Mestrado Integrado em Engenharia Aeroespacial Aerodinâmica I. Perfis em Fluido Perfeito

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Mestrado Integrado em Engenharia Aeroespacial Aerodinâmica I. Perfis em Fluido Perfeito"

Transcrição

1 Mestrad Integrad em Engenharia Aeresacial Aerdinâmica I Perfis em Fluid Perfeit 9. nsidere escament estacinári, i-dimensinal, tencial e incmressível em trn de um cilindr circular. O cilindr tem um rai de m e está centrad n nt ( c,ic ) d referencial =ξ+iη.. O escament de arximaçã unifrme faz um ângul α,, ( α <π/4), cm vórtice cm a intensidade necessária ara que nt de intersecçã d cilindr cm eix real sitiv, ξ=,, seja um nt de estagnaçã. a) Escreva tencial cmlex que reresenta escament em funçã d ângul de ataque α, c e c, indicand claramente sistema de eixs que utilizu. ) Determine s valres de c e c, ara que nt de ressã mínima se encntre n º quadrante ( ξ ( ) 0 η ( ) 0) na gama de ânguls de ataque entre,5 graus e 0,5 graus, min min,5 α 0,5. nsidere a transfrmaçã de Juwsi dada r

2 c) Determine s valres de α, c e c, ara que escament n lan transfrmad tenha um ceficiente de ressã ( = ρ U ) máxim menr d que 0,65 um ceficiente de ressã ( ( ) ( ) ( ) ) 0,65 ) e rduza um ceficiente de sustentaçã igual a 0, ( max l = 0, ). d) Reresente qualitativamente escament n lan transfrmad ara ângul de sustentaçã nula quand c = 0,0 e c = 0, 0. Identifique claramente a frma d erfil n lan transfrmad. 30. nsidere escament estacinári, i-dimensinal, tencial e incmressível em trn de um cilindr circular. O cilindr tem um rai de m e está centrad n nt (- 0,0; i0,03) d referencial =ξ+iη.. O escament de arximaçã unifrme faz um ângul α,, ( α <π/4), cm vórtice cm a intensidade necessária ara que nt de intersecçã d cilindr cm eix real sitiv, ξ=,, seja um nt de estagnaçã. a) Escreva tencial cmlex que reresenta escament em funçã d ângul de ataque α indicand d claramente sistema de eixs que utilizu. ) Determine a gama de ânguls de ataque ara a qual a crdenada imaginária ds nts de ressã máxima é menr u igual d que zer e a crdenada real ds nts de ressã mínima é menr d que zer, η ( ) 0 ξ ( ) < 0. max nsidere a transfrmaçã de Juwsi dada r c) Reresente qualitativamente escament n lan transfrmad ara ângul de ataque em que ceficiente de sustentaçã é igual a l =0,3. Identifique claramente a frma d erfil n lan transfrmad. d) Admitind que centr aerdinâmic se encntra a ¼ da crda (a artir d rd de ataque), determine ceficiente de mment de icada em trn d centr d erfil em funçã d ângul de ataqueaque α. min

3 3. nsidere escament estacinári, i-dimensinal, tencial e incmressível em trn de um cilindr circular. O cilindr tem um rai de m e está centrad n nt ( 0; i0,04) d referencial =ξ+iη.. O escament de arximaçã unifrme faz um ângul α,, ( α <π/4), cm vórtice cm a intensidade necessária ara que nt de intersecçã d cilindr cm eix real sitiv, ξ=, seja um nt de estagnaçã. a) Escreva tencial cmlex que reresenta escament em funçã d ângul de ataque α indicand claramente sistema de eixs que utilizu. ) Determine a gama de ânguls de ataque ara a qual a crdenada imaginária d nt de ressã mínima é mair d que 0,95, η ( ) > 0, 95. nsidere a transfrmaçã de Juwsi dada r c) Reresente qualitativamente escament n lan transfrmad ara ângul de ataque de sustentaçã nula. Identifique claramente a frma d erfil n lan transfrmad. d) Determine ângul de ataque ara qual a razã das diferenças entre ceficiente de ressã máxim e mínim n lan transfrmad e n lan d cilindr é mínima. α r min cm r = Determine r min. min ( ) ( ) ) ( ) ( ) ) max min lan z max min lan

4 3. nsidere escament estacinári, i-dimensinal, tencial e incmressível em trn de um cilindr circular. O cilindr tem um rai de m e está centrad n nt ( 0, ic ) d referencial =ξ+iη.. O escament de arximaçã unifrme faz um ângul α,, ( α <π/4), cm vórtice cm a intensidade necessária ara que nt de intersecçã d cilindr cm eix real sitiv, ξ=,, seja um nt de estagnaçã. a) Escreva tencial cmlex que reresenta escament em funçã d ângul de ataque α e c, indicand claramente sistema de eixs que utilizu. ) Determine valr de c ara qual nt de ceficiente de ressã mínim ( ) tem semre crdenada real nula u negativa ( ξ 0 ) e ângul de ataque em que ξ é máxim. min nsidere a transfrmaçã de Juwsi dada r c) Determine s valres de α e c ara que escament n lan transfrmad tenha um ceficiente de ressã ( = ( ) ( ρ U )) máxim igual a 0,35 ( ) = 0,35 ). max d) Determine ceficiente de sustentaçã centr aerdinâmic e a sua lcalizaçã em funçã de c. 33. nsidere escament estacinári, i-dimensinal, tencial e incmressível em trn de um cilindr circular. O cilindr tem um rai de m e está centrad n nt ( 0 ; i0, 05) d referencial =ξ+iη.. O escament de arximaçã unifrme faz um ângul α,, ( α <π/4), cm l min min min = 3,66 ara e ceficiente de mment em trn d

5 vórtice cm a intensidade necessária ara que nt de intersecçã d cilindr cm eix real sitiv, ξ=,, seja um nt de estagnaçã. a) Escreva tencial cmlex que reresenta escament em funçã d ângul de ataque α indicand claramente sistema de eixs que utilizu. ) Determine (s) ângul(s) de ataque ara (s) qual(is) nt de ceficiente de ressã tem crdenada real igual à crdenada imaginária de el mens um mínim ( ) min ds nts de ceficiente de ressã máxim ( ξ = η ). nsidere a transfrmaçã cnfrme de Karmán-Treftz dada r z = ( + ) + ( ) ( + ) ( ) que transfrma cilindr num erfil sustentadr. min max c) Determine s ceficientes de frça aerdinâmica d erfil em funçã d ângul de ataque α. mente resultad. d) Determine ceficiente de ressã máxim n erfil e a sua lcalizaçã em funçã d ângul de ataque α. 34. nsidere escament estacinári, i-dimensinal, tencial e incmressível em trn de um cilindr circular. O cilindr tem um rai de m e está centrad n nt ( 0,0; i0, 04 ) d referencial =ξ+iη.. O escament de arximaçã unifrme faz um ângul α,, ( α <π/4), cm vórtice cm a intensidade necessária ara que nt de intersecçã d cilindr cm eix real sitiv, ξ=,, seja um nt de estagnaçã. cm z = x + i y e =,95

