METODOLOGIA DA PESQUISA

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "METODOLOGIA DA PESQUISA"

Transcrição

1 Universidade de São Paulo Mestrado em Controladoria e Contabilidade METODOLOGIA DA PESQUISA ENTREVISTAS E FOCUS GROUP Prof. Dr. Gilberto de Andrade Martins Orientador Belém - Pará 1

2 Universidade de São Paulo Mestrado em Controladoria e Contabilidade Mestrandos: Héber Lavor Moreira Luiz Carlos Pessôa Sônia Maria F. Barbosa Prof. Dr. Gilberto de Andrade Martins Orientador Belém - Pará 2

3 OBSERVAÇÃO DIRETA INTENSIVA É realizada através de duas técnicas:! Observação! Entrevista 3

4 ENTREVISTA (*) É um encontro entre duas pessoas, a fim de que uma delas obtenha informação a respeito de determinado assunto, mediante uma conversação de natureza profissional. (*) LAKATOS, E. M, MARCONI, M. A - Fundamentos de metodologia Científica - 3a. Ed. SP:Atlas,

5 ENTREVISTA (*) É um procedimento utilizado na investigação social, para coleta de dados ou para ajudar no diagnóstico ou no tratamento de um problema social. (*) LAKATOS, E. M, MARCONI, M. A - Fundamentos de metodologia Científica - 3a. Ed. SP:Atlas,

6 OBJETIVOS (*) A entrevista tem como objetivo principal, a obtenção de informações do entrevistado, sobre determinado assunto ou problema. (*) LAKATOS, E. M, MARCONI, M. A - Fundamentos de metodologia Científica - 3a. Ed. SP:Atlas,

7 OBJETIVOS (*) Quanto ao Conteúdo (Seltiz 1965: ): a) Averiguação de fatos, b) Determinação das opiniões sobre os fatos, c) Determinação de sentimentos. (*) SELTIZ, apud - LAKATOS, E. M, MARCONI, M. A - Fundamentos de metodologia Científica - 3a. Ed. SP:Atlas,

8 OBJETIVOS (*) Quanto ao Conteúdo (Seltiz 1965: ): d) Descoberta de Planos de Ação, e) Conduta atual ou do passado, f) Motivos conscientes para opiniões, sentimentos, sistemas ou condutas. (*) SELTIZ, apud - LAKATOS, E. M, MARCONI, M. A - Fundamentos de metodologia Científica - 3a. Ed. SP:Atlas,

9 TIPOS DE ENTREVISTAS (*) Há diferentes tipos de Entrevistas, que variam de acordo com o propósito do entrevistador a) Padronizada ou Estruturada, (*) - LAKATOS, E. M, MARCONI, M. A - Fundamentos de metodologia Científica - 3a. Ed. SP:Atlas,

10 TIPOS DE ENTREVISTAS (*) b) Despadronizada ou não estruturada (Entrevista focalizada, Entrevista Clínica e Não dirigida), c) Painel Mestrado em Controladoria e Contabilidade (*) LAKATOS, E. M, MARCONI, M. A - Fundamentos de metodologia Científica - 3a. Ed. SP:Atlas,

11 VANTAGENS E LIMITAÇÕES (*) Vantagens: a) Pode ser utilizada com todos os segmentos da população, b) Fornece uma amostragem muito melhor da população geral. (*) LAKATOS, E. M, MARCONI, M. A - Fundamentos de metodologia Científica - 3a. Ed. SP:Atlas,

12 VANTAGENS E LIMITAÇÕES (*) Vantagens: c) Há maior flexibilidade, podendo repetir ou esclarecer perguntas, formular de maneira diferente; especificar algum significado, como garantia de estar sendo compreendido. (*) LAKATOS, E. M, MARCONI, M. A - Fundamentos de metodologia Científica - 3a. Ed. SP:Atlas,

13 VANTAGENS E LIMITAÇÕES (*) Vantagens: d) Oferece maior oportunidade para avaliar atitudes, condutas, podendo o entrevistado ser observado naquilo que diz e como diz: registro de reações, gestos, etc. (*) LAKATOS, E. M, MARCONI, M. A - Fundamentos de metodologia Científica - 3a. Ed. SP:Atlas,

14 VANTAGENS E LIMITAÇÕES (*) Vantagens: e) Dá oportunidade para a obtenção de dados que não se encontram em fontes documentais e que sejam relevantes e significativos. (*) LAKATOS, E. M, MARCONI, M. A - Fundamentos de metodologia Científica - 3a. Ed. SP:Atlas,

15 VANTAGENS E LIMITAÇÕES (*) Vantagens: f) Há possibilidade de conseguir informações mais precisas, podendo ser comprovadas, de imediato, as discordâncias. (*) LAKATOS, E. M, MARCONI, M. A - Fundamentos de metodologia Científica - 3a. Ed. SP:Atlas,

16 VANTAGENS E LIMITAÇÕES (*) Vantagens: g) Permite que os dados sejam quantificados e submetidos a tratamento estatístico. (*) LAKATOS, E. M, MARCONI, M. A - Fundamentos de metodologia Científica - 3a. Ed. SP:Atlas,

17 VANTAGENS E LIMITAÇÕES (*) Limitações: a) Dificuldade de expressão e comunicação de ambas as partes (*) LAKATOS, E. M, MARCONI, M. A - Fundamentos de metodologia Científica - 3a. Ed. SP:Atlas,

18 VANTAGENS E LIMITAÇÕES (*) Limitações: b) Incompreensão por parte do informante, do significado das perguntas, da pesquisa, que pode levar a uma falsa interpretação. (*) LAKATOS, E. M, MARCONI, M. A - Fundamentos de metodologia Científica - 3a. Ed. SP:Atlas,

19 VANTAGENS E LIMITAÇÕES (*) Limitações: c) Possibilidade de o entrevistado ser influenciado, consciente ou inconscientemente, pelo questionador, pelo seu aspecto físico, suas atitudes, idéias, opiniões etc. (*) LAKATOS, E. M, MARCONI, M. A - Fundamentos de metodologia Científica - 3a. Ed. SP:Atlas,

20 VANTAGENS E LIMITAÇÕES (*) Limitações: d) Disposição do entrevistado em dar as informações necessárias. e) Retenção de alguns dados importantes, receando que sua identidade seja revelada. (*) LAKATOS, E. M, MARCONI, M. A - Fundamentos de metodologia Científica - 3a. Ed. SP:Atlas,

21 VANTAGENS E LIMITAÇÕES (*) Limitações: f) Pequeno grau de controle sobre uma situação de coleta de dados. g) Ocupa muito tempo e é difícil de ser realizada. (*) LAKATOS, E. M, MARCONI, M. A - Fundamentos de metodologia Científica - 3a. Ed. SP:Atlas,

22 PREPARAÇÃO DA ENTREVISTA (*) a) Planejamento da Entrevista; b) Conhecimento Prévio do Entrevistado; c) Oportunidade de Entrevista d) Condições favoráveis. (*) LAKATOS, E. M, MARCONI, M. A - Fundamentos de metodologia Científica - 3a. Ed. SP:Atlas,

23 PREPARAÇÃO DA ENTREVISTA (*) e) Contato com líderes; f) Conhecimento prévio do campo; g) Preparação específica (*) LAKATOS, E. M, MARCONI, M. A - Fundamentos de metodologia Científica - 3a. Ed. SP:Atlas,

24 DIRETRIZES DA ENTREVISTA (*) Para maior êxito da entrevista, devem-se observar algumas normas: a) Contato Inicial; b) Formulação de perguntas; (*) LAKATOS, E. M, MARCONI, M. A - Fundamentos de metodologia Científica - 3a. Ed. SP:Atlas,

