Os Poderosos do Varejo Global 2014 O varejo além de todos os limites

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1 Os Podrosos do Varjo Global 2014 O varjo além d todos os limits

2 O varjo m vrsão bta Entndr as transformaçõs nunca foi tão fundamntal Propor uma mudança para além das formas convncionais d varjo, rformando todos os aspctos da indústria. Essa é a principal conclusão trazida plas mudanças tcnológicas, prsnt nsta 17ª dição do studo anual Os Podrosos do Varjo Global, dsnvolvido pla Dloitt m parcria com a STORES Mdia. Trata-s d dsnvolvr uma abordagm qu intgr as mais variadas plataformas d ngócios, proporcionando ao consumidor uma xpriência única ntr canais. A stratégia dv priorizar o invstimnto m tcnologias nas pssoas qu vão xcutar o novo modlo d opração, não prmit mais nnhum comportamnto anacrônico por part dos varjistas, qu podm s bnficiar m grand scala ao xplorar as novas possibilidads d ngócios dntro da indústria, com o uso d novas tcnologias. A norm quantidad d dados, unida ao acsso oniprsnt à informação, torna a vlocidad das mudanças no stor ainda mais latnt. E o mais important: transformam uma conomia basada m stoqu para um conomia basada na dmanda do consumidor. Para lidar com ssas gigantscas mudanças conômicas tcnológicas, o varjo prcisará transformar as suas bass. O carro-chf das mudanças é msmo a intrnt. Ali s ncontram possibilidads informaçõs qu satisfazm o ansio do consumidor qu busca algo spcífico d alimntos orgânicos a roupas, ltrônicos outros bns d consumo durávis, m difrnts formas d pagamnto com prazos d ntrga variados, além d uma séri d outras facilidads. Por conta disso, a intrnt já vm, aos poucos, s mostrando o canal mais adquado para a propagação d nichos d consumo, qu é o dsjo do consumidor modrno. O futuro stá na anális na intrprtação d dados É fundamntal às mprsas s adaptarm a ssas novas dmandas, divrsificando formatos criando pontos d vnda qu atndam públicos amplos ou qu crim a a rfrência m um stor do varjo m nívl altamnt spcializado. Os últimos anos foram idais para ralizar adaptaçõs ncssárias no qu, até ntão, ra conhcido como um modlo muito bm stablcido. E a tndência d convrgência das tcnologias dv apnas s aprofundar daqui m diant. Diant da norm quantidad d informaçõs qu atualmnt s possui acrca do consumidor, a gstão dos ngócios do varjo dv s basar na constant prática d anális intrprtação d dados. A ssência da comptitividad das mprsas varjistas rsidirá na corrta utilização das informaçõs trazidas pla tcnologia, a fim d transformar rinvntar suas stratégias continuamnt, lvando ao qu chamamos d varjo m vrsão bta. Msmo com a cris conômica, qu dsstabilizou divrsas parts do mundo nos últimos anos, o fort crscimnto, basado m consumo, continuou a grar rntabilidad acima da média no stor, principalmnt no caso d rgiõs como a América Latina outros paíss mrgnts. Ao contrário dos varjistas qu nfrntam vntos contrários m mrcados maduros, os paíss mrgnts continuam a ofrcr prspctivas mais animadoras para as mprsas qu buscam s intrnacionalizar. 2

3 Os varjistas d mrcados mrgnts foram rsponsávis por boa part do ranking dos 50 qu crscram mais rápido. No ntanto, m mrcados mais maduros, ss crscimnto s mostrou ntr os varjistas qu consguiram capitalizar m catgorias fora do modus oprandi convncional. Alguns xmplos são os produtos d alta prformanc, os suprmrcados voltados à vnda d ingrdints orgânicos d alto padrão, lojas-concito spcializadas. As chamadas novas tcnologias aos poucos são intgradas para grar valor aos varjistas, criando uma vantagm comptitiva significativa. Algumas dssas inovaçõs foram aprfiçoadas nos últimos anos, mbora já sjam bastant maduras stablcidas. Alguns xmplos conhcidos são idntificação por radiofrquência, GPS, vído digital, biomtria, rssonância magnética, robótica, rconhcimnto d voz, transmissão sm fio, armaznamnto m nuvm dispositivos móvis intlignts. Novo cnário as bass do varjo A norm quantidad d dados, unida ao acsso oniprsnt à informação, torna a vlocidad das mudanças no stor ainda mais latnt. E o mais important: transformam uma conomia basada m stoqu para um conomia basada na dmanda do consumidor. Para lidar com ssas gigantscas mudanças conômicas tcnológicas, o varjo prcisará transformar as suas bass. O caso do Brasil, particularmnt, ainda nvolv uma pquna rvolução: o avanço das cadias d franquias plo intrior por rgiõs crscnts d consumo no País, valndo-s do crscimnto dos últimos anos, basado m consumo, as possibilidads qu s abriram após a assimilação dss norm contingnt d consumidors. Tmos assistido à inauguração d cntnas d mprndimntos comrciais d grand port, qu lvaram marcas consagradas no ixo Sul-Sudst para trritórios até ntão pouco assistidos pla indústria d bns d consumo. Hoj, no Brasil, invstidors já passaram a vr o stor d franquias d grands marcas como uma possibilidad ral rntávl. Est studo aprsnta as factas dss novo panorama da conomia mundial da indústria do varjo, além d xpor considraçõs sobr a nova socidad brasilira, o futuro do stor varjista no País uma visão gral sobr tndências a srm considradas para os próximos anos. A Dloitt spra qu as informaçõs análiss contidas nst rlatório proporcionm uma rflxão profunda sobr um mrcado dinâmico possam, ftivamnt, auxiliar as organizaçõs do varjo nacional a mantrm-s comptitivas diant dos novos cnários globais. Índic Panorama conômico global...4 Dstaqus sobr os 250 Podrosos do Varjo Global...6 Os 250 Podrosos do varjo global...8 Os Podrosos por rgião...12 Os Podrosos por stor d atuação...18 O futuro do varjo Tcnologia + Tcnologia = Inovação...21 Top 50 -varjistas...24 Dsafios aos varjistas brasiliros...27 O novo mapa do Brasil As prsnts as futuras bass d consumo do País...28 Mtodologia fonts d informação...30 Os Podrosos do Varjo Global 3

4 Panorama conômico global Os fators qu podm impactar o varjo Bm-vindo ao 17 o rlatório anual dos Podrosos do Varjo Global, produzido pla Dloitt m conjunto com a STORES Mdia. A sguir, uma brv visão do panorama conômico dos principais mrcados o impacto potncial sobr os varjistas sus forncdors. China Nos últimos anos, a China s transformou d um país pobr m um país mais class média. O govrno chinês afirma qu o crscimnto d 7 a 8 por cnto é dsjávl qu não tomará mdidas para stimular um crscimnto mais rápido. A vrdadira qustão é s, dvido a alguns dos dsafios qu a China nfrnta, até msmo o crscimnto d 7% podrá sr atingido. Há muitos problmas. O principal é um norm nívl d ndividamnto, muito dl acumulado através do chamado sistma bancário parallo. As autoridads chinsas stão procupadas, pois o crscimnto rápido do crédito não stá s traduzindo m crscimnto conômico isso cria riscos para a conomia. Por isso, o banco cntral tomou providências para acalmar os mrcados d crédito. Estão incluídas mdidas sérias contra os fluxos d ntrada d capital ilgal, condiçõs mais rígidas no mrcado hipotcário um xam mais rigoroso dss sistma parallo. O sistma bancário parallo s dsnvolvu principalmnt dvido a rstriçõs nos bancos comrciais, qu continuam sndo statais obdcm a rgulaçõs d taxa d juros. Para lucrar com o xcsso d dmanda por crédito, os bancos transformaram os mpréstimos m pacots d produtos d gstão d riquza (PGRs), qu são, ssncialmnt, ativos scuritizados. O rsultado foi uma xplosão do crédito fora dos canais bancários normais do alcanc dos rguladors. D qualqur forma, o sistma intiro xist por causa da rgulação da taxa d juros. Sm isso, havria pouca ncssidad d um sistma fora dos canais bancários tradicionais. Entrtanto, ss sistma tm dois problmas. Primiro, os bancos acumulam ativos problmáticos xist o risco d prcisarm d um rsgat do govrno para mantr a solvência. Isso, por sua vz, pod lvar a um crscimnto conômico mnor à mdida qu os bancos rstringm sus mpréstimos. O sgundo problma, mais para o largo prazo, é qu a China invst psado m coisas qu não contribum para um maior crscimnto no futuro. É ncssária uma transição d um crscimnto impulsionado plo invstimnto rumo a um crscimnto impulsionado plo consumidor, o qu sria mais sustntávl mais bnéfico para os varjistas. O govrno parc rconhcr o problma prtnd implmntar rformas no intuito d suprimir o invstimnto aumntar os gastos dos consumidors; o problma é qu ainda não conhcmos os dtalhs nm sabmos a qu vlocidad as rformas ocorrrão. Por isso, há incrtza sobr o futuro do ambint d consumo na China. Estados Unidos A conomia dos EUA tm s sustntado muito bm, s considrarmos alguns dos dsafios qu nfrntou. Em 2012, foi abalada por uma rcssão na Europa uma rdução do crscimnto na China. Em 2013, o aumnto d impostos, aliado a corts nos gastos do govrno, tv impacto ngativo no crscimnto. Daqui para frnt, há alguns fators positivos. Portanto, s todo o rsto continuar como stá, o crscimnto m 2014 dv sr mlhor qu m Outro risco diz rspito à política fiscal. Apsar d as gurras orçamntárias d 2013 trm acabado, xist ainda o risco d o congrsso não chgar a um consnso quanto às prioridads orçamntárias daqui para frnt. Ainda assim, dada a atual situação política, outra paralização parc improvávl rros com o grnciamnto da dívida do govrno parcm ainda mnos provávis. A vrdadira qustão é s um acordo orçamntário podrá sr alcançado. S isso acontcr, podria impactar positivamnt na confiança das mprsas, consquntmnt, maiors invstidors. Para o varjo, um panorama conômico positivo significa um bom ambint consumidor. S, por um lado, é improvávl qu haja um rtorno ao crscimnto rápido da década passada, um crscimnto modrado parc provávl spcialmnt dvido a uma 4

