REGULAMENTO DE TIRO PROVA DE PISTOLA DE COMBATE

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "REGULAMENTO DE TIRO PROVA DE PISTOLA DE COMBATE"

Transcrição

1 REGULAMENTO DE TIRO PROVA DE PISTOLA DE COMBATE EsEFEx Atualizado em

2 PROVA DE PISTOLA DE COMBATE Art 1º - A prova de Pistola de Combate será realizada com armamento e munição de dotação do Exército Brasileiro, sem alteração de suas características técnicas, salvo o previsto neste Regulamento. Art 2º - Para a prova de Pistola de Combate, serão seguidas as prescrições constantes deste Regulamento, complementadas pelas prescrições do Regulamento adotado pela Federação Internacional de Tiro Esportivo (ISSF) para a prova de Pistola Standard, que não forem modificadas pelo primeiro. Art 3º - Armamento e munição: 1º O armamento utilizado é a Pistola 9 mm de dotação e em uso nas OM do Exército, marca BERETA, ITAJUBÁ, TAURUS, ou qualquer outra que posteriormente venha a ser adotada pelo Exército, nas condições anteriores. Estas armas são consideradas PISTOLAS 9 mm DE COMBATE STANDARD, por se apresentarem com as características originais de fabricação e sem recursos utilizados em armas esportivas. 2º Não serão consideradas como PISTOLAS 9mm DE COMBATE STANDARD, armas com aparelhos de pontaria; reguláveis punhos anatômicos ou reguláveis, peso de disparo do gatilho regulável, curso ou descanso de gatilhos ajustáveis, ou armas com as características de fabricação modificadas. 3º Poderão ser utilizados modelos mais novos e aperfeiçoados correspondentes as pistolas de dotação e em uso no Exército, desde que atendam as características de PISTOLA 9mm DE COMBATE STANDARD. 2

3 4º O peso do gatilho para o disparo poderá ser alterado devendo, no entanto, ser no mínimo, igual a 1.000g. 5º Não é permitido ao atirador executar qualquer modificação no armamento, mesmo que a modificação introduzida, já conste em modelos mais novos. 6º O atirador poderá utilizar arma particular, desde que de acordo com este regulamento. 7º A munição a ser utilizada é o cartucho de 9 mm M1 de dotação das OM do Exército. Não será permitida munição recarregada. Art 4º - Será utilizado o alvo internacional de precisão para 25 metros. Art 5º - O programa da prova consiste em uma série de ensaio e 60 (sessenta) tiros de competição, distribuídos em uma série de ensaio mais 12 (doze) séries de 05(cinco) tiros, na seguinte ordem obrigatoriamente: - 01(uma) série de ensaio de 05(cinco) tiros no tempo de 05(cinco) minutos. - 04(quatro) séries de 05(cinco) tiros no tempo de 05(cinco) minutos cada série. - 04(quatro) séries de 05(cinco) tiros no tempo de 60 (sessenta) segundos cada série. - 04(quatro) séries de 05(cinco) tiros no tempo de 20 (vinte) segundos cada série. 3

4 Art 6º - A prova será realizada à distância de 25(vinte e cinco) metros, e em cada série, os tiros serão disparados sobre o mesmo alvo. Art 7º - A arma deve ser empunhada e disparada por uma única mão. Braceletes, relógios de pulso, munhequeira ou objetos similares são proibidos, tanto na mão, como no braço que segura a arma. Art 8º - O atirador pode utilizar luneta para observar os impactos, mas não poderá ter um assistente ou técnico para fazê-lo. Art 09º - As séries de 60(sessenta) segundos a 20(vinte) segundos, são iniciadas na posição de PRONTO. Nesta posição, o braço do atirador deve estar apontado para baixo, em ângulo não maior que 45º(quarenta e cinco) graus, em relação à vertical, e o braço deve permanecer nesta posição enquanto espera pelo aparecimento dos alvos ou silvo de apito ou comando de fogo. Art 10º - O atirador poderá ocupar o seu posto 30 (trinta) minutos antes do início da prova. Antes do tempo destinado ao ensaio o atirador terá 05(cinco) minutos de preparação. Art 11º - Se o atirador carregar sua arma com mais de 05(cinco) cartuchos, ele deve ser penalizado com dedução de 02(dois) pontos da série correspondente. Esta penalidade é somada à penalidade de dois (2) pontos que pode ser aplicada no caso de carregar a arma com mais de cinco (5) cartuchos. Art 12º - Nas séries de 60(sessenta) e 20(vinte) segundos, se o atirador levantar o seu braço muito cedo, ou não abaixar o suficiente, ele deve ser advertido pelo árbitro da prova e a série deve ser registrada e repetida. Será creditada ao atirador os 05 (cinco) impactos de valores mais baixos das duas séries (ou três, caso haja uma falha envolvida). Se a falta se repetir, o mesmo procedimento será adotado e o atirador deverá ser penalizado com a dedução de 02(dois) pontos do seu resultado. Se houver uma terceira infração, o atirador deverá ser desclassificado. 4

5 Art 13º - Se um atirador disparar um tiro antes do comando de CARREGAR, ele deverá ser desqualificado. Qualquer tiro disparado acidentalmente após ter sido dado o comando de CARREGAR, porém antes do início da série da prova, não deverá ser computado no resultado da prova, mas o atirador será penalizado com a dedução de 02(dois) pontos da série a ser realizada. Art 14º - A série é considerada como iniciada, a partir do momento em que os alvos giram para a posição de perfil para os atiradores, após o comando de ATIRADORES ATENÇÃO. Todo disparo feito a partir deste instante será considerado para o resultado da prova. Art 15º - Os tiros disparados sobre o alvo em movimento somente serão computados se a maior dimensão horizontal do impacto for menos ou igual a 11(onze) milímetros. Art 16º - Tiros Cruzados 1º Os tiros cruzados classificam-se como zero. 2º O atirador que atingir o alvo de competição de outro concorrente com um tiro de ensaio será penalizado com a dedução de dois (2) pontos na primeira série. 3º O atirador que atingir o alvo de ensaio de outro concorrente com um tiro de ensaio não será penalizado. O atirador que recebe o tiro cruzado em seu alvo de ensaio não consegue identificar o impacto, caso queira, pode repetir a série de ensaio. 4º Se for possível confirmar que no alvo de um atirador há um (ou mais) tiro(s) cruzado(s) e não se conseguir determinar qual é, deverá creditar-selhe o(s) impacto(os) de valor(es) mais alto(s). 5º Se no alvo de competição houver mais impactos do que os previstos no programa e se tornar impossível confirmar que resultaram de disparos 5

6 efetuados por outro concorrente, anular-se-á(ão) o(s) de valor(es) mais elevado(s). 6º - O atirador que pretender que não lhe seja atribuído um impacto existente no seu alvo de competição deverá informar imediatamente ao Árbitro. 7º - Se o Árbitro confirmar que o atirador não disparou o tiro em causa deve fazer-se a anotação no Registro da Linha de Tiro e o tiro será anulado. 8º - Se o Árbitro não puder confirmar, para além de qualquer dúvida razoável, que o tiro em questão não foi disparado pelo atirador, este lhe será creditado e registrado. Art 17º - Falhas e incidentes: 1º Caso a arma quebre ou deixe de funcionar, o atirador terá permissão para reparar a arma ou continuar a prova com outra arma do mesmo tipo e mesmo calibre, desde que tenha sido aprovada na inspeção de equipamento. Se o tempo provável para o conserto for maior que 15(quinze) minutos, o atirador, a seu pedido, poderá ter tempo extra concedido, pelo júri. Se este tempo extra for concedido, o atirador completará a prova em hora e local determinado pelo júri. 2º Se um disparo não foi feito devido a uma falha e, se o atirador desejar reivindicar a falha, ele deve conservar a arma apontada em uma direção segura, empunhada, e informar ao árbitro da prova, levantando o braço livre, sem perturbar os outros atiradores. Se o atirador tentar sanar a falha, não poderá reivindicá-la, a menos que seja uma falha ADMISSÍVEL. 6

