INCLUSÃO DE ALUNOS PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS

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1 INCLUSÃO DE ALUNOS PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS

2 UFBA Curso de Psicologia Ana Carolina Castellucio / Carlos Gusmão Glady Lúcia / Kátia de Jesus Maria Vitória Gramacho /Nanci Belas Rair Valente INCLUSÃO DE ALUNOS PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS Disciplina: Psicologia Escolar 2 Professoras: Marilena Ristum e Andrea Padovani Salvador 2012

3 INTRODUÇÃO Pessoas com necessidades especiais Inclusão de pessoas com necessidades especiais História e Leis Escola Inclusiva O papel do psicólogo Objetivos: - Apresentar os principais elementos que norteiam a inclusão de pessoas com necessidades especiais no ambiente escolar;

4 INTRODUÇÃO Objetivos: - Discutir o papel do psicólogo no processo da educação inclusiva Recursos metodológicos: - Cases, textos, vídeos Principais referências teóricas: - Virginia Dazzani, Adriana Machado, Katia Caiado

5 Caso 1 - Paulo 1 - REDUZIR O SOCIAL AO CORPO DO SUJEITO. Paulo foi diagnosticado como tendo distúrbios globais de desenvolvimento. Em seu prontuário escolar está registrado que é uma criança psicótica. Tem 9 anos, ficou dois anos em uma classe especial para deficientes mentais em uma Escola Estadual de Ensino Fundamental. Em 2003, foi para a sala regular (...). Depois de três meses na sala regular, Maria, sua professora, está desanimada e chora muito. (...) Ela se sente sozinha e fracassada. Os técnicos da Secretaria de Educação haviam lhe entregado um texto intitulado Como trabalhar com psicóticos. A mãe de Paulo reza todo dia, pedindo a Deus que ela não escute novamente a frase: aqui não vai dar para ficar com seu filho, pois, se isso acontecer, seu filho estará condenado a conviver apenas com a família.

6 Caso 2 - Gabriel 2 - OS SUJEITOS QUE TRILHAM OS ENCAMINHAMENTOS A professora de Gabriel estava preocupada e sensibilizada com ele. Muito calado, o garoto não deixava ninguém chegar perto, não fazia as atividades e chorava muito. Ela então sugeriu que se fizesse uma avaliação psicológica. O setor de convênios da Secretaria de Educação foi acionado e Gabriel foi encaminhado para uma instituição conveniada (...). Depois de seis meses, Gabriel foi atendido. A psicóloga do convênio teve alguns encontros com ele e enviou um relatório dizendo que ele precisava de atenção individualizada e que lhe faltavam concentração e uma relação mais próxima com a mãe e com o pai. Ela não entrou em contato com os profissionais da escola, que não se beneficiaram desse trabalho. A criança continuou agindo da mesma maneira na escola.

7 Caso 3 - Reginaldo 3 - A CRIAÇÃO DE SUJEITOS CULPADOS Reginaldo está na quinta série, com 12 anos. Sua professora relata que ele é muito agressivo e provocador desde que ingressou nesta escola, há três anos (...) Nas conversas com a mãe relatavam a ela as atitudes inconvenientes de Reginaldo e pediam que ela não batesse nele, pois sabiam que, normalmente, era isso que ocorria. A mãe saiu da escola sentindo-se pior do que havia entrado. Desanimada, impotente e com raiva de Reginaldo.

8 Paulo, Gabriel e Reginaldo podem ser incluídos no ambiente escolar? È possível trabalhar com eles em conjunto com outras crianças normais? O que é mesmo inclusão?

9 INCLUSÃO Garantia, a todos, do acesso contínuo ao espaço comum da vida em sociedade; Orientada por relações de: acolhimento à diversidade humana; aceitação das diferenças individuais; esforço coletivo na equiparação de oportunidades de desenvolvimento, com qualidade, em todas as dimensões da vida. Pressupõe: aceitação, valorização, compromisso, elementos fundamentais na relação com as pessoas com necessidades especiais.

10 INCLUSÃO - Mas, o que é mesmo pessoas com necessidades especiais ou com deficiência? Segundo o artigo 3º do Decreto 3298 de dezembro de 1999, o qual regulamenta a lei 7853/1989, considerase deficiência a perda ou anormalidade de uma estrutura ou função psicológica, fisiológica ou anatômica que gere incapacidade para o desempenho de atividade dentro do padrão considerado normal para o ser humano. A deficiência permanente é aquela que não permite recuperação ou alteração apesar do aparecimento de novos tratamentos, por já ter corrido tempo suficiente para a sua consolidação.