5 considrávl dmanda rprimida. É important dizr qu a formação d novas famílias tm sido mnor dvido ao alto dsmprgo: À mdida qu a conomia s rcuprar, jovns adultos formarão novas famílias. Isso stimulará os gastos do consumidor com produtos para o lar. Obviamnt, a crscnt dsigualdad d rnda nos EUA significa qu uma porção dsproporcional do crscimnto do gasto virá das famílias d alta rnda. Isso indica oportunidads, mas também dsafios para os varjistas. Europa Dpois d uma longa rcssão, a zona do uro stá crscndo, ainda qu lntamnt. Além disso, a conomia britânica consguiu vitar outra rcssão stá comçando a dcolar. É uma boa notícia para os varjistas, qu têm nfrntado tmpos difícis na Europa. Na zona do uro, muito do crscimnto s dv ao aumnto das xportaçõs, não a maiors gastos dos consumidors. A mais rcnt mlhoria na zona do uro é rsultado do crscimnto das xportaçõs para paíss d fora da união. Isso é rflxo d um uro mais fraco, rstriçõs salariais, ganhos d produtividad algumas rformas no mrcado d trabalho. Quanto ao varjo, o panorama conômico uropu não é promissor. Há, porém, dois pontos positivos m potncial. S a China s afastar do crscimnto basado m invstimnto, a Almanha prcisará compnsar ssa prda stimulando a dmanda. Sgundo, a conomia britânica stá fort, incluindo a dmanda do consumidor. Após vários anos d salários rais m quda dmanda considravlmnt rprimida, os britânicos parcm prontos para gastar. Japão O Japão adotou uma política conômica radicalmnt nova quando já ra quas tard dmais. Dpois d duas décadas d crscimnto abaixo da média prços m quda, o Japão s viu com um padrão d vida bm infrior ao qu podria tr. Também tinha um alto nívl d dívida pública m rlação ao PIB, uma população mais vlha uma maior comptição d produtos ltrônicos automóvis com paíss como a Coria do Sul, Taiwan, China Estados Unidos. O Japão prcisava stimular o crscimnto para acabar com anos d dflação, aumntar a riquza para aumntar os gastos do consumidor dsrgular mrcados domésticos para aumntar a produtividad. Dsd qu assumiu, o primiro-ministro Shinzo Ab tm promovido um programa para atingir sss objtivos m três frnts. Conhcido como Abnomics, o programa nvolv stímulo fiscal, política montária agrssiva uma combinação d comércio mais livr dsrgulação. A política montária, qu nvolv a compra maciça ilimitada d ativos (quantitativ asing), tm sido implmntada m grand scala. Isso lvou a um fort aumnto nos prços das açõs, contribuindo para o gasto do consumidor, iniciou o procsso do fim da dflação. D modo gral, st programa tm tido um impacto positivo na confiança dos mprsários. As prspctivas para o varjo japonês no curto prazo são boas, mas incrtas no longo prazo. Muito dpndrá da naturza das rformas qu o govrno consguirá implmntar. Podríamos incluir aqui a rforma do stor d distribuição do Japão. Essa mudança podria trazr maiors invstimntos strangiros no varjo mais ficiência para a indústria. Mrcados mrgnts Muitos mrcados mrgnts sofrram dsaclração do crscimnto no ano qu passou. Daqui para frnt, o mundo mrgnt dv tr um ou dois anos d crscimnto insatisfatório nquanto os dsquilíbrios não stão controlados, mas o panorama no longo prazo continua positivo. D fato, para aquls mrcados qu não acumularam muita dívida, o panorama é bastant bom. Entr os mrcados mais promissors stão Colômbia, México, Filipinas, Turquia a boa part da África subsaariana. Esss paíss rgiõs gozam d mlhor govrnança, indústrias comptitivas dmografia favorávl dvm tr um crscimnto fort na próxima década. À mdida qu isso acontc, a class média vai crscr rapidamnt, criando novas oportunidads significativas para os maiors varjistas do mundo. Os Podrosos do Varjo Global 5

6 Dstaqus sobr os 250 Podrosos do Varjo Global Crscimnto contínuo apsar das dificuldads da conomia intrnacional O ano fiscal d 2012 tv um comço difícil para o stor d varjo global. Grand part da Europa ntrou m rcssão m 2011, rcssão ssa qu continuou todo o ano d No primiro smstr, houv considrávl tumulto financiro dcorrnt da prcpção do risco d fracasso da zona do uro. Numa prspctiva global, a cris uropia tv um impacto ngativo m muitas das principais conomias do mundo. Na China, o crscimnto diminuiu, por conta da quda da dmanda uropia d bns importados. No Japão, o crscimnto foi fraco, apsar d uma rcupração inicialmnt fort após o trrmoto o tsunami d março d A conomia dos EUA quas parou no final d 2011, mas ganhou um pouco d fôlgo quando os gastos dos consumidors o mrcado imobiliário comçaram a mostrar alguns sinais d modsta mlhora. Embora o crscimnto tnha s mantido razoavlmnt fort m alguns mrcados mrgnts, para os principais mrcados m qu opram os 250 maiors varjistas o ambint conômico global foi fraco. Apsar das condiçõs conômicas difícis, os principais varjistas do mundo continuaram a crscr, apostando na rcupração qu comçou m A rcita pondrada d vndas do varjo, com ajust d moda, aumntou 4,9% m 2012 para os 250 Podrosos Os 250 maiors d 2012 m númros US$ 4,29 trilhõs: rcita agrgada d varjo dos 250 maiors US$ 17,15 bilhõs: rcita média d varjo dos 250 maiors US$ 3,8 bilhõs: rcita mínima d varjo ncssária para ntrar no 250 maiors 4,9%: crscimnto d rcita d varjo combinada ano-a-ano 4,6%: taxa d crscimnto anual combinada na rcita d varjo ,1%: margm d lucro líquido combinada 5,0%: rtorno sobr ativos combinado 24,3%: prcntagm das rcitas d varjo do 250 maiors provnints d opraçõs no xtrior 10: númro médio d paíss nos quais os 250 maiors opram sus ngócios 63,2%: prcntagm d varjistas do 250 maiors com opraçõs no xtrior do Varjo Global, dpois d um ganho d 5,1% m 2011 d 5,3% m Quas 80% do 250 maiors (199 mprsas) aprsntaram um aumnto nas rcitas d varjo. No ntanto, os varjistas japonss continuaram rsponsávis por uma parcla dsproporcional d mprsas qu xprimntaram um dclínio nas rcitas, como foi o caso m 2011, m consquência do trrmoto do tsunami. A grand maioria das mprsas do 250 maiors qu divulgaram sus rsultados finais tivram, mais uma vz, lucro m 2012 (171 d 198 mprsas), grando uma margm d lucro líquida combinada d 3,1% rtorno sobr ativos (ROA) d 5%. Embora sss rsultados mostrm um dclínio m comparação com os númros aprsntados antriormnt no 250 maiors d , isto s dv stritamnt a uma mudança mtodológica. A partir dst rlatório xcluímos o lucro líquido dos cálculos da margm d lucro líquido combinada rtorno sobr ativos das mprsas dos Top 250 qu não são primariamnt varjistas. Como ssas mprsas não drivam a maioria d suas rcitas d opraçõs d varjo, sus lucros consolidados rfltm principalmnt suas outras atividads qu não d varjo. Esta mudança rsultou na xclusão d nov mprsas m 2012 incluindo a Appl, cujas margns d lucro não usualmnt lvadas dsvirtuam os rsultados globais. Os litors qu monitoram o dsmpnho dos 250 maiors todos os anos obsrvarão qu, sm sta mudança na mtodologia, a margm d lucro líquido global o rtorno sobr os ativos tria ficado lvmnt suprior m 2012, m comparação com A rcita total d varjo dos 250 Podrosos do Varjo Global atingiu quas US$ 4,3 trilhõs m A rcita média dos varjistas do 250 maiors ultrapassou US$ 17 bilhõs. Para s classificar nss Top 250 m 2012, a rcita d varjo prcisaria sr d plo mnos US$ 3,8 bilhõs. A Tsco toma o sgundo lugar do Carrfour no quadro dos 10 maiors Uma rformulação ocorru ntr os 10 maiors varjistas do mundo m 2012, principalmnt m função do rsultado d uma onda d 6

7 dsinvstimntos. Enquanto o Wal-Mart aumntou sua distância na lidrança, o Carrfour ants o sgundo maior varjista do mundo caiu para quarto após anos sguidos d dclínio das vndas, dvido principalmnt ao dsmmbramnto da cadia d hard discount Dia m julho d A Tsco, qu assumiu o sgundo lugar, também sofru o impacto do fim d uma d suas opraçõs, ao dcidir s dsfazr da rd Frsh & Easy nos Estados Unidos. O ano d 2012 foi, também, d transformação para o grupo Mtro. Já não sndo o maior varjista da Almanha, o Mtro vndu sua unidad Makro Cash & Carry, qu oprava no Rino Unido para a Bookr suas opraçõs da Ral Eastrn Europ (xcto Turquia) para a Auchan. Como rsultado dssas d outras mudanças, o Mtro caiu do quarto para o sétimo lugar. Enquanto isso, um aumnto d vndas d dois dígitos lvou a Costco do sxto lugar para o trciro m Um dólar mais fort m rlação ao uro m 2012 fz o Hom Dpot passar à frnt da Aldi. E a Targt ntrou na lista do Top 10 pla primira vz m 2012, substituindo a Walgrns. O faturamnto da rd d drogarias foi impactado ngativamnt por um dclínio nas vndas d rcituário dpois qu su contrato com a rd provdora d produtos farmacêuticos Exprss Scripts vncu (as mprsas chgaram a um novo acordo postriormnt). Como grupo, o Top 10 crscu mais lntamnt do qu o Top 250 m 2012, com crscimnto combinado da rcita d varjo d 4,2% contra 4,9%. A rntabilidad do Top 10 também foi mnor qu a do Top 250. A margm d lucro líquida combinada d 2,8% do Top 10 foi modrada m função d atividads d rstruturação, ocorrida m Apsar d uma margm d lucro mais magra, o Top 10 grou um maior rtorno sobr ativos, rsultando m um ROA combinado d 5,8% contra 5% para o Top 250. Os Top 10 como um todo é muito mais ativo globalmnt do qu todos os 250 varjistas. Em média, o Top 10 tinha opraçõs d varjo m 16,3 paíss m 2012, m comparação com 10 paíss do Top 250. Os 10 maiors varjistas do mundo graram quas um trço das suas rcitas d varjo combinadas d opraçõs no xtrior m 2012; o qu corrspond a mnos d um quarto do total da rcita do Top 250. Em spcial, quatro das cinco mprsas uropias do Top 10 obtêm a maioria das suas rcitas fora d sus paíss d origm. Por outro lado, duas das cinco mprsas amricanas do Top 10 não tinham nnhuma opração intrnacional. O grupo lídr qu contmpla os 10 maiors varjistas é muito mais ativo globalmnt do qu o rstant do ranking. Em média, os dz primiros tinham opraçõs d varjo m 16,3 paíss m 2012, m comparação com 10 paíss ntr os 250 Podrosos do Varjo Global. Os 10 maiors varjistas do mundo graram quas um trço das suas rcitas d varjo combinadas d opraçõs no xtrior m 2012; o qu corrspond a mnos d um quarto do total da rcita do Top 250. Em spcial, quatro das cinco mprsas uropias qu ncabçaram as dz primiras posiçõs obtêm a maioria das suas rcitas fora d sus paíss d origm. Por outro lado, duas das cinco mprsas amricanas dst msmo grupo não tinham nnhuma opração intrnacional. Os dz maiors varjistas do mundo Classificação nos 250 maiors Emprsa País d origm Rcita no varjo (US$ milhõs) Crscimnto da rcita do varjo (%) 1 Walmart EUA ,0 2 Tsco Rino Unido ,5 3 Costco EUA ,5 4 Carrfour França ,5 5 Krogr EUA ,1 6 Schwarz Almanha ,6 7 Mtro Almanha ,1 8 Hom Dpot EUA ,2 9 Aldi Almanha ,5 10 Targt EUA ,1 Grupo dos 10 maiors* ,2 Grupo dos 250 maiors* ,9 Participação nas vndas dos 10 maiors no total d vndas dos ,3% * Vndas brutas, com taxas d crscimnto compostas ajustadas d acordo com as taxas d câmbio Font: dados publicados plas próprias mprsas pla Plant Rtail Os Podrosos do Varjo Global 7