6 a) Escreva tencial cmlex que reresenta escament em funçã d ângul de ataque α indicand claramente sistema de eixs que utilizu. ) Determine a gama de ânguls de ataque ara a qual ( ξ 0 ), em que ceficiente de ressã mínim e ξ é a crdenada real d nt de ressã mínima. Determine menr valr de min min ara essa gama. nsidere a transfrmaçã de Juwsi dada r que transfrma cilindr num erfil sustentadr. c) Reresente escament n lan transfrmad (identificand claramente a frma d erfil) ara ângul de ataque α em que (s) nt(s) de estagnaçã estã n eix real. min min min é d) Determine ceficiente de ressã sustentaçã nula. n rd de ataque ara ângul de ataque de

Masters in Mechanical Engineering. Aerodynamics. Problems of ideal fluid. z = ζ e i π 4

Masters in Mechanical Engineering. Aerodynamics. Problems of ideal fluid. z = ζ e i π 4 Masters in Mechanical Engineering Aerodynamics Problems of ideal fluid 1. Consider the steady, bi-dimensional, potential and incompressible flow around a circular cylinder. The cylinder is at the origin

Leia mais

2. SISTEMA TRIFÁSICO

2. SISTEMA TRIFÁSICO 2. EMA RÁCO 2.1 ntrduçã a istema rifásic Circuits u sistemas nas quais as fntes em crrente alternada eram na mesma frequência, mas cm fases diferentes sã denminads lifásics. O circuit trifásic é um cas

Leia mais

CAPÍTULO 10 TRANSLAÇÃO E ROTAÇÃO DE EIXOS

CAPÍTULO 10 TRANSLAÇÃO E ROTAÇÃO DE EIXOS CAPÍTULO 0 TRANSLAÇÃO E ROTAÇÃO DE EIXOS TRANSLAÇÃO DE EIXOS NO R Sejam O e O s eis primitivs, d Sistema Cartesian de Eis Crdenads cm rigem O(0,0). Sejam O e O s nvs eis crdenads cm rigem O (h,k), depis

Leia mais

Questão 48. Questão 46. Questão 47. Questão 49. alternativa A. alternativa B. alternativa C

Questão 48. Questão 46. Questão 47. Questão 49. alternativa A. alternativa B. alternativa C Questã 46 O ceficiente de atrit e índice de refraçã sã grandezas adimensinais, u seja, sã valres numérics sem unidade. Iss acntece prque a) sã definids pela razã entre grandezas de mesma dimensã. b) nã

Leia mais

A grandeza física capaz de empurrar ou puxar um corpo é denominada de força sendo esta uma grandeza vetorial representada da seguinte forma:

A grandeza física capaz de empurrar ou puxar um corpo é denominada de força sendo esta uma grandeza vetorial representada da seguinte forma: EQUILÍBRIO DE UM PONTO MATERIAL FORÇA (F ) A grandeza física capaz de empurrar u puxar um crp é denminada de frça send esta uma grandeza vetrial representada da seguinte frma: ATENÇÃO! N S.I. a frça é

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS PONTIFÍI UNIERSIDDE TÓLI DE GOIÁS DEPRTMENTO DE MTEMÁTI E FÍSI Prfessres: Edsn az e Renat Medeirs EXERÍIOS NOT DE UL II Giânia - 014 E X E R Í I OS: NOTS DE UL 1. Na figura abaix, quand um elétrn se deslca

Leia mais

Questão 1. Questão 3. Questão 2. Resposta. Resposta

Questão 1. Questão 3. Questão 2. Resposta. Resposta ATENÇÃO: Escreva a resluçã COMPLETA de cada questã n espaç a ela reservad. Nã basta escrever resultad final: é necessári mstrar s cálculs u racicíni utilizad. Questã Uma pessa pssui a quantia de R$7.560,00

Leia mais

Mestrado Integrado em Engenharia Aeroespacial Aerodinâmica I. Fluido Perfeito

Mestrado Integrado em Engenharia Aeroespacial Aerodinâmica I. Fluido Perfeito Mestrado Integrado em Engenharia Aeroespacial Aerodinâmica I Fluido Perfeito 1. Considere o escoamento bidimensional, irrotacional e incompressível definido pelo potencial φ = a) Mostre que φ satisfaz

Leia mais

Capítulo V. Técnicas de Análise de Circuitos

Capítulo V. Técnicas de Análise de Circuitos Capítul V Técnicas de Análise de Circuits 5.1 Intrduçã Analisar um circuit é bter um cnjunt de equações u valres que demnstram as características de funcinament d circuit. A análise é fundamental para

Leia mais

Questão 1. Questão 3. Questão 2. Questão 4. Resposta. Resposta. Resposta. ATENÇÃO: Escreva a resolução COM- PLETA de cada questão no espaço reservado

Questão 1. Questão 3. Questão 2. Questão 4. Resposta. Resposta. Resposta. ATENÇÃO: Escreva a resolução COM- PLETA de cada questão no espaço reservado ATENÇÃO: Escreva a resluçã COM- PLETA de cada questã n espaç reservad para a mesma. Nã basta escrever apenas resultad final: é necessári mstrar s cálculs racicíni utilizad. Questã Caminhand sempre cm a

Leia mais

A nova metodologia de apuração do DI propõe que o cálculo seja baseado em grupos de taxas e volumes, não mais em operações.

A nova metodologia de apuração do DI propõe que o cálculo seja baseado em grupos de taxas e volumes, não mais em operações. Taxa DI Cetip Critéri de apuraçã a partir de 07/10/2013 As estatísticas d ativ Taxa DI-Cetip Over (Extra-Grup) sã calculadas e divulgadas pela Cetip, apuradas cm base nas perações de emissã de Depósits

Leia mais

Questão 1. Questão 3. Questão 2. Resposta. Resposta. Resposta. a) calcule a área do triângulo OAB. b) determine OC e CD.