11 INCLUSÃO Já a incapacidade, é redução efetiva e acentuada da capacidade de integração social, com necessidade de equipamentos, adaptações, meios ou recursos especiais para que a pessoa portadora de deficiência possa receber ou transmitir informações necessárias ao seu bem-estar pessoal e ao desempenho de função ou atividade a ser exercida.

12 De volta aos casos... É possível incluir? A autora do texto Educação Inclusiva: de quem e de quais práticas estamos falando?, Adriana Marcondes Machado, mestre e doutora em Psicologia Social pelo Instituto de Psicologia da USP, traz esses relatos extraídos do dia-a-dia de sua atuação como psicóloga do Serviço de Psicologia da USP (IPUSP) fazendo algumas considerações acerca desses relatos e que apresentamos nesses recortes: A inclusão não se dá incluindo os corpos das crianças nas classes regulares. A inclusão se dá quando se devolve ao coletivo aquilo que foi individualizado no corpo do sujeito. Dependendo da maneira como se implanta o processo de inclusão, Paulo ficará segregado na escola.

13 De volta aos casos... É possível incluir? O ponto principal aqui é que se Paulo não for considerado na sua singularidade que exige um contexto que o caiba, não estamos pensando inclusivamente. As circunstâncias em que se dão os encaminhamentos feitos pela escola não são analisadas, busca-se o saber do especialista que reduz os sintomas a fenômenos engendrados apenas pelo corpo do sujeito.

14 De volta aos casos... É possível incluir? A falta de limite individual de um aluno é abordada como se fosse a causa das situações de fracasso. Muitas mães nos revelam o peso, o sentimento de impotência e os efeitos subjetivos devastadores da atribuição, aos usuários da escola pública, daquilo que é produção coletiva em um sistema escolar. É preciso atenção quanto ao perigo das palavras novas que escondem aquilo que se repete criando uma ilusão de mudança. Inicialmente falava-se de crianças com distúrbios de aprendizagem, depois de crianças especiais, depois de portadores de necessidades educacionais especiais.

15 De volta aos casos... É possível incluir? É preciso uma pedagogia da convivência, do encontro, da singularidade. Cada criança que desafia a estrutura de uma certa escola exige um projeto singular. A novidade é: as crianças com transtornos melhoram quando vão para a escola. Antes, ficavam anos fazendo terapias, participando de oficinas e, de repente, vão para as escolas e desenvolvem-se. Isso nos mostra que a subjetividade constituída em um coletivo de direito produz deslocamentos nas dores, nas patologias, na existência de restrições. Sabemos que, quando nossas dores afetam os outros, se deslocam do aprisionamento do nosso corpo.

16 De volta aos casos... É possível incluir? A ideia é refletir sobre a intensa mobilização que produz a presença de uma criança com transtorno grave no cotidiano escolar, estando atentos para as manifestações de preconceitos, medo da aproximação, receio dos pais das crianças ditas normais. Essa discussão tem feito emergir as contradições e controvérsias em relação às temáticas presentes no cotidiano escolar.

17 De volta aos casos... É possível incluir? Numa passagem do texto de GLAT (2004) ela aborda o impacto do nascimento de uma criança portadora de necessidades especiais no contexto da família É como se toda a família (imaginária) construída por esses pais desaparecesse, e uma nova família (real) tenha que ser criada (Glat e Duque, 2003, pg.16). Cada família enfrenta a deficiência de acordo com sua história, suas representações, crenças, valores culturais, condições objetivas e materiais, além da personalidade individual de cada membro. O primeiro grupo que uma pessoa com necessidades especiais precisa ser incluído é a família. O segundo, parece ser a escola.

18 A escola e o caminho da inclusão

19 A escola e o caminho da inclusão A Escola inicia-se para poucos. A partir do processo de democratização da educação se evidencia o paradoxo inclusão/exclusão, quando os sistemas universalizam o acesso, mas continuam excluindo indivíduos e grupos considerados fora dos padrões homogeneizadores da escola.

20 A escola e o caminho da inclusão - O conceito de necessidades especiais engloba não somente os alunos portadores de deficiências. Impõem mudanças: conceituais, legais e da prática. - INTEGRAÇÃO Leva crianças com deficiência para o espaço escolar... Mas, para um espaço específico classe especial. - INCLUSÃO Todas as crianças têm direito à escola de sua comunidade.