7 3º Existem dois tipos de falha: ADMISSÍVEL E NÃO ADMISSÍVEL. 4º A falha é ADMISSÍVEL quando: a) O projétil permanece no cano; b) O mecanismo do gatilho deixou de operar; c) Há um cartucho carregado na câmara e o mecanismo do gatilho foi liberado e operado; d) O estojo não foi extraído ou ejetado; e) O carregador ou outra parte qualquer da arma, emperrou e causou a falha; f) O percussor está quebrado, ou parte da arma da arma está danificada suficientemente para impedir o funcionamento da mesma; g) A pistola dispara automaticamente (dá rajada). No caso de rajada, os impactos encontrados mais altos no alvo, devem ser desconsiderados. 5º A falha é considerada NÃO ADMISSÍVEL quando: a) O atirador tenha tocado a parte danificada, mecanismo ou dispositivo de segurança, ou a arma tenha sido tocada por outra pessoa antes de ter sido inspecionada pelo árbitro, ou membro do júri. b) O dispositivo de segurança não foi solto; c) O atirador não carregou a arma antes de anunciar que estava pronto, d) O atirador carregou a arma com menos de 05(cinco) cartuchos; 7

8 e) O atirador não permitiu que o gatilho retornasse suficientemente após o disparo do tiro; f) A pistola foi carregada com munição errada; g) O carregador não foi introduzido corretamente na arma, ou caiu durante a série de tiros, a menos que o fato tenha sido causado por uma quebra do mecanismo. h) A falha é devida a qualquer causa que poderia ter sido previsivelmente evitada pelo atirador. 6º Se o árbitro decidir que houve uma falha NÃO ADMISSÍVEL, cada tiro não disparado será registrado como zero. Nenhuma repetição e complementação dos tiros serão autorizadas. Apenas os valores dos tiros disparados serão creditados ao atleta. O atleta poderá continuar atirando o resto do evento. 7º Falha admissível no tempo de 5 min: o atirador tem direito a uma falha admissível em todas as séries de 5 (cinco) minutos. A série deverá ser completada com o tempo de 1 (um) minuto para cada disparo. Após isto, somente o valor dos tiros efetivamente disparados no restante das séries de 5 (cinco) minutos, serão computados ao atirador. Os(s) tiros(s) não disparados(s) devem(m) ser computado(s) como zero. 8

9 8º Falha admissível nos tempos de 1 (um) minuto e 20 (vinte) segundos: o atirador tem direito a fazer 1 (uma) série de falha, devido a 01(um) falha admissível, 01(uma) vez no somatório de todas as séries de 01(um) minuto e 20(vinte) segundos. Após isto, somente o valor dos tiros efetivamente disparados, serão computados ao atirador. Os(s) tiros(s) não disparados(s) devem(m) ser computado(s) como zero. 9º Se o atleta não conseguir completar a totalidade da série em uma (1) repetição permitida, ele deve ser creditado somente com tantos impactos de menor valor quanto à série de maior numero de tiros (ex. se o atleta disparou quatro (4) tiros na série normal e dois (2) tiros na série de repetição, então serão computados os quatro (4) impactos de menor valor). 10º Quando o atirador tiver que repetir uma série, a repetição será feita na série seguinte, no mesmo estágio de tempo da anterior. A(s) série(s) em falta para o atirador será(ão) realizada(s) imediatamente depois que todos os outros atiradores tiverem completado suas séries no estágio de tempo em questão. Art 18º - Comandos dados pelo árbitro da prova. 1. Após a inspeção de armamento e equipamento: - ATENÇÃO ATIRADORES. OCUPEM SEUS BOXES. 2. Terminado o tempo de 30 (trinta) minutos: - ATENÇÃO ATIRADORES, O TEMPO DE CINCO MINUTOS DE PREPARAÇÃO COMEÇA AGORA. 3. Terminado o tempo de 05 (cinco) minutos de preparação: 9

10 - ATIRADORES, PROVA DE PISTOLA DE COMBATE, PARA A SÉRIE DE ENSAIO EM 05 (CINCO) MINUTOS, CARREGAR. É obrigatório o tempo das séries constar no comando de tiro. 4. Após ter passado o tempo de 01(um) minuto o arbitro comanda: - ATIRADORES ATENÇÃO. - Três segundos após fechará os alvos (posição de perfil para os atiradores) e sete segundos após, os abrirá (posição frontal para os atiradores), iniciando-se então, a contagem de tempo da série. Ao término do tempo da série, fechará os alvos e comandará: - DESCARREGAR, ARMAS ABERTAS, SEM O CARREGADOR, SOBRE A BANCADA. - A seguir perguntará: - ALGUM INCIDENTE NA LINHA DE TIRO? - Caso haja incidente, anunciará: - INCIDENTE DE TIRO NO(S) POSTO(S) NÚMERO TAL, - E tomará as medidas decorrentes. Caso não haja incidente, procederá à marcação dos resultados. 5. Caso um ou mais atiradores tenham que repetir a série após os outros atiradores já terem terminado suas séries no estágio de tempo considerado, o árbitro da prova comandará: - ATENÇÃO, ATIRADORES! SOMENTE PARA O(S) POSTO(S) NÚMERO TAL, PARA A SERIE DE TAL MINUTOS, CARREGAR.Após isso, prosseguirá nos comandos, como consta do nº 3 deste artigo. 10

11 6. Em todas as demais séries da prova, serão seguidos os comandos já descritos neste artigo. 7. Caso o estande de tiro não possua dispositivo para girar os alvos, um minuto após o comando de CARREGAR, o árbitro comandará: ATENÇÃO, e sete segundos após, iniciará a série, mediante o comando de FOGO, ou um SILVO DE APITO. O término da série será assinalado pelo comando de CESSAR FOGO, ou um SILVO DE APITO. Neste caso, a série será considerada iniciada após o comando de ATENÇÃO. Todos os tiros dados a partir deste comando serão considerados para o resultado da prova. Para as séries de 01(um) minuto e 20(vinte) segundos no comando de ATENÇÃO o atirador deve estar na posição de PRONTO. Art 19º - Desempates: 1º O desempate não será feito se dois ou mais atiradores obtiverem o resultado máximo da prova. 2º Os resultados serão desempatados de acordo com a seguinte contagem regressiva: 1. Maior número de 10 s interiores; 2. Valor mais alto da última série de cinco (05) tiros. Se o empate persistir, passar-se-á para a série anterior e assim sucessivamente, até o desempate ser desfeito. 3. Maior número de 10's, 9's, 8's, etc. 11

12 4. Se o empate se mantiver os atiradores ficarão com o mesmo lugar na classificação e serão listados por ordem alfabética (latina) do nome. 3º Os empates de Equipes devem ser desfeitos totalizando os resultados dos seus componentes e seguindo os procedimentos descritos na Regra para Empates Individuais. (Alterado em 25 de março de 2015) ANDRÉ JUSTINO DE CARVALHO CAP INF Instrutor de Tiro da EsEFEx "O melhor combate se faz com violência e não existe violência mais refinada que um tiro perfeito" 12

REGULAMENTO DE PISTOLA PARA. Pistola Tiro Rápido 25m. Pistola 25m

REGULAMENTO DE PISTOLA PARA. Pistola Tiro Rápido 25m. Pistola 25m REGULAMENTO DE PISTOLA PARA Pistola 50m Pistola Tiro Rápido 25m Pistola Fogo Central 25m Pistola Standard 25m Pistola 25m Pistola de Ar 10m Edição 2013 ( 11/2012 ISSF Vigente a partir de 1 de janeiro 2013