Questão 1. Questão 3. Questão 2. Resposta. Resposta. Resposta. a) calcule a área do triângulo OAB. b) determine OC e CD. Questã Se Amélia der R$,00 a Lúcia, entã ambas ficarã cm a mesma quantia. Se Maria der um terç d que tem a Lúcia, entã esta ficará cm R$ 6,00 a mais d que Amélia. Se Amélia perder a metade d que tem, ficará

Leia mais

APOSTILA CIRCUITOS POLIFÁSICOS. Professor : Pablo CuervoFranco Sala AT-10 Tel: 3273-5977 Ramal: 216 e-mail: pablo@ene.unb.br Setembro 2006 UnB/FT/ENE

APOSTILA CIRCUITOS POLIFÁSICOS. Professor : Pablo CuervoFranco Sala AT-10 Tel: 3273-5977 Ramal: 216 e-mail: pablo@ene.unb.br Setembro 2006 UnB/FT/ENE Análise de istemas de Ptência UNEDADE DE BAÍA (UnB) FAUDADE DE TENOOGA DEPATAMENTO DE ENGENHAA EETA UNEDADE DE BAÍA UTO POFÁO APOTA Prfessr : Pabl uervfranc ala AT-0 Tel: 373-5977 amal: 6 e-mail: abl@ene.unb.br

Leia mais

Questão 11. Questão 12. Resposta. Resposta S 600. Um veículo se desloca em trajetória retilínea e sua velocidade em função do tempo é apresentada

Questão 11. Questão 12. Resposta. Resposta S 600. Um veículo se desloca em trajetória retilínea e sua velocidade em função do tempo é apresentada Questã Um veícul se deslca em trajetória retilínea e sua velcidade em funçã d temp é apresentada na fiura. a) Identifique tip de mviment d veícul ns intervals de temp de 0 a 0 s,de 0 a 30 s e de 30 a 0

Leia mais

Questão 46. Questão 47. Questão 48. alternativa D. alternativa B. Dados: calor específico do gelo (água no estado sólido)...

Questão 46. Questão 47. Questão 48. alternativa D. alternativa B. Dados: calor específico do gelo (água no estado sólido)... Questã 46 A partir de um bjet real de altura H, dispst verticalmente diante de um instrument óptic, um artista plástic necessita bter uma imagemcnjugadadealturaigualah.nesse cas, dependend das cndições

Leia mais

Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica Aerodinâmica 1º Semestre 2015/16

Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica Aerodinâmica 1º Semestre 2015/16 Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica Aerodinâmica º Semestre 5/6 Exame de ª época, 8 de Janeiro de 6 Nome : Hora : 8:3 Número: Duração : 3 horas ª Parte : Sem consulta ª Parte : onsulta limitada a

Leia mais

ESCOAMENTO ADIABÁTICO COM ATRITO EM DUTO DE ÁREA CONSTANTE. PROBLEMA DE FANNO.

ESCOAMENTO ADIABÁTICO COM ATRITO EM DUTO DE ÁREA CONSTANTE. PROBLEMA DE FANNO. ESCOAENO ADIABÁICO CO ARIO E DUO DE ÁREA CONSANE. PROBLEA DE FANNO. equações gvernantes: () massa: r r Angela Niecele PUC-Ri m A R x () quantidade de mviment: A A m ) ( (3) energia: h h h cnstante (4)

Leia mais

L = R AULA 8 - TRIGONOMETRIA TRIGONOMETRIA NA CIRCUNFERÊNCIA TRIÂNGULO RETÂNGULO. sen. cos a b. sen. cos a tg b tg. sen cos 90 sen cos 1 tg tg.

L = R AULA 8 - TRIGONOMETRIA TRIGONOMETRIA NA CIRCUNFERÊNCIA TRIÂNGULO RETÂNGULO. sen. cos a b. sen. cos a tg b tg. sen cos 90 sen cos 1 tg tg. AULA 8 - TRIGONOMETRIA TRIÂNGULO RETÂNGULO TRIGONOMETRIA NA CIRCUNFERÊNCIA COMO MEDIR UM ARCO CATETO OPOSTO sen HIPOTENUSA. cs tg CATETO ADJACENTE HIPOTENUSA CATETO OPOSTO CATETO ADJACENTE Medir um arc

Leia mais

Direção do deslocamento

Direção do deslocamento Referência: Sears e Zemansky Física I Mecânica Capítul 6: TRABALHO E ENERGIA CINÉTICA Resum: Prfas. Bárbara e Márcia. INTRODUÇÃO A imprtância d cnceit de energia se baseia n princípi da cnservaçã da energia:

Leia mais

Capítulo. Lentes esféricas delgadas. Resoluções dos exercícios propostos

Capítulo. Lentes esféricas delgadas. Resoluções dos exercícios propostos Caítul 4 s undaments da ísca Exercícs rsts Undade E Caítul 4 Lentes esércas delgadas Lentes esércas delgadas esluções ds exercícs rsts P.33 trajet esquematzad basea-se n at de ar ser mens rerngente que

Leia mais

Números complexos são aqueles na forma a + bi, em que a e b são números reais e i é o chamado número imaginário.

Números complexos são aqueles na forma a + bi, em que a e b são números reais e i é o chamado número imaginário. 10. NÚMEROS COMPLEXOS 10.1 INTRODUÇÃO Números complexos são aqueles na forma a + bi, em que a e b são números reais e i é o chamado número imaginário. O número a é denominado parte real do número complexo

Leia mais

Resoluções dos testes propostos

Resoluções dos testes propostos s fundaments da físca 2 Undade E aítul 2 Eselhs esfércs Resluções ds testes rsts T.253 T.252 Ressta: c O esquema que melhr reresenta a stuaçã descrta é da alternatva c: s ras de luz rvenentes d Sl ncdem

Leia mais

Questão 2. Questão 1. Resposta. Resposta

Questão 2. Questão 1. Resposta. Resposta Instruções: Indique claramente as respstas ds itens de cada questã, frnecend as unidades, cas existam Apresente de frma clara e rdenada s passs utilizads na resluçã das questões Expressões incmpreensíveis,

Leia mais

SEM QUEBRAR AS TAÇAS!!