25 DIRETRIZES DA ENTREVISTA (*) Para maior êxito da entrevista, devem-se observar algumas normas: c) Registro de Respostas; d) Término de Entrevista; (*) LAKATOS, E. M, MARCONI, M. A - Fundamentos de metodologia Científica - 3a. Ed. SP:Atlas,

26 DIRETRIZES DA ENTREVISTA (*) Para maior êxito da entrevista, devem-se observar algumas normas: e) Requisitos Importantes;! Validade; (*) LAKATOS, E. M, MARCONI, M. A - Fundamentos de metodologia Científica - 3a. Ed. SP:Atlas,

27 DIRETRIZES DA ENTREVISTA (*) e) Requisitos Importantes;! Relevância;! Especificidade e Clareza;! Profundidade;! Extensão. (*) LAKATOS, E. M, MARCONI, M. A - Fundamentos de metodologia Científica - 3a. Ed. SP:Atlas,

28 O QUE É FOCUS GROUP? (*) É um tipo de entrevista em profundidade realizada em grupo, cujas reuniões apresentam características definidas quanto a proposta, tamanho, composição e procedimentos de condução. OLIVEIRA. M.; FREITAS, Henrique M.R. Focus Group pesquisa qualitativa: resgatando a teoria, instrumentalizando o seu planejamento - Artigo Publicado na Revista de Administração, São Paulo v.33, n.3, p.83-91, julho/setembro

29 Com que trabalha a técnica? Os partícipes influenciam uns aos outros pelas respostas às idéias, às experiências, e aos eventos (*) trazidos pelo Moderador (Pesquisador). São daí registradas as opiniões-sínteses das discussões estimuladas/orientadas pelo moderador (*). (*) MARTINS, Gilberto de A, LINTZ, Alexandre Guia para Elaboração de Monografias e Trabalhos de Conclusão de Curso - Ed.Atlas, SP:

30 Para que serve o Focus Group? Para gerar dados e informações. Técnica de coleta de dados muito utilizada em Pesquisa de Mercado (*) (*) MARTINS, Gilberto de A, LINTZ, Alexandre Guia para Elaboração de Monografias e Trabalhos de Conclusão de Curso - Ed.Atlas, SP:

31 Características Gerais do Focus Group a) Envolvimento dos participantes; b) Estabelecimento de séries de reuniões; c) Homogeneidade demográfica dos grupos; d) Geração de dados e informações. (*) MARTINS, Gilberto de A, LINTZ, Alexandre Guia para Elaboração de Monografias e Trabalhos de Conclusão de Curso - Ed.Atlas, SP:

32 Procedimentos: planejamento e condução do Focus Group Os objetivos do estudo devem estar claros e precisos para o moderador-pesquisador das reuniões: seqüência lógica das ações que possam resultar em informações importantes para a pesquisa (*) Idem, Ibdem op cit pg

33 Procedimentos: planejamento e condução do Focus Group (*) é desejável a formação de três ou quatro grupos, constituídos de seis a doze pessoas; a escolha dos participantes deve ser feita de acordo com os propósitos da pesquisa. Idem, Ibdem op cit pg

34 Procedimentos: planejamento e condução do Focus Group (*) a premissa básica para a escolha é que o participante tenha algo a dizer sobre as dimensões (tópicos) da pesquisa e sentir-se confortável ao expressar suas opiniões aos outros membros do grupo; Idem, Ibdem op cit pg

35 Procedimentos: planejamento e condução do Focus Group (*) é recomendável que os participantes tenham nível sócio-cultural semelhante e sejam estranhos em relação aos outros membros do grupo; Idem, Ibdem op cit pg

36 Procedimentos: planejamento e condução do Focus Group (*) o nível de envolvimento do moderador é função direta do que se espera obter das entrevistas, variando de baixo envolvimento a alto envolvimento. Idem, Ibdem op cit pg

37 Procedimentos: planejamento e condução do Focus Group (*) para a condução das sessões, deve ser elaborado um roteiro de entrevista, logicamente ordenado constituído de palavras-chaves, que lembrem ao moderador os tópicos de interesse. Idem, Ibdem op cit pg

38 Procedimentos: planejamento e condução do Focus Group (*) os registros de todas as falas são gravados ou filmados e também anotados pelo moderador. Cada sessão deverá começar com uma breve apresentação do moderador e em seguida, a auto-apresentação de cada participante. Idem, Ibdem op cit pg

39 Procedimentos: planejamento e condução do Focus Group (*) tipicamente, uma entrevista de Focus Group incluirá aproximadamente 12 questões, discutidas entre uma e duas horas. Idem, Ibdem op cit pg

40 Procedimentos: planejamento e condução do Focus Group (*) as reuniões devem ser realizadas em locais confortáveis e os participantes, acomodados ao redor de uma mesa, dispostos na forma de u, ficando o moderador sentado à cabeceira. O nome de cada participante deverá ficar visível para os demais. Idem, Ibdem op cit pg

41 Procedimentos: planejamento e condução do Focus Group (*) o moderador deverá ter a necessária habilidade para coordenar o processo de discussão em grupo, devendo colocar as questões do roteiro e, ao mesmo tempo, memorizar o ponto de vista de cada participante. Idem, Ibdem op cit pg

42 Procedimentos: planejamento e condução do Focus Group (*) extrema atenção deve ser dada à análise e interpretação dos dados e informações obtidas como Focus Group. Normalmente criam-se categorias por meio da similaridade de conceitos das palavras, frases, sínteses, etc. Idem, Ibdem op cit pg

43 Procedimentos: planejamento e condução do Focus Group (*) quando possível, utilizam-se categorias já construídas por autores do referencial bibliográfico que dá suporte à pesquisa. Para essa fase de interpretações, é possível o uso da Análise de Conteúdo. Idem, Ibdem op cit pg

44 VANTAGENS E DESVANTAGENS DO FOCUS GROUP Vantagens Comparativamente é fácil de conduzir Habilidade em explorar tópicos e gerar hipóteses Oportunidade de coletar dados a partir da interação do grupo o qual se concentra no foco de interesse do pesquisado Desvantagens Não é baseado em um ambiente natural Pesquisador tem menor controle sobre os dados gerados (no caso de existir um grupo de questões predefinidas ou uma forte necessidade de manter comparação entre as entrevistas) Não é possível saber se a interação em grupo reflete ou não o comportamento individual. OLIVEIRA. M.; FREITAS, Henrique M.R. Focus Group pesquisa qualitativa: resgatando a teoria, instrumentalizando o seu planejamento - Artigo Publicado na Revista de Administração, São Paulo v.33, n.3, p.83-91, julho/setembro

45 VANTAGENS E DESVANTAGENS DO FOCUS GROUP Vantagens... alem de o procedimento medir efetivamente o que se deseja, tem-se plena legitimidade e convicção ou crença nos dados coletados. Baixo custo em relação a outros métodos Rapidez no fornecimento dos resultados (em termos de evidência da reunião do grupo) Permite ao pesquisador aumentar o tamanho da amostra dos estudos qualitativos. Desvantagens Não é possível saber se a interação do grupo reflete ou não o comportamento individual Os dados são mais difíceis de analisar. A interação do grupo forma um ambiente social e os comentários devem ser interpretados dentro desse contexto Exige entrevistadores treinados cuidadosamente. Os grupos são difíceis de reunir. A discussão deve ser conduzida em ambiente que propicie o diálogo. OLIVEIRA. M.; FREITAS, Henrique M.R. Focus Group pesquisa qualitativa: resgatando a teoria, instrumentalizando o seu planejamento - Artigo Publicado na Revista de Administração, São Paulo v.33, n.3, p.83-91, julho/setembro

