paulo e não possui filiais. A Socopa mantém escritórios regionais no Rio de Janeiro (RJ) e em Campinas (SP). O Banco possui mais de 160 convênios ativos no crédito consignado distribuídos em 17 Estados da Federação, sendo 62 deles com empresas privadas. O Banco tem aumentado a utilização de serviços terceirizados, em função da ênfase de atuação no segmento de crédito ao varejo e estruturação de Cédulas de Crédito Bancário (CCBs). A atuação no segmento de crédito de pessoas jurídicas conta com uma plataforma comercial e uma área de análise de crédito, ambas alocadas na matriz em São Paulo. Essas operações são avaliadas por meio de análise de cadastro, pesquisa no Serasa, Central de Risco no Bacen, bancos e fornecedores, visita ao cliente, análise do Grupo Econômico e dos sócios, demonstrações financeiras e cálculo de indicadores. Os clientes são classificados segundo a natureza das operações, as garantias prestadas, o prazo e o cronograma de pagamento da dívida, bem como a cobertura de juros e principal. Como aspectos qualitativos, a análise considera a estratégia de atuação do proponente, o setor econômico, mercado, especialização, ambiente regulatório e participação de mercado da empresa. A aprovação de crédito é realizada com exclusividade por Comitê de Crédito, do qual participam a Diretoria e a alta gerência. Para operar a carteira de varejo, tanto no crédito consignado como no CDC veículos, mantém no Banco apenas os funcionários ligados às funções de supervisão e estratégia, utilizando-se de uma estrutura terceirizada composta por agentes autônomos para captura de operações. A concessão de crédito para o CDC veículos é realizada por meio de metodologia do Credit Score. Já as operações consignadas possuem uma sistemática específica, enfatizando-se a formalização de cada contrato. Nas operações para servidores públicos é realizada a análise financeira de cada órgão. Periodicamente são realizadas reuniões de Comitê para acompanhamento do desempenho dessa carteira. Seu monitoramento é feito através de relatórios estatísticos. Com base nesses relatórios, realiza eventuais ações corretivas ou de revisão da estratégia em curso. As diretrizes da política de crédito estão unificadas em manual específico e servem tanto para as operações de pessoa jurídica como física. A Diretoria é responsável pelo desenvolvimento e aplicação dos modelos de aprovação e de classificação dos créditos pelos níveis de risco da Resolução n o A tesouraria não constitui o core business do Banco e executa suas funções dentro de limites e parâmetros estabelecidos pela Diretoria Executiva, os quais são acompanhados através de Comitês. As posições próprias são muito reduzidas. A função da tesouraria restringe-se ao suporte das áreas comerciais, precificando ativos e passivos, acompanhamento e realização de operações de hedge frente aos descasamentos e monitoramento do caixa do Banco. As disponibilidades são mantidas fundamentalmente em títulos públicos federais. Utiliza a metodologia Value at Risk para mensurar o risco de mercado (taxa de juros). O Value at Risk é calculado diariamente, considerando os ativos expostos. A correlação é feita com base em 4

5 cenários históricos. No caso de taxas de juros, tem sido utilizado o modelo previsto pelo Banco Central do Brasil (circular n o 2.972). ESTRATÉGIA DE MÉDIO E LONGO PRAZOS O Banco tem por estratégia crescer gradativamente o volume de crédito, diversificar as modalidades disponibilizadas aos clientes, conciliando com este crescimento níveis adequados de liquidez e eficiência no controle de riscos. No segmento de pessoas jurídicas, o foco recai em clientes com faturamento anual entre R$ 20 milhões e R$ 350 milhões com operações de capital de giro, conta garantida e estruturação de cédulas de crédito bancário. No âmbito das pessoas físicas, tem-se dado ênfase às modalidades de crédito pessoal consignado em folha de pagamento (funcionários públicos, aposentados do INSS e empresas privadas) e financiamento de veículos (CDC - automóveis e caminhões usados). Adicionalmente às modalidades citadas anteriormente, realiza operações de câmbio turismo e operações de pré-pagamento de exportação garantidas por recebíveis securitizados, geralmente voltadas para fornecedores de grandes empresas multinacionais. Desde a ampliação do raio de atuação em 2005, o segmento de pessoas físicas vem ganhando maior representatividade no total da carteira do Banco, saindo de 31% em dezembro de 2005 para 52% em dezembro de Destaque para a modalidade de financiamento de veículos, que passou a responder por 36% do total da carteira em março de 2007 ante apenas 2% em dezembro de O