Leia mais

REGULAMENTO DE PISTOLA. PISTOLA 50 m PISTOLA DE TIRO RÁPIDO 25 m PISTOLA FOGO CENTRAL 25 m PISTOLA STANDARD 25 m PISTOLA 25 m PISTOLA 10 m

REGULAMENTO DE PISTOLA. PISTOLA 50 m PISTOLA DE TIRO RÁPIDO 25 m PISTOLA FOGO CENTRAL 25 m PISTOLA STANDARD 25 m PISTOLA 25 m PISTOLA 10 m REGULAMENTO DE PISTOLA PISTOLA 50 m PISTOLA DE TIRO RÁPIDO 25 m PISTOLA FOGO CENTRAL 25 m PISTOLA STANDARD 25 m PISTOLA 25 m PISTOLA 10 m Edição de 2009 (1ª impressão Novembro de 2008) Em vigor desde 1

Leia mais

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE TIRO

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE TIRO FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE TIRO REGULAMENTO DE PROVAS DE PISTOLA SPORT.45 ACP 10 DE NOVEMBRO DE 2010 FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE TIRO REGULAMENTO DE PROVAS DE PISTOLA SPORT.45 ACP Artigo 1º Âmbito do Regulamento

Leia mais

Regulamento de Prova de Tiro Numero 1/2013. Duelo 20 segundos

Regulamento de Prova de Tiro Numero 1/2013. Duelo 20 segundos Regulamento de Prova de Tiro Numero 1/2013 Duelo 20 segundos FINALIDADE Regulamentar a Prova de Tiro Duelo 20 segundos no âmbito do Estande de Tiro do 2º Batalhão de Policia do Exercito. MODALIDADE Tiro

Leia mais

REGULAMENTO TÉCNICO FUTEBOL SOÇAITE

REGULAMENTO TÉCNICO FUTEBOL SOÇAITE REGULAMENTO TÉCNICO FUTEBOL SOÇAITE Art. 1º. O Critério de disputa está previsto no REGULAMENTO GERAL. Art.2º. Será realizado nos dias 21 a 23/04/2005, nas dependências do campus da Unemat. Art. 3º. É

Leia mais

VII JOGOS DOS APOSENTADOS FENACEF 2016

VII JOGOS DOS APOSENTADOS FENACEF 2016 REGULAMENTO TÉCNICO FUTEBOL SOÇAITE Art. 1º. O campeonato de futebol soçaite será realizado com as regras estabelecidas pelo Regulamento Geral do VII JOGOS FENACEF, pelo que dispuser o presente regulamento

Leia mais

Regras do Jogo - Futsal

Regras do Jogo - Futsal Regras do Jogo - Futsal Pré-Jogo: A escolha dos campos é determinada por um sorteio efetuado por meio de uma moeda. A equipa favorecida pela sorte escolhe a baliza em direção à qual atacará durante a primeira

Leia mais

VII JOGOS DOS APOSENTADOS FENACEF 2016

VII JOGOS DOS APOSENTADOS FENACEF 2016 REGULAMENTO TÉCNICO DOMINÓ Art. 1º. O torneio de Dominó do VII JOGOS FENACEF, será realizado de acordo com as regras estabelecidas pela FENACEF no Regulamento Geral do VII JOGOS FENACEF, combinado com

Leia mais

FEDERAÇÃO MINEIRA DE TIRO PRÁTICO

FEDERAÇÃO MINEIRA DE TIRO PRÁTICO REGULAMENTO DA FEDERAÇÃO MINEIRA DE TIRO PRÁTICO (FMTP) PARA REALIZAÇÃO DAS PROVAS ON LINE IMPORTANTE LER AS REGRAS BEM COMO TIRAR AS DÚVIDAS ANTES DA REALIZAÇÃO DAS PROVA. OBSERVAÇÕES IMPORTANTES: O pagamento

Leia mais

REGULAMENTO ESPECÍFICO ANDEBOL

REGULAMENTO ESPECÍFICO ANDEBOL REGULAMENTO ESPECÍFICO ANDEBOL 2013 2017 Índice 1. Introdução 2 2. Escalões etários 2 3. Constituição das Equipas 3 3.1. Infantis (andebol de 5) 3 3.2. Iniciados, Juvenis e Juniores (andebol de 7) 3 4.

Leia mais

III Competição de Lançamento de Foguetes - UNIPAMPA

III Competição de Lançamento de Foguetes - UNIPAMPA III Competição de Lançamento de Foguetes - UNIPAMPA APRESENTAÇÃO: A III Competição de lançamento de Foguetes Unipampa será realizada na quarta-feira dia 23 de julho de 2014, no campus Alegrete no período

Leia mais

REGULAMENTO ESPECÍFICO BASQUETEBOL. (Revisto em setembro de 2015)

REGULAMENTO ESPECÍFICO BASQUETEBOL. (Revisto em setembro de 2015) REGULAMENTO ESPECÍFICO BASQUETEBOL 2013 2017 (Revisto em setembro de 2015) ÍNDICE 1. Introdução 2 2. Escalões etários 3 3. Constituição das Equipas 4 4. Regulamento Técnico-Pedagógico 5 5. Classificação,

Leia mais

REGULAMENTO FUZIL SNIPER 2014

REGULAMENTO FUZIL SNIPER 2014 REGULAMENTO FUZIL SNIPER 2014 DEPARTAMENTO DE TIRO ADJLC CAMPEONATO PAULISTA INTERCLUBES DE FUZIL SNIPER -2014 I- DO CAMPEONATO PAULISTA I.I NOTAS INTRODUTÓRIAS 1-O objetivo deste regulamento é normatizar

Leia mais

REGULAMENTO ESPECÍFICO 3 JOGOS DO IFRS

REGULAMENTO ESPECÍFICO 3 JOGOS DO IFRS REGULAMENTO ESPECÍFICO 3 JOGOS DO IFRS REGULAMENTO ESPECÍFICO 3 JOGOS DO IFRS DO FUTSAL Art.1 - Os jogos de futsal nos 3º JOGOS DO IFRS serão realizados de acordo com as Regras Oficiais da CBFS, pelo regulamento

Leia mais

REGULAMENTO ESPECIFICO TORNEIOS JOVENS CORFEBOL

REGULAMENTO ESPECIFICO TORNEIOS JOVENS CORFEBOL REGULAMENTO ESPECIFICO TORNEIOS JOVENS CORFEBOL ÍNDICE INTRODUÇÃO 1. ESCALÕES ETÁRIOS, BOLA, DURAÇÃO DO JOGO E VARIANTES DA MODALIDADE 2. CONSTITUIÇÃO DA EQUIPA 3. ARBITRAGEM 4. QUADRO COMPETITIVO E CRITÉRIOS

Leia mais

Federação Mineira de Handebol Filiada a CBHb Confederação Brasileira de Handebol Fundada em 20 de julho de 1971

Federação Mineira de Handebol Filiada a CBHb Confederação Brasileira de Handebol Fundada em 20 de julho de 1971 REGULAMENTO CAMPEONATO MINEIRO INFANTIL DE CLUBES 2013 1. A Competição será realizada de acordo com o Regulamento Geral de Competições da FMH, pelas regras oficiais da IHF e por este Regulamento Especifico.