SEM QUEBRAR AS TAÇAS!! SEM QUEBRAR AS TAÇAS!! CADERNO CATARINENSE DE ENSINO DE ENSINO DE FÍSICA, 1(): 15-156, 1995. CADERNO BRASIEIRO DE ENSINO DE ENSINO DE FÍSICA, 1 Ed. Especial: 64-68, 004. Fernand ang da Silveira Institut

Leia mais

Introdução À Astronomia e Astrofísica 2010

Introdução À Astronomia e Astrofísica 2010 CAPÍTULO 2 TRIGONOMETRIA ESFÉRICA E POSIÇÃO DO SOL Definições gerais. Triângul de Psiçã. Relações entre distância zenital ( Z ), azimute ( A ), ângul hrári ( H ), declinaçã (δ ). Efeit da precessã ds equinócis

Leia mais

Lista de Exercícios Funções

Lista de Exercícios Funções PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL Faculdade de Matemática Departament de Matemática Cálcul Dierencial e Integral I Lista de Eercícis Funções ) O gráic abai epressa a temperatura em

Leia mais

Física FUVEST ETAPA. Resposta QUESTÃO 1 QUESTÃO 2. b) A energia cinética (E c ) do meteoro é dada por:

Física FUVEST ETAPA. Resposta QUESTÃO 1 QUESTÃO 2. b) A energia cinética (E c ) do meteoro é dada por: Física QUSTÃO 1 Uma das hipóteses para explicar a extinçã ds dinssaurs, crrida há cerca de 6 milhões de ans, fi a clisã de um grande meter cm a Terra. stimativas indicam que meter tinha massa igual a 1

Leia mais

Caderno de Prova ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E SISTEMAS. Vestibular Vocacionado 2010.2. 2ª FASE 2ª Etapa. Nome do Candidato:

Caderno de Prova ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E SISTEMAS. Vestibular Vocacionado 2010.2. 2ª FASE 2ª Etapa. Nome do Candidato: Universidade d Estad de Santa Catarina Vestibular Vcacinad. Cadern de Prva ª FASE ª Etaa ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E SISTEMAS Nme d Candidat: INSTRUÇÕES GERAIS Cnfira Cadern de Prva, as Flhas de Resstas e

Leia mais

Comunicado Cetip n 091/ de setembro de 2013

Comunicado Cetip n 091/ de setembro de 2013 Cmunicad Cetip n 091/2013 26 de setembr de 2013 Assunt: Aprimrament da Metdlgia da Taxa DI. O diretr-presidente da CETIP S.A. MERCADOS ORGANIZADOS infrma que, em cntinuidade às alterações infrmadas n Cmunicad

Leia mais

CONSERVAÇÃO DA ENERGIA MECÂNICA

CONSERVAÇÃO DA ENERGIA MECÂNICA Departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa T3 Física Experimental I - 2007/08 CONSERVAÇÃO DA ENERGIA MECÂNICA 1. Objectivo Verificar a conservação da energia mecânica de

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica do RS Faculdade de Engenharia

Pontifícia Universidade Católica do RS Faculdade de Engenharia Pntifícia Universidade Católica d S Faculdade de Engenharia LABOATÓO DE ELETÔNCA DE POTÊNCA EXPEÊNCA 4: ETFCADO TFÁSCO COM PONTO MÉDO ( PULSOS) OBJETO erificar qualitativa e quantitativamente cmprtament

Leia mais

Questão 46. Questão 48. Questão 47. Questão 49. alternativa C. alternativa D. alternativa D

Questão 46. Questão 48. Questão 47. Questão 49. alternativa C. alternativa D. alternativa D Questã 46 Se uma pessa cnseguiu percrrer a distância de 3 000 m em 45 minuts, sua velcidade escalar média, nesse interval, fi: a),0 km/h d) 6,0 km/h b) 3,0 km/h e) 6,7 km/h alternativa C c) 4,0 km/h A

Leia mais

Matemática A. Teste Intermédio Matemática A. Versão 1. Teste Intermédio. Versão 1. Duração do Teste: 90 minutos 24.01.2008. 11.º Ano de Escolaridade

Matemática A. Teste Intermédio Matemática A. Versão 1. Teste Intermédio. Versão 1. Duração do Teste: 90 minutos 24.01.2008. 11.º Ano de Escolaridade Teste Intermédio Matemática A Versão 1 Teste Intermédio Matemática A Versão 1 Duração do Teste: 90 minutos 24.01.2008 11.º Ano de Escolaridade Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Na sua folha de respostas,

Leia mais

Considere um triângulo eqüilátero T 1

Considere um triângulo eqüilátero T 1 Considere um triângulo eqüilátero T de área 6 cm. Unindo-se os pontos médios dos lados desse triângulo, obtém-se um segundo triângulo eqüilátero T, que tem os pontos médios dos lados de T como vértices.

Leia mais

2,25kg. m C ( ) 22,00kg. m

2,25kg. m C ( ) 22,00kg. m Questã 01 A massa inercial mede a dificuldade em se alterar estad de mviment de uma partícula Analgamente, mment de inércia de massa mede a dificuldade em se alterar estad de rtaçã de um crp rígid N cas

Leia mais

CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE GRADUAÇÃO FÍSICA FOLHA DE QUESTÕES

CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE GRADUAÇÃO FÍSICA FOLHA DE QUESTÕES CONCURSO DE DMISSÃO O CURSO DE GRDUÇÃO FÍSIC FOLH DE QUESTÕES 007 1 a QUESTÃO Valr: 1,0 Um hmem está de pé diante de um espelh plan suspens d tet pr uma mla. Sabend-se que: a distância entre s lhs d hmem

Leia mais

MATEMÁTICA APLICADA FIGURAS PLANAS

MATEMÁTICA APLICADA FIGURAS PLANAS MATEMÁTICA APLICADA FIGURAS PLANAS Áreas e Perímetros de Figuras Planas Quadrado A = L x L A = L² Onde: A = Área (m², cm², mm²,...) L = Lado (m, cm, mm,...) P = Perímetro P = L + L + L + L P =. L Retângulo

Leia mais

Segmentação de Imagem

Segmentação de Imagem em pr bjectiv dividir a imagem em regiões u bjects segund um critéri Frequentemente resultad nã é uma imagem mas um cnjunt de regiões/bjects A precisã da fase de segmentaçã determina sucess u falha ds

Leia mais

Questão 2. Questão 1. Questão 3. alternativa E. alternativa D. alternativa E

Questão 2. Questão 1. Questão 3. alternativa E. alternativa D. alternativa E NOTAÇÕES C é cnjunt ds númers cmplexs. R é cnjunt ds númers reais. N {,,,...}. i denta a unidade imaginária, u seja, i. z é cnjugad d númer cmplex z. Se X é um cnjunt, P(X) denta cnjunt de tds s subcnjunts

Leia mais

Aula 03 Circuitos CA

Aula 03 Circuitos CA Campus I Jã Pessa Disciplina: Análise de Circuits Curs Técnic Integrad em Eletrônica Prfª: Rafaelle Felician 1. Elements de Circuits n dmíni de Fasres Intrduçã Para cmpreender a respsta de dispsitivs básics

Leia mais

Matemática. Resolução das atividades complementares. M1 Trigonometria no ciclo. 1 Expresse: p 4 rad. rad em graus. 4 rad 12 p b) 330 em radianos.