8 Os 250 podrosos do varjo global 1 Ranking Nom da mprsa País d origm Formato dominant Rcita do varjo m 2012 (US$ milhõs) 1 Wal-Mart EUA Hiprmrcado/cntro d compras Tsco Rino Unido Hiprmrcado/cntro d compras Costco EUA Atacadista Carrfour França Hiprmrcado/cntro d compras Th Krogr EUA Hiprmrcado Schwarz Almanha Loja d dsconto Mtro Almanha Atacadista Hom Dpot EUA Construção, rforma dcoração Aldi Almanha Loja d dsconto Targt EUA Loja d dpartamntos d dsconto Walgrns EUA Farmácia CVS Carmark EUA Farmácia Aon Co. Japão Suprmrcado Group Auchan França Hiprmrcado Woolworths Austrália Suprmrcado Amazon.com EUA Comércio virtual (-commrc) Svn & i Japão Hiprmrcado/cntro d compras Edka Zntral Almanha Suprmrcado Wsfarmrs Austrália Suprmrcado Grupo Casino França Hiprmrcado/cntro d compras Low s EUA Construção, rforma dcoração Rw Almanha Suprmrcado Bst Buy EUA Espcialista m ltrônicos E. Lclrc França Hiprmrcado/cntro d compras Safway Inc. EUA Suprmrcado Koninklijk Holanda Suprmrcado Sars EUA Loja d dpartamntos J Sainsbury Rino Unido Suprmrcado Intrmarché França Suprmrcado IKEA Holanda Outras spcialidads Couch-Tard Canadá Convniência Loblaw Canadá Hiprmrcado/cntro d compras Dlhaiz Bélgica Suprmrcado Wm Morrison Rino Unido Suprmrcado Publix EUA Suprmrcado Macy s EUA Loja d dpartamntos TJX EUA Espcialista m vstuário calçados Rit Aid EUA Farmácia Migros Suíça Hiprmrcado/cntro d compras Systèm U França Suprmrcado LVMH França Outras spcialidads Mrcadona Espanha Suprmrcado Lott Shopping Coria do Sul Hiprmrcado/cntro d compras Yamada Dnki Japão Espcialista m ltrônicos Inditx Espanha Espcialista m vstuário calçados H.E. Butt EUA Suprmrcado Kohl s EUA Loja d dpartamntos AS Watson Hong Kong Farmácia Coop Suíça Suprmrcado Appl EUA Espcialista m ltrônicos Cncosud Chil Suprmrcado H&M Suécia Espcialista m vstuário calçados Empir Canadá Suprmrcado Kingfishr Rino Unido Construção, rforma dcoração Ado França Construção, rforma dcoração Dollar Gnral EUA Loja d dsconto Marks and Spncr Rino Unido Loja d dpartamntos X5 Rtail Rússia Loja d dsconto Gap EUA Espcialista m vstuário calçados Para mais informaçõs sobr a mtodologia do ranking, vja a pág. 30 8

9 Ranking Nom da mprsa País d origm Formato dominant Rcita do varjo m 2012 (US$ milhõs) 60 Suning China Espcialista m ltrônicos Coop Italia Itália Suprmrcado El Cort Inglés Espanha Loja d dpartamntos Mijr EUA Hiprmrcado/cntro d compras Istan Mitsukoshi Japão Loja d dpartamntos Magnit Rússia Convniência ICA Suécia Suprmrcado Jrónimo Martins Portugal Loja d dsconto Toys R Us EUA Outras spcialidads John Lwis Rino Unido Suprmrcado Dixons Rtail Rino Unido Espcialista m ltrônicos Conad Itália Suprmrcado Co-oprativ Group Rino Unido Suprmrcado Dia Espanha Loja d dsconto J. C. Pnny EUA Loja d dpartamntos Otto Almanha Comércio virtual (-commrc) Stapls EUA Outras spcialidads Louis Dlhaiz Bélgica Hiprmrcado/cntro d compras S Group Finlândia Suprmrcado SPAR Áustria Áustria Suprmrcado Uny Japão Convniência J. Front Rtailing Japão Loja d dpartamntos Gom Hom China Espcialista m ltrônicos Mtro Canadá Suprmrcado Allianc Boots Suíça Farmácia Fast Rtailing Japão Espcialista m vstuário calçados Nordstrom EUA Loja d dpartamnto Whol Foods EUA Suprmrcado BJ s Wholsal Club EUA Atacadista E-MART Coria do Sul Hiprmrcado/cntro d compras Bd Bath and Byond EUA Outras spcialidads Tnglmann Almanha Construção, rforma dcoração Shopprs Drug Mart Canadá Farmácia China Rsourcs Hong Kong Hiprmrcado/cntro d compras Shoprit Holdings África do Sul Suprmrcado L Brands EUA Espcialista m vstuário calçados Canadian Tir Canadá Outras spcialidads Falablla Chil Loja d dsconto NorgsGruppn Noruga Loja d dsconto Librty Intractiv EUA Comércio virtual (-commrc) Th Daii Japão Hiprmrcado/cntro d compras Giant Eagl EUA Suprmrcado Bi-Lo Holdings EUA Suprmrcado Takashimaya Japão Loja d dpartamntos Dairy Farm Hong Kong Suprmrcado Ross Stors EUA Espcialista m vstuário calçados Makro Holanda Atacadista Dansk Suprmarkd Dinamarca Loja d dsconto Bisia Group Japão Construção, rforma dcoração Family Dollar Stors EUA Loja d dsconto Mnard EUA Construção, rforma dcoração Army & Air Forc Exchang Srvic EUA Hiprmrcado/cntro d compras Ksko Finlândia Suprmrcado Oxylan França Outras spcialidads Jumbo Grop Holanda Suprmrcado g 115 SuprValu EUA Suprmrcado C&A Europ Bélgica/Almanha Espcialista m vstuário calçados GamStop EUA Outras spcialidads Hom Rtail Rino Unido Outras spcialidads Os Podrosos do Varjo Global 9

10 Ranking Nom da mprsa País d origm Formato dominant Rcita do varjo m 2012 (US$ milhõs) 119 AutoZon EUA Outras spcialidads Th Pantry EUA Convniência Colruyt Group Bélgica Suprmrcado Esslunga Itália Hiprmrcado/cntro d compras dm-drogri markt Almanha Farmácia Soriana México Hiprmrcado/cntro d compras Stinhoff África do Sul Outras spcialidads Edion Japão Espcialista m ltrônicos Grupo Eroski Espanha Suprmrcado K s Holdings Japão Espcialista m ltrônicos Yodobashi Camra Japão Espcialista m ltrônicos Ritan Group Noruga Loja d dsconto Hy-V EUA Suprmrcado Dirk Rossmann Almanha Farmácia Shanghai Frindship China Suprmrcado Dollar Tr EUA Loja d dsconto Globus Holding Almanha Hiprmrcado/cntro d compras Casy s Gnral Stors EUA Convniência Pick n Pay Stors África do Sul Suprmrcado Richmont Suíça Outras spcialidads PtSmart EUA Outras spcialidads Coop Dinamarca Dinamarca Suprmrcado Wgmans Food Markts EUA Suprmrcado Bijing Jingdong China Comércio virtual (-commrc) Dillard s EUA Loja d dpartamntos FEMSA México Convniência Izumi Japão Hiprmrcado/cntro d compras Bic Camra Japão Espcialista m ltrônicos Th Grat Atlantic & Pacific Ta Company EUA Suprmrcado Wawa EUA Convniência Prsidnt Chain Stor Taiwan Convniência Don Quijot Japão Loja d dpartamntos d dsconto CP ALL Tailândia Convniência Kring França Espcialista m vstuário calçados QuikTrip EUA Convniência O Rilly Automotiv EUA Outras spcialidads Foot Lockr EUA Espcialista m vstuário calçados Lif Japão Suprmrcado Dfns Commissary Agncy EUA Suprmrcado Offic Dpot EUA Outras spcialidads Shimamura Japão Espcialista m vstuário calçados Advanc Auto Parts EUA Outras spcialidads Dick s Sporting Goods EUA Outras spcialidads Lojas Amricanas Brasil Loja d dpartamntos d dsconto H2O Rtailing Japão Loja d dpartamntos Shtz EUA Convniência Sona Portugal Suprmrcado Primark Rino Unido Espcialista m vstuário calçados BİM Birlşik Mağazalar Turquia Loja d dsconto Nxt Rino Unido Espcialista m vstuário calçados Bauhaus Almanha Construção, rforma dcoração MatsumotoKiyoshi Japão Farmácia Tokyu Japão Loja d dpartamntos SPAR África do Sul África do Sul Suprmrcado * 173 Shrwin-Williams EUA Construção, rforma dcoração Big Lots EUA Loja d dsconto DCM Holdings Japão Construção, rforma dcoração WinCo Foods EUA Suprmrcado Arcs Japão Suprmrcado Coop Noruga Noruga Suprmrcado KF Gruppn Suécia Suprmrcado Coppl México Loja d dpartamntos Bll Hong Kong Espcialista m vstuário calçados Lawson Japão Convniência Dichmann Almanha Espcialista m vstuário calçados Valor Japão Suprmrcado FNAC* França Outras spcialidads Sundrug Japão Farmácia Darty Rino Unido Espcialista m ltrônicos