Leia mais

22 a 25 de OUTUBRO REGULAMENTO PRAÇA DO PAPA VITÓRIA - ES

22 a 25 de OUTUBRO REGULAMENTO PRAÇA DO PAPA VITÓRIA - ES 22 a 25 de OUTUBRO REGULAMENTO PRAÇA DO PAPA VITÓRIA - ES REGULAMENTO DA I COPA ESPIRITO SANTO DE FUTEBOL 7 FEMININO/ 2013 CAPÍTULO I DA ORGANIZAÇÃO Art. 1º - O presente Campeonato será promovido e dirigido

Leia mais

Regulamento. Licenças Federativas. Em vigor desde 01 de Janeiro de 2007

Regulamento. Licenças Federativas. Em vigor desde 01 de Janeiro de 2007 Regulamento de Licenças Federativas Em vigor desde 01 de Janeiro de 2007 1 - Por cada Atirador regularmente inscrito na Federação Portuguesa de Tiro, será emitida e entregue uma Licença Federativa (LF),

Leia mais

Regulamento da Taça de Portugal Sevens Feminino 2016/2017 2

Regulamento da Taça de Portugal Sevens Feminino 2016/2017 2 REGULAMENTO DA TAÇA DE PORTUGAL SEVENS FEMININO 2016/2017 Artigo 1.º (Regime Supletivo) À Taça de Portugal de Sevens Feminino aplicam-se as normas do Regulamento Geral de Competições em tudo o que não

Leia mais

Departamento Técnico

Departamento Técnico Departamento Técnico Modificações nas Regras Oficiais de Basquetebol Maio de 2003 As seguintes modificações das Regras Oficiais de Basquetebol entraram em vigor a partir de 01 de outubro de 2003. Aproveitamos

Leia mais

1 O B J E C T I V O C O M P O S I Ç Ã O

1 O B J E C T I V O C O M P O S I Ç Ã O Página1 REGRAS DE SNOOKER 1 O B J E C T I V O C O M P O S I Ç Ã O São utilizadas uma bola branca e quinze bolas coloridas, numeradas de 1 a 15. Um dos jogadores deverá embolsar as bolas do grupo numerado

Leia mais

RT85S051CAABMPSP000 RT889101INABMISP000 RT605051CAABMPSP000 RT605051INABMPSP000 RT627101INFOICCH000 RT608165INFOICCH000 PT938152INFOMPSP000

RT85S051CAABMPSP000 RT889101INABMISP000 RT605051CAABMPSP000 RT605051INABMPSP000 RT627101INFOICCH000 RT608165INFOICCH000 PT938152INFOMPSP000 REVÓLVERES REV. 04 (18.07.16) CALIBRE MODELO TAMANHO ACABAMENTO.38 SPL.357 MAG RT85 RT889 RT605 COMPACTO MÉDIO COMPACTO Carbono alto Inox alto alto Inox alto CAPACID. TIROS COMPR. CANO 5 2 pol. 6 4 pol.

Leia mais

REGULAMENTO ESPECÍFICO GINÁSTICA RÍTMICA JERNS / JEES 2015

REGULAMENTO ESPECÍFICO GINÁSTICA RÍTMICA JERNS / JEES 2015 REGULAMENTO ESPECÍFICO GINÁSTICA RÍTMICA JERNS / JEES 2015 REGULAMENTO ESPECÍFICO DE GINÁSTICA RÍTMICA JERNS / JEES 2015 1- CATEGORIAS: Definidas pelo regulamento geral do Evento. 2- EXERCÍCIOS: a) Categoria

Leia mais

CONCURSO l - PONTES DE PALITOS DE PICOLÉ

CONCURSO l - PONTES DE PALITOS DE PICOLÉ CONCURSO l - PONTES DE PALITOS DE PICOLÉ REGULAMENTO 2013 a) Objetivos: O concurso compreende a avaliação de um protótipo de uma ponte, executado com palitos de picolé de madeira e ligados com cola. O

Leia mais

BEACH HAND 1. As competições de Handebol serão realizadas de acordo com as Regras Internacionais da FIH e os Regulamentos, Normas e Informes da CBDU.

BEACH HAND 1. As competições de Handebol serão realizadas de acordo com as Regras Internacionais da FIH e os Regulamentos, Normas e Informes da CBDU. BEACH HAND 1. As competições de Handebol serão realizadas de acordo com as Regras Internacionais da FIH e os Regulamentos, Normas e Informes da CBDU. 2. O tempo de duração de cada jogo será de 20 (vinte)

Leia mais

Confederação Brasileira de Tiro Esportivo Filiada a World Field Target Federation Regulamento das Provas de Field Target Atualizado em 26 de maio 2009

Confederação Brasileira de Tiro Esportivo Filiada a World Field Target Federation Regulamento das Provas de Field Target Atualizado em 26 de maio 2009 Regulamento Técnico do Field Target ÍNDICE 2. Desenvolvimento... 2 a) Provas... 2 b) Classes... 2 c) Armas, Munições e Acessórios... 2 d) Alvos... 3 e) Distâncias... 4 f) Posições... 4 g) Tempos... 4 i)

Leia mais

1. O jogador que receber um cartão amarelo ficará 02 (dois minutos) fora de campo durante o jogo vigente podendo retornar ao jogo após esse tempo.

1. O jogador que receber um cartão amarelo ficará 02 (dois minutos) fora de campo durante o jogo vigente podendo retornar ao jogo após esse tempo. 1. O jogador que receber um cartão amarelo ficará 02 (dois minutos) fora de campo durante o jogo vigente podendo retornar ao jogo após esse tempo. 2. O jogador que receber um cartão azul será excluído

Leia mais

Futebol Sete Masculino Livre

Futebol Sete Masculino Livre Futebol Sete Masculino Livre FASE LOCAL CANOINHAS 2016 FUTEBOL SETE MASCULINO LIVRE CHAVE A CHAVE B 1 CIA B 6 FRICASA A 2 BONETES 7 INVIOLÁVEL 3 MILI 8 GRUPO GSA B 4 PROENGEL 9 GRUPO GSA A 5 CIA A 10 FRICASA

Leia mais

REGULAMENTO ESPECIFICO DOS TORNEIOS ESCOLARES DE CORFEBOL

REGULAMENTO ESPECIFICO DOS TORNEIOS ESCOLARES DE CORFEBOL REGULAMENTO ESPECIFICO DOS TORNEIOS ESCOLARES DE CORFEBOL ÍNDICE INTRODUÇÃO 1. ESCALÕES ETÁRIOS, BOLA, DURAÇÃO DO JOGO E VARIANTES DA MODALIDADE 2. CONSTITUIÇÃO DA EQUIPA 3. ARBITRAGEM 4. CLASSIFICAÇÃO,

Leia mais

Regulamento Semana do Desporto NOVA IMS SU. Torneio de Basquetebol

Regulamento Semana do Desporto NOVA IMS SU. Torneio de Basquetebol Semana do Desporto NOVA IMS SU Torneio de Basquetebol ARTº 1º - ORGANIZAÇÃO, PARTICIPAÇÃO E FUNCIONAMENTO a) O Torneio de Basquete é organizado pela Associação de Estudantes b) O torneio realizar-se-á

Leia mais

CLUBE COMERCIAL DE LORENA

CLUBE COMERCIAL DE LORENA TORNEIO INTERNO DE FUTSAL 2014 I - Dos Objetivos: REGULAMENTO Art. 1 - O evento tem por finalidade promover o intercambio social e esportivo entre os associados do Clube Comercial de Lorena e desenvolver

Leia mais

CURSO COMBATE URBANO

CURSO COMBATE URBANO CURSO COMBATE URBANO PLANO DE CURSO Local: TACTICAL SHOOTING CLUBE DE TIRO BOTUCATU - SP Data: dias 27 e 28 de Agosto de 2016. Instrutor parte prática: JAIRO INÁCIO Instrutor parte teórica: Arnaldo Adasz