46 CONCLUSÃO Como vimos, o FOCUS GROUP é uma ferramenta para a pesquisa qualitativa cuja aplicação é muito útil principalmente nas ciências sociais. Experiências da sua aplicação em área multidiciplinar já são comprovadas, referendando-a como técnica adequada e alcançando resultados satisfatórios. 46

47 Bibliografia BUARQUE, Aurélio - Dicionário Aurélio Eletrônico V. 1.4 Ed. Nova Fronteira,1994 LAKATOS, E. M, MARCONI, M. A - Fundamentos de Metodologia Científica - 3a.Ed. São Paulo:Atlas,1991 MARTINS, Gilberto de A, LINTZ, Alexandre - Guia Para Elaboração de Monografias e Trabalhos de Conclusão de Curso. Ed. Atlas, São Paulo: OLIVEIRA, Mírian, FREITAS, Henrique M.R. - Focus Group - pesquisa qualitativa: resgatando a teoria, instrumentalizando o seu planejamento - Artigo publicado na Revista de Administração, São Paulo, v33, p.83-91, julho/setembro

48 Universidade de São Paulo Mestrado em Controladoria e Contabilidade ENTREVISTAS E FOCUS GROUP Mestrandos: Héber Lavor Moreira Luiz Carlos Pessôa Sônia Maria F. Barbosa Prof. Dr. Gilberto de Andrade Martins Orientador Belém - Pará 48

TIPOS DE PESQUISAS EXPLORATÓRIAS

TIPOS DE PESQUISAS EXPLORATÓRIAS TIPOS DE PESQUISAS EXPLORATÓRIAS Grupos de Foco é uma reunião de pessoas selecionadas por pesquisador para discutir um assunto ligado a um problema de pesquisa. Os participantes de um grupo de foco são

Leia mais

PLANO DE TRABALHO: DISCIPLINA DE METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA

PLANO DE TRABALHO: DISCIPLINA DE METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA PLANO DE TRABALHO: DISCIPLINA DE METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA PROFESSOR: Alexei Manso Correa Machado 1. EMENTA: A disciplina tem como objetivo apresentar aos alunos os fundamentos da construção do

Leia mais

A PESQUISA. Prof. M.Sc Janine Gomes da Silva, Arq.

A PESQUISA. Prof. M.Sc Janine Gomes da Silva, Arq. A PESQUISA Prof. M.Sc Janine Gomes da Silva, Arq. A pesquisa Etapas da pesquisa científica Tipos de trabalhos científicos O projeto de pesquisa A PESQUISA Conceitos e definições Prof. M.Sc Janine Gomes

Leia mais

Pesquisa em. propaganda. Faccat Profª Me. Taís Vieira

Pesquisa em. propaganda. Faccat Profª Me. Taís Vieira Pesquisa em propaganda Faccat Profª Me. Taís Vieira Tipos de pesquisa - Na escolha da melhor metodologia para uma investigação, tudo depende do que se deseja conhecer: o que e quanto ou como e por quê?

Leia mais

GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo, Editora Atlas, 2002....

GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo, Editora Atlas, 2002.... GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo, Editora Atlas, 2002.... 1 Como encaminhar uma Pesquisa? A pesquisa é um projeto racional e sistemático com objetivo de proporcionar respostas

Leia mais

Plano de Seminários TC I Prof. Marcos Procópio

Plano de Seminários TC I Prof. Marcos Procópio Plano de Seminários TC I 2015.2 Prof. Marcos Procópio Os 4 tipos de conhecimento. 1. Quais são? 2. Quais são seus respectivos papeis? 3. Dê exemplos. O que é e o que faz a ciência. 1. O que é ciência?

Leia mais

AULA 4 OS DESENHOS DE PESQUISA

AULA 4 OS DESENHOS DE PESQUISA AULA 4 OS DESENHOS DE PESQUISA Roteiro da aula 1. Por que planejar a pesquisa? 2. Principais tipos de desenhos de pesquisa - Quantitativos ou qualitativos - Transversais ou longitudinais - Exploratórios,

Leia mais

FEA-RP/USP RAD 1402 Comportamento do Consumidor Prof. Dirceu Tornavoi de Carvalho. TÉCNICA DE GRUPO DE FOCO (Aula 07)

FEA-RP/USP RAD 1402 Comportamento do Consumidor Prof. Dirceu Tornavoi de Carvalho. TÉCNICA DE GRUPO DE FOCO (Aula 07) FEA-RP/USP RAD 1402 Comportamento do Consumidor Prof. Dirceu Tornavoi de Carvalho TÉCNICA DE GRUPO DE FOCO (Aula 07) RIBEIRÃO PRETO - SP Setembro/2014 GRUPO DE FOCO O QUE É? O grupo de foco (ou grupo focal

Leia mais

INTRODUÇÃO DEFINIÇÕES DE CIÊNCIA CIÊNCIA DEFINIÇÕES DE CIÊNCIA METODOLOGIA DA PESQUISA APLICADA À CONTABILIDADE

INTRODUÇÃO DEFINIÇÕES DE CIÊNCIA CIÊNCIA DEFINIÇÕES DE CIÊNCIA METODOLOGIA DA PESQUISA APLICADA À CONTABILIDADE METODOLOGIA DA PESQUISA APLICADA À CONTABILIDADE Mabel Moreira Vasconcelos INTRODUÇÃO Metodologia Científica nada mais é do que a disciplina que estuda os caminhos do saber, se entendermos que método quer

Leia mais

CENTRO PAULA SOUZA FACULDADE DE TECNOLOGIA DA ZONA LESTE PROJETO DE PESQUISA: ESTATÍSTICA NA PRÁTICA

CENTRO PAULA SOUZA FACULDADE DE TECNOLOGIA DA ZONA LESTE PROJETO DE PESQUISA: ESTATÍSTICA NA PRÁTICA CENTRO PAULA SOUZA FACULDADE DE TECNOLOGIA DA ZONA LESTE PROJETO DE PESQUISA: ESTATÍSTICA NA PRÁTICA Orientadora: Profª. Drª. Rosângela M. C. Bonici Disciplina: Estatística Aplicada SÃO PAULO PROJETO DE

Leia mais

Profa. Dra. Maria da Conceição Lima de Andrade

Profa. Dra. Maria da Conceição Lima de Andrade Profa. Dra. Maria da Conceição Lima de Andrade Conceitos de pesquisa A Pesquisa é: procedimento reflexivo sistemático, controlado e crítico, que permite descobrir novos fatos ou dados, relações ou leis,

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS Manual para a elaboração do TCC em formato Monografia Curso de Publicidade e Propaganda 1º/2015. Monografia: disposições gerais Monografia é uma das alternativas oferecidas pela UPM como Trabalho de Conclusão

Leia mais

AULA 10 Questão de pesquisa e amostragem

AULA 10 Questão de pesquisa e amostragem 1 AULA 10 Questão de pesquisa e amostragem Ernesto F. L. Amaral 03 de setembro de 2010 Metodologia (DCP 033) Fonte: Flick, Uwe. 2009. Desenho da pesquisa qualitativa. Porto Alegre: Artmed. pp.33-42 & 43-55.