11 Ranking Nom da mprsa País d origm Formato dominant Rcita do varjo m 2012 (US$ milhõs) 188 East Japan Railway Japão Convniência RONA Canadá Construção, rforma dcoração Cntral Rtail Tailândia Loja d dpartamntos Chdraui México Hiprmrcado/cntro d compras Dixy Rússia Suprmrcado Dashang China Loja d dpartamntos Tractor Supply EUA Outras spcialidads Barns & Nobl EUA Outras spcialidads Hiwado Japão Hiprmrcado/cntro d compras Emk/Lulu Emirados Árabs Unidos Hiprmrcado/cntro d compras Harris Ttr EUA Suprmrcado Abrcrombi & Fitch EUA Espcialista m vstuário calçados Coach EUA Outras spcialidads El Purto d Livrpool México Loja d dpartamntos Douglas Holding Almanha Outras spcialidads Clsio Almanha Farmácia Sav Mart EUA Suprmrcado E.Land World Coria do Sul Espcialista m vstuário calçados Michals Stors EUA Outras spcialidads Dll EUA Comércio virtual (-commrc) Niman Marcus EUA Loja d dpartamntos Chongqing China Loja d dpartamntos Nik EUA Espcialista m vstuário calçados Company M. Vido Rússia Espcialista m ltrônicos SMU Chil Suprmrcado Joshin Dnki Japão Espcialista m ltrônicos RadioShack EUA Espcialista m ltrônicos Arcadia Rino Unido Espcialista m vstuário calçados Sugi Japão Farmácia Nitori Japão Outras spcialidads OfficMax EUA Outras spcialidads Icland Foods Rino Unido Suprmrcado Far Eastrn Taiwan Loja d dpartamntos RacTrac Ptrolum EUA Convniência Burlington Coat EUA Loja d dpartamntos Nonggongshang China Hiprmrcado/cntro d compras Tsuruha Japão Farmácia FamilyMart Japão Convniência Hudson s Bay Company Canadá Loja d dpartamntos Williams-Sonoma EUA Outras spcialidads Karstadt Warnhaus Almanha Loja d dpartamntos Group Vivart França Espcialista m vstuário calçados Izumiya Japão Hiprmrcado/cntro d compras Dmoulas EUA Suprmrcado Sussr EUA Convniência GS Rtail Coria do Sul Convniência Woolworths África do Sul África do Sul Loja d dpartamntos XXXLutz Áustria Outras spcialidads Signt Jwlrs Brmuda Outras spcialidads Daiso Sangyo Japão Loja d dpartamntos d dsconto Blk EUA Loja d dpartamntos Liquor Control Board of Ontario Canadá Outras spcialidads Albrtsons EUA Suprmrcado HORNBACH-Baumarkt Almanha Construção, rforma dcoração Roundy s EUA Suprmrcado Marui Group Japão Loja d dpartamntos Agrokor Croácia Suprmrcado Statr Bros. Holdings EUA Suprmrcado Praktikr Almanha Construção, rforma dcoração Cosmos Pharmacutical Japão Farmácia Fuji Japão Hiprmrcado/cntro d compras Th Marutsu Japão Suprmrcado Golub/Pric Choppr Suprmarkts EUA Suprmrcado = stimativa g = faturamnto bruto rportado pla mprsa n/a = não disponívl n = não xistnt (criada por fusão ou dsinvstimnto) * Rcita rflt vndas no atacado Rcita rflt vndas no atacado no varjo * Sparada da PPR (atual Kring) por mio d um IPO m Junho d 2013; classificada pla PPR como opração dscontinuada m Os Podrosos do Varjo Global 11

12 Os Podrosos por rgião Os varjistas uropus nfrntaram mais um ano d dificuldads m 2012 Os varjistas d mrcados mrgnts contaram com fort dmanda m 2012, mbora o ritmo d crscimnto diminuiu um pouco m comparação com Os varjistas da América Latina lidram o caminho com o crscimnto combinado das rcitas d 14,7%, sguido pla rgião África/Orint Médio. Os outros paíss da Ásia/Pacífico, xcluindo Japão, também mostraram ganhos sólidos, mas não no nívl d dois dígitos visto nos dois anos antriors. Os japonss s rcupraram d 2011, mas continuam na rabira d outros paíss rgiõs. O crscimnto sfriou para 4,3% para os varjistas nort-amricanos, contra 6,3% m Para a rgião como um todo o Canadá m particular, a rcita crscu graças ao impulso da Alimntation Couch-Tard, o maior varjista canadns. Em junho d 2012, a mprsa adquiriu a Statoil Ful & Rtail, um varjista scandinavo d combustívl convniência, rsultando m um aumnto d 43% nas rcitas d varjo. Os varjistas uropus nfrntaram mais um ano d dificuldads nos ngócios, dado qu a rgião ntrou novamnt m rcssão quando as mdidas d austridad provocaram uma quda no crscimnto o aumnto da taxa d dsmprgo. Os varjistas com sd na Almanha no Rino Unido, tivram um dsmpnho fraco no volum d ngócios comparado com os outros uropus. Os 250 maiors varjistas por rgião/país (%) 3,6 2,8 15,6 A rcita dos 250 maiors varjistas por rgião/país (%) 1,1 3,0 8,7 6,4 8,4 8,8 33,2 4,8 6,8 42,2 10,0 5,6 6,4 3,6 15,6 1,6 11,9 África/Orint Médio Japão Ásia/Pacífico (Outros) França Almanha Rino Unido Europa (Outros paíss) América Latina EUA Canadá África/Orint Médio Japão Ásia/Pacífico (Outros) França Almanha Rino Unido Europa (Outros paíss) América Latina EUA Canadá Font: dados publicados plas próprias mprsas pla Plant Rtail 12

13 As três grands conomias uropias rprsntaram um pouco mais da mtad das mprsas ntr os 250 maiors, mas mais d dois trços d sua rcita d varjo. Os varjistas francss contabilizaram rsultados mais xprssivos do qu sus colgas britânicos almãs. Isso pod tr algo a vr com su maior alcanc global. No ntanto, tm principalmnt a vr com o Casino, o grupo francês d suprmrcados multiformato. Em julho d 2012, o Casino tornou-s o único acionista controlador do Grupo Pão d Açúcar, o maior varjista brasiliro, cujos rsultados foram totalmnt consolidados nas contas do Casino no sgundo smstr fiscal d Classificado m 20º m 2012, o Casino provavlmnt continuará a subir no ranking; m julho d 2013, adquiriu das Galris Lafaytt os 50% do suprmrcado Monoprix qu lh faltavam. Participação no ranking por rgião/país, 2012 Grupo, país ou rgião Nº d mprsas Média d rcita do varjo (US$ milhõs) Parcla ntr as 250 maiors mprsas (%) Parcla ntr as 250 maiors mprsas Grupo dos 250 maiors ,0 100,0 África/Orint Médio ,8 1,1 Ásia/Pacífico ,0 15,1 Japão ,6 8,7 Ásia/Pacífico (Outros) ,4 6,4 Europa ,4 37,1 França ,8 8,8 Almanha ,8 10,0 Rino Unido ,8 6,4 Outros ,6 11,9 América Latina ,6 1,6 América do Nort ,8 45,2 EUA ,2 42,2 Canadá ,6 3,0 Os rsultados mostram os 250 varjistas com sd cntral m cada rgião/país Font: dados publicados plas próprias mprsas pla Plant Rtail Globalização por rgião/país, 2012 Grupo, país ou rgião Rcita do varjo m opraçõs no xtrior (%) Númro médio d paíss m qu atuam Emprsas qu opram m apnas um país (%) 250 maiors 24,3 10,0 36,8 África/Orint Médio 23,2 11,7 0,0 Ásia/Pacífico 12,6 5,7 45,0 Japão 7.7 4,0 53,8 Ásia/Pacífico (Outros) ,9 28,6 Europa 39,1 8,4 19,5 França 44,4 15,6 0,0 Almanha 44,9 15,4 11,8 Rino Unido 22,4 17,3 21,4 América Latina 23,1 2,3 33,3 América do Nort 16,1 8,4 50,0 EUA 15,6 9,0 48,2 Os rsultados mostram os 250 maiors varjistas com sd cntral m cada rgião/país Font: dados publicados plas próprias mprsas pla Plant Rtail Os Podrosos do Varjo Global 13

14 A rntabilidad também sofru m 2012 para os varjistas uropus. O crscimnto lnto do volum d ngócios para os varjistas britânicos almãs causou impacto também nos sus rsultados finais. Dito isto, a fina margm d lucro líquido combinada do Rino Unido d 1,4% foi principalmnt plos rsultados da Tsco, o maior varjista do país, cujo lucro anual caiu pla primira vz m quas 20 anos. A Tsco consguiu a duras pnas uma margm d lucro d 0,2% após contabilizar uma prda significativa no ano, principalmnt por sair do mrcado dos EUA. Dos 17 varjistas almãs ntr os Top 250, nov são mprsas privadas qu não divulgam sus rsultados finais. Quatro das oito mprsas rstants nst mrcado d baixa margm histórica anunciaram prjuízo, nquanto as outras quatro graram lucro líquido d mnos d 2% das rcitas. Crscimnto das vndas lucratividad por rgião/país* (%) 17,0 14,8 14,7 13,5 11,1 8,7 4,6 4,9 5,0 3,1 4,4 7,2 4,9 4,9 4,1 3,1 0,6 3,2 2,3 2,6 3,9 5,5 4,5 4,5 2,9 4,0 4,3 4,0 4,3 3,5 3,6 3,8-0,1 0,2 5,0 1,7 1,4 2,1 4,9 4,6 4,24,8 3,2 6,3 4,0 4,3 3,1 6,4 250 maiors África/ Orint Médio Ásia/Pacífico Japão Ásia/Pacífico Outros Europa França Almanha Rino Unido América Latina América do Nort EUA Os rsultados mostram a taxa d crscimnto anual composta/acumulada d vndas no varjo * Pondrado d vndas por câmbio ajustado Taxa d crscimnto anual composta Font: dados publicados nas próprias mprsas pla Plant Rtail CAGR da rcita do varjo Crscimnto da rcita do varjo (2012) Margm do lucro líquido (2012) Rtorno sobr ativo ROA (2012) 14

15 Por outro lado, na América Latina na África/Orint Médio, um fort crscimnto continuou a grar rntabilidad acima da média. Em 2012, os varjistas latino-amricanos consguiram uma margm d lucro líquido d 4,9%, a maior do stor, os da rgião África/Orint Médio tivram um rtorno d 7,2% sobr os ativos. Os varjistas uropus aumntam sua dpndência do mrcado xtrno Durant todos os anos m qu a Dloitt vm acompanhando os Podrosos do Varjo, a fatia d rcitas totais d varjo do Top 250 provnint d opraçõs strangiras continua d vnto m popa. Em 2012, quas um quarto (24,3%) da rcita dos intgrants do ranking foi grada a partir d mrcados strangiros, um pouco acima dos 23,8% d ,4% d Os varjistas classificados ntr os 250 maiors opraram numa média d 10 paíss m comparação com 9 m m É important rssaltar qu os númros d 2012 inclum a Dll qu, m ssência, é uma mprsa ralmnt global. Portanto, não é stritamnt comparávl com os anos antriors quando a Dll foi xcluída. No ntanto, s a Dll for xcluída dos rsultados d 2012, o númro médio d paíss ainda chga a 9,4. Como outro indicador da crscnt globalização, a part dos varjistas qu opram apnas dntro das suas frontiras nacionais continuou a cair: 36,8% m 2012, caindo d 38% m ,4% m O varjistas uropus continuam a sr os mais globais. Em 2012, ls opravam numa média d 15,6 paíss graram quas 40% d sua rcita total d varjo m opraçõs no xtrior. Mais d 80% dos varjistas do Top 250 da rgião incluindo todas as mprsas francsas opravam fora d su país d origm. Os varjistas japonss continuam a sr os mnos globais. Fazndo ngócios m 4 paíss, m média, graram apnas 7,7% das rcitas d varjo no mrcado xtrno m Mais da mtad prmancu oprando m um único país. Enquanto mtad dos varjistas nort-amricanos tinham opraçõs intrnacionais, stas rprsntavam uma part rlativamnt pquna do total d rcitas d varjo da rgião, apnas 16,1%. A maioria dos varjistas latino-amricanos s avnturou fora das suas frontiras nacionais, mas não s arriscaram além da sua rgião, com xcção da cadia d hiprmrcados mxicana Chdraui (com lojas no sudost dos Estados Unidos). No ntanto, m 2012, os varjistas com sd nsta rgião drivaram quas um quarto do total da rcita d opraçõs intrnacionais. Os Podrosos do Varjo Global 15