financiamento das atividades de crédito tem sido feito através dos depósitos (CDB/CDI) captados com pessoas jurídicas, físicas e investidores institucionais, recursos próprios, recursos externos de longo e médio prazos captados junto a bancos no exterior e cessões de crédito. Com menor participação que as modalidades anteriores, realiza empréstimos no exterior para financiar operações de pré-pagamento de exportação e operações de câmbio de compra de moeda estrangeira direcionados para as operações de ACC e ACE. No caso dos depósitos, há uma parcela representativa de recursos obtida junto aos acionistas e empresas ligadas. A meta da administração é dar continuidade ao crescimento orgânico das atividades sem que a instituição se veja limitada operacionalmente, em termos de adequação mínima de capital (indicador de Basiléia). Afora a prática de cessões de crédito para as operações de varejo e cédulas de crédito bancário para as operações com pessoas jurídicas, o Banco lançou, ao final do primeiro semestre deste ano, o Fundo de Investimento em Direitos Creditórios Paulista - Veículos, com vistas a dar vazão ao aumento na produção de financiamento de veículos. Além do resultado advindo da intermediação financeira, fruto de investimentos constantes em tecnologia, tem como meta ampliar as receitas de prestação de serviços, com destaque para aquelas oriundas do papel de agente de compensação, administrador de carteiras, custodiante e, através da SOCOPA, de corretor de títulos e valores mobiliários. ANÁLISE ECONÔMICO-FINANCEIRA Balanço O Banco Paulista fechou o primeiro semestre deste ano com total de ativos de R$ 666,3 milhões, 16,1% superior a dezembro de 2006 e de 17,8% com respeito a junho de A carteira de crédito bancada no balanço montou R$ 252,7 milhões ante R$ 251 milhões em dezembro de 2006 e R$ 201 milhões em junho de Ao longo do primeiro semestre, foram realizadas cessões de operações de crédito com coobrigação com valor montando R$ 156,2 milhões e R$ 95,1 milhões sem coobrigação para o recém iniciado FIDC Paulista Veículos. Considerando as produções bancada e cedida, o total da carteira do Paulista montou R$ 504,1 milhões no final do semestre, acusando crescimento expressivo com relação a igual período em Considerando o maior empuxo no segmento de pessoas físicas, a despeito das cessões realizadas no semestre, a 5

6 composição da carteira bancada se alterou no semestre, cabendo à modalidade de financiamento de veículos maior representatividade no total com R$ 74,8 milhões (jun./07: 29,6%; jun./06: 8,3%) seguido da modalidade de empréstimos para pessoas jurídicas (jun./07: 21,8%; jun./06: 29,3%). As modalidades de conta garantida e ACC apresentaram certa estabilidade nos saldos reportados, enquanto os financiamentos rurais e agroindustriais montando R$ 12,8 milhões cresceram 250% no período. O Banco ampliou a captação de depósitos com o intuito de dar vazão à expansão de crédito no semestre. Parte desta captação de depósitos foi canalizada para as atividades de crédito. Com a antecipação do resultado, com as cessões realizadas, o saldo de aplicações interfinanceiras de liquidez registrou aumento no final do semestre. O saldo de depósitos encerrou o semestre com R$ 308,8 milhões, um crescimento de 32,6% em relação aos R$ 232,8 milhões do final de 2006 e 242% com respeito a junho daquele ano. A modalidade a prazo, como principal instrumento de funding, fechou com saldo de R$ 252,8 milhões, subindo 74,6% em seis meses. Em contrapartida, os depósitos interfinanceiros, no mesmo período de comparação, declinaram 42%, montando R$ 30,7 milhões. Para dar conta da produção de financiamento de veículos o Banco conta com o FIDC Paulista Veículos, cujo montante máximo de cessão atinge R$ 100 milhões. A modalidade de crédito consignado tem sido financiada com cessões de créditos para instituições financeiras atuando no mercado. As operações de empréstimos no exterior de pré-pagamento de exportação, relativas a adiantamentos sobre contratos de câmbio (ACC), tiveram pequeno declínio de 7,8%, passando de R$ 27,6 milhões em dezembro de 2006 para R$ 25,4 milhões em junho de O Banco realizaria uma maior retenção de crédito no ativo, não fosse o limite mínimo de capitalização de 11% exigido pela autoridade monetária aos bancos no Brasil. Em junho passado, o indicador de Basiléia era de 13,3% ante 14,7% em junho de O Patrimônio Líquido cresceu 24,7% no semestre, totalizando R$ 70,3 milhões (R$ 56,4 milhões em dezembro de 2006), fruto da retenção integral do lucro líquido apurado até junho último. O Paulista encerrou o semestre com maior volume de ativos líquidos em tesouraria. O saldo