Matemática. Resolução das atividades complementares. M1 Trigonometria no ciclo. 1 Expresse: p 4 rad. rad em graus. 4 rad 12 p b) 330 em radianos. Resolução das atividades comlementares Matemática M Trigonometria no ciclo. 7 Eresse: a) em radianos c) em radianos e) rad em graus rad rad b) 0 em radianos d) rad em graus f) rad 0 rad em graus a) 80

Leia mais

Halliday & Resnick Fundamentos de Física

Halliday & Resnick Fundamentos de Física Halliday & Resnick Fundaments de Física Mecânica Vlume 1 www.grupgen.cm.br http://gen-i.grupgen.cm.br O GEN Grup Editrial Nacinal reúne as editras Guanabara Kgan, Sants, Rca, AC Farmacêutica, LTC, Frense,

Leia mais

Superfícies Sustentadoras

Superfícies Sustentadoras Superfícies Sustentadoras Uma superfície sustentadora gera uma força perpendicular ao escoamento não perturado, força de sustentação, astante superior à força na direcção do escoamento não perturado, força

Leia mais

Potenciação no Conjunto dos Números Inteiros - Z

Potenciação no Conjunto dos Números Inteiros - Z Rua Oto de Alencar nº 5-9, Maracanã/RJ - tel. 04-98/4-98 Potenciação no Conjunto dos Números Inteiros - Z Podemos epressar o produto de quatro fatores iguais a.... por meio de uma potência de base e epoente

Leia mais

Atmosfera Padrão. Atmosfera Padrão

Atmosfera Padrão. Atmosfera Padrão 7631 2º Ano da Licenciatura em Engenharia Aeronáutica 1. Introdução O desemenho de aviões e de motores atmosféricos deende da combinação de temeratura, ressão e densidade do ar circundandante. O movimento

Leia mais

1.1. Área do triângulo em função de um lado e da altura. 1.1. Área do triângulo em função de um lado e da altura

1.1. Área do triângulo em função de um lado e da altura. 1.1. Área do triângulo em função de um lado e da altura UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA A área de um triângul é dada

Leia mais

Universidade Federal do Pampa - UNIPAMPA Prova Escrita de Física III A Professor: Jorge Pedraza Arpasi, SALA 325 - UNIPAMPA Alegrete

Universidade Federal do Pampa - UNIPAMPA Prova Escrita de Física III A Professor: Jorge Pedraza Arpasi, SALA 325 - UNIPAMPA Alegrete Universidade Federal do Pampa - UNIPAMPA Prova Escrita de Física III A Professor: Jorge Pedraza Arpasi, SALA 325 - UNIPAMPA Alegrete Nome: 1 Algumas instruções Na primeira questão marque com caneta com

Leia mais

matemática 2 Questão 7

matemática 2 Questão 7 Questã TIPO DE PROVA: A Na figura, a diferença entre as áreas ds quadrads ABCD e EFGC é 56. Se BE =,a área d triângul CDE vale: a) 8,5 b) 0,5 c),5 d),5 e) 6,5 pr semana. Eventuais aulas de refrç sã pagas

Leia mais

Teste Intermédio de Matemática A Matemática A Versão 2 11.º Ano de Escolaridade

Teste Intermédio de Matemática A Matemática A Versão 2 11.º Ano de Escolaridade Teste Intermédio de Matemática A Versão 2 Teste Intermédio Matemática A Versão 2 Duração do Teste: 90 minutos 07.05.2009 11.º Ano de Escolaridade Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Na sua folha de

Leia mais

MATEMÁTICA APLICADA RESOLUÇÃO

MATEMÁTICA APLICADA RESOLUÇÃO GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS ECONÔMICAS E 3/0/06 As grandezas P, T e V sã tais que P é diretamente prprcinal a T e inversamente prprcinal a V Se T aumentar 0% e V diminuir 0%, determine a variaçã

Leia mais

Lista de exercícios de resistência ao cisalhamento dos solos

Lista de exercícios de resistência ao cisalhamento dos solos UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA Departament de Engenharia Civil Setr de Getecnia Paul Sérgi de Almeida Barbsa Lista de exercícis de resistência a cisalhament ds sls 1.ª ) Uma amstra de uma argila nrmalmente

Leia mais

Lista 2 - Vetores II. Prof. Edu Física 2. O que é necessário para determinar (caracterizar) uma: a) grandeza escalar? b) grandeza vetorial?

Lista 2 - Vetores II. Prof. Edu Física 2. O que é necessário para determinar (caracterizar) uma: a) grandeza escalar? b) grandeza vetorial? Lista 2 - Vetores II O que é necessário para determinar (caracterizar) uma: a) grandeza escalar? grandeza vetorial?. Em que consiste a orientação espacial? 2. lassifique os itens abaixo em grandeza escalar

Leia mais

TAUTOLOGIA. A coluna C3 é formada por valores lógicos verdadeiros (V), Logo, é uma TAUTOLOGIA. CONTRADIÇÃO CONTINGÊNCIA

TAUTOLOGIA. A coluna C3 é formada por valores lógicos verdadeiros (V), Logo, é uma TAUTOLOGIA. CONTRADIÇÃO CONTINGÊNCIA TAUTOLOGIA C1 C2 C3 v A coluna C3 é formada or valores lógicos verdadeiros (), Logo, é uma TAUTOLOGIA. CONTRADIÇÃO CONTINGÊNCIA C1 C2 C3 C1 C2 C3 A coluna C3 é formada or valores lógicos falsos (), Logo,

Leia mais

Lei de Gauss da Eletricidade. Prof. Rudi Gaelzer IFM/UFPel (Física Básica III )

Lei de Gauss da Eletricidade. Prof. Rudi Gaelzer IFM/UFPel (Física Básica III ) Lei de Gauss da Eletricidade Objetivos iremos aprender: O que significa fluxo elétrico e como é possível calcular o mesmo. Como é possível determinar a carga elétrica delimitada por uma superfície fechada

Leia mais

2. Estude o sinal da função f cujo gráfico é a reta de inclinação 3 e que passa pelo ponto ( 5, 2).

2. Estude o sinal da função f cujo gráfico é a reta de inclinação 3 e que passa pelo ponto ( 5, 2). MAT1157 Cálculo a uma Variável A - 2014.1 Lista de Exercícios 7 PUC-Rio Função afim: 1. (a) Qual é a inclinação de uma reta horizontal (paralela ao eixo-x)? (b) Qual é a expressão da função cujo gráfico

Leia mais

Física E Extensivo V. 1

Física E Extensivo V. 1 Física E Extensiv V. 1 Exercícis 01) Verdadeira. Verdadeira. Temperatura mede a agitaçã ds átms. Verdadeira. Temperatura e energia cinética sã diretamente prprcinais. Verdadeira. Falsa. Crp nã tem calr.