21 A escola e o caminho da inclusão Educação inclusiva é uma ação política, cultural, social e pedagógica, desencadeada em defesa do direito de todos os alunos de estarem juntos, aprendendo e participando, sem nenhum tipo de discriminação. Ao reconhecer que as dificuldades enfrentadas nos sistemas de ensino evidenciam a necessidade de confrontar as práticas discriminatórias e criar alternativas para superá-las, a educação inclusiva assume espaço central neste debate.

22 E por falar em debate... Como terá sido esta jornada até a formulação das diretrizes que orientam a educação inclusiva? Quais os marcos históricos? O que diz a legislação?

23 Marcos históricos e legislação A educação especial se organizou tradicionalmente como atendimento educacional especializado criação de instituições especializadas, escolas especiais e classes especiais O atendimento educacional às pessoas com deficiência passa a ser fundamentado pelas disposições da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 4.024/61.

24 Marcos históricos e legislação Década de 70 Não se efetiva uma política pública de acesso universal à educação, permanecendo a concepção de políticas especiais para tratar de alunos com deficiência. A Lei nº 5.692/71 que alterou a LDBEN de 1961 reforçou o encaminhamento dos alunos para as classes e escolas especiais.

25 Marcos históricos e Legislação A Constituição Federal de Artigo Define a educação como um direito de todos, garantindo o pleno desenvolvimento da pessoa, o exercício da cidadania e a qualificação para o trabalho. O artigo 206 estabelece a igualdade de condições de acesso e permanência na escola como um dos princípios para o ensino e garante, como dever do Estado, a oferta do atendimento educacional especializado, preferencialmente na rede regular de ensino (art. 208).

26 Marcos históricos e Legislação O ECA, Lei nº 8.069/90, no artigo 55 define que os pais ou responsáveis têm a obrigação de matricular seus filhos na rede regular de ensino. A Declaração Mundial de Educação para Todos (1990) e a Declaração de Salamanca (1994) passam a influenciar a formulação das políticas públicas da educação inclusiva.

27 Marcos históricos e Legislação Em 1994, é publicada a Política Nacional de Educação Especial, orientando o processo de integração instrucional que condiciona o acesso às classes comuns do ensino regular àqueles que possuem condições de acompanhar e desenvolver as atividades curriculares [...] no mesmo ritmo que os alunos ditos normais. Dessa forma, não provoca uma reformulação das práticas educacionais.

28 Marcos históricos e Legislação LDB LEI 9.394/96 CAPÍTULO V Art. 58 Entende-se por educação especial, para os fins desta Lei, a modalidade de educação escolar, oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos portadores de necessidades especiais. O Art. 59 preconiza que os sistemas de ensino devem assegurar aos alunos currículo, métodos, recursos e organização específicos para atender às suas necessidades.

29 Marcos históricos e Legislação Em 1999, o Decreto nº 3.298, que regulamenta a Lei nº 7.853, ao dispor sobre a Política Nacional para a integração da Pessoa Portadora de Deficiência define a educação especial como uma modalidade transversal a todos os níveis e modalidades de ensino, enfatizando a atuação complementar da educação especial ao ensino regular.

30 Marcos históricos e Legislação Resolução CNE/CEB nº 2/2001. Art. 2º. Os sistemas de ensino devem matricular todos os alunos, cabendo às escolas organizarem-se para o atendimento aos educandos com necessidades educacionais especiais, assegurando as condições necessárias para uma educação de qualidade para todos. (MEC/SEESP, 2001).

31 Marcos históricos e Legislação A Convenção da Guatemala (1999), promulgada no Brasil pelo Decreto nº 3.956/2001, afirma que as pessoas com deficiência têm os mesmos direitos humanos e liberdades fundamentais que as demais pessoas, definindo como discriminação toda diferenciação ou exclusão que possa impedir ou anular o exercício dos direitos humanos e de suas liberdades fundamentais.

32 Marcos históricos e Legislação Na perspectiva da educação inclusiva, a Resolução CNE/CP nº 1/2002, estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, define que as instituições de ensino superior devem prever, em sua organização curricular, formação docente voltada para a atenção à diversidade e que contemple conhecimentos sobre as especificidades dos alunos com necessidades educacionais especiais.

33 Marcos históricos e Legislação A Lei nº /02 reconhece a Língua Brasileira de Sinais e inclui a disciplina de Libras como parte integrante do currículo nos cursos de formação de professores e de fonoaudiologia.

34 Marcos históricos e Legislação A Portaria nº 2.678/02 do MEC aprova diretrizes e normas para o uso, o ensino, a produção e a difusão do sistema Braille em todas as modalidades de ensino, compreendendo o projeto da Grafia Braille para a Língua Portuguesa e a recomendação para o seu uso em todo o território nacional.