de aplicações interfinanceiras de liquidez perfez R$ 161,6 milhões em junho último, ante R$ 61 milhões em dezembro de O volume de disponibilidades montou R$ 38,5 milhões e a carteira de títulos e valores mobiliários de R$ 68,2 milhões. Resultado O Banco apurou lucro líquido semestral de R$ 11,3 milhões, retratando um aumento expressivo com relação ao saldo de R$ 2,6 milhões reportado em junho do ano passado. Contribuiu para o resultado, o destacado aumento nas receitas com operações de crédito, que saltaram de R$ 23,1 milhões para R$ 74,2 milhões nos semestres em comparação. Deste montante, cerca de R$ 40,3 milhões foram originários de antecipação de rendas futuras com cessões de crédito junto ao mercado e ao FIDC Paulista Veículos. A queda na remuneração dos títulos do governo pós-fixados predominantes na carteira do Banco com a contínua redução da taxa básica de juros foi compensado com o aumento dos saldos médios mantidos em tesouraria, fazendo o resultado com títulos e valores mobiliários no semestre se elevar em 119,6% com relação a junho de 2006, perfazendo R$ 12,2 milhões. Adicionalmente, o Banco auferiu um ganho de R$ 1,3 milhão com instrumentos financeiros derivativos, notadamente swaps cambiais utilizados como proteção quando da importação de dólares para venda no mercado interno dentro da atividade de câmbio turismo realizado pela instituição. A despesa com a captação de depósitos a prazo e interbancário apresentou aumento de 160,2%, fechando o semestre com saldo de R$ 20,1 milhões, em linha com a expansão dos volumes de depósitos captados. Já a despesa com empréstimos, basicamente com pré-exportação declinaram 87,2% montando R$ 274 mil, fruto da queda acentuada da moeda americana no semestre. A despesa com provisão para crédito de liquidação duvidosa totalizou R$ 5,5 milhões, ficando em sintonia com o aumento da carteira e a política de provisionamento exigida para as instituições financeiras e adotada pelo Paulista. 6

7 O Banco registrou aumento significativo no resultado bruto da intermediação financeira, subindo de R$ 16,9 milhões em junho de 2006 para R$ 64,5 milhões em junho de A margem bruta se elevou, como conseqüência, de 30,3% para 53,8%, respectivamente, para o período de comparação. Em junho de 2007, o Paulista apurou aumento de R$ 16,6 milhões para R$ 29,4 milhões nas receitas de prestação de serviços, registrando aumento destacado no semestre, sendo de R$ 14,4 milhões as rendas auferidas pela Socopa. As comissões ganhas com a originação e colocação de títulos e as tarifas cobradas em operações de crédito e câmbio no Banco montaram R$ 12 milhões em junho de 2007 ante R$ 4,4 milhões em junho de As despesas administrativas acusaram aumento de 28% montando R$ 18,8 milhões. Os gastos da Socopa subiram 52,9%, de R$ 8,3 milhões para R$ 12,7 milhões, com destaque para a rubricas serviços do sistema financeiro e serviços técnicos especializados. O Banco contabilizou outras despesas operacionais da ordem de R$ 34,6 milhões, estas relacionadas marcadamente com comissões pagas a agentes autônomos para distribuição das operações de varejo e no provisionamento sobre créditos cedidos com coobrigação, ambas as despesas crescendo em linha com o aumento da carteira de crédito. O indicador de eficiência da instituição melhorou substancialmente, caindo de 70% em junho de 2006 para 31% em junho de O Banco reportou um aumento de 391,7% em seu resultado operacional, alcançando R$ 21,9 milhões. A rentabilidade anualizada sobre o PL final ficou em 32,1%, bem superior aos 10,2% registrados em junho de AVALIAÇÃO DE RISCOS Crédito O Paulista tem adotado critérios mais rigorosos que os requeridos pela Resolução 2682 do Banco Central para a classificação das operações de crédito. A instituição não classifica créditos no nivel AA e adiciona 1% a mais de provisão aos 2% e 3% exigidos respectivamente para as faixas B e C. Da mesma forma, as operações de crédito quando aprovadas em Comitê, são de início classificadas em níveis de risco mais elevados. No final do primeiro semestre de 2007, do total de R$ 252,7 milhões da carteira de crédito bancada pelo Banco, 90,5% foram classificados entre os níveis B e C, ante 95,3% em junho de No mesmo período de comparação, a relação entre créditos vencidos e o total da carteira foi de 10,6%, ante 7,9% em junho do ano passado. Se, no entanto, levarmos o volume de R$ 156,2 milhões de créditos, cedidos com coobrigação, no semestre, o nível de inadimplência do Paulista, em junho de 2007, seria de 6,6%. Com relação aos bancos que atuam em seu segmento, o nível de atrasos do Banco tem ficado mais elevado, o que, no entendimento da Austin, não