Leia mais

RESOLUÇÃO DE QUESTÕES PREFEITURA DE BELO HORIZONTE (Parte I)

RESOLUÇÃO DE QUESTÕES PREFEITURA DE BELO HORIZONTE (Parte I) RESOLUÇÃO DE QUESTÕES PREFEITURA DE BELO HORIZONTE (Parte I) TAUANE PAULA GEHM Mestre e doutorando em Psicologia Experimental Avaliação Psicológica: Fundamentos da medida psicológica; Instrumentos de avaliação:

Leia mais

3 Metodologia de pesquisa

3 Metodologia de pesquisa 3 Metodologia de pesquisa Esta pesquisa foi concebida com o intuito de identificar como a interação entre o gerenciamento de projetos e o planejamento estratégico estava ocorrendo nas empresas do grupo

Leia mais

O PROCESSO DE AVALIAÇÃO PROFISSIONAL

O PROCESSO DE AVALIAÇÃO PROFISSIONAL O PROCESSO DE AVALIAÇÃO PROFISSIONAL Carmen Leite Ribeiro Bueno* A Avaliação Profissional tem como objetivo geral auxiliar o indivíduo em seu desenvolvimento pessoal e profissional, utilizando sistematicamente

Leia mais

METODOLOGIA CIENTÍFICA

METODOLOGIA CIENTÍFICA EQE040 METODOLOGIA CIENTÍFICA www.liviajatoba.com/eqe040 Professora Livia Jatobá liviajatoba@eq.ufrj.br 1 /22 SOBRE A DISCIPLINA FUNDAMENTOS DA METODOLOGIA CIENTÍFICA ÉTICA NA PESQUISA E NOS TRABALHOS

Leia mais

Elementos Pré-textuais. Elementos Textuais. O Relatório de Pesquisa (adaptado para artigo) Elementos Pós-textuais. Elementos Pré-textuais

Elementos Pré-textuais. Elementos Textuais. O Relatório de Pesquisa (adaptado para artigo) Elementos Pós-textuais. Elementos Pré-textuais ELEMENTOS ESTRUTURAIS DO TRABALHO DE CONCLUSÃO Elementos Pré-textuais O Relatório de Pesquisa (adaptado para artigo) Elementos Pós-textuais Profª. Drª. Berenice Gonçalves Hackmann Elementos Pré-textuais

Leia mais

NORMAS PARA REDAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO (TCC) DE ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA.

NORMAS PARA REDAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO (TCC) DE ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA. ANEXO 02 DA RESOLUÇÃO CGESA Nº 001, DE 27 DE MARÇO DE 2013. NORMAS PARA REDAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO (TCC) DE ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA. A estrutura do TCC deverá ser composta por pré-texto,

Leia mais

INFORMAÇÃO- PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA

INFORMAÇÃO- PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA PROVA 344 INFORMAÇÃO- PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA 12º Ano de Escolaridade CURSOS CIENTÍFICO-HUMANÍSTICOS SOCIOLOGIA ANO LECTIVO 2011/2012 Tipo de prova: Escrita Duração (em minutos): 90 TEMAS CONTEÚDOS

Leia mais

PESQUISA CIENTÍFICA -Aula 4-

PESQUISA CIENTÍFICA -Aula 4- PESQUISA CIENTÍFICA -Aula 4- Prof. Alexandre Paiva da Silva Pombal PB SUMÁRIO Pesquisa Conceitos Características Objetivos Finalidades Requisitos Qualidades do pesquisador Tipos de pesquisa científica

Leia mais

Capítulo 8 Avaliação e Gerenciamento do Desempenho

Capítulo 8 Avaliação e Gerenciamento do Desempenho Capítulo 8 Avaliação e Gerenciamento do Desempenho slide 1 Objetivos de aprendizagem 1. Explicar o propósito da avaliação de desempenho. 2. Responder à pergunta: Quem deve fazer a avaliação?. 3. Discutir

Leia mais

MANUAL DO AVALIADOR O

MANUAL DO AVALIADOR O MANUAL DO AVALIADOR O que é uma Feira de Ciência? É uma exposição que divulga os resultados de experimentos ou de levantamentos realizados, com rigor científico, por alunos, sob a orientação de um professor.

Leia mais

Criação do Conhecimento como processo Sintetizador

Criação do Conhecimento como processo Sintetizador Criação do Conhecimento como processo Sintetizador Criação do Conhecimento como Processo Sintetizador Coleta de informações publicadas e não publicadas Coleta de informações externas Coleta de informações

Leia mais

METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO. Profa. Dra. Renata Trigueirinho Alarcon

METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO. Profa. Dra. Renata Trigueirinho Alarcon METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO Profa. Dra. Renata Trigueirinho Alarcon O QUE É METODOLOGIA CIENTÍFICA? Método, deriva da palavra grega methodos, que etimologicamente, pode ser assim dividida: a) meta

Leia mais

O que é pesquisar? Pesquisar é procurar respostas para inquietações, para um problema, para indagações propostas.

O que é pesquisar? Pesquisar é procurar respostas para inquietações, para um problema, para indagações propostas. PROJETO MULTIDICIPLINAR Professor: Roberto César O que é pesquisar? Pesquisar é procurar respostas para inquietações, para um problema, para indagações propostas. É a Atividade básica das ciências na sua

Leia mais

FACULDADES INTEGRADAS DO BRASIL PROGRAMA DE MESTRADO EM DIREITOS FUNDAMENTAIS E DEMOCRACIA NOME DO MESTRANDO

FACULDADES INTEGRADAS DO BRASIL PROGRAMA DE MESTRADO EM DIREITOS FUNDAMENTAIS E DEMOCRACIA NOME DO MESTRANDO FACULDADES INTEGRADAS DO BRASIL Nome da instituição PROGRAMA DE MESTRADO EM DIREITOS FUNDAMENTAIS E DEMOCRACIA Nome do curso NOME DO MESTRANDO O trabalho deve ser apresentado em papel, formato A4, fonte

Leia mais

Métodos e Técnicas do Trabalho Científico e da Pesquisa

Métodos e Técnicas do Trabalho Científico e da Pesquisa 2014. 1 Métodos e Técnicas do Trabalho Científico e da Pesquisa FACULDADE POLIS DAS ARTES Professor: Tiago Silva de Oliveira E-mail: psicotigl@yahoo.com.br Noturno/2014.1 Carga Horária 80h 1 Dia da Semana

Leia mais

TRABALHO FINAL I CEAP Prof.ª Maria Helena Carvalho /Prof. Msc. Paulo José Morais

TRABALHO FINAL I CEAP Prof.ª Maria Helena Carvalho /Prof. Msc. Paulo José Morais TRABALHO FINAL I CEAP 2011.2 PROBLEMATIZAÇÃO Tendo a certeza de que o problema está adequadamente delimitado, será preciso realizar um cuidadoso processo de problematização. A Sugestão é que cada problema

Leia mais

Visão Geral do Trabalho de Pesquisa

Visão Geral do Trabalho de Pesquisa Visão Geral do Trabalho de Pesquisa Ricardo de Almeida Falbo Metodologia de Pesquisa Departamento de Informática Universidade Federal do Espírito Santo Agenda Etapas do Trabalho de Pesquisa Escolha do

Leia mais

TRABALHO DE PROJETO ORGANIZAÇÃO E TRATAMENTO DE DADOS

TRABALHO DE PROJETO ORGANIZAÇÃO E TRATAMENTO DE DADOS TRABALHO DE PROJETO ORGANIZAÇÃO E TRATAMENTO DE DADOS Num trabalho de projeto, normalmente, são consideradas as seguintes etapas: 1- Identificação da Área do Problema 2- Identificação e formulação de problemas

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VIZELA VIZELA Escola sede: ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS DE VIZELA INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DE SOCIOLOGIA

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VIZELA VIZELA Escola sede: ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS DE VIZELA INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DE SOCIOLOGIA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VIZELA VIZELA Escola sede: ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS DE VIZELA INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DE SOCIOLOGIA Prova: 344 / 2015 12.º Ano de Escolaridade Formação