16 Europa O varjistas uropus continuam a sr os mais globais. Mais d 80% dos varjistas do Top 250 da rgião incluindo todas as mprsas francsas opravam fora d su país d origm. Classificação na rgião Classificação nos 250 maiors varjistas Emprsa País d origm Rcita do varjo (US$ milhõs) Crscimnto da rcita do varjo m 2012 (%) 1 2 Tsco Rino Unido ,5 2 4 Carrfour França ,5 3 6 Schwarz Almanha ,6 4 7 Mtro Almanha ,1 5 9 Aldi Almanha , Auchan França , Edka Almanha , Casino França , Rw Combin Almanha , E. Lclrc França ,9 América do Nort Classificação na rgião Classificação nos 250 maiors varjistas Emprsa País d origm Rcita do varjo (US$ milhõs) Crscimnto da rcita do varjo m 2012 (%) 1 1 Wal-Mart EUA ,0 2 3 Costco EUA ,5 3 5 Krogr EUA ,1 4 8 Hom Dpot EUA , Targt EUA , Walgrn EUA , CVS Carmark EUA , Amazon.com EUA , Low s EUA , Bst Buy EUA ,1 Ásia/Pacífico Classificação na rgião Classificação nos 250 maiors varjistas Emprsa País d origm Rcita do varjo (US$ milhõs) Crscimnto da rcita do varjo m 2012 (%) 1 13 Aon Japão , Woolworths Austrália , Svn & i Japão , Wsfarmrs Austrália , Lott Shopping Coria do Sul , Yamada Dnki Japão , AS Watson Hong Kong , Suning Commrc China ,8 Group 9 64 Istan Mitsukoshi Japão , Uny Group Japão ,6 = stimativa * Rflt as vndas no atacado Rcita inclui vndas no atacado no varjo 16

17 América Latina Por outro lado, na América Latina na África/Orint Médio, um fort crscimnto continuou a grar rntabilidad acima da média. Em 2012, os varjistas latinoamricanos consguiram uma margm d lucro líquido d 4,9%, a maior do stor, os da rgião África/Orint Médio tivram um rtorno d 7,2% sobr os ativos. Classificação na rgião Classificação nos 250 maiors varjistas Emprsa País d origm Rcita do varjo (US$ milhõs) Crscimnto da rcita do varjo m 2012 (%) 1 34 Cncosud Chil , Falablla Chil , Soriana México , FEMSA Comrcio México , Lojas Amricanas Brasil , Coppl México , Comrcial México ,3 Chdraui El Purto d México ,3 Livrpool SMU Chil ,3 África/Orint Médio Classificação na rgião Classificação nos 250 maiors varjistas Emprsa País d origm Rcita do varjo (US$ milhõs) Crscimnto da rcita do varjo m 2012 (%) 1 94 Shoprit Holdings África do Sul , Stinhoff África do Sul ,0 Intrnational Holdings Pick n Pay Stors África do Sul , BİM Birlşik Turquia 5.607* 10,4 Mağazalar SPAR Group África do Sul , Emk Group/ Emirados ,5 Lulu Group Intrnational Árabs Unidos Woolworths Holdings África do Sul ,1 = stimativa * Rflt as vndas no atacado Rcita inclui vndas no atacado no varjo Os Podrosos do Varjo Global 17

18 Os Podrosos por stor d atuação O sgmnto d bns d consumo não durávis, rlativamnt livr d rcssão, continua a suprar os varjistas spcializados Os varjistas d bns d consumo não durávis (fast-moving consumr goods, ou FMCG) ultrapassaram os outros sgmntos d produtos m 2012, como ocorru m 2011, com crscimnto d rcita d varjo combinado d 5,3%. O FMCG é, d long, o maior sgmnto d produtos tanto m númro quanto tamanho d mprsas. Já os varjistas d moda têm sido, historicamnt, o sgmnto mais rntávl, 2012 não foi xcção, atingindo 7,4% d margm, qu foi quas o dobro da média dos Top 250. Os 42 varjistas d moda tivram US$ 9 bilhõs m rcitas d varjo, m média, considravlmnt mnor m tamanho qu os outros sgmntos. Os varjistas divrsificados, (aquls qu não possum rcitas originadas d nnhum dos três stors spcíficos considrados nst studo), continuaram aprsntando o dsmpnho mais fraco nas quatro mdidas d anális. Oprando m formatos ou lojas-concito, sts têm um aumnto da complxidad opracional d markting podm dsviar a atnção o compromisso da administração afastar os invstimntos sustntados do cor businss. As rcitas por stor dos 250 maiors varjistas (%) 14,9 8,0 8,8 68,3 Moda Bns d consumo não durávis Bns durávis produtos d lazr Divrsificados Font: dados publicados plas próprias mprsas pla Plant Rtail Prfis por stor d produto Nº d mprsas Média d rcita do varjo (US$ milhõs) Parcla ntr as 250 maiors mprsas (%) Parcla ntr as 250 maiors mprsas, m rcita (%) 250 maiors ,0 100,0 Moda ,8 8,8 Bns d consumo não durávis ,8 68,3 Bns durávis produtos d lazr* ,8 14,9 Divrsificados ,6 8,0 Font: dados publicados plas próprias mprsas pla Plant Rtail Globalização por stor d produto, 2012 Rcita do varjo m opraçõs no xtrior (%) Númro médio d paíss nos quais atuam Emprsas qu opram apnas m um país (%) Top ,3 10,0 36,8 Moda 29,8 22,2 23,8 Bns d consumo não-durávis 23,3 5,1 44,5 Bns durávis produtos d lazr 26,6 13,1 26,9 Divrsificados 22,6 10,3 36,8 Font: Dados publicados plas próprias mprsas Plant Rtail 18

19 Varjistas d artigos d moda têm maior alcanc global O nívl d globalização por sgmnto d produtos mostra qu os varjistas d artigos d moda continuam a adotar um prfil mais intrnacional. Em média, as opraçõs stão m 22,2 paíss m 2012, o qu é mais qu duas vzs a média dos Top 250. Mais d três quartos dos varjistas dst sgmnto opram intrnacionalmnt, os rsultados das opraçõs no xtrior rprsntam quas 30% do total d rcitas do varjo d moda. À mdida qu os varjistas d artigos d moda procuram xpandirs para novos mrcados, o sistma d franquias (franchising) tm provado sr um método atrant para ntrar no mrcado para muitas marcas. Isso ocorr porqu o franchising ofrc a flxibilidad d prsonalização do ritmo d xpansão do nívl d control, além d modrar o risco d mrcado o nívl d invstimnto d capital. Os varjistas d bns d consumo d alta rotatividad foram os mnos globais plo mnos como grupo. Quas 45% dos varjistas d bns d consumo não durávis (FMCG) tinham suas opraçõs m um único país m Crscimnto d vndas lucratividad por stor m opraçõs no xtrior* (%) 44,5 24,3 10,0 36,8 250 maiors (todos os stors) 29,8 23,8 22,2 Moda 23,3 Rcita do varjo m opraçõs no xtrior (%) Númro médio d paíss nos quais atuam Emprsas qu opram apnas m um país (%) 5,1 Bns d consumo não durávis Font: dados publicados plas próprias mprsas pla Plant Rtail 26,6 13,1 26,9 Bns durávis produtos d lazr 22,6 10,3 36,8 Divrsificados Crscimnto d vndas lucratividad por stor* (%) 7,4 8,4 4,6 4,9 3,1 5,0 3,3 5,1 5,3 5,3 2,6 4,5 3,9 4,5 3,2 4,8 2,3 2,6 2,4 3,3 250 maiors (todos os stors) Moda Bns d consumo não durávis Bns durávis produtos d lazr Divrsificados CAGR da rcita do varjo Crscimnto da rcita do varjo m 2012 Margm do lucro líquido m 2012 ROA m 2012 * Pondrado d vndas por câmbio ajustado Os rsultados mostram a taxa d crscimnto anual composta/acumulada d vndas no varjo das 250 maiors mprsas Font: dados publicados plas próprias mprsas pla Plant Rtail Os Podrosos do Varjo Global 19

20 Os 50 varjistas qu crscm mais rápido ( ) Mrcados mrgnts d vnto m popa Ao contrário dos varjistas qu nfrntam vntos contrários m mrcados maduros, os mrcados mrgnts continuam tndo um agrssivo crscimnto orgânico. Os varjistas d mrcados mrgnts foram rsponsávis por mais da mtad (26) das mprsas com crscimnto mais rápido m No ntanto, ss crscimnto orgânico vigoroso também ficou vidnt m mrcados mais maduros, dado qu os varjistas capitalizaram m catgorias d produtos d alto valor agrgado (x. Appl Rtail, Fast Rtailing), sgmntação (x. Whol Foods, Richmont), formatos (x. Dollar Tr) canais (x. Amazon.com). As aquisiçõs foram o principal impulsionador d crscimnto para outros varjistas do ranking d crscimnto mais rápido, incluindo Jumbo Grop Holding, uma mprsa d suprmrcados holandsa d capital fchado. Como grupo, os 50 varjistas d crscimnto mais rápido aumntaram a rcita d varjo a uma taxa anual combinada d 18,7% ntr , quatro vzs a taxa do Top 250. Os 50 varjistas com crscimnto mais rápido também supraram o Top 250 no rsultado final, mas não na msma mdida dos anos antriors. A margm d lucro líquido combinada d 3,8% foi 0,7 pontos prcntuais mais lvada qu a do Top 250. As mprsas também stavam ntr os 50 varjistas qu mais crscram m 2012 ¹Taxa d crscimnto anual composta/acumulada d vndas no varjo das 250 maiors mprsas Font: dados publicados plas próprias mprsas pla Plant Rtail Ranking d crscimnto Classificação nos 250 maiors Emprsa/País d origm CAGR¹ da rcita do varjo (%) Jumbo (Holanda) 40, Chongqing (China) 38, Stinhoff (África do Sul) 36, Appl (EUA) 35, Amazon.com (EUA) 32, Dixy (Rússia) 32, Magnit (Rússia) 31, Bi-Lo (Rússia) 31, BİM Birlşik (Turquia) 27, China Rsourcs (Hong Kong) 26, Emk/Lulu Group (Emirados Árabs) 25, X5 Rtail (Rússia) 24, Bll (Hong Kong) 23, Company M.Vido (Rússia) 22, Cncosud (Chil) 20, Richmont (Suíça) 19, O Rilly Automotiv (EUA) 19, Suning Commrc (China) 19, Sussr (EUA) 19, Coppl (México) 18, Lott Shopping (Coria do Sul) 18, Cosmos Pharmacutical (Japão) 17, Primark (Rino Unido) 16, Alimntation Couch-Tard (Canadá) 16, Jrónimo Martins (Portugal) 16, Ritan Group (Noruga) 16, Cntral Rtail (Tailândia) 16, Dashang (China) 16, Shanghai Frindship Group (China) 15, FEMSA (México) 15, Falablla (Chil) 14, SPAR (África do Sul) 14, Lojas Amricanas (Brasil) 14, Shoprit (África do Sul) 14, Wsfarmrs (Austrália) 13, Dirk Rossmann (Almanha) 13, E.Land World (Coria do Sul) 13, Co-oprativ Group (Rino Unido) 13, Chdraui (México) 13, Makro (Holanda) 12, Arcs (Japão) 12, Whol Foods (EUA) 12, Coach (EUA) 12, WinCo Foods (EUA) 12, Fast Rtailing (Japão) 12, Woolworths (África do Sul) 11, Dollar Tr (EUA) 11, Group Ado (França) 11, Tractor Supply Company (EUA) 11, CP ALL (Tailândia) 11,5 Pondrado d vndas ajustado plo câmbio dos 50 qu mais crscram 18,7 Pondrado d vndas ajustado plo câmbio dos 250 maiors 4,6 20