configura uma tendência desfavorável, mas o efeito momentâneo da redução da produção mensal da modalidade do consignado, ante a manutenção em faixas de risco com maior provisionamento, de créditos antigos em atraso desta modalidade e mantidos na faixa de risco H. O Banco não realiza cessões de créditos com vencimentos longos para empresa(s) securitizadora(s), o que, em condições de diminuição de novas operações, modifica os níveis de inadimplência da instituição. Com a entrada mais intensa da operação de CDC Veículos dentro da estratégia adotada pelo Paulista, os indicadores tendem a convergir no médio prazo para níveis similares a bancos que operam com carteiras de Middle Market com garantia de recebíveis e veículos usados com a alienação do bem. Em junho de 2007, a provisão constituída pela instituição montou R$ 16 milhões, ante um volume de atraso de R$ 26,9 milhões, o que representou uma cobertura de apenas 59,7%. Em junho de 2006, esta razão ficou em torno de 44,5%, ficando abaixo da mediana dos bancos atuando em seu segmento de atuação. Por conta da representatividade cada vez maior do segmento pessoa física nas operações de crédito produzidas pelo Paulista, em modalidades envolvendo tickets médios menores que as operações para pessoas jurídicas, a concentração em torno dos maiores clientes vem diminuindo, deixando a carteira mais pulverizada. Em junho de 2006, o maior cliente participava com 3,5% do total e em junho de 2007 com 2,9%. Os dez maiores declinaram de 7

8 24,9% para 17,9% na comparação semestral. Mercado O risco de mercado é baixo tendo em vista a função exercida pela Tesouraria na estratégia do banco. Sem obrigatoriedade de gerar ganhos proprietários, restringe-se a dar suporte à área comercial, realização e acompanhamento de operações de hedge e de eventuais posições assumidas pelo banco. O Banco faz hedge para a totalidade do volume de moeda estrangeira adquirido para as atividades de câmbio turismo, mediante uso de instrumentos financeiros derivativos. Os empréstimos no exterior de pré-exportação têm como contrapartida a compra de moeda estrangeira visando o adiantamento de contratos de câmbio de clientes, não incorrendo a operação em descasamento de moedas. O banco incorre no risco de mercado relacionado às taxas de juros prefixadas pelo fato de suas aplicações serem, preponderantemente, prefixadas, enquanto os passivos são pactuados principalmente a taxas pós-fixadas. O Banco não tem efetuado operações de hedge para minimizar riscos de taxa pré versus pós, em decorrência do custo e dos fortes indícios de que a taxa Selic não venha a se elevar nos próximos meses. Os riscos são controlados nos moldes definidos pela alta administração do Banco. O modelo utilizado para monitorar o risco de mercado é o VaR, com limite máximo de perda de 2% do PL e intervalo de confiança de 99%. O Value at Risk é calculado diariamente e tem pouca relevância com relação ao PL da instituição, sendo referido à posição aberta prefixada. Liquidez A instituição conta com política de liquidez visando preservar a pulverização das fontes de captação, a baixa concentração dos devedores e o adequado casamento no prazo das operações ativas e passivas. Em junho de 2007, o banco apresentava adequado casamento de prazos entre ativos e passivos nas faixas de vencimento analisadas. No período de vencimento de até 90 dias, a soma das disponibilidades, aplicações interfinanceiras de liquidez, títulos e valores mobiliários e operações de crédito a vencer cobriam uma vez a soma dos depósitos, captação no mercado aberto e empréstimos e repasses. Na faixa de vencimentos de 90 a 360 dias, a cobertura era de 0,93x. Acima de 360 dias, a cobertura era de 1,71x. Para o prazo acima de 3 anos, permanecia um saldo de operações de crédito de R$ 93,7 milhões. O Paulista registrou um elevado caixa livre [disponibilidades + aplicações interfinanceiras - captação no mercado aberto (carteira de terceiros) + títulos e valores mobiliários] de R$ 224,6 milhões, o que representava 3,2 vezes o PL de R$ 70,3 milhões em junho de O caixa disponível representava 0,73% dos depósitos totais. Afora a liquidez dos instrumentos que compõem o caixa livre, a instituição conta com a possibilidade de ceder os créditos consignados e financiamento de veículos o qual origina, complementando a cobertura dos depósitos. Adicionalmente, os créditos concedidos para pessoas jurídicas são dotados de giro rápido e boa qualidade, conferindo previsibilidade quanto ao seu recebimento. No encerramento do primeiro semestre, o maior depositante respondia por 15,8% do total dos depósitos a prazo captados e os dez maiores por 50,7%, concentração considerada elevada, refletindo a ausência de uma rede pulverizada, limitada à matriz do Banco em São Paulo. Operacional O controle do risco operacional encontra-se devidamente monitorado, tendo reportado impacto muito reduzido na solvência do Banco. Em conformidade com a Resolução n o do Bacen, possui uma área de risco e compliance, a qual se subordina diretamente à Diretoria do Banco e tem como função verificar o enquadramento ao Compliance, desenvolver as principais políticas de gestão de risco operacional e cumprir com as exigências legais inerentes à sua atividade. 8