Leia mais

1 Considere o gráfico da figura a seguir, que representa a funçãov(t), relativa a um dado movimento rectilineo. v(ms 1 )

1 Considere o gráfico da figura a seguir, que representa a funçãov(t), relativa a um dado movimento rectilineo. v(ms 1 ) Parte B Física 1- Movimento a uma dimensão 1 Considere o gráfico da figura a seguir, que representa a funçãov(t), relativa a um dado movimento rectilineo. v(ms 1 ) 1.1 Qualovalordavelocidadeinicialdomóvel?

Leia mais

Lista de Exercícios - Integrais

Lista de Exercícios - Integrais Lista de Exercícios - Integrais 4) Calcule as integrais indefinidas: 5) Calcule as integrais indefinidas: 1 6) Suponha f(x) uma função conhecida e que queiramos encontrar uma função F(x), tal que y = F(x)

Leia mais

Questão 46. Questão 48. Questão 47. alternativa D. alternativa C

Questão 46. Questão 48. Questão 47. alternativa D. alternativa C Questã 46 N instante t = 0 s, um móvel A parte d repus cm aceleraçã escalar cnstante e descreve uma trajetória retilínea. Nesse mesm instante, utr móvel B passa pr A, cm velcidade escalar cnstante, descrevend

Leia mais

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO VERSÃO 1

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO VERSÃO 1 EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO 12.º Ano de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 286/89, de 29 de Agosto Programas novos e Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março) PROVA 635/12 Págs. Duração da prova: 150

Leia mais

Processo TCar Balanço Móbile

Processo TCar Balanço Móbile Prcess TCar Balanç Móbile Tecinc Infrmática Ltda. Av. Brasil, 5256 3º Andar Centr Cascavel PR 1 Sumári Intrduçã... 3 Funcinalidade... 3 1 Exprtaçã Arquiv Cletr de Dads (Sistema TCar)... 4 1.1 Funcinalidade...

Leia mais

Vantagens do Sistema Trifásico

Vantagens do Sistema Trifásico Vantagens d Sistema Trifásic Original: 6-06-03 Hmer Sette Revisã: 30-06-03 Agra que sistema trifásic chegu as amplificadres, cm advent d TRI 6000 S da Etelj, interesse pel assunt na cmunidade de áudi aumentu

Leia mais

Sinais Senoidais. A unidade de freqüência no SI é o Hertz (Hz) e o tempo é dado em segundos (s).

Sinais Senoidais. A unidade de freqüência no SI é o Hertz (Hz) e o tempo é dado em segundos (s). Campus Serra COORDENADORIA DE AUTOMAÇÂO INDUSTRIAL Disciplina: ELETRÔNICA BÁSICA Professor: Vinícius Secchin de Melo Sinais Senoidais Os sinais senoidais são utilizados para se representar tensões ou correntes

Leia mais

Física e Tecnologia dos Plasmas Movimento de par.culas individuais

Física e Tecnologia dos Plasmas Movimento de par.culas individuais Física e Tecnologia dos Plasmas Movimento de par.culas individuais Mestrado em Engenharia Física Tecnológica Instituto Superior Técnico Instituto de Plasmas e Fusão Nuclear Vasco Guerra As perguntas fundamentais

Leia mais

Vamos estudar as características e determinações do potencial da pilha e dos potenciais padrões do eletrodo e da pilha.

Vamos estudar as características e determinações do potencial da pilha e dos potenciais padrões do eletrodo e da pilha. Aula: 25 Temática: Ptenciais da Pilha Vams estudar as características e determinações d ptencial da pilha e ds ptenciais padrões d eletrd e da pilha. Uma pilha na qual a reaçã glbal ainda nã tenha atingid

Leia mais

Regras para Anulações e Devoluções 2014

Regras para Anulações e Devoluções 2014 Regras para Anulações e Devluções 2014 1. Regras Glbais 1. A anulaçã de uma reserva, pde implicar, quand bilhete se encntra emitid, a devluçã d preç u de parte d preç d bilhete, de acrd as regras descritas

Leia mais

APLICAÇÕES DA DERIVADA

APLICAÇÕES DA DERIVADA Notas de Aula: Aplicações das Derivadas APLICAÇÕES DA DERIVADA Vimos, na seção anterior, que a derivada de uma função pode ser interpretada como o coeficiente angular da reta tangente ao seu gráfico. Nesta,

Leia mais

UFRJ- VESTIBULAR 2004 PROVA DE MATEMÁTICA.

UFRJ- VESTIBULAR 2004 PROVA DE MATEMÁTICA. UFRJ- VESTIBULAR 00 ROVA DE MATEMÁTICA Resolução e comentário pela rofessora Maria Antônia Conceição Gouveia Apresente suas soluções de forma clara, indicando, em cada caso, o raciocínio que conduziu à

Leia mais

Os conceitos mais básicos dessa matéria são: Deslocamento: Consiste na distância entre dados dois pontos percorrida por um corpo.

Os conceitos mais básicos dessa matéria são: Deslocamento: Consiste na distância entre dados dois pontos percorrida por um corpo. Os conceitos mais básicos dessa matéria são: Cinemática Básica: Deslocamento: Consiste na distância entre dados dois pontos percorrida por um corpo. Velocidade: Consiste na taxa de variação dessa distância

Leia mais

Exercícios de Java Aula 17

Exercícios de Java Aula 17 Exercícis de Java Aula 17 Link d curs: http://www.liane.cm/2013/10/curs-java-basic-java-se-gratuit/ 1. Faça um prgrama que peça uma nta, entre zer e dez. Mstre uma mensagem cas valr seja inválid e cntinue

Leia mais

MATEMÁTICA A VERSÃO 1

MATEMÁTICA A VERSÃO 1 gabinete de avaliação educacional T E S T E I N T E R M É D I O 11.º Ano de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março) Duração da Prova: 90 minutos 10/Maio/2007 MATEMÁTICA A VERSÃO 1 Na sua