35 Marcos históricos e Legislação Em 2003, é implementado pelo MEC o Programa Educação Inclusiva: direito à diversidade, com vistas a apoiar a transformação dos sistemas de ensino em sistemas educacionais inclusivos, promovendo um amplo processo de formação de gestores e educadores nos municípios brasileiros para a garantia do direito de acesso de todos à escolarização, à oferta do atendimento educacional especializado e à garantia da acessibilidade.

36 Marcos históricos e Legislação A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, aprovada pela ONU em 2006 (Art.24) estabelece que os Estados-Partes devem assegurar um sistema de educação inclusiva em todos os níveis de ensino, em ambientes que maximizem o desenvolvimento acadêmico e social compatível com a meta da plena participação e inclusão. Em 2007, é lançado o Plano de Desenvolvimento da Educação PDE, reafirmado pela Agenda Social, tendo como eixos a formação de professores para a educação especial, a implantação de salas de recursos multifuncionais, a acessibilidade arquitetônica dos prédios escolares, acesso e a permanência das pessoas com deficiência na educação superior e o monitoramento do acesso à escola dos favorecidos pelo Beneficio de Prestação Continuada BPC.

37 Gente... Mas será que depois de tanta lei, artigos, portarias, como será que tudo funciona na prática, no dia-a-dia da escola?

38 INCLUSÃO, SÓ COM APRENDIZAGEM Politicas Educacionais e a legislação não asseguram o sucesso na prática Existem muitas formas de segregar e de discriminar: A) Aceitação das diferenças sem valorizá-las; B) Aceitação das diferenças sem compromisso. Essas posições não significam inclusão escolar

39 INCLUSÃO, SÓ COM APRENDIZAGEM Não basta acolher, é preciso garantir que os estudantes com necessidades especiais avancem nos conteúdos.

40 INCLUSÃO, SÓ COM APRENDIZAGEM Desenvolvimento da Aprendizagem Exige Atendimento a Necessidades Especiais Diversidade Interação

41 INCLUSÃO, SÓ COM APRENDIZAGEM - Formulação de respostas à diversidade em seu conjunto. - Valorização do aspecto processual iniciar a transformação mesmo em condições não plenamente favoráveis. - Entendimento da diversidade como oportunidade de enriquecimento pessoal, social, do processo de ensino e aprendizagem e não como um obstáculo

42 INCLUSÃO, SÓ COM APRENDIZAGEM

43 Colocar-se no lugar do outro para incluir as diferenças

44

45 Educação Inclusiva e o Projeto Pedagógico da Escola Projeto que incorpore a diversidade como eixo central da tomada de decisões. Trabalho Coletivo. Compartilhar critérios, estratégias e tomada de decisões. Atendimento a todos os alunos da comunidade. Otimização de espaços e recursos. Proposta abrangendo todos os aspectos do currículo (cognitivo-afetivo-social). Currículo comum para toda criança, independente da sua condição social, cultural ou pessoal.

46 Educação Inclusiva e o Projeto Pedagógico da Escola - Formação inicial Formação continuada - Instrumentos e recursos para o trabalho com a diversidade. - Infelizmente, evidencia-se um descompasso entre o discurso e a prática na Inclusão Escolar.

47 Ah... Me lembrei do Colégio Cristo Rei... Solta o vídeo aí, Glady! fvlx9gi

48 A atuação do psicólogo na interface da inclusão em educação especial A questão da inclusão Psicologia: ciência dos parâmetros O psicólogo escolar historicamente enfocou o aluno considerado desviante da norma, visando melhorar o processo de ensino aprendizagem e auxiliar na composição de classes homogêneas (Matos & Nuernberg, 2010)

49 A atuação do psicólogo na interface da inclusão em educação especial Encontro:Psicologia e a educação especial - Brasil República - Liga Brasileira de Saúde Mental (1923) - Liga de Higiene Mental de Pernambuco (1924) - Antipoff (1937) - Arthur Ramos e a Liga Brasileira de Saúde Mental (1939) - Proposta Escolanovista

50 A atuação do psicólogo na interface da inclusão em educação especial Cenário de atuação Os profissionais que atuam na área estão vinculados à equipes de Educação Especial das Secretarias de Educação, a clínicas ou a escolas especializadas, onde o trabalho predominante é o de avaliação e diagnóstico. Anache (1997) ao desenvolver estudo sobre os encaminhamentos de crianças com suspeita de retardo mental para diagnostico psicológico, observou que parte deles apontava como critério o problema da aprendizagem Temos notícia que na maioria dos Estados brasileiros e especificadamente em Mato Grosso do Sul, a atuação desses profissionais na área escolar se dá através da educação especial. (Anache, 2005)