21 O futuro do varjo Tcnologia + Tcnologia = Inovação O stor d varjo viv um príodo d ruptura mudanças sm prcdnts. Contudo, há um amplo conjunto d tcnologias qu, intragindo com tndências socioconômicas, cria o futuro do varjo. A difícil qustão é como prvr d forma útil como os modlos d ngócio os mrcados podm sr aftados por ssas tcnologias. É vrdad qu uma tcnologia rlativamnt dsconhcida pod mrgir criar impacto. No ntanto, é mais provávl qu as tcnologias xistnts algumas já xistm há décadas sjam intgradas d manira a grar valor para os consumidors criar uma vantagm comptitiva significativa. Os componnts do futuro As tcnologias qu considramos já tm ntr dz cm anos. Normalmnt pnsamos nlas como novas, quando, na ralidad, já são bastant maduras stablcidas: GPS, RFID, vído digital, biomtria, rssonância magnética, squnciamnto d DNA, robótica, rconhcimnto d voz, transmissão sm fio, armaznamnto d dados m nuvm dispositivos móvis intlignts, ntr outros. Embora sss componnts stjam amplamnt disponívis sjam bm conhcidos, a magia acontc quando ls s combinam d formas inspradas mudam as rgras do jogo. Até msmo as tcnologias mais antigas, como câmras radiocomunicação, ncontram vida nova ao srm combinadas ou altradas por uma tcnologia mrgnt, qu mud os potnciais usos aplicaçõs do qu vio ants. Como a convrgência cria novos mrcados srviços A rcnt intgração do GPS das tcnologias d tlfonia móvl são um bom xmplo d como a convrgência pod criar novos mrcados srviços. O GPS é um fnômno dos anos 1980, quando satélits d posicionamnto global foram posicionados ativados para substituir os sistmas d navgação trrstrs. Dsd ntão, o GPS chgou a inúmros dispositivos, incluindo clulars, tablts, computadors carros. À mdida qu s tornou um rcurso comum, du spaço para novos srviços d alto valor. As rcitas gradas dvm passar d US$ 12,8 bilhõs m Essa rvolução da localização d pssoas spaços stá aftando o varjo. Os clints agora rcbm promoçõs sugstõs spcíficas para o local m sus tlfons, nquanto os lojistas podm facilmnt contar idntificar os dispositivos móvis ativos m sus stablcimntos. À spra do RFID A promssa da Idntificação por Radiofrquência (RFID) já xist há 20 anos a tcnologia, disponívl há crca d 60 anos, msmo assim ainda não pudmos avaliar sus impactos nas opraçõs, já qu o custo unitário A rvolução do smartphon Mais d 50% dos consumidors dispostos a compartilhar sua localização Consumidors 40% mais propnsos a intragir com um anúncio 2,68 vzs mais rcita para os varjistas, m média Os Podrosos do Varjo Global 21

22 dst dispositivo ainda é um mpcilho para sua xpansão no varjo. O RFID colta armazna a nrgia das ondas d rádio para transmitir d volta informaçõs gravadas na tiquta do objto, sua vantagm é qu não é ncssária font d rcarga do dispositivo. Para fabricants lojistas, é um númro d séri ltrônico ou unidad d control d stoqu, potncialmnt, um ndrço na rd para qualqur informação rlacionada ao itm. Espramos qu o RFID substitua as tiqutas d prço dspacho por um único idntificador invisívl prmannt. O primiro passo é obsrvar a criação d valor as oportunidads d conomia com custos marginais agrgados por toda a cadia d suprimnto todo o ciclo d vida do produto: O RFID pod prmitir transaçõs automáticas, sm o custo d um caixa. O RFID pod funcionar como tiquta d sgurança prmannt para o produto. Também pod sr um ndrço wb para qualqur informação sobr o produto; uma tiquta virtual, instruçõs d montagm, análiss, consrtos, substituiçõs, rciclagm, tc. A xpriência mostra qu o RFID stá atingindo um limiar important finalmnt s transformará m uma tcnologia qu mudará compltamnt as opraçõs d varjo da cadia d suprimnto até o clint. A xpriência da loja transformada Como sria a xpriência d compra daqui a uma década s algumas dssas tcnologias s unissm? Eis um cnário possívl: Você ntra na sua loja favorita. O sistma d monitoramnto ltrônico da loja rconhc você plos dispositivos qu você usa as tiqutas RFID m suas roupas aciona su assistnt digital d compras pssoal. O assistnt digital sugr, pla sua aparência, as roupas novas acssando o su guarda-roupa com bas nas compras antriors suas ncssidads m buscas rcnts. A imprssora 3D da loja comça a produzir sua nova roupa usando mdidas coltadas por rssonância magnética para ajusts prsonalizados. Você doa ou rcicla part d su guarda-roupa atual para abatr do custo d sua nova roupa. Finalmnt, você paga com uma autorização biométrica sgura, sm ncssidad d cartão ou dispositivos. Esta ralidad incrívl é o Varjo do Futuro já é possívl hoj. É uma qustão d montar intgrar sss rcursos técnicos para criar a nova gração d xpriência do varjo. O futuro do varjo srá difrnt do varjo d hoj. Quas todos os componnts da xpriência do clint srão altrados os modlos d ngócio trão qu s adaptar. Imprssão 3D A imprssão 3D mudará d forma ainda mais drástica a naturza da cadia d suprimntos. Não spramos qu os clints façam sus próprios produtos m casa com sua imprssora 3D, mas a idia d imprimir um produto a partir d uma bas d dados ou o su próprio projto m uma imprssora rmota é muito ral. A imprssão 3D, também conhcida como fabricação aditiva, é uma técnica para criar produtos camada por camada, m vz d rtirar o matrial d uma pça maior. A grand oportunidad d inovação é qu as imprssoras 3D prmitirão aos lojistas rduzir sus invstimntos m produtos acabados ofrcr uma gama muito mais ampla d produtos prsonalizados. S as imprssoras 3D stivrm ligadas m rd aos consumidors a uma bas d dados d spcificaçõs d dsign, a compra a fabricação srão ralizadas sob ncomnda. Essa mudança trará uma séri d inovaçõs: Isso pod mudar a forma como muitos produtos são obtidos distribuídos, spcialmnt itns difícis d armaznar, como pças. Os produtos podm sr produzidos prsonalizados os stoqus podm sr rduzidos a zro, transformando a cadia d suprimntos. O dsnvolvimnto d produtos protótipos pod sr aclrado, mudando o tmpo d dsnvolvimnto do produto a vlocidad com qu chga ao mrcado. A adaptação a prsonalização podm s tornar a norma. Roupas podm sr fitas sob mdida ou para as mdidas rgistradas d um clint. O fast fashion pod ficar ainda mais fast. Marcas tndências virais podm s tornar lugar-comum qualqur um pod s tornar um dsignr. 22

23 Novas formas d trabalho no stor d varjo Abordagns convncionais d ngócios Estruturas organizacionais hirárquicas dsstimulam a criatividad As culturas não rcompnsam a tomada d riscos, ou sja, lançar fora o modlo d ngócios atual Os modlos d invstimnto m capitais prmiam a mlhoria incrmntal Os sistmas ligados não consgum acompanhar quando o podr global d computação stá no bolso do consumidor A infrastrutura os modlos d ngócios stablcidos travam a inovação Rssonância magnética A tcnologia d imagns por rssonância magnética pod parcr sm rlação com a indústria do varjo, mas pod s tornar muito mais útil quando combinada a outras tcnologias. Pod sr usada para prsonalizar fabricar sapatos roupas? S o scanamnto d produtos por rssonância magnética for intgrado à idntificação por RFID, é possívl usar o RFID para confirmar a origm os contúdos informados validar sua composição com o scânr d rssonância magnética. Isso pod mlhorar a intgridad do produto da cadia d alimntos, ajudar a validar o contúdo d uma rcita médica, ncontrar contaminants m produtos alimntícios ou para autnticar controlar a qualidad das rcitas d mdicamntos. Novamnt, a convrgência libra uma gama d possívis rcursos qu mudam o jogo. Tmpo d rinvntar As mudanças qu virão graças a ssas convrgências tcnológicas são norms stão chgando muito rápido. O acsso móvl spontâno a informaçõs prtinnts intgrará d forma mais complta as atividads d compra no varjo físico virtual. Isso provavlmnt rinvntará o mrcado d varjo. Nss mrcado: Lojistas fabricants idntificam rastriam produtos por todo o su ciclo d vida; Clints usam informaçõs psquisadas sobr um produto suas altrnativas no ponto d compra; Abordagns não convncionais para nfrntar a mudança Estruturas organizacionais mais dinâmicas mprnddoras Espírito d quip colaboração flxívl Incntivos basados m contibuição d grand valor Insucsso rápido, juntamnt com stratégias d aprndizagm rápida Sndo ágil adaptávl Mrcado para crowdsourcing compartilhamnto d idias Ouvindo nvolvndo-s com clints funcionários Inovação com foco propósito Clints colaboram dirtamnt no dsign com os fabricants marcas; Emprsas qu lidam com consumidors fazm o crowdsourcing d dados d clints usuários; Novas formas móvis d pagamnto modas contratos digitais são as rgras do mrcado; Rciclamos, rutilizamos, mprstamos, compartilhamos rvndmos praticamnt tudo. O futuro do varjo srá difrnt do varjo d hoj. Quas todo componnt da xpriência do clint srá altrado os modlos d ngócio trão qu s adaptar. Os dsafios S, por um lado, ssas possibilidads são animadoras, por outro, trazm dsafios. Entr as mais importants stá a quantidad imprssionant d dados não struturados a srm gridos organizados para o uso, também, a possibilidad d ssas informaçõs srm mal utilizadas. Srá prciso rinvntar como nós, humanos, procssamos usamos os dados: Havrá rmanjamnto ruptura contínuos d ngócios, mrcados stors; Havrá uma norm lacuna d talnto; Havrá muitas falhas mprndimntos frustrados. Dvido às mudanças drásticas qu s aproximam, os lojistas prcisarão rpnsar suas abordagns d ngócio. As tcnologias qu chgarm a convrgir - sjam aqulas discutidas aqui ou outras trarão uma xpriência conctada, contínua única para os clints. As abordagns d ngócio convncionais no planjamnto stratégia d ngócio dixarão muitas mprsas m dificuldads m dsvantagm comptitiva. A vlocidad das mudanças stá aumntando. A transparência do mrcado as norms quantidads d dados, unidos ao acsso oniprsnt à informação torna ssas mudanças ainda mais provávis para um futuro próximo. E o mais important: transformam uma conomia basada m stoqu m uma conomia basada na dmanda do consumidor. Para lidar com ssas gigantscas mudanças conômicas tcnológicas, o varjo prcisará s transformar. Os Podrosos do Varjo Global 23