Leia mais

Metodologia da Pesquisa em Sistemas de Informação. Aula 3. Projeto de Pesquisa. Revisão Sistemática. Profa. Fátima L. S. Nunes

Metodologia da Pesquisa em Sistemas de Informação. Aula 3. Projeto de Pesquisa. Revisão Sistemática. Profa. Fátima L. S. Nunes Metodologia da Pesquisa em Sistemas de Informação Aula 3 Projeto de Pesquisa Revisão Sistemática Profa. Fátima L. S. Nunes Metodologia Pesquisa SI- 1 Como elaborar um projeto? Roteiro 1) Escolha do tema

Leia mais

Cód. Disciplina Período Créditos Carga Horária ª 04 Semanal Mensal ELABORAÇÃO E ANÁLISE DE PROJETO ECONÔMICO

Cód. Disciplina Período Créditos Carga Horária ª 04 Semanal Mensal ELABORAÇÃO E ANÁLISE DE PROJETO ECONÔMICO e Cód. Disciplina Período Créditos Carga Horária 020017 6ª 04 Semanal Mensal 04 60 Nome da Disciplina ELABORAÇÃO E ANÁLISE DE PROJETO ECONÔMICO Curso CIÊNCIAS ECONÔMICAS Apresentação das técnicas para

Leia mais

FUNDAÇÃO UNIRG CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIRG (FONTE 12) Nome do autor (FONTE 12) TÍTULO DO PROJETO DE PESQUISA (FONTE 12)

FUNDAÇÃO UNIRG CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIRG (FONTE 12) Nome do autor (FONTE 12) TÍTULO DO PROJETO DE PESQUISA (FONTE 12) FUNDAÇÃO UNIRG CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIRG (FONTE 12) Nome do autor (FONTE 12) TÍTULO DO PROJETO DE PESQUISA (FONTE 12) GURUPI TO MÊS, ANO. MODELO DE FOLHA DE ROSTO NOME DO ALUNO (FONTE 12) TÍTULO DO PROJETO

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO MESTRADO EM EDUCAÇÃO GRUPO FOCAL. Profa. Me.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO MESTRADO EM EDUCAÇÃO GRUPO FOCAL. Profa. Me. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO MESTRADO EM EDUCAÇÃO GRUPO FOCAL Profa. Me.GRACIELA RODRIGUES O QUE É? Técnica de coleta de dados qualitativos (única, associada

Leia mais

Descrição da Pesquisa

Descrição da Pesquisa Projeto de Pesquisa Descrição da Pesquisa Título do Projeto Pesquisador Principal Colaboradores [se houver] Local de Realização Período da Pesquisa 1. Objetivo da Pesquisa [o que se pretende pesquisar]

Leia mais

PESQUISA DE MERCADO. Geonir Paulo Schnorr ETAPAS. Graduado em Matemática Especialista em Banco de Dados

PESQUISA DE MERCADO. Geonir Paulo Schnorr ETAPAS. Graduado em Matemática Especialista em Banco de Dados PESQUISA DE MERCADO CONCEITOS ETAPAS Geonir Paulo Schnorr Graduado em Matemática Especialista em Banco de Dados Graduando em Estatística CONCEITOS Pesquisa de Mercado A pesquisa de mercado é a ferramenta

Leia mais

Prof. Adriano Mendonça Souza, Dr. Departamento de Estatística PPGEMQ / PPGEP - UFSM

Prof. Adriano Mendonça Souza, Dr. Departamento de Estatística PPGEMQ / PPGEP - UFSM Prof. Adriano Mendonça Souza, Dr. Departamento de Estatística PPGEMQ / PPGEP - UFSM Amostragem É o processo de seleção de amostras de uma população com o objetivo de fazer inferências sobre a população

Leia mais

Noções de Amostragem

Noções de Amostragem Noções de Amostragem AMOSTRAGEM Amostragem: é a área da estatística que estuda técnicas e procedimentos para retirar e analisar uma amostra com o objetivo de fazer inferência a respeito da população de

Leia mais

NOME COMPLETO DO (A) ACADÊMICO (A) TÍTULO DO PROJETO DE PESQUISA EM UMA OU DUAS LINHAS

NOME COMPLETO DO (A) ACADÊMICO (A) TÍTULO DO PROJETO DE PESQUISA EM UMA OU DUAS LINHAS NOME COMPLETO DO (A) ACADÊMICO (A) TÍTULO DO PROJETO DE PESQUISA EM UMA OU DUAS LINHAS CRIXÁS 2016 NOME COMPLETO DO (A) ACADÊMICO (A) TÍTULO DO PROJETO DE PESQUISA EM UMA OU DUAS LINHAS Projeto de Pesquisa

Leia mais

RELACIONAMENTO INTERPESSOAL. Prof. Dr. Márcio Magalhães Fontoura Sejam Bem-Vindos!

RELACIONAMENTO INTERPESSOAL. Prof. Dr. Márcio Magalhães Fontoura Sejam Bem-Vindos! RELACIONAMENTO INTERPESSOAL Prof. Dr. Márcio Magalhães Fontoura Sejam Bem-Vindos! ACORDO DE TRABALHO Motivação Disposição para aprendizagem xícara de chá Comprometimento com os resultados Trazer o Vinho

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS ESCOLA DE ARQUIVOLOGIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS ESCOLA DE ARQUIVOLOGIA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS ESCOLA DE ARQUIVOLOGIA MANUAL DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 2 TCC2 Direção da Escola de Arquivologia Coordenação

Leia mais

AMOSTRAGEM ESTATÍSTICA EM AUDITORIA PARTE l

AMOSTRAGEM ESTATÍSTICA EM AUDITORIA PARTE l AMOSTRAGEM ESTATÍSTICA EM AUDITORIA PARTE l! Os parâmetros para decisão do auditor.! Tipos de planos de amostragem estatística em auditoria. Francisco Cavalcante(f_c_a@uol.com.br) Administrador de Empresas

Leia mais

Pesquisa, metodologia e métodos (O qué que eu faço...?)

Pesquisa, metodologia e métodos (O qué que eu faço...?) Pesquisa, metodologia e métodos (O qué que eu faço...?) O que é Pesquisa? O que é Metodologia? David González david.epidemio@gmail.com O que é Método? E dai? Pesquisa 1. Indagação; inquirição; busca; investigação;

Leia mais

MÉTODO CIENTÍFICO. Patrícia Ruiz Spyere

MÉTODO CIENTÍFICO. Patrícia Ruiz Spyere MÉTODO CIENTÍFICO Introdução Método científico Modelos de método científico INTRODUÇÃO Mitos Explicação da realidade e dos fenômenos naturais de forma simbólica, por meio de deuses, semi-deuses e heróis

Leia mais

Engenharia Da Qualidade Parte III

Engenharia Da Qualidade Parte III Metodologia da Pesquisa Engenharia Da Qualidade Parte III William Malvezzi, MSc. Como Formular um Problema de Pesquisa? Problema: questão não resolvida e que é objeto de discussão, em qualquer domínio

Leia mais

Sumário Uma introdução à entrevista... 1 O processo de comunicação interpessoal... 16

Sumário Uma introdução à entrevista... 1 O processo de comunicação interpessoal... 16 1 Uma introdução à entrevista... 1 Características fundamentais das entrevistas... 1 Duas partes... 1 Objetivo... 1 Interacional... 2 Perguntas... 2 Exercício nº 1 O que é e o que não é uma entrevista?...