Leia mais

REPRESENTAÇÃO DE SUPERFÍCIES. Introdução ao Projeto e Manufatura assistido por Computador PROF. ALTAMIR DIAS

REPRESENTAÇÃO DE SUPERFÍCIES. Introdução ao Projeto e Manufatura assistido por Computador PROF. ALTAMIR DIAS REPRESENTAÇÃO DE SUPERFÍCIES Introdução ao Projeto e Manufatura assistido por Computador PROF. ALTAMIR DIAS 17/4/2001 1 Introdução Superfícies são usadas: projeto de forma e representação de objetos complexos

Leia mais

substâncias mais associadas altos níveis de testosterona altos níveis de dopamina e norepinefrina, baixos níveis de serotonina

substâncias mais associadas altos níveis de testosterona altos níveis de dopamina e norepinefrina, baixos níveis de serotonina UnB 009/ º dia PARTE III Uma esquisa realizada na Grã-Bretanha sugere que filme Rmeu e Julieta, dirigid r Baz Luhrmann, cm Claire Danes e Lenard di Cari, é rmance que mais deserta emções ns esectadres.

Leia mais

Trabalho Computacional. A(h) = V h + 2 V π h, (1)

Trabalho Computacional. A(h) = V h + 2 V π h, (1) Unidade de Ensino de Matemática Aplicada e Análise Numérica Departamento de Matemática/Instituto Superior Técnico Matemática Computacional (Mestrado em Engenharia Física Tecnológica) 2014/2015 Trabalho

Leia mais

2 Descrição do movimento de um ponto material no espaço e no tempo

2 Descrição do movimento de um ponto material no espaço e no tempo 2 Descrição do movimento de um ponto material no espaço e no tempo 2.1. Num instante t i um corpo parte de um ponto x i num movimento de translação a uma dimensão, com módulo da velocidade v i e aceleração

Leia mais

Prova Escrita de MATEMÁTICA

Prova Escrita de MATEMÁTICA Prova Escrita de MATEMÁTICA Identi que claramente os grupos e as questões a que responde. As funções trigonométricas estão escritas no idioma anglo saxónico. Utilize apenas caneta ou esferográ ca de tinta

Leia mais

ESCOLA DR. ALFREDO JOSÉ BALBI UNITAU APOSTILA ESFERAS E SUAS PARTES PROF. CARLINHOS NOME: N O :

ESCOLA DR. ALFREDO JOSÉ BALBI UNITAU APOSTILA ESFERAS E SUAS PARTES PROF. CARLINHOS NOME: N O : ESCOLA DR. ALFREDO JOSÉ BALBI UNITAU APOSTILA ESFERAS E SUAS PARTES PROF. CARLINHOS NOME: N O : 1 ESFERAS Consideramos um ponto O e um segmento de medida r. Chama-se esfera de centro O e raio r o conjunto

Leia mais

Questão 1. Questão 2. Resposta. Resposta

Questão 1. Questão 2. Resposta. Resposta Questã 1 Numa cidade d interir d estad de Sã Paul, uma prévia eleitral entre.000 filiads revelu as seguintes infrmações a respeit de três candidats A, B, ec, d Partid da Esperança (PE), que cncrrem a 3

Leia mais

FUVEST 2008 2 a Fase Matemática RESOLUÇÃO: Professora Maria Antônia Gouveia.

FUVEST 2008 2 a Fase Matemática RESOLUÇÃO: Professora Maria Antônia Gouveia. FUVEST 008 a Fase Matemática Professora Maria Antônia Gouveia Q0 João entrou na lanchonete BOG e pediu hambúrgueres, suco de laranja e cocadas, gastando R$,0 Na mesa ao lado, algumas pessoas pediram 8

Leia mais

Cœlum Australe. Jornal Pessoal de Astronomia, Física e Matemática - Produzido por Irineu Gomes Varella

Cœlum Australe. Jornal Pessoal de Astronomia, Física e Matemática - Produzido por Irineu Gomes Varella Cœlum Australe Jrnal Pessal de Astrnmia, Física e Matemática - Prduzid pr Irineu Gmes Varella Criad em 1995 Retmad em Junh de 01 An III Nº 01 - Junh de 01 REFRAÇÃO ATMOSFÉRICA - I Prf. Irineu Gmes Varella,

Leia mais

Centro Federal de Educação Tecnológica de Santa Catarina Gerência Educacional de Eletrônica

Centro Federal de Educação Tecnológica de Santa Catarina Gerência Educacional de Eletrônica Centr Federal de Educaçã Tecnlógica de Santa Catarina Gerência Educacinal de Eletrônica SINAIS SENOIDAIS: Tensã e Crrente Alternadas Prf. Fernand Luiz Rsa Mussi Terceira Ediçã Flrianólis Març, 006. SINAIS

Leia mais

UFSC Universidade Federal de Santa Catarina Depto De Eng. Química e de Eng. De Alimentos EQA 5313 Turma 645 Op. Unit. de Quantidade de Movimento

UFSC Universidade Federal de Santa Catarina Depto De Eng. Química e de Eng. De Alimentos EQA 5313 Turma 645 Op. Unit. de Quantidade de Movimento UFSC Universidade Federal de Santa Catarina Deto De Eng. Química e de Eng. De Alimentos EQA 5313 Turma 645 O. Unit. de Quantidade de Movimento CENTRIFUGAÇÃO Esta oeração unitária tem or objetivo searar

Leia mais

Anexo 1. Definição das variáveis de análise

Anexo 1. Definição das variáveis de análise Métodos Anexo 1 Definição das variáveis de análise 1. Saúde: a. Taxa de mortalidade infantil (TMI): número de óbitos de menores de um ano de idade, por mil nascidos vivos, na população residente em determinado

Leia mais

MATEMÁTICA A - 12o Ano N o s Complexos - Equações e problemas

MATEMÁTICA A - 12o Ano N o s Complexos - Equações e problemas MATEMÁTICA A - 1o Ano N o s Complexos - Equações e problemas Exercícios de exames e testes intermédios 1. Em C, conjunto dos números complexos, considere z = + i19 cis θ Determine os valores de θ pertencentes

Leia mais

Coordenadas absolutas e relativas

Coordenadas absolutas e relativas Coordenadas absolutas e relativas O QUE SÃO COORDENADAS Coordenadas são pontos contidos no Plano Cartesiano e são formadas no mínimo por pontos em dois eixos, quando falamos de desenhos bidimensionais

Leia mais

IBM1018 Física Básica II FFCLRP USP Prof. Antônio Roque Aula 4

IBM1018 Física Básica II FFCLRP USP Prof. Antônio Roque Aula 4 Lei de Gauss Considere uma distribuição arbitrária de cargas ou um corpo carregado no espaço. Imagine agora uma superfície fechada qualquer envolvendo essa distribuição ou corpo. A superfície é imaginária,

Leia mais

Aula 02 Álgebra Complexa

Aula 02 Álgebra Complexa Campus I Jã Pessa Disciplina: Análise de Circuits Curs Técnic Integrad em Eletrônica Prfª: Rafaelle Felician Aula 02 Álgebra Cmplexa 1. Númers Cmplexs Intrduçã Circuits CC smas algébricas de tensões e

Leia mais

Pesquisa Operacional. Função Linear - Introdução. Função do 1 Grau. Função Linear - Exemplos Representação no Plano Cartesiano. Prof.