24 Os top 50 -varjistas Est ano, pla primira vz, a Dloitt laborou uma lista dos 50 maiors -varjistas do mundo. O ranking dos -50 não foi uma tarfa simpls. Em primiro lugar, mbora muitas mprsas logim suas taxas d crscimnto do comércio ltrônico, algumas não quantificam suas vndas rais no -commrc. Isso porqu o comércio ltrônico rprsnta uma quantia pquna d suas vndas globais. Quando as informaçõs d comércio ltrônico não são divulgadas, confiamos nas stimativas da Plant Rtail d outros analistas d varjo. Algumas mprsas contabilizam sua rcita total além daqulas advindas das lojas, qu inclui as vndas d catálogo, bm como as vndas por comércio ltrônico (mbora as vndas d catálogo sjam uma prcntagm diminuta do total). No caso da Bst Buy, a mprsa informa apnas suas vndas on-lin domésticas, o qu significa qu figuraria m posição mais privilgiada s disponibilizass os númros d suas vndas totais m comércio ltrônico. Uma anális dos dados mostra qu: A Amazon domina o mundo do varjo ltrônico. Os 250 Podrosos do Varjo Global dominam o -50; mais d três quartos dos 50 maiors -varjistas (39 mprsas) são varjistas do Top 250. A grand maioria do -50 (42 mprsas) é d varjistas multicanal; apnas oito são varjistas sm loja ou qu vndm somnt na wb. A maioria dos varjistas do -50 stá sdiada nos Estados Unidos (28), sguido pla Europa (17), principalmnt Rino Unido França; apnas cinco são mprsas d mrcados mrgnts (China 3, Brasil 2). Embora a Ásia tnha muitas mprsas d comércio ltrônico grands d crscimnto rápido, os mrcados on-lin tndm a srvir como modlo principal d -commrc nsta rgião. Emprsas como o Grupo Alibaba, qu xplora a Taobao (mrcado d consumidor a consumidor mais popular na China) a Tmall (uma plataforma abrta d B2C), bm como a Rakutn no Japão, drivam a maioria d suas rcitas como facilitadors, não como varjistas; portanto, não foram incluídas no -50. As vndas digitais do -50 crscram a um ritmo aclrado m 2012, uma média próxima d 29%. O comércio ltrônico é rsponsávl por uma parcla significativa das rcitas totais d varjo para o -50 m 2012 quas um trço das vndas das mprsas, m média (incluindo os -varjistas puros ). Porém, o comércio ltrônico ra gralmnt uma pquna fatia da rcita dos grands comrciants atacadistas dos varjistas d alimntos frquntmnt apnas 1 ou 2%; rprsntou uma fatia maior d 5 a 15% das vndas para alguns grands varjistas d lojas d dpartamnto d vstuário spcializado chgou a 15-20% para muitos varjistas d produtos ltrônicos d consumo. 24

25 Os 50 -varjistas Classificação ntr os maiors -varjistas m 2012 Classificação ntr os 250 mlhors m 2012 Emprsa Vndas m -commrc, m 2012 (US$ milhõs) 1 16 Amazon.com (EUA) ,0 23, Appl (EUA) 8.600,0 n/a 3 1 Wal-Mart (EUA) 7.500,0 20, Otto (Almanha) 7.410,6 7, Jingdong Mall (China) 6.663,3 98,1 6 2 Tsco (Rino Unido) 4.761,5 13, Librty Intractiv (EUA) 4.397,4 12, Dll (EUA) 4.370,0 n/a 9 20 Grupo Casino (França) 3.422,6 11,5 10 n/a Jia.com (China) 3.204,7 g 75,7 11 n/a Nwgg (EUA) 2.800,0 3, Hom Rtail Group (Rino Unido) 2.734,2 10, Bst Buy (EUA) 2.630,0 12, Stapls (EUA) 2.500,0 n/a Lojas Amricanas (Brasil) 2.477,4 13, Suning Commrc (China) 2.414,0 158, Dixons Rtail (Rino Unido) 2.362,8 n/a 18 3 Costco (EUA) 2.100,0 9,0 19 n/a Shop Dirct Group (Rino Unido) 2.068,4 5, Macy s (EUA) 2.000,0 41, Gap (EUA) 1.927,0 NS 23, John Lwis Partnrship (Rino Unido) 1.919,8,g 39, Nxt (Rino Unido) 1.895,3 NS 9, L Brands(EUA) 1.809,0 NS 4, Th Hom Dpot (EUA) 1.800,0 n/a 26 n/a vnt.priv.com (França) 1.664,0 22, Williams-Sonoma (EUA) 1.656,3 17, J Sainsbury (Rino Unido) 1.580,9 20,0 29 n/a Systmax (EUA) 1.458,8 NS -14,0 30 n/a HSN (EUA) 1.453,7 13, Targt (EUA) 1.400,0 n/a Kohl s (EUA) 1.400,0 40, Group Auchan (França) 1.304,1 21, Carrfour (França) 1.286,1 n/a Nordstrom (EUA) 1.269,0 39, E. Lclrc (França) 1.197,3 123,0 37 n/a L.L. Ban (EUA) 1.100,0 n/a Sars (EUA) 1.100,0 n/a Toys R Us (EUA) 1.100,0 10,0 40 n/a Ovrstock.com (EUA) 1.099,3 4,3 41 n/a Ocado Group (Rino Unido) 1.072,8 13, Koninklijk Ahold (Holanda) 1.067,4 82, Mtro AG (Almanha) 1.039,2 108, Marks & Spncr (Rino Unido) 1.030,4 16,6 45 n/a Hrms/Comprafacil.com (Brasil) 1.029,6 n/a J. C. Pnny (EUA) 1.020,0-33, Offic Dpot (EUA) 950,0 n/a 48 n/a Saks (EUA) 900,0 20, Walgrns (EUA) 900,0 9, Niman Marcus (EUA) 878,7 NS 16,1 Média dos 50 maiors 28,7 Taxa d crscimnto do -commrc m 2012 (%) Os 50 Podrosos do Varjo dominam o ranking do -commrc = stimado g = volum bruto d transaçõs NS = total d vndas fora da loja Font: dados publicados plas próprias mprsas pla Plant Rtail Os Podrosos do Varjo Global 25

26 A atividad d comércio ltrônico para todos os 250 Podrosos do Varjo Global também foi analisada. Para 2012, os númros d vndas d varjo do -commrc stavam disponívis para 196 mprsas (sja contabilizado pla mprsa ou stimado). Dssas: Mais d um quarto (53) não tinham sit d -commrc m A maioria dstas companhias ram varjistas d alimntos: suprmrcados ram o formato opracional dominant para quas a mtad das mprsas sm comércio ltrônico (24 varjistas); opradors d lojas d convniência varjistas d hard discount stavam mnos propnsos a vndr on-lin. As vndas on-lin crscram quas 25%, m média, para os varjistas do Top 250 com opraçõs d comércio ltrônico, as vndas crscram mais rápido para varjistas da Ásia/Pacífico mais lntamnt para os nort-amricanos. As mprsas do Top 250 graram uma média d 7,7% das suas vndas on-lin m O comércio ltrônico rprsntou a maior part das rcitas d varjo para varjistas nort-amricanos a mnor para varjistas uropus. Estas conclusõs sugrm qu o crscimnto do comércio ltrônico pod tr alcançado o ápic na América do Nort, ond a pntração é a mais alta. Assim como os varjistas m mrcados maduros stão procurando divrsificar ampliar suas rcitas globalmnt, podmos sprar qu o comércio ltrônico trá ainda um papl mais rlvant no mrcado. O panorama do comércio ltrônico, ainda fortmnt dominado por mprsas locais rgionais, spcialmnt m mrcados mrgnts, incluirá cada vz mais ators intrnacionais à mdida qu mais marcas d comércio ltrônico tntm s globalizar. Mas para ganhar a acitação dos consumidors strangiros, os -varjistas dvrão localizar suas ofrtas suas opraçõs tal como sus concorrnts d lojas físicas. Atividad d -commrc ntr os 250 maiors, maiors Ásia/Pacífico Europa América Latina América do Nort 5,2 6,2 7,7 7,6 11,7 19,5 18,8 24,8 25,3 34,8 Divrsificado 13,8 21,9 Moda 6,8 24,4 Bns d consumo não-durávis 1,7 26,3 Bns d consumo durávis/lazr 14,8 23,8 Parcla das vndas m -commrc dntro da rcita d varjo* Crscimnto anual médio das vndas m -commrc* *Média para todas as mprsas com vndas no stor d -commrc África/Orint Médio não participam pois a maioria dos varjistas não têm opraçõs m -commrc 26