Leia mais

PARAÍBA RT85S051CAABMPSP RT889101INABMISP RT605051CAFOMPSP413 RT605051INFOMPSP RT627101INFOICCH000

PARAÍBA RT85S051CAABMPSP RT889101INABMISP RT605051CAFOMPSP413 RT605051INFOMPSP RT627101INFOICCH000 REVÓLVERES REV. 06 (17.10.16) CAPACID. COMPR. CALIBRE MODELO TAMANHO ACABAMENTO CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS CÓDIGO - DESCR MAT. SAP TIROS CANO.38 SPL.357 MAG RT85 RT889 RT605 COMPACTO MÉDIO COMPACTO alto

Leia mais

TEMPORADA 2016 MONSTAR GAMES

TEMPORADA 2016 MONSTAR GAMES TEMPORADA 2016 MONSTAR GAMES REGULAMENTO QUALIFIER #1 - ETAPA SUL/SUDESTE COMO PARTICIPAR? Categorias ELITE, RX e AMADOR Atletas que desejam participar destas categorias individuais na etapa presencial

Leia mais

REGULAMENTO X TORNEIO INTERNO DE FUTSAL 2016

REGULAMENTO X TORNEIO INTERNO DE FUTSAL 2016 REGULAMENTO X TORNEIO INTERNO DE FUTSAL 2016 Local e horário Os jogos serão realizados no Pavilhão Gimnodesportivo do CCDTCMP, aos sábados de manhã, entre as 09h00 e as 13h00. Inscrições a) Cada equipa

Leia mais

Jogos Desportivos da União das Freguesias de Caparica e Trafaria Torneio de Ténis de Mesa

Jogos Desportivos da União das Freguesias de Caparica e Trafaria Torneio de Ténis de Mesa Jogos Desportivos da União das Freguesias de Caparica e Trafaria 2014 Torneio de Ténis de Mesa Regulamento 1. Disposições iniciais Este Regulamento define as normas de organização do Torneio de Ténis de

Leia mais

PRIMEIRA PROVA SOMATIVA COM USO DO TEMPORIZADOR

PRIMEIRA PROVA SOMATIVA COM USO DO TEMPORIZADOR Esta avaliação é composta por 20 questões objetivas, ou seja, somente uma questão está correta. O tempo para cada questão, será de um minuto para escolher uma das alternativas, fique atento, pois, a mudança

Leia mais

REGULAMENTO ESPECÍFICO FUTEBOL SOCIETY

REGULAMENTO ESPECÍFICO FUTEBOL SOCIETY REGULAMENTO ESPECÍFICO FUTEBOL SOCIETY REGU I DA FINALIDADE E DA PARTICIPAÇÃO Art. 1º. As regras aplicadas nos I Jogos Nacionais de Integração da PRF 2015 - para a competição de Futebol Society Livre serão

Leia mais

Clínica de Arbitragem do dia 24/09/2016. Oficial de Arbitragem:...

Clínica de Arbitragem do dia 24/09/2016. Oficial de Arbitragem:... Clínica de Arbitragem do dia 24/09/2016 Oficial de Arbitragem:... AVALIAÇÃO TEORICA GABARITO 1. B1 comete uma falta pessoal em A1, quando A1 está em ato de arremesso (tentativa de dois pontos). Atenção:

Leia mais

REGULAMENTO ESPECIFICO DE GINÁSTICA ARTÍSTICA

REGULAMENTO ESPECIFICO DE GINÁSTICA ARTÍSTICA GABINETE COORDENADOR DO DESPORTO ESCOLAR REGULAMENTO ESPECIFICO DE GINÁSTICA ARTÍSTICA (CÓDIGO DE PONTUAÇÃO) 2002-2003 GINÁSTICA ARTÍSTICA Programa obrigatório: SOLO SALTOS APARELHO FACULTATIVO SOLO SALTOS

Leia mais

10 Atletismo 10.1 Escalões: 10 - A, B, C, D e E, para masculinos e femininos Modalidades: Masculino Escalão B. Masculino Escalão C Corridas

10 Atletismo 10.1 Escalões: 10 - A, B, C, D e E, para masculinos e femininos Modalidades: Masculino Escalão B. Masculino Escalão C Corridas 10 Atletismo 10.1 Escalões: 10 - A, B, C, D e E, para masculinos e femininos. 10.2 Modalidades: N. Escalão A Escalão B Escalão C Corridas Escalão D Escalão E 1 50 m 2 60 m 3 100 m 100 m 100 m 4 200 m 200

Leia mais

SOCIEDADE ESPORTIVA BANDEIRANTE Fundada em 16 de junho de 1900 Brusque - SC REGULAMENTO GERAL CAMPEONATO DE PANELA LIVRE 2016

SOCIEDADE ESPORTIVA BANDEIRANTE Fundada em 16 de junho de 1900 Brusque - SC REGULAMENTO GERAL CAMPEONATO DE PANELA LIVRE 2016 REGULAMENTO GERAL CAMPEONATO DE PANELA LIVRE 2016 Art. 1º. A realização de eventos esportivos dentro da S.E. Bandeirante tem como fundamentos os seguintes objetivos: - Promover e incentivar a prática de

Leia mais

Regulamento de Pebolim - Totó

Regulamento de Pebolim - Totó Regulamento de Pebolim - Totó REGRAS BÁSICAS: As regras básicas são um resumo simplificado das regras oficiais: 1 - INÍCIO DE JOGO O jogo deve começar com os times tirando cara ou coroa (par ou ímpar)

Leia mais

Leis do Jogo 2016/17 Resumo das Alterações às Leis para Jogadores, Treinadores e

Leis do Jogo 2016/17 Resumo das Alterações às Leis para Jogadores, Treinadores e Leis do Jogo 2016/17 Resumo das Alterações às Leis para Jogadores, Treinadores e Introdução A 130ª Assembleia Geral Anual do International FA Board (o IFAB) realizada em Cardiff a 5 de março de 2016 aprovou

Leia mais

a) VITÓRIA PONTOS b) EMPATE COM GOL PONTOS c) EMPATE SEM GOL PONTO d) DERROTA PONTO

a) VITÓRIA PONTOS b) EMPATE COM GOL PONTOS c) EMPATE SEM GOL PONTO d) DERROTA PONTO REGULAMENTO GERAL DO 1º CAMPEONATO DE FUTEBOL SOCIETY DA ASSTBM l DA FINALIDADE: Art. 1º O Torneio de Futebol Society, tem por finalidade: A congregação de associados e público em geral, através do esporte.

Leia mais

REGULAMENTO. Nos termos da Regra 33-1, e sem prejuízo das Regras Locais em vigor, é estabelecido o seguinte Regulamento desta Competição:

REGULAMENTO. Nos termos da Regra 33-1, e sem prejuízo das Regras Locais em vigor, é estabelecido o seguinte Regulamento desta Competição: REGULAMENTO Nos termos da Regra 33-1, e sem prejuízo das Regras Locais em vigor, é estabelecido o seguinte Regulamento desta Competição: 1. PARTICIPAÇÃO O Campo Montebelo Golfe promove um conjunto de 7

Leia mais

PREFEITURA DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE ESPORTES E LAZER EDIÇÃO 2015 REGULAMENTO ESPECÍFICO DO HANDEBOL

PREFEITURA DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE ESPORTES E LAZER EDIÇÃO 2015 REGULAMENTO ESPECÍFICO DO HANDEBOL PREFEITURA DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE ESPORTES E LAZER EDIÇÃO 2015 REGULAMENTO ESPECÍFICO DO HANDEBOL PREFEITURA DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO

Leia mais

Associação de Futebol do Porto

Associação de Futebol do Porto RUA ANTÓNIO PINTO MACHADO, 96/100 4100.068 PORTO COMUNICADO OFICIAL Circular n.º 79 = 2014/2015= Para o conhecimento e orientação dos Clubes Filiados, SAD s, SDUQ s, Árbitros, Órgãos de Comunicação Social