Pesquisa Operacional. Função Linear - Introdução. Função do 1 Grau. Função Linear - Exemplos Representação no Plano Cartesiano. Prof. Pesquisa Operacional Prof. José Luiz Prof. José Luiz Função Linear - Introdução O conceito de função é encontrado em diversos setores da economia, por exemplo, nos valores pagos em um determinado período

Leia mais

Métodos Numéricos e Estatísticos Parte I-Métodos Numéricos

Métodos Numéricos e Estatísticos Parte I-Métodos Numéricos Métodos Numéricos e Estatísticos Parte I-Métodos Numéricos Lic. Eng. Biomédica e Bioengenharia-2009/2010 Para determinarmos um valor aproximado das raízes de uma equação não linear, convém notar inicialmente

Leia mais

Coordenadas Geográficas

Coordenadas Geográficas Orientação A rosa-dos-ventos possibilita encontrar a direção de qualquer ponto da linha do horizonte. Por convenção internacional, a língua inglesa é utilizada como padrão, portanto o Leste muitas vezes

Leia mais

935 MATEMÁTICA Prova escrita

935 MATEMÁTICA Prova escrita 935 MATEMÁTICA Prova escrita PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA Duração: 120 minutos Ano: 2014 2ª fase - julho 11º e 12º anos Identifique claramente os grupos e os itens a que responde e apresente o seu

Leia mais

EXERCÍCIOS DE REVISÃO NÚMEROS COMPLEXOS

EXERCÍCIOS DE REVISÃO NÚMEROS COMPLEXOS COMÉRCIO EXTERIOR - REGULAR TERCEIRA SÉRIE NOME: EXERCÍCIOS DE REVISÃO NÚMEROS COMPLEXOS TESTES 1) Cnjunt sluçã da equaçã z z 0, n cnjunt ds númers cmplexs, é: a), 0, - c) d) e) 0 5 ) O cnjugad d númer

Leia mais

Versão 2. Utiliza apenas caneta ou esferográfica de tinta indelével, azul ou preta.

Versão 2. Utiliza apenas caneta ou esferográfica de tinta indelével, azul ou preta. Teste Intermédio de Matemática Versão 2 Teste Intermédio Matemática Versão 2 Duração do Teste: 90 minutos 29.02.2012 8.º Ano de Escolaridade Decreto-Lei n.º 6/2001, de 18 de janeiro Identifica claramente,

Leia mais

10. Escreva um programa que leia um texto e duas palavras e substitua todas as ocorrências da primeira palavra com a segunda palavra.

10. Escreva um programa que leia um texto e duas palavras e substitua todas as ocorrências da primeira palavra com a segunda palavra. Lista de Exercícis: Vetres, Matrizes, Strings, Pnteirs e Alcaçã Obs: Tdas as questões devem ser implementadas usand funções, pnteirs e alcaçã 1. Faça um prgrama que leia um valr n e crie dinamicamente

Leia mais

Grupo I... 70 Cada resposta certa...10 Grupo II...130 1...35 3...30 1.1...15 3.1...10 1.2...10 3.2...20 1.3...10 4...35 2...30 4.1...5 2.1...

Grupo I... 70 Cada resposta certa...10 Grupo II...130 1...35 3...30 1.1...15 3.1...10 1.2...10 3.2...20 1.3...10 4...35 2...30 4.1...5 2.1... Material necessário: Material de escrita. Máquina de calcular científica (não gráfica). A prova é constituída por dois grupos, I e II. O grupo I inclui 7 questões de escolha múltipla. Para cada uma delas,

Leia mais

ITA - 2004 3º DIA MATEMÁTICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR

ITA - 2004 3º DIA MATEMÁTICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR ITA - 2004 3º DIA MATEMÁTICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR Matemática Questão 01 Considere as seguintes afirmações sobre o conjunto U = {0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9} I. U e n(u) = 10 III. 5 U e {5}

Leia mais

Aula 8 Distância entre pontos do plano euclidiano

Aula 8 Distância entre pontos do plano euclidiano Distância entre pontos do plano euclidiano MÓDULO - AULA 8 Aula 8 Distância entre pontos do plano euclidiano Objetivos Nesta aula, você: Usará o sistema de coordenadas para calcular a distância entre dois

Leia mais

1. Objetivo: Lançar novo produto para bloqueio do veículo via celular GSM e rastreador GSM com localização por GPS.

1. Objetivo: Lançar novo produto para bloqueio do veículo via celular GSM e rastreador GSM com localização por GPS. Históric de Revisões Revisã Data Descriçã da Revisã Mtiv da Revisã 11 20/08/09 Ajustes de hardware dispar Sirene PST 12 14/11/09 AJUSTES SOFTWARE 13 25/11/09 Ajustes de hardware, falha n mdul GSM na trca

Leia mais

Aula 2_1. Lei de Gauss I. Física Geral e Experimental III Prof. Cláudio Graça Capítulo 3

Aula 2_1. Lei de Gauss I. Física Geral e Experimental III Prof. Cláudio Graça Capítulo 3 Aula 2_1 Lei de Gauss I Física Geral e xperimental III Prof. Cláudio Graça Capítulo 3 Conceito de Fluxo do campo elétrico Fluxo do campo elétrico num campo uniforme Suponhamos uma superfície plana de área

Leia mais

Matemática A. Versão 2. Na sua folha de respostas, indique de forma legível a versão do teste. Teste Intermédio de Matemática A.

Matemática A. Versão 2. Na sua folha de respostas, indique de forma legível a versão do teste. Teste Intermédio de Matemática A. Teste Intermédio de Matemática A Versão 2 Teste Intermédio Matemática A Versão 2 Duração do Teste: 90 minutos 24.05.2013 12.º Ano de Escolaridade Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março????????????? Na

Leia mais