Leia mais

Prêmio Nacional de Inovação. Caderno de Avaliação. Categoria. Inovação MPE. Projeto: Inovação no Modelo de Negócio

Prêmio Nacional de Inovação. Caderno de Avaliação. Categoria. Inovação MPE. Projeto: Inovação no Modelo de Negócio Prêmio Nacional de Inovação 2013 Caderno de Avaliação Categoria Inovação MPE Projeto: Inovação no Modelo de Negócio Propósito: Esta dimensão avalia o direcionamento e a orientação da proposta de valor

Leia mais

CURSO DE FORMAÇÃO DE RESPONSÁVEIS TÉCNICOS E AUDITORES DA PRODUÇÃO INTEGRADA DE FRUTAS. Campinas, 08 de novembro de 2011

CURSO DE FORMAÇÃO DE RESPONSÁVEIS TÉCNICOS E AUDITORES DA PRODUÇÃO INTEGRADA DE FRUTAS. Campinas, 08 de novembro de 2011 CURSO DE FORMAÇÃO DE RESPONSÁVEIS TÉCNICOS E AUDITORES DA PRODUÇÃO INTEGRADA DE FRUTAS Campinas, 08 de novembro de 2011 BOAS PRÁTICAS DE AUDITORIA NBR ISO 19011 Nívea Maria Vicentini, DSc. Pesquisadora

Leia mais

Avaliação de viab. e risco

Avaliação de viab. e risco Avaliação de viab. e risco Capítulo 3 -- parte 1 A proposta inicial Quatro finalidades: introduzir o conceito; testar as reações dos potenciais interessados; obter apoio; e estabelecer uma base para avaliação

Leia mais

Metodologia Científica. Aula 2

Metodologia Científica. Aula 2 Metodologia Científica Aula 2 Proposito da aula Conhecer a definição de Metodologia Científica; A importância da Metodologia Científica; Objetivos da Metodologia Científica enquanto disciplina; Divisão

Leia mais

TÍTULO: DIDÁTICA EM AÇÃO: ADAPTAÇÃO DOS CONTOS INFANTIS NAS AULAS DE YOGA PARA CRIANÇAS

TÍTULO: DIDÁTICA EM AÇÃO: ADAPTAÇÃO DOS CONTOS INFANTIS NAS AULAS DE YOGA PARA CRIANÇAS TÍTULO: DIDÁTICA EM AÇÃO: ADAPTAÇÃO DOS CONTOS INFANTIS NAS AULAS DE YOGA PARA CRIANÇAS CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA INSTITUIÇÃO: FACULDADE ANHANGUERA DE

Leia mais

1. Modalidade Pesquisa

1. Modalidade Pesquisa ANEXO 1 I - Modalidades de TCC...1 II Informações Gerais sobre o texto...5 III Capa e Contra-capa...8 I. MODALIDADES DE TCC O TCC poderá ser desenvolvido em quatro modalidades: 1. Pesquisa (experimental

Leia mais

Programas de pósgraduação UNIVERSIDAD SAN LORENZO UNISAL

Programas de pósgraduação UNIVERSIDAD SAN LORENZO UNISAL Programas de pósgraduação UNIVERSIDAD SAN LORENZO UNISAL apresentação UNIBAM é o instituto brasileiro que possui a franquia da pós-graduação stricto sensu da UNISAL. Tem sede no Brasil e tem representação

Leia mais

Introdução à Pesquisa de Marketing

Introdução à Pesquisa de Marketing Introdução à Pesquisa de Marketing 1 O que é pesquisa de marketing? É a elaboração, a coleta, a análise e a edição de relatórios sistemáticos de dados e descobertas relevantes sobre uma situação específica

Leia mais

Autorizado pela Portaria no 131, de 13/01/11, publicada no DOU no 11, de17/01/11, seção 1, pág.14

Autorizado pela Portaria no 131, de 13/01/11, publicada no DOU no 11, de17/01/11, seção 1, pág.14 C U R S O D E O D O N T O L O G I A Autorizado pela Portaria no 131, de 13/01/11, publicada no DOU no 11, de17/01/11, seção 1, pág.14 Componente Curricular: Metodologia da Pesquisa Científica Código: ---

Leia mais

PLANO DE DISCIPLINA. Faculdade Internacional do Delta Curso: Serviço Social. Período: 2º/2013 1. UNIDADE TEMÁTICA:

PLANO DE DISCIPLINA. Faculdade Internacional do Delta Curso: Serviço Social. Período: 2º/2013 1. UNIDADE TEMÁTICA: PLANO DE DISCIPLINA Faculdade Internacional do Delta Curso: Serviço Social Coordenação: Naiara Magalhães Professor (a): Adriana Barros Disciplina: Pesquisa Social I Carga horária: 60h Período: 2º/2013

Leia mais

O Título em Português Deverá Ser Centralizado, Com a Primeira Letra de Cada Palavra em Maiúsculas, Usando-se Fonte Arial Tamanho 12 Negrito

O Título em Português Deverá Ser Centralizado, Com a Primeira Letra de Cada Palavra em Maiúsculas, Usando-se Fonte Arial Tamanho 12 Negrito O Título em Português Deverá Ser Centralizado, Com a Primeira Letra de Cada Palavra em Maiúsculas, Usando-se Fonte Arial Tamanho 12 Negrito The English title should be centered, with the first letter of

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE ENSINO E CULTURA PIO DÉCIMO FACULDADE PIO DÉCIMO

ASSOCIAÇÃO DE ENSINO E CULTURA PIO DÉCIMO FACULDADE PIO DÉCIMO ASSOCIAÇÃO DE ENSINO E CULTURA PIO DÉCIMO FACULDADE PIO DÉCIMO MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DA MONOGRAFIA DOS CURSOS DE ENGENHARIA NÚCLEO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ARACAJU 2012 NÚCLEO

Leia mais

A Função de Compliance na Banca Comercial Objetivos Gerais: Já faz algum tempo que as Auditorias das organizações expandiram muito o escopo de seus trabalhos e a complexidade das suas atividades e, como

Leia mais

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TCC

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TCC TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TCC O Trabalho de Conclusão de Curso está estruturado sob a forma de elaboração de artigo científico, sendo este resultado de um trabalho integrado entre as disciplinas de

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC REGULAMENTO

CURSO DE PEDAGOGIA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC REGULAMENTO CURSO DE PEDAGOGIA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC REGULAMENTO DAS CONDIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º Este Regulamento apresenta a definição, os objetivos, a caracterização e a explicitação das condições

Leia mais

Formas de organizar os conteúdos CONTEÚDOS ESCOLARES

Formas de organizar os conteúdos CONTEÚDOS ESCOLARES Formas de organizar os conteúdos CONTEÚDOS ESCOLARES Multidisciplinaridade: é a organização de conteúdos mais tradicional. Os conteúdos escolares são apresentados por matérias independentes umas das outras.

Leia mais

Título do trabalho NOME 1 NOME 2 NOME 3. Professor Orientador Disciplina 6º Ano Turma

Título do trabalho NOME 1 NOME 2 NOME 3. Professor Orientador Disciplina 6º Ano Turma Sociedade Educacional Pe. Norberto Didoni - SENDI Educando Mentes, Cultivando Corações NOME 1 NOME 2 NOME 3 Título do trabalho Professor Orientador Disciplina 6º Ano Turma São Leopoldo 2016 RESUMO Consiste

Leia mais

CURSO DE METODOLOGIA CIENTÍFICA

CURSO DE METODOLOGIA CIENTÍFICA CURSO DE METODOLOGIA CIENTÍFICA Aula 01: A pesquisa científica Canal do Prof. Matheus Passos http://profmatheuspassos.com Qual o objetivo da metodologia científica? u Acredita-se que o objetivo da disciplina

Leia mais

Introdução. O que é Ciência? O que chamamos de conhecimento científico? Como separar a Ciência da pseudo-ciência? Isaac Newton (sec XVI)

Introdução. O que é Ciência? O que chamamos de conhecimento científico? Como separar a Ciência da pseudo-ciência? Isaac Newton (sec XVI) O Método Científico Introdução Platão e Aristóteles (sec V ac) Isaac Newton (sec XVI) O que é Ciência? O que chamamos de conhecimento científico? Como separar a Ciência da pseudo-ciência? O desafio da

Leia mais

Para Rauen ( 2002) esquema é um tipo de produção textual que explicita a linha diretriz do autor de um documento de base.