27 Dsafios aos varjistas brasiliros Oprar m um futuro qu já xist A comptição mais acirrada com varjistas strangiros nas principais capitais tm lvado os brasiliros a aumntar sua prsnça no intrior do País, aumntando a concorrência com rds rgionais. Uma forma ncontrada plos varjistas foi a xpansão ao intrior, aprovitando um grand contingnt d consumidors qu, até pouco tmpo atrás, não tinha acsso aos grands cntros comrciais às marcas brasiliras já consagradas no rsto do País. O modlo é idal para o Brasil, sustntando o pquno médio varjo funcionando como uma forma d fugir dos altos índics d falência ntr as micromprsas. Ao juntar a xprtis a força d uma grand marca, a possibilidad d rro s torna muito mnor. Os shoppings foram dtrminants para ss avanço. Isso porqu, com o salto no númro d cntros comrciais d grand port nas cidads, surg spaço para qu marcas consolidadas acompanhm a abrtura dsss spaços d compras. O sistma d Bastant rfratário às últimas criss, o sistma d franquias vm s consolidando como uma aposta ficint para a xpansão d varjistas nacionais para além das grands capitais. franquias dá sinais d sr altamnt promissor, já é considrado por invstidors como uma possibilidad intrssant d ngócio. Os fundos d privat quity também têm contribuído com um imnso aport d rcursos. Tornou-s comum a compra d açõs valors mobiliários divrsos, como dbênturs, além da participação dirta dsts ators no planjamnto stratégico, xpansão, consolidação rstruturação dssas mprsas. Sgmntos variados, como alimntação, limpza consrvação d roupas, fast food, scolas d inglês, prfumaria vstuário têm ncontrado m cidads d port médio como Ptrolina, m Prnambuco, Ubrlândia, no triângulo miniro, ou na paranans Cascavl, trrno fértil para a xpansão d suas marcas, dssa forma, consgum avaliar com cuidado os próximos passos do crscimnto, a médio longo prazo. As apostas para os próximos anos stão m sgmntos como ducação trinamnto, saúd blza, vstuário alimntação. Ess movimnto também s dá por mio da instalação d franquias, oriundas das grands capitais, qu vão aos poucos s stablcndo m mrcados d cidads pqunas médias. Bastant rfratário às últimas criss, o sistma d franquias vm s consolidando como uma aposta ficint para a xpansão d varjistas nacionais para além das grands capitais. O modlo também já fincou sua prsnça dfinitiva nos shoppings muitos spaços já são ngociados d forma prliminar com as rds franquadoras, ainda durant a fas d projto do mprndimnto. Os Podrosos do Varjo Global 27

28 O novo mapa do Brasil As prsnts as futuras bass d consumo do País Em 2013, o varjo brasiliro rgistrou a mnor xpansão nos últimos quatro anos, d 4,12%. Apsar da rtração, o stor s dmonstra fort, já qu poucos paíss xprimntaram, nos últimos anos, uma progrssão do comércio varjista tão intnsa quanto a brasilira. A atratividad do mrcado brasiliro pod sr atribuída muito plo crscimnto consistnt da rnda, com a ntrada d um norm contingnt da população para a class média (ou class C ), m spcial os consumidors do intrior do país. Crca d 32 milhõs foram lvados à catgoria d class média, 19,3 milhõs dixaram a pobrza. A nova class média brasilira já ating 55% da população. A dmanda no intrior do país impulsiona o stor varjista brasiliro, qu vai mapando os novos mrcados. Na stira dssas mudanças, nota-s qu as vndas concntradas m lojas d bairro ou magazins dram spaço às vndas m cntros comrciais divrsificados. A stabilidad, o boom do consumo o crscimnto da população, aliada à xpansão dos shoppings cntrs para o intrior, ocasionaram a mudança do mapa d consumo no Brasil. Estima-s qu o intrior do país possua crca d 150 milhõs d consumidors, o qu rprsnta crca d 64,8% do mrcado nacional. A stabilidad, o boom do consumo o crscimnto da população, aliada à xpansão dos shoppings cntrs para o intrior, ocasionaram a mudança do mapa d consumo no Brasil. Entr os anos d , a rgião Nordst rgistrou um crscimnto d 54% do comércio varjista, sguida da rgião Nort, com 49%. É notávl qu a xpansão conômica do mrcado intrno vm atraindo varjistas m difrnts rgiõs do País, spcialmnt m cidads médias do intrior. Na última década, foram rguidos 160 shoppings no país. Roraima, o último stado brasiliro qu ainda não tm um shopping, irá ganhar su primiro cntro comrcial ainda m O Brasil é o quinto maior país do mundo m trmos d trritório população, a sétima conomia global também a sétima maior m trmos d podr d paridad d compra. Porém, apnas oito multinacionais brasiliras figuram na lista da Global Fortun 500 d Em comparação com os dmais mrgnts, as mprsas brasiliras têm s intrnacionalizado lntamnt. A baixa comptitividad intrnacional torna a atuação das organizaçõs brasiliras ainda mais tímida. O momnto s torna propício, portanto, para qu as mprsas apontm sus sforços mrcadológicos para outras rgiõs intrior do País, construindo uma rlação com novos consumidors. Embora o crscimnto stja abrindo spaço para qu as mprsas s aprovitm das oportunidads, há o dsafio provocado pla ncssidad d adaptação d sus modlos às prfrências do público local. Diant do aumnto da rnda, sts consumidors procuram por marcas d qualidad basiam suas dcisõs mais no produto xpriência do qu no prço. 28

29 A conquista do intrior A nova rota do consumo O mapa do consumo no Brasil dmonstra a ncssidad do varjo d rmontar as stratégias para s adquar à nova ralidad gográfica das classs d consumo do País 49% 4% O varjo brasiliro, ano a ano Crscimnto por ano do númro d stablcimntos d varjo, incluindo shopping cntrs (m %) Rgião Acumulado Nordst Nort Cntro-Ost Sul Sudst % Crscimnto acumulado no númro d shoppings ntr Crscimnto no númro d shoppings m 2012 Participação da rgião no númro total d shoppings no Brasil 20% -4% 9% 17% 0% 18% O avanço das classs mrgnts no Brasil 44,94 41,7 11% -4% 55% 54% 11% 14% 44,50 42,0 43,72 42,6 43,3 42,95 43,8 42,34 44,2 44,6 44,8 45,1 41,78 41,37 41,05 40,73 13,4 13,5 13,6 13,8 13,9 14,0 14,0 14,1 14, Font: Rsarch - Dloitt, com dados consolidados da Associação Brasilira d Shopping Cntrs (ABRASCE) da Euromonitor. *A séri inclui apnas shoppings já inaugurados Class E (%) Class C/D (%) Class A/B (%) Númro d shoppings (m unidads)* Os Podrosos do Varjo Global 29

30 Mtodologia fonts d informação As mprsas qu compõm a rlação dos 250 Podrosos do Varjo Global foram slcionadas com bas nos montants rgistrados para as vndas no varjo, xcluindo o comércio d automóvis, para o ano complto d 2012 (inclui as qu têm o ano fiscal trminando até junho d 2013). Para sr incluída na lista, a mprsa não prcisa contar com a maior part d sua rcita provnint do varjo, contanto qu sua atividad varjista sja grand o bastant para s qualificar. S não stavam disponívis informaçõs publicadas pla mprsa, outras fonts d domínio público foram utilizadas, incluindo projçõs publicadas por jornais spcializados, rlatórios d spcialistas do stor divrsos bancos d dados sobr ngócios. Grand part dos dados do varjo xistnt fora dos Estados Unidos foi forncida pla Plant Rtail, qu ofrc análiss, notícias statísticas globais sobr mais d 10 mil opraçõs d varjo m 211 mrcados. A Rtail Plant tm scritórios m Londrs, Frankfurt, Nova Iorqu, Tóquio, Hong Kong Tsingtao, na China. Para obtr mais informaçõs, acss plantrtail.nt. Rsultados financiros dos 250 maiors varjistas do mundo Est rlatório utiliza médias pondradas ao invés das simpls como principal mdida para comprndr os rsultados financiros do grupo. Portanto, rsultados d mprsas maiors contribum mais para a composição do qu os rsultados d mprsas mnors. Como os dados foram convrtidos para dólars para fins d classificação d comparação ntr os grupos, as taxas d crscimnto combinadas também foram ajustadas para corrigir o movimnto d moda. Embora sss rsultados combinados s comportm gralmnt d forma smlhant a médias aritméticas, ofrcm valors mais rprsntativos para fitos d bnchmarking. Nm todos os lmntos d dados stavam disponívis para todas as mprsas. As mprsas do ranking qu não drivam a maioria das suas rcitas d opraçõs d varjo foram xcluídas do cálculo dos coficints d rntabilidad do grupo, dado qu sus lucros consolidados rfltm principalmnt atividads qu não são d varjo. As informaçõs financiras utilizadas para cada mprsa m um ano dtrminado são as da data m qu o rlatório financiro foi originalmnt mitido. Embora uma mprsa possa tr divulgado novamnt os rsultados do ano antrior para rfltir uma mudança m suas opraçõs, ou como rsultado d uma mudança contábil, ssas divulgaçõs não são rfltidas nsts dados. Est studo não é um rlatório contábil. Dstina-s a forncr um rflxo prciso da dinâmica do mrcado su impacto sobr a strutura do stor d varjo durant um crto príodo. Como rsultado dsss fators, as taxas d crscimnto d mprsas individuais podm não corrspondr a outros rsultados publicados. Os númros d rcita d varjo nst rlatório rfltm apnas a part d varjo da rcita líquida consolidada da mprsa. A rcita d varjo inclui vndas d food srvic, s st for vndido como uma das ofrtas d mrcadorias dntro da loja d varjo ou s rstaurants stivrm localizados dntro das lojas da mprsa, mas xclui opraçõs sparadas d food srvic/rstaurant. As rcitas d varjo inclum também as vndas d srviços rlacionados às atividads d varjo da mprsa, tais como modificaçõs, rparos, manutnção, instalação, vndas d combustívl taxas d associação. Os númros d rcita não inclum as vndas d varjo d lojas franquadas, licnciadas ou mmbros d cooprativa indpndnt, mas inclum royaltis taxas d franquias ou licnciamnto. As rcitas do grupo inclum as vndas por atacado para ssas opraçõs m rd lojas-mmbro outras lojas forncidas. A rcita d varjo inclui vndas por atacado para lojas-mmbro/afiliadas mas xclui a vnda tradicional por atacado ou outras rcitas d opraçõs ntr parciros (xcto quando sta rcita é drivada d lojas d varjo), ond é possívl dsmmbrá-las. Com o intuito d forncr uma bas comum para classificar mprsas por sus rsultados d rcita d varjo, as rcitas ( lucros) do ano fiscal 2012 d mprsas não amricanas foram convrtidas para dólars nort-amricanos. As taxas d câmbio, portanto, têm um impacto sobr os rsultados. O sit Oanda (oanda.com) é a font d rfrência para as taxas d câmbio. A taxa d câmbio média diária corrspondnt ao ano fiscal d cada mprsa foi usada para convrtr o rsultado dssa companhia para dólars nort-amricanos. A taxa d crscimnto ano-a-ano d 2012 a taxa composta d crscimnto anual (CAGR) para vndas no varjo, no ntanto, foram calculadas na moda local das mprsas. 30

31 Contúdos para dcisors Contúdos globais Acss m dloitt.com as publicaçõs globais ralizadas pla Dloitt para a indústria d varjo Rvista Mundo Corporativo A publicação chga ao su décimo ano, trazndo análiss tndências sobr o mundo da conomia dos ngócios. Pça sua assinatura plo -mail Aplicativo para ipad Baix na App Stor o aplicativo Dloitt Publicaçõs para tr acsso a todos contúdos produzidos pla Dloitt. Para mais informaçõs, contat a Dloitt plo -mail ou plo tlfon (11) Produção do rlatório: Dpartamnto d Stratgy, Brand & Markting da Dloitt Lidrança da indústria d Bns d Consumo Varjo para a América Latina Rynaldo Saad Acompanh-nos plas rds sociais linkdin.com/company/dloitt-brasil facbook.com/dloittbrasil twittr.com/dloittbr youtub.com/dloittbrasil

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