Leia mais

YARA CLUBE DE MARÍLIA DEPARTAMENTO DE FUTSAL

YARA CLUBE DE MARÍLIA DEPARTAMENTO DE FUTSAL YARA CLUBE DE MARÍLIA DEPARTAMENTO DE FUTSAL REGULAMENTO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 01 O Yara Clube de Marília promoverá a cada semestre, um Torneio de Futsal, em conformidade com os

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 128, DE 2005

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 128, DE 2005 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 128, DE 2005 Estabelece normas para o funcionamento de empresas privadas que exploram os serviços de vigilância comunitária de áreas residenciais. O CONGRESSO NACIONAL decreta:

Leia mais

< PT TECNOLOGIA MILITAR no calibre.380 ACP. Pistolas, Revólveres & Armas Longas 2015 calibres permitidos

< PT TECNOLOGIA MILITAR no calibre.380 ACP. Pistolas, Revólveres & Armas Longas 2015 calibres permitidos < PT 838 - TECNOLOGIA MILITAR no calibre.380 ACP Pistolas, Revólveres & Armas Longas 201 calibres permitidos Lançamento 201 PT 838 Nova PT 838, similar ao modelo utilizado pelas principais polícias, que

Leia mais

USO DO APARELHO DE TESTE DE EQUIPAMENTO AUXILIAR DE IP

USO DO APARELHO DE TESTE DE EQUIPAMENTO AUXILIAR DE IP 1/5 1. Objetivo Estabelecer procedimentos para testes de reator, ignitor e polaridade com o aparelho de teste de equipamento auxiliar de IP, para execução de trabalhos de construção e manutenção em iluminação

Leia mais

3 o TORNEIO DE XADREZ ÀS CEGAS DA REGIÃO DO MATO GRANDE

3 o TORNEIO DE XADREZ ÀS CEGAS DA REGIÃO DO MATO GRANDE 3 o TORNEIO DE XADREZ ÀS CEGAS DA REGIÃO DO MATO GRANDE REGULAMENTO 1 DADOS DO TORNEIO O torneio acontecerá no dia 02/02/2013 pela manhã e pela tarde nas dependências do IFRN - Campus João Câmara. As equipes

Leia mais

Esporte. Melhora o resultado de pessoas e empresas.

Esporte. Melhora o resultado de pessoas e empresas. Esporte. Melhora o resultado de pessoas e empresas. Comprometimento Orgulho de representar a empresa Motivação Espírito de equipe Respeito Comprometimento: Renovando seu compromisso para grandes valores

Leia mais

REGULAMENTO ESPECÍFICO ESGRIMA

REGULAMENTO ESPECÍFICO ESGRIMA REGULAMENTO ESPECÍFICO ESGRIMA Índice Introdução 3 Capítulo I Regulamentação Geral 4 1. Condições Gerais de Participação 4 2. Escalões Etários 4 Capítulo II Participação / Organização 4 3. Formas de Competição

Leia mais

FUTSAL Art. 1º - As partidas obedecerão as regras oficiais da C.B.F.S.. Art. 2º - O tempo de cada partida será de 08 (oito) minutos. Inciso I - quando

FUTSAL Art. 1º - As partidas obedecerão as regras oficiais da C.B.F.S.. Art. 2º - O tempo de cada partida será de 08 (oito) minutos. Inciso I - quando VOLEIBOL Art. 1º - As partidas obedecerão às regras oficiais da FIVB, com as seguintes alterações: Inciso I - Os jogos serão realizados em 01 (um) set de 16 (dezesseis) pontos. Inciso II - Em caso de empate

Leia mais

Antes de iniciar qualquer atividade física, o aluno deverá realizar todos os exames médicos para que a prática da atividade física descrita nesse

Antes de iniciar qualquer atividade física, o aluno deverá realizar todos os exames médicos para que a prática da atividade física descrita nesse Antes de iniciar qualquer atividade física, o aluno deverá realizar todos os exames médicos para que a prática da atividade física descrita nesse plano de treinamento seja liberada. 1ª 2ª 3ª 4ª 5ª 6ª 7ª

Leia mais

INSTRUÇÕES DE REGATA

INSTRUÇÕES DE REGATA 39 REGIONAL NORDESTE DA CLASSE LASER INSTRUÇÕES DE REGATA 1. REGRAS 1.1 O Campeonato será regido pelas regras da ISAF na tradução oficial da CB-Vela 2013-2016 e regras da Classe Laser. 1.2 Em caso de conflito

Leia mais

Regulamento Geral. - 1º Torneio de Basquetebol Interclasses ITE Bauru

Regulamento Geral. - 1º Torneio de Basquetebol Interclasses ITE Bauru 1. DA ORGANIZAÇÃO E DIREÇÃO Art. 1. O campeonato interclasses de basquete obedecerá às disposições deste regulamento, da Declaração do Termo de Responsabilidade constante na Ficha de Inscrição e das demais

Leia mais

REGULAMENTO COPA PAULISTA DE FUTSAL 2014

REGULAMENTO COPA PAULISTA DE FUTSAL 2014 REGULAMENTO COPA PAULISTA DE FUTSAL 2014 Prevalecem neste campeonato os dispositivos do Código Desportivo da Federação em vigor, bem como as Disposições Iniciais e Especiais de 2014 substanciadas pelas

Leia mais

CAPÍTULO I DA ORGANIZAÇÃO

CAPÍTULO I DA ORGANIZAÇÃO VIII CAMPEONATO INTERNO DE FUTEBOL 7 DO UNESC 2014 CAMPUS I NOTURNO REGULAMENTO DO VIII CAMPEONATO INTERNO DE FUTEBOL 7 DO UNESC / 2014 CAPÍTULO I DA ORGANIZAÇÃO Art. 1º - O presente Campeonato será dirigido

Leia mais

Antes de iniciar qualquer atividade física, o aluno deverá realizar todos os exames médicos para que a prática da atividade física descrita nesse

Antes de iniciar qualquer atividade física, o aluno deverá realizar todos os exames médicos para que a prática da atividade física descrita nesse Antes de iniciar qualquer atividade física, o aluno deverá realizar todos os exames médicos para que a prática da atividade física descrita nesse plano de treinamento seja liberada. PLANO POLÍCIA CIVIL

Leia mais

REGULAMENTO ESPECÍFICO VOLEIBOL. Art. 1º - As partidas obedecerão as regras oficiais da FIVB, com as seguintes alterações:

REGULAMENTO ESPECÍFICO VOLEIBOL. Art. 1º - As partidas obedecerão as regras oficiais da FIVB, com as seguintes alterações: VOLEIBOL Art. 1º - As partidas obedecerão as regras oficiais da FIVB, com as seguintes alterações: Inciso I - Os jogos serão realizados em 01 (um) set de 18 (dezoito) pontos. Inciso II - Em caso de empate

Leia mais

REGULAMENTO LIGA PAULISTA DE FUTSAL 2015

REGULAMENTO LIGA PAULISTA DE FUTSAL 2015 REGULAMENTO LIGA PAULISTA DE FUTSAL 2015 Prevalecem neste campeonato os dispositivos do Código Desportivo da Federação em vigor, bem como as Disposições Iniciais e Especiais de 2015 inerentes a organizações

Leia mais

Teoria dos erros em medições

Teoria dos erros em medições Teoria dos erros em medições Medições Podemos obter medidas diretamente e indiretamente. Diretas - quando o aparelho ( instrumento ) pode ser aplicado no terreno. Indireta - quando se obtêm a medição após