Para Rauen ( 2002) esquema é um tipo de produção textual que explicita a linha diretriz do autor de um documento de base. Esquema Textual Para Rauen ( 2002) esquema é um tipo de produção textual que explicita a linha diretriz do autor de um documento de base. Assim esquema é a apresentação do texto, colocando em destaque

Leia mais

ANEXO I MODELO DE PROJETO DISCENTE CAPA

ANEXO I MODELO DE PROJETO DISCENTE CAPA ANEXO I MODELO DE PROJETO DISCENTE Segue abaixo o modelo para apresentação de projeto discente ao Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ), Campus São Gonçalo, com o

Leia mais

ESTATÍSTICA. Objectivo: recolha, compilação, análise e interpretação de dados. ESTATÍSTICA DESCRITIVA INFERÊNCIA ESTATÍSTICA

ESTATÍSTICA. Objectivo: recolha, compilação, análise e interpretação de dados. ESTATÍSTICA DESCRITIVA INFERÊNCIA ESTATÍSTICA 1 ESTATÍSTICA Objectivo: recolha, compilação, análise e interpretação de dados. ESTATÍSTICA DESCRITIVA INFERÊNCIA ESTATÍSTICA Estatística descritiva : o objectivo é sintetizar e representar de uma forma

Leia mais

Metodologias de Pesquisa em Ciências: análises quantitativa e qualitativa

Metodologias de Pesquisa em Ciências: análises quantitativa e qualitativa Metodologias de Pesquisa em Ciências: análises quantitativa e qualitativa 2ª Edição MAKILIM NUNES BAPTISTA DINAEL CORRÊA DE CAMPOS SUMÁRIO PARTE I - CIÊNCIA E PESQUISA... 1 1 OS DILEMAS DO PRESENTE...

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2016 Ensino Técnico Plano de Curso nº 294 aprovado pela portaria Cetec nº 774 de 24 / 09 / 2015. ETEC de Tiquatira Código: 208 Município: São Paulo Eixo Tecnológico: Controle

Leia mais

Página 2 em diante devem estar contemplados os seguintes itens:

Página 2 em diante devem estar contemplados os seguintes itens: 1 TEMPLATE - Projeto de pesquisa FORMATAÇÃO Fonte: Texto: Arial ou Times New Roman, tamanho 12. Títulos: Arial ou Times New Roman, tamanho 14, negrito Espaço: duplo Margens: 2,5 cm em todas as margens

Leia mais

1.1 A paternidade como uma etapa de desenvolvimento para o homem no contexto da família

1.1 A paternidade como uma etapa de desenvolvimento para o homem no contexto da família INDICE pp. INTRODUÇÃO 1 CAPÍTULO I - A TRANSIÇÃO PARA A PATERNIDADE 1. A parentalidade 1.1 A paternidade como uma etapa de desenvolvimento para o homem no contexto da família 10 10 14 1.2 O desejo de paternidade

Leia mais

Carta de Autorização outra instituição

Carta de Autorização outra instituição Modelos Carta de Autorização outra instituição (TIMBRE DO LOCAL DA PESQUISA) (cidade), de de 2010. Ao: Comitê de Ética em Pesquisa Envolvendo Seres Humanos MULTIVIX Vitória At. Coordenação do CEP Eu, (NOME

Leia mais

A Educação Profissional e Tecnológica. Conceituação Princípios Objetivos Características

A Educação Profissional e Tecnológica. Conceituação Princípios Objetivos Características A Educação Profissional e Tecnológica Conceituação Princípios Objetivos Características Conceituação A educação profissional tecnológica, integrada às diferentes formas de educação, ao trabalho, a ciência

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - UFRGS ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO - PPGA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - UFRGS ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO - PPGA Referência completa para citação: OLIVEIRA, (M.) e FREITAS, (H.). Focus group, pesquisa qualitativa: resgatando a teoria, instrumentalizando o seu planejamento. São Paulo: RAUSP, v. 33, no. 3, Jul-Set.

Leia mais

COLÉGIO CENECISTA DR. JOSÉ FERREIRA LUZ, CÂMERA, REFLEXÃO

COLÉGIO CENECISTA DR. JOSÉ FERREIRA LUZ, CÂMERA, REFLEXÃO COLÉGIO CENECISTA DR. JOSÉ FERREIRA LUZ, CÂMERA, REFLEXÃO UBERABA - 2015 PROJETO DE FILOSOFIA Professor coordenador: Danilo Borges Medeiros Tema: Luz, câmera, reflexão! Público alvo: Alunos do 9º ano do

Leia mais

Noções Gerais Sobre Pesquisa

Noções Gerais Sobre Pesquisa 23 Noções Gerais Sobre Pesquisa Nossas possibilidades de conhecimento são muito, e até tragicamente, pequenas. Sabemos pouquíssimo, e aquilo que sabemos, sabemo-lo muitas vezes superficialmente, sem grande

Leia mais

MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DE. Apresentação com material de apoio do evento Orientação Técnica sobre a recuperação paralela realizado nos dias

MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DE. Apresentação com material de apoio do evento Orientação Técnica sobre a recuperação paralela realizado nos dias MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DE PROJETOS Apresentação com material de apoio do evento Orientação Técnica sobre a recuperação paralela realizado nos dias 23, 24 e 25 de julho de 2008. AVALIAÇÃO Os objetivos

Leia mais

Juventude: Emprego e Renda - Perspectivas Para a Juventude Em Governador Valadares Aluno(a): Ana Letícia Pastore Trindade Relatório Parcial

Juventude: Emprego e Renda - Perspectivas Para a Juventude Em Governador Valadares Aluno(a): Ana Letícia Pastore Trindade Relatório Parcial Juventude: Emprego e Renda - Perspectivas Para a Juventude Em Governador Valadares Aluno(a): Ana Letícia Pastore Trindade Relatório Parcial Introdução: 1.1.Introdução geral: 1.2.Objetivo: Explorar a quantidade

Leia mais

4 Método 4.1. Pesquisa exploratória

4 Método 4.1. Pesquisa exploratória 4 Método 4.1. Pesquisa exploratória Essa modalidade de pesquisa é, juntamente com a pesquisa descritiva, a mais citada pelos autores. De acordo com Gil (1991, p.45), ela visa proporcionar maior familiaridade

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO DEPARTAMENTO... CURSO... NOME DE ALUNO TÍTULO DO PROJETO

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO DEPARTAMENTO... CURSO... NOME DE ALUNO TÍTULO DO PROJETO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO DEPARTAMENTO... CURSO... NOME DE ALUNO TÍTULO DO PROJETO Mossoró/RN (Ano) NOME DO ALUNO TÍTULO DO PROJETO Projeto apresentado ao Conselho do Curso XXXXXXX da Universidade

Leia mais

Seleção Interna nº 14/2013/SOF Em 26 de fevereiro de Do Objetivo

Seleção Interna nº 14/2013/SOF Em 26 de fevereiro de Do Objetivo Seleção Interna nº 14/2013/SOF Em 26 de fevereiro de 2013. Assunto: Cargo em comissão. Provimento via processo seletivo. Do Objetivo 1. A presente Seleção Interna visa ao provimento do cargo de Assistente

Leia mais

Avaliação da flexibilização do horário do programa de rádio A Voz do Brasil - Março/2014 -