51 A atuação do psicólogo na interface da inclusão em educação especial - Pesquisa de Matos e Nuernberg. - Currículo e formação - Políticas de Educação Especial

52 A atuação do psicólogo na interface da inclusão em educação especial O olhar da psicologia é mais voltado para a deficiência intelectual no processo diagnóstico (gerando à) classificação de sujeitos de acordo com as incapacidades destes, reforçando assim o caráter normativo que a psicologia vem cumprindo historicamente. (Matos & Nuernberg, 2010) Encaminhamentos

53 A atuação do psicólogo na interface da Desafios inclusão em educação especial - Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde - CIF - Lugar do psicólogo - Transição

54 CONSIDERAÇÕES FINAIS Quando nos deparamos com o tema Inclusão, ou mais especificamente, Inclusão Escolar, nos deparamos com a realidade histórica da exclusão social; o sistema que está aí é excludente na sua origem. Portanto, falar em inclusão é evidenciar as práticas exclusivas constitutivas de nossa sociedade de desiguais. A atuação do Psicólogo Escolar na consolidação de políticas públicas transformadoras dessa realidade é um desafio que as novas gerações desses profissionais deverão enfrentar.

55 CONSIDERAÇÕES FINAIS Os embates e conflitos que ocorrem no ambiente escolar devem ser ressignificados no âmbito das diversidades pelo psicólogo escolar cuja meta deve ser a de fazer com que as relações institucionais, as demandas sociais e expectativas dos estudantes e dos demais integrantes sejam explicitadas, compreendidas e enfrentadas diretamente (DAZANNI, 2010). Dessa forma, a Inclusão Escolar será alcançada pela aceitação, valorização e compromisso com a diversidade.

56 Você, que não me conhece, deve estar se perguntando quem sou eu, não é? Então, conheça a minha Turma no próximo slide!

57 TURMA FALA MENINO Trata-se de uma turminha muito especial. Lucas é mudo, mas sempre consegue passar o seu recado. Caio é cadeirante e sabe lidar muito bem com a trajetória da vida. Rafael é deficiente visual que gosta de filosofar sobre tudo o que ainda não viu, mas enxerga o mundo de uma perspectiva lúcida. Mateus é autista e consegue entender o que está em sua volta. Leandro, o melhor amigo de Lucas, é um garoto judeu super ativo e cheio de imaginação. Seu criador é o baiano Luis Augusto. Veja o vídeo abaixo sobre inclusão : ded&v=tulhf-v_kuw

58 MUITO OBRIGADA! Ana Carolina, Carlos, Glady, Kátia, Nanci, Rair e Vitória

59 REFERÊNCIAS Blog Deficiente Eficiente. Disponível em: <<http://www.deficienteciente.com.br/2011/03/salvador-sera-obrigada-a-teracessibilidade-a-deficientes.html>>. Acesso em 29 ago INSTITUTO ETHOS. O que as Empresas podem fazer pela Inclusão das Pessoas com Deficiência. São Paulo: Disponível em: <<http://www.ethos.org.br/_uniethos/documents/manual_pessoas_deficient es.pdf>>.acesso em 28 ago BRASIL, Ministério do Trabalho e Emprego. A Inclusão das Pessoas com Deficiência no Mercado de Trabalho. Brasília: CAIADO, Kátia R.M. A Educação Especial na política educacional e suas interfaces com a educação do campo, Unidade I. São Paulo: UFSCar, s/d. Disponível em: <<http://www.ce.ufes.br/educacaodocampo/down/cdrom3/pdf/u1_texto2.pd f >>. Acesso em 24 ago DAZANNI, Maria Virgínia Machado. A Psicologia Escolar e a Educação Inclusiva: Uma Leitura Crítica. In Psicologia, Ciência e Profissão, 2010, 30 (2),

60 REFERÊNCIAS GLAT, Rosana. Uma família presente e participativa: o papel da família no desenvolvimento e inclusão social da pessoa com necessidades especiais. In: Anais do 9º Congresso Estadual das APAEs de Minas Gerais. Belo Horizonte, Disponível: MACHADO, Adriana M. Educação Inclusiva: de quem e de quais práticas estamos falando? In: Ética, Subjetividade e Formação docente: políticas de inclusão em questão Sessão especial na ANPED. São Paulo, nov Disponível em: acessado por Em 31/05/ apud A Inclusão Escolar. Professora Arlete Scotto.

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