Leia mais

Regras da Classe e de Regata

Regras da Classe e de Regata ! Regras da Classe e de Regata 2014 Regras da Classe Descrição geral: Comprimento total = 800 mm Casco: Monocasco Velas: Vela grande e estai 1. Padrões: 1. Casco, patilhão e leme O casco será tipo monocasco,

Leia mais

Portaria n.º 147, 29 de março de 2016

Portaria n.º 147, 29 de março de 2016 Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 147, 29 de março de 2016 O PRESIDENTE

Leia mais

FCUP Liga 2013/2014. Regulamento de Prova Oficial. Futsal

FCUP Liga 2013/2014. Regulamento de Prova Oficial. Futsal FCUP Liga 2013/2014 Regulamento de Prova Oficial ÍNDICE Artigo 1º - Âmbito Artigo 2º - Estrutura Artigo 3º - Sistema Competitivo Artigo 4º - Duração de Jogos Artigo 5º - Período de Aquecimento Artigo 6º

Leia mais

Regulamento DA 2º COPA SINDGEL 2016 FUTEBOL DE 7

Regulamento DA 2º COPA SINDGEL 2016 FUTEBOL DE 7 Regulamento DA 2º COPA SINDGEL 2016 FUTEBOL DE 7.P - 1 01 - local da competição: Parque Esportivo Alpendre da Vila: Rua Armando Monteiro, 555 - Vila União. 02 - atletas: Funcionários nas Empresas da Categoria

Leia mais

45º TORNEIO PERIQUITO DE JUDÔ C O N V I T E

45º TORNEIO PERIQUITO DE JUDÔ C O N V I T E 45º TORNEIO PERIQUITO DE JUDÔ C O N V I T E A SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS realizará no dia 03 de agosto de 2013 em comemoração ao 99º aniversario do clube o Tradicional TORNEIO PERIQUITO DE JUDÔ, no

Leia mais

II TORNEIO DE FUTEBOL DA OAB SUB. PARNAÍBA-PI

II TORNEIO DE FUTEBOL DA OAB SUB. PARNAÍBA-PI II TORNEIO DE FUTEBOL DA OAB SUB. PARNAÍBA-PI REGULAMENTO GERAL I. OBJETIVO Art. 1º - O 2º Torneio de Futebol Society da OAB Subseção de Parnaíba-PI, tem por finalidade a integração entre a comunidade

Leia mais

2º Campeoanto SINTTEL de Futebol de 8

2º Campeoanto SINTTEL de Futebol de 8 2º Campeoanto SINTTEL de Futebol de 8 REGULAMENTO 02 de julho a 27 de agosto de 2016 1 CAPITULO I Disposições Prliminares Art. 1º - O 2º Campeonato SINTTEL de Futebol de 8 será promovido pelo Sinditcato

Leia mais

REGULAMENTO TÉCNICO FUTEBOL DE CAMPO

REGULAMENTO TÉCNICO FUTEBOL DE CAMPO FUTEBOL DE CAMPO Art. 1º - O Campeonato de Futebol será regido pelas regras oficiais estabelecidas pela FIFA, em vigor, por este Regulamento e conforme o disposto no Regulamento Geral. Art. 2º - Modalidade

Leia mais

REGRAS DE JOGO E DECISÕES DA IFAB

REGRAS DE JOGO E DECISÕES DA IFAB REGRAS DE JOGO E DECISÕES DA IFAB REGRA 1 A SUPERFICIE DE JOGO Placas de publicidade ao redor da quadra de jogo A publicidade vertical, se existir, deverá estar a: 1 Um metro das linhas laterais, exceto

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO COMANDO LOGÍSTICO DEPARTAMENTO MARECHAL FALCONIERI

MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO COMANDO LOGÍSTICO DEPARTAMENTO MARECHAL FALCONIERI MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO COMANDO LOGÍSTICO DEPARTAMENTO MARECHAL FALCONIERI PORTARIA Nº 61 - COLOG, DE 15 DE AGOSTO DE 2016. EB: 0001019.00009198/2016-60 Altera a Portaria nº 51- COLOG,

Leia mais

REGULAMENTO ESPECÍFICO BASQUETEBOL. (Revisto em Setembro de 2014)

REGULAMENTO ESPECÍFICO BASQUETEBOL. (Revisto em Setembro de 2014) REGULAMENTO ESPECÍFICO BASQUETEBOL 2013 2017 (Revisto em Setembro de 2014) Índice 1. Introdução 2 2. Escalões etários 3 3. Constituição das Equipas 4 4. Regulamento Técnico Pedagógico 5 5. Classificação,

Leia mais

REGIMENTO ESPECÍFICO VOLEIBOL. Câmara Municipal de Lisboa e Juntas de Freguesia Olisipíadas 3ª edição

REGIMENTO ESPECÍFICO VOLEIBOL. Câmara Municipal de Lisboa e Juntas de Freguesia Olisipíadas 3ª edição REGIMENTO ESPECÍFICO VOLEIBOL Câmara Municipal de Lisboa e Juntas de Freguesia Olisipíadas 3ª edição Índice Preâmbulo 5 Artigo 1.º Escalões Etários, Dimensão do Campo, Bola, Tempo de Jogo e Variantes

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE COMODORO MT CONCURSO PÚBLICO N 001/2008 EDITAL Nº 001/2008 ANEXO II TESTE DE APTIDÃO FISICA

PREFEITURA MUNICIPAL DE COMODORO MT CONCURSO PÚBLICO N 001/2008 EDITAL Nº 001/2008 ANEXO II TESTE DE APTIDÃO FISICA ANEXO II Edital n. 001/2008 REGRAS PARA TESTE DE APTIDÃO FÍSICA Farão este teste os candidatos previamente classificados conforme o número de vagas oferecidas, que são: 1. Gari, 2. Servente de Obras, 3.

Leia mais

É obrigatório a apresentação da Carteira de Identidade com foto e o Comprovante de Pagamento do Encoinfo 2016 para a isenção da taxa de inscrição.

É obrigatório a apresentação da Carteira de Identidade com foto e o Comprovante de Pagamento do Encoinfo 2016 para a isenção da taxa de inscrição. 1 REGRAS GERAIS: ARENA ENCOINFO 2016 DOCUMENTAÇÃO É obrigatório a apresentação da Carteira de Identidade com foto e o Comprovante de Pagamento do Encoinfo 2016 para a isenção da taxa de inscrição. INSCRIÇÕES

Leia mais

Regulamento de Prova Oficial Futebol

Regulamento de Prova Oficial Futebol Regulamento de Prova Oficial Futebol ÍNDICE I. DISPOSIÇÕES INICIAIS Artigo 1º - Âmbito II. ORGANIZAÇÃO DE PROVAS Artigo 2º - Sistema Competitivo Artigo 3º - Duração dos Jogos Artigo 4º - Período de Aquecimento

Leia mais

TESTE RÁPIDO LEGISLAÇÃO APLICADA A POLÍCIA FEDERAL

TESTE RÁPIDO LEGISLAÇÃO APLICADA A POLÍCIA FEDERAL TESTE RÁPIDO LEGISLAÇÃO APLICADA A POLÍCIA FEDERAL Lei 6.815/80 (Estatuto do Estrangeiro) 1- (PF/2013/Escrivão) Julgue o item abaixo, a respeito da deportação de estrangeiro prevista na Lei n.º 6.815/1980.

Leia mais

REGULAMENTO ESPECIFICO. Campeonato de Abertura CORFEBOL

REGULAMENTO ESPECIFICO. Campeonato de Abertura CORFEBOL REGULAMENTO ESPECIFICO Campeonato de Abertura CORFEBOL CAMPEONATO DE ABERTURA ENQUADRAMENTO O Campeonato de Abertura surge como complemento às competições seniores da Federação Portuguesa de Corfebol:

Leia mais

Serão 8 rodadas de 1 minuto cada e as formações são pontuadas dentro de uma janela de tempo de trabalho de 35 segundos.