Avaliação da flexibilização do horário do programa de rádio A Voz do Brasil - Março/2014 - Avaliação da flexibilização do horário do programa de rádio A Voz do Brasil - Março/2014 - 2 Objetivo Metodologia Perfil da amostra Programa A Voz do Brasil Transmissão em horário fixo / flexível Importância

Leia mais

INTRODUÇÃO [Times New Roman 12, Justificado, Caixa Alta, espaçamento 1,5]

INTRODUÇÃO [Times New Roman 12, Justificado, Caixa Alta, espaçamento 1,5] 1 TÍTULO DO ARTIGO [fonte Times New Roman 14, Centralizado, espaçamento 1.0] Subtítulo [Se houver, fonte Times New Roman 14, Centralizado, espaçamento 1.0] Nome do Autor 1 [Fonte Times New Roman 10, Texto

Leia mais

METODOLOGIA DA CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM FISIOTERAPIA TRAUMATO- ORTOPÉDICA

METODOLOGIA DA CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM FISIOTERAPIA TRAUMATO- ORTOPÉDICA CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM FISIOTERAPIA TRAUMATO- ORTOPÉDICA METODOLOGIA DA INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA Profª. Dra. Paula Silva de Carvalho Chagas Faculdade de Fisioterapia UFJF Doutora em Ciências da Reabilitação

Leia mais

FUNDAÇÃO COMUNITÁRIA EDUCACIONAL E CULTURAL DE JOÃO MONLEVADE. Instituto de Ensino Superior de João Monlevade OBJETIVOS

FUNDAÇÃO COMUNITÁRIA EDUCACIONAL E CULTURAL DE JOÃO MONLEVADE. Instituto de Ensino Superior de João Monlevade OBJETIVOS FUNDAÇÃO COMUNITÁRIA EDUCACIONAL E CULTURAL DE JOÃO MONLEVADE Instituto de Ensino Superior de João Monlevade CURSO: Administração DISCIPLINA: Estágio Supervisionado I CATEGORIA: Formação Profissional PROFESSOR:

Leia mais

Atividade 1. Objetivos: Planificação: Etapa 1. Debata: Tempo: 3 horas. Disciplinas: Ciências Naturais, Ciências Sociais, Inglês.

Atividade 1. Objetivos: Planificação: Etapa 1. Debata: Tempo: 3 horas. Disciplinas: Ciências Naturais, Ciências Sociais, Inglês. Atividade 1 Tempo: 3 horas Disciplinas: Ciências Naturais, Ciências Sociais, Inglês. Ciclo de ensino: Ensino secundário da área das ciências. Objetivos: Conseguir decifrar e compreender um artigo científico

Leia mais

Processos de Gerenciamento de Projetos. Parte 02. Gerenciamento de Projetos Espaciais CSE-301. Docente: Petrônio Noronha de Souza

Processos de Gerenciamento de Projetos. Parte 02. Gerenciamento de Projetos Espaciais CSE-301. Docente: Petrônio Noronha de Souza Processos de Gerenciamento de Projetos Parte 02 CSE-301 / 2009 / Parte 02 Gerenciamento de Projetos Espaciais CSE-301 Docente: Petrônio Noronha de Souza Curso: Engenharia e Tecnologia Espaciais Concentração:

Leia mais

TRABALHO DE CURSO TC CURSO DE DIREITO - UCB

TRABALHO DE CURSO TC CURSO DE DIREITO - UCB TRABALHO DE CURSO TC - UCB O aluno em fase de realização do Trabalho de Curso tem, entre outros, os seguintes deveres específicos: I - Freqüentar as reuniões convocadas pela Coordenação de Trabalho de

Leia mais

Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais I

Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais I Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais I Recursos e PRP (Processo de Realização do Produto) Prof. Marcos César Bottaro Os Recursos RECURSOS: é tudo que gera ou tem a capacidade de gerar riqueza

Leia mais

CIÊNCIA, TECNOLOGIA E SOCIEDADE. O que é Ciência?

CIÊNCIA, TECNOLOGIA E SOCIEDADE. O que é Ciência? CIÊNCIA, TECNOLOGIA E SOCIEDADE O que é Ciência? O QUE É CIÊNCIA? 1 Conhecimento sistematizado como campo de estudo. 2 Observação e classificação dos fatos inerentes a um determinado grupo de fenômenos

Leia mais

Componente Curricular: Metodologia da Pesquisa Científica

Componente Curricular: Metodologia da Pesquisa Científica CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Reconhecimento Renovado pela Portaria MEC nº 264 de 14.07.11, DOU de 19.07.11. Componente Curricular: Metodologia da Pesquisa Científica Código: CTB-190 Pré-requisito: ----------

Leia mais

PESQUISA QUALITATIVA HISTÓRIA DA PESQUISA QUALITATIVA

PESQUISA QUALITATIVA HISTÓRIA DA PESQUISA QUALITATIVA PESQUISA QUALITATIVA HISTÓRIA DA PESQUISA QUALITATIVA Podemos considerada a pesquisa qualitativa uma tentativa de aproximação dos métodos de pesquisa nas quais pesquisa as ciências sociais. Sendo assim,

Leia mais

Volta Redonda, março de 2009

Volta Redonda, março de 2009 Trabalho de Conclusão de Curso TCC Prof. José Maurício dos Santos Pinheiro Núcleo de Graduação Tecnológica Volta Redonda, março de 2009 Agenda Objetivos Alcance Coordenação Orientação O Aluno Pesquisador

Leia mais

Métodos de Estudo & Investigação Científica. Elaborando um projeto de pesquisa

Métodos de Estudo & Investigação Científica. Elaborando um projeto de pesquisa Elaborando um projeto de pesquisa A pesquisa é a realização concreta de uma investigação planeada, desenvolvido e redigida de acordo com as normas das metodologias consagradas pela ciência; Requerida quando

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO PROGRAMA DE DISCIPLINA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO PROGRAMA DE DISCIPLINA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO PROGRAMA DE DISCIPLINA CÓDIGO DISCIPLINA CENTRO QA-133 Pesquisa em Química I e Monografia CIÊNCIAS E TECNOLOGIA CRÉDTOS C.H. PRÉ-REQUISITO DEPARTAMENTO T P o 90h/a 2 2 QA-117

Leia mais

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE ANDRADINA NOME DO(S) AUTOR(ES) EM ORDEM ALFABÉTICA TÍTULO DO TRABALHO: SUBTÍTULO DO TRABALHO, SE HOUVER

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE ANDRADINA NOME DO(S) AUTOR(ES) EM ORDEM ALFABÉTICA TÍTULO DO TRABALHO: SUBTÍTULO DO TRABALHO, SE HOUVER FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE ANDRADINA NOME DO(S) AUTOR(ES) EM ORDEM ALFABÉTICA TÍTULO DO TRABALHO: SUBTÍTULO DO TRABALHO, SE HOUVER ANDRADINA/SP 2016 NOME DO(S) AUTOR(ES) EM ORDEM ALFABÉTICA TÍTULO DO TRABALHO:

Leia mais

Medidas Resumo. Medidas de Posição/ Medidas de Dispersão. A intenção desse trabalho é introduzir os conceitos de Medidas de posição e de dispersão.

Medidas Resumo. Medidas de Posição/ Medidas de Dispersão. A intenção desse trabalho é introduzir os conceitos de Medidas de posição e de dispersão. Medidas Resumo Medidas de Posição/ Medidas de Dispersão A intenção desse trabalho é introduzir os conceitos de Medidas de posição e de dispersão. Prof. MSc. Herivelto Marcondes Março/2009 1 Medidas Resumo

Leia mais