9 Classificação da Austin Rating Solidez Financeira AAA AA A BBB BB B CCC CC C O banco apresenta solidez financeira intrínseca excepcional. Normalmente trata-se de grandes instituições, dotadas de negócio seguro e valorizado, excelente situação financeira atual e histórica. O ambiente empresarial e setorial pode variar sem, contudo, afetar as condições intrínsecas de funcionamento do banco. O risco é quase nulo. O banco apresenta solidez financeira intrínseca excelente. São instituições dotadas de negócio seguro e valorizado, boa situação financeira atual e histórica. O ambiente empresarial e setorial pode variar sem, porém, afetar as condições de funcionamento do banco. O risco é irrisório. O banco apresenta solidez financeira intrínseca boa. São instituições dotadas de negócio seguro e valorizado, boa situação financeira atual e histórica. O ambiente empresarial e setorial pode variar sem, porém, afetar as condições de funcionamento do banco. O risco é muito baixo. O banco apresenta solidez financeira intrínseca adequada. Normalmente são instituições com ativos dotados de cobertura. Tais bancos apresentam situação financeira razoável e estável. O ambiente empresarial e setorial pode ter uma variação mais acentuada do que nas categorias anteriores e apresenta algum risco nas condições intrínsecas de funcionamento do banco. O risco é baixo. O banco apresenta solidez financeira intrínseca regular. Apresenta parâmetros de proteção adequados, mas vulneráveis às condições econômicas, gerais e setoriais, que podem afetar as condições intrínsecas de funcionamento do banco. O risco é médio. O banco apresenta solidez financeira intrínseca regular. Apresenta parâmetros de proteção adequados, tem uma vulnerabilidade grande às condições econômicas, gerais e setoriais, que pode afetar as condições intrínsecas de funcionamento do banco. O risco é médio. O banco apresenta baixa solidez financeira, exigindo eventual assistência externa, apresenta uma vulnerabilidade muito grande às condições econômicas, gerais e setoriais, que podem afetar as condições intrínsecas de funcionamento do banco. O risco é alto. O banco apresenta baixa solidez financeira, exigindo eventual assistência externa, apresenta uma vulnerabilidade muito grande às condições econômicas, gerais e setoriais, que podem afetar as condições intrínsecas de funcionamento do banco. O risco é muito alto. O banco apresenta péssima solidez financeira, exigindo eventual assistência externa. Tais instituições estão limitadas por um ou mais dos seguintes elementos: negócio de questionável valor; condições financeiras deficientes; e um ambiente empresarial altamente desfavorável. O risco é altíssimo. Sinais de (+) mais e (-) menos são utilizados para identificar uma melhor ou pior posição dentro de uma mesma escala de rating. Rating é uma classificação de risco, por nota ou símbolo. Esta expressa a capacidade do emitente de título de dívida negociável ou inegociável em honrar seus compromissos de juros e amortização do principal até o vencimento final. O rating pode ser do emitente, refletindo sua capacidade em honrar qualquer compromisso de uma maneira geral, ou de uma emissão específica, onde é considerada apenas a capacidade do emitente em honrar aquela obrigação financeira determinada. As informações obtidas pela Austin Rating foram consideradas como adequadas e confiáveis. As opiniões e simulações realizadas neste relatório constituem-se no julgamento da Austin Rating acerca do emitente, não se configurando, no entanto, em recomendação de investimento para todos os efeitos. Para conhecer nossas escalas de rating e metodologias, acesse: Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação poderá ser reproduzida ou transmitida de qualquer modo ou por outro meio, eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia, gravação ou qualquer outro tipo de sistema de armazenamento e transmissão de informação, sem prévia autorização, por escrito, da Austin Rating Serviços Financeiros Ltda. 9

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