Serão 8 rodadas de 1 minuto cada e as formações são pontuadas dentro de uma janela de tempo de trabalho de 35 segundos. FQL 4-Way cat. Inter Pró 1 Regras da competição Organização ifly A competição será realizada sob a responsabilidade da DC10 Eventos em parceria com a ifly, usando como base, o Regulamento Específico Brasileiro

Leia mais

ESPINGARDA CBC MONOCANO 199.2

ESPINGARDA CBC MONOCANO 199.2 ESPINGARDA CBC MONOCANO 199.2 1. INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA ATENÇÃO: Antes de carregar a arma com munição, leia atentamente este manual. Aprenda como manusear sua arma com segurança. A não observação das

Leia mais

REGULAMENTO ESPECÍFICO DO VOLEIBOL IN DOOR 12 a 14 anos

REGULAMENTO ESPECÍFICO DO VOLEIBOL IN DOOR 12 a 14 anos REGULAMENTO ESPECÍFICO DO VOLEIBOL IN DOOR 12 a 14 anos 1. A Competição de Voleibol será realizada de acordo com as regras oficiais da Federação Internacional de Volleyball (FIVB) adotadas pela Confederação

Leia mais

Município de Bombarral

Município de Bombarral Município de Bombarral II Jogos Desportivos do Concelho de Bombarral NORMAS ORIENTADORAS DO FUTSAL CAPÍTULO I ORGANIZAÇÃO TÉCNICA 01 - GENERALIDADES 1. A elaboração do calendário, organização e administração

Leia mais

Regulamento TRILONGNIGHT

Regulamento TRILONGNIGHT Regulamento TRILONGNIGHT - 2016 REGRAS GERAIS 1. O TRILONGNIGHT é uma prova de triathlon e será disputado nos dias 03 e 04 de setembro de 2016, nas categorias masculina e feminina. 2. Poderão participar

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS COMENTADAS SOBRE NR 13

PERGUNTAS E RESPOSTAS COMENTADAS SOBRE NR 13 PERGUNTAS E RESPOSTAS COMENTADAS SOBRE NR 13 O que são vasos e caldeiras para fins de aplicação da NR 13? Caldeiras a vapor são equipamentos destinados a produzir e acumular vapor sob pressão superior

Leia mais

REGULAMENTO ESPECÍFICO - FUTSAL JOGOS INTERCAMPI DOS SERVIDORES

REGULAMENTO ESPECÍFICO - FUTSAL JOGOS INTERCAMPI DOS SERVIDORES MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE DIRETORIA DE GESTÃO DE PESSOAS COORDENAÇÃO DE ATENÇÃO À SAÚDE DO SERVIDOR REGULAMENTO ESPECÍFICO

Leia mais

SEGURANÇA PATRIMONIAL E OPERACIONAL RD N : 16 DATA DE EMISSÃO 12/08/1999

SEGURANÇA PATRIMONIAL E OPERACIONAL RD N : 16 DATA DE EMISSÃO 12/08/1999 NP- AD-019 1 de 5 Índice: 1 DO OBJETIVO...2 2 DA ÁREA DE APLICAÇÃO...2 3 DAS DEFINIÇÕES...2 3.1 DAS SIGLAS...2 3.2 DOS CONCEITOS...2 3.3 DAS RESPONSABILIDADES...2 4 DA DESCRIÇÃO DE PROCEDIMENTOS...3 4.1

Leia mais

Campeonato Arena Transamérica

Campeonato Arena Transamérica Campeonato Arena Transamérica REGULAMENTO 19 de Março a 18 de Junho de 2016 1 CAPITULO I Disposições Prliminares Art. 1º - O Campeonato Arena Transamérica promovido pelo programa de rádio Arena Transamérica,

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DAS ARMAS AUTOMÁTICAS. Met Lig M60 USA Calibre 7,62 mm

ORGANIZAÇÃO DAS ARMAS AUTOMÁTICAS. Met Lig M60 USA Calibre 7,62 mm ARMAMENTO E TIRO ORGANIZAÇÃO DAS ARMAS AUTOMÁTICAS Met Lig M60 USA Calibre 7,62 mm Duma maneira geral, podemos considerar numa arma de fogo automática as seguintes partes principais: - cano - caixa de

Leia mais

Provisionamento de Processos no Projuris. Orientações sobre Provisionamento de Processos no Projuris

Provisionamento de Processos no Projuris. Orientações sobre Provisionamento de Processos no Projuris Orientações sobre Provisionamento de Processos no Projuris Elaborado por: Arnaldo Hauer de Oliveira 28/11/2014 PÁG. 1/11 Índice 1. Objetivo... 3 2. Cálculo de Provisionamento... 3 2.1 Pré Requisitos...

Leia mais

CAMPEONATO ESTADUAL Formula Experience One Design (FEOD), Formula Windsurf (FW) e Slalom

CAMPEONATO ESTADUAL Formula Experience One Design (FEOD), Formula Windsurf (FW) e Slalom CAMPEONATO ESTADUAL Formula Experience One Design (FEOD), Formula Windsurf (FW) e Slalom 21 e 22 de dezembro de 2013 INSTRUÇÕES DE REGATA 1. REGRAS: 1.1 O Campeonato será disputado sob as regras, conforme

Leia mais

Boletim Final FUTEBOL DE AREIA

Boletim Final FUTEBOL DE AREIA Boletim Final FUTEBOL DE AREIA Pomerode 2015 Comprometimento Orgulho de representar a empresa Motivação Espírito de equipe Respeito EMPRESAS PARTICIPANTES DO FUTEBOL DE AREIA MASCULINO EMPRESA CIDADE Nº

Leia mais

Manual de Instruções. Cadastro de Contribuinte e Configuração de usuário para emissão de NFS-e. SapiturISSQN Versão 1.0 1

Manual de Instruções. Cadastro de Contribuinte e Configuração de usuário para emissão de NFS-e. SapiturISSQN Versão 1.0 1 Manual de Instruções Cadastro de Contribuinte e Configuração de usuário para emissão de NFS-e 1 1. Cadastro de Novo Prestador de Serviço. Quando o usuário acessar o sistema de NFS-e Sapitur ISSQN, vai

Leia mais

CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO E ORGANIZAÇÃO

CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO E ORGANIZAÇÃO REGULAMENTO ESPECÍFICO DA COMPETIÇÃO PRIMEIRA LIGA 2016 1 CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO E ORGANIZAÇÃO Art. 1º A Primeira Liga 2016 é uma competição organizada pela Primeira Liga, doravante denominada LIGA,

Leia mais

MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO - MICT

MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO - MICT MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO - MICT INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL/Nº 138, de 01 de dezembro de 1997. O Diretor

Leia mais

Centro de Suporte Tecnologia Educacional. Sistema Acadêmico Gestão de Usuários - Visão Coordenador

Centro de Suporte Tecnologia Educacional. Sistema Acadêmico Gestão de Usuários - Visão Coordenador / Versão.0 Pearson Sistemas do Brasil Pág./ 2/ Índice Analítico. Introdução... 4 2. Acessando o Programa de Gestão de Usuários... 5 3. Preenchimento de Dados... 7 3. Aba Dados Pessoais... 9 3.2 Aba Documentos...

Leia mais

EDITAL CONCURSO DE BOLSAS CEBAMA 2016

EDITAL CONCURSO DE BOLSAS CEBAMA 2016 1. APRESENTAÇÃO 1.1. O presente concurso será realizado pelo CEBAMA e tem como finalidade a concessão de bolsas de estudo para os alunos do Ensino Médio de 2016. 1.2. Entende se por bolsas de estudo o

Leia mais